
Desde que mudei para São Paulo tenho participado de muito evento sobre internet e publicidade. Na verdade desde que me mudei pra cá tô em um ritmo bem rápido, talvez é uma característica da própria cidade, mas infelizmente isso acabou me fazendo sacrificar uns post, na verdade minha vida na net inteira.
Porém, se por um lado estava desligada do mundo virtual, se é que existe a divisão real-virtual, no mundo real minha participação aumentou, conheci varias pessoas e conversei com bastante gente o que me fez abrir bastante a cabeça para novas idéias e confirmar algumas como a do mundo Beta.
No ano passado fui a uma palestra sobre tendências e uma das tendências para o futuro será o mundo Beta e conversando esses dias em um grupo no The Hub estávamos comprovando que o mundo Beta já está a nossa porta.
Por isso “Bem vindo ao mundo Beta” onde o ser humano está mais humilde e assume que ele erra e por isso tudo estará em constante melhora, um mundo mais rápido e dinâmico, onde a opinião do consumidor tem grande importância para o produto que será entregue.
A internet é uma plataforma onde esse mundo já está se instalando, não é de hoje que vários produtos estão como beta e assim ficam anos, como o caso do Orkut ou do Yahoo!Mail que hoje já saíu da versão beta e hoje ganhou a versão definitiva, ou simplesmente sem beta no nome. Mas no futuro essas ferramentas tenderão a ser betas para sempre, sempre em teste sendo sempre melhoradas e com preferência na opinião do cliente.
É possível ir além do meio online e mostrar que a atitude do beta já está sendo usada por grandes cabeças, como na campanha do Obama, que segundo o marketeiro da campanha, Scott Goodstein, todas as mídias não tradicionais usadas foram testes, se desse certo continuavam e se não estava fora.
Todavia, se por um lado alguns estão no mundo beta, outros ainda estão longe de aceitar uma realidade onde tudo será teste, onde o homem se assume como um ser imperfeito e que busca sempre melhorar ouvindo o que os outros têm a dizer ai sim você irá perceber que está no mundo Beta.
Desde que mudei para São Paulo tenho participado de muito evento sobre internet e publicidade. Na verdade desde que me mudei pra cá tô em um ritmo bem rápido, talvez é uma característica da própria cidade, mas infelizmente isso acabou me fazendo sacrificar uns post, na verdade minha vida na net inteira.
Porém, se por um lado estava desligada do mundo virtual, se é que existe a divisão real-virtual, no mundo real minha participação aumentou, conheci varias pessoas e conversei com bastante gente o que me fez abrir bastante a cabeça para novas idéias e confirmar algumas como a do mundo Beta.
No ano passado fui a uma palestra sobre tendências e uma das tendências para o futuro será o mundo Beta e conversando esses dias em um grupo no The Hub estávamos comprovando que o mundo Beta já está a nossa porta.
Por isso “Bem vindo ao mundo Beta” onde o ser humano está mais humilde e assume que ele erra e por isso tudo estará em constante melhora, um mundo mais rápido e dinâmico, onde a opinião do consumidor tem grande importância para o produto que será entregue.
A internet é uma plataforma onde esse mundo já está se instalando, não é de hoje que vários produtos estão como beta e assim ficam anos, como o caso do Orkut ou do Yahoo!Mail que hoje já saíram das versões betas e hoje ganharam a versão definitiva, ou simplesmente sem beta no nome. Mas no futuro essas ferramentas tenderão a ser betas para sempre, sempre em teste sendo sempre melhoradas e com preferência na opinião do cliente.
É possível ir além do meio online e mostrar que a atitude do beta já está sendo usada por grandes cabeças, como na campanha do Obama, que segundo o marketeiro da campanha, Scott Goodstein, todas as mídias não tradicionais usadas foram testes, se desse certo continuavam e se não estava fora.
Todavia, se por um lado alguns estão no mundo beta, outros ainda estão longe de aceitar uma realidade onde tudo será teste, onde o homem se assume como um ser imperfeito e que busca sempre melhorar ouvindo o que os outros têm a dizer ai sim você irá perceber que está no mundo Beta.

Hoje desde cedo estou recebendo twitts sobre o flashmob de vingança ao restaurante Rancho Fundo. Para quem não conhece o Rancho Fundo é um restaurante de comida mineira especializado na culinaria mineira que faz bastante sucesso em Belo horizonte, eles costumam receber varias caravanas de pessoas de fora, o que fez com que ele ficasse famoso por pessoas de outras cidades.
