Textos

Blog Day

Eu sei, eu sei, eu sei. Estamos há anos-luz sem postar (falarei disso no próximo post)

blogday

Mas eu fiquei sabendo (para você ter idéia de como eu estou por fora) que hoje é o Blog Day, que se resume a: Um blogueiro diz quais são seus 5 blogs favoritos no momento, ponto final. Um meme bem bacana eu diria. E eu finalmente saí do ostracismo para indicar meus 5 blogs favoritos, número esse que atualmente é provavelmente o número total de blogs que eu estou lendo. Então vamos lá.

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Capinaremos

Meu caro amigo Zanfa faz de longe (muito longe) o melhor blog de Humor da Blogosfera. Parabéns a ele e ao Marcus Jordan por selecionarem o melhor, o mais divertido e mais inteligente humor da internet. Seja com traduções fantásticas ou com os melhores comentários de rodapé da blogosfera.

Blog de Brinquedo

Todo mundo aqui sabe que eu sou um nostálgico do caralho e ser nostálgico me impede de parar de ver desenhos animados e, obviamente, adorar brinquedos – que os adultos gostam de chamar de Action Figure. O que me leva a adorar esse blog, é como ter 5 anos e entrar numa megaloja de brinquedos, tipo um WalMart dos brinquedos. Tipo aquela loja de Toy Story.


Que Diabos?

O Luke é simplesmente genial escrevendo. Tem o blog desde quando nem pêlos pubianos tinha, e mesmo na época já escrevia de uma maneira singular. É de chorar de rir. Um cara inteligentíssimo, sarcástico e incrivelmente tarado. Vale a pena conhecer esse que será seu blog favorito.

Hoje é Um Bom Dia

Idem ao de cima. O Kid ou Izzy Nobre, é um dos caras mais sinceros da blogosfera, além de ser uma enciclopédia viva de games de todos tipos, plataformas e formatos. Escreve como poucos, e se fode bastante. Vocês que gostam dos meus textos se ferrando vão adorar.

Vida de Merda

Continuando no papo sádico de gostar de ver pessoas se fudendo, o nosso VDM é – depois do Capinaremos – a coisa mais divertida da internet. Leia pelo menos uns 5 e você vai entender o que eu estou falando. Passo mal de rir.

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Esses são os blogs que eu leio todo dia. Pelo menos os que tem posts todo dia. É o que eu tenho tempo para fazer.

Gente, desculpem pela falta de posts.

E vocês acharam mesmo que iam se livrar de mim?

Nada disso, como diria Arnold em seus melhores (sic) momentos I`M BACK! (na verdade ele diz isso no passado do pretérito (im)perfeito, me desculpem mas eu não sei nada de português, muito menos conjugar qualquer coisa em inglês). De qualquer maneira, vocês podem muito bem ver que este ser retardado que vos escreve está de volta depois de… sei lá 2 SEMANAS! Me perdoem, sério… desde quando o blog passou pro wordpress eu nao ficava tanto tempo sem postar.

Mas depois de 3 semanas de intenso trabalho acadêmico, trabalhos para clientes sem paciência, alguns músculos doendo, vários maços de cigarro, alguns porres, 3 batidas com o dedinho na quina da mesa e quase 4 dias sem comer… eu finalmente tive tempo, saco, e cabeça para fazer um post. E comecei logo com um post chato.

É, eu só continuo com esses posts porque eles valem a pena e porque eu preciso me redimir com meus leitores. Ficar procurando e editando posts antigos para mostrar para os novos/velho/talvez leitores deste blog é uma tarefa enjoada, cansativa… mas que no final fica bacana.

Falando nisso, veja os dois posts já feitos com os Melhores Posts do Crepúsculo.

- Egotrip 1

- Egotrip 2

Só para lembrar, eu inventei essa putaria toda só para comemorar os 2 anos de blog do melhor jeito.. com conteúdo.

