Eu não acredito em príncipe encantado, nem em contos de fadas. Não acredito que alguém realmente pode se apaixonar e se entregar.

Conheço mais casos de frustrações do que finais felizes. Nunca vivi um happy end e acredito que isso nunca irá acontecer. Pessimismo da minha parte? Realidade! Caras fofos demais sufocam e te fazem querer correr, caras nem aí maltratam e te fazem desacreditar no amor.

Promessas não cumpridas, beijos que perdem o sabor…

Carinhos, romance e promessas viraram tática de conquista para levar alguém pra cama. Depois fingir que não disse nada disso é muito simples. Magoar faz parte do dia-a-dia, da mesma maneira como todos deveriam estar acostumados com a solidão.

Infidelidade, falta de compromisso e infantilidade. É…infantilidade. Só pode ser essa a razão de gostar de sempre “ganhar”, sair por cima, conquistar, pisar em cima. É o ego inchado ao falar que alguém está correndo atrás, por dizer que tem uma legião de fãs afoitos. Ridiculo.

Posso parecer injusta com os românticos e até mesmo ouvir que eu nunca amei ou fui amada, mas deixo claro que o “eterno enquanto dure” passou e acabou. Eu já vivi o que achei ser um amor para a vida toda, e descobri que depois de tanto tempo o meu sentimento por ele é bom, mas não é paixão, não é amor…é apenas algo que me manteria ao lado dessa pessoa, porém não me mataria caso terminasse.

Eu acredito em sintonia, em afinidades. Acredito que relacionamentos que dão certo são aqueles que vivemos como verdadeiros amigos, e acredito que muitos fogem disso por medo de “confundir as coisas”. Não é uma confusão, é o necessário para manter o carinho e o respeito.

Se você apenas ama, você tem medo de contar certas coisas por medo de ciúme, por mais que não signifique nada. Quer maior relação de confiança do que poder se abrir e dar risada junto? Você tem medo de perder e não de acrescentar, tem medo de sofrer, medo de mudar. Você até muda e se torna aquilo que você não quer apenas para agradar a outra pessoa.

Eu não acredito no romance que te prende, que mata e que morre. Eu acredito na relação saudável e em um, quem sabe, um final feliz.

Eu sei que é errado pensar assim, mas preciso perguntar se é real. Você chegou com tantas declarações, tanto carinho; me encantou logo de primeira e eu rapidamente passei a pensar em você a cada segundo do meu dia. Mas junto com todo esse bom sentimento veio um aperto no coração e uma dúvida: É mesmo real?

Já sofri tanto na mão de outros caras que me prometeram o céu e não tive nem a terra! Sempre ouvi declarações demais, fofuras demais, demonstrações até então reais de carinho que acabaram tão rápido como surgiram! Já imaginei uma vida toda ao lados deles e me vi cada vez mais distante da idéia de viver com alguém, me apaixonar todo dia pela mesma pessoa e ser feliz.

Passei a acreditar que todos os homens agiam assim por impulso, para conquistar a qualquer custo essas mulheres tão vulneráveis e emotivas, fáceis de levar apenas com um agrado. E assim tinham o tão precioso retorno: atenção, amor, carinho e sexo.

Sendo assim deixei de acreditar, de ver a beleza da conquista, meu coração se tornou frio e mantive meu pé atrás ao te conhecer. E eu juro que não é por maldade, é instinto de proteção. Medo de sofrer de novo. Mas como eu poderia sofrer com alguém que faz de tudo pra me conquistar a cada segundo, que demonstra realmente gostar de mim, que tem interesse na minha vida? Ninguém faz tudo isso pra enganar outra pessoa!

E mais uma vez eu pergunto se é real, pois parece que estou sonhando. Se você não existisse, eu juro que teria te inventado só pra mim. Você é o que sempre pedi, com todas as suas qualidades e até mesmo defeitos, você sabe como me deixar com as bochechas doendo de tanto sorrir, quer me fazer feliz e eu mereço isso.

Em troca te dou todo o meu amor, mas me responde mais uma vez. É real?