Mesmo sendo bem conhecido na cidade ele faz intensa campanha para atrair público, não que ele fique vazio e a comida seja ruim (nunca fui mas dizem que é boa), é simplesmente uma campanha para atrair as pessoas para dentro do estabelecimento. Porém a abordagem tática que eles usam está causando revolta em muita gente, toda a campanha se baseia em SPAM’s. Por mais que a maioria das pessoas sintam calafrios quando é dito essa palavra, eles resolveram trabalhar assim. Vou exemplificar algumas campanhas para que vocês entendam melhor as campanhas deles.
Orkut
Deixam sempre um recado. “venha para o sertanejo” ou “venha para o carnaval”. Na verdade toda a vez que leio isso penso, meu Deus será que alguém mais leu? Que vergonha, vão achar que eu to freqüentando esse lugar. E eu que normalmente não tenho costume de apagar recado de Orkut corro para apagar.
SMS
Achando que é maior novidade do mundo eles compram nossos números e mandam mensagens todo o final de semana sobre o que? Carnaval e sertanejo.
SPAM de twitter nem é necessário dizer como. Veja e note que não é o usuário direto que envia são contas de usuários que retuitam a mensagem que curiosamente não tem nenhuma foto.


Legenda: Reparem minhas abas, mas não deixem de olhar os twitters
Pois então agora chegou a nossa vez e o primeiro flashmob contra uma empresa está chegando. O pessoal de BH está promovendo um flashmob contra o SPAM via twitter do Rancho fundo. Segundo o blog do Alex Bolt hoje a partir da 16h todos que quiserem ligar e mandar uma mensagem bem bacana e direta pra eles podem fazer no telefone 31 8422 2133. Isso vai ser uma espécie de SPAM contra SPAM.
Na verdade eu espero muito que dê certo e que os donos da conta do Rancho Fundo se toquem que essa não é a melhor maneira de atingir o público.
Em uma época de branding eles nadam contra a maré.

Olá Leitores. Au contraire do que estão achando, não morri (pelo menos eu acho). Aos novos colaboradores, olá. Nem fomos apresentados ainda. Prazer, Neto Macedo. Me afastei um pouco do blog (mas não abandonei minha cadeira aqui) porque estava abrindo uma agência. Quer dizer, ainda estou abrindo. É uma agência de publicidade e propaganda que fica em Montes Claros, no Norte de Minas (vem ni mim, pagerank). Se chama Elefantte e a história do nome é bem legal. Escolhemos o nome em homenagem ao Pedro. Pegamos o primeiro nome bizarro estranho que apareceu. Ficou Elefantte com dois tês porque com um só não estava disponível para registro de domínio.
Agora sou Sócio-diretor redator de arte de criamento (mistura de criação e atendimento) da agência junto com o Samuel Reis. Um título pomposo pra quem passa o dia inteiro dentro de uma sala quente escrevendo e correndo atrás de Deuses do Olimpo clientes.
Enfim, agora eu devo postar menos por aqui. A quantidade diminui, mas a qualidade duvidosa continua a mesma. Lá vai mais uma crônica para os leitores e um abraço para os novos colaboradores.
***
Era pobre. Definitivamente. E sobre isso não há sombra de dúvidas. Não tinha dinheiro e ainda tinha que imprimir um currículo para pedir emprego. Era do tipo que trocava o almoço pela janta. Não sabia se ia de ônibus pois, se pegasse a condução, não almoçava, e se almoçasse, ia a pé de barriga meio cheia, pois a refeição era frugal e não lhe satisfazia.
Almoçou e foi a pé. Tinha de achar uma copiadora qualquer na área central da cidade para imprimir o seu curriculum vitae, documento que, supostamente, conteria informações sobre toda sua vida profissional, que não era muito extensa, e sobre suas habilidades e aptidões. Enfim, uma farsa. Iria trabalhar como assalariado, como a maioria da cidade, para o resto da vida.
Por incrível que pareça, tinha um nome, característica que é aparentemente o sinal máximo de individualidade do ser humano. Um nome que dizia que ele, era ele, apesar de se infundir no meio da massa de pessoas caminhando às ruas da cidade, como qualquer rosto, qualquer voz, qualquer olhar. Anônimo. Homônimo. O nome era Antônio.
