
Não importa o estado. Nem, solteiros e nem compromissados são melhores ou piores. Bem estar, felicidade e tranquilidade independem de situação conjugal da pessoa. Existem solteiros bem resolvidos, como solteiros enlouquecidos; da mesma forma que existem casais felizes e casais que só brigam.
Eu estou solteira um pouco por opção minha, um pouco por opção deles. Se eu quiser começo a namorar amanhã, mas eu sou chata, eu escolho, eu me prendo a detalhes inúteis. Na verdade eu faço isso justamente porque eu sei que minha condição de vida atual não suportaria um compromisso. Junto com os beijos e declarações de amor, existem também as cobranças, responsabilidades etc. Da mesma maneira como existem homens que eu desejo, mas que não estão nem aí pra pra mim por diversos fatores. Ninguém é obrigado a gostar só porque o outro gosta. Mas voltando..
O que eu acho engraçado são pessoas que entraram em um relacionamento e esqueceram como foi estar solteiro. Foi bom? Foi ruim? Legal. Se você estava triste e arrumou a tampa da sua panela: Parabéns! Se você estava ótimo e agora está melhor ainda: Parabéns! Se estava bom e agora só tem dor de cabeça: Se Fudeu! Se estava ruim e agora está pior ainda: Amigo, acorda e termina!
“Aproveitei minha fase solteiro, mas prefiro minha atual fase namorando.” Meu, que legal! Mas cabe a você agora julgar os solteiros? Como se os solteiros fossem o lado negro da força? Ah, pára! Como se solteiros e felizes não existissem.
“Ah, mas você foi chutado(a)”. E isso significa que a pessoa deve sofrer para o resto da vida? Ela nunca poderá superar essa situação e passar a vivenciar uma época bem resolvida? Engraçado que eu vejo poucos solteiros julgando solteiros ou recém solteiros, mas vejo muito “casados” apontando o dedo e condenando a pessoa ao sofrimento. Adianta ter um relacionamento de aparências onde frente aos outros é tudo lindo e em casa nem se olham?
resolver
v. tr.
1. Dissolver pouco a pouco.
2. Reduzir, mudar, transformar em.
3. Achar a solução de; explicar.
4. Decidir, determinar.
5. Desempatar, terminar a dúvida.
6. Med. Fazer desaparecer (tumores, inchações, etc.).
v. intr. e pron.
7. Desembaraçar-se, desimpedir-se.
8. Reduzir-se, desfazer-se.
9. Transformar-se, converter-se.
10. Tomar uma resolução, determinar-se.
Ou seja, você transformou uma situação ruim em algo bom. Se você tomou um pé na bunda algum motivo tem. E o que fazer? Analisar como foi o relacionamento e aprender com os erros para evitar que os mesmos aconteçam em um novo relacionamento. E se quiser ficar solteiro, ótimo. Ninguém paga a conta de ninguém, então sem julgamentos.
Somos errados em sempre apontar nossos dedos às pessoas e julgar as suas vidas, mas estamos preparados para olhar para os nossos próprios umbigos e nos tornarmos pessoas melhores? A partir do momento que aprendemos a nos atentar mais as nossas vidas podemos superar barreiras pessoais que não nos tornam bem resolvidos, e achar a solução para estes problemas pode e vai tornar nossa solteirice/compromisso cada vez melhor.
- Você já se inscreveu para o evento mais sem vergonha do ano? Ainda dá tempo

Digamos que tenha sido em Dezembro de 93 ou Janeiro de 94 um dos dias mais felizes e importantes da minha vida. O dia em que eu e meus irmãos ganhamos o nosso Super Nintendo. Assim como eu, milhões de meninos de 6 anos se sentiam no paraíso da modernidade e da diversão. Nós estávamos entre os grandes. Nós tínhamos um SNES novinho e com uma porrada de jogo.
Foi um dos dias mais felizes não precisa nem explicar. Dê um videogame de última geração para um garoto de 6 anos para você entender o que eu estou falando. Na época o SNES era o PS3 de hoje. Um marco na nossa geração. Me lembro como se fosse hoje. Meu pai iria trazê-lo, tava vindo de viagem, os três rebentos de minha mãe acordados até altas horas – tipo umas onze e meia da noite – esperando a tão esperada caixa mágica.
