
Hoje, como quem não quer nada, abri o Outlook para pegar umas coisas de um e-mail antigo que recebi para dar uma ajudinha para o meu irmão. Eis que vejo um e-mail – no meio de 9384945 spams – de Juliana Vieira, aparentemente uma designer de alguma agência em algum lugar, que perguntava se nós realmente postamos os textos enviados pelos leitores. Fui ler o texto e… bem, tive uma grata surpresa.
O texto é bem a cara desse blog.
Confira aí:
Nem você sabia que tinha tanta utilidade
por Juliana Vieira
Estudos (muito úteis) revelaram que o orgasmo feminino é capaz de liberar 250 mil micro volts. Isso significa que 10 mulheres em êxtase são capazes de dar a partida em um Fusca com a bateria arriada.
Portanto, se acabar a bateria do seu carro perto de um motel, não chame o mecânico!
Também descobriram que a dita cuja libera um ‘calor’ facilmente captado por câmeras com sensores infravermelho – mas para isso os japoneses já inventaram uma calcinha que impede a ‘visão de super-homem’, bloqueando os raios (e, imagino eu, resfriando a pobrezinha).
Bem, se liberamos energia e somos capazes de nos comunicarmos com sensores infravermelhos, penso quanto tempo até inventarem um dispositivo para que paguemos nossas contas sem enfrentar filas no banco, afinal, podemos “ler” códigos de barras. Também não precisamos mais passar pelo constrangimento das máquinas sem sinal, nas lojas e restaurantes… basta ir até o toilette, passar o cartão e um dispositivo (a ser inventado: atenção inventores!) libera o ticket de confirmação (por onde ele vai sair fica por sua imaginação).
É, nós mulheres somos realmente incríveis. Nossa ‘cúpula do trovão’ é a solução para o apagão; carregamos baterias de celulares e recarregamos pilhas. Podemos até conseguir desconto na conta de luz!
Foi-se o tempo em que sexo era sinônimo de procriação e prazer (para alguns, obrigação!). Hoje, fazer sexo é uma questão de evolução tecnológica, com mulheres “plugs” prontas para novos testes e pesquisas, afinal, não vivemos sem tecnologia… pensando bem, faz tempo que não vivemos.
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1 – Vaginas conduzindo eletricidade. Durmão com essa.
2 – Dá até pra criar uma história em quadrinhos com uma super-heroína com esse poder
3 – Você que também escreve seus textos, sejam eles sobre o que for, mande para o e-mail ocrepusculo@ocrepusculo.com que se for bacana a gente posta aqui. Depois que mandar o e-mail, eu realmente aconselho você me avisar pelo twitter – @pedroturambar – assim não vai demorar tanto para eu ver o seu e-mail. =D
Se eu pudesse te comia toda, sem dó nem piedade. Aprendi a ser assim com o Balzac. Ele sempre dizia que a frase inicial de uma conversa com uma mulher devia ser sempre a mais impactante. Tem que ser direto, linguagem de bandido, é a bolsa ou a vida. Ela olhou como que pra ter certeza que eu falava com ela mesmo. É isso mesmo, te comia toda, tirava foto, te chupava até os ossos do cotovelo e te vestia com seu salto alto, pra depois te comer de novo. Agora definitivamente ela sabia que eu falava com ela. Tirou um papel da bolsa, escreveu um telefone me entregou e foi embora. Guardei o papel. Andei um pouco e me sentei num bar-padaria-loja-de-conveniência e esperei até a garçonete resolver me atender. Atendeu. Enfiei um papel-bilhete que tinha preparado dobrado no bolso dela. Ela tirou e abriu uma aba. Abriu outra. Mais outra. Mais uma aba. Abriu o guardanapo até ele ficar todo aberto. Tinha um palito de dente no meio e a frase “precisa de um pau? Escolha o meu porque é mais grosso que esse na sua mão. O lenço a gente usa mais tarde”. Ela riu pra mim e saiu. Resolvi tirar do bolso o papel que a mulher que eu comeria toda tinha me dado e realmente tinha um telefone, mas o nome escrito era um nome de homem. José da Silva, Psicanalista. Não sou louco. Liguei. Alô Dr. José, aliás, tira o doutor porque psicólogo não é doutor porra nenhuma. Você acha que eu sou louco José? Eu vou gozar José. Eu vou gozar Maria. Eu vou