Ahhhh como é bom estar em Casa! Com cê maiúsculo para ilustrar que estou em casa de verdade. Em Monlevade, com o singelo objetivo de fazer o que eu chamo de “monlevadiar”. Estou aqui com o computador na mesa de jantar enquanto meu pai e Mateus assistem a um documentário no History Channel sobre o Código Da Vinci.

O que nos traz a esse post, sobre o mais novo livro de Dan Brown: O Símbolo Perdido. Que eu li já faz um tempo e fiquei de postar minhas opiniões – não só do livro, mas do autor também – aqui no blog.

Então, vamos a elas.


Eu fiquei sabendo de Dan Brown há muito tempo antes de todo o hype, quando o Código Da Vinci tinha acabado de chegar no Brasil. Mais uma vez influenciado por Mateus – o irmão que é o culpado por tudo que eu leio, escuto e vejo – comprei o livro. Achei a coisa mais foda do mundo.

Porra, eu tinha lá uns 16 ou 17 anos e tava lendo um livro gostoso de ler, cheio de explicações de mitos, teorias de conspiração, um plot sensacional. Fiquei em êxtase. Depois disso, comprei Anjos e Demônio e… já fiquei com um pé atrás com Dan Brown. O livro também era foda, com mais explicações, simbologia e todo aquele circo. Mas… eu descobri o plot na metade do livro.

Aí fui comprar o tal de Fortaleza Digital… e adivinhe, o PLOT ERA A MESMA COISA!!! Porra Dan Brow, publica a porra de uma tese, e não um romance. Desde então, ele virou um grandessíssimo babaca para mim. Nunca li, e nem pretendo ler o outro livro dele, alguma coisa de Impacto.

Outro dia, passando pela Leitura e fazendo a compra do mês, eu vi o novo romance de Dan Brown, O Símbolo Perdido. Mais uma aventura de Robert Langdon e tudo mais, sobre a maçonaria – tinha ouvido falar. Decidi comprar e arriscar.

A estrutura – que aqui pode ser considerada também como o estilo do autor – continua a mesma. É como se ele tivesse escrito as três aventuras de Langdon juntas, logo de cara, eu já esperava o plot mais uma vez idêntico. Se isso acontecesse, eu iria parar de ler e queimaria o livro. É sério.

Alguém – provavelmente seu editor, ou algum fã sensato – disse para ele: “O Dan, na boa cara, é mó legal essa parada de você fazer o leitor achar que o vilão é um cara quando na verdade é aquele outro que você nunca imaginaria, mas porra, DÁ PRA INVENTAR OUTRA COISA?”. Eu pelo menos falaria isso para ele.

Dan Brown resolveu deixar seu lado Agatha Christie de lado e focou no que ele é bom de verdade: descrições, suspense, história, simbologia, aventura e etc. O que foi uma ótima surpresa. Ele é um escritor de blockbusters, e deve escrever assim, porque ele é realmente foda nisso. O Símbolo Perdido, não é um livro primoroso e nem vai ser o melhor livro que você leu na vida, nem entrará no seu top 10.

Mas é um livro divertido, muito interessante se você gosta de história e teorias de conspiração, além de um ótimo passa tempo. É como aquele filme cheio de explosões, tiros, mocinho versus vilão e detetives que você gosta de assistir de vez em quando para desligar um pouco a cabeça.

Eu indico muito o livro se você é daquele leitor, que assim como eu, gosta de ler e ponto. O outro tipo é aquele que paga de Cult lendo livros franceses de duas tiragens tomando um copo de vinho em um bistrô. Você, leitor normal, vai gostar, se divertir e ler como um alucinado até terminar o livro.

Tem coisas fantásticas sobre a arquitetura de Washington e sobre a história da fundação dos Estados Unidos que dá muita vontade de você visitar a capital americana e ir até os locais em que o livro se passa. Principalmente no Capitólio.

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1 – Vai virar filme em 3… 2… 1..

