Não chegou a acontecer isso aí da foto. Mas foi por pouco. E seria feio.
Você que lê esse blog já conheceu um pouco dos meus vizinhos quando a copasa fudeu o meu dia. Naquela ocasião eu escrevi: “Fui interfonar para a mais maluca de todas, a mulher do atual síndico que é um cara bacana.” Eu estava completamente errrado. O Síndico é um Banana de Pijama e a mulher dele é uma megera desgraçada.
Você pode achar que eu estou pegando pesado, mas não estou. Quase todo mundo tem problemas com vizinhos e comigo e com minha família não é diferente… seja em Monlevade, seja em BH. E quase sempre também os dois lados estão errados. Mas dessa vez foi um pouco diferente e Cuthroat Bitch da mulher do síndico foi longe demais.
Antes de qualquer coisa, só mora maluco nesse prédio caindo aos pedaços. Já teve drogado que querbou a porta do nosso apartamento, já teve mãe que espancava os filhos, temos um mini-traficante filho de uma mãe que acha que o filho é um santo, uma que acha que o varal do prédio é dela, um pai de família banana que chamaremos aqui de Alan Harper e o General Astolfo conhecido também como Cuthroat Bitch (Amber) que pra ser mais homem que o próprio marido só falta… bem, não falta nada.
Tudo começou com o despertador do meu celular. Eu tenho sérios problemas para acordar cedo, sérios. O volume do meu celular é absurdamente alto e contando que eu coloco o meu celular para começar a me despertar uma hora antes do necessário, causou uma certa nervosia entre os inquilinos. Eu usava o toque de uma sirene de polícia.
Já tem um bom tempo que eu abandonei a sirene, mas mesmo assim meu celular é alto… ou seja, ia dar merda. Mas nunca deu, eles reclamavam e eu não deixo mais o celular tocar a manhã inteira e nem sou louco de voltar a acordar às 6. De qualquer modo já era raiva guardada.
Há umas duas semanas começamos a ter problema com a merda da garagem do prédio. Que é um morro e só, ou seja, quem guarda o carro primeiro tem que tocar na casa do vizinho para pedir a retirada dos carros para poder sair e assim vai. O caso todo girou em torno disso. Banana de Pijama 01 começou a sair cedo de casa e quase todo dia bate aqui em casa para pedir meu irmão para tirar o carro. Até aí tudo bem. Meu irmão também levanta cedo.
Até que um dia, meu irmão demorou um pouco porque estava no banho. Na quinta passada, meu irmão havia trabalhado até alta madrugada e demorou 5 minutos para atender o pedido do Banana. Nesse dia o Alan querendo dar uma de Charlie disse para meu irmão “Cê tá de sacanagem comigo né?”. Puto, meu irmão cantou a jogada “vai dar merda”. Ele não podia estar mais certo. Hoje, tanto eu quanto meu irmão dormimos lá pras 5 e meia da manhã. O que você acha que aconteceu? Merda. Shit Happens, mano.
Meu irmão veio me acordar já dizendo “Velho, aquele merda lá me chamou pra tirar o carro, não acordei e demorei um pouco… sabe o que ele falou? Me chamou de malandro e aquela vadia começou a gritar tudo que é coisa”. Acordei, acendi um cigarro e já comecei a ouvir os gritos da Cuthroat Bitch. Disse que ia chamar Seu Nabi (coitado do Seu Nabi), ia chamar polícia, ia chamar a mãe-do-guarda. Armou o circo com palhaço, malabarista e pipoqueiro.
Como diria o eterno Caco Antibes “TENHO HORROR A POBRE”. Tenho, odeio pobre. Sabe ‘aquelas pobre’ barraqueira? Gritou, sapateou, esganiçou… só faltou coçar o saco e cuspir. Eu e meu irmão tomamos a medida que esse tipo de pessoa mais detesta, fingimos que ela não existia. Eu e ele, como boas pessoas civilizadas, tentamos conversar e resolver a situação tranquilamente, mas a barraqueira deixava? Quando Alan Harper começou a se mostrar tranquilo e começou a conversar como gente… lá veio General Astolfo entrando em cena e mandando ele se calar, colocar o avental, subir logo pra casa para lavar a louça.
