Aii meu deus.. outra seção que o Pedro cria todo empolgado e que só vai ter um post… não aguento mais esse blog. (Vários leitores).
Apesar deste não ser um daqueles muitos posts que eu gasto para explicar porque não tem posts no blog, eu tenho algumas notícias para dar.
EU ESTOU DE FÉRIAS! Apenas da faculdade, que fique claro. Mas isso já é muita coisa, e isso quer dizer algumas horas do meu dia que posso me dedicar totalmente ao blog, e o melhor… sem peso na consciência.
Outra notícia eu só vou dar no próximo post. E não, seus engraçadinhos, o próximo post não será no mês que vem.
E pela header do post e pelo título, você já deve saber sobre o que vai ser esse post.
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Há um bom tempo, conheci o fantástico podcast Matando Robôs Gigantes – você DEVE ouvir. O podcast é realmente muito foda, eles tem 3 episódios por semana; um de cinema, um de games e um de quadrinhos. Quando comecei a ouvir, achei meio estranho o ritmo (eu era muito acostumado com o Nerdcast), mas depois fui me acostumando e hoje fico louco esperando novos episódios. Como eu gosto dos três assuntos, me divirto ouvindo os caras falando sobre esse tripé dos nerds, filmes, games e revistinhas.
Mesmo sem ter jogado a maioria dos jogos que eles falam (afinal, não é toda hora que você pode comprar um jogo para ps3… quer dizer, talvez você possa. Eu não) e nem das HQ`s. Porém, comprar e ler revistas em quadrinhos é muito mais barato e rápido do que comprar e zerar um jogo.
Veja bem, eu sempre gostei de quadrinhos… desde a época da turma da mônica. Mas Quadrinho mesmo, nunca comprei tantos. Lembro de ter o fantástico Retorno do Superman, que era uma minisérie de 3 (ou 4) revistas com capas sensacionais… o conteúdo… bem, eu era muito novo, não lembro. E apesar da imagem na header eu não sou lá tão fã do Superman. Outra revista que eu comecei a comprar do No. 1 foi a do Spawn. Que era FODAPRACARALHO, mas aí eu fui parando de comprar e me perdi.
De qualquer modo, esse foi sempre o meu problema para comprar Quadrinhos. Tipo, eu ia nas bancas e olhava lá – Spider-Man 387. Porra, o que aconteceu nas outras 386 edições? E vamos combinar, eu não sou o cara que iria comprar as revistas nas datas certas e tudo mais.
Eu até hoje, opto pelas edições especiais, encadernadas e tal. E olha, estou comprando quadrinhos alucinadamente. E nem quer dizer que estou lendo Spiderman, Hulk e tal. Existem HQ`s fodas demais que deveriam ser etiquetados como literatura clássica.
Bom, para iniciar a sessão, vou fazer aqui o meu Top 5 de quadrinhos, e na ordem:
No 1 – Watchmen
No 2 – A Piada Mortal (Batman)
No 3 – Marvels
No 4 – Entre a Foice e o Martelo (Superman)
No 5 – V de Vingança
Não vou falar sobre as revistas agora, cada uma – obviamente – receberá um post especial. E se você está se perguntando, porque diabos o título é Onde Comprar Histórias em Quadrinhos, eu te digo que logo de cara eu quero facilitar para você gastar toda sua grana em quadrinhos. E não, eu não vou ganhar nada com isso. Mas se você puder clicar lá em cima no coisa do submarino e comprar por lá, eu não reclamo.
Veja aí a lista de lojas online neste post do blog Peixe Cruzeiro. Apenas comentarei as que eu recomendo fortemente:
Não tem exatamente uma seção de Quadrinhos, mas você encontra alguns títulos lá. Eu por exemplo comprei a Edição especial de Watchmen lá. Além do mais, é confiável e sempre tem ótimas promoções… é só ficar de olho.
A melhor de todas sem dúvida. Um bilhão de quadrinhos, frete grátis, 20% de desconto na próxima compra. Comprei lá uma vez e a experiência foi fantástica. Comprei a edição especial de Marvels, de quebra ganhei outra edição especial da revista Astro City. Muito bacana. Chega rápido, ótima embalagem, ótimo atendimento.
