Mesmo que nos dias atuais só se fale em HD, memória em flash e sei lá mais o que, eu sou do tempo em que a peça mais importante no video-game (depois do console em si, claro) era o Memory Card (ou seja lá como se chamava nos outros consoles). O MC  era simplesmente o que fazia horas e horas de jogo valerem à pena. O MC era Deus.

Não quanto à vocês, mas “na minha época” os consoles vinham apenas com um controle (com fio… fio curto, aliás) e, quando muito, um jogo de brinde (normalmente era algum jogo de esportes gringo, tipo baseball), sendo este provido pela loja em que você comprou o console e não pela frabricante do mesmo. Naqueles tempos, pagar 80 reais num troço que pesa umas 50 gramas era um absurdo (ainda é, mas agora 80 reais parece pouco), portanto o MC seria o seu presente de aniversário (o console foi o de Natal) ou algo do tipo. Em resumo: você só conseguia um MC muito tempo depois de ter zerado (ou desistido de zerar) todos os seus jogos.

Algumas das melhores lembraças que tenho em relação aos jogos são das horas que passei jogando as mesmas fases pela 587915710560 vez só para ver se daquela vez eu conseguiria zerar o jogo. Só para citar uns títulos, falo de Homem-Aranha 2, Expresso Polar e Dragon Ball Z Budokai 3, todos esses no PS2… no PS1 creio que a lista passa dos 20 títulos, todos jogados à beira da exaustão, do momento em que eu acordava até “altas horas da madrugada”… bons tempos aqueles em que eu precisava de colírio por causa da dor de ficar 16 horas em frente à TV.

Enfim, a chegada de um MC era comemorada como a vinda de uma Fenix… ou como uma carta 17/17 com ímpeto e iniciativa, se assim preferir. Por pura nostalgia todos os jogos eram zerados (de novo) só para ter a satisfação de ter o “save” ocupando os 8 mega do MC… imaginem então quando o ícone do “save” se mexia… em questão de dias toda a frase de quando estava salvando era decorada (vocês sabem, aquela com “do not reset or switch off the console“) e o MC era totalmente preenchido. Ah, a dor de ter que excluir um save…

Perdi há muito a conta de quantos replays do Winning Eleven, quantos skatistas personalizados no Tony Hawk e quantas tentativas diferentes no Prince of Persia já passaram pelo meu MC… saves de God of War então… e (não posso deixar de fora) os incrivelmente filhos da puta 2,999 kb do save do Hitman Bloody Money (Parece pouco, mas não é). Acho que só ganhei meu memory card um mês após ganhar meu PS2, mas vários dias (sim, juntando as horas de jogo devo ter uns 6 meses, no mínimo) da minha vida foram gastos entre o PS1 e logo no lançamento do PS2.

Deixem aí nos comentários os saves que vocês já perderam por cair a energia durante o salvamento (é isso…?), os que vocês tiveram de deletar para colocar outro jogo e os jogos que vocês já zeraram na raça, sem salvar (lembrando aqui que se você nunca zerou um jogo sem MC, você é um riquinho apelão – para quem não sabe, eis um xingamento forte no mundo gamer). E, claro, deixem aí seus xingamentos para todos que acham que 250 GB é melhor que 8 MB. Viva la contra-revolución!




Só quem já teve um video-game sabe a relação que se cria entre os dois: é algo mais forte que muita relação paternal e faz muito mais sentido que o poder do Coração no Capitão Planeta. Um video-game é algo muito além de uma carcaça de plástico com uns circuitos por dentro, um video-game é aquele irmão mais velho super foda que você sempre quis ter mas nunca teve a chance… até porque o brocha do seu pai resumindo, seu video-game é seu melhor amigo.

