Eu não aceito mentiras para não me magoar. Eu sei que você não quer se prender e muito menos ter que justificar onde vai, mas custa contar a verdade? Se você já parou para dizer que não nos veremos por alguma razão, então por que não conta logo o motivo real?

Não me interessa se é por balada, bares ou festas, não importa se eu poderei morrer de ciúmes em pensar nas mulheres dando em cima de você, mas a partir do momento que eu percebo que aquela reunião com seu amigo é na verdade uma desculpa para cair na noite me faz desconfiar de você e das suas intenções quando sai com seus amigos para extravasar.

O que importa pra mim é que você já demonstrou se preocupar comigo e que mesmo querendo ser livre ainda toma cuidado para me manter ao seu lado. Só que a cada mentira que você fala, eu me afasto mais. Será que você não percebe isso?

Eu não quero te prender, também quero ter os meus momentos, mas pra isso eu preciso que você entenda que uma verdade, que pode até me chatear, dói menos que uma uma mentira pra me enrolar.

Eu não acredito em príncipe encantado, nem em contos de fadas. Não acredito que alguém realmente pode se apaixonar e se entregar.

Conheço mais casos de frustrações do que finais felizes. Nunca vivi um happy end e acredito que isso nunca irá acontecer. Pessimismo da minha parte? Realidade! Caras fofos demais sufocam e te fazem querer correr, caras nem aí maltratam e te fazem desacreditar no amor.

Promessas não cumpridas, beijos que perdem o sabor…

Carinhos, romance e promessas viraram tática de conquista para levar alguém pra cama. Depois fingir que não disse nada disso é muito simples. Magoar faz parte do dia-a-dia, da mesma maneira como todos deveriam estar acostumados com a solidão.

Infidelidade, falta de compromisso e infantilidade. É…infantilidade. Só pode ser essa a razão de gostar de sempre “ganhar”, sair por cima, conquistar, pisar em cima. É o ego inchado ao falar que alguém está correndo atrás, por dizer que tem uma legião de fãs afoitos. Ridiculo.

Posso parecer injusta com os românticos e até mesmo ouvir que eu nunca amei ou fui amada, mas deixo claro que o “eterno enquanto dure” passou e acabou. Eu já vivi o que achei ser um amor para a vida toda, e descobri que depois de tanto tempo o meu sentimento por ele é bom, mas não é paixão, não é amor…é apenas algo que me manteria ao lado dessa pessoa, porém não me mataria caso terminasse.

Eu acredito em sintonia, em afinidades. Acredito que relacionamentos que dão certo são aqueles que vivemos como verdadeiros amigos, e acredito que muitos fogem disso por medo de “confundir as coisas”. Não é uma confusão, é o necessário para manter o carinho e o respeito.

Se você apenas ama, você tem medo de contar certas coisas por medo de ciúme, por mais que não signifique nada. Quer maior relação de confiança do que poder se abrir e dar risada junto? Você tem medo de perder e não de acrescentar, tem medo de sofrer, medo de mudar. Você até muda e se torna aquilo que você não quer apenas para agradar a outra pessoa.

Eu não acredito no romance que te prende, que mata e que morre. Eu acredito na relação saudável e em um, quem sabe, um final feliz.

Em março eu escrevi um texto com umas opiniões sobre o amor. O texto já perguntava no título (Love is overated?) se o amor era supervalorizado, pela quantidade de tempo que gastamos pensando nele, falando dele, lendo ele, vendo ele e escutando ele. O tempo que se gasta sentindo ele é infinitamente menor. Pelo menos é assim que apontam as pesquisas de “mercado”.

Na época eu ainda disse que o texto devia ser por causa da minha solidão exacerbada na época, o que me levava a desacreditar totalmente no que diziam os filmes de guerra, as canções de amor e os filmes que minha mãe aluga. Naquela época, era um ultraje pensar que sem que você soubesse, você poderia simplesmente um dia descobrir estar apaixonado por… sei lá, uma colega de trabalho em quem você não imaginava que poderia se apaixonar. Pior ainda, acreditar que uma pessoa que tem no máximo uma amizade ou simpatia por você também sinta a mesma coisa.

Impossível acreditar nisso não é?

É.

Até acontecer de verdade.

