
Depois de quase 2 meses voltamos com a série de posts das Coisas Que Marcaram Minha Infância e dessa vez é um dos melhores e que eu mais queria fazer: FILMES. Sabe aqueles filmes… é aqueles que formaram seu caráter, que fizeram você sair pulando como louco na sala da sua mãe, deixando ela mais louca ainda. Aqueles filmes que fizeram você querer brigar na escola para dar seus golpes favoritos. Aqueles que você assistiu 80 vezes e ninguém mais aguentava ver você vidrado em frente a TV. Pois é, tenho certeza que você vai encontrá-los neste post.
Antes disso, confira os outros posts da série Coisas Que Marcaram Minha Infância
- Músicas
- Edição Especial Dia das Crianças
- Brinquedos, Jogos de Tabuleiro e Coisas do Tipo
Hoje o post é mais do que especial, já que foi feito por mim e por um convidado muito especial, o maior ativista gay de Belo Horizonte Rafa Barbosa do blog.. RafaBarbosa.com (mais original e criativo impossível não?). Pois bem, a idéia inicial era de fazer a lista de 6 filmes… vimos que era impossível e passamos para 8 filmes. Falhamos. Então são 10! Filmes inesquecíveis que marcaram a infância de todo mundo. Tenho certeza.
E sim! Um monte de filme ficou de fora. Ou você esperava que nós fizessemos a lista dos 89 filmes que marcaram nossa infância? (Pedro)
Não dá pra falar de infância sem citar aqueles filmes que a gente sempre fazia questão de assistir na Sessão da Tarde ou no Cinema em Casa. Era uma época mágica. As nossas únicas preocupações eram se concentrar em fazer o para-casa, jogar vídeo-game e ver TV. Bons tempos aqueles.
E por falar em Sessão da Tarde e Cinema em casa, é claro que teriam aqueles filmes especiais que marcaram a nossa infância. E pode acreditar, não são poucos. Mas eu e o homossexual do Pedro vamos falar sobre os filmes que temos mais carinho. Aqueles cujo nosso caráter não seria o mesmo sem a sua influência direta.
Portanto, se você nasceu nos anos 80, cresceu nos anos 90 e hoje em dia acha que todas as refilmagens são uma bosta, sente-se confortavelmente em sua cadeira, pegue o seu baldinho de pipoca e relembre com a gente aqueles filmes clássicos que fizeram parte da infância de todos nós, marmanjos com seus vinte e poucos anos. (Rafa)
Goonies – Rafa Barbosa
Esse é sem dúvida alguma o filme que mais marcou a minha infância. Sabe aquela aventura que você sente uma vontade enorme de fazer parte? Então. A primeira vez que assisti a esse filme, minha reação imediata quando os créditos começaram a subir foi correr para pegar a minha bicicleta e sair atrás de um mapa do tesouro.
Na época eu estava no sítio da avó do meu vizinho. Ou seja, as possibilidades eram reais (pelo menos na minha cabeça e na dele) e então fizemos isso. Saímos andando de bicicleta pela propriedade procurando alguma entrada secreta que nos levasse a alguma aventura fantástica. Infelizmente isso não aconteceu.
Desse dia em diante, aqueles nomes nunca saíram da minha lembrança: Gordo, Bocão, Mikey, Dado, Stef, Andy e é claro, o símbolo desse filme, Sloth Fratelli.
Não sei vocês, mas Goonies definitivamente moldou o meu caráter. Aquele sim foi um filme de aventura.
Conta Comigo – Pedro Turambar
Esse é o típico filme que você sempre viu, e sempre quer ver denovo. Apesar de quase nunca lembrar o nome dele, você nunca se esqueceu. Mas conhecido como o filme dos 4 garotos que vão atrás do corpo de outro garoto morto. O filme é marcante por vários motivos, um deles é pela aventura sem tamanho de sair junto com mais três cara para ver o corpo de um garoto da sua idade.
Que garoto nunca quis fazer uma coisa assim? Conta Comigo foi um dos filmes que mais marcou a minha infância, pela aventura, pela amizade e principalmente pelas histórias dos garotos. A história não poderia ser de ninguém menos do que Stephen King, o grande mestre – É uma das histórias do ótimo livro Quatro Estações.
O melhor de tudo é que o final é o pior, justamente porque a aventura acaba. Durante toda minha vida eu quis desviar do trem. E é claro, tenho pavor só de pensar em sanguessugas no meu saco.
**UPDATE** – Assim como Karate Kid, Conta Comigo também está no Youtube, divido em partes. Veja a primeira parte aqui e vá seguindo.
Rambo – Rafa Barbosa
Não importa se é Rambo – Programado para Matar, Rambo II – A missão ou Rambo III. O que importa é que a história do exército de um homem só sempre fez parte dos filmes da sessão da tarde. Mas, em especial, o que mais me empolgava era Rambo.
Sabe aquele cara que você olha e admira. Aquela admiração do tipo “Caralho, que cara foda. Quero ser ele quando crescer”? Eu ficava exatamente assim quando via John Rambo em ação.