Nem precisa ver a outras lojas.
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1 – Vá ler um quadrinho e pare de ler esses números depois do post.
2 – Ainda insiste?
3 – Agora aguenta. Apesar de não ser fã do Superman, uma história dele está entre o meu top 5. E deu pra reparar que eu gosto do Alan Moore né?

I’m BACK, mas quem sou eu? Só escrevi umas duas vezes e por forças de conexão, ou melhor por falta dela, parei de escrever, alguns amigos reclamaram, dois ou três, eu fiquei chateada por não poder escrever e pensava como encararia o Pedro, vergonha, mas fazer o que, não era uma culpa minha só minha. Mas o que importa o passado? Estou de volta e com novidades sobre o futuro!
Mas antes de viajarmos ao futuro vou subir no palanque e fazer promessas. Prometo escrever…não vou fazer isso, muito político, odeio políticos que prometem, por isso só vou dizer que agora estou colocando a minha vida em ordem, pelo método GTD, e se a vida não me der uma rasteira vou postar com mais freqüência. Aê!!!!!!! Pelo menos eu to feliz e as três pessoas que sentiram falta de mim também! Como o Pedro já tinha me passado a ideia vou focar meus post mais na área de publicidade, então aguardem mais novidades sobre essa área, nem que sejam posts menores eu vou fazer. Mas vamos ir ao futuro mais além desse que estou falando, pulando alguns anos de nossas vidas para ver o que eles nos espera.
ABRAM SEUS GUARDA-CHUVAS OS ANJOS ESTÃO CAINDO!!!


Sim, comecem a comemorar, os vampiros estão fazendo as malas para ir embora, mas como nada é pra sempre, alguém logo vai substituí-los e eles são os anjos, melhor os Fallen Angels.
O burburinho todo está em cima do livro Fallen, que está indo para o terceiro livro dos quatro que serão produzidos (Fallen, Torment, Rapture e o quarto ainda sem nome) que teve seus direitos adquiridos pela Disney, e que nos EUA já sustenta o título de sucessor da saga de nome semelhante a este blog. Não preciso citar.
Pelo que li pela internet o primeiro livro que saiu sobre anjos foi HUSH, HUSH, bem esse eu achei para comparar no Brasil em inglês, já que ele vai ser lançado só em julho pela Intrínseca (mesma de Crepúsculo), como estava em inglês e não aprecia ser tão difícil como Jude, the obscure (um livro de literatura americana que comprei e não entendi bulhufas) resolvi comparar entrando na minha cota de livros para ler em inglês durante o ano. Até onde li é bacana, mas não passa de um livro de romance adolescente escolar.
Nos EUA a tensão começa ai, o público está dividido com os que acham que Fallen é uma cópia de HUSH, HUSH, na verdade todos não deizam de ser uma copia de si mesmos, afinal, a história é sempre a mesma (Crepúsculo incluso), nada profundo ou inovador, resumindo a uma menina introvertida, que conhece um rapaz (badboy) que a deixa bem intrigada, ai aparece outro rapaz, bom moço, que vai fazer um triangulo amoroso, mas a mocinha acaba escolhendo o badboy que vai colocar ela em grandes problema e riso de morte….( e olha que eu nem li o Fallen ou Crepúsculo-livro, só precisei googar). Na verdade esse burburinho todo só deve ter aumentado a venda de livros, e aumentado o número de fãs, aguardem o mesmo efeito no Brasil, melhor no mundo quando a Disney começar a trabalhar nele.
Ou seja, abram seus Guarda-chuvas, os anjos iram despencar por aqui logo, logo.
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- Hoje é dia da liberdade de imprensa!!!! Viva a hipocrisia brasileira que acha que tem liberdade de imprensa e que a censura acabou (só googar Estadão censura Sarney 2010 – a data só pra vê que não foi a long time ago).
- Tava com saudade de escrever!

Acredito que boa parte dos leitores conheçam o gênero steampunk, muito utilizado no cinema e na literatura. Ok, não pelo nome, mas já tiveram grande contato com ele.
