Bom, para dar um tempo nos textos resolvi abrir uma nova seção dentro da seção de música do blog. Na seção “Para gostar de:” vou apresentar algumas bandas que não são tão conhecidas da maioria das pessoas. Vou contar um pouco da história de cada banda e mostrar algumas de suas obras-primas. Claro que a maioria delas você já ouviu falar ou já escutou uma ou outra música. Mas é bem legal saber a história da banda e tudo mais. Eu vou começar com uma banda nova – bem, não tão nova assim – que talvez muitos aí não conheçam, mas que é uma das grandes bandas que sugiram nos últimos tempos. Wolfmother.

A banda é formada por 3 australianos, Andrew Stockdale (vocal e guitarra), Chris Ross (baixo e teclado) e Myles Heskett (bateria). Ao ouvir pela primeira vez você vai ser simplesmente transportado para outra época, mais precisamente para a década de 70. Quando ouvi o single “Woman” pela primeira vez fiquei um tanto constrangido por nunca ter ouvido falar no tal Wolfmother. Afinal, uma banda tão boa assim dos anos 70 não teria passado despercebida por mim, ou por minhas ‘fontes’. Eis que meu amigo, que acabara de me apresentar a banda disse “Que isso velho, esse aí é o primeiro CD deles, foi lançado em 2005″. Me recusei a acreditar. Aquilo não era possível, aquele som, aquela guitarra, aquela melodia… não, aquilo não podia ser coisa nova. Mas era. Veja você mesmo o clip de Woman, o primeiro sucesso dos caras.

Não é de tirar o fôlego? Pois então, esse foi o primeiro sucesso deles, chegaram a ganhar um Grammy de Melhor Desempenho de Hard Rock por ela. Eis que ouvi o disco uma, duas, três…mil vezes. 12 músicas maravilhosas. Você realmente se teletransporta, se você é como eu que gosta do bom, velho e cru Rock N’ Roll, vai amar Wolfmother. Antes de continuar, uma pequena parada para você ouvir a música que é de longe a melhor do grupo, Joker and The Thief. E ainda temos ótimas músicas como; Mind’s Eye, Dimension e a sensacional White Unicorn. No Youtube* tem mais.

Bom, agora que eu já fiz você gostar da banda e começar a procurar em tudo que é canto as músicas para baixar, vou jogar uma bomba**. Crhis, o baixista e Myles o baterista deixaram a banda. Andrews continuará sozinho, e se você entrar no site da banda, pode ver que ele está preparando um novo disco que deveria ter saído em 2007. Com certeza havia algum problema, pois eles lançaram o primeiro disco em 2005. Será que vai ser mais uma banda genial que acaba precocemente? Tomara que não, porque a banda é – ou era – ótima. Resta saber também quanta falta farão os dois integrantes, que pelas performances eram uns músicos fodas.

*Infelizmente não pude colocar os vídeos aqui. A Universal travou os códigos.

**Descobri isso agora, fazendo esse post.

Bom, escutem as músicas dos caras. Vale a pena.

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1 – Uma dica, dê uma passada no Igaum para você ver as peripécias dos japas. Vale a pena demais e o blog dele tá cada dia melhor.

2 – Post FODA da VanessaO que eles não sabem – dica para os cuecas de plantão.

3 – Galera, amanhã eu estreio como colunista no Suspensa, vocês prometem que vão acompanhar?

Eu não canto enquanto dirijo, eu BERRO enquanto dirijo. E pago os micos mais sensacionais do mundo fazendo isso, afinal ninguém consegue deixar de olhar pra uma ruiva berrando “vai, dá tapinha na bundinha, vai”. Sim, eu adoro berrar músicas que eu tenho vergonha de admitir que escuto. Ou vão me dizer que não tem coisa melhor do que gritar um “e quem não gosta de inimigos, vai tomar no c*”? Liberta, sabe?

Quando eu tô tranqüila eu ouço minhas músicas, meu rocks favoritos. Quando eu tô agitada um samba me segura, mas quando to revoltada o nível baixa demais. E só coisa que eu jamais ouviria em casa (em respeito aos meus avós e vizinhos).

Claro que alucino com esse repertório culto, inteligente, emocionante, bonito, delicado, grandioso, trabalhado etc.

Só que eu penso assim: é tosqueira, mas não vou obrigar ninguém a ouvir comigo, até porque no trânsito é relativamente impossível que alguém passe uma música inteira do meu lado ouvindo minha sessão besteira. Santos não congestiona desse jeito pra obrigar um desconhecido a agüentar o pancadão da Nayão! E mesmo com congestionamento, ou eu troco de música ou fecho o vidro.

Se eu não gosto, não vou fazer o mesmo com os outros. E aí nós entramos na minha revolta do dia que eu venho acumulando a meses.

Já é ridículo ouvir “gaiola das popozudas agora fala pra vocês, se elas brincam com a x*n*nha eu faço um homem enlouquecer”, imagina ouvir isso dentro do ônibus/metrô/trem/ocaraleoaquatro. E mais, ouvir uma coisa dessas com o super som de um mp3 player do camelô! Ou pior…do celular da promoção de 30 minutos por R$ 10,00!

Não tem condições!

Eu odeio a popularização. Eu odeio a facilidade para compra de celulares com mp3 player. Eu odeio o comércio de Ipobre com caixinha de som embutida!

Em primeiro lugar: mp3 player tinha que ter apenas espaço para fone de ouvido. Se você ainda assim tiver a infelicidade de ouvir, tens a felicidade da certeza que o pobre coitado vai morrer surdo.

Ai me vão e inventam um filhote de caixa de som pra obrigar as pessoas ao redor a ouvir “Solta esse porra! Senta senta senta aqui essa é nova do copinho..”. E você lá no balanço do busão, na grande troca de calor humano, aquela interação, aquela amizade, um aroma delicioso no ar e o filho de uma boa mãe do teu lado ouvindo no radinho de pilha moderno “Passa passa esfrega nela. Vem que vem que vem com arrasta ela”.

É tão agradável passar alguns minutos/horas desejando ardentemente que o ônibus/metrô/trem freie bruscamente e a pessoa mais legal do mundo voe longe com o seu aparelhinho do inferno e o mesmo quebre em 20 pedacinhos com a queda. Ah, não custa nada sonhar!

É muito simples. Um pouco de bom senso e tudo se resolve. Se eu escuto isso dentro do meu carro, não vou obrigar ninguém a aturar uma viagem inteira. Se eu estou dentro de um veículo público, já saco meu fone de ouvido e não atrapalho ninguém. Oras, tão fácil.

1 – Se você tem essa mania de pendurar o celular/mp3 no pescoço e colocar no volume máximo pra todo mundo escutar, compre um fone de ouvido URGENTE.

2 – Saldo do carnaval: repertório de funk renovado, um roxo no ombro, bolhas nos pés, um roxo no pé, um tornozelo torcido, 2 dias com pés e mãos inchados (meu chinelo mais largo não entrava, e meu anel não saia), mas eu to feliz =D

3 – Eu só berro funk no carro quando eu to com as minhas amigas. Sozinha não tem graça. Eu berro sozinha sertanejo XD