A idolatria era tamanha que eu não sosseguei enquanto minha mãe não me deu a faixa vermelha e faca do Rambo. De plástico, mas ainda sim uma perfeita e precisa arma letal. E pra coroar, meu primo me deu “o relógio do Rambo” com cronômetro, bússola e pulseira camuflada. Eu estava pronto para a guerra.
Não preciso nem dizer que foi tremendamente emocionante assistir Rambo IV, né? Um dos meus maiores ídolos da infância ali, vinte anos depois em plena forma e ainda sim uma máquina de matar como nenhuma outra.
Eu só não saí matando ninguém, mas Rambo foi mais um dos filmes que marcaram a minha infância.
Duro de Matar – Pedro Turambar
Antes de qualquer coisa eu gostaria de dizer… Yippie-Kay-Yay MOTHERFUCKER! Duro de matar não marcou apenas a minha infância, marcou também pela vontade dos meu familiares me matarem. Imagine o que é ter em casa um garoto de 8 anos de idade gritando Yippie-Kay-Yay Motherfucker o dia inteiro. “Pedrinho meu filho, como foi a escola?” “Foi Yipikaiei módefoque, mãe”, “Pedro vai dormir anda!” “´Tá bom… Yipikaiei módefoque”.
Tudo, absolutamente tudo que saia da minha boca terminava com essa frase. Meus heróis na infância? Meu pai, John McClane, Han Solo e Axel Foley. Com orgulho. Eles deram sorte que quando eu vi o primeiro, já tinham lançado os 3, se não seriam três fases de Yippie-Kay-Yay e ninguém iria aguentar.
Duro de Matar me marcou tanto, que toda vez que eu brincava com meus comandos em ação, ou eu imaginava que era um policial ou qualquer coisa, sempre tinha aquela parte em que eu pisava em cacos de vidro, deixava um rastro de sangue e depois retirava caquinho por caquinho do pé. Nunca soube da onde eu tirei isso. =D
Karate Kid – Rafa Barbosa
Ah a história de superação. Do carinha franzino que apanha de todo mundo e no final enfia o pé na cara de todo mundo. Quem aqui nunca viu a história de Daniel LaRusso e o seu insuperável mestre Sr. Miyagi?
Todo mundo já foi o Daniel LaRusso pelo menos uma vez na vida. O cara que todo mundo tirava uma onda, batia e ainda zoava com a cara. Mas aí ele conhece um velho com “certas habilidades” que o transformariam em um dos maiores karatecas do mundo.
Cenas marcantes como o a surra para os alunos da Cobra Kai vestidos de caveira, as técnicas infalíveis para encerar um carro e limpar um chão e, por fim, a cena mais clássica de todas: o chute da garça acertando em cheio o nariz de Johnny Lawrence.
Pooorra! Sensacional. Não tem um sentimento maior de Win do que esse. É o tipo de história que, ao final da projeção, o Daniel LaRusso pode sentar e falar: Epic Win!
Com esse filme eu aprendi uma coisa: só devo lutar no tatami. Por isso eu não ando por aí demonstrando meus dotes marciais.
Para entender melhor o que eu estou falando, apenas clique e aprenda
Um Tira da Pesada – Pedro Turambar
Antes de qualquer coisa, clique neste link. Então, agora que você está no clima, vamos falar de Um Tira da Pesada… ei, pare de rir… foco.. vamos lá, eu sei que é difícil, mas você está lendo um texto, segure o riso só um pouquinho. Axel Foley o homem, o mito, a lenda.
Antes de falar dos filmes, tenho que dizer que Eddie Murphy é um ídolo pra vida toda. Ele simplesmente estava uma vez por semana na sessão da tarde com milhares de outros filmes marcantes. Existem rumores de que Um Tira da Pesada 4 será feito. Só digo que estarei lá, na estréia, e terei 9 anos de idade denovo.
As coisas que mais me marcaram, é que o maldito nunca estava na jurisdição dele – idêntico a Duro de Matar-, e sim naquela época eu aprendi o que era a jurisdição policial. Além das trabalhadas e das armações incríveis que ele fazia, os filmes eram mais engraçados que qualquer coisa. Eu ainda choro de rir das cenas em que “Akwel” se encontra com o incrível brilhoso Serj. Lágrimas correm só de lembrar.
A cena mais épica para mim é quando Axel vai usar aquela arma espalhafatosa no terceiro filme, e ao invés de atirar toca música, solta fumaça… Axel Foley sempre vai ser o policial mais divertido da história do cinema.
Indiana Jones – Pedro Turambar
Eu contei isso para poucas pessoas, mas Publicidade foi a minha segunda escolha de carreira. Na verdade, a terceira… mas eu logo descartei ser um policial de Nova York ou de Detroit. Eu queria porque queria ser Arqueólogo. Sério. Pô, eu gostava de história, geografia e era aficcionadoapaixonadomalucopelamordedeus com Indiana Jones.
Olha, quantos domingos eu não passei assistindo A Última Cruzada, com a familia toda. Meu pai vibrava, minha mãe adorava, eu e meus irmãos não desgrudavamos o olho da televisão. Durante muito, mas MUITO tempo, eu sempre pedia de natal/aniversário/páscoa/diadascrianças/semanasanta/quaresma uma jaqueta de couro, um chapéu e claro, um chicote igual do indiana.
