Todo mundo sabe que eu gosto do Coeur Pirate. Isso é fato consumado. E como agora eu tenho uma Agência de Publicidade e Produtora de Vídeo posso (é claro) produzir vídeos. Alguns desses vídeos comerciais não são aprovados. Essa é a história deste vídeo abaixo. Aproveitei as imagens do comercial recusado pra fazer um clipe com uma música dessa banda que eu adoro. A música Printémps é bem infantil e alegre, assim como o vídeo. O post não tem muito texto mesmo então é só dar play, ver o vídeo e falar se gostou. Pelo menos a gente fica sabendo se as cenas do comercial causariam uma boa impressão, e chegariam a emocionar positivamente as pessoas. =P

Modelos: minha namorada que eu amo e a sobrinha da namorada do meu sócio.

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Depois de vender aqui um muito pouco o Eluveitie e mais outras 14 bandas (com essa não 15), estou aqui para falar do novo álbum do Mastodon, “Crack the Skye”:

O desenho por si só é fantástico! O Mastodon é o tipo de banda que consegue unir com ótima qualidade todos os conteúdos: as capas dos álbuns são bem desenhadas e se encaixam perfeitamente ao conteúdo do álbum, a música é bem feita e marcada pela imprevisibilidade do grupo, os vídeos são muito bem produzidos e eles ao vivo não fazem feio. Uma banda moderna que mostra o que o metal precisa atualmente, grupos que saibam fazer de tudo e que estejam prontos para mexer com a atenção do público não importa o que façam.

O som do último álbum tem um quê de Dream Theater, um bom metal progressivo aliado a uma história que só poderia ter saído da cabeça de um maluco. Porém, diferente do DT, o som do Mastodon tem um extra que o torna realmente superior. Se o Dream Theater é uma banda prog 1.0, o Mastodon sem dúvidas é um upgrade de ótima qualidade, pois funde elementos musicais do hardcore, punk, jazz, heavy metal e progressivo de maneira genial, o que torna o som deles caótico, mas sem deixar em momento algum de ser agradável.

Basicamente o álbum trata de um tetraplégico que descobre como fazer viagens astrais. Em uma de suas viagens ele se aproxima demais do sol, queimando o cordão que o prende a seu corpo, caindo no mundo dos espíritos, sendo enviado ao culto de Rasputin na Rússia czarista. Lá o espírito do tetraplégico prevê a morte do místico russo, que pretende usurpar o trono do czar. Rasputin, após ser morto, tenta guiar o espírito do homem de volta para seu corpo, mas no final eles encontram o Demônio, que tenta roubar suas almas e os levar para o inferno.

No meio desta história louca o som é distribuído de um modo confuso. Me lembra em muito a música clássica de grandes artistas como Beethoven, Mozart e Vivaldi. Realmente a música clássica tinha esse quê do imprevisível, do inesperado, das mudanças bruscas de tom, coisa que não vemos atualmente na música moderna, e o rock e o heavy metal não são diferentes. Isso me chamou muito a atenção para o Mastodon com o lançamento deste último álbum e por isso estou compartilhando aqui os dois clipes de “Crack the Skye”, que é de longe o melhor álbum da banda, vejam abaixo o clipe de “Oblivion”, primeira música do álbum:

Realmente não me lembro da última vez que vi videoclipes tão bons quanto este vindos de bandas norte-americanas. Atualmente são poucas as bandas que realmente conseguem me empolgar com os clipes, que sempre trazem uma história e não são apenas os caras batendo cabeça, todas elas interessantemente são europeias. Abaixo o clipe de “Divinations”, tão bom quanto o “Oblivion”.

Site Oficial: http://www.mastodonrocks.com
MySpace: http://www.myspace.com/mastodon
Last.fm: http://www.lastfm.com.br/music/Mastodon

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1- Se gostou do som, achou a música boa, ruim, uma merda, um lixo ou o que seja, deixe seu comentário. Sua opinião é muito importante para nós :D

2- O Korpiklaani lançou o videoclipe de seu novo single, “Vodka”, que fará parte do seu mais novo álbum, “Karkelo”, que foi lançado dia 26 deste mês. Vejam ele aqui.

3- Quem gosta de Blind Guardian vai sem dúvidas gostar do Witchking, uma banda polonesa de heavy metal que também toca sobre Senhor dos Anéis. O novo vídeo clipe deles, “And the Bearer Goes”, pode ser visto no YouTube.

