Textos

Enfim…

Enfim, mudei! Para todos que achavam que eu ia sair de casa antes de terminar a faculdade, para todos que acreditaram na história de mudar logo após o TCC, para todos que ainda confiaram no papo de esperar até a formatura e mudar…eis que eu finalmente cumpri o prometido.

Para desespero dos meus avôs, alegria da minha mãe e pânico dos meus familiares eu sai de casa e mudei para a China! Sim, é assim que todos encararam minha nova empreitada. O alvoroço foi tamanho que eu realmente me senti mudando para um lugar tão tão distante que ninguém nunca poderia me visitar.

Mas muita hora nessa calma, eu apenas subi a serra e agora sou mais um nariz inspirando poluição. E vou dizer que fora o nariz seco, também estou me sentindo a super mulher! Santos não tem ladeira, não tem corredor de ônibus (até tentaram, mas uma avenida só…aham, campeão), não tem tantos caras gatos (me apaixono a cada esquina, desculpem caiçaras, mas maresia corroe e eu não curto muito estilinho sossegado de ser), não tem tantas opções para sair e muito menos tantas alternativas de transporte.

Enfim cheguei e estou na crise do “onde estou”. Sei o caminho do abrigo até o trabalho e do trabalho até o abrigo (eu não me mudei ainda, vivo de adoção; se alguém tiver interesse eu sou organizada, sei fazer bolo e sou ‘moh legal’). Na verdade eu até sei andar em SP, mas ou de metrô ou de carro, mas trabalho longe de metrô e não estou de carro, ou seja, fu***.

Fora a moradia e a falta total de senso de direção estou bem e feliz. Sim, faz pouco tempo, mas o suficiente para pensar “enfim, cresci…”


Esse é um texto para avisar os amigos que eu não morri, não fui seqüestrada e vocês podem sobreviver sem mim durante a semana – final de semana ‘é nois, mano’! (Y)

Eu costumo ser uma pessoa bem sincera. Tenho vários medos, mas um que não tenho é de admitir que os tenho. Isso aliás é uma das coisas que eu costumo gostar mais nas pessoas no final das contas. Não a capacidade de admitir suas falhas ou seus medos, mas eles mesmos. São essas pequenas peculiaridades que fazem da pessoa o que ela é, são essas pequenas coisas que fazem com que você ame ou odeie alguém. Eu amo e odeio o ser humano então ele me chama atenção. É o que minha maluca professora de Fotografia chamava de punctum.

De qualquer forma, morro de medo de avião. Só de pensar na possibilidade eu já fico ansioso, coração acelera, penso em várias merdas que podem acontecer. Eu sempre imaginei como seria minha primeira viagem de avião, obviamente, porque como tenho uma vontade grande de conhecer outros países – principalmente Inglaterra – eu teria que de uma forma ou de outra entrar num maldito avião. Só não imaginei que fosse acontecer tão cedo.

Há aproximadamente duas semanas – ou mais – meu irmão chegou pra mim e disse:

- Você vai pra fórmula 1.

- HAN!?

- É. Você vai pra fórmula 1.

- Como assim?

- Uai, indo.

- O_O (minha cara)

- De ônibus né?

- ¬_¬ (cara do meu irmão)

Bom, depois de muita discussão, medo e tal, comprei a passagem e lá vou eu… Daqui umas dez horas estarei entrando em uma caixa de metal que voa. Não é um pensamento muito animador, mas esse fim de semana em são paulo promete ser o melhor da minha vida.

De qualquer modo, ligarei para algumas pessoas dizendo que as amo para o caso de acontecer alguma coisa, o que na verdade é errado, já que devemos dizer que amamos as pessoas que amamos em um dia qualquer. Bom, você que lê isso aqui também é importante.

Obrigado por tudo! (caso aconteça algo) =D

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Mudei! e por incrível que pareça não aconteceu nada de engraçado, estranho ou que valha a pena contar aqui. Mas conto que estou morando muito bem, a vista é linda, e as janelas do meu quarto e da varanda dão para a piscina do condomínio ao lado. Ou seja, como sou meio vouyer acho que vou postar algumas coisas sobre os vizinhos e claro, sobre as gostosas de biquíni. ;)

Vale contar também, como é estranho acordar em um lugar, acordar no seu lar de todo o dia e no mesmo dia dormir em outro lugar que por definição agora é sua casa. Demorei por volta de uns 4 meses para acostumar com o apartamento agora antigo. Morei 20 anos na mesma casa – com terreiro e tudo mais -, e do nada mudar para um apartamento em outra cidade foi meio assustador. Agora é diferente, já estou acostumado com a cidade, com o estilo de vida e tudo mais. Então a adaptação será mais rápida.