Eu sei que dormimos, sentados em algum canto, um encostado no outro e acordamos na cama. Eu como sempre o mais dorminhoco, acordei com um barulho de scharakrichetch pra cá, scharakrichetch pra lá. Além de exclamações de puro prazer e alegria, coisas como “nossinhora!”, “abre esse trem logo”, “meu deus do céu”, essas coisas. Ainda de olhos fechados fui ficando com raiva da barulhera e por estarem me acordando – já nessa época eu odiava que me acordassem, abs – até que… até que tico bateu em teco, teco ficou louco e começou a dar tapas na cara de tico que deu o grito.
Me lembrei o porque daquela balbúrdia toda. Em 2 segundos eu já estava arrancando pedaços de qualquer coisa e soltando as mesmas interjeições como se estivesse lá desde o começo. E meus irmãos encararam o fato da mesma forma. Eis que colocamos o SNES em um tamborete e nos afastamos para dar uma olhada.
Lá estava ele, o Santo Graal de nosso tempo. A maravilha. Todo montado, com fita, manetes e tudo mais. Eu até hoje juro que ele brilhava, meus irmãos me disseram que foi o sono. Ninguém deve passar de “estar dormindo” para “atirando e lançando granada” em dois segundos. Mas que para mim até hoje ele brilhava, brilhava.
Eu falo pra todo mundo, se eu não tivesse ganhado um SNES eu nunca aprenderia inglês, eu nunca escreveria, eu nunca teria imaginação. Papo sério.
Eu tô contando tudo isso, só para contar que eu – desde a última sexta-feira – sou possuidor de um novíssimo (e bloqueadíssimo) Play Station Portable, vulgo PSP. E por dois dias – sábado e domingo – eu fui novamente aquele garoto de 6 anos que acordava às 6 e meia da manhã para abrir seu Super Nintendo. O coração bate forte, dores no estômago, ansiedade elevada a décima potência para poder zerar o primeiro joguinho.
“Um mundo de emoções por causa de um videogame? Get a life.” Você pode dizer. Eu digo, sim! Um mundo de emoções para isso. Foi jogando joguinhos que eu aprendi muita coisa, como eu já disse ali. É jogando joguinhos que eu me desligo desse mundo maluco, é jogando joguinhos que eu volto a ser criança e esqueço como o mundo aqui fora é cruel. Meu refúgio não é uma carreira de cocaína, nem um baseado. Meu refúgio não é ira ao shopping. Meu refúgio não é sumir do mapa. Meu refúgio vai de voar com o Super Mário a tocar Free Bird no hard e fazer 5 estrelas, passando pelo Protoman e matando – finalmente! – o Dr. Willy.
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1 – Dica! Dê um videogame para seu filho/irmão/whatever enquanto há tempo. É uma dica séria.
2 – Por causa do PSP não se assuste ao entrar no blog e ver alguns reviews de jogos.
3 – Visitem o blog do maior fanático por joguinhos que eu já vi – Kid, do Hoje é Um Bom Dia.
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[Zica do Dia - Edição ExtraORDINÁRIA]
Dica: Ao comprar um PSP, NÃO ATUALIZE SEU FIRMWARE PARA 5.51!!!!
Motivo: Você não conseguirá desbloqueá-lo.
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Burro, burro, burro, burro…
[/por enquanto... por enquanto...

Depois de quase 2 meses voltamos com a série de posts das Coisas Que Marcaram Minha Infância e dessa vez é um dos melhores e que eu mais queria fazer: FILMES. Sabe aqueles filmes… é aqueles que formaram seu caráter, que fizeram você sair pulando como louco na sala da sua mãe, deixando ela mais louca ainda. Aqueles filmes que fizeram você querer brigar na escola para dar seus golpes favoritos. Aqueles que você assistiu 80 vezes e ninguém mais aguentava ver você vidrado em frente a TV. Pois é, tenho certeza que você vai encontrá-los neste post.
