
Vou direto ao assunto, final de ano é o auge do clichê, até falar isso é um clichê. O Fantástico mesmo citou o fato de que as pessoas sempre desejam a mesma coisa: Saúde, Paz, Alegria, Felicidade, Prosperidade, Amor… Bem, existe nisso uma grande parte de hipocrisia e outra de ponderação. As pessoas não podem mesmo desejar para as pessoas aquilo que elas acham realmente significativo. Vou tentar fazer isso.
10 dicas politicamente incorretas, mas deliciosas, para 2011:
1. Faça muito sexo: Quando somos crianças ganhamos aqueles brinquedinhos de encaixar, aprendemos a colocar o quadrado no buraquinho quadrado, o redondo no buraquinho redondo e assim por diante. Você acerta o buraquinho e todo mundo bate palmas. Ai você cresce, encontra o buraquinho perfeito para encaixar sua peça, vários buraquinhos, e vem um tanto de gente dizer que não. É pecado, tem que encapar, cuidado… Gente, transe. Transe muito. É bom, bom demais, faz bem, difunde o amor e a paz. Mesmo que você encaixe a peça sempre no mesmo buraquinho a vida inteira, faça sempre como se fosse a primeira peça que conseguiu encaixar.
2. Beba: Para, esse papo de fazer mal enche. De vez em quando se sente numa mesa com os amigos (as) e beba a vida. Sinta o prazer sem culpa. Mesmo que fique tonto deve se sentir bem, feliz. Esse momento é só seus.
3. Fale palavrão: Palavrão espanta o mal. Se você falar palavrão sozinho, apenas para desabafar, vai ser menos agressivo, mais tolerante e mais feliz. Na hora que aquele cliente chato desligar o telefone xingue ele, a mãe dele, a mulher dele, os filhos dele, o cachorro dele… Vai fazer muito bem para vocês dois.
4. Compre: Essa eu aprendi com a minha noiva. Quanto estiver triste, compre algo que goste. Se vai ficar sem dinheiro, se vai atrasar uma conta, azar. Compre e curta o que comprou. Vai se sentir melhor.
5. Mude sem medo: O trabalho tá uma merda, o namoro está sem graça, à comida está ruim… Chuta tudo pro alto sem medo. Muita gente fez isso é não morreu, pelo contrario, muitos melhoram de vida. Esse seu medo vai te matar.
6. Fale verdade: Vai doer às vezes em algumas pessoas, mas não importa, verdade é verdade, se não pode ouvir não provoque. As pessoas não estão prontas para a verdade, mas se todo mundo começar a dizer, isso melhora, o mudo melhora. Precisamos de mais franqueza no mundo.
7. Experimente: O que tiver afim e puder. Droga, a mulher do vizinho, dobradinha, academia… Melhor se arrepender do que fez do que se arrepender do que não fez. Se está curioso não fique perguntando se é bom, experimente.
8. Festeje: Motivo? A vida. Se o seu vizinho reclamar do som alto beija a testa dele, peça desculpas, abaixe o som e aumente depois de 30 minutos. Se estiver fazendo aniversário, festeje mais ainda. Não vem como esse papo de estar ficando velho, melhor envelhecer do que morrer.
9. Sofra quando preciso: Tem coisas na vida que não tem solução, a morte por exemplo. Nestes momentos chore, chore auto, chute a parede, desmaie, fala que não vai agüentar… Não guarde um momento ruim dentro de você, desta maneira vai conseguir vencer isso mais rápido.
10. Critique: Você sabe o que é o melhor pra você… Não deixe as pessoas pensarem por você, antes de concordar discorde, provoque a dúvida e induza ao estudo. Você não precisa de ninguém te dizendo o que deve fazer. Grandes homens disseram “não” e fizeram o que achavam o certo, os outros concordaram com eles.
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1. Poderia incluir “tenha um cão” e “não coma tomates”, mas isso é muito obvio e politicamente correto.
2. Esse deve ser meu pior post;
3. Tá meio auto-ajuda;

Hoje, como quem não quer nada, abri o Outlook para pegar umas coisas de um e-mail antigo que recebi para dar uma ajudinha para o meu irmão. Eis que vejo um e-mail – no meio de 9384945 spams – de Juliana Vieira, aparentemente uma designer de alguma agência em algum lugar, que perguntava se nós realmente postamos os textos enviados pelos leitores. Fui ler o texto e… bem, tive uma grata surpresa.
O texto é bem a cara desse blog.
Confira aí:
Nem você sabia que tinha tanta utilidade
por Juliana Vieira
Estudos (muito úteis) revelaram que o orgasmo feminino é capaz de liberar 250 mil micro volts. Isso significa que 10 mulheres em êxtase são capazes de dar a partida em um Fusca com a bateria arriada.
Portanto, se acabar a bateria do seu carro perto de um motel, não chame o mecânico!
Também descobriram que a dita cuja libera um ‘calor’ facilmente captado por câmeras com sensores infravermelho – mas para isso os japoneses já inventaram uma calcinha que impede a ‘visão de super-homem’, bloqueando os raios (e, imagino eu, resfriando a pobrezinha).
Bem, se liberamos energia e somos capazes de nos comunicarmos com sensores infravermelhos, penso quanto tempo até inventarem um dispositivo para que paguemos nossas contas sem enfrentar filas no banco, afinal, podemos “ler” códigos de barras. Também não precisamos mais passar pelo constrangimento das máquinas sem sinal, nas lojas e restaurantes… basta ir até o toilette, passar o cartão e um dispositivo (a ser inventado: atenção inventores!) libera o ticket de confirmação (por onde ele vai sair fica por sua imaginação).
É, nós mulheres somos realmente incríveis. Nossa ‘cúpula do trovão’ é a solução para o apagão; carregamos baterias de celulares e recarregamos pilhas. Podemos até conseguir desconto na conta de luz!
Foi-se o tempo em que sexo era sinônimo de procriação e prazer (para alguns, obrigação!). Hoje, fazer sexo é uma questão de evolução tecnológica, com mulheres “plugs” prontas para novos testes e pesquisas, afinal, não vivemos sem tecnologia… pensando bem, faz tempo que não vivemos.
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1 – Vaginas conduzindo eletricidade. Durmão com essa.
