A primeira coisa que eu quero explicar, é o porque de eu usar essa imagem, no dia das mulheres. Antes, lembre-se que esse post é uma homenagem às mulheres que eu amo.

Essa imagem diz exatamente quem eu sou e como aprendi ao longo dos anos – parece papo de velho, eu sei – sobre esse sentimento tão estranho e tão esquisito que é o amor. Não, não estou monlega ou amolecido, ou estou de mimimi porque as garotas vão comentar dizendo “que lindo!” e achando que eu sou um cara bacana.

Como eu estava dizendo, essa imagem me retrata. Eu sou largado, estou longe de ser o mais bonito, meio desgrenhado, meio bobo, de vez em quando largado de lado, tenho o meu valor, sou nostálgico, demoro um pouco para me acostumar às pessoas. Mas quando acostumo e me identifico, não gosto de largá-las. Apesar de ser meio groxo, fora de moda, embaraçado e claro meio sem graça… gosto das pessoas ao meu jeito. Aquele jeito meio largado, meio esquecido, desapontando muito mais vezes do que agradando, mas ainda sim fiel. Fiel àqueles dias em que vamos lembrar com saudade.

Não sou muito bom de demonstrar sentimentos. Aliás, sou péssimo nisso. Não escolho bem as palavras, não falo coisa com coisa, bobo, até meio infantil. Mas aquelas poucas pessoas que conhecem esse meu lado, sabe que a sinceridade por trás não precisa ter um véu de palavras bonitas e tiradas na hora certa.

Antes que você se pergunte “cadê a porra do dia das mulheres?” – se é que já não se fez essa pergunta – eu digo que aprendi a ser assim, obviamente, com minha mãe e com meu pai. Depois de mais de 30 anos de casados, se amam como adolescentes, e meu pai, assim como eu é meio assim, do jeito que disse lá em cima. Minha mãe teve a sabedoria de nos ensinar – a mim e a meus irmãos – seja falando mesmo, ou nós mesmos observando o relacionamento dos dois. Aprendi a respeitar uma mulher, a ter orgulho de uma mulher, a ser testemunha das maiores loucuras de uma mulher e é claro, a ver a força incomparável que tem uma mulher em relação a seus objetivos.

Aprendi a admirar isso e a respeitar. Aprendi com ela que um homem deve ser sempre cheiroso, carinhoso e bem humorado. Aprendi também, observando ela, que jamais vamos entender a cabeça de uma mulher, e que isso é que é o bom da coisa. Elas sempre vão nos surpreender e nos deixar com cara de bobo.

Somos ainda um bando de Neandhertais perto delas. E se elas quiserem, ainda metem a porrada na gente. Em todos os sentidos. Hora somos meros macacos, hora somos só garotos que não resistem aos seus mistérios, como dizia o Leoni.

O Dia Internacional da Mulher, para mim não significa nada e antes que você vá correndo a caixa de comentários me xingar, espere eu pelo menos me explicar. Para grande parte dos homens e com certeza uma parte das mulheres, precisa do 08 de Março para dar uma rosa, para dizer que ama, para dizer o quão importante ela é para você. No caso das mulheres, algumas realmente precisam desse dia para poder vislumbrar a mulher que ela poderia ter sido se não tivesse aceitado o que a sociedade impôs para ela. Outras gostam mesmo disso, tudo bem.

Agora, amigo, se você faz isso tudo no dia da mulher, você não dá a mínima para as mulheres que você ama. Você quer mais é que ela esquente a barriga no fogão, que ela chegue em casa cansada do trabalho, dê comida aos moleques, ao cachorro, passe o seu uniforme para amanhã, reclama se ela quer ver novela, e ainda por cima nem dá boa noite e muito menos diz que a ama. Você não está nem aí, para aquela pessoa, que provavelmente ganha menos do que seus colegas homens no trabalho – fazendo muito mais que eles -, que pensa em você, que quer estar bonita para você, e que no final do dia tem forças para muito mais enquanto você reclama das suas costas.

Você não costuma lembrar, que historicamente elas conseguiram na raça e na coragem direitos que você teve desde sempre e de lambuja. Você esquece que elas tem que lutar todo dia contra um monte de coisas que nós homens não temos nem noção, e ainda por cima conseguem tempo para fazer a unha, se depilar, e jamais perder a pose.