2 – O próximo post, provavelmente será um texto sem nexo ou sobre quadrinhos. =D

3 – Descobri que o meu combustível para querer escrever aqui é a felicidade, não importa o tempo que eu não tenha. E sim, estou bem feliz.

textos

shire

“Numa toca no chão, vivia um Hobbit.”

Assim começa um dos livros mais fantásticos da história. O Hobbit, de J. R. R. Tolkien. Não é segredo o meu vício incondicional pela obra de Tolkien, e por seus personagens. Como já disse, o Turambar é por causa do Tolkien.  Mesmo assim, de todos os personagens fodásticos do mundo de Tolkien, os que eu me identifico mais são de longe os Hobbits. Pelo simples fato deles serem em geral gordinhos, baixinhos, gostarem de uma mesa farta, cerveja da boa e não serem muito lá chegados em aventuras. Á, e também adoram soprar uns anéis de fumaça após as trocentas refeições diárias.

São um povo tranquilo que vive em tocas no chão ou casas baixas de um andar apenas. Vivem com os pés – demasiadamente grandes e peludos – na grama e se preocupam apenas com o que vão comer na próxima refeição, vivem suas vidas pacificamente numa terra longínqua chamada O Condado.

Eu sempre vi o Condado como aquele lugarzinho que todos nós sonhamos em ir algum dia e ter alguns dias de descanso de nossas aventuras. É aquele lugar que sempre voltamos, que nos sentimos seguros, confortados e em paz. Tudo o que fazemos na vida, nossa grande aventura, é poder finalmente retornar para um lugar assim e descansar. Sem horários, sem problemas, sem stress.

Tolkien foi muito feliz em resumir tudo isso em uma frase, “Lá e de volta outra vez”. O nosso objetivo, no fim das contas, é esse. Ir lá, e voltar. Afinal de contas, para que você quer ganhar dinheiro? Para que trabalha? Para que estuda? Se não para no final de tudo isso, ter a condição de viver em paz, sem preocupações. Eu penso assim.

O meu “Condado” até então é a minha cidade natal, Monlevade (ninguém aqui diz João Monlevade). É aqui na casa dos meus pais e nos lugares que eu cresci que eu me sinto realmente em casa. Apesar de agora chamar de “casa dos meus pais” essa aqui é a minha casa, e sempre será. Já deve ter uns bons 25 anos que meu pai construiu essa casa e moramos aqui desde então. Nasci, cresci e vivi brincando nessa casa. Ou como chamo agora, minha toca de hobbit.

Desde que cheguei aqui dia 23 de dezembro, tenho vivido como um hobbit. Bebendo, comendo, dormindo, cochilando, bebendo, cochilando, lanchando, dormindo, dormindo de novo, fumando e para terminar, dormindo longamente. Acho que até hoje não vi aqui uma manhã sequer. Meu dia começa à uma da tarde e termina às cinco da manhã.

Saio só para o estritamente necessário. Como ir beber, quando não tem álcool em casa. Ou então jogar Poker, (ganhei 50 reais outro dia, obrigado). Quando não estou no computador escrevendo para meus queridos leitores, estou fritando no videogame, quando não estou fazendo nenhum dos dois estou lendo. Na verdade, estou gastando a maior parte do meu tempo aqui lendo, como sempre fiz nas férias e como aprendi aqui mesmo nessa casa a fazer, intercalados é lógico, por pequenos cochilos e longas horas de sono profundo.

Bom, eu já falei praticamente tudo sobre o assunto mas vou tentar sintetizar esse “Hobbit Way of Life”, para que você também possa aproveitar suas férias ou pequeno descanso.

hobbits

10 Dicas Infalíveis para Viver Como Um Hobbit

Vou levar em conta que você está em algum lugar que você tenha escolhido e definido como o seu Condado

1 – Tenha uma dispensa farta e variada, saiba o que fazer com ela ou tenha perto quem saiba. Nunca se sabe quando 13 anões podem bater a sua porta.

2 – Não saia da sua toca. Um hobbit de verdade – nessa época do ano – só sai de casa para repor a dispensa ou então para passar algumas boas horas na taverna mais próxima.

