Veja a primeira parte do primeiro episódio: Jack Kraven – Episódio 1 – Parte 1

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Jack se levantou enquanto sacava suas pistolas, foi um movimento que ninguém naquela taverna pode ver, quando assustaram Gamble já estava com os miolos pregados na parede, antes que alguém conseguisse se mexer mais 4 já estavam entrando no vale da morte. Jack Kraven era rápido, céus como era rápido e certeiro. Ele nunca disperdiçava uma bala. Enquanto alguns se atreviam a atirar nele outros fugiam prometendo a Deus que nunca mais fariam nada de mau. Jack parecia dançar, o corpo se movia perfeitamente, as armas pareciam espadas que eram brandidas pelo melhor dos espadachins.

Tinha apenas mais uma bala no tambor e ainda havia vários porcos para matar, mas ele não se preocupou, ia mostrar sua mágica. Rapidamente viu quem iria receber a última bala, Trevor Hausban ia saindo de fininho enquanto seus homens atiravam ‘protegidos’ pelas mesas do Antro Gumble. Jack se projetou para frente e enquanto caia no chão acertou o joelho de Hausban, não era hora…ainda. Ele foi se deslocando calmamente em direção a parede oposta a seus inimigos, colocou os tambores para fora e girou-os no cinto. Pronto, tambores cheios denovo. Ele apontou as armas e assobiou. Todos pararam de atirar, o cheiro de sangue e morte impregnava o local e Jack ria, ouvia-se apenas a respiração ofegante dos corajosos combatentes, o choro da viúva Caty e o som da dor de Trevor Hausban.

- Vocês tem certeza que vão continuar atirando em mim? – perguntou Jack com uma voz que fez seus inimigos pensarem seriamente em responder ‘não’.

Um a um eles foram levantando com os braços levantados num sinal de trégua. Um a um foram tombando mortos com um tiro no meio da testa. Jack Kraven também não jogava limpo. Quem mais estivesse no local não iria aparecer para atrapalhar.

- Levante daí sua PUTA! – gritou Jack para Cat Gumble.

- Não me mate…não me ma..

- AHAHAHAHA Essa é boa, levante-se e morra com um mínimo de dignidade, se é que você merece isso.

Ela foi se levantando vagarosamente e Jack foi se aproximando, ele deu apenas uma olhadela para o lado. Tudo bem, o Sr. Hausban continuava lá, perto da porta de vai-e-vem sem se mexer. Ele então olhou para a mulher parada em sua frente, ela tremia de cima embaixo, um forte cheiro de urina vinha de seu ventre e o fez sentir ainda mais nojo daquela mulher. Jack primeiro cuspiu no rosto de Cat e antes que ela pudesse se afastar segurou ela pelo pescoço e disse:

- Abra a boca.

- Rmmsslwmm. – Cat disse de boca fechada sem que ele pudesse entender. Mas ele havia captado a mensagem.

Ele então atirou de lado. Metade da boca da senhora Gumble viajava pelo saloon, junto com seus dentes. Ela urrava de dor, colocou as mãos na boca mas o sangue não parava de jorrar. Jack resolveu deixá-la por um momento e foi em direção ao seu próximo alvo. Hausban já estava com metade do corpo para fora da estalagem quando o seu algoz o puxou de volta. “Aonde pensa que vai Trevor? Temos contas a acertar seu puto!” Quando ouviu isso Trevor teve a certeza que jamais sairia vivo daquele lugar, enquanto a isso tudo bem ele já esperava desde o momento em que viu os olhos daquele ‘menino’ prometendo sua vingança, só tinha medo do quanto iria sofrer até poder finalmente morrer.

Quando Jack o trouxe para dentro ele pisou no joelho em fragalhos de Trevor, queria ouvi-lo gritar. E ele gritou, ó como gritou, parecia uma puta, os gritos eram como música para o ouvido de Jack. Ele então atirou no outro joelho e subiu em cima. O que parecia impossível aconteceu, Trevor gritou ainda mais alto, enquanto Jack Kraven dava sonoras gargalhadas, quase tão altas quanto os gritos de dor. Ele então saiu de cima do seu inimigo antes que este desmaiasse, quando se endireitou viu que a viúva Gumble estava de frente para ele com uma arma apontada diretamente para sua testa. Jack parara de sorrir, mas olhava triunfante para a viúva coberta de sangue segurando uma arma. Ela estava tremendo, mas não erraria o tiro não sai Gumble – como diria um outro pistoleiro.

- Então, vai atirar ou vai ficar aí igual a um zumbi olhando para mim? – perguntou Jack quase rindo da situação.

Antes que ela pudesse responder, eles ouviram um estouro e a cabeça de sai Gumble explodiu do lado explodiu do lado esquerdo. Hart, o barman havia matado a esposa do seu ex-patrão com uma escopeta. Antes que ele pudesse carregar a arma para mais um tiro, Jack já estava atirando. Ele atirou nas mãos do barman, que se transformaram numa massa disforme de carne.

- Eu não iria poupar você por isso.

- Arrrrgh…e-eu sei..é que…há te-tempos, eu queria fazer isso.. – disse Hart se segurando para não demonstrar seu medo e sua dor, “Isso – pensou Jack – era morrer com dignidade”.

