Ah, o natal… uma época de paz, amor, fraternidade, porrada, chute na testa e soco na cara. Bem, o natal é uma data que tem um tanto de falsidade e união, dependendo do lado que se olha.
Porém, independente da maneira que se veja a data, não podemos simplesmente ignorá-la ou deixá-la para lá. Não importa a sua religião, se você vive em um país cristão como o Brasil você terá que conviver com todos aqueles enfeites, árvores, compras, gorrinhos vermelhos e outras coisas ridículas que você só faz no natal, como comer uva passa (ARGH!).
Não vim falar de hábitos bizarros de natal (mas hein, daria um bom post, pensarei nisto), mas sim de grandes lançamentos deste ano que tem tudo a ver com esta data.
Um dos grandes problemas do natal é a chatice das músicas. Oh fuck… quem diabos ainda suporta músicas de natal? Dingle Bell… Dingle Bell… acabou o papel… Fala sério, essas músicas enchem o saco! São tocadas na TV, no rádio, nas casas dos parentes, vizinhos… diabos!
Por isso, trouxe aqui uma listinha básica com três lançamentos para você curtir um natal muito mais headbanger e rock and roll da sua casa.
Halford – Winter Songs
Se eu precisar dizer aqui quem é Rob Halford para um fã de heavy metal, então por favor deixe já este texto e não volte mais aqui! Você não é tru o bastante para partilhar do poder do Metal God.
Falando sério, quem esperaria que Rob Halford criaria um álbum com músicas de natal? Estranho mas ao mesmo tempo fantástico, só isso que posso dizer sobre o “Winter Songs”.
Músicas natalinas como “Oh Holy Night” e “Christmas for Everyone” ganham um tratamento especial com o super vocal de Halford e as guitarras e Roy Z (mais conhecido pelos álbuns que gravou com Bruce Dickinson) e “Metal” Mike Chlasciak. Tirando a calmaria daquelas músicas chatas de natal e trazendo um pouco de heavy metal para a data, esse álbum é um essencial de todos os amantes do estilo, em especial os fãs do Judas.
Trans-siberian Orchestra – Night Castle
Eu sou fã do trabalho de Paul O’Neill. O cara é um mestre desde a época do Savatage, com músicas com conteúdo e também bastante fortes na melodia. Eu adoro o álbum “Beethoven’s Last Nightmare”e achei também ótimo este novo álbum, “Night Castle”.
Diretamente não tem nada a ver com o Natal, sem aquelas músicas e historinhas relacionadas à data. Mesmo assim é um álbum fantástico, e o fato do grupo tocar durante a época festiva somente reforça que ele deve estar aqui.
Destaco aqui as músicas “Night Enchanted”, “The Mountain” e “Nutrocker” com ótimas melodias e as músicas “The Safest Way Into Tomorrow” e “Believe” – uma homenagem ao Savatage, essa música é original do álbum “Streets” – pelas ótimas letras.
Austrian Death Machine – A Very Brutal Christmas (EP)
Quando eu vi a capa do primeiro álbum do Austrian Death Machine, “Total Brutal”, achei que ela se parecia muito com alguém bastante conhecido…
Sim, isso mesmo! É o Arnold Schwarchsuahduas, Tio Arnie, Governator, que seja! A banda é uma paródia e tributo ao ator e governador da Califórnia. Projeto criado pelo vocalista do As I Lay Dying, as músicas do ADM – não confundir com Administração – são todas feitas baseadas em citações de Arnold em seus filmes.
No “A Very Brutal Christmas”, o grupo fez um cover da famosa música “Jingle Bells” de uma maneira um pouco… hum… diferente, ouçam aí.
Acho que não preciso vir aqui declarar meu amor por capas de álbuns. Todo fã de metal – e alguns de rock – adoram imagens de capa. Os desenhos das capas dos álbuns não são qualquer coisa, não são idiotas e nem inúteis, eles sempre estão lá para alguma coisa, sempre tem um motivo, uma lógica com o tema do álbum, uma singularidade com seu conteúdo ou com o estado de espírito da banda, as vezes passam até por si mesmas mensagens, como a clássica “Holy Diver” do Dio, sem dúvida nenhuma uma das capas mais fantásticas do metal de todos os tempos.