Chego a conclusão que somos – em maioria – um bando de merdas mesmo. Mas não todos, não todos.

Amo na verdade todas as mulheres que conheci, de certa forma. Ou amo uma parte, aquela parte que me diz que elas são realmente fodas. Algumas é claro, amo em especial. Para duas delas apenas, vou deixar uma mensagem abaixo.

Para os homens, termino como terminei o meu post do Blog do Grupo Open (leiam, que ali está a verdadeira homenagem ao Dia Internacional da Mulher, aqui no meu blog é só devaneio louco)

É por isso que eu digo que não devemos lembrar isso apenas no dia 08 de março, se a batalha delas é diária, o nosso reconhecimento deveria vir da mesma forma. Se você quer de verdade parabenizar as mulheres da sua vida por esse dia, o melhor é demonstrar todos os dias o quão importante elas são para você.

***

É possível amar uma mulher apenas vendo fotos dela e lendo o que ela escreve pra você? Sim, é possível. Aconteceu comigo de verdade duas vezes, a primeira, com a querida Evelin, que eu importunei durante anos, amo como uma grande amiga. Podemos ficar meses sem nos falarmos, mas nunca esqueço dela e posso falar com ela como se tivéssemos conversado ontem. Ela sempre me entendeu, sempre deu bons conselhos, e sempre rendeu conversas maravilhosas. Foi com ela que eu descobri que quando estou conversando, seja por msn, telefone ou cara a cara, com uma mulher e sou extremamente criativo é que eu realmente gosto daquela pessoa. Eu ainda vou conhecê-la pessoalmente e discutir muito sobre música com ela.

Evelin, luv ya!

Outra pessoa, vocês conhecem.

Eu conheci ela numa comunidade de Redatores aí. Comecei lá falando algumas coisas aqui e ali, mineiro saca? Comendo quietinho. Sempre tinha reparado naquela que na época era a loira-gostosa da comunidade. Essa foi de verdade uma comunidade ímpar, para você ter uma idéia, uma das mulheres que fazia parte hoje está na Playboy – se você não entendeu, é a capa do mês de março – Uma coisa levou a outra e começamos a conversar, ficamos mais amigos. Até que um belo dia chamei ela para escrever nesse blog aqui. Já senti ciúmes dela, já olhei como bobo pro avatar dela no msn, já pirei com a cruz – bendita cruz! – já passei horas imaginando como seria encontrar com ela, já escrevi um texto e dediquei pra ela. Aqui era a parte em que eu diria “Já encontrei com ela e disse com todas as letras que amava ela pra caralho, porra!”… mas infelizmente isso ainda não aconteceu.

Naya, te amo. (L)

***

1 – Nem vem. Eu sei que prometi e vocês sabem que não deviam acreditar tanto em mim.

2 – Odeio escrever no escuro, e estou realmente com asco de computador quando chego em casa.

3 – Preciso URGENTEMENTE de um notebook. Quando eu comprar um, podem ter certeza que vocês vão me pedir para parar de postar.

4 – Farei um vídeo amanhã, especial para a Babiarruda e para Ingrid. =D

Como eu terminei dizendo na Parte 1 o que parecia ser uma noite cheia de acontecimentos ainda estava longe de acabar.

Pois bem, a festa já havia acabado, a música havia cessado e ainda restavam algus gladiadores na arena. Pelo menos é o que eles pensavam. Na verdade, todo mundo já tinha ido embora. Todo mundo com um veículo motorizado pelo menos, quando foram perceber, dos convidados – tirando a familia da aniversariante – restaram apenas Pedro, Hudson, Wadson e Juliender. E olha que eles nem eram uma turma, a “galera” dos nossos antigos personagem já estavam na mão do palhaço há muito tempo, em suas casas. Á, antes que eu me esqueça, haviam dois seguranças também.