3 – Tenha uma adega farta e variada. Evitará que você tenha que ir à taverna mais próxima muitas vezes. Além disso os amigos virão até você evitando que você tenha que fazer o percurso.

4 – Reúna com você o máximo que puder de livros, filmes e jogos. Hobbits passam um tempo enorme lendo, contando histórias e cantando. Mas se tivessem videogames garanto que esses fariam parte do seu dia-a-dia.

5 – Faça mais de 5 refeições diárias. Você provavelmente vai passar o resto do ano comendo miojo e miojo da classe média (lasanha congelada), então aproveite a possibilidade de comer coisas bem feitas.

6 – Faça pequenas caminhadas acompanhado de algum animal doméstico. Afinal essa comida toda não pode ficar parada dentro de você. Mas afaste-se o mínimo possível de casa.

7 – Vá a festas em que não precise pagar nada para comer e beber. Hobbits apreciam e muito esse tipo de evento. Não fique mais que o necessário e volte logo para sua toca.

8 – Entre o tempo gasto com comida, bebida e cultura útil e inútil, treine charadas. Nunca se sabe quando terá que resolver e fazer charadas para salvar sua vida.

9 -Tenha o mínimo de contato possível com as Pessoas Grandes, mais conhecidos como aqueles-que-não-vivem-um-tempo-como-hobbits. Eles não vão entender seu estilo de vida nesse curto período de tempo, além disso dizem que são nervosos e stressados. Você não precisa desse tipo de companhia nessa época, se reúna somente com outros Hobbits.

10 – Depois do tempo que viver como um Hobbit, vá embora. Mas volte outra vez.

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1 – Bom, depois de escrever isso tudo, vou ali ler um pouco de O Senhor dos Anéis (fazia tempo que não lia) e dormir um pouco. Não sem antes beliscar algum petisco na geladeira.

2 – Por alguns dias que seja, vai ver como essas dicas vão ajudar você a recarregar as baterias.

robertocarlos

A primeira coisa que eu queria dizer é que sempre quis fazer essa seção de sessão de cinema no blog. Mas nunca fiz. Sei que já falamos sobre cinema aqui, mas até hoje não tínhamos uma seção própria para isso.

A segunda coisa, é do orgulho que eu tenho de estrear a seção falando desse cara aí ó. Roberto Carlos Ramos. Muita gente já ouviu falar dele, mas o principal é que muita gente já ouviu as histórias dele. A primeira vez que ouvi falar nele, foi na primeira entrevista que ele deu no Jô. Eu era novo, e me emocionei pra caramba com a história de vida dele e morri de rir dele contando.

Para você ter noção de como esse cara aí é incrível, estréia hoje nos cinemas de todo o Brasil o filme sobre a vida de Roberto Carlos de Ramos. O filme se chama O Contador de Histórias.Veja o trailer logo abaixo.

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Me dá mais orgulho ainda, por esse post ter sido uma sugestão do Leornardo Sacco do Blog do Governo de Minas Gerais, mais precisamente da coluna Orgulho de Minas – vale a pena visitar a coluna. Gostei tanto da idéia, e de com o maior prazer não só fazer um post para divulgar o filme, como também assistí-lo e fazer uma resenha aqui, que vou reproduzir o texto do pessoal do Blog do Governo de Minas sobre o filme.

De tanto contar sua história, Roberto Carlos Ramos teve sua vida retratada na telona no filme O Contador de Histórias que estreia dia 7  de agosto.

Tentar contar a história de Roberto Carlos Ramos é quase uma ousadia. Ele, um verdadeiro contador de histórias, mudou sua vida quando começou a compartilhar com as pessoas suas aventuras e desafios. A primeira a ouvi-lo foi a francesa Margherit Duvas, que o conheçou na Febem de Belo Horizonte, com 13 anos. A história que ela ouviu começava com um menino soltador de pipa, nascido numa favela da capital, caçula de 12 irmãos, que foi levado para a Febem aos 6 anos pela mãe, que acreditava estar dando uma vida melhor ao filho. E que naquela idade, já havia fugido mais 100 vezes da instituição, tinha sido violentado, havia cheirado cola, fumado maconha, roubado, vivido na rua etc.