A jaqueta eu até ganhei, mas minha mãe barrou o chapéu e o chicote. Indiana foi um que rendeu anos e anos de história épicas com meus comandos em ação. Sem contar o que eu aprendi de história, cultura e conhecimentos gerais vendo os filmes. E obviamente eu não podia deixar de linkar esta cena.
Rocky – Rafa Barbosa
Você reconhece o filme só pela música de introdução. Quando as primeiras notas de Gonna Fly Now começam, você sabe que está prestes a assistir a história de um campeão. De um cara foda. De um cara que você jamais será igual, mas ainda sim o admira pra caralho.
Estamos falando do Garanhão Italiano – The Italian Stallion – Rocky Balboa. O “cobrador” da máfia que se tornou o maior boxeador da história. Mohamed Ali? Evander Holyfield? Não são nada perto de Balboa.
Vai dizer que você não torceu por ele em cada minuto durante a primeira luta contra Apollo Creed? Na revanche então nem se fala. E depois a surra épica para Clubber Lang ou então o trágico fim de Apollo e o famoso discurso pela união entre “América e URSS”? O quinto filme a gente ignora, mas a surra no Tommy Gunn é memorável.
E aí, em 2006, o cara vai e ME presenteia com um novo filme de Rocky Balboa. Sim, pois essa foi a minha sensação. Stallone fez esse filme pra mim. Da mesma forma que você acredita que ele fez esse filme pra você.
Temos uma história com esse cara. Uma história que começou bem antes de nascermos, lá nos anos 70. E de repente, sabendo que quem cresceu assistindo esses filmes hoje em dia são em sua maioria adultos, nos presenteia com o bom e velho estilo Rocky Balboa de ser.
Sem esquecer que o tempo passou. Vai dizer que não foi lindo ver um senhor de 60 anos de idade surrando um boxeadorzinho metido a fodão? Olho do Tigre! Nunca fez um Cooper tocando Eye of the Tiger na cabeça não? Pois eu já e acredite, você se empolga completamente.
A sensação que eu tenho é de que esses caras nos ensinam tudo o que precisamos para sermos bons adultos. Nos ensinam a brigar, nos ensinam a combater terroristas, nos ensinam praticamente tudo sobre a vida. E é por isso que eles são marcos para nós.
Star Wars – Pedro Turambar
A lista foi feita em dupla, e nos 8 primeiros filmes da lista eu e o Rafa colocamos juntos e concordamos em todos. Os últimos dois ficaram a escolha de cada um. Eu jamais faria qualquer lista falando de cinema sem citar Star Wars, jamais! Assim como nos maiores personagem de cinema eu coloquei Darth Vader em primeiro lugar.
Eu tinha exatamente 10 anos de idade quando meu irmão Mateus – sempre ele – falava de um tal de Guerra nas Estrelas pra cima e pra baixo. Até que um dia ele alugou a triologia – a clássica, por favor – e com o uso de sua inteligência moleque, sua malemolência, ele gravou os três filmes em apenas uma fita VHS. Duas horas para cada filme certinho, 6 horas gravadas em EP na fita. Graças a nossa saudosa câmera filmadora.
Aquilo para mim e para meu irmão era o tesouro mais valioso que tínhamos. Sério mesmo, eu dava meus comandos em ação mas não deixava a fita de lado. TODA SEMANA, eu e ele fazíamos a seção Guerra nas Estrelas, o que deixava meus pais malucos. Quem não gosta não entende, nem nunca vai entender a paixão e a fascinação que SW causa nos fãs. Porra, você queria o que? Poderes especiais, naves espaciais, guerras intergaláticas e é claro ESPADAS LASER! Que criança não ficaria maluca? E Darth Vader então?
Toda vez que vejo a triologia clássica eu me sinto denovo aquele menino de 10 anos que ficava 6 horas em outro mundo, com os olhos brilhando vendo uma das obras artísticas mais fantásticas de todos os tempos. A cara… como eu fui uma criança feliz!
Curtindo a Vida Adoidado – Rafa Barbosa
Da mesma forma que Português e Matemática são matérias básicas da escola, Curtindo a Vida Adoidado é bibliografia básica da vida. Tudo o que você precisa saber sobre se divertir, a não perder tempo e aproveitar o que de melhor à vida pode oferecer, você aprende com Ferris Bueller.
Ferris Bueller é um cara que te inspira. Você não quer ser o cara, você quer ser apenas como ele. Você quer apenas tirar um dia de férias durante o ano letivo, pegar a sua namorada e seu melhor amigo e aproveitar tudo aquilo que tem direito.
Desde almoçar em um restaurante caro, andar de Ferrari até cantar em pleno desfile no meio da cidade lotada. E tudo isso sem se preocupar com as conseqüências. Apenas se divertir com seus amigos.
John Hughes fez filmes que marcaram toda uma geração. Inclusive a minha, que pegou esses filmes bem depois, quase dez anos após o lançamento. O cara conseguiu captar toda a essência dos jovens e transformar em dois roteiros de filmes que são essenciais para qualquer pessoa: Curtindo a Vida Adoidado e Clube dos Cinco.