2 – Dá até pra criar uma história em quadrinhos com uma super-heroína com esse poder
3 – Você que também escreve seus textos, sejam eles sobre o que for, mande para o e-mail ocrepusculo@ocrepusculo.com que se for bacana a gente posta aqui. Depois que mandar o e-mail, eu realmente aconselho você me avisar pelo twitter – @pedroturambar – assim não vai demorar tanto para eu ver o seu e-mail. =D
Se eu pudesse te comia toda, sem dó nem piedade. Aprendi a ser assim com o Balzac. Ele sempre dizia que a frase inicial de uma conversa com uma mulher devia ser sempre a mais impactante. Tem que ser direto, linguagem de bandido, é a bolsa ou a vida. Ela olhou como que pra ter certeza que eu falava com ela mesmo. É isso mesmo, te comia toda, tirava foto, te chupava até os ossos do cotovelo e te vestia com seu salto alto, pra depois te comer de novo. Agora definitivamente ela sabia que eu falava com ela. Tirou um papel da bolsa, escreveu um telefone me entregou e foi embora. Guardei o papel. Andei um pouco e me sentei num bar-padaria-loja-de-conveniência e esperei até a garçonete resolver me atender. Atendeu. Enfiei um papel-bilhete que tinha preparado dobrado no bolso dela. Ela tirou e abriu uma aba. Abriu outra. Mais outra. Mais uma aba. Abriu o guardanapo até ele ficar todo aberto. Tinha um palito de dente no meio e a frase “precisa de um pau? Escolha o meu porque é mais grosso que esse na sua mão. O lenço a gente usa mais tarde”. Ela riu pra mim e saiu. Resolvi tirar do bolso o papel que a mulher que eu comeria toda tinha me dado e realmente tinha um telefone, mas o nome escrito era um nome de homem. José da Silva, Psicanalista. Não sou louco. Liguei. Alô Dr. José, aliás, tira o doutor porque psicólogo não é doutor porra nenhuma. Você acha que eu sou louco José? Eu vou gozar José. Eu vou gozar Maria. Eu vou gozar a vida do jeito que eu quiser, e se eu fizer cagada eu sei limpar, tu não vem cagando regra que na regra que tu caga eu vou pisar. Aí eu parei de citar Gabriel. O Pensador, não o Marquez. Parei de rimar. Afinal, rima é coisa de viado, e mulher quando ouve rima quer casar, e eu quero é foder. Saí e caminhei pela cidade até dar numa praça. Encontrei uma mulher sentada num banco e decidi que ia sentar também. Esperei um poco. Fui chegando perto do ouvido dela. Comecei a cantar bem baixinho aquela música do Fábio Júnior: “Senta aqui. Não tenha tanta pressa. Senta aqui! Porque toda essa angústia? Não fique aí tão quieta. Quebra o teu silêncio. Se abre comigo…”. Ela se abriu comigo quer dizer ela abriu a bolsa e puxou uma faca e falou passa o dinheiro senão eu te furo. Enfiei as mãos nos bolsos e só tinha o telefone do psicanalista que imediatamente entreguei a ela. Ela leu aquilo e não sei o que se passou na cabeça da desgraçada mas ela largou a faca e começou a chorar. Fui embora porque mulher chorando não precisa de foda. Precisa de psicanalista. E eu precisava foder, precisava foder, foder, foder. Resolvi passar no bar do Balzac e conversar entrecopos e entrelinhas. Aquela ali tem cara de puta, não tem? Aquela? Aquela é uma santa. É até ministra na igreja. Mas o Balzac sempre foi irônico e, afinal, seu bar era um bordel. Sem falar que eu desconfio das santas, e pra mim ela parecia mais ministra do boquete, ministra do anal ou ministra do caralho a quatro. Caminhei até ela pra ver se ela não tinha pra me apresentar alguma assessora de imprensa de seu ministério, daquelas que te imprensam na parede mesmo. Oi princesa. Ela disse que era 300 paus e eu perguntei se ela parcelava. “No amor não existe parcela nem prazo meu bem, tem que ser a vista”. Como eu andava meio quebrado, perguntei se o Balzac não me ajeitava uma permuta, afinal, era renomado taxidermista, e podia empalhar qualquer bicho seco pra enfeitar o bar do homem. É engraçado como vocês sempre aparecem na minha vida Sr. José. Vocês psicanalistas sempre aparecem na minha vida por coicidência. O Balzac pediu que eu empalhasse um psicanalista e cá estou eu, no seu consultório, contando esta história. Não sei se ele fez o pedido de forma irônica, mas o Balzac nunca quebra uma promessa de permuta. Hoje vou foder alguém.
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1 – Crônica curta hoje. Espero que tenham gostado do final.
2 – Já viram o comercial que a gente aqui na Elefantte criou pra um evento contra o câncer? Ficou cuti-cuti. Clique aqui pra ver.
3 – Tô pensando em publicar um e-book com uma espécie de coletânea de crônicas minhas. O que vocês acham?

Uma mulher que tem uma boca que faz milagres é o sucesso, um homem também é, mas eles não enxergam a brincadeira desse jeito.
Tem homem que só pensa na sua satisfação pessoal e que parece não gostar de fazer oral nela.
Uma boa parte só inventa historinha de que é o cara, que faz até ficar com caimbra na língua, que meia hora é pouco e blá blá blá. Aí na hora do vamos ver eles fogem!
Sim, sim, sim….fogem.
No máximo ele faz uma excursão rápida no começo do relacionamento só pra falar que fez. E a manutenção fica onde? E se for uma transa casual, minha amiga, você pode até esquecer que isso existe!
Um bom oral pode levar uma mulher ao orgasmo, meu querido leitor. É, pode perguntar…e mais, eu te garanto que a mulher que responder que não goza com oral é porque nunca recebeu um decente.
Quer conquistar? Quer que ela pense em você e jogue a calcinha fora na mesma hora? Quer que ela sonhe com você? Quer que ela faça loucuras com você? Então desce e começa o trabalho direito.
Mulheres lêem sobre o assunto, perguntam para amigos gays, pesquisam, conversam entre si, fazem de um TUDO pra melhorar a performance e levar vocês à loucura. Mas receber de volta que é bom nada, né? O bonitão acha que mulher só curte movimentos ritmados e constantes? Experimenta deixá-la de perna mole com um belo oral que depois você pode fazer o que quiser com a mocinha.
FATO. Mulheres que tiraram a prova de quanto é bom garantem: antes um homem sem pinto, do que um homem sem língua!

Nossa, Naya, que pesado isso! É pra ser pesado sim, senhor. Pra ver se os gatinhos aí entendem de uma vez por todas que não adianta ser bem dotado se não sabe chupar!
Olha essa Naya, teve uma experiência frustrante! E qual mulher nunca teve? A não ser aquelas que só tiveram uma ou não tiveram nenhuma experiência que não pode levantar a mão e dizer “eu já passei por isso”. O resto, eu aposto, já passaram por isso pelo menos uma vez.