E ao som das flautas de Ian Anderson (se você não sabe quem é ele.. SHAME on you!), deixo com vocês os melhores posts de Agosto, Julho, Junho, Maio e Abril de 2008. (para você ver como foi difícil achar posts que prestavam dessa época).

Agosto

Texto: Coisas que Marcaram Minha Infância: Música

Texto: Jeitinho Brasileiro é o Caralho

Texto: Coisas que as Mulheres Jamais Vão Entender Sobre os Homens

Texto: Uma Final Olímpica Emocionante

Julho/Junho/Maio/Abril

Texto: Apenas uma Homenagem

Texto: Tô Farto Desse Mundo

Conto: Eduardo, o Viciado em Filas

Texto: Dicas para Escrever

Conto: Contos ou Descontos?

Texto: Como Começar?

Música: Um Show de Rock

Texto: A Vida Como Ela Deveria Ser

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1 – Mais links?

2 – Vem mais post aí… e amanhã também!… e a semana toda!




Olha isso! O cara está comemorando, está aliviado. É como se ele tivesse terminado os 12 trabalhos de Hércules, ou acabado de escrever um livro… ou sei lá, inventado a cura do câncer. Diretores de colégio, não dêem recesso para os alunos, pelo amor de Deus.

Eu queria muito saber, quem foi o ser acéfalo que inventou esse negócio de “Primeiro” ou “First”. É sério, o que dá na cabeça de uma pessoa ir até a caixa de comentários de um blog, preencher os campos e escrever apenas “Primeiro”? Como é que pode? Eu já tentei imaginar, já tentei controlar a raiva, o ódio, mas é impossível. Se você que está lendo isso é um desses idiotas, por favor PARE COM ESTA PORRA! (Mamonas).

Vejam essa pequena compilação:




Sabe o que é mais incrível ainda? TEM OS IDIOTAS QUE COMENTAM “SECOND”!!! Não é possível que ninguém vê isso, não é possível que ninguém fique transtornado como eu ao ver isso. Será que isso é o máximo do paugrandismo que um leitor de blog consegue ter? Ser o primeiro a comentar em um post? E o que é pior… ser o SEGUNDO?!

Igual ao senhor Colorido ali em cima, que ficou feliz em ser o segundo a comentar. Rapaz… vamos lá, repense sua vida, que deve ser medíocre, visto que você fica feliz em ser segundo. Cara, se ser o segundo a comentar em um blog de humor, te deixa feliz. Puta merda, tenho pena de você.

Eu tento imaginar o cara acordando todo animado “Hoje eu vou bater meu recorde, vou ser o primeiro a comentar em todos os meu blogs favoritos, putz… sou foda demais! Ainda vou ver se emendo um ‘Ronaldo!’ – o Rafa adora – para a galera pirar!”. Você não fica espantado com isso? É um nível de medíocridade que ultrapassa qualquer coisa. Isso é nonsense demais.

Para vocês que fazem isso, só posso dirigir todo o meu ódio:




Gente, blogueiros, resto do mundo, alguém tem fazer isso parar. Pelo bem do mundo. Façam uma campanha, proibam isso em seus blogs, sei lá.

Em tempo: Prefiro ter um filho viado do que um filho que comenta “Primeiro”

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1 – Eu tirei os comentários dos blogs: Bobagento, Dr. Pepper e Jovem Nerd

2 – Aliás, essa tirinha do Dr. Pepper me inspirou para fazer o post

3 – Eu tenho certeza que quase todo mundo que for comentar, vai escrever Primeiro ou Segundo… gente, isso é sério. Don’t piss me off. O Cleiton será um deles, quer apostar?

4 – Já ia esquecendo, a foto do macaquinho sério peguei no Chongas

Aviso: este artigo fala sobre o contrato entre a Telefonica e Marcelo Tas do CQC. Se você não sabe sobre o assunto, você pode ler esta notícia publicada na Folha de S. Paulo. A opinião neste texto reflete apenas o ponto de vista deste quem vos escreve, não tendo ligação alguma com OCrepusculo ou qualquer outro autor deste blog.