4- Obrigado novamente a todos os leitores deste humilde blog pelas respostas que andamos recebendo de vocês nos últimos dias. Vocês são FANTÁSTICOS!

Aqui estou eu novamente para um post mais que especial. Este autor que vos fala foi gentilmente convidado para ver a cabine de Exterminador do Futuro 4: A Salvação, e trazer para vocês com exclusividade um pouco sobre este super filme que será lançado, sem spoilers claro.

O Exterminador do Futuro 4 – A Salvação deveria ser o recomeço da franquia Terminator, mas nele vemos mais uma continuação dos últimos três filmes do que qualquer outra coisa. Quem conhece bem a história, pelo menos dos outros três filmes da série, já verá em Salvation muitas coisas no que se aparar, começando pelos caracteres iniciais, onde um pequeno texto coloca o espectador a par da história anterior ao filme.

Juntamente com esta apresentação conhecemos Marcus Wright, um prisioneiro no corredor da morte que é convencido pela Dra. Serena Kogan a doar seu corpo para pesquisas médicas. Um ano depois acontece a ativação da Skynet e o Dia do Julgamento (Terminator 3).

A passagem então leva a 2018, onde John Connor (agora já como o herói da humanidade) ataca com um grupo da Resistência uma base da Skynet. O grupo descobre na base diversos prisioneiros humanos e planos para fazer um exterminador com tecidos humanos. A base é atacada e John é o único sobrevivente, porém Marcus depois do resgate de John aparece entre os destroços, caminhando aparentemente sem rumo.

Os líderes da Resistência descobrem uma frequência que pode desativar as máquinas da Skynet e planejam uma invasão a base central da rede em São Francisco. Eles também descobrem os planos da Skynet de matar todos os líderes da Resistência em quatro dias, John é o segundo da lista e Kyle Reese o primeiro.

Assim começa o filme, em um roteiro bem elaborado e estruturado fortemente na história da série. O roteiro, vale a pena dizer, é no meu ver a parte mais fraca do filme. Ele se torna um pouco – para não dizer bastante – previsível no decorrer do filme, mas isso também acontece por você já conhecer mais ou menos como é a história da série e onde ela pretende chegar.

Os efeitos especiais são fantásticos, mostrando como sempre a qualidade da produção do filme e não deixa nada a desejar para os outros filmes da franquia ou qualquer dos lançamentos mais recentes do cinema. O filme é cheio de ação e emoção do início ao fim, com muitas explosões, reviravoltas e combates. A cenografia também foi muito bem elaborada, e não pouparam os detalhes para mostrar um mundo completamente destruído após a guerra nuclear.

O famoso diretor Joseph McGinty Nichol, mais conhecido como McG, famoso pelos seus clipes musicais de bandas famosas e pelo filme As Panteras, fez um ótimo trabalho no comando de Terminator, que sem dúvidas deve criar uma sobrevida a franquia e uma espectativa para o próximo filme da série (pelo menos em mim criou, e muito, coisa que não aconteceu após eu assistir Terminator 3).

Outra coisa que me chamou muito a atenção foi a filmagem e o uso das câmeras. Se tem algo que atualmente pode trazer emoção ao cinema é a mudança dos padrões quadrados de filmagem. McG usou em Salvation algumas técnicas interessantes que eu não me lembro de ter visto em filmes deste gabarito. A filmagem coloca o público dentro da cena de uma maneira que eu considero genial e fora dos padrões clichês dos filmes de ação. Veja as cenas de perseguição e conflito no decorrer do filme, principalmente a cena do helicóptero e o confronto com o exterminador logo no início e você entenderá o que estou tentando dizer.

As referências da história também estão presentes e muito bem colocadas. As fitas que Sarah Connor faz para seu filho estão presentes, e John as ouve no decorrer do filme. Outra presença genial é do bom e velho Governator que faz uma pontinha no filme, mesmo que seja por CGI (imagem gerada por computador). O ponto baixo é o uso dos outros personagens fora Marcus, John e Kyle. Nem mesmo a mulher de John, Kate Connor, teve uma participação satisfatória no filme. A história acaba girando tanto em torno destes três personagens que sentimos falta de um pouco mais de enredo.

Outro ponto que senti falta foi do bom e velho humor, marca dos filmes da série. Até em T3 tinhamos algumas tiradas engraçadas que foram completamente esquecidas neste filme e farão falta para muitos dos fãs. Faltou como um todo algumas quebras entre as cenas de ação para “descansar” o público. Existem, mas são poucas.