I’m BACK, mas quem sou eu? Só escrevi umas duas vezes e por forças de conexão, ou melhor por falta dela, parei de escrever, alguns amigos reclamaram, dois ou três, eu fiquei chateada por não poder escrever e pensava como encararia o Pedro, vergonha, mas fazer o que, não era uma culpa minha só minha. Mas o que importa o passado? Estou de volta e com novidades sobre o futuro!

Mas antes de viajarmos ao futuro vou subir no palanque e fazer promessas. Prometo escrever…não vou fazer isso, muito político, odeio políticos que prometem, por isso só vou dizer que agora estou colocando a minha vida em ordem, pelo método GTD, e se a vida não me der uma rasteira vou postar com mais freqüência. Aê!!!!!!! Pelo menos eu to feliz e as três pessoas que sentiram falta de mim também! Como o Pedro já tinha me passado a ideia vou focar meus post mais na área de publicidade, então aguardem mais novidades sobre essa área, nem que sejam posts menores eu vou fazer. Mas vamos ir ao futuro mais além desse que estou falando, pulando alguns anos de nossas vidas para ver o que eles nos espera.

ABRAM SEUS GUARDA-CHUVAS OS ANJOS ESTÃO CAINDO!!!

Crep....opa! Fallen

Sim, comecem a comemorar, os vampiros estão fazendo as malas para ir embora, mas como nada é pra sempre, alguém logo vai substituí-los e eles são os anjos, melhor os Fallen Angels.
O burburinho todo está em cima do livro Fallen, que está indo para o terceiro livro dos quatro que serão produzidos (Fallen, Torment, Rapture e o quarto ainda sem nome) que teve seus direitos adquiridos pela Disney, e que nos EUA já sustenta o título de sucessor da saga de nome semelhante a este blog. Não preciso citar.

Pelo que li pela internet o primeiro livro que saiu sobre anjos foi HUSH, HUSH, bem esse eu achei para comparar no Brasil em inglês, já que ele vai ser lançado só em julho pela Intrínseca (mesma de Crepúsculo), como estava em inglês e não aprecia ser tão difícil como Jude, the obscure (um livro de literatura americana que comprei e não entendi bulhufas) resolvi comparar entrando na minha cota de livros para ler em inglês durante o ano. Até onde li é bacana, mas não passa de um livro de romance adolescente escolar.

Nos EUA a tensão começa ai, o público está dividido com os que acham que Fallen é uma cópia de HUSH, HUSH, na verdade todos não deizam de ser uma copia de si mesmos, afinal, a história é sempre a mesma (Crepúsculo incluso), nada profundo ou inovador, resumindo a uma menina introvertida, que conhece um rapaz (badboy) que a deixa bem intrigada, ai aparece outro rapaz, bom moço, que vai fazer um triangulo amoroso, mas a mocinha acaba escolhendo o badboy que vai colocar ela em grandes problema e riso de morte….( e olha que eu nem li o Fallen ou Crepúsculo-livro, só precisei googar). Na verdade esse burburinho todo só deve ter aumentado a venda de livros, e aumentado o número de fãs, aguardem o mesmo efeito no Brasil, melhor no mundo quando a Disney começar a trabalhar nele.

Ou seja, abram seus Guarda-chuvas, os anjos iram despencar por aqui logo, logo.

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- Hoje é dia da liberdade de imprensa!!!! Viva a hipocrisia brasileira que acha que tem liberdade de imprensa e que a censura acabou (só googar Estadão censura Sarney 2010 – a data só pra vê que não foi a long time ago).

- Tava com saudade de escrever!

Um dia nos tornamos adultos – quem sabe responsáveis – e nossa preocupação deixa de ser o que pedir de natal para os nossos pais, os mesmos que sempre nos alertaram para não implorar tanto para crescer. Ah se soubessemos que felicidade de mandar no nosso próprio nariz vinha junto com tantas perguntas, tantos problemas, tanta dor de cabeça, tantas incertezas…

Incertezas essas que são a causa de perguntas, problemas e dor de cabeça. Se com cinco anos a dúvida cruel entre brincar ou ver televisão já nos maltratava, imagina quando mexe com sentimentos difíceis de explicar.
É complicado definir o amor, o carinho, o desejo, a carência…é difícil quando você não tem, pior ainda quando tem.