Jack não poupou balas para Hart. Fez uma ‘peneira’ como costumava dizer. Ele foi se dirigindo à saída, parou apenas para olhar sua vítima ‘sem joelhos’ e dizer:

- Você merece sofrer um pouco mais, mas não se preocupe, você não terá nem tempo de sentir saudades.

Ele então colocou suas ‘garotas’ no coldre e saiu da Taverna Gumble deixando apenas a morte para trás.

Fim do primeiro episódio

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1 – Agora meu querido amigo Ignus tem um Blog, vocês que provavelmente gostam de ler vejam o – FalaNau. Garanto ótimas histórias

2 – No que se transformou o Jack aí em? Putz. Nem eu sabia que ia ser assim.

3 – Tem mais post pra hoje! Não mudem de canal.

4 – Só para eu provar par o Alvin que eu gosto dele – Acessem o Seu Estranho e o WW.Brogui.com. O último aí está parado, mas tem ótimos post’s lá…e você com certeza conhece o Seu Estranho..não?? Corre então!

Antes de começar uma rápida explicação Isto aqui será uma série de contos sobre Jack Kraven, um pistoleiro que viveu há muito tempo em um país qualquer em um mundo parecido com o nosso.

Jack Kraven – Episódio 1

Finalmente. A taverna Gumble, principal reduto da corja da grande Tron. Dez longos anos se foram desde a última vez que Jack Kraven estivera aqui. Dez longos anos desde a Noite da Lamentação. Dez longos anos desde que tiraram de um garoto de 14 anos tudo o que ele tinha. Dez longos anos desde que ele prometera que iria se vingar.

Jack respirava fundo, estava revivendo todo seu passado naquele momento, o cheiro de bebida barata entrava em seus pulmões e lhe dava nojo. O cheiro podre daquele lugar o levava a loucura. E era da loucura que ele precisava, o plano era entrar, sentar, tomar um trago e depois matar. Matar até não restar nenhuma alma viva naquele antro. Ele sabia quem estava lá. Roger Gumble, o dono da taverna, Caty Gumble, mulher de Roger e puta mor. Além é claro do milhonário Trevor Hausban. Os três estavam no topo da lista de Jack. Quem mais estava na taverna não importava tanto, mas não interessava, só de estarem ali mamando e degustando da podridão que era aquele lugar, mereciam a morte.

Enquanto Jack se perdia em seus pensamentos, parado em frente à porta da taverna um bêbado sai aos tropeços, gritando:

- QUE GRANDE MERRRRRDA, ME VOMITEI

Ele teve que se segurar para não explodir a cabeça daquele velho idiota, Matin Reyes era o nome do bêbado, Jack se lembrava dele, se lembrava de como o velho se recusou a ajudá-lo, era um dos culpados pela morte do seu irmão. Cuidaria dele mais tarde. Enquanto o velho vomitava na rua, ele entrou.

Quando pisou dentro do bar, todos pararam de fazer o que quer que estivessem fazendo para dar uma olhada no “forasteiro”. Jack deu de ombros e seguiu em direção ao balcão. Com o chapéu baixo, ninguém conseguia ver o seu rosto, mesmo se tivesse com a cara aberta, duvidava que alguém fosse reconhecê-lo. Sentou e esperou pelo barman. Roger Gumble estava na mesa de Hausban, junto com a piranha da mulher. Isso era bom, ele contou mais ou menos 26 pessoas na taverna. Mais os “felizardos” com suas concubinas cheias de sífilis nos andares de cima, ao todo o número não passaria de 40. Muito bom. O barman se aproximava, o show estava prestes a começar.

- Olha rapazinho, não gostamos de gente estranha por aqui. – tinha uma voz áspera, mas falava baixo, ninguém ouviu a não ser o homem a qual se dirigia. -  Então por favor, trate de dar o fora daqui antes que eu encha seu rabo de chumbo.

- Por favor, eu quero um uísque duplo, senhor Hart.

“Como ele sabe o meu nome” pensou o barman Hart, ele sentiu medo, como nunca tinha sentido antes. Aquela voz, aquela voz significava morte. Hart não sabia porque, mas estava tremendo enquanto servia o uísque para aquele homem. Isso nunca havia acontecido, ele era um homem durão, muita gente na cidade tinha medo dele, ele era o braço direito de Gumble, fazia os serviços sujos do chefe. Gumble que neste momento olhava para o balcão na esperança do forasteiro sair correndo depois da famosa “conversa no pé do ouvido” com Hart, o problema era que o estranho não se movia. Isso era novo. Gumble se levantou e foi em direção ao homem sentado em seu balcão, iria acabar com aquela palhaçada.

Jack virou o uísque e pediu outro, as coisas estavam interessantes. Pelo canto do olho viu que Gumble vinha em sua direção. Ele praticamente podia ouvir suas armas gritando, implorando. Jack pensou sorrindo “Acalmem-se, vou botar vocês para cantar daqui a pouco”

- Ei! Você aí, quem diabos você pensa que é para chegar ao meu bar e desrespeitar o meu barman? – Gumble havia chegado

- Eu sou Jack Kraven. – disse ele enquanto pensava “Vamos cantar garotas”.

CONTINUA…

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1 – Só para visar que o Episódio 1 tem duas partes.

2 – Espero que vocês gostem.