gozar a vida do jeito que eu quiser, e se eu fizer cagada eu sei limpar, tu não vem cagando regra que na regra que tu caga eu vou pisar. Aí eu parei de citar Gabriel. O Pensador, não o Marquez. Parei de rimar. Afinal, rima é coisa de viado, e mulher quando ouve rima quer casar, e eu quero é foder. Saí e caminhei pela cidade até dar numa praça. Encontrei uma mulher sentada num banco e decidi que ia sentar também. Esperei um poco. Fui chegando perto do ouvido dela. Comecei a cantar bem baixinho aquela música do Fábio Júnior: “Senta aqui. Não tenha tanta pressa. Senta aqui! Porque toda essa angústia? Não fique aí tão quieta. Quebra o teu silêncio. Se abre comigo…”. Ela se abriu comigo quer dizer ela abriu a bolsa e puxou uma faca e falou passa o dinheiro senão eu te furo. Enfiei as mãos nos bolsos e só tinha o telefone do psicanalista que imediatamente entreguei a ela. Ela leu aquilo e não sei o que se passou na cabeça da desgraçada mas ela largou a faca e começou a chorar. Fui embora porque mulher chorando não precisa de foda. Precisa de psicanalista. E eu precisava foder, precisava foder, foder, foder. Resolvi passar no bar do Balzac e conversar entrecopos e entrelinhas. Aquela ali tem cara de puta, não tem? Aquela? Aquela é uma santa. É até ministra na igreja. Mas o Balzac sempre foi irônico e, afinal, seu bar era um bordel. Sem falar que eu desconfio das santas, e pra mim ela parecia mais ministra do boquete, ministra do anal ou ministra do caralho a quatro. Caminhei até ela pra ver se ela não tinha pra me apresentar alguma assessora de imprensa de seu ministério, daquelas que te imprensam na parede mesmo. Oi princesa. Ela disse que era 300 paus e eu perguntei se ela parcelava. “No amor não existe parcela nem prazo meu bem, tem que ser a vista”. Como eu andava meio quebrado, perguntei se o Balzac não me ajeitava uma permuta, afinal, era renomado taxidermista, e podia empalhar qualquer bicho seco pra enfeitar o bar do homem. É engraçado como vocês sempre aparecem na minha vida Sr. José. Vocês psicanalistas sempre aparecem na minha vida por coicidência. O Balzac pediu que eu empalhasse um psicanalista e cá estou eu, no seu consultório, contando esta história. Não sei se ele fez o pedido de forma irônica, mas o Balzac nunca quebra uma promessa de permuta. Hoje vou foder alguém.
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1 – Crônica curta hoje. Espero que tenham gostado do final.
2 – Já viram o comercial que a gente aqui na Elefantte criou pra um evento contra o câncer? Ficou cuti-cuti. Clique aqui pra ver.
3 – Tô pensando em publicar um e-book com uma espécie de coletânea de crônicas minhas. O que vocês acham?

Se basta somente um telefonema para acabar momentaneamente com sua carência, a pessoa do outro lado da linha já se torna mais um daqueles não prováveis para um relacionamento duradouro, por uma simples razão, e é o que você diz a todas suas amigas “ele só quer me comer”. Essa acaba virando a desculpa oficial para nunca admitir paixão por aquele corpo fervente e delicioso que você sonha pelo menos uma vez por semana. Ele não te leva a sério, porque tudo funciona no seu tempo. Você não leva ele a sério, porque se ele corre quando você liga, imagina quando aquela loira siliconada ligar, é capaz de te largar nua em pelo só para “comer a vaca”.
Ele diz que você não o procura, mas no fundo o que você espera é que ele te procure, mas não para dizer que quer ficar com você, e sim dizer que quer estar com você. Seus planos são um cinema e um jantar, os deles são um amasso no carro e umas horas no motel. Ele parece desejar só seu corpo, e você desejando um anel de compromisso.

Suas amigas estão namorando e você namorando a vontade de ter um namorado. Eles saem e você sempre vai junto, mas sabe que na hora que te deixarem em casa, o passeio deles continua, enquanto o seu passeio é direto para a cama, sozinha. E ainda assim você não liga pra ele, porque ele não merece ter o prazer do seu corpo, afinal, ele vai sumir mesmo.
