Fiquei um bom tempo pensando o que eu postaria primeiro na volta do blog – o post de segunda não conta. Pensei em já começar com um post mega gigante que venho preparando desde que voltei a jogar um certo jogo aí. Mas ainda não, esse tipo de post é para sexta-feira, que será meio que um dia especial aqui no blog. Quarta é dia de listas.
Listas “grandes” terão sempre 9 itens, listas normais 5. Tanto eu quanto você vamos nos acostumar a isso.
Então vamos lá, vamos a lista das melhores coisas de 2011
9 – O Mini Darth Vader
Temos que concordar que essa foi de longe um dos melhores comerciais do ano. Sucesso absurdo após ser exibido na final do SuperBowl XLV.
8/7- Guerra dos Tronos (a série de tv e os livros)
“Game of Thrones” Main Titles from Elastic on Vimeo.
A cada livro da série Crônicas de Gelo e Fogo que eu leio (acabei de terminar o terceiro) eu fico numa indecisão se devo torturar aquele velhinho safado até a morte, ou mandar fazer um altar de adoração a ele. George R. R. Martin é o meu Tolkien da vida adulta. Calma, não estou comparando os dois, se você me conhece nem que seja um pouco sabe que eu venero Tolkien. Mas hoje eu vejo as obras dele como obras para jovens, tirando O Hobbit, que é para criança mesmo.
O que Tolkien fez por mim na minha adolescência, Martin vem fazendo para minha vida adulta. Não acho que aproveitaria tanto quanto aproveitei (ou venho aproveitando) de cada obra se tivesse lido em uma época diferente.
Sobre a série… porra, temos que bater palmas para a HBO. A série é simplesmente perfeita, em todos os sentidos. Todos. Atuações críveis – algumas espetaculares eu diria -, cenários inacreditáveis e uma série muito, mas muito bem feita.
Pra terminar tenho que dizer que Guerra dos Tronos ensina mais sobre o comportamento humano, vida coorporativa do que qualquer “bíblia” de algum executivo famoso ou qualquer faculdade ou pós graduação pode te ensinar. Se você quer saber como é o mundo corporativo, leia a série e veja os livros. Ou o contrário. Você decide.
6 – Pearl Jam recheado de Awsomeness no Sambódromo do Rio
Foi um dos melhores shows que fui na vida. Acho que não seria muito dizer que foi o melhor, e olha que eu já fui em um bocado de shows.
Tenho uma relação estranha com essa banda. A verdade é que enquanto todo mundo lambia o saco da banda por causa de Last Kiss e posers safados eu tomei birra da banda, e achava o Eddie Vedder um grande de um bobo. Até eu ouvir o Yellow Ledbetter.
Desde então aconteceu o óbvio, virei um fã contido, porém fascinado com o som e com as letras. Aí veio a trilha sonora daquele filme merda – Na Natureza Selvagem. O filme é ruim, mas a trilha sonora e a mensagem que Eddie Veder passa naquele álbum é uma coisa incrível. Se fosse só uma tela preta tocando a trilha repetidamente o filme mereceria um Oscar.
Um mega presente do meu irmão e lá fomos para o Rio de Janeiro. No show, eu fiquei boquiaberto do início ao fim. Que som absurdo que aqueles caras fazem. Absurdo. Eu olhava para os lados para ter certeza que todo mundo tava vendo o mesmo que eu, sério. A única vez que me surpreendi assim em um show, foi no do Silverchair. O show foi incrível. Depois disso aí sim virei fanboy do Pearl Jam.
5 – Daytripper
A premiada graphic novel dos super gêmeos brasileiros Gabriel Bá e Fábio Moon é tão foda, mas tão foda que mesmo sem ter terminado de ler, ela tem lugar de honra aqui nessa lista. Eu parei de ler pouco depois de uma virada tão incrível na história que me deixou chocado ao ponto de não conseguir mais ler. Tenho que preparar meu esprírito para terminar a história. Vale a pena, vale muito a pena. Essa é uma dica de ouro.