O calor era insuportável, e o suor já lhe escorria na testa. O barulho de carros, de gente, do centro urbano já se misturava em sua cabeça num zumbido indefinível que lhe causava asco. Suas origens eram rurais, assim como seus costumes, e não se acostumava àquela loucura. Precisava trabalhar e ganhar dinheiro para comer, para morar, para viver e assistir às matinês de sábado. De graça nessa vida, só a morte, dizia o pai. E à lista de serviços gratuitos da vida Antônio acrescentava mais um item. A indiferença.
Entrou no estabelecimento. O calor parecia ter aumentado, talvez devido ao tamanho minúsculo do lugar, e a quantidade de computadores enfileirados em mesas. Era um daqueles novos estabelecimentos dos tempos modernos: uma lan house. Não estava cheio. Havia uma moça num canto, compenetrada na tela da máquina, e um rapaz sentado na mesa da recepção, provavelmente olhando para a tela do seu computador só por automatismo, pois já não tinha mais onde olhar. O rapaz parou e o olhou nos olhos:
- O que o senhor deseja?
Perguntou o preço da impressão. O seu olhar era humilde e fitava o chão. Tinha 63 centavos e rezava para que o preço não passasse desse valor. O rapaz olhou o arquivo. Tinha três páginas.
- Olha moço, isso aqui fica a um e cinquenta.
Um e cinquenta. O preço do ingresso na concorrência de um emprego. Só que Antônio não conhecia uma coisa. Coisa que só foi compreender quando saiu da loja com o currículo em mãos. Seres humanos se compreendem. Um olhar diz muita coisa. E foi por causa dessa característica intrínsecamente humana que Antônio viu nos olhos do rapaz uma compaixão plena, um olhar de quem sabia o que se sofre para conseguir trabalhar. E o rapaz viu nos olhos de antônio a dor e o sentimento de impotência perante a vida, perante a incapacidade de alcançar dignidade. Num gesto de cumplicidade, o rapaz se aproximou de Antônio:
- Quanto você tem? – perguntou, adivinhando que Antônio não possuía a quantia.
- 63 centavos.
- Faz o seguinte. Eu te faço aqui a impressão, você me dá o dinheiro que você tem, e a gente deixa por isso mesmo.
Antônio entregou as moedas ao rapaz, recebeu o papel que supostamente continha sua vida impressa e agradeceu. Saiu pela porta, não sem antes levar discretamente a bolsa de uma das clientes. Nessa vida, nada é de graça. E a riqueza não passa incólume à pobreza.
***
1 – Saí da fase da violência e do sexo e fui para a fase das mazelas sociais. Esperem eu voltar a ler o Rubem Fonseca que eu arrumo um machado manchado de sangue e prostitutas pra enfiar nessa história.
2 – Eu tenho um formspring. Só não vale perguntar de propaganda. AQUI.
3 – Só pra ter certeza. Google, você pegou a URL da minha Agência de Propaganda e Produtora? Obrigado. ^^

Esse assunto é polemico, antigo e chato, mas pelo que parece não estamos nem perto de um acordo entre os produtores e consumidores.
Para quem fez algum curso da área de comunicação, artes, música e direito deve estar bem a par do funcionamento dessas leis, mas se alguém tivesse aulas com meu professor Frank da Matta (gracinha, como dizia a Hebe, opa diz) teria um posicionamento sobre o tema. Para ele o artista não ganha dinheiro com a obra em si, mas com que se fazia com ela. Exemplo um músico ganha com os shows, um cineasta ganha com os produtos vendidos e assim cada um tem o seu fundo de lucro. Mas, como ganhar dinheiro não é o ponto que eu quero chegar aqui.
Na verdade as certezas que temos hoje é que o artista se sente roubado por não ganhar com a venda de produtos e o consumidor se sente assaltado com os preços, principalmente se for de países com altas taxas de imposto como a nossa.