Está tudo ali. É como nos filmes que sua mãe aluga e que você assiste e dorme pensando em quando, ou se isso algum dia aconteceu de verdade com alguém e se remotamente um dia, vai saber, isso poderia acontecer com você. Por incrível que pareça e por mais que você não acredite em mim, essas coisas acontecem. Os olhares, o nervoso, o frio na barriga, o brilho nos olhos, os sorrisos, aquela dor insuportável de querer pelo menos tocar na mão de uma pessoa e não conseguir, os primeiros carinhos, as descobertas, os problemas, as dificuldades, as intermináveis noites sem dormir, as mensagens trocadas, as conversas – também intermináveis – com os amigos, as suposições, os medos, a vergonha, o pedido de namoro, o primeiro eu te amo, os sininhos, borboletas no estômago. Está tudo ali. Como nos filmes que sua mãe aluga.

Eu tenho certeza que você deve estar fazendo uma cara de “Ahhh, tá!”. Não tiro o seu direito. Lá no fundo você acredita que essas coisas acontecem, ou você quer acreditar. Se você for uma garota, você tem certeza que os homens são uns canalhas, que você nunca vai achar um cara bacana, um cara que te entenda, que seja romântico mas que tenha pegada, que seja inteligente mas que aceite o fútil, que seja bem-humaro mas sem ser bobo. Se você for um cara, sei lá, gordo, careca, mal-humorado… bem, até pra você existe salvação.

Não existe fórmula, ou regra. Com cada um acontece de um jeito. Você só tem que estar aberto para que isso aconteça com você, você tem que se dar a chance. E contar um pouquinho com a sorte. A mulher, ou o homem da sua vida pode estar ali, do seu lado. Você só não percebeu isso ainda, ou ela/ele ainda não apareceu. Mas um dia vai.

Meu irmão me disse uma vez, que a primeira coisa que uma pessoa tem que sentir por outra antes de se apaixonar é admiração. Essa é a minha deixa, para que você acredite em mim. Não existe maior verdade que essa. Você faz algo ou tem características que uma outra pessoa possa te admirar? Todo mundo tem. Todo mundo é, de certa forma, único. Exclui-se aqui, se você é um babaca, ou se você não quer nada com o tal do amor.

Faça as pessoas te admirarem, por uma coisa pelo menos. Amor de verdade não vê e não precisa de certas coisas. Como eu disse uma vez, amor é um misto de paixão, convivência, confiança, amizade, segurança, química, valores, caráter, história, dedicação. Amor é poesia e prosa. Amor são pequenos atos, moviventos que denunciam, atitudes e fatos, olhares que reverenciam. Amor, caro leitor, ou cara leitora, é simples assim.

Dê-se a chance. E acredite em um cara que chegou a desacreditar. Que achou que não merecia, que jamais teria.

Não é quem você é ou sua imagem que importa. São suas atitudes. Elas definem quem você é. É por suas atitudes e por atos e conquistas que as pessoas te admiram e te amam.

Acredite nos filmes, nas canções e nos textos.

Mas duvide sempre dos desfiles e editoriais de moda. Duvide do photoshop. Duvide dos comerciais e das revistas. Duvide do padrão.

Espero de verdade que você encontre o que quer que esteja buscando.

***

1 – Não seria diferente se eu não dedicasse esse texto a pessoa que o inspirou e que me faz ser um dos caras mais felizes do mundo.

2 – Tempo né?

3 – Seguinte, eu estou trabalhando feito um Mineiro Chileno. E ainda tenho TCC pra fazer. Ou seja, esse blog só terá postagens regulares a partir de janeiro.

4 – Assine o feed, qualquer dia aparece um texto aqui e você vê lá.

5 – Estava com saudade.

Uma pequena explicação antes de continuar com as desventuras amorosas de Pedro (episódio 1 e episódio 2). Eu tinha começado a postar essa história com a intenção de terminá-la logo, mas como aqui as coisas nunca saem como planejado, não deu. Em parte por eu ter encontrado muitas dificuldades para continuar, já que esse episódio é o clímax infernal de toda história. Em parte por causa dos leitores que não agüentariam uns 4 ou 5 posts dessa história seguidos… nem eu agüentaria.

De qualquer forma, quase abandonei a idéia de escrever tudo, mas estou aqui para o que eu acredito seja o penúltimo episódio, isso se deve aos leitores que me mandaram e-mails e mensagens no blog pedindo para eu terminar a história.