Quando eu digo pobre, eu digo pobre de espírito e não de dinheiro. Que fique claro. Porque uma pessoa, que alcançou talvez o topo de sua escalada social, no cargo de Mulher de Síndico, se sinta o Obama… merece simplesmente pena. Eu tenho dó, coitada. Pena mesmo. Quanto a nós, que já fomos roubados (o carro do meu irmão) dentro do prédio, cabe o exercício milenar de paciência e calma (alguém disse Wuuuusaaahhh!?) e antes que a coisa piore, vamos mudar daqui. E tentar dar um pouco de paz ao coitado do Seu Nabi.
Á, e eu terei mais pena ainda quando ela pensar triunfante “Expulsei os dois daqui.”
Tem gente que pensa pequeno demais. Que ela viva a vida medíocre dela aqui enquanto eu e meu irmão vamos buscar um pouco de tranquilidade.
A Zica do Dia hoje será beeeem diferente. Até porque a zica durou o dia todo.
Acordei tranquilamente hoje, ou ontem… bem dia 12 de Maio, já sabendo que o dia estava reservado única e exclusivamente para fazer meu maldito trabalho de produção gráfica, gigante e que ferrou a sala inteira. No caso eu levei mais ferro porque não entreguei outros trabalhos, ocasionando uma inflação neste.
Antes de dar os primeiros passos do dia meu pai – que está passando uns dias aqui em casa para resolver umas coisas em bh – já veio com o pedido que eu mais detesto “Pedro, chama Seu Nabi porque a água acabou”. Seu Nabi – se diz Seu Nabí – é um senhor turco que é dono do prédio e ex-síndico vitalício honorário do mesmo. E sempre que dá merda em alguma coisa eu escuto “Pedro, chama Seu Nabi”. Fico pensando se um dia uma bomba explodir aqui e levar metade do prédio, meu irmão vai acordar e ver metade da sala explodida ele vai dizer “Pedro, chama Seu Nabi”.
Coitado do Seu Nabi, nem síndico é mais e tem que ficar vindo aqui em casa resolver tudo, meu irmão e neste caso meu pai, consideram Seu Nabi mais ou menos como um bombeiro particular 24h deluxe.
Olha, quem me conhece há mais tempo sabe que eu sou uma pessoa difícil, muuuito difícil quando acorda e quando eu acordo de mau humor é ainda pior. E eu estava, porque fui acordado com a mesma frase que venho sendo acordado há uma semana “Pedro, chama Seu Nabi”. Aliás, deviam mandar instalar uma porra de um botão vermelho escrito CHAMAR O SEU NABI aqui em casa, era só apertar e pá-pum! Seu Nabi apareceria rapidamente, com seu sorriso simpático. Que fique claro, eu gosto do Seu Nabi, só sou preguiçoso e não gosto de ficar incomodando os outros por causa de bobeira. Mas Seu Nabi para o meu irmão é tipo o Google, e para o meu pai hoje seria a volta da água.
Eu tinha certeza, a mais absoluta certeza que o prédio inteiro estaria sem água e que a causa era alguma merda que a Copasa tivesse feito ou manutenção da Copasa para não dar merda. No meio disso meu irmão já tinha me ligado dizendo que esse prédio é isso e aquilo e que aquilo era demais, que não aguentava… e eu tentando explicar; calma, isso é coisa da Copasa, já já resolve. E meu pai continuava a clamar pelo Seu Nabi.
Cedi ao ver o olhar do meu pai que dizia “Ê má vontade em!” e liguei para o Google Seu Nabi. Ele me disse que não sabia mas que ao que parece tava todo mundo sem água, ele então disse que iria ligar para Copasa. Para mostrar que sou um bom filho, fui ter com os vizinhos, coisa que eu prefiro jamais ter que fazer. Só tem maluco nessa porra de prédio. Fui interfonar para a mais maluca de todas, a mulher do atual síndico que é um cara bacana. No final das contas tava todo mundo sem água e o salvador da pátria chegou dizendo que rompeu a mãe-do-guarda na Contorno e que ia ficar sem água até 14h.