4 – Jornalismo da ESPN Brasil
É quase um alento, ao mesmo tempo que é abominável pensar que o que deveria ser comum tenha que ser tão extraordinário. O jornalismo praticado pela ESPN Brasil é o que eu acredito que deveria ser o jornalismo: imparcial, relevante, sincero e justo. E olha que eu não estou nem classificando como jornalismo esportivo. Existem documentários investigativos, denúncias, e uma luta diária contra as falcatruas e contra a imprensa nojenta do Brasil em relação aos esportes.
Quando você começa a perceber a diferença, você fica horrizado com as outras emissoras. Principalmente a Globo. Não vou detalhar ou dar exemplos dessas diferenças aqui (fica pra outro post), mas vale citar.
3/2 – Wikileaks e Anonymous
Anonymous from Commander X on Vimeo.
Coloquei os dois juntos porque a mensagem é a mesma, contudo os meios são um pouco diferentes. A mensagem que esses grupos mandaram ao mundo, e principalmente a aquele pequeno grupo que “controla” o destino do mundo:
“Não faça merda. Nós estamos de olho. Nós não temos medo.” Não é exatamente isso, mas a mensagem é cara: se você acha que pode fazer tudo, esqueça. Esses caras tem poder, mais poder que podemos imaginar e eles não tem medo de usar.
Cada grupo merece um post separado, mas ficam aí com as duas posições mais baixas do pódio.
ps.: Usar a máscara de Guy Fawkes não faz de você um revolucionário. Muito menos quando você a coloca na sua foto do perfil do facebook
1 – “Nenhum povo deveria temer seu governo, o governo é que deveria temer seu povo”
A frase célebre escrita por Alan Moore em V de Vingança nunca fez tanto sentido na vida real quanto no ano de 2011. Só pra citar alguns, Egito, Líbia, Wall Street, etc. O povo de vários países eternamente submissos a ditadores que se deleitam sugando as riquezas e a liberdade de sua plebe sentiram na pele – literalmente – o gosto amargo dessa frase.
Essas pessoas deram alguma esperança para humanidade.
***
1 – Agora sim, podemos começar 2012
2 – Concorda com a lista? Discorda? O que você colocaria no lugar?
3 – No fim de semana, ou na sexta mesmo, vou fazer a lista do que de pior aconteceu em 2011. Tem alguma sugestão?
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“Numa toca no chão, vivia um Hobbit.”
Assim começa um dos livros mais fantásticos da história. O Hobbit, de J. R. R. Tolkien. Não é segredo o meu vício incondicional pela obra de Tolkien, e por seus personagens. Como já disse, o Turambar é por causa do Tolkien. Mesmo assim, de todos os personagens fodásticos do mundo de Tolkien, os que eu me identifico mais são de longe os Hobbits. Pelo simples fato deles serem em geral gordinhos, baixinhos, gostarem de uma mesa farta, cerveja da boa e não serem muito lá chegados em aventuras. Á, e também adoram soprar uns anéis de fumaça após as trocentas refeições diárias.
São um povo tranquilo que vive em tocas no chão ou casas baixas de um andar apenas. Vivem com os pés – demasiadamente grandes e peludos – na grama e se preocupam apenas com o que vão comer na próxima refeição, vivem suas vidas pacificamente numa terra longínqua chamada O Condado.
Eu sempre vi o Condado como aquele lugarzinho que todos nós sonhamos em ir algum dia e ter alguns dias de descanso de nossas aventuras. É aquele lugar que sempre voltamos, que nos sentimos seguros, confortados e em paz. Tudo o que fazemos na vida, nossa grande aventura, é poder finalmente retornar para um lugar assim e descansar. Sem horários, sem problemas, sem stress.
Tolkien foi muito feliz em resumir tudo isso em uma frase, “Lá e de volta outra vez”. O nosso objetivo, no fim das contas, é esse. Ir lá, e voltar. Afinal de contas, para que você quer ganhar dinheiro? Para que trabalha? Para que estuda? Se não para no final de tudo isso, ter a condição de viver em paz, sem preocupações. Eu penso assim.