Os quatro – completamente bêbados – se despediram da familia, e se viram em uma situação um “pouquinho” complicada. Eram umas 5 da manhã, estavam em um sítio no meio da BR-381 – perto do Pesque & Pague do Two – próximos à João Monlevade, sem nenhum transporte e nenhuma esperança de conseguir chegar em casa. Um senhor que aparentemente trabalhava no sítio disse que passava um ôns da Gontijo 6 horas. Fomos os quatro então para a entrada do sítio e ficamos lá conversando. Não tenho certeza, mas acho que um deles acabou dizendo

- Bom, pelo menos não tem jeito de ficar pior né?

Tinha. Começou a chover.

Acolhidos embaixo de umas árvores que não protegiam nada da chuva eles percebem a chegada de dois sujeitos vestidos de preto. Seguranças da festa. Apesar da situação, eles até acharam engraçado, os seguranças vinham usando um banner imenso da Skol como guarda-chuva. O melhor de tudo era que cabiam todos eles lá embaixo, lado a lado. Firmes e fortes. Eis que no meio de tudo, passa a familia da aniversariante no carro da familia, buzinando e se despedindo da gente. O que não devem ter pensado daqueles pobres coitados embaixo do banner da Skol. Seria engraçado se não fosse trágico.

Estavam todos lá, sem nenhuma certeza sobre nada que iria acontecer. Para Pedro, a única coisa que ao mesmo tempo o consumia, o confortava. Não teria que sentir a situação adversa acontecendo, ele tinha alguma noção de que estava no meio do nada, bêbado – talvez até por isso não sentia tanta coisa – e sem nenhuma certeza de como (e se) iria voltar pra casa. Ele tinha outras preocupações adolescentes para ocupar a cabeça. O que o tirou do tormento alguns segundos foi uma caminhonete (neste momento todo o sítio já estava apagado) e um senhor falando:

- O ôns vai parar aqui não. Sobe aí que eu levo ocês no ponto.

Subiram todos na caminhote, inclusive o banner.

O tempo foi passando, o dia foi nascendo e o que todos temiam foi acontecendo. A “onda” tava passando. O frio, para alguns, era muito maior do que para outros. Logo viriam o sono, o cansaço, a ressaca e com ela a melhor amiga do bêbado, a dor de cabeça.  A fria manhã daquele domingo chegou com tudo, ela não estava nem aí para aqueles quatro, mais dois seguranças e um banner que ainda estavam no sábado. Com ela, veio o tão esperando ônibus. Entramos rezando para que a rala quantia em seus bolsos fossem suficientes e para que tudo acabasse logo, o que é claro, não aconteceu.

Quando chegaram em Monlevade, logo ao descer do Gontijão, avistaram um ônibus azul arrancando do ponto e indo embora. A pouca esperança que eles tinham de pegar o ônibus para irem para o centro da cidade se esvaiu rapidamente. Do bando, apenas os quatro iniciais restaram – não se sabe o que foi feito dos seguranças e do banner – desses, dois estavam com um celular. Dois dois, um estava funcionando, mas sem crédito. Wadson tinha o celular que funcionava mas o pai dele não atendia. O jeito, era andar – e andar para caralho.

No meio de tudo, acabou sendo divertido. Estavam aqueles quatro idiotas vestidos na fina estampa, andando por uma parte pobre da cidade às 7 da manhã, molhados, gritando, rindo e reclamando. Dessa parte, a única coisa que vale a pena contar é da esperança que os pobres coitados tinham em passar em frente ao velório e ver lá um morto. Velório queria dizer comida – um pãozinho com salame e um café estariam de bom tamanho – e (com sorte) uma carona.

Não tinha morto, mas tivemos a sorte. Wadson conseguiu falar com o pai dele. Ele viria resgatar os soldados. Tá certo que depois daquilo tudo o sentimento foi quase que “porra, nem precisa”. Precisava. Depois de uma jornada incrível, Pedro chegou em casa nada são e muito menos salvo. A sanidade anteriormente lhe roubada pelo álcool fora devolvida, a lhe roubada pela baixinha sorridente não.