O pequeno Roberto, com muita resistência de sua parte e persistência de Margherit, acabou aceitando conviver e compartilhar sua história com aquela moça de sotaque estranho. Ali nasceu uma relação de amor, de mãe e filho. Roberto acabou adotado pela francesa e foi morar na Europa onde completou seus estudos. Formado, ele voltou ao Brasil e foi estagiar na mesma Febem. Reencontrou a mãe, ajudou os irmãos e começou a contar sua história em palestras pelo país, sempre com um sorriso no rosto. “Minha mãe francesa me ensinou que poderia ser ordinário ou extraordinário. Esse extra faria toda a diferença. Eu tinha passado por dificuldades, mas estava ali formado e vivendo uma boa vida. Podia optar por contar minha história chorando ou distribuindo lenços.”

Sua história, que já é quase um roteiro pronto para o cinema, ganha as telonas no dia 7 de agosto, no filme O Contador de Histórias do diretor Luiz Villaça. “Luiz estava lendo um dos meus livros para o filho e acabou lendo a minha história e me procurou. Primeiro fiquei preocupado, eles vão contar a minha história? Ela é minha!”, diverte-se. “Começamos a conversar e trabalhar. Foram sete anos até a conclusão do filme”, lembra ele, que mesmo sendo o narrador do filme, só teve permissão de vê-lo depois de pronto.

Na obra, os personagens que interpretam Roberto aos 7, 13 e 18 anos são crianças e jovens da periferia de Belo Horizonte selecionadas especialmente para o filme. Marco Antônio Ribeiro dos Santos, Paulo Henrique Cândido Mendes e Cleiton dos Santos respectivamente. Os três dividiram o prêmio de melhor ator no primeiro festival em que o filme foi exibido, em Paulínia, no interior de São Paulo.

Hoje, com 43 anos, 13 filhos (adotados em idade tardia, quando ninguém mais se interessa, como faz questão de ressaltar), Roberto vive em Ibirité, é autor de livros infantis e continua a contar histórias em palestras pelo mundo, com o mesmo bom humor. “Estou contribuindo com o  melhor que faço para ajudar a mudar a realidade a minha volta.”

Garanto que você ficou no mínimo curioso para conhecer mais sobre Roberto Carlos Ramos e também para ver o filme. O trailer já é impagável, das melhores cenas de roubo a banco que eu já vi. Eu conheço a história e sempre que ouvia a história pensava em como isso daria um bom filme. E deve ter dado, porque vale a pena. Roberto é um brasileiro, um mineiro, um belo horizontino, vencedor. Como tantos outros que temos por aqui.

Tenho certeza que vou começar o post da resenha parafraseando o próprio Roberto quando garoto: Puta que na merda! Que filme! Que história!

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1 – Siga o Blog do Governo de Minas no Twitter – @governomg

2 – Vale a pena ver o belo – belo layout e belo conteúdo – do Blog do Governo de Minas

3 – Lembra daquela campanha O Melhor do Brasil é o Brasileiro? Veja o comercial que fala do Roberto Carlos Ramos.

Michael Jackson, cantor que redefiniu a música POP durante sua carreira, morreu hoje vítima de uma parada cardíaca. Sem dúvidas ele ficará no coração e na memória de todos que gostavam do trabalho dele. Não sou grande fã das músicas do cantor, porém admiro ele enquanto artista de grandes momentos.

Em homenagem ao grande Michael Jackson coloco aqui cinco ótimos vídeos que pincei de algumas homenagens feitas ao cantor. Espero que gostem.