Eu falei, eu avisei, mas ninguém me escuta. Não me interessa se não foi a Copasa que quebrou a parada, tem água no meio a culpa é dela.
Tudo bem né? Sim, fui finalmente começar o meu trabalho da faculdade. Na hora do almoço foi desvendado de vez o mistério com essa notícia aqui no MG-TV:
blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá A Copasa informou que a obra é para reparar uma adutora, que rompeu no início da manhã.blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá A companhia informou também que o abastecimento de água foi afetado nos bairros blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá Santo Antônioblá blá blá blá blá blá. A normalização do serviço deve ocorrer a partir das 18 h.
18h?!?!? WTF!?
Ok, sem banho para ir para a faculdade. Eis que então a campanhia toca mais uma vez – o que aqui nunca é coisa boa – era uma vizinha, acho que é a mãe do mlk pir4nh4 v1d4 l0k4 do prédio, não sei, não conheço meus vizinhos, só a Dona Zéu que mora no ap do lado. Senhora muito simpática também. Bom, a mulher veio falando da bomba da mãe do guarda que jogava água, mas que não tinha água. Repeti tudo que havia prestado atenção na notícia, até falei em “adutora” sem ter a mínima noção do que diabos é isso. Mas a mulher só queria falar da merda da bomba e que não tinha água, que a bomba não funcionava. E POR QUE DIABOS VOCÊ VEIO TOCAR NA MINHA CASA CARAMBA!? Eu lá tenho cara de bombeiro, ou de encanador? Antes de eu dizer a frase “Dá uma olhada com o síndico”, meu pai todo gentil e prestativo virou pra mim e disse sabe o quê?
“Pedro, chama Seu Nabi”
(¬¬)
Sério, eu dei uma olhada para o meu pai que acho que ele ficou com medo. Eu pensei em gritar “AMAEUNAOVOCHAMAPORRAPUTTAMERDAQUENGFNAFEGJAGEFKALAFHT” mas apenas disse a frase “Olha com o síndico” para a mulher que continuou a olhar pra mim com cara de guaxinim com diarréia. Dentro da minha cabeça eu gritava “VAISEFUDECARALHOCHAMAAPORRADOSINDICOENAOMEENCHEOSACO”. Após momentos de dúvidas sobre minha paciência, meu insistiu mais uma vez para falar com Seu Nabi. Dizendo “Afszgrupljkaphzkayavka” – tipo um mantra, saca? – 10 vezes entre os dentes fui ligar, meu pai chegou pra mim e eu gesticulando como um louco para a porta. Os gestos diziam algo como ‘vo matar essa mulher, e você vai junto’ ou ‘puta mulher folgada, vochutáacaradela’, coisas assim.
Graças aos céus Seu Nabi não estava em casa. Meu pai então foi lá falar com a mulher, acho que eles desceram até a tal da bomba e meu pai conseguiu alguma água para pelo menos forçar a discarga, porque meu amigo, o negócio tava feio.
Continuei então com meu querido trabalho e fiquei tranquilo, até que…
“Pedro, dá uma ligada pra copasa aí”
Pare de rir. Isso é sério, queria ver se fosse com você.
Eu tentando transparecer calma – PORQUE EU SOU UMA PESSOA CALMA OK!? – disse
“Pai, sério… não brinca comigo, que DIFERENÇA vai fazer eu ligar pra Copasa? Os caras tão arrumando o negócio, de que vai adiantar eu ligar?”
Ele simplesmente se limitou a um “Então tá bom”.
Fiquei pensando comigo, imaginando o que se passava na cabeça do meu pai… será que ele achava que o atendente ia ver um botãozinho piscando escrito “Pedro Américo” e iria dizer “Iiiiih Fudeu! O Pedro tá ligando, Gérson! Ô Gérson! Liga correndo aí pro Mendonça e fala pra terminar a obra lá e ligar a água que o Pedro tá ligando aqui”.