Curtindo a Vida Adoidado está aqui na minha lista pelo simples motivo de que é insuperável, de longe, a melhor comédia adolescente já feita. O mais próximo dele que vi recentemente foi SuperBad. Mas a história de Ferris Bueller continuará sendo insuperável. Pelo menos pra mim.
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Olha, sinceramente nós esperamos que você tenha se divertido tanto quanto nós nos divertimos fazendo esse post maravilhoso. Maravilhoso não por ser uma lista de filmes, não porque foi eu e o Rafa, não porque é meu blog… maravilhoso pelos momentos inesquecíveis que eu tive vendo milhares de vezes todos esses filmes.
Maravilhoso pelo fato de no MSN não saber qual era a criança mais feliz escrevendo. Há muito tempo não tinha uma conversa tão animada, só para você tentar entender um pouco o que tudo isso representa para nós.
Me chamem de nostálgico, de sonhador… sou mesmo. E um post desse, falando sobre tudo isso, é como rever as aulas de cultura, caráter, amor por minha família. Porra, não é todo dia que você se lembra de vários momentos de pura felicidade e êxtase numa tacada só. (Pedro)
A cada palavra digitada sobre os filmes acima, a vontade de correr e baixar só aumentava. Sim, baixar, porque dificilmente encontraria alguns deles na locadora do bairro que hoje estão repletas de Camp Rocks, Crepúsculos e High School Musical’s da vida.
São filmes que não importa quantas vezes assistimos, a emoção é a mesma. Quem vê de fora enxerga um Pedro e um Rafael velhos, barbudos e gordinhos em frente a TV ou computador. Mas só a gente sabe que naquele momento não somos adultos, e sim aquelas duas crianças de 15 anos atrás se divertindo ao rever as aventuras daqueles caras que nos moldaram a ser o que somos hoje.
Sim, porque eu, pelo menos, aprendi muito mais com todos esses personagens do que os meus professores poderiam me ensinar.
Nostalgia? Sim, por favor. Se não pudermos lembrar do que marcou a nossa infância, então que graça tem ser adulto?
Espero que gostem dessa pequena listinha que friso em dizer, é completamente pessoal. Não é um Top nada, são apenas os filmes que marcaram a nossa infância. (Rafa)
Depois de tudo isso só posso dizer uma coisa: OBRIGADO Harrison Ford, Sylvester Stallone, George Lucas, Matthew Broderick, Steven Spilberg, Stephen King, Bruce Willys, Eddie Murphy… caras, OBRIGADO MESMO! (Pedro e Rafa)
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1 – Num post como esse, eu sou obrigado a linkar o blog que inspirou a seção. Quem Matou a Tangerina? Do sensacional Fred Fagundes, culpado também de ser um eterno nostálgico.
2 – Agradeço imensamente ao Rafa Barbosa pela ajuda e por dividir comigo os momentos de criança feliz.
3 – Não tem nada a ver com o post, mas o recém lançado blog A Melhor das Intenções merece demais uma citação. Ótimo tema e texto das meninas: @camillaconde, @lucianasabbag e @pripoashampoo
4 – Esse, na minha humilde opinião, é de longe o melhor post que este blog já viu.

Esse cara aí em cima é o Jeffrey Abrams, mas conhecido como J.J “Mothafucking” Abrams. O cara é simplesmente o criador de Lost, Fringe e Alias. Só por isso ele já mereceria uma estátua, mas não é só issssoooo, ele Ele escreveu Armaggedon, Missão Impossível III e Star Trek XI, dos dois últimos ele também foi diretor. Ou seja, um cara foda… mas foda pra caralho.
O motivos principais desse post são o final da 5ª Temporada de Lost, a Primeira Temporada de Fringe, Star Trek e por último… A Torre Negra de Stephen King. Antes de começar, a tecer minhas opiniões em relação ao final de Lost e sobre Fringe, vocês tem que saber que como eu J.J Abrams é um fanboy aficcionado por toda obra de King e isso influi – e muito – no trabalho dele. Principalmente em se tratando da Torre Negra, mas acalme-se… mais pra frente eu explico.
Vamos por partes por aqui, falando em tópicos. E a partir daqui: SPOOOOOOOOOOILERS e mais SPOILERS sobre Lost, Fringe e Torre Negra.
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5ª TEMPORADA DE LOST – SEASON FINALE (MUITO SPOILER)
Não, não vou dar uma de fanboy e ficar exaltando o quanto Lost é foda, o quanto eu sou fã e nem vou ficar contando o que aconteceu na 5ª temporada inteira. Vou falar apenas do final que foi ao ar na quarta-feira a noite nos EUA, e como eu sou contra a pirataria e fui ontem para Boston ver o capítulo, posso contar tudo.
O episódio de duas horas já começa explodindo a cabeça de todo mundo e respondendo um monte de perguntas. Eu tive que dar um pause e digerir um pouco, porque foi demais pra uma cabeça. De uma vezada só você conhece o Jacob, sabe que tem outro tão foda quanto ele e que não concorda com ele e quer matá-lo, Jacob escolheu nossos heróis. Nisso você já descobre o que está sob a sombra da estátua e se for uma pessoa atenta, pode desconfiar de cara de que John Locke não é ele mesmo, e que na caixa só pode ser o corpo dele.