Nas mídias tradicionais o grande problema sempre foi aliar o Jornalismo e a Publicidade. Mesmo os dois fazendo parte da comunicação, unir criação (Publicidade) com o conteúdo (Jornalismo) sempre foi uma situação de saia justa para todos no ramo. Hoje no meio virtual vivemos um problema bastante parecido.

Não sou contra a propaganda, independente do lugar onde ela é divulgada. Enquanto jornalista sei da necessidade que os veículos de informação tem de divulgar produtos para obter renda e continuar existindo, já que há muito tempo os jornais e revistas já não conseguem viver das vendas e assinaturas, enquanto a TV e o rádio não cobram para que o público acesse seus conteúdos. Muitos diriam então: “A publicidade é um mal necessário”. Não concordo, no meu ver a publicidade existe e é inerente do ser humano, não podemos nos livrar dela.

Vale lembrar que é fácil sabermos a diferença entre uma notícia e uma propaganda. Qualquer pessoa hoje pode perceber a diferença quando lê um jornal ou uma revista, pois a publicidade possui um destaque diferenciado do design do jornal (mesmo publicidade em formato de texto vem formatada e diagramada de outro modo, evitando a comparação). Misturar um e outro é coisa para jornais amadores ou de bairro, não para os grandes veículos. Neste caso, fundir os dois é um risco à credibilidade do veículo.

Na televisão é a mesma coisa. A única diferença, algo que não concordo, é a veiculação das publicidades dentro de novelas e seriados, onde o conteúdo se mistura a propaganda criando uma relação escusa e fora dos padrões éticos, os quais devem – ou deveriam – ser seguidos pelos comunicadores. Até a Sônia Abrão avisa antes de fazer a propaganda daqueles produtos estranhos no programa dela. Mesmo assim, neste ponto concordo com o Cardoso: para a propaganda ser boa no conteúdo ela deve passar despercebida na informação, como acontece nos episódios dos seriados norte-americanos. Este tipo de propaganda nos EUA se inevitável pelo grande uso de produtos eletrônicos nos programas (e claro, vale muito mais divulgar um produto se alguém estiver interessado a pagar do que colocar uma tarjinha preta na marca), porém a exposição dos produtos é tão superficial que muitas vezes passa despercebida (visualmente, mas este tipo de propaganda mexe muito no subconsciente dos espectadores).

O problema não é a propaganda nos blogs, portais ou até mesmo no Twitter, mas sim a forma como fazemos esta propaganda ou como ela repercute em nosso público (e não nos blogueiros aguados que podem reclamar do fato). O problema não é a divulgação, mas sim a forma de divulgar e construir a publicidade dentro de preceitos éticos que não destruam a confiança dos leitores e a nossa própria dignidade enquanto “veículos de mídia independente”.

Já foi comprovado que os banners, conforme foi dito a mim pelo Inagaki em uma oportunidade, não são o caminho para a publicidade na internet (neste caso são apenas uma transferência da publicidade impressa para o virtual). A única coisa que não pode ser tirada, e neste momento discordo do Cardoso, é a escolha do público em ler ou não a publicidade, isso deve estar explicito no início do texto ou até colocado no título. A publicidade deve ser diferenciado do resto ou anexado de maneira singela dentro do conteúdo. Diferente do que ele declarou, muitas pessoas mudam de canal na TV por causa da propaganda, porém isso não diminui de maneira alguma o valor que os anunciantes devem pagar por ela.

Sobre o caso Tas/Telefonica, faço as seguintes perguntas ao invés de dizer que isso é feio ou bobo:

  • Uma #hashtag é o bastante para diferenciar uma propaganda de um tweet normal?
  • Muitos seguidores já sabem disso… mas e os seguidores que não sabem dessa situação ou virão depois?
  • Como eles irão diferenciar a propaganda do conteúdo?
  • Onde fica a credibilidade e a ética neste ponto?