Jackson Five no “Ed Sullivan Show” em 1970:

Michael Jackson e Paul McCartney no vídeo da música “Say, Say, Say”, de 1983:

Michael Jackson canta “Billy Jean” em 1983:

Michael Jackson e Slash tocam “Black or White”, com direito a entrevista de Jennifer Batten:

Reunião dos Jacksons no Madison Square Garden em Nova Iorque, em 2001:

Este último não é um vídeo, mas apenas o solo de guitarra do lendário Eddie Van Halen da música “Beat It”, sem dúvidas um dos maiores solos de todos os tempos:

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1- O Zanfa, fez dois posts especiais para a morte do astro no Desmotivado e no Capinaremos.

2- A tirinha no Ryotiras em homenagem ao ídoso também vale a pena ser vista.

Bom, antes de qualquer coisa quero que saibam que esse post deu trabalho demais. Não pelo post em si, mas sim por eu ter feito algo que deveria ter feito quando migrei para wordpress, editar bons posts antigos e deixá-los na mesma “cara” que os posts tem hoje. Afinal de contas o termo Identidade Visual serve para isso. Aproveitando o tempo que tenho para dedicar ao blog, resolvi fazer isso por partes e de maneira criteriosa.

Até aqui, editei os posts de Novembro – mês em que eu migrei – e os posts do mês de Outburo (de 2008). Óbviamente não foram todos, porque tem muita merda no meio de alguns bons posts que eu resolvi editar e mostrar para quem não viu.

E como muita gente não viu, vou postar aqui os links para os posts ‘novinhos’ em folha para você, caro leitor, conhecer as bobeiras ditas por mim antigamente.

Vamos então.

Posts do Mês de Novembro/08

Vídeo – A História de João Sem Braço

Desenho Animado – Resenha de: Avatar a Lenda de Aang

Contribuição do Leitor – Seja você mesmo!

Texto – Final da F1: Emoção na Certa

Posts do Mês de Outubro/08

Texto – Dado Dolabela: Retrato de Um Idiota

Texto – Você Não Precisa Ser um Ecochato

Crônica – Como Começar?

Poema – Odeio

Receitas – Culinária para Novatos 1

Receitas – Culinária para Novatos 2: Negresquiél

Crônica – Um Show de Rock

Humor -  A Personalidade de Cada Signo

Crônica – Sonhos de Criança

Publicidade – Grandes Propagandas 7

Texto/Humor – Como Contar Uma História (recomendo muito esse)

Crônica – O que é Simplicidade?

Crônica – Desabafo de Um Bom Marido (Luis Fernando Veríssimo)

Egotrip – Crepúsculo da Semana

The End

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1 – Se você clicou no último link, saiba que eu vou voltar a postar O Crepúsculo da Semana, mas não vai ser semanal, óbvio… dá muito trabalho e nem tanta gente assim manda. A idéia é fazer por mês ou então quinzenal, vai depender de você mandar uma foto que você tirou do Pôr do Sol em algum lugar do Planeta. Se for em outro planeta, sem problemas também. Mande as fotos para ocrepusculo@ocrepusculo.com

2 – Então, o blog tem quase 2 anos. Eu jamais conseguiria editar todos os posts que eu considero bons para linká-los em um único post. Por isso com o tempo eu vou postando aqui os antigos.

3 – Nada de links de outros hoje. Egotrip mesmo.

Estreando mais uma seção do blog, Desenhos. Coisa que eu queria e já deveria ter feito há muito tempo, porque vou ser sempre um apaixonado por desenho animado. Gosto tanto que tenho um certo preconceito com desenhos novos, não consigo gostar, não consigo nem me interessar pela história. Alguns são realmente ruins, outros o cabeça-dura aqui descobre que são muito fodas. E é por isso que eu vou começar com este desenho aí, Avatar – A Lenda de Aang – como podem ver o título original é Avatar – The Last Airbender (que significa “O Último Dominador de Ar”). A série se passa em um mundo fictício influenciado por artes marciais, mescladas com magias elementais – dominadores de Ar, Terra, Fogo e Água. A série conta a história de Aang o último sucessor de uma linhagem de Avatares – Dominadores de todos os elementos e dotados de um poder incrível.