Resumindo: o filme é ótimo! Muito bem elaborado e realmente superior ao seu antecessor (Terminator 3). Não é nem será nenhum clássico do cinema como T1 e T2, mas T4 traz uma proposta totalmente nova a série em termos técnicos que acredito que mereça ser vista. McG fez um bom trabalho e merece o voto de confiança dos amantes da história. Terminator 4 é sem dúvidas um dos ótimos lançamentos cinematográficos deste ano.

Trailer do filme em HD legendado:

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1- Você pode utilizar de muitos recursos para assistir o filme ou esperar ele sair em DVD, mas T4 é o tipo de filme que é muito melhor se assistido em um telão. Vá por mim, você não irá se arrepender.

2- Se você quiser alguns spoilers do filme leia o texto mais que completo do Denis Pacheco no blog Goma de Mascar (tem spoilers, o clique e a leitura é por sua conta e risco e não adianta me processar depois)

3- Agradecimentos ao grande mestre Inagaki.

A Arts Alliance Media anunciou o sucesso do premiado documentário “Iron Maiden: Flight 666“. 70% do número total de ingressos, que excedeu 100 mil pessoas, foram da exibição especial do filme em sessão única no cinema, no dia 21 de abril. Lançado apenas em cinemas com tecnologia digital, atingiu a marca de maior lançamento simultâneo de um documentário em todo o mundo, cruzando a América do Sul e Central, México, todo o Oeste e grande parte do Leste Europeu, Rússia, Japão, Oceania, Estados Unidos, Canadá, África do Sul e Índia. “Flight 666″ foi distribuído pela Arts Alliance Media (AAM), em uma sociedade com a EMI Records e o Iron Maiden.

“Flight 666″ alcançou a maior média por sala entre todos os filmes no Reino Unido no dia 21 de Abril, com mais de 12 mil ingressos vendidos para uma única exibição em 80 salas e foi o filme número 1 em mais de 85% dos cinemas aonde foi exibido. O filme atraiu a marca extraordinária de 8 mil ingressos na sessão das 23h58 (“2 Minutes do Midnight”) no Brasil, esgotou ingressos em uma sala de 686 lugares em Finnkino Helsinki, na Finlândia e teve cinco exibições seguidas lotadas no Mann’s Chinese Theater em Hollywood. O filme foi exibido novamente em muitos locais devido à demanda de público e alguns cinemas exibiram o filme outra vez depois do dia 21.

O crescimento do cinema digital e a resultante redução nos custos de distribuição tem possibilitado mais e mais lançamentos não tradicionais com conteúdo alternativo nos cinemas como óperas ao vivo, shows e eventos esportivos que vem abrindo um novo nicho de público. O chefe executivo da AAM, Howard Kiedaisch, comentou, “Nós estamos incrivelmente felizes com esse resultado e o consideramos como uma grande conquista para todos os envolvidos. É uma novidade para o cinema, mostrando as oportunidades que a era digital tem trazido, uma vez que esse lançamento não seria possível com vídeos de 35mm. Meus agradecimentos e parabéns para o Iron Maiden, EMI e todas as empresas de cinema e distribuidoras ao redor do mundo. Veja esse espaço!”

O vice-presidente da EMI, Stefan Demetriou, disse, “O filme mostra mais uma vez que o Iron Maiden (ofertas[bb]) está no topo da inovação audiovisual – trazendo uma memorável experiência na tela para seus leais fãs e os novos convertidos ao MAIDEN ao redor do mundo.”

O evento se mostrou inacreditavelmente popular com as empresas donas dos cinemas e com as audiências em todo o mundo, com Bernie Altan, da Scala Cinema independente de Ludwigsburg, Alemanha, falando sobre a exibição da meia-noite, “Uau, que noite! O filme é muito bom – Eu me senti em um show do MAIDEN na noite passada! Os fãs gritavam ‘Maiden! Maiden! Maiden’ pouco antes de começar o filme, e para resumir, foi realmente ‘O momento!’”

No Reino Unido, o diretor da Odeon Digital Development, Drew Kaza, declarou, “Nós estamos muito satisfeitos com os resultados de ‘Flight 666′. Foi o filme número um em nossos cinemas na terça a noite e foi, de longe, o filme alternativo mais bem-sucedido que a Odeon já exibiu.”