Qualquer publicitário, e meus colegas de blog acho que poderão confirmar isso, sabem que não adianta só fazer propaganda, mas ser ao máximo possível correto com seu público (afinal, falhar com o público pode acabar com uma marca). Em uma época onde até propaganda de Doritos tem que ser politicamente correta e propaganda de cigarro e de cerveja com mulher de biquíni na praia não pode porque é feio, para onde caminha a publicidade na internet e nos blogs? Como podemos quebrar a relação escusa entre criação e conteúdo e impedir que ela se torne prática na internet?

A falha desta discussão, no meu ver, é tentar relacionar a publicidade da Telefonica no Twitter do Marcelo Tas apenas a velha disputa entre sim e não. Ao invés disso, a perguntas que deveriam ser feitas são:

  • Como fazer a publicidade no Twitter e blogs dar certo para os autores, divulgadores e o público?
  • De que maneira nosso conteúdo pode coexistir e não ser estragado ou diminuído pelos anúncios publicitários?

Acho que neste caso houve uma desvirtualização do que é necessário para nós. O Tas só estará errado ou certo pelo modo como ele fizer suas propagandas, e não por simplesmente fazê-las.

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1- Como foi dito, só segue o @marcelotas quem quiser. Particularmente nunca segui ele e não é por propagandas que vou deixar de seguir alguém, mas sim pela falta de conteúdo. Quem quiser seguir a gente adicione aí: Eu (@dcamara), Pedro (@pedroturambar), Naya (@fouquet) e o Neto (@netomacedo). Somos gente do bem que não machuca araras azuis e tamanduás bandeira.

2-Marcelo Tas explicou a iniciativa com a Telefonica em seu blog

3- O Rafa Barbosa colocou sua ideia no seu blog, uma das mais inteligentes que foge do #mimimi do certo e errado, e eu apoio.

4- O Nick Ellis colocou um texto sobre este tema no Yahoo! Posts apoiando a iniciativa de Marcelo Tas.

5- Rafael Ziggy, do SimViral, também deixou sua opinião sobre o assunto, e a discussão nos comentários vale tanto quanto o ótimo texto.

6- O Brainstorm #9 também não poderia ficar de fora disto, o artigo deles sobre o assunto está aqui.

7- Fabrício Zuardi comentou a iniciativa de modo negativo no I do My Own Stunts, veja aqui.

8- Fernando Gouveia, o Gravatai Merengue, também comentou sobre o assunto no seu blog com um texto bastante inteligente como sempre, leia.

9- O Alex Luna, do blog Tarrask (que eu particularmente não conhecia, mas recomendo a partir de agora), escreveu um texto muito bom e bastante completo, colocando o tema na mesa, atualizando devidamente e colocando também seu ponto de vista. Vale a pena.

10- Eric Messa também publicou um texto sobre isto no seu blog, o E-Code.

UPDATE:

11- Hospedado no novo portal de blogs Dialética, o blog Maldita Cultura Pop de Adilson Fuzo tem um texto  sobre o caso, mostrando sua posição contra Marcelo Tas.

12- Bruno Vox colocou em seu blog, o BalburdiaSA, sua opinião sobre o caso, você pode vê-la aqui

Depois que comecei a passar mais tempo na blogosfera e, depois de passar mais tempo ainda e começar a estudar a blogosfera e como ela funciona, eu comecei a separar os blogs por categoria. As primeiras categorias que identifiquei (tá bom, elas saltaram na minha frente e acho que até vi alguém comentando em algum lugar) foram essas duas:

- Blogs de distribuição de conteúdo (BDC);

- Blogs de produção de conteúdo (BPC).

Aí eu montei um blog de distribuição de conteúdo. O Bestagem, mistura de besteira com bobagem.  Coloquei o link aqui mas já aviso de antemão que não vai funcionar porque apaguei aquela desgraça o blog há algum tempo.