Até chegar ao acontecimento a seguir, várias coisas aconteceram envolvendo os acontecimentos na festa. Os mais importantes foram a conversa que Pedro teve com Hudson, sobre as intenções dele com a moça. Basicamente, para ele havia sido coisa de uma noite apenas, o que Pedro mal pode acreditar mas tudo bem, conversaram e ficou decidido que nosso herói tinha sinal verde para avançar. Homens leais aos amigos tratam a coisa dessa forma. Acontece que nem todos os homens tem os mesmos valores, ou acreditam nas mesmas coisas. Um “amigo” dos dois também ficou interessado na moça – ao que parece, junto com a torcida do flamengo – e ele simplesmente pouco se lixou para qualquer coisa. Ao mesmo tempo em que Pedro se abria para Bárbara o outro já estava em cima. O problema é que Pedro havia entrado na Zona do Amigo, pior invenção dos tempos modernos em que homens se deram a amigos de mulheres, o que você bem sabe impediu completamente as ações de nosso amigo e cortou pela raiz suas esperanças de amor infinito.

O que era difícil, se tornou praticamente impossível. Numa dessas cavalgadas da vida, o outro “amigo” – vulgo bestfriend – também se valeu dos lábios da moça. Ou seja, era mais um no caminho. Um soldado inimigo cai, logo aparece outro. É uma máxima da batalha de campo, não há o que fazer se não lutar ou levantar bandeira branca. E foi o que Pedro fez. O problema, é que o gostar e querer uma pessoa, no caso desta história quer aquela garota era muito mais do que ficar de mãos dadas na praça e pagar de namorado para todo mundo. A questão é que para Pedro, Bárbara era de fato uma pessoa da qual não poderia se afastar. A conversa entre os dois fluia como água em pedra. Não havia aquela história de conversar coisas visando o objetivo de pegar a garota. O objetivo era conversar – mesmo que por internet – passar um tempo com a pessoa que mais o fazia sentir bem. E subitamente abandonar isso foi extramamente difícil e complicado. Eram acima de tudo grandes amigos, se adoravam.

Abaixo seguem os devaneios de Pedro – e meus também – sobre a tal Zona do Amigo.

Mas quando a amizade chega a um certo nível, é inevitável um dos dois ou os dois quererem estar ao lado um do outro ainda mais. E é aí que o amor de amigo, vira amor de homem e mulher, é aí que uma coisa vira outra coisa. E é aí que nem eu nem o Pedro entende o que diabos “Mas somos amigos…” quer dizer. Na verdade eu, ele e você sabemos. Significa “Não rola por motivo x”, o problema é o que o motivo x nunca é dito, e às vezes as mulheres colhem o que plantam justamente por não nos dizer com todas as letras o que querem realmente dizer.

Pense bem em como isso é idiota. Se “somos amigos” realmente fosse o motivo, a garota estaria dizendo para você o seguinte:

- Olha só, não rola. É porque tipo, eu te conheço pra caramba sabe? Você é meu amigo, amo você… você me diverte, você me faz rir, você sabe o que eu gosto e o que eu não gosto. Você me protege, gosta das mesmas coisas que eu, nunca vamos enjoar um do outro. Você conhece meus pais, irmãos… vem aqui em casa sempre. Você me dá bons conselhos, só quer o melhor pra mim. Me dá atenção, gosta de mim pelo que eu sou de verdade, e não pelo que eu aparento ser. Sabe… então, por isso… não vai rolar.

A sua cara de incredulidade em pensar como isso seria um motivo para NÃO ficar com alguma pessoa é a mesma que a minha.

Fim do devaneio.

É óbvio que “somos amigos” quer dizer outra coisa, tudo bem… não vem ao caso agora. Agora eu como narrador tenho que continuar a história.

A bandeira branca foi levantada, as tropas aliadas se retiraram do campo de batalha, mas nem todas as tropas, é claro. Havia um ou dois agentes disfarçados em campo. O tempo foi passando até que um certo dia – pouco mais de um ano depois se eu não me engano – Pedro e Bárbara conversavam no mIRC, e por tabela ambos conversavam com Caio (que entra na história agora mas acaba tento um papel importante no restante dela), eis que sem que Pedro esperasse, Bárbara lhe disse que o queria da mesma forma que ela a queria. Com todas as palavras.

Como narrador peço desculpas a você leitor e ao Pedro por não conseguir traduzir aqui o sentimento daquele dia. Você pode imaginar. Eu, de vez em quando, lembro como ele se sentiu. Tenho certeza que ele se sentiu a pessoa mais feliz do mundo.