Eu poderia passar horas e horas escrevendo um texto falando o quanto as capas são importantes em um álbum de verdade para nós fãs de metal, mas acho isso completamente desnecessário. Quem ouviu metal uma vez na vida e teve a chance de pegar um álbum nas mãos e observar bem a capa dele enquanto ouve a música sabe do que estou falando. Se você curte Calypso ou qualquer tranqueira velha com capas onde só aparecem a cara dos músicos, você nunca irá entender como a arte de capa faz a diferença. Aqui no Brasil as capas nunca foram muito exploradas em sua totalidade.
No caso mais específico do Iron Maiden, as artes de capa trazem emoção, vibração, sentimento, elas quase chegam, em alguns álbuns, a falar com você! E não, não estou ficando louco, ok? Aquela capa conversou comigo, tenho certeza!
Este é um artigo duplo, como aqueles ótimos álbuns ao vivo. Neste primeiro texto irei falar sobre as minhas capas preferidas, uma pequena viagem sobre a história do grupo britânico entre as capas de seus álbuns, singles, ao vivos e coletâneas, e no outro vou mostrar como os fãs de metal são diferenciados e adoram não apenas a música, mas o conjunto completo do álbum. Chupa indústria fonográfica!
Running Free (1980)
A capa do primeiro single do Iron em 1980, dois meses antes do lançamento do debut “Iron Maiden”. A imagem foi feita já por Derek Riggs, criador de Eddie, um dos maiores mascotes do Heavy Metal de todos os tempos.
A imagem mostra um beco para onde corre uma pessoa – aparentemente um Headbanger – para as mãos de Eddie. No fundo, escrito na parede, estão os nomes de algumas das maiores bandas de sucesso da época (dá para se ver claramente o nome do Scorpions, Led Zeppelin, AC/DC, Judas Priest, um King (King Crimson?), entre outros.
Nada mais do que o chamado: “Venham para o Maiden, fãs do rock!”
The Number of the Beast (1982)
Em 1982 foi lançado o álbum que daria toda a fama internacional ao Iron Maiden, que já havia conquistado nos seus dois primeiros álbuns uma boa fama em países como Suécia e Noruega, além do Reino Unido.
O que se pode esperar do álbum mais polêmico de todos os tempos em termos de capa? A mesma polêmica.
A capa causou uma repercussão enorme na mídia internacional e criou aquela velha história da ligação da banda com o demônio (bla bla bla).
Ela mostra claramente Eddie dominando o diabo por meio de cordas de marionete, enquanto também, ali embaixo, é dominado. O objetivo da banda era mostrar as influências que as pessoas sofrem em suas vidas – você domina e é dominado, pelo bem e pelo mal, todos os dias de sua vida.
A capa do single “Run to The Hills”, deste mesmo álbum, tem o mesmo objetivo. Nela é mostrado Eddie confrontando o diabo em meio a um vale cheio de conflitos lá embaixo. A capa do single “Number of the Beast” traz a vitória de Eddie, carregando a cabeça do diabo, declarando sua vitória contra as “forças do mal”.
The Trooper (1983)
Este single, que já faz parte do famoso álbum “Piece of Mind”, pode ser considerada uma das jóias do Iron Maiden.
A imagem dela, do guerreiro, com a morte em suas costas e os corpos mostra bem a vida de um soldado, do genocídio e da destruição da guerra, realmente unida ao conceito da música.
A capa também imortalizou um gesto famoso de Bruce Dickinson com a bandeira britânica em mãos, coisa qual ele faz em boa parte dos shows por onde passa. Eles tem orgulho de suas origens, e com esta capa fizeram questão de retratar isso para todo o mundo.