Antes disso, confira os outros posts da série Coisas Que Marcaram Minha Infância
- Músicas
- Edição Especial Dia das Crianças
- Brinquedos, Jogos de Tabuleiro e Coisas do Tipo
Hoje o post é mais do que especial, já que foi feito por mim e por um convidado muito especial, o maior ativista gay de Belo Horizonte Rafa Barbosa do blog.. RafaBarbosa.com (mais original e criativo impossível não?). Pois bem, a idéia inicial era de fazer a lista de 6 filmes… vimos que era impossível e passamos para 8 filmes. Falhamos. Então são 10! Filmes inesquecíveis que marcaram a infância de todo mundo. Tenho certeza.
E sim! Um monte de filme ficou de fora. Ou você esperava que nós fizessemos a lista dos 89 filmes que marcaram nossa infância? (Pedro)
Não dá pra falar de infância sem citar aqueles filmes que a gente sempre fazia questão de assistir na Sessão da Tarde ou no Cinema em Casa. Era uma época mágica. As nossas únicas preocupações eram se concentrar em fazer o para-casa, jogar vídeo-game e ver TV. Bons tempos aqueles.
E por falar em Sessão da Tarde e Cinema em casa, é claro que teriam aqueles filmes especiais que marcaram a nossa infância. E pode acreditar, não são poucos. Mas eu e o homossexual do Pedro vamos falar sobre os filmes que temos mais carinho. Aqueles cujo nosso caráter não seria o mesmo sem a sua influência direta.
Portanto, se você nasceu nos anos 80, cresceu nos anos 90 e hoje em dia acha que todas as refilmagens são uma bosta, sente-se confortavelmente em sua cadeira, pegue o seu baldinho de pipoca e relembre com a gente aqueles filmes clássicos que fizeram parte da infância de todos nós, marmanjos com seus vinte e poucos anos. (Rafa)
Goonies – Rafa Barbosa
Esse é sem dúvida alguma o filme que mais marcou a minha infância. Sabe aquela aventura que você sente uma vontade enorme de fazer parte? Então. A primeira vez que assisti a esse filme, minha reação imediata quando os créditos começaram a subir foi correr para pegar a minha bicicleta e sair atrás de um mapa do tesouro.
Na época eu estava no sítio da avó do meu vizinho. Ou seja, as possibilidades eram reais (pelo menos na minha cabeça e na dele) e então fizemos isso. Saímos andando de bicicleta pela propriedade procurando alguma entrada secreta que nos levasse a alguma aventura fantástica. Infelizmente isso não aconteceu.
Desse dia em diante, aqueles nomes nunca saíram da minha lembrança: Gordo, Bocão, Mikey, Dado, Stef, Andy e é claro, o símbolo desse filme, Sloth Fratelli.
Não sei vocês, mas Goonies definitivamente moldou o meu caráter. Aquele sim foi um filme de aventura.
Conta Comigo – Pedro Turambar
Esse é o típico filme que você sempre viu, e sempre quer ver denovo. Apesar de quase nunca lembrar o nome dele, você nunca se esqueceu. Mas conhecido como o filme dos 4 garotos que vão atrás do corpo de outro garoto morto. O filme é marcante por vários motivos, um deles é pela aventura sem tamanho de sair junto com mais três cara para ver o corpo de um garoto da sua idade.
Que garoto nunca quis fazer uma coisa assim? Conta Comigo foi um dos filmes que mais marcou a minha infância, pela aventura, pela amizade e principalmente pelas histórias dos garotos. A história não poderia ser de ninguém menos do que Stephen King, o grande mestre – É uma das histórias do ótimo livro Quatro Estações.
O melhor de tudo é que o final é o pior, justamente porque a aventura acaba. Durante toda minha vida eu quis desviar do trem. E é claro, tenho pavor só de pensar em sanguessugas no meu saco.
**UPDATE** – Assim como Karate Kid, Conta Comigo também está no Youtube, divido em partes. Veja a primeira parte aqui e vá seguindo.
Rambo – Rafa Barbosa
Não importa se é Rambo – Programado para Matar, Rambo II – A missão ou Rambo III. O que importa é que a história do exército de um homem só sempre fez parte dos filmes da sessão da tarde. Mas, em especial, o que mais me empolgava era Rambo.