Mas… (sempre tem um “mas”)

Nem tudo são flores.

***

Você saberá mais no próximo capítulo.

Espero que vocês estejam entendendo um pouco mais agora, e que fique bem claro, eu só quero contar a história. Porque acho que ela vale a pena ser contada, e porque acho que vai me ajudar a encontrar algumas respostas. Além de me forçar a escrever de uma forma da qual eu já estava esquecendo.

Várias pessoas que fazem parte desta história leram e gostaram, inclusive os personagens principais. Além disso, essa história entra para a sessão de como entender os homens, que nada mais é que teorias acerca dos relacionamentos entre homens e mulheres.

E sim, eu sei que estou devendo muitos posts… mas quero acabar essa história antes.

Acredito que mais um ou dois capítulos no máximo e terei contado a história até onde ela parou.

Um abraço.


Assunto polêmico. E sobre isso, acredito haver zilhões de listas, mas resolvi criar a minha.

Coisas que as mulheres jamais vão entender sobre homens.

Primeira coisa da lista, acho que muita gente vai concordar. Futebol!
Elas jamais, nunca, nunquinha, má nem fudendo, vão entender o que significa para um homem assistir uma partida de futebol. Futebol, para elas, é mal mal quando o Brasil joga na copa do mundo. Bobear só quando é final. Imagine se algum dia elas vão entender a mágica de assistir um jogo do Portsmouth x Everton ou Borussia Dortumund x Hamburgo ou 15 de Arapiraca x Brasil de Pelotas. Nunca vão entender aquelas quase 2 horas que passamos vendo um bando de marmanjo tentando colocar um esférico dentro das balizas. Jamais! Todo o ritual. A ajeitada no sofá, a latinha de cerveja, o cinzeiro colado e é claro, os comentários do melhor técnico de futebol do mundo. Você. Na história houve algumas que ousaram, é claro. Mas a Milly Lacombe (clique, vale a pena) que é mais homem que mulher até não deveria contar. Além da Renata Fan, que é péssima e não sabe merda nenhuma de futebol. Á e só para aumentar a polêmica, futebol feminino é uma droga. Me diga de verdade, se você conhece uma mulher que saiba o que diabos é o Impedimento?

Segunda coisa que as mulheres jamais vão entender.
A paixão do homem pelo video game. De todas as coisas que se popularizaram na década de 80, a melhor para mim é de longe o video game. Super Mário, Alex Kid, Sonic, Street Fighter, Mortal Kombat, Super Star Soccer (olha o futebol denovo aí), Megaman, Rock ‘n Roll Racing, Mario Kart, Crash, Winning Eleven (futebol!!!), God of War, Guitar Hero e tantos outros. Quando elas vão entender os campeonatos, a importância de se matar o último chefão…aaaa o último chefão, estão destruindo os últimos chefões. Saudades.


A estupenda, maravilhosa, malemolente e prazerosa arte de coçar o saco!
Vamos lá, há coisa melhor (é claro que há) do que chegar em casa de pois de um dia estressante, colocar a bermudinha própria de coçar o saco, se sentar no sofá e dar aquela coçada! É, aquela mesma. O sentimento é quase o mesmo que a famosa mijada depois de horas apertado. A arte de coçar o saco! Essa aí, nunca vão entender.


Por último, e não menos importante. O buteco com os amigos.
Ó céus. Aquela mesinha de metal, enferrujada, no boteco mais copo sujo que exista. Você e pelo menos mais quatro ogros, virando copos e mais copos do líquido sagrado. Esse momento mágico em que falamos besteira, mal dos outros, mal da vida e ficamos dizendo repetidas vezes “aquele tempo era bom demais…” ou “o tempo passa né?”. Mulheres, por favor, acreditem que, por mais tosco que seja, é para nós um momento ímpar.


Bom, é claro que faltaram várias coisas. Mas para mim as mais importantes são essas. Façam o seguinte, o quer que seja que vocês acharem que falta na lista, escreva nos comentários que eu faço um update no post.

Pedro Américo

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*** UPDATE ***

eu não disse? Vi no Controle Remoto