Assim como o seu melhor amigo “for real”, o seu video-game não te deixa na mão, não te troca por ninguém, não te decepciona (isso fica por parte dos jogos) e não rouba sua namorada. Seu video-game NÃO ROUBA SUA NAMORADA, guardem isso. Tal amizade que se forma entre você e seu console (ou portátil, por que não?) só não pode ser descrita em palavras, mas sim com imagens:

Pois é. Eu, como todo bom gamer, tenho um PlayStation 2. Siiim, meus caros, o video-game mais vendido do mundo, aquele que já te fez xingar o juiz no futebol e dar pulos de alegria por causa da Lara Croft com curvas, curvas redondas. Tal console me foi dado de Natal (o que já garante grande respeito para com o video-game) e como toda criança inocente eu levava meu video-game para a casa de familiares… creio que não seja surpresa o fato de que meu amigo de fé, meu irmão camarada (Sim, o momento brega do post acabou) foi cruelmente lançado em direção ao solo. Todos já sabemos que uma vez fodido, achar a virgindade só rola com cirurgia, então meu video-game foi, diversas vezes, para o proctologista técnico e que nunca mais foi o mesmo (as marcas da pancada não me deixam esquecer disso).

Eis que há pouco mais de uma semana vou me largar no sofá para passar horas em frente à TV com o controle na mão e noto um fator que é um dos grandes responsáveis pelo temor de milhões de nerds ao redor do mundo: um barulho estranho. Meus caros, aí fodeu. A frase fora dita mais uma vez: “tem que levar pra arrumar”. Caros leitores, provavelmente já gastei mais com concertos no video-game do que minha mãe gastou para comprá-lo… não tão bons tempos aqueles em que os consoles vinham com um controle (de fio curto, é claro), com jogos ruins (eu recebi um de baseball, um que não lembro e o GTA San Andreas… é, tive sorte) e sem memory card. Porra, se você nunca zerou um jogo sem salvar você não merece respeito.

Definitivamente um video-game é um dos melhores investimentos que você pode fazer na sua vida. Quem mais te alegraria num momento triste, te faria dar risada quando alguém (real) morreu e te ensinasse lições valiosas para a vida, pedindo apenas uns dinheiros para a conta de energia? Seu video-game estará sempre ao seu lado, não importa as merdas que você faça, não importa o quão idiota você seja e acima de tudo, seu video-game não te trai. Quem precisa de amigos quando se tem o controle na mão? Quem precisa de família quando se tem o checkpoint salvo? Quem precisa de amigos quando se tem emuladores de sexo centenas de jogos ao seu dispor?

Agora pensem naquele video-game que foi especial para você, seja ele um SNES, um PlayStation 3 ou um GameBoy Color. Pensem nos bons momentos que vocês passaram juntos, em tudo que fizeram juntos e em todos os jogos que vocês já zeraram. Deixem aí nos comentários um pequeno lembrete daqueles tempos nostálgios, ou dos tempos nostálisgicos que você está vivenciando agora mesmo… enquanto isso eu vou decidir se meu PS2 vai para o concerto ou para o lixão junto com o Woody… Porra, não tem “S2″ nesse nome à toa.

psp 3000

Digamos que tenha sido em Dezembro de 93 ou Janeiro de 94 um dos dias mais felizes e importantes da minha vida. O dia em que eu e meus irmãos ganhamos o nosso Super Nintendo. Assim como eu, milhões de meninos de 6 anos se sentiam no paraíso da modernidade e da diversão. Nós estávamos entre os grandes. Nós tínhamos um SNES novinho e com uma porrada de jogo.

Foi um dos dias mais felizes não precisa nem explicar. Dê um videogame de última geração para um garoto de 6 anos para você entender o que eu estou falando. Na época o SNES era o PS3 de hoje. Um marco na nossa geração. Me lembro como se fosse hoje. Meu pai iria trazê-lo, tava vindo de viagem, os três rebentos de minha mãe acordados até altas horas – tipo umas onze e meia da noite – esperando a tão esperada caixa mágica.

Eu sei que dormimos, sentados em algum canto, um encostado no outro e acordamos na cama. Eu como sempre o mais dorminhoco, acordei com um barulho de scharakrichetch pra cá, scharakrichetch pra lá. Além de exclamações de puro prazer e alegria, coisas como “nossinhora!”, “abre esse trem logo”, “meu deus do céu”, essas coisas. Ainda de olhos fechados fui ficando com raiva da barulhera e por estarem me acordando – já nessa época eu odiava que me acordassem, abs – até que… até que tico bateu em teco, teco ficou louco e começou a dar tapas na cara de tico que deu o grito.

Me lembrei o porque daquela balbúrdia toda. Em 2 segundos eu já estava arrancando pedaços de qualquer coisa e soltando as mesmas interjeições como se estivesse lá desde o começo. E meus irmãos encararam o fato da mesma forma. Eis que colocamos o SNES em um tamborete e nos afastamos para dar uma olhada.