Não vou entrar no mérito de qual desses dois tipos de blog são é o melhor e qual é o pior. Até porque eu acho que cada um tem sua função.

Os BPC’s tem a função de trazer novos pensamentos, novas idéias, novas interpretações sobre assuntos velhos, entreter, fazer humor (de verdade) e conversar com os leitores, assinantes e o caralhoaquatro etc.

Os BDC’s são agregadores de todo esse conteúdo gerado por outras pessoas. Eles distribuem essa informação gerada pelos BPC para os seus leitores. O que é bastante bom, pois esses blogs ajudam a divulgar o conteúdo de blogs como O Crepúsculo.

O grande problema é quando esses blogs de distribuição começam copiar (sim, copiar) posts na íntegra, para deixar no final uma pequena frase: “Via tal blog”.

São pessoas que gozam com o pau dos outros. Uma porcaria. E tem um monte de blog grande que faz isso. A função dos blogs de distribuição de conteúdo NÃO É COPIAR CONTEÚDO INETERESSANTE. É filtrar para os seus leitores, todo o conteúdo que tem na internet, sobre um determinado assunto e repassar para os seus leitores, que não querem acompanhar milhões de blogs e nem tem tempo.

Um jeito legal de ditribuir conteúdo (indicar posts) é o que o Bobagento faz. Ele coloca uma parte da postagem original em seu blog e depois coloca embaixo um “continue lendo” como se fosse um jump. Só que na verdade esse “jump” é um link para o blog com a postagem original (só pra lembrar aqui, o bobagento é um blog misto, de distribuição e produção de conteúdo).

Outra puta sacanagem que alguns blogs de distribuição fazem, é mandar links de seus blogs para os “links da semana” de outros blogs (muitos tem) quando esses links mandados são de posts de outros blogs. Aí a pessoa clica no link, entra em outro blog de distribuição e o blog que criou a coisa toda fica sem nada, nem uma visitinha.

Não, não estou fazendo mimimi por causa de visitas. É só que quando você cria uma coisa, você quer ser lido, e se outro filho-da-puta está ganhando os créditos por você, não é nem um pouco legal.

O que eu quero deixar claro aqui é a função de cada tipo de blog. Não é que um tipo é pior ou melhor que o outro. Blogs de distribuição funcionam de maneira excelente como filtro para todo o lixo que existe na internet. E isso tem ajudado muito O Crepúsculo, que é um blog quase que totalmente virado para produção de conteúdo.

Esses blogs só não podem levar crédito nas coisas que não criaram

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1- O Ato ou efeito tem um post muito mais completo que o meu sobre o assunto. Recomento com louvor.

2 -Site da Women on web que auxilia as mulheres que vão fazer o aborto e moram num país onde a prática é ilegal. O site fornece informações e soluciona dúvidas (dá pra entrar em contato com eles) sobre o aborto em casa. É claro que fazer o aborto sem acompanhamento médico é perigoso, mas já que vai fazer, saiba os riscos e o que se deve fazer para garantir o máximo de segurança. Eles vendem os remédios necessários pela internet (o famoso Citotec) e mandam pelo correio. Só para deixar claro aqui. Eu sou a favor do aborto mas não estou apoiando ninguém a fazê-lo. Apóio quem quer lutar para mudar a lei do país e legalizar a prática.

3- Esta parte com observações no final de todo post no Crepúsculo também é uma maneira legal de distribuição de conteúdo sem kibar copiar.

Crônica escrita pelo meu amigo Rafael R dos mil blogs: Justplay, Suspensa, Wejustplay (onde o texto foi postado) e tantos outros blogs.

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Algumas coisas nunca mudam. Outras, a gente vai empurrando até o limite.