Powerslave (1984)
A capa preferida de Bruce Dickinson e Dave Murray não poderia ficar de fora. “Powerslave” é um álbum fantástico, e o desenho de sua capa representa a imponência do Império Egípcio, com um grande simbolismo histórico facilmente perceptível, afinal uma capa destas, apresentando um dos grandes impérios da história da humanidade, um povo imponente, grandioso, e um título de “Escravos do Poder”, você deve imaginar onde estou tentando chegar, não?
Fora isso, também é meu desenho preferido, os detalhes, cada centímetro foram desenhados com técnica precisa, desde a imponente pirâmide até os sacerdotes que carregam o que parece ser o sarcófago de um poderoso faraó logo abaixo.
2 Minutes to Midnight (1984)
“Powerslave” é um álbum tão forte que merece dupla citação. O single “2 Minutes to Midnight” – diga-se de passagem, uma das minhas músicas preferidas – apresenta uma capa cheia de simbolismos. A guerra fria, o medo nuclear e a bipolaridade entre comunismo X capitalismo estão presentes nela com grande força.
As bandeiras apresentadas (na extrema esquerda a União Soviética, a terceira o Iraque, depois mais ao fundo há o Reino Unido, Estados Unidos, Israel e no fundo Cuba), mostram bem o teor político da música, que fala sobre o Relógio do Apocalipse e os testes nucleares de 1953, quando o relógio atingiu o ponto mais próximo da meia-noite (2 minutos faltando). Eddie faz uma posição já bem conhecida e famosa, do Tio Sam na recruta por soldados (o famoso cartaz “I Want You to the U.S. Army”).
O horário também é mostrado na capa de outros dois singles do grupo. Em “Wasted Years” e “Stranger in a Strange Land”, os dois do sucessor de “Somewhere in Time”, há dois relógios. O primeiro marca o horário 23:58 (canto inferior direito), e o segundo marca 11:58 (no fundo, ao lado do ombro de Eddie).
Somewhere in Time (1986)
A capa preferida do baterista Nicko McBrain e do baixista Steve Harris, a imagem futurista de “Somewhere in Time” realmente chama a atenção pela perfeição do desenho, mostrando, juntamente com a do “Powerslave” a evolução do desenhista Derek Riggs.
Ela parece apenas um desenho legal sem nenhuma ligação, mas olhe bem no lado direito, não é a capa do álbum “Iron Maiden”? Escrito por cima dela ainda está “Eddie Live”? (pelo menos é o que parece) E logo acima não temos o nome Acacia, referência à música “22 Acacia Avenue” do “Number of the Beast”?
Bring Your Daughter… To The Slaughter (1990)
O único single da banda que alcançou o topo das paradas do Reino Unido.
Uma parte do sucesso desta música se deu pelo filme “A Hora do Pesadelo 5: O Maior Horror de Freddy”, pois ela foi gravada por Bruce especialmente para a trilha sonora do filme.
As referências na arte de capa são enormes, tantas que muitas eu sequer consegui saber de onde vem. Visível é o simbolo do Batman na lua ao fundo, o que parece ser o Geleia dos Caça Fantasmas no chão, o diabinho com medo do pôster do Iron atrás na parede e um personagem do Vila Sesamo (desenterrei esse!) na lata do lixo no canto direito, além do fato de que ele está abraçando a Jéssica Rabbit, morram de inveja.
Rock in Rio (2002)
Essa capa está aqui mais pela sua importância que por sua estética. A fusão do palco do Rock in Rio com a face nos céus do “Brave New World” é algo que mostra domínio, controle.
Não preciso ficar aqui dizendo o quanto esse show foi importante, sem dúvidas quem assistiu (eu não tive o prazer, infelizmente) deve saber bem o que foi. Está escrito na história, e dela ninguém tira.
Interessante reparar que, com a saída de Bruce, Derek e a chegada de Blaze, as capas do Iron Maiden conseguiram ficar péssimas e horrorosas. A era sombria da banda, da qual muitos dos fãs sequer querem acreditar que tenha existido, também não pode ser marcada por qualidade nas artes de capa.