No meio disso tudo, vem o principal da temporada e talvez da série. Viagem no Tempo. Se você assistiu De Volta Para o Futuro, sabe das complicações de se brincar com o contínuo tempo-espaço. O puto do Faraday disse antes que não havia possibilidade de mudar nada, depois mudou de idéia. E é aí que vem o tchan do negócio.
[TEORIA] Será mesmo, que a bomba explodindo vai mudar alguma coisa? Para mim não! Mesmo com o Faraday dizendo que pode-se mudar o futuro, NADA mudou. Tudo aconteceu da mesma forma, inclusive a morte dele. Ou seja, a explosão da bomba já havia acontecido. Isso quer dizer que eles vão cair na ilha novamente. Se você não entendeu vou tentar explicar melhor. Eles entraram em um Loop temporal. Quer dizer que, eles vão continuar fazendo a mesma coisa eternamente: Caindo na ilha, descobrindo tudo, voltando no tempo, explodindo a bomba, caindo na ilha… e assim por diante. Eu não acredito que o avião vai simplesmente pousar em Los Angeles e se isso acontecer, eles vão voltar para ilha de alguma forma, e acabar do mesmo jeito, denovo. Para explicar o porque de eu achar isso passe o mouse a abaixo: (SPOILERS PESADOS DA TORRE NEGRA ABAIXO! CUIDADO!)
J.J Abrams é fanático pela Torre Negra. A Torre funciona da mesmíssima forma. Loop Temporal. Pode apostar. Vai terminar com o Jack abrindo o olho novamente, como na primeiríssima cena do seriado.
Se você leu é por que você quis ler.
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A PRIMEIRA TEMPORADA DE FRINGE (MAIS SPOOOOOOOOOILERS)
Fringe… o Arquivo X da nova geração – guardadas as devidas proporções, é claro – mas como eu disse aqui, a série é fantástica e o final então é de tirar o fôlego. Aliás, é o final que eu esperava, o que eu posso chamar de um Final Abrams. Sabe? Daquele jeito que você fica olhando espantado para a tela esperando – torcendo – para não ter acabado, para ter mais 5 minutinhos pelo menos e depois você fica revoltado por ter que esperar um bom tempo para ver o que acontece.
É o típico final de lost, que você só sabe mesmo o final no primeiro episódio da próxima temporada.
Agora, você ficaria espantado se eu disser que esse tipo de final que nosso J.J vem usando ele também se baseou na Torre Negra? Pois é, salvo o segundo livro e o quarto livro, TODOS os outros terminam assim… inclusive o último. Ou seja, J.J Abrams vem bebendo da fonte há um bom tempo, Lost é recheada de influências de várias obras de Stephen King, e Fringe não poderia ser diferente.
E a principal fonte que ele bebe da Torre é se não a viagens entre os “quandos”. Em Fringe é explicado de uma outra forma, mas no final é a mesma coisa. Na história da Torre existe o mundo-chave da rosa e o mundo-chave da Torre, os outros são diferentes níveis da Torre. É por isso que Jake apesar de morrer no seu mundo, está vivo nos outros.
Abaixo é Spoiler pesado, leia por sua conta e risco, é só passar o mouse.
Assim como Fringe em que descobrimos no final que Peter morreu no teoricamente ‘mundo-chave’ mas o professor pardal Walter Bishop abriu uma porta e foi para outro quando buscar o seu filho vivo. É meio complicado de entender, eu sei. Mas é mais ou menos assim. E termina com o aparecimento – FINALMENTE – de William Bell, em outro “quando” é claro, mas com Olívia.
Eu avisei…
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A TORRE NEGRA – OS FILMES
*Notaram a cor do céu?
Eu começo a tremer só de pensar em um filme da série A Torre Negra de longe a obra mais fantástica de Stephen King – eu sei que já disse isso aqui no blog umas mil vezes – é talvez a obra de ficção épica mais foda de todos os tempos. Talvez, eu não consigo tirar O Silmarillion do topo. Mas que a torre é melhor que O Senhor dos Anéis, eu ouso dizer que sim – não me venham com chorumelas, sou tão fã de Tolkien e SdA quanto você, afinal não sou Turambar a toa – mas admito que se conhecesse a Torre antes, eu seria provavelmente Pedro Deschain, de Gilead e não Turambar de Brethil, Dór-Lommin, Nargothrond e Beleriand. OK, sei que vocês não entenderam patavinas… eu prometo menos fanatismo juvenil daqui em diante.
Pois bem, na mesma época em que comecei a ler O Pistoleiro – primeiro livro da série – vi essa notícia aqui no Omelete: Stephen King confirma produção da Torre Negra. Na época – início de 2007 – achei bacana e tudo mais, mas hoje depois de ter lido a saga duas vezes já fico mais temeroso, e quando menos eu esperava veio uma bomba de verdade: Produtores de Lost comentam filmes da Torre Negra. Éééé rapaiz, o J.J “Mothafuncking” Abrams vai mesmo fazer o filme, e pelas minhas contas deve começar no final do ano que vem. Já que Lost deve acabar mais ou menos em maio de 2010.