O filme foi sub-distribuído pela D&E Entertainment nos Estados Unidos, cujo sócio Evan Saxon comentou, “Nós estamos honrados em ver que o marketing e a distribuição de “Flight 666″ nos Estados Unidos e no resto do mundo foram um sucesso esmagador. As salas de cinema se esgotaram e fizeram exibições extras do filme e os fãs adoraram a experiência. Essa foi uma campanha de primeira classe e nós estamos muito satisfeitos com a Arts Alliance, EMI e o Iron Maiden por escolher a D&E para ser parte do seu time.”

“Flight 666″ venceu o prêmio da audiência para “Melhor Documentário sobre Música” no recente Southwest Festival. O filme foi produzido pelos premiados diretores de Toronto, Scot McFadyen e Sam Dunn da Banger Productions, que receberam elogios da crítica pelos seus filmes anteriores, “Metal: A Headbanger’s Journey” e “Global Metal”. Os produtores executivos foram Rod Smallwood, Stefan Demetriou e Andy Taylor.

Fonte: Aos mestres, Whiplash.

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1- Minha humilde participação no Dossiê. Nada genial, em breve textos de minha autoria.

2- E o TCC também está me matando… quinta-feira tem a entrega, desejem me sorte!

3- Não tenho mais links pois não ando lendo nada de especial… bem… participem da promoção da Dell e concorram a sete Dell Studio Hybrid e sete Nokia E71.

4- E visitem o Seu Estranho e o E Agora José? do AJ.

Sou fã do Queen! Para mim é uma das 10 maiores bandas de rock de todos os tempos, além de ter influenciado toda uma era com suas músicas. Não preciso dizer que a morte de Freddie Mercury foi um marco de sombras em uma história fantástica, e também não preciso adicionar que Queen com Paul Rodgers não é Queen. Não é, nem nunca será!

Faço minhas palavras as palavras do baixista Billy Sheehan do Mr. Big, que em uma entrevista sobre o retorno do grupo – sim, eles voltaram!!! – falou também sobre os convites que recebeu do Van Halen para substituir o lendário Michael Antony:

Tanto quanto eu gostaria de estar na banda, não queria também que a banda mudasse pois sou fã do Van Halen. Se Michael não está lá, não é a mesma banda, mesmo se fosse eu, entende?

É isso que penso. A formação de uma banda é sagrada, a banda nunca será mais a mesma depois de mudar algum membro, e ponto final.

Mas não vim aqui puxar o saco do Queen, eles não precisam disso e falar sobre eles é perda de tempo – aquela velha história, quem conhece sabe e quem não conhece é porque não quer mesmo saber.

Quando eu li esta notícia sobre a saída de Paul Rodgers foi uma grande felicidade. Francamente ele é um vocalista medíocre que nunca fez nada o bastante para merecer ocupar uma das maiores posições do rock de todos os tempos. Mas logo também lembrei de uma música que ouvi do novo álbum do Ayreon, a coletânea “Timeline”, que apresenta uma nova música gravada por um jovem totalmente desconhecido chamado Jasper Steverlinck, de uma banda de rock completamente desconhecida chamad Arid. Gostaria de compartilhar com vocês a música do álbum do Ayreon: (obs: se não quiser ouvir toda a introdução, a voz começa aos 5 minutos de música)

Ayreon – Epilogue: The Memory Remains

Acho que eu não preciso dizer muito, não é? A voz dele é perfeita, fantástica, monstruosa! Perfeita para pelo menos fazer com que nós lembremos um pouquinho Freddie Mercury.

Brian May, contrata ele! Não é o Freddie Mercury, nem nunca será, mas tem a voz que sem dúvidas faz a todos lembrar um pouco do grande vocalista que ele era. Deixo vocês com um pouco mais da voz de Jasper Steverlinck e da entrevista sobre a música no Ayreon.

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1- Ando meio atarefado com um belo projeto de conclusão de curso em caminho. Já são 36 páginas sobre Café, Comunicação e História do Brasil, que deve ser entregue nesta próxima quarta-feira. Por isso os posts sobre o Dossiê irão esperar um momentinho pois merecem muito cuidado, irei falar um pouco sobre as capas do Iron Maiden em dois textos.

2- O Accept voltou, mas sem o bom e velho vocalista. Confira aqui.

3- Já conhece o Super Sincero? Clique logo então e não me encha o saco!

4- A pior profissão do mundo é desse cara aqui, massagista de modelos… que dó dele…