The Reincarnation of Benjamin Breeg (2006)
Este single, lançado no último álbum do grupo, trouxe um grande mistério. Nele Eddie escava o túmulo de Benjamin Breeg, onde está o epitafio: “Aici zace un om despre care nu se ?tie prea mult“, sentença em romeno que significa: “Aqui jaz um homem de que pouco se sabe”.
Ninguém sabe bem quem seria o tão misterioso homem, e os integrantes do Iron dizem que os fãs tem que descobrir por si. Algumas teorias podem ser encontradas no Whiplash e no Cifra Club.
Seria Benjamin Breeg o ex-vocalista do Maiden, Paul Di’Anno?
Somewhere Back in Time (2008)
Seria o retorno às raízes? A arte de capa desta coletânea une realmente o melhor do Iron Maiden (os maiores clássicos da banda da década de 80).
Não poderia faltar na capa as duas melhores artes da banda da mesma década, além de resgatar os desenhos de capa que fizeram tanto sucesso e que sumiram por mais de 15 anos (as capas do Maiden andam sofríveis, o último álbum ainda deu para engolir, mas não é a mesma coisa).
No final, o “Somewhere Back in Time”, a turnê fantástica e o “Flight 666” enchem o público de esperança para o novo álbum em 2010, que conforme disse Nick McBrain, baterista do grupo, afirmou em entrevista.
E você? O que acha das artes do Iron Maiden? Tem alguma preferida? Está apreensivo para o próximo álbum? Acha que faltou alguma capa importante nesta lista? Deixe seu comentário!
1- Você quer ver as outras capas dos álbuns? Passear pelos desenhos em alta resolução? O site Iron Maiden Wallpapers possui todas as capas da banda em alta qualidade – dentre elas as colocadas neste artigo. Só visitar a sessão de singles e álbuns.
2- Em uma entrevista concedida em 2008, Derek Riggs falou um pouco sobre seu trabalho com o Iron Maiden e como surgiu Eddie. A tradução desta entrevista pode ser vista no Whiplash.
3- Na época do show do Maiden aqui no Brasil, o G1 criou um joguinho no qual o objetivo era encontrar o desenho de assinatura de Derek em diversas capas da banda.
4- Em uma entrevista concedida este mês, o baterista Nicko McBrain falou como começou a ideia para o filme “Flight 666″. Veja aqui. (observe o número da matéria no endereço… estou com medo e mandarei arredondarem ele)
Em mais uma ação super bem elaborada pela organização PETA (Pessoas pela Ética e Proteção aos Animais), a dupla britânica de música eletrônica Pet Shop Boys (Garotos do Pet Shop) aceitou mudar seu nome para Rescue Shelter Boys (Garotos Chatos que Protegem animaizinhos indefesos, ou algo do tipo). Leia os principais trechos da carta:
“Caros Neil e Chris: vocês têm muitos fãs leais por aqui. Nós temos um pedido que pode parecer bizarro, mas esperamos que depois de considerar os fatos seguintes vocês entendam por que estamos fazendo isso. Vocês por favor considerariam mudar o nome da banda de Pet Shop Boys para Rescue Shelter Boys?”
Então eles contaram como os animais são tratados nos Pet Shops, ficando depressivos e tudo o mais que vocês devem saber. Pois bem, a ação foi um sucesso, e não somente o nome vai mudar como o próximo álbum do grupo irá ter o nome da organização e todo um lado a favor da proteção dos animais.
O mais interessante desta notícia é toda a repercussão que essa troca de nomes causou em toda a sociedade. Diversas associações no mundo inteiro resolveram entrar na mesma jogada da PETA e lançar suas próprias campanhas, onde alguns dos maiores grupos de rock do mundo irão mudar seus nomes para divulgar melhor essas associações e seus feitos a favor da fraternidade, igualdade e bem estar de todo o mundo, não preciso explicar, vocês sabem disso. Vamos a lista:
Arctic Monkeys: Os famosos “Macacos do Ártico” como são conhecidos ganharam fama e reconhecimento pela internet. Como poucos sabem, o nome da banda já tem todo um lado ecológico: a luta pela preservação dos milenares macacos que vivem nas tundras das regiões do norte do Canadá, Sibéria e Groenlândia. Infelizmente ninguém liga para isso seus insensíveis!, por isso a WWF propôs a mudança do nome da banda para Polar Bears. Ótimo nome, todos pensam na proteção dos ursinhos fofinhos e branquinhos polares. Assim a banda continua sua saga a favor do meio ambiente e da proteção dos animais, além de trazer a tona uma discussão sobre o Aquecimento Global, que todo ano diminui as geleiras onde moram os bichinhos.