Sabe aquele cara que você olha e admira. Aquela admiração do tipo “Caralho, que cara foda. Quero ser ele quando crescer”? Eu ficava exatamente assim quando via John Rambo em ação.
A idolatria era tamanha que eu não sosseguei enquanto minha mãe não me deu a faixa vermelha e faca do Rambo. De plástico, mas ainda sim uma perfeita e precisa arma letal. E pra coroar, meu primo me deu “o relógio do Rambo” com cronômetro, bússola e pulseira camuflada. Eu estava pronto para a guerra.
Não preciso nem dizer que foi tremendamente emocionante assistir Rambo IV, né? Um dos meus maiores ídolos da infância ali, vinte anos depois em plena forma e ainda sim uma máquina de matar como nenhuma outra.
Eu só não saí matando ninguém, mas Rambo foi mais um dos filmes que marcaram a minha infância.
Duro de Matar – Pedro Turambar
Antes de qualquer coisa eu gostaria de dizer… Yippie-Kay-Yay MOTHERFUCKER! Duro de matar não marcou apenas a minha infância, marcou também pela vontade dos meu familiares me matarem. Imagine o que é ter em casa um garoto de 8 anos de idade gritando Yippie-Kay-Yay Motherfucker o dia inteiro. “Pedrinho meu filho, como foi a escola?” “Foi Yipikaiei módefoque, mãe”, “Pedro vai dormir anda!” “´Tá bom… Yipikaiei módefoque”.
Tudo, absolutamente tudo que saia da minha boca terminava com essa frase. Meus heróis na infância? Meu pai, John McClane, Han Solo e Axel Foley. Com orgulho. Eles deram sorte que quando eu vi o primeiro, já tinham lançado os 3, se não seriam três fases de Yippie-Kay-Yay e ninguém iria aguentar.
Duro de Matar me marcou tanto, que toda vez que eu brincava com meus comandos em ação, ou eu imaginava que era um policial ou qualquer coisa, sempre tinha aquela parte em que eu pisava em cacos de vidro, deixava um rastro de sangue e depois retirava caquinho por caquinho do pé. Nunca soube da onde eu tirei isso. =D
Karate Kid – Rafa Barbosa
Ah a história de superação. Do carinha franzino que apanha de todo mundo e no final enfia o pé na cara de todo mundo. Quem aqui nunca viu a história de Daniel LaRusso e o seu insuperável mestre Sr. Miyagi?
Todo mundo já foi o Daniel LaRusso pelo menos uma vez na vida. O cara que todo mundo tirava uma onda, batia e ainda zoava com a cara. Mas aí ele conhece um velho com “certas habilidades” que o transformariam em um dos maiores karatecas do mundo.
Cenas marcantes como o a surra para os alunos da Cobra Kai vestidos de caveira, as técnicas infalíveis para encerar um carro e limpar um chão e, por fim, a cena mais clássica de todas: o chute da garça acertando em cheio o nariz de Johnny Lawrence.
Pooorra! Sensacional. Não tem um sentimento maior de Win do que esse. É o tipo de história que, ao final da projeção, o Daniel LaRusso pode sentar e falar: Epic Win!
Com esse filme eu aprendi uma coisa: só devo lutar no tatami. Por isso eu não ando por aí demonstrando meus dotes marciais.
Para entender melhor o que eu estou falando, apenas clique e aprenda
Um Tira da Pesada – Pedro Turambar
Antes de qualquer coisa, clique neste link. Então, agora que você está no clima, vamos falar de Um Tira da Pesada… ei, pare de rir… foco.. vamos lá, eu sei que é difícil, mas você está lendo um texto, segure o riso só um pouquinho. Axel Foley o homem, o mito, a lenda.
Antes de falar dos filmes, tenho que dizer que Eddie Murphy é um ídolo pra vida toda. Ele simplesmente estava uma vez por semana na sessão da tarde com milhares de outros filmes marcantes. Existem rumores de que Um Tira da Pesada 4 será feito. Só digo que estarei lá, na estréia, e terei 9 anos de idade denovo.