Claro que nem todas não vão ter coragem suficiente pra levantar o dedinho aqui no blog e falar “oi, eu já passei por isso”. Até porque a gente pode entrar em uma bela saia justa. Vai que o gato lê o comentário e vai tirar satisfação? É complicado isso, minha gente.
“Mas se ela quer, então que peça, oras”. Ah, claro “amor, tem como você me chupar pra eu gozar logo?”
E sabem o que acontece depois? A amiga vira muro das lamentações com o gata falando “meu, ele não chupa”.
E mulheres são mais delicadas, a gente não pode negar isso. Não é a mesma coisa que um homem pegar e forçar a nossa pobre cabecinha para baixo a fim de explorar as regiões mais baixas. Além do mais somos mais fracas, a única maneira de forçar é apelando. Agora imagina a cena: Ela chega com um chicote nas mãos e grita “agora chupa, e chupa direito porque um gato lamberia com mais vontade!”
Portanto, meus queridos amigos leitores deste humilde blog. O buraquinho lá em baixo não serve só pra você brincar de vai e vem, tem tantas outras funções, meu bem…
Quando a região é bem explorada você pode fazer sua parceira experimentar sensações inesquecíveis, além de “fisgar” a moça. Ela vai lembrar, ela sempre vai lembrar e sempre vai imaginar como seria bom de novo e o que ela pode fazer para satisfaze-lo também!
Sexo não tem limites, o que te impede é o pensamento!
Ah sim…e não basta apenas pular em cima da menina e meter a boca. Você tem que fazer isso com prazer, com vontade. Tem que aproveitar boca, língua, dedos e tudo mais o que estiver ao seu alcance.
“Amiga, não dá…ela ficou o dia inteiro de calcinha, tá fedendo”. Banho serve pra? Alô?
Abuse de balas, sorvete, chantilly e até uns produtos feitos especialmente para você lamber.
Chupar é fundamental. Pergunte às suas amigas.
- Blog novinho novinho do Rudi. Vamos dar uma força para Aquelas Palavras.
- Gosta de RPG? Ótima indicação do Cavariani sobre notícias, lançamentos e material sobre RPG no Encontro Aleatório
- Quer Aprender a cozinhar?. O Marcelo Billes dá várias dicas. O prato do dia é Estrogonofe
- Quer aparecer aqui? Só me seguir no Twitter e me pedir =D
- Agradecimento a Babi Arruda que me “emprestou” algumas frases para o texto =D

Pode não ser mais novidade. Você já pode inclusive ter ouvido falar, mas não faz a menor idéia de onde fica, você pode ter descoberto sem querer, você sempre soube mas nunca chegou lá. Homens tem ponto G – agora todo mundo faz cara de surpresa!
Os homens morrem tentando descobrir onde fica o nosso ponto do extremo prazer. E olha que o ponto está lá, bonito e paciente esperando o toque certo. Bom, tem mulheres que não sabem onde é o seu ponto G, mas o papo hoje é do ponto deles – depois eu falo delas!
Minhas queridas e meus queridos, homem tem ponto G sim e você pode encontrá-lo. E vários sites ensinam direitinho o caminho até lá, só que eu me pergunto “é tão fácil assim?”.
Peguem papel e caneta e anotem o caminho, ou melhor, peguem o google maps e tracem a rota, porque pra loira aqui não foi fácil entender onde fica.
“Fico perto da próstata, logo abaixo da bexiga, um pouco atrás dos testículos”
Tá. Oi? Precisa de habilitação pra isso? É um mega caminho complexo. Alguém pega uma foto, coloca o dedo e marca “aqui”, por favor!
Eu ainda não entendi muito bem essa história de “abaixo da bexiga”. Eu sou uma pessoal que estuda ciências sociais e não biológicas. Na minha cabeça a bexiga está dentro do meu corpo, em um lugar baixo e bem escondida.
A próstata também não é tão simples assim, senão médicos iriam se especializar nisso pra que?
Tá, sem problemas. Aí vem a próstata…
“A próstata um órgão exclusivo do sexo masculino. Está localizada abaixo da bexiga, na frente do reto. No homem adulto, a próstata tem o tamanho aproximado de uma ameixa, pesando cerca de 20 gramas. Ela envolve a uretra, que conduz para fora a urina que se acumula na bexiga.”
Ah filhona, mete a mão logo, uma hora você acha.
Tá, então vamos bater um papo só eu e você, meu querido macho de plantão!
Você e sua peguete/namorada/mulher/caso/rolo/amiga colorida estão no maior amasso, ela começa a te alisar, desce a mão até os seus países baixos, você já começa a imaginar várias sacanagens, ela passa a mão no seu testículo, joga o brinquedo pra frente, escorrega a mão por trás e começa te apertar em um caminho reto e contínuo em direção ao seu ânus.
Questão:
a) você grita pra ela parar
b) você sai do armário
c) você empurra a menina e sai correndo chorando
d) você brocha
e) você deixa porque sabe onde ela quer realmente chegar.
Vamos concordar que nessa sociedade machista se uma mulher pensar em descer o dedinho dela até um lugar próximo do seu c* vai criar um clima tenso.
Você pode até desejar, você pode ser descolado, você está esperando que ela ache logo esse tal desse ponto e te estimule mais…mas “quiquieuvoufalaremcasameldels?”

Amigo, deixa de besteira. Mulheres podem ser damas na sociedade e putas na cama, então por que vocês não podem se permitir certos toques? Ninguém precisa ficar sabendo.
Pesquisando eu vi algumas maneiras de estimular o local – isso depois que o macho relaxar e a moça achar o caminho
E atenção, o clássico fio terra está na lista! Siiiim, meus queridos leitores, massagear as terminações nervosas da próstata ajuda e muito, inclusive, resulta em ereção, mesmo que o homem não esteja psicologicamente e sexualmente excitado, é só uma reação que reflete na medula.
Mas como eu sou legal e já estou até vendo as rugas de preocupação de vocês, meus queridos, vou dar uma dica que não envolve dedos dentro, mas vocês terão que confiar na parceira, ok?
Massagem suave com movimentos circulares e mudando a pressão na área entre o ânus e os testículos (é um pontinho sem pêlos) já ajuda a chegar lá! E relaxa, gato, ela não vai colocar o dedo dentro de nada, sua “masculinidade” está protegida. Quem já testou garante que funciona, dá uma prolongada no prazer e provoca um orgasmo mais intenso.
É isso aí, meninas, mãos a obra!