Ok, J.J provou – pelo menos para mim – que é o melhor para fazer esses filmes, ele demonstrou que tem respeito e que é apaixonado pela obra. Mostrou isso em Lost e em Fringe. Fico só tentando imaginar o tempo e o trabalho que esse cara vai ter. No mínimo 7 longas metragens, uma história GIGANTE, e olha… tem livro ali que não cabe nem em 3 horas… nem a pau juvenal. Muita coisa envolve a torre, eu não sei, claro que seria ótimo… milhões de pessoas conhecendo essa história fantástica, se interessando pelos livros.
Acho que o que eu sinto não é nada mais que ansiedade, por uma noticiazinha que seja, uma fotinha de longe da produção… qualquer coisa. Coisa que eu não sentia há muito tempo por um filme. E você que gosta de cinema sabe… Hollywood tem precisado e MUITO de uma coisa boa de verdade.
Lembrem-se que o ka é uma roda.
Longos dias e belas noites meus queridos leitores. Haverá água se Deus quiser.
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1 – Parabéns ao Diego o post dele foi quebrou o recorde de visitas do blog.
2 – Se você gosta de cinema, séries, games, cultura pop, gostosas – assim como eu – visite e assine o feed do Judão. É imperdível!
3 – Vocês viram o novo Festerblog?


O Rafa já falou sobre o assunto e muito bem (O Show da Vida Virtual) mas eu quero aproveitar o gancho e ‘aprofundar’ um pouco mais no assunto. Faço isso com o conhecimento de ter vivido em quase todas as ‘redes’, por ser um estudante de comunicação e por gostar da tal internet.
A primeira vez que eu entrei na internet foi há 13 anos, em 1996, e lá as coisas eram um tanto diferentes… mas nem todas. Eu tinha meus 9 anos e me dava bem com a conexão por ‘tela preta’ e adorava o barulhinho do modem. Nessa época eu fazia apenas duas coisas nos poucos momentos em que tinha o novíssimo COMPAQ Presário 100Mhz, Pombaloca – é eu sempre fui um pervertido – e mIRC.
Pouco tempo depois, o mIRC de várzea, o mIRC moleque, o mIRC de raiz havia acabado. Todo mundo já usava e os maiores canais já bombavam de participantes. Criaram-se regras, tinha ética, tinha tudo que vemos em qualquer rede que se populariza. Foi quando descobriu-se que na vida você podia ser um loser, mas se você tivesse uma “@” você era Rei. Os arrobinhas ficavam conhecidos em suas cidades, ninguém tinha mais nome, todo mundo tinha nick. O cara que passava na rua não era fulano, era Operador do canal da mãe-do-guarda. Qualquer semelhança não é mera coincidência.
As arrobas então se tornavam cada vez mais ‘poderosos’ porque o número de participantes aumentava. Na mesma medida, ele eram arrogantes, não falavam com você a menos que você fosse pelo menos voice ou conhecido de um outro @. Mais coincidências? Como diria Roland Deschain. O ka é uma roda. Ou em bom português, o destino é uma roda.
O mIRC acabou – assim como o ICQ – com a popularização do MSN. (off the Record: é sigla para caralho!). Pouquíssimo tempo depois, veio o Orkut. Eu entrei no Orkut logo no início também, com convite – que era como convinha na época. Eu não vou escrever de novo porque vai parecer repetitivo, mas aconteceu a mesma coisa. Os Donos de Comunidades eram os novos “@”, os moderadores os novos “voices” e tudo era legal, Orkut era bom demais para encontrar os velhos amigos. O pessoal que já começava a atinar para Mídias Sociais achara fantástica a interação.
Era uma felicidade geral. Você tinha Orkut, você era descolado, você era bacana, você manda convites para alguém entrar na brincadeira.
*Um pequeno adendo nesta parte, se me permitem: As putinhas que arrancaram os cabelos quando os “V1d4 l0k4 mlk p1r4nh4” entraram no Orkut, fizeram EXATAMENTE A MESMA COISA que os americanos fizeram quando nós invadimos o Orkut. E tenho CERTEZA que os mesmos reclamaram da atitude dos americanos. Mas… espera aí, pense bem… NÓS (para eles) somos os “V1d4 l0k4 mlk p1r4nh4”. Got the point? Sacou o que eu quis dizer? Tipo assim: se é contra a gente é errado, mas o povão – favela – não pode. Entendi.
Então, a gente invadiu a parada feliz da vida. Éramos bacanas, existiam grandes comunidades, onde a galera discutia muita coisa bacana. Éramos todos felizes… aí… bem… aí veio o Computador do Milhão e fodeu com tudo, acabara ai o Orkut moleque, o Orkut de várzea, o Orkut de raiz. Os “V1d4 l0k4 mlk p1r4nh4” invadiram geral, o negócio começou a ficar tosco, ninguém escrevia certo, fotos chulas e blogs de pérolas e tolices pipocando em tudo que era canto. Mais uma vez, o poder subia, dos donos de comunidade, dos moderadores. Mas eis que o os sábios mestres e reis da Meritocracia Informal da Internet Brasileira – os caras que comandam – debandaram do Orkut.