As coisas que mais me marcaram, é que o maldito nunca estava na jurisdição dele – idêntico a Duro de Matar-, e sim naquela época eu aprendi o que era a jurisdição policial. Além das trabalhadas e das armações incríveis que ele fazia, os filmes eram mais engraçados que qualquer coisa. Eu ainda choro de rir das cenas em que “Akwel” se encontra com o incrível brilhoso Serj. Lágrimas correm só de lembrar.
A cena mais épica para mim é quando Axel vai usar aquela arma espalhafatosa no terceiro filme, e ao invés de atirar toca música, solta fumaça… Axel Foley sempre vai ser o policial mais divertido da história do cinema.
Indiana Jones – Pedro Turambar
Eu contei isso para poucas pessoas, mas Publicidade foi a minha segunda escolha de carreira. Na verdade, a terceira… mas eu logo descartei ser um policial de Nova York ou de Detroit. Eu queria porque queria ser Arqueólogo. Sério. Pô, eu gostava de história, geografia e era aficcionadoapaixonadomalucopelamordedeus com Indiana Jones.
Olha, quantos domingos eu não passei assistindo A Última Cruzada, com a familia toda. Meu pai vibrava, minha mãe adorava, eu e meus irmãos não desgrudavamos o olho da televisão. Durante muito, mas MUITO tempo, eu sempre pedia de natal/aniversário/páscoa/diadascrianças/semanasanta/quaresma uma jaqueta de couro, um chapéu e claro, um chicote igual do indiana.
A jaqueta eu até ganhei, mas minha mãe barrou o chapéu e o chicote. Indiana foi um que rendeu anos e anos de história épicas com meus comandos em ação. Sem contar o que eu aprendi de história, cultura e conhecimentos gerais vendo os filmes. E obviamente eu não podia deixar de linkar esta cena.
Rocky – Rafa Barbosa
Você reconhece o filme só pela música de introdução. Quando as primeiras notas de Gonna Fly Now começam, você sabe que está prestes a assistir a história de um campeão. De um cara foda. De um cara que você jamais será igual, mas ainda sim o admira pra caralho.
Estamos falando do Garanhão Italiano – The Italian Stallion – Rocky Balboa. O “cobrador” da máfia que se tornou o maior boxeador da história. Mohamed Ali? Evander Holyfield? Não são nada perto de Balboa.
Vai dizer que você não torceu por ele em cada minuto durante a primeira luta contra Apollo Creed? Na revanche então nem se fala. E depois a surra épica para Clubber Lang ou então o trágico fim de Apollo e o famoso discurso pela união entre “América e URSS”? O quinto filme a gente ignora, mas a surra no Tommy Gunn é memorável.
E aí, em 2006, o cara vai e ME presenteia com um novo filme de Rocky Balboa. Sim, pois essa foi a minha sensação. Stallone fez esse filme pra mim. Da mesma forma que você acredita que ele fez esse filme pra você.
Temos uma história com esse cara. Uma história que começou bem antes de nascermos, lá nos anos 70. E de repente, sabendo que quem cresceu assistindo esses filmes hoje em dia são em sua maioria adultos, nos presenteia com o bom e velho estilo Rocky Balboa de ser.
Sem esquecer que o tempo passou. Vai dizer que não foi lindo ver um senhor de 60 anos de idade surrando um boxeadorzinho metido a fodão? Olho do Tigre! Nunca fez um Cooper tocando Eye of the Tiger na cabeça não? Pois eu já e acredite, você se empolga completamente.
A sensação que eu tenho é de que esses caras nos ensinam tudo o que precisamos para sermos bons adultos. Nos ensinam a brigar, nos ensinam a combater terroristas, nos ensinam praticamente tudo sobre a vida. E é por isso que eles são marcos para nós.
Star Wars – Pedro Turambar
A lista foi feita em dupla, e nos 8 primeiros filmes da lista eu e o Rafa colocamos juntos e concordamos em todos. Os últimos dois ficaram a escolha de cada um. Eu jamais faria qualquer lista falando de cinema sem citar Star Wars, jamais! Assim como nos maiores personagem de cinema eu coloquei Darth Vader em primeiro lugar.