E meninos…relaxem
- Fofíssimo do @willfarias postou no Palavra Ácida um texto explicando porque ele é tão tarado uhuhuh – Dia das Crianças – @willfarias origins
- Minha gêmula preferida, @Babiarruda é colunista do portal TV Tribuna de Santos e publicou recentemente um texto sobre Disfarces da Psique. Ótimo, ótimo, ótimo…vale a leitura!
- Indicação do @antoniopdm para animar o seu dia. É o blog Toscochanchada com um conteúdo meio “Filosofia de Bar”.
- Você sabe qual o seu tipo de personalidade? O @hugomeira sabe qual é a dele entre os 16 tipos existentes e prova que entende do assunto – Descobrindo as personalidades humanas. Excelente texto do Portal Meira

“É esse o bar que falei” disse Amico. “E não podia ser outro até porque nessa cidade de merda só tem um bar” disse isso e foi entrando, eu atrás, não conhecia ninguém naquela cidade de merda. O Amico sentou -se numa mesa com uns caras e eu sentei-me no balcão “manda uma dose de uísque camarada”. Depois eu sentei no banheiro e puxei minha cartela de remédio pra garganta e mandei as vinte pílulas, a cartela inteira, goela abaixo, pílula por pílula entre goles de uísque. Saquei a bula e conferi os efeitos adversos do remédio caso misturado ao álcool “em caso de ingestão conjunta com álcool o paciente pode sentir alucinações, calafrios, deslocamento do globo ocular e visão de vultos e luzes. Pensei nos caras que escrevem bula de remédio. Nunca conheci nenhum. Pensei no meu copo de uísque e lembrei do Amico. Voltei pra mesa.
Eram uns sujeitos de cara feia que ficavam encarando e eu olhei pro Amico e pensei “essa turma não era boa”. Um dos caras ficou me encarando e eu falei “como é meu chapa, quer levar uma bolacha?”. O sujeito veio se encrespando pra cima de mim e eu mandei um soco nos cornos dele. Pra cima de mim não rapá. O pessoal da turma dele mandou uma cadeira voadora pra cima de mim que passou longe e foi parar na mesa de uns veados que estavam sentados lá atrás. O veado mais parrudo levantou-se e gritou “cadeira em mim não, meu bem” e veio com a veadada toda pra cima da turma do atirador de cadeiras já descendo a porrada e em poucos segundos o cacete comeu no bar e as garrafas e as mesas começaram a voar também plaft crash prim tóf e eu me escondi atrás de uma pilastra e CRASH uma garrafa se espatifou na pilastra e uma mulher veio gritando pra mim me ajuda (!) me ajuda (!) me ajuda (!) e eu mandei um soco na boca dela só pra ver o sangue e os dentes dela voarem por tudo que é lado e então eu senti um puxão no braço e vi que era o Amico e eu calma porra ainda não fiz minhas apostas e ele dizia “não fode porra, não fode que tú já ouriçou o bar inteiro e se você não sair comigo sou eu que vou te ouriçar”.
Como eu não sou bobo e o Amico era um puta jumento ignorante e forte eu fui com ele mas mesmo assim apostei mentalmente na turma dos veados. Veado parece mulher mas na hora da porrada bate que nem homem e os veados lá do bar eram grandes pra burro. Saímos pra uma praça lá perto e eu perguntei se um cara do meu lado tinha isqueiro pra eu acender um cigarro e como ele não respondia eu falei “como é rapá! Não vai responder? Tu é grande mas não é dois” e o cara continuou imóvel e eu mandei um tabefe nele mas ele não caiu, tinha uma cara dura pra caramba. “Durão hein, durão…” eu disse mas o Amico me cortou “tá maluco? Conversando com poste caralho? Quer saber vou-me embora que de ti eu já estou cheio. Falei pra parar de tomar essa porra pra garganta” e saiu andando e eu fiquei falando com o cara do lado que na minha garganta não entrava porra nenhuma e que isso era coisa de baitola boqueteira.
Resolvi caminhar pela cidade e conhecer o terreno. Era uma cidade muito bonita porque era muito bem iluminada e dos postes das ruas saíam luzes de várias cores e matizes diferentes roxo azul amarelo rosa e até mesmo cores que eu nunca tinha visto na minha vida. Cheguei na porta de um cemitério e resolvi entrar porque, tinha certeza, vi alguém entrando. Sentei-me na beira de uma cova de pobre com uma cruz enfiada na terra e a terra estava tão úmida e quente e macia que parecia uma grande e acolhedora vagina e eu comecei a cavar e cavar e cavar até encontrar uma caveira. Acendi um cigarro pois me lembrei que tinha um isqueiro no bloso da camisa e me lembrei de Shakespeare. Depois me lembrei de Hamlet. Peguei a caveira na mão e falei “ser ou não ser, eis a questão. Qual a resposta?”. Como a caveira não respondia arremessei-a com força contra um muro e observei ela se quebrando em mil pedaços. Caveira filha da puta.
Era um dia ruim pois todos estavam me ignorando e eu resolvi vagar pela cidade e vaguei vaguei vaguei até entrar numa rua e um cara me puxar “tá procurando a festa do Feitosa?”. Respondi que estava e ele me apontou um portão onde eu entrei e fiquei caminhando entre as pessoas até pegar um copo de uísque para continuar andando e andando e andando até sentir uma mão pesar sobre a minha bunda. Olhei pra trás pra me deparar com uma preta com a cara toda sorrisos pra mim e eu perguntei “foi você que apertou a minha bunda?” e ela respondeu “foi” num tom desafiador. Passei o copo de uísque para minha mão esquerda e enfiei-lhe a mão na bunda e apertei com gosto aquela bunda grande, espalhada e gelatinosa. Ela me olhou e disse “vais fazer só isso meu bem?” no que eu respondi “é, só isso” e completei ” também não poderia foder com você pois agora é noite e é escuro e eu não conseguiria te enxergar no breu”. A amiga dela me chamou de grosso e eu cuspi na cara dela e sentei-lhe a mão na mesma cara para logo limpar na camisa pois a mão tinha ficado suja de minha própria saliva que eu havia cuspido e eu achei aquilo uma nojeira só.