Lá estava ele, o Santo Graal de nosso tempo. A maravilha. Todo montado, com fita, manetes e tudo mais. Eu até hoje juro que ele brilhava, meus irmãos me disseram que foi o sono. Ninguém deve passar de “estar dormindo” para “atirando e lançando granada” em dois segundos. Mas que para mim até hoje ele brilhava, brilhava.

Eu falo pra todo mundo, se eu não tivesse ganhado um SNES eu nunca aprenderia inglês, eu nunca escreveria, eu nunca teria imaginação. Papo sério.

Eu tô contando tudo isso, só para contar que eu – desde a última sexta-feira – sou possuidor de um novíssimo (e bloqueadíssimo) Play Station Portable, vulgo PSP. E por dois dias – sábado e domingo – eu fui novamente aquele garoto de 6 anos que acordava às 6 e meia da manhã para abrir seu Super Nintendo. O coração bate forte, dores no estômago, ansiedade elevada a décima potência para poder zerar o primeiro joguinho.

“Um mundo de emoções por causa de um videogame? Get a life.” Você pode dizer. Eu digo, sim! Um mundo de emoções para isso. Foi jogando joguinhos que eu aprendi muita coisa, como eu já disse ali. É jogando joguinhos que eu me desligo desse mundo maluco, é jogando joguinhos que eu volto a ser criança e esqueço como o mundo aqui fora é cruel. Meu refúgio não é uma carreira de cocaína, nem um baseado. Meu refúgio não é ira ao shopping. Meu refúgio não é sumir do mapa. Meu refúgio vai de voar com o Super Mário a tocar Free Bird no hard e fazer 5 estrelas, passando pelo Protoman e matando – finalmente! – o Dr. Willy.

***

1 – Dica! Dê um videogame para seu filho/irmão/whatever enquanto há tempo. É uma dica séria.

2 – Por causa do PSP não se assuste ao entrar no blog e ver alguns reviews de jogos.

3 – Visitem o blog do maior fanático por joguinhos que eu já vi – Kid, do Hoje é Um Bom Dia.

***

[Zica do Dia - Edição ExtraORDINÁRIA]

Dica: Ao comprar um PSP, NÃO ATUALIZE SEU FIRMWARE PARA 5.51!!!!

Motivo: Você não conseguirá desbloqueá-lo.

***

Burro, burro, burro, burro…

[/por enquanto... por enquanto...


Provavelmente o primeiro video-game de muita gente da minha idade, ou o segundo, Master System e seu Alex Kid bombavam. Mas foi com certeza, o mais lúdico, viciante e amado foi este, o Super Nintendo. Se você é da era PlayStation, vai achar que eu estou maluco, não, não estou. Video-Games evoluiram muito, hoje é praticamente você controlando um filme. O PS foi um divisor de águas, concordo. Mas ele não tinha o charme do Snes. Nunca vou me esquecer do dia em que ganhei – junto com meus dois irmãos – este console. Meu pai estava trazendo o Snes de São Paulo. Lembro da minha mãe acordando a mim e Mateus “Acorda gente, vem ver seu pai”. Eu me recusei a levantar – aliás, desde que me lembro eu odeio que alguém me acorde – mas eu ouvi meu irmão acordando e dizendo “Ó, o video-game…”. Em 3 segundos eu já estava em pé. Dei um oi correndo para o meu pai e fui para o quarto. Desembrulhamos e jogamos até minha mãe mandar a gente dormir. O jogo..bem, não poderia ser outro a não ser Super Mario World.Por esse motivo, por ter feito parte da minha infância, por me dar cultura pop, por me ensinar inglês e por hooooooras intermináveis de divertimento, fiz essa pequena lista de jogos. Só de pensar neles, minha mente voa para aquele tempo. Tempo de criança. Tempo em que éramos mais verdadeiros e mais retardados.