O meu “Condado” até então é a minha cidade natal, Monlevade (ninguém aqui diz João Monlevade). É aqui na casa dos meus pais e nos lugares que eu cresci que eu me sinto realmente em casa. Apesar de agora chamar de “casa dos meus pais” essa aqui é a minha casa, e sempre será. Já deve ter uns bons 25 anos que meu pai construiu essa casa e moramos aqui desde então. Nasci, cresci e vivi brincando nessa casa. Ou como chamo agora, minha toca de hobbit.
Desde que cheguei aqui dia 23 de dezembro, tenho vivido como um hobbit. Bebendo, comendo, dormindo, cochilando, bebendo, cochilando, lanchando, dormindo, dormindo de novo, fumando e para terminar, dormindo longamente. Acho que até hoje não vi aqui uma manhã sequer. Meu dia começa à uma da tarde e termina às cinco da manhã.
Saio só para o estritamente necessário. Como ir beber, quando não tem álcool em casa. Ou então jogar Poker, (ganhei 50 reais outro dia, obrigado). Quando não estou no computador escrevendo para meus queridos leitores, estou fritando no videogame, quando não estou fazendo nenhum dos dois estou lendo. Na verdade, estou gastando a maior parte do meu tempo aqui lendo, como sempre fiz nas férias e como aprendi aqui mesmo nessa casa a fazer, intercalados é lógico, por pequenos cochilos e longas horas de sono profundo.
Bom, eu já falei praticamente tudo sobre o assunto mas vou tentar sintetizar esse “Hobbit Way of Life”, para que você também possa aproveitar suas férias ou pequeno descanso.

10 Dicas Infalíveis para Viver Como Um Hobbit
Vou levar em conta que você está em algum lugar que você tenha escolhido e definido como o seu Condado
1 – Tenha uma dispensa farta e variada, saiba o que fazer com ela ou tenha perto quem saiba. Nunca se sabe quando 13 anões podem bater a sua porta.
2 – Não saia da sua toca. Um hobbit de verdade – nessa época do ano – só sai de casa para repor a dispensa ou então para passar algumas boas horas na taverna mais próxima.
3 – Tenha uma adega farta e variada. Evitará que você tenha que ir à taverna mais próxima muitas vezes. Além disso os amigos virão até você evitando que você tenha que fazer o percurso.
4 – Reúna com você o máximo que puder de livros, filmes e jogos. Hobbits passam um tempo enorme lendo, contando histórias e cantando. Mas se tivessem videogames garanto que esses fariam parte do seu dia-a-dia.
5 – Faça mais de 5 refeições diárias. Você provavelmente vai passar o resto do ano comendo miojo e miojo da classe média (lasanha congelada), então aproveite a possibilidade de comer coisas bem feitas.
6 – Faça pequenas caminhadas acompanhado de algum animal doméstico. Afinal essa comida toda não pode ficar parada dentro de você. Mas afaste-se o mínimo possível de casa.
7 – Vá a festas em que não precise pagar nada para comer e beber. Hobbits apreciam e muito esse tipo de evento. Não fique mais que o necessário e volte logo para sua toca.
8 – Entre o tempo gasto com comida, bebida e cultura útil e inútil, treine charadas. Nunca se sabe quando terá que resolver e fazer charadas para salvar sua vida.
9 -Tenha o mínimo de contato possível com as Pessoas Grandes, mais conhecidos como aqueles-que-não-vivem-um-tempo-como-hobbits. Eles não vão entender seu estilo de vida nesse curto período de tempo, além disso dizem que são nervosos e stressados. Você não precisa desse tipo de companhia nessa época, se reúna somente com outros Hobbits.
10 – Depois do tempo que viver como um Hobbit, vá embora. Mas volte outra vez.
***
1 – Bom, depois de escrever isso tudo, vou ali ler um pouco de O Senhor dos Anéis (fazia tempo que não lia) e dormir um pouco. Não sem antes beliscar algum petisco na geladeira.
2 – Por alguns dias que seja, vai ver como essas dicas vão ajudar você a recarregar as baterias.
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Então meus queridos metaleiros, como prometido, rapidamente estamos de volta com o sensacional Dossiê Iron Maiden. Se você perdeu o primeiro post, #corra, clique aqui e leia. Esse será mais um post gigante, assim como o primeiro, então você já sabe.