Porém hoje a minha maior preocupação é nas mãos de quem está à decisão do futuro das leis de direitos autorais e da internet. É de conhecimento que o deputado mineiro, Eduardo Azeredo, está colocando a cabeça em risco com seu projeto de lei, para quem não conhece entre no link. Esse projeto restringe muito a rede e não compensa o sacrifício da liberdade que temos hoje para modelos fechados. Vide China que estourou a paciência do Google com ataques diretos ao Gmail, fazendo o Google se rebelar e tirar todos os filtros. Mas o caso da China é ainda diferente. Na verdade eu quero chegar na competência da pessoa em fazer uma lei assim, eu não conheço o deputado tão bem, mas não votaria nele para criar leis sobre a internet. Polemizei? Bem, é a verdade, ainda mais com o histórico dos políticos mineiros e a censura. Esse site pode sair do ar a qualquer momento. Vou parar.
Depois de toda essa volta quero dar uma boa noticia sobre uma vitória dos direitos autorais. Comemorem, é um grande passo para o Brasil. Em São Paulo, na cidade de Itu, uma boate conseguiu habeas corpus (por mais estranho que parece para os não advogados o habeas corpus para um estabelecimento comercial) afirmando que as músicas tocadas no interior da boate sem pagamento não era crime. Nunca antes na história do Brasil alguém conseguiu tal feito e na verdade, isso já é uma amostra do enfraquecimento do direito autoral e da indústria da música, principalmente no ECAD (o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição de direitos autorais), que tem esse tipo de pagamento como a maior fonte de renda.
Agora é esperar pra ver onde vamos chegar. Como disse Bôscoli dono da Trama Records:”… já sabíamos que uma empresa de música teria futuro, mas uma gravadora, não.” E olha que ele foi pioneiro no Brasil em ver que a musica vende tudo, mochila, caderno, pen drive, notebook, roupa, vídeo game, tênis, etc. é dele também o projeto onde disponibiliza tudo na rede, quem se interessar olha no site da Trama, ele disponibiliza desde o áudio até o encarte e quem paga é a publicidade.
*****
Como o Pedro disse vou me abrindo com o tempo, aguardem….
Frio na barriga pelo primeiro post…ui!



Então, vocês sabem que a coisa que eu mais gosto de fazer aqui no blog é criar novas seções. Não é segredo para ninguém que ao invés de postar nas (milhares) de seções existentes eu prefiro criar novas, acho que vocês irão gostar dessa e também acho que irei postar mais vezes nela porque serão posts pequenos. Aliás, o que está dificultando e muito postar aqui é exatamente tempo para os longos textos.
Bom, vou explicar rapidinho do que se trata essa seção:
Comentando Propaganda será tomatada em comerciais, anúncios de revista e jornal, spots, ações on-line, outdoors, ou seja, eu (e convidados especiais) vamos escrachar as péssimas propagandas que vemos por aí. Pois é, boa propaganda também pode aparecer, quem sabe. Mas de blog de boa propaganda o mundo tá cheio – que o diga o B#9 – então aqui vamos detonar.
Talvez você não saiba porque fica tão incomodado com certos comerciais na TV, ou alguns anúncios em uma revista ou com uma tentativa frustrada-desesperada de “novas” agências fazerem um viralzinho. Eu sei. É porque é ruim. Há vários motivos para serem ruins, conceito equivocado, texto ruim, visual ruim, vermelho com azul, comic sans, tem de tudo. Quando você gosta de propaganda é por que é boa. É siples assim. E quando eu digo você, digo você que não tem nada a ver com propaganda – ou seja, não estuda, trabalha com isso – você na posição daquilo que os dinossauros chamam de target. Talvez você não saiba, mas para os dinossauros você está mais ou menos dentro de: Homens e Mulheres, de 16 a 28 anos, classe A, B e C. É consideram você como um simples número… tudo bem, não vou me alongar muito nisso, é assunto para outro post.
***
A propaganda escolhida de hoje é uma das que eu mais ODEIO. Sério, eu fico simplesmente PUTO quando vejo essa propaganda. [Consciência ON]Calma Pedro, porra! Não dá uma de descontrolado não… criticar o trabalho de outras pessoas é complicado, relaxa e critique como gente[Consciência OFF]
Bom, vejam o comercial que eu vou analisar depois.
*Eu queria o comercial em português mas não encontrei. Mas esse serve.
Como vocês podem perceber esse é mais um daqueles comerciais que a agência internacional fez e eles atocham pelo mundo afora. Esse é o primeiro grande erro. Uma propaganda feita para americanos (em raros casos) irá funcionar para um público diferente. E aqui no Brasil não seria diferente. De qualquer forma, vamos considerar porque é tão errado veicular esse comercial aqui.