Vocês devem conhecer muito bem um tal de Júlio Verne. Ele é um dos grandes criadores do estilo steampunk lá pelo final do século XIX. Com obras fantásticas como “Sete Mil Léguas Submarinas”, Verne trouxe um estilo diferente para a literatura, onde a tecnologia da época – mecânica, vapor, carvão – teria evoluído a níveis inimagináveis com robôs mecânicos, carros, aviões, etc.
Do estilo dele surgiram dúzias de autores, primeiramente na literatura, depois passando para histórias em quadrinhos, filmes e seriados. Alguns exemplos bem conhecidos do estilo steampunk são o filme “Liga Extraordinária” e “De Volta para o Futuro III”.
Foi sem dúvidas o início da ficção científica, quando os homens imaginaram o futuro e criaram histórias fantásticas em cima disto. Podemos também considerar o steampunk como pai de obras como Matrix e o Exterminador do Futuro.

Então trago hoje para vocês um grupo diferente, que faz steampunk na música! O Clockwork Quartet é um grupo britânico de 13 pessoas um pouco misterioso que surgiu há pouco tempo com um site oficial e duas músicas de ótima qualidade.
Não tenho muito a dizer sobre o conceito musical deles, não é algo que você costume ouvir por aí todo dia, se é que me entende. Tem um pouco de folk, um pouco de progressivo que me lembra em alguns momentos o Pink Floyd, e não, não tem nada a ver com heavy metal ou rock.
Eles tem sete personagens que irão, pelo que há nas dus músicas disponíveis, contar suas histórias. As duas músicas disponíveis, “The Doctor’s Wife” e “The Watchmaker’s Apprentice” contas histórias respectivamente dos personagens The Doctor e The Fugitive.
O estilo sombrio colocado nas músicas é fascinante, nunca ouvi nada que se compare. As letras são bastante profundas e a música ambientaliza todo o conceito do steampunk. Você se sente em uma daquelas histórias antigas, com engrenagens por todos os lados, com instrumentos e máquinas gigantescas que fazem qualquer coisa que você imagina, muito bronze, vapor, madeira, carvão… bem, só vocês ouvindo para saber do que falo.
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1- Você pode visitar o site oficial do Clockwork Quartet, com fotos do grupo, algumas informações e baixar as músicas do grupo em formato MP3, as letras e até mesmo partituras. O grupo oferece seu trabalho para ser divulgado e utilizado conforme o Creative Commons.
2- No blog Steampunk Workshop, Jake von Slatt mostra algumas como fazer itens como teclado, monitor, guitarras… tudo no estilo steampunk.
3- Temos um site oficial sobre steampunk no Brasil, visite clicando aqui.

O primeiro contato que tive com o tal Harry Potter foi em uma reportagem no JN, na época era apenas um mancebo de 13 anos. Quando vi a reportagem estava na casa da minha vó Zita, eis que meus primos ao ver a reportagem exclamaram e teceram comentários sobre o tal livro. Como eram os primos de BH e tudo mais achei coisa de gente bacana que vai em livraria. Como bom mineiro que sou, fiquei desconfiado e achei aquilo tudo uma baboseira. Vocês queriam o que? Tinha 13 anos e só escutava Black Sabbath e Iron Maiden e lia livros do Stephen King. Não achei Harry Potter nada Heavy Metal e cismei que era coisa de mulherzinha.
Alguns meses depois em um dia avulso de Dezembro meu irmão Mateus “O Influenciador” – responsável por cerca de 90% da minha formação musical, cultural, literária e nerdista – me aparece com um livro de ninguém mais ninguém menos que Harry Potter. Naquela época, se meu irmão estava lendo, escutando ou vendo é porque era bom e merecia minha atenção – hoje em dia temos discussões homéricas sobre essas coisas, ele criou um monstro – pois bem, fiquei sabendo por ele que o livro que ele comprou era o 4° volume. Eis minha indagação:
- Uai, como assim o quarto?
- Uê, tinha quatro livros lá, comprei esse porque era o maior.
- Tá maluco Mateus, cê vai começar a história do final?
- Que que tem? George Lucas começou Star Wars pelo episódio quatro.