O post de hoje é audacioso, corajoso e opinativo, eu sei que estou mexendo com uma coisa que é complicada, ainda mais se tratando da maior banda de metal de todos os tempos. Sim, sou audacioso e corajoso o bastante para fazer uma lista dos 7(+1) melhores CD’s do Iron Maiden… e como eu gosto de ser polêmico – mas nem tanto – teremos uma lista com as 20 (+3) melhores músicas do Iron. Parece idiotice, e é. Mas só para quem conhece e é fã da banda. E eu disse que esse dossiê é também para pessoas conhecerem um pouco mais da Donzela de Ferro, e que espécie de Cara Que Indica Banda eu seria se não indicasse também o melhor material da banda?
De antemão eu aviso: AS LISTAS SÃO BASEADAS NO MEU GOSTO – e no meu limitado conhecimento de música. Então meu caro, não perca seu tempo dizendo que faltou isso ou aquilo, que eu sou um idiota por deixar tal disco de fora – ou música. Never the lass, acredito que tenha feito ambas listas com material para agradar quase todos os fãs e principalmente com o essencial do Iron para que mais e mais pessoas virem adeptos dessa “religião”. À, esqueci de avisar… se você é um xiita, você não é bem vindo neste post… muito menos neste blog.
Prontos?
***
Antes, apenas considerações:
- Essa lista é quantitativa, ou seja, o primeiro é melhor que o segundo e assim por diante
- Agradeço ao Diego pelas resenhas de todos os álbuns.
Os 7 (+1) Melhores Álbuns do Iron Maiden
Iron Maiden: O primeiro álbum dos ingleses. Feita com uma produção podre de Will Malone, que não tinha muito interesse no projeto da banda e deixou os integrantes praticamente fazer o que queriam, este álbum esta na lista de muitos fãs pelo som meio roots, mais pobre do álbum, graças a péssima produção feita. O disco foi gravado com o guitarrista Dennis Stratton, que logo depois daria lugar a Adrian Smith. Antemão
O álbum não possui nenhum tipo de conceito. A música “Phantom of the Opera” é baseada no romance do mesmo nome, a velha história do homem com a face disforme que se apaixona pela mulher da ópera.
“Charlotte, the Harlot” conta a história de uma prostituta, a primeira de uma série de músicas do Iron que fala sobre ela. “Iron Maiden”, a música título do nome do álbum e da banda, fala sobre o instrumento de tortura medieval que Steve Harris viu no filme “O Homem da Máscara de Ferro”.
O álbum foi bastante apreciado pelo público britânico, chegando a atingir a 4ª posição na lista de álbuns mais vendidos no país.
Os destaques do álbum são para as músicas “Phantom of the Opera” e “Iron Maiden”.
Powerslave: Em 1984 foi lançada uma das maiores lendas do Heavy Metal mundial. O álbum “Powerslave”. Totalmente ambientalizado, como você pode perceber pela capa, nas lendas e histórias egípcias, apresentadas também na música título. Mesmo não tendo o mesmo hype de “Number of the Beast”, ainda é um dos discos preferidos dos fãs.
Foi o último dos discos do grupo a ter uma música totalmente instrumental, “Losfer Words (Big ‘Orra)”. A música “Rime of the Ancient Mariner” é baseada em um poema de Samuel Taylor Coleridge de mesmo nome, com pedaços do original dentro da música, sendo também a música mais comprida já gravada pela banda, com mais de 13 minutos. “The Duelists” é baseado no filme de mesmo nome de Riddley Scott, além de falar sobre a tradição no século XVII e XVIII, quando se alguém apanhasse uma luva jogada no chão estaria aceitando um duelo até a morte em defesa da honra. “Aces High” fala sobre os conflitos da força aérea inglesa com a alemã durante a Segunda Guerra Mundial.
Os destaques do álbum são as músicas “Aces High” e “2 Minutes to Midnight”, que ainda se mantem firmes e fortes dentre as músicas do grupo que são tocadas ao vivo.