Como explicar o que sentimos se não sabemos ao menos do que se trata? Você acha que é paixão e no fundo é tesão. Você acha que não se apegou, mas não pára de pensar na pessoa. Você acha que está bem sozinho, mas deseja todas as noites ter alguém para dar um beijo de boa noite.
Quando nós somos crianças parece tão simples amar, gostar. Um beijo é inocente, um eu te amo não traz compromisso; e quando você cresce tem medo que um simples flerte se torne um romance.

Buscamos e fugimos de compromissos o tempo todo. Nunca está bom. Se estamos com alguém, nos sentimos sufocamos, ou até mesmo sufocamos. Se estamos sozinhos, prometemos mudar e deixar de nos envolver para não mais sofrer. Qual o meio termo? Não é possível apenas viver sem culpa, deixar a paixão acontecer, o tesão aparecer, o desejo envolver e a carência desaparecer?

Temos medo de começar um romance, e até mesmo pensamos na possibilidade de nos tornar perfeitos malandros na arte de amar. Que me amem todos e eu não amarei nenhum.
Maltratamos quem se importa com a gente, para depois implorar pela atenção de quem só deseja nossa carne. O difícil é mais interessante, o desafio de fazer uma pessoa gostar da gente é mais prazeroso.
Depois nos arrependemos e ficamos sem nada.

beijo

Ah se arrependimento matasse. Hoje estamos soltos na noite, demonstrando total segurança para os paqueras em potencial, e total insegurança para os mais chegados. Os amigos sabem que você sofre de uma doença com a mais difícil e prazerosa cura – o amor.
Queremos nos mostrar livres e independentes; romance só nos livros, amores mexicanos e se um vai logo aparecem oito. No fundo sabemos que não é verdade e nos apegamos ao primeiro que nos abre os braços.

A primeira ligação se torna um pedido informal de casamento e ao mesmo tempo que você vibra por ter essa oportunidade, você chora de medo de se envolver, correr o risco e talvez sofrer uma desilusão.

Adoramos sofrer por antecedência – “não posso me apaixonar” “ele(a) não presta” “só quer me comer/dar” “não é a pessoa certa”

Daí surgem as típicas frases de status de redes sociais e conversas instantâneas – “eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também” “eu quero mais é beijar na boca e ser feliz daqui pra frente” “não quer tem quem queira” “eu prometo te dar carinho, mas gosto de ser sozinho” – elas aparecem aos montes para provar que podemos viver sozinhos, que estamos bem assim e não queremos compromisso. É o século do liberal. Vamos sair com todos e não ficar com ninguém.

E onde fica o “é impossível ser feliz sozinho”?. Sabemos que atrás daquele discurso de independência existe uma pessoa carente que só quer amar e ser amada, mas que morre de vergonha de demonstrar isso justamente porque os outros irão julgar. Mas julgar o que se todos estão no mesmo barco?

Mas seria o fim do romance ou apenas medo?

Temos medo de sofrer, medo que não dê certo, medo que não aprovem. O problema é justamente que enquanto vivemos esse medo, não estamos amando e curtindo os prazeres de um relacionamento. E enquanto não nos entregamos de corpo e alma a estes sentimentos, somos o tipo que julga, recrimina e despreza os apaixonados. Enquanto não tentamos, não nos permitimos o direito de arriscar e talvez errar, não seremos completos e nem saberemos explicar o que é a paixão.

Errar na escolha é muito fácil, mas ter medo de arriscar também não pode.


  1. Blog da irmã gêmea que a minha escondeu essa vida toda – Babi Arruda é uma jornalista bárbara e tem uns surtos nesse blog
  2. Outro dia conversei com a Jazz sobre um e-mail que recebi e ela me mandou uma resposta que acalma muito. Leiam mais sobre um e-mail que anda circulando sobre H1N1
  3. O vídeo é velho (2007), acho que na época eu estava em alguma ilha deserta. Enfim, é muito bom – Leila Lopes – No Limite da Morte