Então, para vocês meus caros, o episódio 3 das desventuras amorosas de um cara legal.

palhaço

Eu havia dito que aquela noite foi uma das – se não a melhor – melhores noites da vida de nosso querido (des)aventureiro. O outro dia nasceu como um dia mágico. Ele acordou como sempre sonhou em acordar um dia: coração batendo forte após o encontro com a donzela amada e se preparando para um show de rock em um dia que prometia muita alegria!

Era dia de Pop Rock Brasil em Belo Horizonte. Para um cara de 16 anos, aquilo era praticamente um Rock in Rio – bem mais pobre – da sua época. Então foi ele, junto com seu irmão, Mateus. Infelizmente a donzela não poderia acompanhá-lo, mesmo assim ele foi, com um sorriso no rosto pelas histórias que viriam e pela noite que havia passado.

No início foi tudo bem, tudo correu como esperado. Nosso herói, que só tinha pensamentos para sua garota nem pensou em se jogar nos braços de outra, o que em shows do tipo era muito fácil. Já seu irmão queria a esbórnia. Esse irmão de Pedro em particular não se dá muito bem com álcool, o que seria uma lástima para o final da noite que prometia com o show mais esperado. Pedro encontrou amigos, fez novos, quase brigou, se divertiu como nunca. Ou seja, um legítimo show de rock, como era o Pop Rock antigamente.

Mas, o universo estava conspirando… o problema é que conspirava contra nosso amigo. As coisas começaram a desandar, o irmão sumiu por horas, voltou bêbado, sem a carteira e querendo ir embora. Pedro disse que não arredaria o pé enquanto não visse o Angra. Houve briga, e feia. No dia que prometia as maiores alegrias para nosso amigo, cair na porrada literalmente com o próprio irmão não estava nos planos. Ali Pedro desconfiou que alguma coisa estava errada. Mal sabia ele o quão errada estavam as coisas.

Foram embora antes do show acabar. Pedro foi convencido a ir, pois estavam a quilômetros de casa, e ele não conhecia nada da cidade. Já o irmão morava lá há um bom tempo, não poderia ir sem ele. De qualquer forma, Pedro temia mais as besteiras que o irmão idiota poderia cometer no caminho. O ódio foi intenso quando o irmão que perdera a carteira, também descobrira que bebera quase todo o dinheiro que tinham, sobravam-lhe 11 reais para o táxi que cobraria o dobro para largá-los em casa. Foram uma boa parte do caminho a pé, o irmão falando sobre qualquer coisa e Pedro, para não descer-lhe o cacete, apenas pensava na sua garota.

Pedro dormiu com um misto de sentimentos, raiva do irmão que lhe privara de The Number of The Beast tocada pelo Angra, e a felicidade inerente àquele fim de semana. Domingo era Dia dos Pais, seus pais estavam indo para BH para almoçarem em família, junto com seus Tios. Pensando no pouco tempo que teria para se despedir de Bárbara (Pedro iria embora no mesmo domingo para Monlevade) ele resolveu que mandaria uma mensagem logo cedo combinando alguma coisa. Dormiu feliz e tranqüilo no fim das contas, teria logo um novo encontro com a garota dos seus sonhos.
Pedro acordou e mandou a mensagem. Não obteve resposta. “Tudo bem, dia dos pais, mais tarde ela responde” pensou ele. Encontrou os pais, deu um abraço forte no homem que mais admira no mundo, o seu pai. Foi um ótimo dia. Almoçaram com os primos e tios, mas enquanto o dia ia acabando – o Atlético ia perdendo – Pedro começou a se preocupar com a não resposta de Bárbara. Voltaram então para casa dos irmãos e enquanto Pedro arrumava suas coisas para voltar a sua vida normal, mandou outra mensagem, dizendo que iria embora e queria se despedir dela.

Eis que ele recebe uma mensagem dizendo mais ou menos assim: “Estou na casa de uma amiga, não vou poder te encontrar”. Foi o primeiro soco no estômago do dia. Na mesma hora ele soube que algo estava muitíssimo errado. Primeiro: difícil ela estar na casa de uma amiga em pleno domingo dia dos pais. Segundo: a frieza da mensagem.