Consigo resumir esse desenho em uma palavra: Fantástico. História, roteiro, arte, e principalmente efeitos sonoros, que para mim são os mais impressionantes que já vi em um desenho animado. São simplesmente perfeitos. O enredo, por mais clichê que pareça – O escolhido passa por provações, ensinamentos e tudo mais para salvar o mundo e uma luta épica contra o grande vilão – é original, porque prende a sua atenção justamente por você não ter certeza do que vai acontecer. Lógico que a gente sempre pensa “Á, é lógico que no final ele vai vencer e ficar com a mocinha”, mas neste desenho você passa a não ter certeza disso. E outra coisa, muita gente acha que por ser um desenho americano e não um mangá – apesar da história e tudo mais – a parada é ruim e tal. Os japoneses são mestres na arte do desenho animado, mas os americanos sabem como fazer uma coisa boa também. Outro ponto alto do desenho é o humor. Inteligente, sarcástico que me fizeram chorar e muito de rir, mesmo nos momentos mais tensos você vai passar mal de tanto rir com Avatar.

A série estreou em fevereiro de 2005 nos Estados Unidos no canal Nicklodeon – no Brasil a série estreou em novembro do mesmo ano. A série teve três temporadas, e vale a ressalva de uma coisa que me fez simplesmente adorar o desenho. É rápido, rápido como muitas vezes Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco deveriam ser. Em Avatar, não se perde tempo com diálos cansativos e episódios sem sentido, as coisas realmente acontecem e acontecem pra valer, é direto e muito bom de se ver. Por exemplo, Goku demorava uns 80 episódios para aprender alguma coisa ou pegar alguma coisa, neste aqui em um episódio se faz o que se deve fazer e pronto, mais um ponto para Aang. Mais uma coisa boa são os personagens, Katara, Toph, Sokka, o próprio Aang, Zuko e sua irmã malvada a Princesa Azula. Fantásticos personagens, mas meus destaques vão para a baixinha dominadora de terra Toph e para o melhor de todos: Sokka. A baixinha é uma menina cega, forte pra caramba, muito irônica e dá porrada pra caralho. Já o brilhantismo – na minha humilde opinião – fica com Sokka e suas bobagens e tiradas durante os episódios. Vale destacar também a história de amor entre Aang e Katara, que é longe de ser a mocinha indefesa, a garota também é uma porradeira de mão cheia.

Vou dar uma resumida – na verdade uma copiada – da história do desenho para vocês:

Há muito tempo atrás, o mundo era dividido em quatro grupos: Nação do Fogo, Tribo da Água, Reino da Terra e Nômades do Ar. Essas nações viviam em perfeito equilíbrio, até o dia em que a Nação do Fogo atacou. O Avatar, mestre dos quatro elementos, é o responsável por manter o equilíbrio do mundo e quando o mundo mais precisou, ele desapareceu. Cem anos após esse acontecimento, dois jovens da tribo da água do sul encontram o avatar, um habilidoso dobrador de ar chamado Aang. Aang é o último representante dos dobradores de ar e junto de Katara e Sokka eles vão percorrer o mundo para fazer com que o avatar cumpra seu destino, de trazer o equilíbrio de volta ao mundo.

Bom, somando tudo eu declaro este desenho como imperdível. Além do quê, o maravilhoso portal Mundo Avatar disponibiliza TODOS, isso mesmo, TODOS episódios on-line para você assistir, então não perca tempo, vá logo no www.mundoavatar.com.br e descubra muito mais sobre a história do último dominador de ar. Garanto que você que gosta de bons desenhos animados vai gostar. Assista aqui aos episódios de Avatar.

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1 – Realmente tenho que perder meu preconceito e assistir alguns desenhos novos, como Naruto que me falaram que é muito bom. Vamos ver.
2 – Achei sensacional esse negócio de não ter que fazer o download de nem 1 mega sequer para assistir à temporada final do desenho.
3 – Gostei muito de fazer este post, mas não sei se sou a melhor pessoa para escrever uma crítica ou uma resenha assim.