O Arctic Monkeys Polar Bears indo fazer uma visita aos seus amiguinhos das neves
Oasis e Coldplay: Os britânicos aderiram em peso as ações ambientais. O Oasis e o Coldplay afirmaram que, juntamente com o Greenpeace, estarão mudando seus nomes para divulgar a todos os seus fãs os males do aquecimento global. O Coldplay daqui para frente se chamará Hotplay, afinal tocar frio agora é impossível com os termômetros ingleses marcando 40º na sombra durante o verão. Já o Oasis ainda foi mais longe, mudando seu nome para Desert. Com o aumento do número e extensão das áreas desérticas do mundo, a banda quer conscientizar a todos os males do aquecimento global, principalmente para as populações de beduínos nas regiões do Oriente Médio, que caso vocês não saibam, são grandes fãs da banda. Além disso tudo, as duas bandas já comunicaram que se unirão para a gravação de um álbum conjunto sobre o aquecimento global, com participação de Michael Jackson e seu “We are the World”, dos Polar Bears e do Snow Patrol (que já tem um nome politicamente correto, então não precisará trocá-lo).
ACDC e U2: As associações de alfabetização e educação entraram também nessa onda. A Associação dos Educadores Irlandeses, de acordo com informações da Cler – uma especialista em U2 – dona do blog Hit na Rede, o U2 irá mudar seu nome para U1,2,3,4… assim auxiliando os fãs mais jovens a dar os primeiros passos na matemática. Os professores australianos fizeram o mesmo caminho, e o ACDC irá mudar seu nome para ABCD, visando o auxílio da banda ao lado educacional e a iniciação da alfabetização do público australiano, além dos seus fãs por todo o mundo.
Bono Vox do U1,2,3,4… ensinando as crianças como cuidar do passarinho
Guns n’ Roses: As organizações a favor do desarmamento e contra a violência dos EUA acham que o nome incita as práticas de violência com armas de fogo por conter o termo Guns (Armas) em seu nome. A banda de Axl Rose irá mudar seu nome, passando a se chamar Waterguns n’ Roses, incitando as pessoas a brincar com arminhas de água ao invés de sair por aí atirando em todo mundo. Esta ação, porém, já tem um grande contratempo. Associações a favor do consumo consciente da água já entraram com recurso, afirmando que o uso de armas de água é “esbanjar desnecessariamente os recursos hídricos do nosso amado planeta”.
Judas Priest e Black Sabbath: Conforme um ordem pedido vindo diretamente do Papa Palpatine Bento XVI, tanto o Judas Priest quanto o Black Sabbath terão que mudar seus nomes para se comportarem melhor com seus fãs cristãos por todo o mundo. Os britânicos do Judas Priest irão mudar o nome para Jesus Apostle, pois Judas é um maldito miserável traidor, logo não pode ser respeitado. O Black Sabbath, (Sábado Negro) por ter seu nome ligado as práticas de bruxaria proibidas pela igreja desde a época da Inquisição, irá mudar seu nome para White Sunday (Domingo Branco), além de utilizar suas músicas para divulgar mensagens de paz e de amor, onde os pais levam as crianças para passear no parque nos finais de semana de sol. Alguns intelectuais brasileiros acham isso uma afronta, dizendo que o Black Sabbath White Sunday estaria se vendendo para as industrias de sorvete, já que todo mundo sabe que isso aqui é um sunday:
2- Mallu Magalhães fez uma entrevista na Rádio Bandeirantes AM tentando atingir o público “mais velho”. Leia a notícia e depois, se tiver estômago, ouça o áudio.
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