E enquanto você pensa isso, ele também está em casa, sem nada para fazer, justamente porquê você não ligou de novo pra ele.
Será que não vale ceder e dar uma chance? E se a realidade for justamente aquela que você tanto falou para as suas amigas, pelo menos a transa pode valer a pena.
- Quem me conhece já deve ter lido esse texto, é que eu gosto TANTO dele *.*
- Morri com esse vídeo aqui
Este post é derivado de umas pesquisas que eu estou fazendo para melhorar o desempenho do blog, a dica que me motivou a postar sobre isso veio do ótimo blog Professional Blogger
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Bom, vamos lá, por uma pesquisa no google com a seguinte frase: “Como entender os homens” três pessoas acabaram caindo aqui no Crepúsculo. Então por que não fazer um post sobre isso?
Vamos lá, querida leitora, preste bem atenção, as dicas são simples…como nós homens:
- Compre cerveja
- Venha pelada.
FIM.
Calma, calma. É óbvio que eu estou brincando. Na verdade nem tanto, porque não duvido que se você fizer isso aí grande parte dos homens irá te querer. Mas irá te querer apenas para isso. É o que eu chamo de Buraco Ambulante. Homens gostam disso, apesar de você neste momento começar ter certeza que odeia como os homens são sujos, canalhas, cafas e tudo mais, nós realmente gostamos disso.
Mas gostamos em partes. E apesar de vocês acharem que não, gostamos de conversar, gostamos de um abraço de vez em quando e SIM, também nos sentimos carentes e há momentos em que precisamos apenas desabafar. Mas antes de continuar, gostaria de dividir a ‘classe’ em 3:
- Homens Completamente Idiotas-Estúpidos-Trogloditas-Cafajestes
- Homens Banana de Pijama
- Meio-Termo
O primeiro representante é o típico Garoto Baladinha, aquele que todas as suas amigas já pegaram, você provavelmente já pegou, apaixonou, mas ele pegou duas amigas (além de você) na mesma noite e você ainda quer o cara. Ele sempre te faz infeliz. Explicação de você ainda o querer: Geralmente esse é o cara que tem pegada. Ou seja, apesar de ser um completo merda, você vai querer denovo por motivos óbvios. E também porque – desculpem a franqueza – toda mulher gosta de um cafa.
O segundo representante é o completo oposto do primeiro. O inevitável Banana de Pijama. Você já ficou com algum tenho certeza, admito até que já fui representante desta classe, mas graças a deus experiência, evolui. Esse é aquele que você beija uma vez e ele logo solta um “Eu te amo”. É daquele que quando pega uma mulher se sente um deus e logo quer casar, ter filho. Geralmente foi zuado a vida inteira, nerd, peganinga. É raríssimo encontrar algum representante que, digamos, saiba o que faz. Explicação de você ainda o querer: Ele NUNCA, irá te trair. Provavelmente você ainda será perdoada se o trair. Além deles geralmente oferecerem proteção, serem carinhosos e compreensíveis.
Por fim, o Homem “Perfeito” (entre aspas porque simplesmente não existe este ser). O Meio-Termo, ele simplesmente tem em um único representante, as melhores características das duas classes anteriores. Ele tem a pegada, a malemolência, sabe das ‘coisas’ como o primeiro e oferece a mesma proteção, carinho, atenção que o segundo. Claro que me orgulho em dizer que me encaixo nesta classe – er..se quiserem é só pedir meu msn pelos comentários ahahaha – Este é o mais próximo do tal homem que toda mulher quer, o genro que toda sogra queria ter. Esse gosta de sair, mas também gosta de ficar em casa. Gosta de um sexo animal mas também curte dormir de conchinha. Difícilmente trai, e sim…quando ama, ama de verdade. Explicação de você ainda o querer: Uai, precisa falar?
Tenho certeza de que muitas vão concordar comigo, em partes, e dizer que a terceira classe simplesmente não existe. Existe sim garota. São raríssimos, mas existem. Se quer mais uma dica lá vai: Os representantes dessa classe geralmente andam em bando, pelo simples motivo de detestarem as outras duas classes. A primeira por só ter idiotas e a segunda por só ter palermas.
Digamos que você encontrou um representante da terceira classe – parabéns! – agora é com você, mas cuidado, eles (nós) somos exigentes. Afinal de contas, somos raros.