***

Bom, vamos a lista. Primeiro, gostaria de agradecer o meu parceiro Wallace, que me ajudou a preparar essa lista e a definir quais jogos não poderiam entrar. E por que eu chamei ele para participar, uai, ele é dono do melhor lugar do mundo para lembrar do Super Nintendo. O blog Clássicos do Super Nintendo. Lá vc pode baixar todos eles, emuladores e tudo mais. Parando com o jabá os agradecimentos e voltando à lista, alguns jogos foram classificados como hors concours ou seja, não entraram na seleção. Não entraram por serem jogos que estão acima de qualquer lista. São os melhores e ponto. Outra curiosidade, a lista terá dois jogos a mais – quem lê o blog, sabe que as listas que têm aqui, são de cinco – ou seja, serão 7 jogos.

E chega de Blá-blá-blá.

Tartarugas Ninja IV – Grande jogo, grande desenho. Sempre fui fã das tartarugas lutadoras, o filme então..sensacional, me influenciaram bastante, em textos, em piadas e tudo mais. A começar por procurar saber quem era Donatelo, Michelangelo, Rafael e Leonardo. Sobre o jogo, você começa a se empolgar logo pela apresentação, e olha que eu sou viciado em apresentações de jogos. A desse jogo é uma das melhores que eu já vi, assim como a trilha sonora. Me lembro do dia exato em que comprei esse cartucho, fui correndo pra casa, mas no dia…meu pai fez o favor de emprestar o ‘adaptador’ para um amigo dele. Quase matei meu pai. Tratei de arrumar com um vizinho, sob promessas de favores devidos. O jogo, putz, o jogo é sensacional, daqueles viciantes, jogando ‘de dois’ então…sempre rendia brigas “o pedaço de pizza era meu pô, eu to com menos life que você!” “mas você pegou o último…vc que fica deixando seu cara morrer” “Mãããe! Mateus comeu minha pizza..eu vou morrer!!!”. Minha mãe ficava danada da vida. E quando conseguíamos jogar o adversário na tela! Putz, era o máximo. Me recordo muito bem dos momentos felizes jogando esse clássico do Snes. Baixe o jogo aqui.

Top Gear – Rá! Depois de Lotus. Acho que foi o jogo de carro mais jogado do mundo. Esqueça Need For Speed e seus carrões tunados e turbinados. Top Gear era o máximo. Ainda é! O que era esse jogo, meu deus. O Super Nintendo foi o video game mais sociável da história. O bairro inteiro se juntava na casa de um que tinha comprado o jogo mais novo, ou que estava organizando um campeonato de qualquer coisa. Era sempre uma festa. Que ou acabava em briga ou em pizza. Top Gear não fugia à regra. Emocionante, até meu pai parava para ver as mirabulosas corridas. Mas esse jogo tinha um tipo de corrida em especial que sem modéstia eu digo que eu era foda. Corridas noturnas. Não se fazem mais corridas noturnas como as de Top Gear. Tempo bom. Sem contar a trilha sonora. Deus, que trilha. Você ficava maluco só escutando akeles tãnãnãnãs. Esse jogo foi tão importante para mim, que nunca mais gostei de jogos de carro. É, joguei o Need Underground como todo mundo, mas enjoei. Top Gear sim, foi meu último jogo de carros. Baixe o jogo aqui.

Tiny Toons Adventures – Impossível não se viciar neste jogo. É daqueles que você zera 8 mil vezes e não se cansa. Todo tipo de fase que você puder imaginar, além de ser divertidíssimo, era cheio de segredos, esconderijos e fases especiais. O jogo era até difícil em algumas partes. Um clássico, todo mundo que teve um Snes, jogou e se divertiu muito com as aventuras de Lilica e Perninha. Tem cenário para tudo que é gosto, faroeste, castelo mal-assombrado, jogo de futebol americano. E você lá, dando chutes em todo mundo. Viciante e incrível! Destaque para os Mini-Games que apareciam entre uma fase e outra. Adorava esse jogo. Baixe o jogo aqui

Donkey Kong Country 2 – Como não falar do macacão?! Dos maiores clássicos e um dos personagens mais queridos de todos os tempos se tratando em games. Vou falar do 2 porque o Country 1 é hors concours. A continuação é tão sensacional quanto o primeiro. Além do Diddy você também jogava com a namoradinha dele, a Dixie. Putz, não tem muito o que falar de Donkey Kong, é acima da média. Nunca fizeram um
jogo de plataforma como esse. E acredito que nunca mais vão fazer. Quem zerava primeiro era Rei, o jogo reunia tudo, diversão, medo, tentativas e mais tentativas de se passar de alguma fase difícil ou de um chefão chato bagarai. Sempre gostei e sempre vou gostar. Jogo até hoje, morro de rir sempre. Adorava as fases com os animais ajudantes. Rinoceronte era foda demais! Destaque para as fases bônus. Eram quase melhores que o próprio jogo! Baixe o jogo aqui.