Gente, aqui fica a dica do dia para vocês: NÃO…. ADIANTA… PORRA…. NENHUMA…. VOCÊ… LIGAR! *a não ser para saber o que aconteceu. Ou você acha mesmo que só porque você ligou eles vão terminar o serviço mais rápido? E outra coisa, saber a que horas o serviço não muda o fato de que ele irá demora O MESMO tempo para ficar pronto. Mania de saber das coisas sô.
Bom, 18h30 me aprontei sem banho para ir pra faculdade, enquanto a água voltava aos poucos.
E não, não acabou.
Cheguei ao ponto do ônibus exatamente às 18:47 – sobre este ponto e essa linha de ônibus que eu pego, não vou falar muito porque esse post está mais do que gigante. Falo em outro post. Bom, você consegue imaginar o que aconteceu? Não mesmo? Eu conto.
Exatamente às 19:39 (quase UMA HORA) apareceu o ônibus subindo o morro e chegando ao ponto. Eis então que surge outro… e depois mais outro… e pasmen, mais um. 4 MALDITOS ÔNIBUS JUTNTOS.
Um doce para quem adivinhar a causa de todo esse atraso na linha.
Obrigado Copasa, você literalmente fudeu o meu dia.
Essa, definitivamente não foi uma semana boa. Vou lhes contar porquê.
Como há alguns fins de semanas passados, eu não fiz o que deveria fazer no fim de semana, coisas como terminar freelas, trabalhos de faculdade, ler, postar, fazer coisas. Na segunda-feira já acordei com um arrependimento latente e uma grande preocupação: TIDIR. Essas cinco letrinhas aí, são o meu trabalho final da faculdade. Todo semestre temos isso, que é mais do que um ‘simples’ trabalho final, é também uma matéria do semestre como outra qualquer. Bom, resumindo: é uma merda foda que dá trabalho pra caralho e até hoje a faculdade não sabe aplicá-lo da maneira correta.
Pois bem, na segunda-feira, apresentei o meu trabalho final de Publicidade Interativa, por incrível que pareça, correu tudo bem. Eis que um grandissíssimo filha-da-puta dá a fatídica notícia: “A entrega do trabalho final (TIDIR) é para amanhã e a apresentação é na quarta.” Eu simplesmente disse: PUTA MERDA. Pensei em fugir, voltar na outra semana e dizer que tive amnésia, que tive que operar, que quebrei a perna – talvez devesse quebrar a perna de verdade – tudo isso por um motivo: O trabalho estava LONGE de estar pronto. O grupo se reuniu, dividimos as tarefas e beleza.
Terça-feira cheguei atrasado na agência como de costume e implorei pelamordedeus para que não me passassem nenhuma demanda. Tudo por causa do maldito TIDIR. Eis que fiquei o dia por conta e tudo mais, além de conseguir fazer algumas demandas pequenas da agência. Na hora de entregar o trabalho, lógicamente foi uma correria, xingos, gritos, vontade de matar alguém, vontade de se matar. Entregamos. 5 minutos depois, descobrimos uma pá de erros no trabalho. Ótimo, não vale 40 pontos não é mesmo?
Quarta. Eita, esse dia foi de uma beleza mística incomparável. 4349 e-mails trocados durante o dia acertando a apresentação do trabalho. Mas antes de falar sobre o trabalho tenho que contar sobre o Ataque Dos Motoristas: Eu estava indo de ônibus, maluco pensando no trabalho quando acontece uma freiada brusca (a mulher voando no meio do ônibus foi quase engraçado), até aí tudo bem – o trânsito de BH é uma completa merda – eis que surge do nada outra freada, pior ainda. E eu lá pensando “era só o que me faltava” (pois lógicamente eu estava atrasado). Então, entre gritos das senhoras de idade, o motorista me desce do ônibus – que estava parado no meio da Avenida Cristovão Colombo – e CAI NA PORRADA com o motorista de taxi que tinha fechado o ônibus. Incrível não? Conclusão da história: o motorista do ônibus tomou porrada pra caramba, se ensanguentou todo, e enquanto eu passava (após chingar o trocador para que ele abrisse a porta e eu continuasse meu caminho a pé) 409 policias já ‘cercavam’ o local. Afinal de contas, estávamos quase na praça da liberdade, e ali tem puliça bagarai.