Junto com o Orkut, cresciam os blogs. E mais uma vez, a história se repete. Os mais acessados eram os novos donos de comunidades que por sua vez foram as novas arrobas. Os amigos desses aí, eram os novos moderadores e assim vai. Perceba que sempre que você era primeiro em alguma coisa e depois de um tempo já sabia ‘usar’ a parada, já tinha algum conhecimento, virava rapidamente um baita relevante que cuspia (valei-me Exucaveiracover) nos noobs.
O engraçado nesta parte, é que quando se trata de blogs NINGUÉM reclama dos moleques piranha, sabe porque? Porque são exatamente esses aí que eles tanto repudiam em seu mundinho lindo de “rede social” que lhes dão os números. E para esse tipo de blogueiro (que possivelmente foi um @, que foi um Dono de Comunidade) você leitor não passa de número e de, desculpe a palavra, paugrandismo próprio. Se são os ‘v1d4 l0k4’ que clicam no AdSense, para quê eu vou reclamar? Esse conteúdo CHULO e copiado é a diversão deles mesmo. Para quê um blog de conteúdo original? Para que um blog que soma alguma coisa se é para poucas pessoas? Prefiro um público burro que clica nos banners e anúncios do que um público inteligente que comenta, participa e COLABORA.
Mais um adendo.
*Esse povinho adora encher a boca para falar de web 2.0, redes sociais, colaboração, compartilhar isso e aquilo. Mas na verdade estão pouco se fodendo para isso, eles querem mais é gado. Querem mais é que o gado encha seus bolsos de pró-blogger ‘bem-sucedido’. Reparem nos mestres em colaboração que travam suas mensagens no twitter.
Então, voltando às redes sociais. Elas começaram a pipocar, a se diferenciar e a ter um público bem seleto. Aí os ex-“@” descobriram o passarinho azul. O que aconteceu? Se você chutou o que eu imagino que tenha chutado… BINGO. Agora o negócio era quem tinha mais seguidor. Quanto mais seguidores, maior seu pau é. Antigamente o Cardoso dizia que quem tinha pouco seguidor não tinha relevância alguma. Depois do advento do script adicionador ele mudou sua posição. Mais uma vez, o paugrandismo entrou em ação e depois veio o medo tremendo dos Meritocratas perderem o lugar.
A TV descobriu o twitter, a velha mídia descobriu a nova mídia. Tá bom… sei. Descobriu errado, como era de se esperar. Vide reportagem de blogs do Jornal da Globo e mais recente a reportagem do Twitter no Fantástico.
Em blog é legal, mas no nosso… NO NOSSO twitter não né? Pô, todo Computador do Milhão agora vai vim com tutorial para o twitter. Vão acabar com nosso mundinho…
Ô dó.
Mais uma vez eu vou parafrasear o personagem de Stephen King: “O ka é uma roda”. Não vai demorar para o twitter ser “invadido”, mais e mais pessoas vão ter acesso a internet e às redes sociais. Não adianta dar xiliquinho, não adianta arrancar os cabelos, não adianta os faniquitos. Eu acho é bom, motivos para rir não irão faltar, nascerá um Tolices ou Pérolas do Twitter – fará sucesso – e como disse e muito bem (as usual) o Kid, no meio desse tanto de gente, garanto que virão pessoas legais, malemolentes, cheias de idéias e coisas boas. Pessoas que também vão querer compartilhar (de verdade) conteúdo relevante (de verdade).
É o que eu acredito e é o que eu espero. Enquanto isso eu assisto o circo pegando fogo – com os bombeiros de férias – rindo muito da imensa grandeza de muitos murcharem em meio à própria arrogância.
***
1 – Visitem o blog do Kid – Hoje é Um Bom Dia. Textos incríveis, games, gadgets. Garanto que vale a visita e o feed.
2 – Falando nisso, assine o Feed do Crepúsculo.
3 – Não poderia de deixar de citar os champs do Tolices do Orkut
Não sei se vocês se lembram ou se chegaram a conhecer esta seção que teve apenas um post até hoje: Mestres da Literatura: J. R. R. Tolkien. Só para explicar rapidinho, nesta seção eu seleciono os autores que eu mais gosto, falo um pouco da história do autor e comento a obra que dá o direito da alcunha de Mestre da Literatura. Esse post falará sobre o meu segundo autor preferido, Stephen King.

Stephen Edwin King (Portland, 21 de setembro de 1947) é um escritor americano, reconhecido como um dos mais notáveis escritores de contos de horror fantástico e ficção de sua geração. Seus livros foram publicados em mais de 40 países e muitas das suas obras foram adaptadas para o cinema.
Embora seu talento se destaque na literatura de terror/horror, escreveu algumas obras de qualidade reconhecida fora desse gênero e cuja popularidade aumentou ao serem levadas ao cinema, como nos filmes “Conta Comigo” (clássico da sessão da tarde que é simplesmente fantástico), “ Um Sonho de Liberdade” (contos retirados do livro “As quatro estações”), “Eclipse Total“, “Lembranças de um Verão” e “À espera de um milagre“.