Piece of Mind: Este grande album do Iron é o primeiro a ter Nicko McBrian no comando das baquetas. “Piece of Mind” é um grande caminho em torno dos mundos da ficção. O objetivo da banda neste álbum foi fazer uma pequena coletânea de composições relativas a livros e filmes que os músicos gostavam. A música “To Tame a Land” foi baseada no romance “Dune” de Frank Herbert. “The Trooper” teve inspiração no poema “Charge of the Light Brigade” de Alfred Lord Tennyson, baseado em um feito da cavalaria inglesa na Guerra da Criméia e “Still Life” foi baseada no escritor de terror Clarke Ashton Smith em seu livro “O Habitante do Lago”. Dentre outras inspirações podemos citar “Where Eagles Dare” filme e romance, “Quest for Fire”, baseada no filme de mesmo nome de Jean-Jacques Annaud e o escritor G. K. Chesterton que é citado no início de “Revelations”.
Outras influências que fogem a este tema incluem a Mitologia Grega na música “Flight of Icarus” e o lendário samurai Miyamoto Musashi em “Sun and Steel”.
O álbum foi aclamado mundialmente e vendeu mais de 1 milhão de cópias nos EUA.
“Oh Deus da Terra e do altar
Curve-se e escute nosso lamento
Nossos governantes terrenos vacilam
Nosso povo definha e morre
As paredes de ouro nos sepultam
As espadas do escárnio dividem
Não nos tome vosso trovão
Mas leve nosso orgulho”
G. K. Chesterton; Oração Inglesa
O maior destaque do álbum é a aclamada música “The Trooper”, uma das músicas de maior sucesso do grupo até hoje, sendo incluída em todas as turnês da banda desde o lançamento do álbum.
Brave New World: O retorno do grande Iron Maiden foi marcado por este álbum. O guitarrista Adrian Smith, que deixou a banda em 1990 e o vocalista Bruce Dickinson retornaram, que fez seu último show em 1993, retornam a banda para “Brave New World”. O álbum teve um retorno fantástico, e vendeu mais de 50 mil cópias apenas no Brasil.
Como o nome indica, “Brave New World” (Admirável Mundo Novo) fala sobre nosso novo mundo, em como agimos e o que fazemos. “Brave” entra em um novo conceito para o Iron Maiden, que deixa a “fantasia do metal” e finca os dois pés na realidade.
“Reis despóticos, rainhas moribundas
Onde está a salvação agora?
Perdi minha vida, meus sonhos
Ossos arrancados da minha carne
Gritos silenciosos gargalhando aqui
Moribundos para te dizerem a verdade
Você é planejado e está condenado
Nesse admirável mundo novo”
De acordo com Adrian Smith em uma entrevista, quatro músicas do “Brave” foram escritas por Steve Harris e Janick Gers (alguns dizem que com a ajuda de Blaze Bayley) para o álbum “Virtual XI”.
Os destaques do álbum ficam para as músicas “Brave New World” e “The Wicker Man”.
Seventh Son of a Seventh Son: Este album marcou a saída de Adrian Smith do Iron Maiden. O título do album, Sétimo filho de um sétimo filho, faz parte de uma lenda. Na América Latina este filho se torna um lobisomem, na Irlanda ele ganha poderes de cura e na Inglaterra, país da banda, o sétimo filho recebe poderes mágicos.
Ligadas ao conceito desta lenda estão músicas como “Moonchild”, “Infinite Dreams”, “Seventh Son of a Seventh Son”, “The Prophecy” e “The Clairvoyant”.
A música “The Evil that Man Do” foi inspirada em um texto de William Shakespeare. O personagem Marco Antônio na peça Julio César, diz: “O mal que os homens fazem vive após os homens
morrerem, mas a bondade é enterrada juntamente com seus ossos”.
Os destaques deste album ficam para os clássicos “Can I Play with Madness” e “The Evil that Man Do”.
The Number of The Beast: O terceiro album do Maiden. Não se tem muito que falar, sem dúvidas “The Number of the Beast” abriu as portas do mundo para os metaleiros ingleses, que ainda eram desconhecidos na composição de “Iron Maiden” e “Killers”. Igualmente marcou a estréia do lendário vocalista Bruce Dickinson, considerado uma das maiores vozes do metal de todos os tempos.