Pedro
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Bom, queridos leitores…só posso dizer que estou EXTREMAMENTE feliz com o primeiro resultado da campanha “Crepúsculo da Semana”, várias pessoas mandaram fotos maravilhosas. Agradeço todo mundo que mandou.

Eu já tinha essa idéia há algum tempo, mas só agora tive “coragem” para colocá-la em prática. Porque afinal, todo mundo tem uma foto de pôr-do-sol. Espero que com esse primeiro post, outras pessoas além de blogueiros amigos, amigos não blogueiros e familiares mandem fotos!

Vamos às maravilhas.

Achou que de Paris só tinha aquela né? Mais uma enviada pela minha chefe, Amanda. Por que vocês acham que essa veio primeiro? em? em?
Que foto! Putz.

Essa foto foi tirada pelo cara mais lindo, sexy e modesto do mundo. Eu. Rá! Até parece. Foi tirada na BR-381, entre Belo Horizonte e João Monlevade.

Eu fiquei impressionado pela coloração do céu. Roxo, muito foda mesmo. Foto muito bem tirada pelo meu irmão Daniel em algum hotel de Porto Alegre. Os caras tem um clima perfeito, mulheres lindas e um céu desses. Abençoados.

A minha preferida! Não tem nem o que falar. Que foto sensacional. Também…fotógrafo profissional é outra coisa..né não Vinícius “Dringz” Hitler, visitem o Flickr do rapaz, vale apena. Da maravilhosa Lagoa da Pampulha em BH.

Essa foto foi enviada pelo ser mais louco que eu já conheci. O Sr. Celso Rodrigo, louco…de pedra. Foi tirada em Nova Viçosa – BA em 2006. Não preciso nem comentar né?

Foto enviada pelo cara que só acha que o Twitter – no caso dele é o Twoitter ou 2itter – é o único meio de comunicação do mundo. Daniel Lopes, que fez o favor de não dizer onde foi tirada a foto. Depois eu faço um UpDate.

Foto enviada pelo mais mongolóide anão deste país. Charles Cristiano do blog PortaldosLoukos, a foto foi tirada em Dores do Indaiá – MG.

Uma das melhores…quiçá a melhor. (Paris é hour concours viu?) Primeiro porque foi tirada em um dos locais mais bonitos de Belo Horizonte, a Praça da Estação - na minha humilde opinião – Segundo, porque foi tirada e enviada pelo leitor mais fiel deste blog. Emílio

Foto enviada pelo mais maldito dos seres terrestres, cazzo Caio, do blog Dezperadoz. Mais um que fez o favor de não falar de onde é esse crepúsculo.

A qualidade da foto não conta, e sim a beleza. Lugar lindo, Represa de Furnas – MG, gentilmente enviada pelo sempre acompanhado de latinhas 473ml Duncan, do sensacional Triplo Sentido.

Enviada pelo novo parceiro do Crepúsculo. Ricardo Avelino do blog Estação BR. Vale a pena uma conferida no blog do moço. A foto foi tirada no Ceará.

Essa foto maravilhosa, com o céuzão laranja lindo dessa maneira, foi enviada pela Taís Guedes, minha colega de sala. A foto foi tirada no local de trabalho dela na Av. Raja Gabáglia em BH. Para quem não sabe, esse mesmo céu laranja que me deu a inspiração para o nome do Livro – leia o primeiro post para entender – , e posteriormente do blog. Via esse céu todos os dias, indo para aula no primeiro período. Maravilhoso.

A última e não menos artística e bela foto. Do artista das palavras Rafael Barbosa, artista também das notícias falsas que fazem milhares de jovens tolos arrancarem os cabelos. O blog dele Rafabarbosa.com vale a pena demais conferir. Para quem gosta de um texto bem escrito e inteligente. A foto foi tirada no Ed. Perrella em BH.

***

1 – Muito bom não?
2 – Lembrando que para participar é fácil. É só ler as ‘regras’ aqui. Enviar para ocrepusculo@ocrepusculo.com ou mandar o link na comunidade.
3 – Fiquei realmente feliz com os resultados.

Pedro Américo

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