Saí da festa e vaguei vaguei vaguei como nunca havia vagado antes e lembrei do Fernando Sabino e depois lembrei do grande mentecapto Raimundo Giramundo e pensei sobre o quanto ele já havia vagado mais que eu e tive inveja. Sentei numa praça ao lado de uma barraquinha azul com garrafas de pimenta caseira que possuía um velho bem velho que ficava sentado do lado da barraca como um cão de guarda. Não sei quanto tempo fiquei ali sentado só sei que quando decidi me levantar eu senti que não tinha mais a carteira no bolso e falei pro velho “roubaste minha carteira velho. Ou devolve ou te parto a cara”. Como o velho não se mexeu eu disse “fica parado que eu vou te revistar” mas quando encostei a mão na jaqueta do velho ele me deu um safanão e pegou uma garrafa de pimenta e lançou-a na minha cara mas eu fui rápido e desviei, peguei uma garrafa maior e fui com força na moleira do velho que caiu no chão assim como os cacos da garrafa e as pimentas. Senti muito medo principalmente porque não tinha mais carteira e dinheiro pra pagar a garrafa quebrada e um pouco de medo pela possibilidade de ter matado o velho. Me virei de costas e corri corri corri até chegar numa padaria e me sentar.
Eram seis horas da manhã e eu pedi um uísque. Na padaria não tinha uísque. Pedi um café e um pão com salame. Pela porta entrou o sujeito que tinha me olhado feio no bar e pelo estado da cara dele percebi que eu tinha ganho a aposta para a turma dos veados. Entrei no banheiro e me deparei com uma bunda, uma senhora bunda faxineira de quatro lavando um vaso sanitário. Coloquei a mão na boca da bunda e levantei a sua saia e comecei a foder foder foder como nunca tinha fodido antes e me lembrei do Marquês de Sade e fodi mais ainda. A bunda era forte e tentava se desvencilhar de mim mas eu também sou forte e segurava ela com força e quando terminei, ainda com a mão na boca da bunda, vi que ela me olhava com os olhos vermelhos e cheios de terror e eu me pus de pé e falei ” se abrir a boca eu te cubro na porrada” e saí do banheiro. Voltei para minha mesa na padaria e o sujeito que tinha me olhado feio ainda estava lá mas ele não me encarava mais. Olhei pra porta e vi a turma de veados entrando.
Calmamente acendi um cigarro e dei um trago. Soprei a fumaça. Olhei para o veado parrudo. Pela cara dele, fim de carnaval pra mim.
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1 – Se encontrarem algum erro me avisem porque o texto é muito grande e provavelmente deixei passar algo. E digam o que acharam do personagem principal, qual a justificativa da violência dele?
2 – Já estão sabendo do evento do Portfolio Sem Vergonha. Tô lembrando de novo só pra ninguém esquecer. Site do evento aqui. =)
3 – O Hugo Meira agora escreveu sobre uma frescura psicológica dos 16 tipos de personalidades humanas. O meu tipo de personalidade é o ICGM (inteligente, charmoso, garboso e modesto). Visite e descubra a sua personalidade (provavelmente é LFIC, leitor fiel inteligente do Crepúsculo).
4 – Comercial japonês bizarro do inferno.

Que bom que você mora perto porque se virarmos amigos a gente pode sair pra tomar cerveja ali na esquina. De cerveja eu não gosto. E gosta do que? Gosto de cachaça. Excelente. Aí ela perguntou se eu queria ser amigo dela. Como eu fiz que sim ficamos amigos. Você é de onde? Não importa. Se eu te pedisse um beijo qual seria a resposta? Isso é puramente hipotético né? A resposta seria depende? Nunca se pede um beijo. Então eu a puxei pra perto e a beijei e depois sorvi o conteúdo do copo e a beijei de novo e sorvi o conteúdo dos lábios dela. Não necessariamente nesta ordem. Noite ébria aquela. E depois sentamos em uma escada qualquer e eu a olhava com aquela cara de me convida pra entrar e ela me olhava com aquela cara de quem convida pra entrar na primeira noite é puta ou pelo menos parece puta e eu não quero parecer puta. Eu a abraçava tão forte que parecia querer juntar os dois corpos num só enquanto apalpava toda extensão do corpo dela numa enorme pressa de conhecer toda aquela pele branca. Ela entrou e eu fui embora com aquela cara de amigos de verdade não se beijam na boca ou pelo menos não deveriam. Acenei com a mão. No outro dia eu acordei e acenei com a mão em direção ao despertardor. O já famoso gosto de cabo de guarda-chuva na boca e uma vontade icontrolável de prosseguir com aquela amizade. Hoje às nove? Hoje às nove. Falei pro porteiro vou no apartamento tal. Chama a fulana e fala que o Fulano tá aqui. Subi. Sofá e uns negões dançando e tremendo na emitivi. Mais beijos mais pele branca e mais abraços fortes e peraí que eu tenho um segredo. É bom ou ruim? Depende do seu ponto de vista. Dependia. Ou era lésbica ou tinha um namorado. Tinha um namorado. Era ruim, quer dizer, mais ou menos ele mora aqui? Mora longe. Então era bom, quer dizer, me beija. Se sente culpada? Não, quer dizer, me sinto culpada por não sentir culpa nenhuma. Pensei no pierrot e no harlequim e na colombina quando uma só ama dois e dois só amam uma. Mas eu não amava ninguém ainda naquele tempo e não falei porra nenhuma sobre pierrot nem sobre harlequim nem sobre colombina. Então foi uma sucessão de convites primeiro para o apartamento depois para a varanda e depois para o sofá numa sucessão infinita de ofertas e convites até ser convidado para entrar entre as pernas dela e dizer deslumbrado nossa, como sua pele é branca. Branca como? Como baunilha. Queta, baunilha é horrível e eu pensei em discorrer durante toda a noite sobre a imensidão de brancura da pele dela feito folha branca nova ou leite ou nuvens ou cocaína ou heroína que de tão branca parecia artificial mas não falei porra nenhuma. Baunilha foi uma analogia infeliz mesmo. E depois de noites e mais noite após noite mais noites e manhãs sucessivamente numa lua de mel sem fim porque tudo era novo e cada toque e cada olhar era novo como ouvir uma música pela primeira vez enchemos a cara de álcool e intimidade mais luas-de-mel mais eu estou apaixonado. Pô! Você disse o que eu estava querendo dizer há duas semanas mas não tinha coragem porque não tinha garantias da sua resposta. Pô! Porque não disse logo então diz agora. Não digo diz não digo diz não digo diz. Tô apaixonada. Aquilo soou extremamente maligno e sensual e eu gostei. Quem diria eu, um destruidor de relacionamentos. Mais beijos. Descobri a parte do seu corpo que mais gosto e coloquei a mão no peito dela. Você gosta mais do meu peito? Não, do seu coração. Não sei onde você arruma essas frases tão ridículas mas ao mesmo tempo tão fofas. Respondi que que achava as frases em filmes de quinta categoria, que só passavam de madrugada. Nosso filme só passaria de madrugada. Mas isso eu não disse. Noutro dia ela não tinha mais namorado e eu tinha um relacionamento aberto. A vida é assim meu bem, sexo é liberdade e amor é culpa. Uma culpa gostosa e safada e uma grande responsabilidade também. Estar com alguém apaixonado é estar responsável pelo sofrimento potencial de outra pessoa. E a cada dia mais ossos e carne coberta de brancura infinita e a cada olhar um abismo cheio de cumplicidade. Eu adoro seu cheiro. E eu lá tenho cheiro? Tem, claro que tem. Você tem cheiro de você. No colo dela eu reclamo o dia inteiro de coisas banais como merda, tenho que aprender francês ou merda, tenho que terminar de escrever uma coisa que comecei a escrever ontem. E agora vou vivendo cada dia como se fosse o último e ficamos sem vergonha de sentir, de tocar, cheirar. Resolvemos que não somos normais e que não temos que ser e que somos especiais porque somos nós. Porque nos encontramos.