Tibério era um cara que não tinha problemas na vida. Tudo com o que ele tinha que se preocupar era que roupa escolher no armário para vestir ao sair na rua… não, isso quem decidia era Josefa, sua adorável esposa. Feliz ou infelizmente, Tibério sempre se deixava levar pelas coisas ditas mais fáceis. Tinha um casamento instável, tinha um bom emprego na empresa do pai de sua adorável esposa, tinha filhos sendo educados numa conceituada escola, no sul da Suiça. Sua vida se baseava numa rotina específica e mudava bem pouco, apenas quando problemas externos como o trânsito ou um alagamento em sua cidade o impediam de cumprir sua agenda. Sua esposa era um pouco rígida com isso e cuidava pessoalmente da agenda de nosso amigo. Tibério era um cara conformado com sua situação. Ou ao menos, assim parecia ser.

O ano novo estava se aproximando e algo tomava de assalto a atenção do nosso amigo. Ele já não se sentia mais feliz com sua vida. Seu emprego, ora algo totalmente cabível em sua vida, agora já não lhe fazia mais feliz. Sua rotina diária não incluia coisas simples, como um happy hour com os amigos de infância, que insistiam que deveriam se encontrar ao menos 1 vez por mês para uma vodka com petiscos. Sentia saudades de seus filhos e os queria por perto para vê-los crescer e todas as transformações que acontecessem durante as fases de aprendizado. Sua esposa, antes adorável, havia sido escravizada pela moda e passava horas intermináveis em compras de bolsas e sapatos que jamais usaria duas vezes. Até os seus cachorros, legítimos perdigueiros, já não corriam pelos campos como outrora. Alguma coisa precisava mudar drasticamente ou Tibério teria, ao final de sua vida, apenas lembranças de “Como poderia ter sido?” em sua mente. Tibério precisava mudar.

2002, um ano que demorou a chegar, teve uma bela recepção. Na mansão de Tibério (que na verdade havia sido um presente de casamento do tio de Josefa) estava em festa. Uma festa com vinhos finos, caviar e o mordomo, que insistia em servir seus patês de fígado de ganso. Foi quando Tibério surtou, não queria mais nada daquilo. Às  02 horas do primeiro dia do ano, Tibério pegou seu inseparável aquário com Tina e Fey, seus peixinhos da sorte, e partiu. Ele ainda pediu a Josefa as chaves do carro da família, um luxuoso Bentley laranja, cor símbolo de uma das lojas de seu sogro (representante da Lamborguini no Brasil), e partiu sem despedida. Era hora de ir atrás de seus sonhos e planos traçados naquele longo ano passado.

No ano de 2008, encontrei Tibério por acaso na praça da Sé. Ele estava correndo rumo ao viaduto do chá, e eu o acompanhei sem pestanejar. Tibério tinha uma nova vida, havia se casado novamente e tinha uma pequena filha de 2 anos de idade. Cuidava dela pessoalmente, em seus raros momentos de folga. Sua esposa nova, Justina, era um tanto aversa a moda e gostava mesmo era de frequentar a 25 de Março em busca de grandes descontos. Não tinham muitas coisas na vida, mas tinham um chevete 78 que não deixava na mão. Tibério agora era um grande mercador, vendendo produtos de origem duvidosa nos arredores do centro da cidade. Tinha uma vida corrida, mas ao menos morava perto de seus amigos de infância e semanalmente faziam uma partida de dominó para celebrar a amizade. E ainda uma vez por mês faziam um torneio de gamão, com direito a churrasco e bastante vodka.

No natal de 2008, encontrei Tibério novamente. Ao questionar sobre o que faria no ano novo daquele ano, ouvi que ele não tinha planos definidos ainda e que provavelmente ficaria em Sampa mesmo para evitar gastos. Então, o convidei gentilmente para que passasse a virada do ano comigo, em minha casa na praia. Os únicos custos que ele teria seria o da locomoção, pois eu já tinha tudo preparado. E foi com surpresa que ouvi a resposta – “Olha, eu vou perguntar pra Justina, é ela quem cuida de tudo o que faço!” – e cheguei a uma conclusão estarrecedora: Algumas coisas nunca mudam.