- O.O – “minha cara de incredulidade” (sim, meu irmão é meio maluco)
Então, fiquei observando meu irmão ler compulsivamente o livro e comentar como era foda, como era legal como era ducaralho. Fiquei com inveja. No outro dia fui até a única livraria da cidade, quando a mulher me viu entrando, já foi mechendo na bancada e perguntando “Harry Potter né?”. Fiquei pasmo, mas disse que era. Ela enfileirou os quatro livros e disse:
- Seu irmão veio aqui ontem e comprou esse aqui, falei com ele para comprar o primeiro mas ele quis esse, estranho né?
- Pois eu vou querer o terceiro!
- Mas de jeito nenhum! Seu irmão tudo bem, mas você pode começar a história do começo, você vai ficar sabendo de tudo antes de ler. Leva o primeiro.
- Ah…então tá.
Levei, apesar de achar a dona da livraria meio petulante de determinar o que eu ia comprar. Comecei a ler e minha cabeça literalmente explodiu. Em apenas uma semana já havia lido os dois primeiros, mais uma semana li o terceiro e engoli o famigerado volume quatro. Passei o mês de Dezembro lendo os livros, tardes e mais tardes lendo me divertindo e ouvindo música.
Desde cedo gostava de ler, a isso agradeço minha mãe por sempre ter ótimos livros em casa. E como eu era um atoa de mão cheia, pegava – sempre desconfiado – e não descansava enquanto não terminava. Eis aí o motivo de eu não gostar de praticamente nenhum autor clássico nacional. Quem acompanha o blog sabe que agora fui pegar para ler Fernando Sabino. Nunca li Dom Casmurro nem outros. Sabe porque? Porque se te obrigam a ler você não vai gostar. O livro deve te conquistar, deve te buscar, deve te fazer esquecer do mundo, mas você tem que querer. Obrigar uma pessoa a ler é fadá-la quase sempre de jamais querer chegar perto dum livro. Tudo que li até hoje – tirando alguns livros de vestibular (esses merecem um post à parte) – foi por pura vontade própria. Me arrpendi raríssimas vezes. E sou cada vez mais viciado compulsivo por livros e pela ‘arte’ de ler.
Você agora se pergunta porque o título do post ser “O que eu aprendi com Harry Potter” e eu não falar nada. Isso porque o melhor aprendizado que tive com HP foi justamente aprender a ‘ler’. Não abecedário, aprender o que eu chamo de A Arte de Ler. Lembrei disso tudo neste fim de semana em que estive em Monlevade. Mês de Dezembro + Tardes atoa + Monlevade = Nostalgia. Me lembrei das tardes em que eu passava lendo em todos os quartos, salas, banheiros e até na cozinha. Esse aprendizado vou levar para o resto da vida, toda a preparação, as horas de pura alegria e sentimentos diversos proporcionados por histórias cada vez mais incríveis. Foi assim com Harry Potter e foi assim com Senhor dos Anéis.
Aprendi a ler com os dois, mas o menino bruxo veio antes. E este prazer tenho todas as vezes em que antes de dormir abro meu livro de cabeceira e leio até alta madrugada. Isso se tornou um vício que desencadeou outro: ler várias vezes o mesmo livro, porque eu simplesmente não consigo dormir sem ler pelo menos um parágrafo. O único problema desse vício é dormir babando em cima do livro aberto ou desmarcar a página em que parei. Mas isso é o de menos.
Aqui fica a dica, que eu já disse várias e várias vezes. JAMAIS obrigue alguém a ler, TODAS AS PESSOAS gostam de ler, o problema é que a maioria não descobriu a Arte de Ler. Indique um bom livro, que seja fácil de ler e que envolva e prenda a pessoa. Que faça com que ela descubra esse prazer milenar de ‘ouvir’ uma bela história. Eu tento isso sempre, e quando consigo que uma pessoa aprenda a gostar de ler fico extremamente feliz, porque daí em diante é com ela.
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1 – Além da minha ida a Monlevade, o livro Contos de Beedle o Bardo chegou hoje. Não pude deixar de falar do personagem de J.K Rowling.
2 – Antes que eu me esqueça, desculpe pelos 4 dias sem postar. Isso não vai acontecer denovo.
3 – FÉRIAS VEM AÍ!!!!!!


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