Segundo erro. Um cantor de Rap Hip-Hop whatever Star no BRASIL!? Oi? Branco ainda por cima? [nem vem encher o saco com "preconceito" o único branco que aqui no Brasil o povo gosta cantando isso é o Eminem, e por povo entenda-se pouca gente. Essa onda de Hip-Hop aqui já acabou faz tempo. Graças ao bom Deus.]
Terceiro erro. Será que é tão difícil assim criar comercial para desodorante? Os femininos são ambientados em um mundo onde as mulheres ficam esfregando o suvaco na cara de todo mundo. Já os masculinos – desde o horrível Avanço (ô desodorante ruim) – é sempre a mesma coisa: passe o nosso desodorante que gostosas incríveis irão pular no seu pescoço a qualquer momento o dia todo.
Quarto Erro. Meu, na boa. Se metade de um carro, puxado por uma força invisível destruisse a entrada da minha casa e a parede do meu quarto – sem falar no quarto em si – independente de ter três gostosas dentro [Consciência ON]Eu se fosse você pensaria direito antes de dizer isso….. ok, continue[Consciência OFF] eu iria ficar LOUCO da vida. Puta merda. Com a grana que eu teria que gastar para consertar tudo, eu contratava três putas bem melhores e comeria feliz.
Olha, eu acho esse comercial tão merda, mas tão merda, que nem nos EUA da vida eu sei se seria bom.
Só para constar, eu uso desodorantes Dove. Mas sem fru-fru. Aquele branco de tampa azul. Aerosol, ok? Rolon é muito anos 90.
***
1 – Antes que venha com aquele papinho de “faz melhor então” ou coisas do tipo muita coisa dita aqui nessa seção é brincadeira escrota mesmo, para avacalhar. Como publicitário sei como é difícil criar coisas boas com tanto antendimento ruim, tanto cliente cabeça-dura, etc, etc.
2 – Mas que o comercial é uma bosta, isso ele é.
3 – Falando nisso tudo, vejam – enfim – a nova logo do Crepúsculo. Imaginem como será o novo layout. =D

Bom, eu já havia postado uma vez nesta seção e nunca mais – assim como em várias outras – e como eu prometi dar uma organizada nesse mundo de seções e também voltar a postar em algumas delas, aqui vai mais um post com alguma coisa de Design, no caso Wallpappers.
Eu adoro esse negócio, troco o meu de 2 em 2 semanas praticamente… o que mais durou foi o do Michael Jackson, que eu tirei hoje. Coloquei o quinto aqui da galeria. São 10 Wallpappers bem bacanudos para você fazer o que quiser, até colocar como Walpapper.. dãr! Clique em Leia mais para ver o resto! Vale a pena.
Antes que eu me esqueça, é só clicar na imagem que você vai poder escolher os tamanhos e formas para baixar para seu computador.
Clique e veja o Resto (eu não aprendi a mudar o nome do link)….

Bom, já nem me lembro mais qual foi a última vez que postei nesta seção. Isso porque esse blog tem 3 publicitários. Mas de qualquer maneira, como eu estou reativando velhas seções e criando novas… porque não voltar com tudo com a seção Grandes Propagandas.
E voltamos com uma belíssima seleção de comerciais de cerveja. Não é uma lista de melhores da história, muito menos um melhor que o outro. São apenas 7 comerciais memoráveis de cerveja no mundo todo. E eu sei que grandes ficaram de fora. E como quem manda aqui sou eu, seguem aí os grandes comerciais que eu e o Neto listamos para colocar aqui:
E vamos começar com um Brazuca, da Antártica, um dos melhores comerciais de cerveja que eu já vi. Bebi Antártica como um louco quando rolou a camapanha. Tenho certeza que vocês irão concordar.
Seguindo com um dos comerciais mais premiados/copiados/lembrado/idolatrados da história. O maravilhoso Budweiser Wassup
Aaaaa… esse aqui não tem nem o que falar. Só digo o seguinte: Divida com um amigo. Ou dois.
Olha, esse aqui se comentar estraga. Ganhou prêmio atrás de prêmio, como disse o Neto “o mais premiado da Inglaterra, quiçá do mundo”. Fiel ao conceito da guiness de que Coisas boas sempre acontecem com quem sabe esperar.