Falhei na descrição da brancura da pele dela mas o Rubem Fonseca fala por mim. “A cor da pele [...] tem a brancura do lírio das heroínas dos romances antigos, um lírio branco, profundo, camadas de branco superpostas, um abismo de alvura sem fundo. Como o branco do meu sonho, um sonho em que não há pessoas nem tramas, nem objetos, só a cor branca e a cor preta, no sonho tudo começa em trevas profundas e nada se vê na escuridão. Subitamente tudo fica claro, mas também nada se vê na luz cegante“.
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1 – Pedido especial do Neto. Continuo com minhas crônicas experimentais ou elas estão chatas? Gostou? Diz aí.
2 -Descobri uma banda que eu gosto e que você provavelmente não vai gostar.
3 – Todo dia eu descubro uma música nova legal do Chico Buarque.
Acho que a própria fase da adolescência é um trauma pra qualquer indivíduo que tenha que passar por ela. Quer dizer, é um trauma para todos. A não ser que você morra atropelado ou desenvolva algum tipo de câncer terminal ou uma síndrome desconhecida na infância e morra cedo e não precise passar pela adolescência.
A adolescência é uma merda porque no fundo, bem no fundo, a verdade é que o adolescente não fede nem cheira. Ele nem sabe o que é. Não tem porra nenhuma de opinião formada sobre nada. Vive se matando para ser aceito pelos grupos sociais que convive, pelos amigos ou na escola. Falando em escola, nem preciso dizer que ela é um saco e apesar de tudo, todo adolescente tem que frequentar. Você chega lá no centro de adestramento, geralmente não é bom em nada e não se destaca em porra nenhuma. Sempre tem aquela gostosona que você (e todo o resto da sala) sonha em comer, mas nunca come, porque tem o popularzão bombado-carro-importado da sala que come todas (nclusive a gostosona), e de quebra ainda te dá umas porradas no recreio. Aí então você vai pra sua casa e morre na punheta, às vezes chegando a arrancar a pele do pinto. Ou a pele dos lábios vaginais, no caso das meninas.
Na sua casa a sua mãe e o seu pai não te deixam fazer nada. Você não pode ir a festa alguma porque não tem idade. Então começa a beber para se incluir mas sempre se fode vomitando e passando mal. Isso quando o seu pai e sua mãe não descobrem que andou bebendo e acabam com a sua vida. Você não tem carro e nem dinheiro. Geralmente nenhuma mulher, além daquele trabuco que mora no fim da sua rua, se interessa por você. Se você for gordo (exagerado), pior (nem o trabuco vai te querer). Tem o irmão mais velho que te desce a porrada todo dia. Você não pode escolher nada pra você porque, afinal de contas, você é adolescente, e não tem direito de escolha. Sempre tem um filho da puta de um amigo que come todas as mulheres do mundo e do universo (bom, pelo menos é isso o que ele diz) e você continua sendo um rodo-sem-borracha que não rapa nada. Se você for mulher vai ter vários outros adolescentes querendo quebrar o seu cabaço e você acha isso um saco.
Até aqui você já percebeu que a vida do adolescente gira completamente em torno de sexo. E como todo bom e velho novo adolescente você chega à fase da fantasia. Então você inventa mentiras. Fala que pega muita mulher e até cita os nomes e descreve como a bunda dela era enorme e os peitos também e como você pegou ela de quatro e levou pra um motel e no motel a cama era quadrada (é, às vezes você é pego na mentira). Quando você completa a escola você tem que escolher uma faculdade no estilo roleta russa. Enfia seis cursos superiores numa caixinha e tira um na sorte. Geralmente você escolhe um que você vai odiar para o resto da sua vida. Fazer o que, é a vida.
Seu pai e sua mãe não te entendem. Na verdade você acha que ninguém te entende. Então você vira rockeiro e vai ouvir bandas que cultuam o capeta. Ou não. Passar pela adolescência já é um trauma. Alguns começam a usar drogas e a quantidade drogas que estes usam é o que vai definir o que eles vão ser para toda a sua vida adulta.
E então você completa 21 anos e descobre que a adolescência foi a melhor época da sua vida, e que sempre vai lembrar dela com saudades dos tempos onde não tinha que trabalhar, ou fazer as próprias decisões. Agora você tem escolha e tem que escolher sozinho. Afinal você já é um homem/mulher e tem que arranjar um emprego. Bons eram os tempos onde a sua única e exclusiva preocupação era se você ia conseguir comer a gostosona, se o Goku ia ganhar do Cell no episódio do próximo dia, e se a net não ia cair a noite na hora da punheta noturna diária.
Enfim. Acaba-se a adolescência, que por si só já é um trauma. Mas são os melhores traumas e os melhores tempos da sua vida, e um dia você chega a conclusão que nunca mais será tão feliz como foi.
Essa é uma visão pessoal minha. Mas acho que no geral é a mesma coisa com todo mundo. Com 22 anos, Estou recém-saído da adolescência. Meus amigos estão casando. Outros morreram. Ou tanto faz porque casar e morrer dá na mesma. Outros estão se formando e arrumando emprego. Ninguém tem mais tempo pra nada. Nem pra ficar na porta de casa vadiando e falando sobre mulher. Ou jogando bola com trave de sandália havaiana ou usando o portão da casa de algum como gol. Ou fumando escondido pois agora a gente pode fumar na frente dos pais e já não há mais graça em beber até cair também. E um dia você descobre que tudo passou e você sobreviveu. O que resta agora é escrever textos inúteis num blog pra lembrar que um dia você esteve no ápice da sua felicidade e que os dias nunca mais vão ser tão leves e inocentes como outrora foram.