Algumas curiosidades do álbum são relatadas nas histórias da banda. O produtor Martin Birch sofreu um acidente de carro e quando foi retirá-lo recebeu a conta no valor de 666,66 libras. A música título do álbum alcançou as paradas na Grã-Bretanha na posição 18, ou seja, a soma de três números seis. O disco, além de marcar o nome do Iron Maiden na história da música, também se tornou uma espécie de apelido para a banda e também para Eddie, o mascote, que ainda são chamados de “The Beast”.
As diferenças grandiosas deste álbum para os antecessores se deu, além da troca de Paul Di Anno por Bruce Dickinson, principalmente pela mudança dos compositores do álbum. “Number of the Beast” foi o único álbum que teve o baterista Clive Burr como compositor, além de ser o primeiro álbum com músicas escritas por Adrian Smith e apresentar um “novo” Steve Harris. O álbum também não possui nenhuma música feita por Dave Murray e foi o primeiro a não ter nenhum instrumental.
A recepção do álbum foi mundial, e é muito difícil o “Number of the Beast” não fazer parte das listas de maiores álbuns de todos os tempos no Heavy Metal. Dentre os diversos veículos de comunicação que colocam a importância do álbum, estão:
Guitar World (17º maior álbum de todos os tempos),
Q Magazine (100ª posição de todos os tempos e entre os 50 maiores do Heavy Metal),
IGN (3º maior de todos os tempos),
Metal Rules (O maior álbum do Metal de todos os tempos)
BBC (Documentário sobre os maiores álbuns clássicos)
O álbum é sem dúvidas também um dos mais polêmicos do Metal, principalmente pelos títulos das músicas e a arte de capa, que mostra Eddie controlando um demônio.
Apesar disso, nenhuma das músicas tem alguma ligação com o satanismo. A música título do álbum foi escrita por Steve Harris logo depois dele ter assistido o filme de terror “A Profecia II” e ter tido pesadelos com imagens de satanismo. “Children of the Damned” foi baseada, de acordo com Bruce Dickinson enquanto entrevistava Ronnie James Dio em seu programa de rádio na BBC, na música “Children of the Sea” do lendário álbum “Heaven and Hell” do Black Sabbath, além do filme de mesmo nome. “Run to the Hills”, outro clássico do grupo, foi baseada no combate entre os colonizadores ingleses e os índios na América do Norte.
Os grandes destaques do álbum são as músicas “The Number of the Beast” e “Run to the Hills”.
A Matter of a Life and Death: O último lançamento de estúdio do Iron Maiden. “A Matter of Life and Death” manteve a formação de sucesso da banda, com Bruce e Adrian Smith. Como o “Brave New World”, o Iron continuou com os temas recorrentes. O album, mesmo não tendo um conceito pré-estabelecido mantem as ideias sobre Guerra e religião fortemente colocadas em todas as músicas.
O álbum obteve um grande sucesso, sendo muito bem resenhado por dúzias de publicações em todo o mundo. As revistas internacionais Kerrang!, Metal Hammer deram nota máxima ao lançamento, e a revista Classic Rock elegeu “A Matter” como o álbum do ano de 2006.
O CD foi vendido no mundo inteiro, e conquistou o topo das paradas em um grande número de países, dentre eles Itália, Finlândia, Alemanha e o próprio Brasil, onde vendeu também mais de 50 mil cópias.
Os destaques do álbum ficam para as músicas “The Reincarnation of Benjamin Breeg” e “Brighter than a Thousand Suns”.
Somewhere in Time: Este grande álbum do Maiden teve um trabalho duro: se mostrar tão bom quanto seus antecessores, “Powerslave” e o ao vivo “Life After Dead”, para uma grande parte dos fãs dois dos maiores álbuns da banda. Foi o primeiro álbum da banda utilizando sintetizadores de guitarra.
Este álbum também criou alguns conflitos internos na banda, pois o material de Bruce Dickinson foi rejeitado em favor das músicas de Adrian Smith.
“Somewhere”, mesmo sendo um grande disco, não conseguiu alcançar o mesmo nível de sucesso do poderoso “Powerslave”, e acabou tendo grande parte de suas músicas esquecidas pela banda e os fãs.