Voltando ao trabalho. Slides sendo feitos, cd’s sendo gravados, mais e-mails enviados e é claro…que deu merda. Os slides tinham erro, a pessoa do grupo escolhida para apresentar ficou LENDO OS MALDITOS SLIDES. No meio da apresentação tive vontades variadas: mato, pulo no pescoço, dou tapa na cara, grito no ouvido ou quebro-lhe os dentes? Não decidi, mas quase pulei pela janela da sala, só não pulei porque não era alto o suficiente. Talvez tenhamos conseguido salvar o trabalho nos últimos 3 minutos e nas perguntas da banca para o grupo. Eu disse talvez…ok?
O trabalho se resumia em criar e ‘produzir’ um evento e fazer uma campanha para vender o mesmo, vê aí o comercial que nós (eu) fizemos (fiz):
Daí pra frente eu pensei, “bah, por bem ou por mal o trabalho está entregue e apresentado. Durante o dia tivemos a visão de dois grandes idiotas: um que tentava colocar o carro em uma vaga igual fazíamos em GTA, batendo no carro da frente e no de trás para ver se dava uma empurradinha – a mulher dona do carro de trás ficou louca da vida. Depois a história na lanchonete, onde um completo energúmeno, foi reclamar a falta de duas empadas no pedido que os colegas de ‘firma’ haviam comprado mais cedo. De recordação fica a brilhante frase: “Você concorda comigo que todo mundo lancha?”. Jovem tolo. Bom pensei assim “Hoje é só ir na faculdade assistir – obrigado – a alguma palestra e chegar cedo em casa”. Fui assistir a palestra que deveria durar no máximo UMA HORA. Durou quase duas e foi uma completa desgraça. O meu ônibus demorou mais uma e eu fiquei puto demais. Cheguei em casa nas mesmas 11 horas da noite que são as usuais.
Ontem foi o único dia legal da semana, assisti apenas a meia hora de uma palestra (que por sinal essa meia hora foi infinitamente melhor que as duas horas da outra – vai render até post aqui), encontrei pessoas bacanas que eu não via há muito tempo. Passei umas horas conversando com o Jorge, professor de Publicidade Interativa, depois, já indo para casa, encontrei com o “pessoal” na mesa do bar com dois gringos! Sim, a noite estava feita. Gringos, mais bebida, só pode dar em muita risada. Os gringos eram: Derrick “Phil Collins” Lee – Inglês e Allen “não-sei” – Francês. Dois velhinos bem bacanas. Nem tão velhinhos assim. Usei todo o meu inglês auto ditada “Egotrip: Aprendi inglês sozinho mesmo, e meu amigo torcedor do West Ham, Derrick ficou abismado por meu inglês ser auto ditada e ser muito bom”
Melhores Momentos com os gringos – Lembrando que apenas Eu, Felipinho e Isabella sabíamos falar inglês:
- Yo hablo a little – By: Jean Pierre (o João Pedro que não sabia falar era merda nenhuma)
- Mi Father – Adivinhem
- Eu entendia mais os gringos falando do que meu amigo Felipinho, que falava um inglês mais difícil que dos ingleses
- A conta: 266 Reais (¬¬’)
- Eu dizendo para o Derrick que se eu tivesse carro iria levá-los para uma Casa da Luz Vermelha e ele ficando abismado. Lógicamente consertei a besteira dizendo que apenas iria levá-los para outro lugar, com mais mulheres
- Fizemos os dois gritarem “GALO” e ainda prometeram ir no jogo de amanhã
- Felipinho conversando em inglês com todos da mesa, inclusive os brasileiros.
- João conversando em qualquer língua e todas misturadas com todo mundo
- O Derrick escondendo dinheiro na meia
- “O joão, então vai dar 15 reais pra cada um?” – “Yeah!” ( AHAHAHAHAHHAHAHA)
Leave A Comment