Quando Stephen tinha apenas dois anos, seu pai, Donald Edwin King, abandonou a família. Sua mãe, Nellie Ruth Pillsbury, criou sozinha King e seu irmão mais velho adotivo David, muitas vezes passando por graves dificuldades financeiras. Quando era criança, testemunhou um acidente horrível – um de seus amigos ficou preso em uma ferrovia e foi atropelado por um trem. Muitas pessoas falam que isso inspirou seu lado negro e suas criações pertubadoras, mas ele mesmo descarta essa idéia.
O primeiro livro que King escreveu foi Carrie, a Estranha, um livro que li bem depois de vários outros, mas que deixa nítido como ele sempre foi um escritor fantástico. O primeiro livro que eu li de Stephen King se chama Desespero, meu irmão Mateus tinha comprado o livro e simplesmente ficou maluco com ele. Eu confesso que tinha um pouco de medo. Pô, um livro que chama ‘desespero’ você queria o quê? E outra, o livro era grande pra cacete, eu ainda não era tão fã assim de livros, mas eis que um dia resolvi pegar e começar a ler. Como diria o Jovem Nerd, minha cabeça explodiu e colou no teto, o livro dava medo…pra caramba, e o texto simplesmente te jogava para dentro da história de uma maneira fantástica. Depois de Desespero virei um fã, e comecei a ler igual a um maluco…li Jogo Perigoso (meu irmão teve pesadelos com esse, eu tive vertigens), Zona Morta (o próprio King considera este o seu melhor livro), Saco de Ossos, Metade Negra, Trocas Macabras, O Cemitério (lembra de Cemitério Maldito? pois é), Os Olhos do Dragão e Buick 8.
Mas nenhuma dessas obras – apesar de serem fantásticas, assim como outras que eu não li – será a obra que o torna um Mestre, e sim a obra – que assim como Tolkien – Stephen King demorou quase a vida toda para escrever: A Torre Negra.

A Torre Negra – São sete livros que contam a história e as desgraças do último da linhagem dos Pistoleiros, Roland Deschain. Inspirado no poema de Robert Browning “Child Roland a Torre Negra Chegou” e é claro, na obra de ninguém mais ninguém menos que J. R. R. Tolkien. Cheia de referências à cultura pop e lendas arturianas e faroeste, A Torre Negra mistura ficção científica, fantasia e terror numa narrativa que forma um verdadeiro mosaico da cultura popular contemporânea. Bom, como são sete livros fica impossível fazer um resumo aqui, eu teria que fazer um resumo de cada livro. Eu só posso dizer que é a história de fantasia mais incrível que eu já li – sim, eu considero melhor que O Senhor dos Anéis – além de ter como personagem principal o maior personagem de ficcão que eu já vi: Roland Deschain. A história simplesmente reúne o melhor de Stephen King como escritor e como contador de história, você se surpreende do início ao fim, tem ótimos momentos hilariantes, drama, romance, terror puro e muita muuuita tensão. É difícil descrever com poucas palavras aqui o que tem de bom em uma porrada de páginas, eu só digo que vale a pena demais você desembolsar uma graninha e comprar os livros. Eu tenho certeza absoluta que você não irá se arrepender e tenho certeza também que Roland, Eddie, Susannah, Jake e Oi se tornarão seus personagens favoritos.
Ps.: As frases dos personagens são as melhores que eu já vi em algum livro dizendo…aqui vai algumas:
“Eu não miro com a mão. Aquele que mira com a mão esqueceu o rosto de seu pai. Eu miro com o olho.
Eu não atiro com a mão. Aquele que atira com a mão esqueceu o rosto de seu pai. Eu atiro com a mente.
Eu não mato com a arma. Aquele que mata com a arma esqueceu o rosto de seu pai. Eu mato com o coração!” – Mantra dos Pistoleiros
Ao perder dois dedos “tudo bem, eu toco punheta com a mão esquerda” – Roland
“Faisca-a-risca! Cade meu pai? Vou me cansar? Vou me amparar? Abençoe com fogueira este campo” – Roland
“Longos dias e belas noites” – Cumprimento no Mundo Médio
“Vá então! Há outros mundos além deste!” – Jake
“Nem tudo é silêncio no salão dos mortos!” – Roland
“Primeiro vem os sorrisos, depois as mentiras, por último o tiroteio.” – Roland
“Somos ka-tet, somos um feito de muitos” – Roland
“Convencer não é conosco. Nosso negócio é chumbo.” – Roland
“Você está certo! Mas pelos motivos errados! E isso faz com que você esteja totalmente errado!” – Cuthbert
” ‘Se’…uma palavra de 1000 sílabas” – Cort
“Uma criança só sabe o que é um martelo quando faz o seu próprio dedo de prego” – Cort
“Deus me conceda a SERENIDADE para aceitar o que não poço mudar, a TENACIDADE para mudar o que posso e a BOA SORTE para não fuder tudo com muita frequência.”- Père Callahan
“Pássaro e Urso, Lebre e Peixe, dê ao meu amor o que ele mais deseja!” – Roland
Existem milhares de frases até melhores do que essas daí que eu me lembro.
O Homem de Preto corria pelo deserto e o pistoleiro ia atrás…
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1 – Eita post grandinho em?
2 – Hoje não vai ter links porque eu estou com pressa, mas você pode clicar aí do lado nos parceiros que você terá diversão garantida!


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