Só faço uma ressalva, qualquer representante de qualquer classe, pode ter uma recaída e figurar em alguma outra classe em algum momento da vida. Incluindo é claro os “perfeitos” que vez ou outra caem na esbórnia.
Então querida leitora, agora você pode ou não pode dizer que entende os homens?
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1 – Eu faria um sobre mulheres, mas nem que eu fosse viver mil anos, conseguiria entender alguma mulher.
2 – Acesse o Muita Pimenta. Blog muito bom!
3 – Fiz um Meadiciona! Clique aqui

Mulher é uma espécie deliciosamente estranha. Elas têm uma espécie de delicadeza rude, se é que se pode chamar assim, onde requerem a proteção e atenção dos homens quando ao mesmo tempo são capazes de chutá-los figurativamente no saco com toda força, sem dó nem piedade. Existem maravilhosas e práticas invenções no mundo das mulheres, como por exemplo a utilização da bolsa, que deixa seus bolsos livres e não atrapalha seus movimentos inferiores, além de servir como excelente mecanismo de defesa. Todo homem deveria poder usar bolsa sem ser chamado de veado. Dá pra levar até um vídeo game dentro daquele troço. De qualquer forma, juntando a bolsa e mais alguns inventos geniais, as mulheres são uma mistura de porralouquice com elementos estranhos e desconhecidos, inclusive delas mesmas. Mulheres são campos e campos afetando campos, anulando uns e invertendo outros. São o suprassumo da contradição. Não há excessão nem quebra de regras: tirando as diferenças de cada ser humano, toda mulher na sua essência tem essência de mulher. Pra começar, mulheres sempre dizem o contrário do que querem. Dê-me um homem que namora há mais de um ano e te mostrarei uma namorada que diz “sim amor, pode ir na festa sozinho, não tem problema” e no outro dia diz, aliás grita “como você teve coragem de ir na festa sozinho? Você não me conhece? Nem parece que a gente namora há 1 ano seu cafajeste!”. O homem moderno comum sente-se no estranho dilema de “estou sendo testado ou não”? “Será que ela quer isso mesmo que está falando ou não”? Quem nunca passou pela cena “mulher que começa a chorar ou fica chateada ou emburrada sem qualquer tipo de explicação” e fica perguntando “o que eu fiz? Foi alguma coisa que eu disse? O que aconteceu? Como? Quando? Onde”? e obtém a resposta”Não, não foi nada não”, quando na verdade sim, foi algo sim. São nesses momentos que você faz uma revisão mental de todas suas ações recentes procurando algo que possa ter causado o problema, para que só então a culpa possa cair sobre sua consciência e você possa perguntar “você está assim por causa disso”? E então, após a quinta repetição da pergunta ela mudar a resposta e falar “é, é por causa disso”. “Querido, vamos comigo ao cabeleireiro? Pra ficar lá comigo enquanto faço meu novo corte? Vai demorar só umas 3 horas”. Tensão total. Para e pensa: será que devo dizer sim ou não? Obviamente não tenho a mínima intenção de ir, mas vale a pena dizer não? O que respondo? Plin! Tempo acabado, qual sua resposta? “Claro que vou querida! Adoraria te acompanhar no salão”. “Tem certeza amor? Você quer mesmo ir? Se você não quiser, não precisa ir”. Para pra pensar: deve ser alguma espécie de teste. Ela quer me pegar dizendo um não, tenho certeza. Será que recuso? Será que posso realmente dizer não sem sofrer retaliações tolhedoras de sexo à noite? “Não querida, eu quero ir mesmo. Morro de vontade de te acompanhar no cabeleireiro pra ver como é”. E aí você fica sem saber se passou realmente num teste ou não, porque aquilo poderia não ser um teste também. Mulher pede sinceridade o tempo todo, mas experimenta dizer, perguntar ou ao menos sugerir numa discussão onde ela exagerou na raiva se ela está de TPM? Meu amigo, você nunca vai levar tanta porrada. Nem Mike Tyson pergunta à mulher dele se ela está de TPM. Nem Chuck Norris ou John Wayne perguntam isso. Nunca. Ever. Relacionamentos com mulheres deixam você com a sensação de ser um pirulito na boca de um banguelo.
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