CONVITE: E você? Passou por alguma história legal na adolescência? Conta aí?
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1 – Crônica em homenagem à comunidade Traumas de Adolescência, onde já fui moderador mas hoje encontra-se fechada. Cheguei até a fazer músicas para dois traumas da famosos da comunidade. O trauma do cara que perdeu a virgindade com um ursinho de pelúcia (música aqui). E o trauma da Nathy, que fez sexo anal durante dois anos achando que aquele era o buraco certo (não tenho o print desse mas a música tá aqui). Não aconselhado para menores de 18 anos.
2 – História dos video games (de 1972 a 2007). Quantos você reconhece?
3 – Essa aqui é pra você pessoa.

Há alguns anos eu venho realizando uma pesquisa em parceria com o Instituto Myhro de Pesquisas sobre relacionamentos amorosos interpessoais entre seres humanos. Elfos, orcs e anões não estão incluídos, portanto, se encontrar um, não aplique essas leis à eles (animais também não estão incluídos seus zóofilos safadenhos [sua mão também não]).
As Leis do Amor são irrevogáveis e universais e podem se mostrar muito cruéis para os mais sensíveis. Entendendo como funciona o mecanismo do amor e do interesse interpessoal você pode se tornar a parte dominante (o alpha) da relação. Qualquer relação (menos com a sua mão, como já disse) se aplica. Durante a fase inicial da pesquisa chegamos a primeira lei do amor:
1. Lei da Oferta e da Procura: todo ser humano está sempre em busca do ser mais inalcançável possível. Um dos lados tem um nível de inalcançabilidade sempre maior que o outro. Seres humanos sempre tem uma tendência a querer conquistar o outro ser humano mais inalcançável próximo.
A primeira lei é simples. Ela simplesmente assume que os seres humanos sempre estão atrás de conquistas. Quanto mais inalcançável uma pessoa é, mais ela se torna interessante aos olhos dos potenciais parceiros sexuais/amorosos. Se você for um mega star bonitão pegador galã comedor de hollywood, parabéns, você está no nível máximo de inalcançabilidade (termo cunhado por mim). O problema é que se um lado é mais inalcançável que o outro, o outro lado automaticamente corre mais atrás, e se fica correndo mais atrás do, se torna automaticamente menos interessante para o outro lado. O lado mais fácil sempre sofre mais. Vejamos um pequeno gráfico:

O gráfico é simples e mostra muito bem como funciona a lei da oferta e da procura. O ponto ideal demonstrado no gráfico é o ponto onde os dois lados se querem 50% . Óbvio, é a utopia e você seria idealista em acreditar na existência disso. Mas é claro, você pode chegar perto dele. Nunca seja o lado que procura mais. Queira 45% e deixe o outro lado querendo 55%. Quanto mais blasé você conseguir ser, mais inalcançável você será e automaticamente terá mais gente correndo atrás de você. Assim você se defende de ter que correr atrás dos outros e acabar sofrendo por isso. Eu sei, é cruel, mas a vida é assim.
Eu pessoalmente recomendo tentar manter um nível de inalcançabilidade próximo ao do parceiro (caso você queira uma coisa duradoura) para que ele não canse de correr atrás de você e vá correr atrás de outro. Ou seja, se quiser continuar o relaciomento, não seja inalcançável demais. Resumindo a lei? Quanto menos você procurar mais a outra pessoa te procura. O legal é que funciona, quer ver? Pense: a pessoa que menos te quer é a que mais você deseja.
A segunda lei do amor dispõe sobre os elementos necessários para se criar um amor ou interesse mútuo.
2. Lei da Fórmula do Amor: se existe vontade mútua de se encontrar várias vezes, atividade sexual satisfatória e intelectualidade/papo legal nos dois parceiros, ali estarás o amor verdadeiro.
Outra lei simples que funciona como uma poção química. Pegue os ingredientes necessários e terá a fórmula do amor (não, ele não é eterno, infelizmente). Sabendo administrar e não deixando tudo virar uma rotina, você será um experiente criador de amores (tanto em você mesmo como nos outros). Deixe faltar qualquer um destes ingredientes e a relação muda completamente para outro tipo. O gráfico de conjuntos abaixo representa bem isso:

Explicando para leigos, como você querido leitor. Se as duas partes têm um papo interessante e e se encontram muitas vezes, teremos uma amizade. Se você se encontra muitas vezes só para trepar, transar, fazer sexo (ou como queira chamar) temos uma nítida relação de putaria, sacanagem, etc. Se os dois fazem sexo e possuem um papo legal temos uma relação de PA ou BA ou, como se fala nos Estados Unidos no Institudo de Pesquisa do Massachusetts, o MIT (onde eu estudei dez anos e concluí minha tese de doutorado), um Fuck Buddy. Um relacionamento aberto (<mensagem secreta> essa do relacionamento aberto é pra você pessoa. Um beijo do Neto. </mensagem secreta>). Se o interesse em se encontrar é mútuo e grande nos dois, o papo é legal e interessante para os dois e o sexo é satisfatório, parabéns (ou não)! Você está apaixonado (e a outra pessoa também).
Estudando a fundo as leis do amor você corre o mínimo risco de sofrer. Além disso você poderá adminstrar seus relacionamentos de maneira que você sempre possa criar a situação de relacionamento desejada. Aprenda a ter conversas interessantes (leia bastante), aprenda a regular o número de encontros e, porra! amigo, aprenda fazer sexo de maneira satisfatória (eu mesmo sou péssimo em todos os aspectos, só sei na teoria mesmo).
Ou seja querido leitor! Deixe de ser um banana! Seja o senhor(a) do seu destino. Uma pessoa total e absolutamente racional. Esqueça seus sentimentos e seus desejos. Seja uma rocha fria e dura que só tem vontade de estar com alguém quando e na hora que quiser. Tenha o mundo do amor às suas mãos. Chega de sofrimentos não-calculáveis e derrotas amorosas. Calcule todos os seus passos dentro de um relacionamento e pense em cada ato que fizer e o que ele te dará em troca. Controle seus impulsos. No começo você irá apanhar mas depois de aplicar e ser aplicado nas leis do amor você se tornará um mestre, assim como eu, que passei anos pesquisando o assunto e tenho agora o título de doutor.
E sim. Ninfetinhas lésbicas japonesas com tetinhas rosadas se beijando também amam (<<< VEM NE MIM GOOGLE. CACHING!).