Foram embora. No caminho Pedro amargurado e angustiado disse que estava “daquele jeito” por causa das peripécias do irmão na noite passada. Mas o humor dele nada tinha a ver com isso. Chegando em Monlevade, a primeira coisa a se fazer foi jogar as malas para um lado e correr para o computador e para o mIRC. Ao conectar, logo achou o que procurava. O nick dela. Abriu a janela, mas por algum motivo não conseguiu escrever nada. O momento de hesitação foi o tempo para que ela dissesse, “Pedro, a gente não tá namorando.”

O que diabos significava aquilo, ele não fez idéia, apenas disse:

- Uai, claro que não. Pq?

- Pq eu sou mto nova para namorar.

- Mas ninguém falou em namoro. Não to entendendo.

- Olha, eu pensei muito ontem e hoje e acho que devíamos continuar só amigos.

Segundo soco no estômago, esse mais forte. Nesse momento, ele só sentiu raiva, por não entender o que havia acontecido para tão repentina mudança, o que haveria acontecido para do cara fantástico que havia levado ela em casa para o idiota “amigo”. Os outros sentimentos viriam depois.

Ele apenas se limitou a dizer.

- Tudo bem então.

Dali em diante não conversaram por muito tempo. Não havia a menor possibilidade de ter amizade ali. Por ambas partes. Uma por seus motivos até hoje não revelados, outra por não entender como alguém poderia ser tão má, por brincar com ele dessa maneira. Ele se sentiu muito mal, se sentiu um mero qualquer, um cachorrinho que quando o dono está de bom humor chama para brincar e quando não está nem aí bate a porta na cara.

Posso resumir aqueles meses em duas palavras: Foi foda. É clichê, aliás, a história toda é um grande clichê adolescente, apesar de eles mesmos acharem que aquilo só acontece com eles. De qualquer forma, Pedro não havia perdido somente a garota que ele de certo amava, mas havia perdido uma amiga, uma companheira, uma parceira. Havia perdido tardes de sábado e domingo conversando e rindo sobre qualquer coisa conversando com a pessoa que ele mais adorava conversar. Mesmo assim, não havia raiva. Havia mágoa. E havia aquele sentimento estranho que Pedro, apesar de tentar – e muito – explicar, não conseguia. Um sentimento de não saber o que havia feito de errado. Pois era certo que de alguma forma ele havia feito merda durante o processo.

Como todo adolescente ele tinha a certeza de que nunca acharia uma garota como aquela, como todo adolescente ele tinha a certeza de que nunca iria superar aquilo. Mas como todo adolescente, depois de um tempo já havia desencanado e estava tocando a bola pra frente. Feliz e despreocupado.

Mas como isso aqui é uma Desventura, e como não podia deixar de ser, essa história tem um “até que…”. Então.

Até que um dia, enquanto Pedro – esquecido como é – fora tomar banho e esquecera a toalha. Já nu, foi até o varal, se enrolou na toalha e foi em direção ao banho precedente do sono tranqüilo até às 7. Assim que ele passou pelo telefone que ficava numa mesinha da sala (incrível como eles insistem em ficar ali, não é?), o danado tocou. Pedro, que odiava – ainda odeia – telefones (principalmente aqueles em que você não quer atender) resolveu atender. Dez da noite, não poderia ser para ele, e muito menos demorado. No certo alguma Tia querendo pegar sua mãe ainda acordada para bater um papinho rápido.

Não era uma tia, não era para sua mãe. Era a última pessoa que Pedro esperava. E o que ele menos esperava era a frase que o fez sentar na cadeira:

- Alôôô

- Alô Pedro, sabe quem tá falando?

Sim ele sabia. Sabia tanto que sua reação foi dizer com a voz mais impassível do mundo, não imaginando nem de longe o que viria a seguir.

- Sei.

-Tava com saudade de você.

***

Pelo ponto em que estamos, esse foi realmente o penúltimo episódio. O quarto e derradeiro não tem data para sair, mas se esse saiu, ele não vai demorar.

Sobre esse episódio, apenas gostaria de levantar alguns pontos. Talvez você que lê esse blog, ou gosta e quer ver o fim dessa história pode nesse momento ter raiva ou querer de alguma forma apontar Bárbara como isso ou aquilo. Só lembre que eu tinha 16 anos e ela 15. E essa é apenas mais uma desventura amorosa adolescente.

