[Comentário] Texto enviado pelo leitor Mateus Palma. Espero que seja o primeiro de muitos. =D
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Frustrações de Uma Professora Universitária
Hum, honestamente, começo esse post sem saber sobre o que escrever. Mas quero passar o tempo, segunda-feira nublada e com ressaca moral do final de semana, quanto mais rápida passar melhor. Se bem que de noite tenho prova de Estatística (detalhe: se algum dia alguém puder escapar dessa matéria, fuja o mais rápido e para o lugar mais longe possível) e isso não é uma coisa agradável.
Fico eu aqui pensando o que leva alguém a cursar matemática, se especializar em Estatística e ser professor numa universidade barata no interior do Rio Grande do Sul. Só pode ser alguém frustrado na vida, não tem outra explicação. Analise isso comigo: imaginemos que a cidadã se dava bem em matemática no ensino médio. Por influência dos pais, dos colegas, dos professores, dos hormônios da adolescência e sabe-se lá do que mais ela decide cursar Matemática. Sendo uma jovem inocente e ingênua, ela se apaixona pelo seu professor de Estatística (sei lá se tem isso no curso, mas deve ter), o que a faz pensar que também é apaixonada pelas estatísticas em si.
Terminada a faculdade, ela não conseguiu ficar com o tal professor. Por causa dessa frustração, vira lésbica (desconfio que seja). Mas ainda assim decide se especializar em Estatística, só para poder provar que não ia bem só por dar em cima do professor. Feito a pós, ela busca algum emprego onde a estatística realmente teria alguma utilidade, como o IBGE ou algum instituto que faz essas pesquisas eleitorais que tem por ai. Mas não consegue nada, porque não sabe porcaria nenhuma de Estatística. Então só restou ser professora em uma faculdade barata no interior do RS.
Por fim, pra esconder as frustrações que passou por toda a vida, vive o tempo inteiro com um sorriso idiota no rosto, já que não conseguiu ficar com o professor, virou lésbica, não achou nenhuma outra lésbica que queira ela, se especializou numa coisa extremamente inútil, foi rejeitada nos empregos que tentou e agora ta fadada a se aposentar dando aula. Ah, ainda tem o fato que ela não aprendeu a falar decentemente quando era criança pois sua mãe não tinha dinheiro nem saco pra pagar uma fonoaudióloga. A frustração só aumenta por causa disso porque ela não consegue ensinar para os alunos, o que faz com que eles não gostem dela por irem mal nas provas e não aprenderem nada. Isso aumenta a desgraça e consequentemente ela não ensina direito e….por ai vai.
Eu ia ainda escrever sobre alguns outros motivos de ainda ir nessas aulas, mas isso fica pra outro post….
(Isso aqui é de uns 2 anos atrás, do 2º semestre da faculdade.)
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1 – Obrigado ao Mateus que mandou o texto
2 – Heheheheheh, como eu disse a ele quando respondi ao e-mail, um dos meus passatempos favoritos é imaginar a história por tras de uma pessoa. Quando não gostamos da pessoa é ainda melhor. Ele deve realmente “gostar” da tal professora. Esse, aliás, é um ótimo exercício para escrever. Adicione algum clímax à história e deixe a criatividade fluir. Você ficará surpreso com o resultado.
3 – Se você também quer enviar um texto para ser postado aqui, envie um e-mail para nadadevampiro@ocrepusculo.com com o assunto “Contribuição do Leitor”.
Bom, vocês sabem, reunião para fazer trabalho não dá certo. Não deu na época do Ensino Fundamental, muito menos no Ensino Médio, onde todo mundo arruma desculpa para beber ou jogar sinuca. Sempre pensei que na faculdade seria diferente. Ledo engano…é pior, as discussões são mais inteligentes, muito superiores. Em compensação as cagadas…são INFINITAMENTE maiores.
Provavelmente, ninguém – além dos que estavam presentes – vai achar graça, esse é daquelas coisas que são engraçadas só na hora, você contando depois ninguem ri…mas..aaaa, de algumas eu tenho certeza que vocês irão rir. Um sorrisinho pelo menos sai.
Vejam as pérolas:
Thaís:
- (…) aí o prêmio poderia ser 20% de desconto na bolsa da mensalidade por semana.
Comentário: Como é ki é?!?!
Thaís (denovo):
Com os papeizinhos do sorteio na mão, ela diz: – Escolhe um e pega outro!
Comentário: Explica denovo por favor.
Pedro (eu):
- (…) Podíamos juntar as iniciais de cada curso: PP, RP, CA e GO..
- Gê Ó? – pergunta Thaís
- Gê Ó, JORNALISMO!
Sem Comentários
Tiago:
- (…) cara, isso é uma Lingura de Finguagem
Comentário: U quê?!
Tiago (denovo):
- Mais de um NÃO, porra! Dois!
Comentário: Que bom que você faz comunicação!
Celso:
- E se o evento chamasse COC – Concurso Universitário de Comunicação!
Comentário: Bonita minha ONIVERSIDADE não?!
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1 – Sim. É tudo verdade, inclusive a minha.
2 – EU SEI QUE JORNALISMO É COM JOTA.
3 – Eu to rindo até agora, tudo aconteceu em um espaço de 40 minutos.
Amedro Périco
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Sim, sim! Sou eu de novo! E não, não morri e não sou um
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