Nota do autor: o texto é humorístico e mais ou menos irreal para o autor, que quando gosta de alguém, se entrega completamente e inteiramente, quase sempre sem medir as consequências nem se preocupando com qualquer sorte de sofrimento vindouro. Resumindo: quebro a cara sempre. Só me fodo nessa merda. Coração burro da porra. Doutor de araque.
CONVITE AO LEITOR: comente se você já conhecia as leis do amor e se já utilizou elas a seu favor. Aguardo sua opinião pra gente levantar um debate legal e relevante aqui no Crepúsculo.
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1 – Pergunta pra pessoa da mensagem secreta inserida no texto: você aplica a lei da oferta e da procura em mim? Eu já respondo por mim: não. E você?
2 – Bye bye Birdie! Lindo. France Gall, linda. Pirkko Mannola, maravilhosa.
3 – Think different.
4 – Leitores, voltei a compor. Em breve posto as músicas aqui no blog mais o link do meu myspace. Espero que gostem (e dêem opinião, né?). =)
5 – Já está sabendo do evento do Portfolio Sem Vergonha em São Paulo? Não????? Que absurdo. Palestras de profissionais renomados do mercado publicitário por um preço de congresso de fundo de quintal. Se você é publicitário e gosta de criação, confira as informações no site do evento (é, tem um site).
Contos/Crônicas , Zica do Dia
Como Entender os Homens #03 – Porque os homens “são” ruins nas preliminares

Então, por causa do primeiro post e do post do Neto dessa que agora parece virar uma série, eu fui convidado pela Camilla Conde do A Melhor Das Intenções (o texto era para ser postado lá, mas a Camilla tá me enrolando tanto que eu to dando uma de ejaculador precoce e postando aqui primeiro, Camilla, não me xinga!) para fazer um misto de Parte 3 com “A volta” ou Novas Dicas. Eu fiquei pensando durante um bom tempo qual seria o tema principal deste, já que no primeiro eu classifiquei a nós homens em três classes simples.
Eu comprei o livro Alta Fidelidade – do autor Nick Hornby – hoje (dia em que estou escrevendo esse texto) – queria dizer que esse livro tem o melhor início de todos os livros que eu já li.( E já que eu terminei o livro agora que estou postando, tenho que dizer que é de longe um dos 5 melhores livros que eu já li). Bom, no início do livro Rob Fleming – personagem principal – faz uma lista das cinco primeiras chutadas que levou. E ele fala uma coisa que para mim foi como se a vida inteira fizesse sentido. Eu praticamente descobri o que diabos aquele computador maldito quis dizer com 42 (papo de nerd, favor ler Guia do Mochileiro das Galáxias, grato).
Ele diz exatamente assim, após contar como tentou arduamente colocar as mãos nos pequenos seios da sua segunda namorada, tinham algo em torno de 14 anos:
“Leia qualquer revista feminina e você verá a mesma queixa várias e várias vezes: os homens – esses garotinhos com dez ou vinte ou trinta anos a mais – são um caso perdido na cama. Não estão interessados nas “preliminares”: não têm nenhum desejo de estimular as zonas erógenas do sexo oposto; são egoístas, ávidos, desajeitados, sem sofisticação. Essas queixas, você não pode deixar de perceber são algo irônicas. Naquela época, tudo que nós queríamos eram as preliminares, e as garotas não estavam interessadas. Elas não queriam ser tocadas, estimuladas, excitadas; na verdade, costumavam nos bater se tentássemos isso. Não é na realidade muito surpreendente, então, que não sejamos muito bons na coisa. (…) O par perfeito, na minha opinião, é aquele formado pela leitora de revistas femininas e um garoto de catorze anos.”
Agora me fala. Gênio esse cara, ou não? Fui obrigado a rabiscar o livro e grifar a parte que está em negrito aí em cima e tacar um “genial” lá.
Olhem só, todas aquelas investidas frustradas, todas as vezes em que você tocou um seio por cima ou por baixo da blusa por aqueles mesmos milissegundos, toda aquela frustração foi revertida em foda-se depois. Apesar de ser um cara que gosta de passar um bom tempo – e gosto mesmo, sem obrigação – “explorando” o corpo do sexo oposto que esquenta a cama, na minha opinião as mulheres teriam muito mais orgasmos hoje se tivessem deixado a gente dar umas belas treinadas naquela época em que nós tínhamos tanto medo quanto elas de ir para o velho entra-e-sai (favor ver laranja mecânica, grato). Além é claro do fato de que as preliminares não seriam nem um tabu e nem uma reclamação recorrente.
Tenho certeza que agora você mulher vai se lembrar daquele dia em que seu namoradinho sorrateiramente desceu a mão do seu pescoço para seu seio direito e você apesar de querer muito disse “tiramãodaíô, tálôco?” e vai juntar essa cena com todas as vezes que o cara lá não teve a manha de acender você e vai saber que fez besteira. Longe de mim querer dar mais essa culpa (se é que você já anda com montes delas, tenho certeza que você acha que sim). A culpa é de vocês, mas não é de vocês. Sacou?
Meu caro amigo, que está lendo isso e pensando “Pronto. Tenho um belo argumento para ser um merda nas preliminares e ruim de cama”. SHAME ON YOU. Primeiro, se você pensou isso, merece a vida inteira de solidão e masturbação em frente ao computador. Segundo, você é um idiota. Não é por isso que você não pode aprender né?
Da próxima vez que arrumar uma namorada, (lembre-se, em um one night only você não tem tanto tempo assim para “aprender” o que ela gosta) procure saber o que ela gosta. E deixe de ser um banana de pijamas e faça, sem medo e sem pudores. Á, para concluir a dica para você, saiba que saber o que uma mulher gosta, não quer dizer nada. Elas são iguais e diferentes ao mesmo tempo. Difícil de entender né? Pois é assim mesmo.
Para você querida leitora, desencane, dê uma conversada, diga as coisas. Sem essa de “eu gosto” sair da boca e você pensar “umm, acho que vou ligar pro Carlinhos…”.
Na verdade, entre esse pensamento e “Será que eu tranquei a porta?” escolha ligar para o Carlinhos. Ser rejeitado é melhor do que ser ignorado.
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1 – Um beijo, um pedaço de queijo e mil perdões por ter postado antes aqui. Visitem o blog A Melhor das Intenções, você vai aprender tudo sobre relacionamentos lá. Bem escrito e bem humorado.
2 – Um agradecimento especial à Odilly Campos, láá do Rio que é leitora fiel do blog!
3 – GENTE! E A PROMOCETA EM!? Extendi o prazo! Vamos lá, mandem os textos, fotos, vídeos e afins!

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