De nenhuma forma, meu objetivo de escrever essa história é colocar ninguém como vilão ou mocinho, muito menos querer resolver uma história postando no blog e abrindo uma coisa tão pessoal. Bárbara é uma das leitoras do blog, ela não só sabe que estou contando a história como me incentivou a terminá-la.

É como eu disse antes, é uma boa história. E contar história é a coisa que eu mais gosto de fazer na vida.

Uma mulher que tem uma boca que faz milagres é o sucesso, um homem também é, mas eles não enxergam a brincadeira desse jeito.

Tem homem que só pensa na sua satisfação pessoal e que parece não gostar de fazer oral nela.

Uma boa parte só inventa historinha de que é o cara, que faz até ficar com caimbra na língua, que meia hora é pouco e blá blá blá. Aí na hora do vamos ver eles fogem!
Sim, sim, sim….fogem.
No máximo ele faz uma excursão rápida no começo do relacionamento só pra falar que fez. E a manutenção fica onde? E se for uma transa casual, minha amiga, você pode até esquecer que isso existe!
Um bom oral pode levar uma mulher ao orgasmo, meu querido leitor. É, pode perguntar…e mais, eu te garanto que a mulher que responder que não goza com oral é porque nunca recebeu um decente.

Quer conquistar? Quer que ela pense em você e jogue a calcinha fora na mesma hora? Quer que ela sonhe com você? Quer que ela faça loucuras com você? Então desce e começa o trabalho direito.

Mulheres lêem sobre o assunto, perguntam para amigos gays, pesquisam, conversam entre si, fazem de um TUDO pra melhorar a performance e levar vocês à loucura. Mas receber de volta que é bom nada, né? O bonitão acha que mulher só curte movimentos ritmados e constantes? Experimenta deixá-la de perna mole com um belo oral que depois você pode fazer o que quiser com a mocinha.

FATO. Mulheres que tiraram a prova de quanto é bom garantem: antes um homem sem pinto, do que um homem sem língua!

sexo_oral

Nossa, Naya, que pesado isso! É pra ser pesado sim, senhor. Pra ver se os gatinhos aí entendem de uma vez por todas que não adianta ser bem dotado se não sabe chupar!

Olha essa Naya, teve uma experiência frustrante! E qual mulher nunca teve? A não ser aquelas que só tiveram uma ou não tiveram nenhuma experiência que não pode levantar a mão e dizer “eu já passei por isso”. O resto, eu aposto, já passaram por isso pelo menos uma vez.
Claro que nem todas não vão ter coragem suficiente pra levantar o dedinho aqui no blog e falar “oi, eu já passei por isso”. Até porque a gente pode entrar em uma bela saia justa. Vai que o gato lê o comentário e vai tirar satisfação? É complicado isso, minha gente.

“Mas se ela quer, então que peça, oras”. Ah, claro “amor, tem como você me chupar pra eu gozar logo?”
E sabem o que acontece depois? A amiga vira muro das lamentações com o gata falando “meu, ele não chupa”.

E mulheres são mais delicadas, a gente não pode negar isso. Não é a mesma coisa que um homem pegar e forçar a nossa pobre cabecinha para baixo a fim de explorar as regiões mais baixas. Além do mais somos mais fracas, a única maneira de forçar é apelando. Agora imagina a cena: Ela chega com um chicote nas mãos e grita “agora chupa, e chupa direito porque um gato lamberia com mais vontade!”

Portanto, meus queridos amigos leitores deste humilde blog. O buraquinho lá em baixo não serve só pra você brincar de vai e vem, tem tantas outras funções, meu bem…

Quando a região é bem explorada você pode fazer sua parceira experimentar sensações inesquecíveis, além de “fisgar” a moça. Ela vai lembrar, ela sempre vai lembrar e sempre vai imaginar como seria bom de novo e o que ela pode fazer para satisfaze-lo também!

Sexo não tem limites, o que te impede é o pensamento!

Ah sim…e não basta apenas pular em cima da menina e meter a boca. Você tem que fazer isso com prazer, com vontade. Tem que aproveitar boca, língua, dedos e tudo mais o que estiver ao seu alcance.