Rafael R

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1 – Parece que temos interessados em virar Colaborador do Crepúsculo. \o/

2 – Esse fim de semana vai bombar de post! Fiquem avisados.

Bem, antes de postar os diálogos, vou explicar o que esta seção (Sinto que eu crio muito mais seções, do que posto nelas e sinto também que a coisa que eu mais fiz neste blog foi criar seções e explicá-las).

Outro dia o Felipe Ramos, ‘querido’ atendimento aqui na agência, me mostrou um texto dele. Era apenas um diálogo, muito bem escrito e muito interessante. Na hora tive a idéia de criar esta seção, “Pequenos Diálogos” nada mais é, do que uma Tirinha Escrita. Entendeu? Ao invés de três quadrinhos, algumas palavras. Bom, eu disse a ele que iria fazer isso. Rá! O Severo também já publicou e acredito que nós três vamos trocar esses textos e todos vamos postar. Veremos no que dá isso tudo.

Vou começar com os dois diálogos que o Felipe criou:

Muller e Ana – Episódio 1

Ana: Amoooooor apaga esta luz!

Muller: Não é luz é o computador.

Ana: Apaaaaga.

Muller: Calma, estou escrevendo no blog.

Ana: Esta hora! Amor vem logo dormir.

Muller: Por isso estou escrevendo, não quero dormir.

Ana: Tá, pode ficar ai.

Muller: Tá vendo, só de sugerir sexo você foge do assunto.

Ana: Quem falou de sexo?

Muller: Você que não foi.

Ana: Boa noite!

Muller: Meu Blog está melhorando, hoje teve mais de 50 acessos.

Ana: Booom em!

Muller: Um cara comentou que a mulher dele é igual você.

Ana: O QUE? VOCÊ TÁ FALANDO DE MIM PRA TODO MUNDO COMENTAR?

Muller: Nãaaaao amor, conto do nosso relacionamento.

Ana: Deixa eu ver isso.

Muller: À vontade!

Ana: Hum… Tem seis meses que a gente não transa? Mentiroso, o que vão pensar de mim?

Muller: Amor, você não sabe nada de Blog, deve ter uns 20 dias, mas tenho que aumentar um pouquinho.

Ana: Apaga isso senão vou fazer um blog e escrever que você brochou 7 vezes.

Muller: Eu nunca brochei!

Ana: Amor, em blog a gente tem que aumentar um pouquinho.

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Muller e Ana – Episódio 2

Ana: Olha isso, a Mara me mandou vírus!

Muller: Lógico, você clica em tudo que as pessoas te mandam.

Ana: Ai amor, o que eu faço agora?

Muller: Deleta seu Orkut.

Ana: A tá! Vou deletar não.

Muller: Então não abre mais aqui, sabe que uso o computador para trabalhar.

Ana: Noossa você é chato, custa tirar o vírus?

Muller: Tem como não.

Ana: Tem sim, você ta com má vontade, se fosse no seu blog você tirava.

Muller: Deixe eu ver! Quem é esse cara aqui?

Ana: Amigo meu amor, para de bobagem e tira o vírus.

Muller: Tem como não. De onde você conhece ele?

Ana: Ai amor, nada a ver.

Muller: Deixa o vírus não tem como tirar não.

Ana: Onde você vai?

Muller: Vou dormir.

Ana: Dormir? Nos não íamos sair hoje?

Muller: A culpa é sua.

Ana: Minha?

Muller: Te falei, deleta este Orkut.

Ana: Não acredito nisso. Você não tem Orkut porque não quer.

Muller: É.

Ana: Vou bloquear a Mara.

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1 – Eu achei muito, muito bom. Parabén a ele que pasmem, é um bom atendimento.

2 – O site mais legal que eu já vi; Seagulls Fly

3 – Você ainda não está participando das Cartas ao Papai Noel? Corra