Biker Mice From Mars - O meu preferido da lista! Eu já adorava o desenho quando joguei esse jogo. No estilo do maior jogo de corrida de todos os tempo Rock N’ Roll Racing, Biker Mice marcou como um dos maiores clássicos de Snes. Me lembro muito bem de uma tarde, regada a suco de maracujá – colhido no pé da minha casa – que eu zerei o jogo. Cada personagem tinha a sua peculiaridade. Sempre gostei mais do ratinho da moto vermelha, não era a mais veloz mas era o melhor nas curvas. Muito tiro, muita explosão e muuuuita risada. O jogo é ótimo. Sensacional ver a galera derrapando no óleo que você deixava, ou quando você ficava brilhando e detonava todo mundo. Rendeu muuita diversão. Destaque para os cenários – fases – das corridas, cada uma com sua dificuldade, você morria de ódio em algumas. Que saudade deste jogo. Baixe o jogo aqui.

Earthworm Jim 2 – Rá, um dos mais engraçados da história. Morria de rir com aquela vaquinha na primeira fase. Ótimo personagem, Jim Minhoca! Vou reproduzir aqui a magnífica resenha feita pelo Wall. “Earthworm Jim 2, ou Jim minhoca 2, é um verdadeiro clássico para Super Nintendo. Sucessor de Earthworm Jim (que em breve estará aqui no blog), o jogo conta com ótimos gráficos e uma excelente trilha sonora. Sem contar claro com o seu humor sem noção. Vamos redescobrir esse clássico. O jogador controlará Earthworm Jim (Jim Minhoca), que tem como objetivo salvar a princesa What’s-Her-Name das garras malignas do Psy-Crow. A jogabilidade é outro fator que se destaca no jogo. Além de uma grande variedade de movimentos, o personagem tem uma grande variedade de armas (até hoje eu não entendo para que serve aquela que atira bolhas). O legal desse jogo é que cada fase é bem distinta da outra. A trilha sonora desse jogo é demais, composta por Tommy Tallarico. Nafase “The Villi People”, pode-se notar uma melodia muito bonita, até triste. Quando o jogador passa das fases, poderá brincar com as vozes de umas vacas (hehehe), deixando-as mais grossas, finas, rápidas, lentas, etc. O que eu mais gosto nesse jogo é o Puppy Love, que aparecerá 3 vezes durante todo o jogo. O jogador terá que apanhar uns cachorros em um marshmallow gigante, caso não os apanhe, levará uma surra de um cachorro boladão, chamado Peter.” Baixe o jogo aqui.

Mega Man 7 – Até hoje considerado o melhor Megaman que já existiu. Eu sou suspeito para falar, eu poderia até fazer uma lista com o Top 5 de Megaman. Acho que joguei e zerei todos. Uma das melhores séries de jogos já criadas, quiçá a melhor. Gostei sempre tante da primeira parte da série, Megaman X Dr. Willy, quanto da segunda parte, Megaman X Sigma. Apenas o Megaman X4 se compara ao 7. Fases secretas, chefões, novas armas, e mais-não-sei-o-que escondido. Destaque para o Rush. Sensacional aquele cachorrinho. Mas o que eu mais gostava e gosto em Megaman clássico, é a interminável batalha entre o nosso querido azulzinho contra seu irmão ProtoMan. Muito MUITO foda o ProtoMan. Sempre gostei mais dele do que do próprio Mega. Bom, sempre gostei mais do anti-herói que do herói perfeitinho. Também jogo Megaman até hoje. Putz, como passei horas procurando as fases secretas, ná época não tinhamos o todo poderoso Google para nos ajudar. Era na labuta mesmo, ou então nas revistas especializadas. Baixe o jogo aqui.

***

1 – Esse post demorou UMA SEMANA para ser concluído. Não é mole não.
2 – Mais uma vez, agradeço ao Wall que me ajudou com a lista.
3 – Como é bom lembrar desses jogos e dos momentos felizes que eu passei jogando todos eles.
5 – Sem número 4.

Pedro Américo.

.