“Amiga, não dá…ela ficou o dia inteiro de calcinha, tá fedendo”. Banho serve pra? Alô?

Abuse de balas, sorvete, chantilly e até uns produtos feitos especialmente para você lamber.

Chupar é fundamental. Pergunte às suas amigas.


  1. Blog novinho novinho do Rudi. Vamos dar uma força para Aquelas Palavras.
  2. Gosta de RPG? Ótima indicação do Cavariani sobre notícias, lançamentos e material sobre RPG no Encontro Aleatório
  3. Quer Aprender a cozinhar?. O Marcelo Billes dá várias dicas. O prato do dia é Estrogonofe
  4. Quer aparecer aqui? Só me seguir no Twitter e me pedir =D
  5. Agradecimento a Babi Arruda que me “emprestou” algumas frases para o texto =D

Um dia nos tornamos adultos – quem sabe responsáveis – e nossa preocupação deixa de ser o que pedir de natal para os nossos pais, os mesmos que sempre nos alertaram para não implorar tanto para crescer. Ah se soubessemos que felicidade de mandar no nosso próprio nariz vinha junto com tantas perguntas, tantos problemas, tanta dor de cabeça, tantas incertezas…

Incertezas essas que são a causa de perguntas, problemas e dor de cabeça. Se com cinco anos a dúvida cruel entre brincar ou ver televisão já nos maltratava, imagina quando mexe com sentimentos difíceis de explicar.
É complicado definir o amor, o carinho, o desejo, a carência…é difícil quando você não tem, pior ainda quando tem.

Como explicar o que sentimos se não sabemos ao menos do que se trata? Você acha que é paixão e no fundo é tesão. Você acha que não se apegou, mas não pára de pensar na pessoa. Você acha que está bem sozinho, mas deseja todas as noites ter alguém para dar um beijo de boa noite.
Quando nós somos crianças parece tão simples amar, gostar. Um beijo é inocente, um eu te amo não traz compromisso; e quando você cresce tem medo que um simples flerte se torne um romance.

Buscamos e fugimos de compromissos o tempo todo. Nunca está bom. Se estamos com alguém, nos sentimos sufocamos, ou até mesmo sufocamos. Se estamos sozinhos, prometemos mudar e deixar de nos envolver para não mais sofrer. Qual o meio termo? Não é possível apenas viver sem culpa, deixar a paixão acontecer, o tesão aparecer, o desejo envolver e a carência desaparecer?

Temos medo de começar um romance, e até mesmo pensamos na possibilidade de nos tornar perfeitos malandros na arte de amar. Que me amem todos e eu não amarei nenhum.
Maltratamos quem se importa com a gente, para depois implorar pela atenção de quem só deseja nossa carne. O difícil é mais interessante, o desafio de fazer uma pessoa gostar da gente é mais prazeroso.
Depois nos arrependemos e ficamos sem nada.

beijo

Ah se arrependimento matasse. Hoje estamos soltos na noite, demonstrando total segurança para os paqueras em potencial, e total insegurança para os mais chegados. Os amigos sabem que você sofre de uma doença com a mais difícil e prazerosa cura – o amor.
Queremos nos mostrar livres e independentes; romance só nos livros, amores mexicanos e se um vai logo aparecem oito. No fundo sabemos que não é verdade e nos apegamos ao primeiro que nos abre os braços.

A primeira ligação se torna um pedido informal de casamento e ao mesmo tempo que você vibra por ter essa oportunidade, você chora de medo de se envolver, correr o risco e talvez sofrer uma desilusão.

Adoramos sofrer por antecedência – “não posso me apaixonar” “ele(a) não presta” “só quer me comer/dar” “não é a pessoa certa”

Daí surgem as típicas frases de status de redes sociais e conversas instantâneas – “eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também” “eu quero mais é beijar na boca e ser feliz daqui pra frente” “não quer tem quem queira” “eu prometo te dar carinho, mas gosto de ser sozinho” – elas aparecem aos montes para provar que podemos viver sozinhos, que estamos bem assim e não queremos compromisso. É o século do liberal. Vamos sair com todos e não ficar com ninguém.

E onde fica o “é impossível ser feliz sozinho”?. Sabemos que atrás daquele discurso de independência existe uma pessoa carente que só quer amar e ser amada, mas que morre de vergonha de demonstrar isso justamente porque os outros irão julgar. Mas julgar o que se todos estão no mesmo barco?