Este álbum, diferentemente de alguns outros citados anteriormente, não tem nenhum tipo de conceito específico. A música “Alexander The Great” fala sobre o grande imperador da Macedônia, um dos maiores conquistadores de todos os tempos, e duas músicas baseadas em obras do escritor Robert Heinlein, “The Loneliness of the Long Distance Runner” e “Stranger in a Strange Land”, este último baseado em fatos reais.
Os grandes destaques deste álbum são para as músicas “Wasted Years” e “Heaven can Wait”, que foram as únicas duas que ainda se mantêm rígidas dentro da lista de músicas tocadas ao vivo pela banda.
***
1 – Como você pôde perceber, a intenção deste post era também colocar a lista das melhores músicas, mas como eu achei grande demais, preferi deixar para um post separado e que será o próximo do Dossiê. Mais uma vez, peço encarecidamente que dê a sua opinião mas não seja um xiita chato.
2 – Você encontra – por enquanto – tudo, mas tudo mesmo sobre o Iron Maiden nesta seção do site Wiplash.
3 – Já conhece o mais novo portal de besteiras humor da blogosfera? Visite o Bobolhando
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Quanto tempo eu não falo de cinema em? Bom, outro dia eu estava lendo os feeds do Tarja Preta (que aliás é um blog sensacional que eu só conhecia de nome, mas resolvi ler e rapidinho virei fã) quando me deparei com este post sobre a lista dos 10 maiores vocalistas de todos os tempos. Bom isso nada tem a ver com a lista de cinema, mas é que lá tinha um outro link para a lista dos 100 Maiores Personagens do Cinema. No post o Luiz Jeronimo fala que ficou com a pulga atrás da orelha por causa do primeiro colocado da lista, o grande Tyler Durden (de Clube da Luta, interpretado por Brad Pitt), então fui correndo ver a lista e assim como o Luiz fiquei com a pulga atrás da orelha.
Eu como mais um amante do cinema e também como blogueiro pensei “Porque não fazer uma mexida nesta lista aí e postar?”. Então foi isso que eu fiz. Obviamente eu não iria mexer nos 100 eleitos, resolvi eleger meus 10 Maiores Personagens do Cinema. Você verá a posição que eu coloquei e também a posição original do ranking, lembrando que vale a pena você clicar no link lá em cima e conferir a lista completa, é muito bacana.
Então vamos à lista:
10° Colocado: Capitão Jack Sparrow (Na lista original está na 8ª Posição)

Interpretado por: Johnny Dep
Filme: Piratas do Caribe 1-3
Frase:“Parece que chegamos a um lugar muito especial. Spiritualmente, ecumenicamente e gramaticamente falando” Jack Sparrow.
Melhor Momento: Bêbado e completamente ultrajado ao descobrir que Elizabeth tinha destruído todo o estoque de Rum.
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9° Colocado: Indiana Jones (Na lista original está na 6ª Posição)

Interpretado por: Harrison Ford
Filme: Indiana Jones 1-4
Frase:“O pai de Indiana pergunta a ele “Como soube que era um nazista?” Indie então responde “Porque ele falava enquanto dormia”.
Melhor Momento: Quando Indie simplesmente atira no espadachim que ficou fazendo firulas com a espada na frente dele. Aliás acho essa uma das melhores cenas do cinema.
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8° Colocado: Rocky (Na lista original está na 34ª Posição)

Interpretado por: Sylvester Stallone
Filme: Rocky 1-6
Frase:“Adriaaaaaaaaaaaaaaaaaan“.
Melhor Momento: A sequência de treinamento de Rocky I que culmina na histórica subida das escadas do Palácio da Justiça na Filadélfia, ao som de Fighting Harder.
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7° Colocado: Tyler Durden (Na lista original está na 1ª Posição)

Interpretado por: Bradd Pitt
Filme: Clube da Luta
Frase:“Regra número um: Você não fala sobre o Clube da Luta. Regra número dois: Você não fala sobre o Clube da Luta.” Tyler Durden
Melhor Momento: Sem dúvida alguma quando Tyler fala das regras do Clube da Luta na primeira reunião do clube.