Á, antes que eu me esqueça, tem uma sinuca no meu prédio. #morramdeinveja

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Só para terminar o post, tenho que contar isso:

Algumas roupas minhas estavam em Monlevade, o que é desesperador por causa da viagem – eu realmente precisava das roupas que estavam lá – minha mãe então montou uma força-tarefa para mandar as roupas para BH.

Não é que ela foi para a rodoviária de monlevade com as duas malinhas, encontrou com uma completa estranha que coincidentemente também iria para o grande prêmio do Brasil, combinou com ela para trazer as malas para BH. Eu como sempre, cheguei atrasado, mas consegui pegar as malas com a moça – Cristiane – que obviamene estava meio puta comigo pelo atraso. No mínimo pensou “puta menino folgado! trago a porra da mala e ainda atrasa”.

De qualquer forma, Cristiane, muito obrigado e desculpa mesmo.

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1 – Como terei acesso a internet em são paulo, postarei sobre cada dia.

2 – Essa promessa eu vou cumprir

3 – Prometo

Depois de todo o rebuliço que aconteceu com os fãs do Iron Maiden na Colômbia, e da resposta oficial da banda, a revista britânica Metal Hammer parece ter tido a sorte de estar junto com o Iron Maiden na turnê sul-americana, onde eles realizaram a primeira entrevista exclusiva com a banda. O guitarrista Adrian Smith falou sobre o próximo álbum do Iron Maiden e disputas entre os membros na hora da criação das músicas, além de discutir sobre a declaração de que a banda não faria mais de 15 álbuns em sua carreira.

Falando com todo mundo, a atenção já parece estar se direcionando para um novo álbum…
Adrian Smith: Sim, estavamos falando brevemente sobre isto outro dia e eu estive pensando nisso todos os dias desde então, pois há tantos caminhos que podemos seguir neste novo álbum. Seria legal se tivéssemos as músicas agora e pudéssemos sair da turnê e ir diretamente para o estúdio. Habitualmente temos sempre algum tempo de folga, e a maneira como tocamos no estúdio é como se fosse ao vivo, por causa disso é sempre um pouco tenso no início pois nós não tocamos juntos há seis meses. Eu gostaria de ir (mais cedo). De novo, é uma coisa de dia-a-dia, você entra, pega o que você conseguiu achar, tenta e faz o melhor que trabalho que você pode.

Temos notado uma coisa diferente. Há 12 meses, quando entrevistamos Steve (Harris) ele disse: “nós sempre dissemos que ‘nós apenas iremos fazer 15 álbuns, estamos chegando neste número, haverá um ponto final’”. Todos estão vendo as coisas de maneira diferente agora?
Adrian Smith: Olhe, nós escrevemos música, nós somos músicos, nós iremos continuar. A coisa mais importante é que claramente temos uma grande audiência lá fora esperando para escutar o que iremos fazer agora, e no mundo real isso não é tão comum, então você tem que apreciar isto. Nunca é fácil fazer um álbum, você tem seis caras e cada um suas ideias, e focar tudo isso em um único trabalho é muito difícil.

Não seria o caso de vocês utilizarem todas as ideias para cada um dos álbuns? Com isso nunca se deixaria alguma ideia para trás.
Adrian Smith: Eu conheço um monte de bandas que gravam demos de 30 músicas ou algo do tipo e então se desmancham quando vão selecionar 10 por causa do ego, cada cara quer colocar suas ideias no álbum. Então nós preferimos tentar escrever 10 ou 12 músicas e deixar entrar as melhores ideias de todos. Você sabe na hora quando começar a tocar se a música irá voar ou não. Você somente tem de fazer o melhor que você pode. É difícil para todos nós ficarmos felizes com o álbum, há sempre os acordos, mas conforme você consegue passar por isso e chegar do outro lado ainda sendo uma banda, é tudo o que importa. Muitas vezes os conflitos de criatividade são bons na composição das músicas, isso traz o melhor de todos.

Existe alguma espécie de competição?
Adrian Smith: Eu estou pensando no álbum agora, então sim, há um pouco de competição, é claro que há. Você quer ver suas ideias incluídas no álbum, mas isso não é mau caráter. Significa muito para mim quando alguém vem e diz: “Eu realmente gostei dessa música” ou “Que ótimo riff!”. Você toca a música que você criou, todos tocam ela e eles se instigam e isso é sensacional para mim. É claro que todos querem suas músicas lá e aqueles tapinhas nas costas. É como qualquer trabalho, ganha-se um pouco de satisfação, há a motivação. Uma coisa que você não pode fazer é virar-se com um monte de ideias mal elaboradas para ensaiar, você tem que aparecer com algo que seja realmente muito bom.