Mas seria o fim do romance ou apenas medo?

Temos medo de sofrer, medo que não dê certo, medo que não aprovem. O problema é justamente que enquanto vivemos esse medo, não estamos amando e curtindo os prazeres de um relacionamento. E enquanto não nos entregamos de corpo e alma a estes sentimentos, somos o tipo que julga, recrimina e despreza os apaixonados. Enquanto não tentamos, não nos permitimos o direito de arriscar e talvez errar, não seremos completos e nem saberemos explicar o que é a paixão.

Errar na escolha é muito fácil, mas ter medo de arriscar também não pode.


  1. Blog da irmã gêmea que a minha escondeu essa vida toda – Babi Arruda é uma jornalista bárbara e tem uns surtos nesse blog
  2. Outro dia conversei com a Jazz sobre um e-mail que recebi e ela me mandou uma resposta que acalma muito. Leiam mais sobre um e-mail que anda circulando sobre H1N1
  3. O vídeo é velho (2007), acho que na época eu estava em alguma ilha deserta. Enfim, é muito bom – Leila Lopes – No Limite da Morte


Se basta somente um telefonema para acabar momentaneamente com sua carência, a pessoa do outro lado da linha já se torna mais um daqueles não prováveis para um relacionamento duradouro, por uma simples razão, e é o que você diz a todas suas amigas “ele só quer me comer”. Essa acaba virando a desculpa oficial para nunca admitir paixão por aquele corpo fervente e delicioso que você sonha pelo menos uma vez por semana. Ele não te leva a sério, porque tudo funciona no seu tempo. Você não leva ele a sério, porque se ele corre quando você liga, imagina quando aquela loira siliconada ligar, é capaz de te largar nua em pelo só para “comer a vaca”.

Ele diz que você não o procura, mas no fundo o que você espera é que ele te procure, mas não para dizer que quer ficar com você, e sim dizer que quer estar com você. Seus planos são um cinema e um jantar, os deles são um amasso no carro e umas horas no motel. Ele parece desejar só seu corpo, e você desejando um anel de compromisso.

Suas amigas estão namorando e você namorando a vontade de ter um namorado. Eles saem e você sempre vai junto, mas sabe que na hora que te deixarem em casa, o passeio deles continua, enquanto o seu passeio é direto para a cama, sozinha. E ainda assim você não liga pra ele, porque ele não merece ter o prazer do seu corpo, afinal, ele vai sumir mesmo.

E enquanto você pensa isso, ele também está em casa, sem nada para fazer, justamente porquê você não ligou de novo pra ele.

Será que não vale ceder e dar uma chance? E se a realidade for justamente aquela que você tanto falou para as suas amigas, pelo menos a transa pode valer a pena.


  1. Quem me conhece já deve ter lido esse texto, é que eu gosto TANTO dele *.*
  2. Morri com esse vídeo aqui

Só Sei que do Amor Nada Sei – Parte 1

Não nasci para ter várias mulheres
Nasci para me apaixonar
Para me entregar de corpo e alma.

O amor me construiu, e me destruiu
Sou movido por ele e parado por ele
Ele está nas coisas mais simples…
Num olhar, num sorriso, num abraço.

Nascido eu para ser um eterno romântico
jamais poderia negá-lo, ou tentar
Não posso negar, nasci assim… fazer o quê?

Tentei desistir uma vez, deixar de amar
Falhei é claro
Com a raiva ele adormece, às vezes
Mas felizmente, o amor de quem
nasceu para amar volta.
E quando volta, queima mais forte que nunca.

Parece haver uma bomba em mim
prestes a explodir ao menor sinal…
Dum olhar, dum sorriso, dum abraço.

Aqueles que assim como eu, nasceram para amar
Entendem o que eu estou falando…
Ó, como entendem.

Vilão? Herói? Não sei.
Só sei que do amor nada sei
Gosto apenas de admirá-lo
Quando o vejo, quando o sinto.

**** [PÓS-REBOOT] ****

Olha aí… me metendo com algo que eu não tenho o menor conhecimento.

Nem sei se posso chamar isso de um poema, mas para a época que foi escrito, tá ótimo.

Merece uma revisitada também.

Editado dia 4/10/2011