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6° Colocado: Hannibal Lecter (Na lista original está na 1ª Posição)

Interpretado por: Sir Anthonny Hopkins
Filme: O Silêncio dos Inocentes
Frase:“Eu queria que tivessemos mais tempo para conversar, mas tenho um velho amigo para jantar.” Dr. Hannibal Lecter
Melhor Momento: Quando ele arranca um pedaço da garganta do enfermeiro para escapar.
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5° Colocado: John McLane (Na lista original está na 12ª Posição) – um dos meus favoritos

Interpretado por: Bruce Willis
Filme: Duro de Matar 1-4
Frase: “Yippee-ki-yay, motherfucker!” John McClane – Não iria traduzir isso, seria uma maldade
Melhor Momento: No último filme, quando o garoto pergunta espantado diz que ele jogou um carro em um helicóptero e ele diz apenas “Fiquei sem balas”.
***
4° Colocado: Don Vito Corleone (Na lista original está na 10ª Posição) – 12ª??? pelo amor de Deus

Interpretado por: Marlon Brando
Filme: O Poderoso Chefão
Frase: “Farei uma proposta que ele não irá recusar” Vito Corleone
Melhor Momento: Qualquer um em que ele dizia essa frase.
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3° Colocado: Maximus Decimus Meridius (Na lista original está na 35ª Posição) – A maior injustiça da lista.

Interpretado por: Russel Crowe
Filme: Gladiador
Frase: “Meu nome é Maximus Decimus Meridius, comandante dos Exércitos do Norte, General das Legiões Félix, leal servo do verdadeiro imperador Marcus Aurelius. Pai de um filho assassinado, marido de uma esposa assassinada. E eu terei a minha vingança, nesta vida ou na próxima. ” Maximus – Para mim a fala mais perfeita de todos os tempos.
Melhor Momento: O momento em que ele tira a máscara e diz essa fala para o imperador.
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2° Colocado: Coringa (Na lista original está na 3ª Posição)

Interpretado por: Heath Ledger
Filme: Batman – Cavaleiro das Trevas
Frase: “Eu sou um agente do caos.” The Joker
Melhor Momento: Ao chegar na reunião da máfia, quando ele diz que irá fazer uma mágica, que irá fazer o lápis desaparecer…bem, depois disso vocês sabem o que acontece.
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O Maior Personagem de Todos os Tempos: Darth Vader (Na lista original está na 2ª Posição) – Eternamente o meu favorito.

Interpretado por: David Prose / Voz: James Earl Jones.
Filme: Star Wars: Uma Nova Esperança, O Império Contra-Ataca e O Retorno de Jedi.
Frase: “Luke, i am your father” Darth Vader – Traduzir isto seria outra maldade.
Melhor Momento: Todos.
Nunca, jamais, mánemfudendo, existiu um personagem mais incrível do que Darth Vader no cinema. É claro que existem tantos outros, que eu mesmo adoro, mas Lorde Vader jamais será vencido – na minha opinião. Quem não gosta de Star Wars não vai gostar e não vai concordar, mas apesar de eu ser fã e tudo mais, considero sim ele o maior personagem, por todos os momentos serem inesquecíveis. Por ser de quebra o maior vilão da história. A respiração ofegante, o traje preto, a perfeita voz de James Earl Jones, a história por trás de Anakin Skywalker, a incrível luta contra seu filho Luke, culminando em uma das melhores cenas já vistas, que é quando ele diz a Luke que ele é o seu verdadeiro pai. Tudo isso faz de Darth Vader o maior personagem de todos os tempos do cinema.
****
1 – Olha, foi difícil demais fazer esta lista. Deixei de fora tantos outros personagens inesquecíveis além de outros que por serem favoritos eu poderia colocar ali. Veja bem, não tem nenhum personagem de O Senhor dos Anéis e eu me sinto um traidor não tendo colocado pelo menos o Aragorn. Bom, só para lembrar não deixem de ver a lista dos 100 Maiores Personagens do Cinema.
2 – Uma ótima maneira de fazer um nerd virgem para o resto da vida.
3 – Sessão Piadex, você VAI rir.
4 – Garfield sem Garfield
5 – Eu queria até postar esse vídeo aqui, mas eu vou linkar. Stand By Me pelo Mundo – muito bacana, vale a pena ver.
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