Eu posso imaginar que seus “colegas” devem ser um pouco brutais com ideias mal elaboradas…
Adrian Smith: Eu nunca ousaria levar alguma delas! Mostrar as pessoas suas novas músicas é quando você ganha seu dinheiro de verdade, pois dá um grande nervosismo quando você senta e diz “Eu tenho uma ideia rapazes”. Eu engano um pouco, normalmente faço demos que soam muito bem (risos). Mas eu cresci em uma época antes que você podia fazer isto, então eu já passei por todas essas coisas de se sentar e mostrar sua alma para outro alguém, e é por isso que é sempre um grande tumulto quando você faz isso e dá certo. É como se fosse um alívio.

A entrevista original pode ser vista no site oficial da Revista Metal Hammer, aqui.

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1- Ando meio sumido… mas não será desta vez que irão se livrar de mim BWAHAHAHAHAHAHA (#risadamaligna)

2-Fiz meu primeiro projeto de Review no Whiplash sobre o novo cd do Hammerfall, “No Sacrifice, No Victory”, você pode ver meu texto aqui. Em breve teremos algo mais aprofundado sobre este álbum aqui no OCrepusculo.

3- Você conhece o Bola da Foca? É um blog colaborativo criado por alunos de Jornalismo da Cásper Líbero, dentre eles meu amigo Pedro Zambarda de Araújo, também colaborador do Whiplash.

Um olho no gato e outro peixe. Ou melhor, um olho no Bambi e outro nas Sereias da Vila.
Domingo foi um dia feliz, meu palestra calou a boca do Kleber Pereira e transformou o clássico em pesca predatória. Nunca vi sardinha boiar com tanta facilidade, e é bem gostoso abrir o jornal e ver pelo menos UM elogio pro palmeiras. É bonito demais.
Mas empolgação a parte vamos falar do lado negro que o futebol exerce sobre a minha pessoa.

Eu gosto de futebol e muito. Assisto os jogos, acompanho os resultados, vou ao estádio, visto a camisa e, claro, tiro sarro dos meus adversários. Adoro uma piada besta, um trocadilho ou mesmo chegar gritando no ouvido do pessoal “aeh, perdeu”.

E eu me divirto com o futebol, não quero briga, não procuro confusão. Tanto que eu costumo respeitar, assisto jogos de outros times e sei falar se um time jogou bem ou mal, se fez por merecer ou não o resultado.


Só tem uma coisa que me incomoda demais. Não porque eu gosto de futebol que eu sou homem, porra! Me perdoem pela sessão falta de educação, mas putaquepariu, que que a porra do futebol tem a ver com falta de feminilidade, caralho?

Já cheguei ao cúmulo de ser ser cumprimentada com tapa nas costas, toque de mão e as minhas amigas do meu ladinho com beijinho na bochecha.
- Oi linda, tudo bom? *smack*
- Aeh Naya, foi no estádio ontem *plaft*
Daqui a pouco vão achar que eu coço o saco! É um absurdo.

Vejo várias mulheres que gostam e entendem de futebol. Elas não gostam só porque as coxas do atacante são deliciosas – e são, eu ADORO quando as bermudas levantam e eu vejo aqueles traços musculosos maravilhosos – mas também por gostar do jogo, da competição, por amar um time.

Aliás, não é só esse problema que mulheres que gostam de futebol enfrentam, pois quando não são vistas como mulheres macho, são vistas como maria chuteira. Ai claro depende muito de quanto a camisa dela é curta e o quanto ela grita durante o jogo. Se forem gritinhos agudos é maria chuteira, se for um belo palavrão é maria joão. Assim complica.

Se vocês homens assistem pela técnica, raça, empenho, dribles, gols, a gente assiste por tudo isso E pelos belos pares de coxas, gluteos, peitorais. Ou vão me dizer que o vôlei de praia feminino vocês assistem só pelo jogo? Rá, até parece.

Homens me expliquem, afinal onde está o problema? Futebol não é coisa só pra homem, a Marta que o diga!

1 – Tem outros posts beeeeeem legais depois do meus. Vale a pena uma espiada.

2 – Falando em espiada? Tão vendo BBB? Cara, eu me divirto ao abrir o site da Globo e ler de cara coisas do tipo “Pri chama affair de frouxo”.

3 – Eu sempre dou muita risada e também fico muito puta com os textos desse cara, nesse blog . Mamãe devia me proibir de fazer isso e ainda assim eu sempre leio.

4 – São Paulo e Santos que me perdoem, mas eu precisava zoar no começo do post.