Mais um comercial Brazuca, esse um jingle belíssimo e no todo um comercial perfeito da skol, ouro no CCSP criação de Fábio Fernandes da F/Nazca
Esse aqui jamais poderia faltar. Vocês sabem qual é, porque todo mundo viu… mas de tão bom nunca é demais ver denovo. Heinekken
Por último, mais um da Skol que eu simplesmente adoro. Dispensa comentários. Isso aí é ser um homem jovem. Ahahahaha.
Isso aí também prova que para vender cerveja não precisa colocar um monte de mulher de biquíni falando que a cerveja é boa. As melhores, mais premiadas e mais lembradas são exatamente o contrário.
Bom, por hoje é só. Espero que tenham gostado, porque além de ser uma paixão ver e rever bons comerciais, uma seleção dessa sempre vale a pena fazer. Se você gosta muito de algum comercial de cerveja que não está aqui, deixe o link aí nos comentários. E diga também, qual dos 7 é o seu preferido.
***
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Post de propaganda os links obrigatórios são:
1 – CCSP – O Clube de Criação de São Paulo. Você encontra os melhores comerciais já feitos no Brasil. “Só” isso.
2 – Puta Sacada. A cada post um anúncio melhor que o outro.
3 – Portfólio Sem Vergonha. Sempre tem um Briefing para você participar, vale a pena demais para quem está montando um portfolio ou apenas para exercitar.
Não, não será um “10 Dicas Para se Tornar Publicitário”. Até porque eu sou um iniciante, e não tenho nem topete, nem experiência para tais dicas. O sentido da pergunta do título é outro. É mais como “Deus, o que terei que fazer para entrar…” do que “Opa! Mais um publicitário descolado dando toques geniais de…”.
As primeiras coisas que falam para você, quando você diz que quer ser publicitário são: “Dá dinheiro?” (geralmente algum familiar) ou “Cara, eu não faria isso. Eu que estou nisso, já adianto: não tem glamour nenhum, pelo contrário, é feio, um ramo muito sujo, viu cara? Por que você não tenta engenharia?” (Publicitário fracassado. Não conseguiu ganhar nada, se desiludiu. O propósito da vida é não deixar mais ninguém ser publicitário).
Qualquer uma das duas coisas é broxante (não poderia usar outra palavra). Mas, ouvir de um cara, que é a figura de tudo que você quer ser, falar para você desistir antes mesmo de tentar. Isso acaba com qualquer um. Temos saídas para ambas: “Pô, pai. Existem altos negos que ganham muita grana fazendo isso”. Não que você vá ganhar, mas dizer “Pai, é muito dificíl. Provavelmente não”, é bem pior. Para o publicitário desiludido, ou você diz para ele ir para a casa do…(é, lá mesmo) ou desiste e tenta ser engenheiro.
Outra coisa chata, que é culpa da infinidade de jumentos que entram na faculdade para isso “Porque é fácil”, dizem eles. E porque todo mundo (todo mundo mesmo) tem certeza que você é um dos jumentos ou quer ir para a criação, por que acha que lá é lugar de um monte de maluco olhando para o nada e fazendo brotar idéias geniais. E poxa, todos querem ser descolados, geniais. Então é por isso que esse bando de muleque tenta ser publicitário.
Certo e errado. Certo por causa da real infinidade de jumentos nas faculdades e por causa da galera descolada que de tanto falarem “Faz publicidade? Sabia. É a sua cara.” Ele acaba acreditanto. Mas errado, por que existem homens e mulheres, que estão ali para aprender o máximo possível. Pois na faculdade você vê apenas a pontinha do iceberg. Aprender mesmo, só no mercado. E eles sabem disso, querem aprender para ter uma chance no mercado, para aprender mais e… Pimba!
Mas é aí que voltamos à nossa pergunta. Como começar com tanto preconceito, com tanto julgamento, com tanta generalização e com tanta desilusão?
Só posso dizer que ainda estou tentando responder a essa pergunta. Como? Trabalhando, tentando, acreditando e principalmente errando. Errar sem medo é o segredo. Errar e trabalhar como um louco para fazer certo tem um sabor mais que especial. É somar experiência (para não errar mais) e mostrar que você consegue absorver críticas e transformá-las em combustível.
Pedro Américo.
**** [PÓS-REBOOT] ****
Mania besta de assinar post.
Editado dia 4/10/2011







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