Eu tinha exatamente 10 anos de idade quando meu irmão Mateus – sempre ele – falava de um tal de Guerra nas Estrelas pra cima e pra baixo. Até que um dia ele alugou a triologia – a clássica, por favor – e com o uso de sua inteligência moleque, sua malemolência, ele gravou os três filmes em apenas uma fita VHS. Duas horas para cada filme certinho, 6 horas gravadas em EP na fita. Graças a nossa saudosa câmera filmadora.
Aquilo para mim e para meu irmão era o tesouro mais valioso que tínhamos. Sério mesmo, eu dava meus comandos em ação mas não deixava a fita de lado. TODA SEMANA, eu e ele fazíamos a seção Guerra nas Estrelas, o que deixava meus pais malucos. Quem não gosta não entende, nem nunca vai entender a paixão e a fascinação que SW causa nos fãs. Porra, você queria o que? Poderes especiais, naves espaciais, guerras intergaláticas e é claro ESPADAS LASER! Que criança não ficaria maluca? E Darth Vader então?
Toda vez que vejo a triologia clássica eu me sinto denovo aquele menino de 10 anos que ficava 6 horas em outro mundo, com os olhos brilhando vendo uma das obras artísticas mais fantásticas de todos os tempos. A cara… como eu fui uma criança feliz!
Curtindo a Vida Adoidado – Rafa Barbosa
Da mesma forma que Português e Matemática são matérias básicas da escola, Curtindo a Vida Adoidado é bibliografia básica da vida. Tudo o que você precisa saber sobre se divertir, a não perder tempo e aproveitar o que de melhor à vida pode oferecer, você aprende com Ferris Bueller.
Ferris Bueller é um cara que te inspira. Você não quer ser o cara, você quer ser apenas como ele. Você quer apenas tirar um dia de férias durante o ano letivo, pegar a sua namorada e seu melhor amigo e aproveitar tudo aquilo que tem direito.
Desde almoçar em um restaurante caro, andar de Ferrari até cantar em pleno desfile no meio da cidade lotada. E tudo isso sem se preocupar com as conseqüências. Apenas se divertir com seus amigos.
John Hughes fez filmes que marcaram toda uma geração. Inclusive a minha, que pegou esses filmes bem depois, quase dez anos após o lançamento. O cara conseguiu captar toda a essência dos jovens e transformar em dois roteiros de filmes que são essenciais para qualquer pessoa: Curtindo a Vida Adoidado e Clube dos Cinco.
Curtindo a Vida Adoidado está aqui na minha lista pelo simples motivo de que é insuperável, de longe, a melhor comédia adolescente já feita. O mais próximo dele que vi recentemente foi SuperBad. Mas a história de Ferris Bueller continuará sendo insuperável. Pelo menos pra mim.
***
Olha, sinceramente nós esperamos que você tenha se divertido tanto quanto nós nos divertimos fazendo esse post maravilhoso. Maravilhoso não por ser uma lista de filmes, não porque foi eu e o Rafa, não porque é meu blog… maravilhoso pelos momentos inesquecíveis que eu tive vendo milhares de vezes todos esses filmes.
Maravilhoso pelo fato de no MSN não saber qual era a criança mais feliz escrevendo. Há muito tempo não tinha uma conversa tão animada, só para você tentar entender um pouco o que tudo isso representa para nós.
Me chamem de nostálgico, de sonhador… sou mesmo. E um post desse, falando sobre tudo isso, é como rever as aulas de cultura, caráter, amor por minha família. Porra, não é todo dia que você se lembra de vários momentos de pura felicidade e êxtase numa tacada só. (Pedro)
A cada palavra digitada sobre os filmes acima, a vontade de correr e baixar só aumentava. Sim, baixar, porque dificilmente encontraria alguns deles na locadora do bairro que hoje estão repletas de Camp Rocks, Crepúsculos e High School Musical’s da vida.
São filmes que não importa quantas vezes assistimos, a emoção é a mesma. Quem vê de fora enxerga um Pedro e um Rafael velhos, barbudos e gordinhos em frente a TV ou computador. Mas só a gente sabe que naquele momento não somos adultos, e sim aquelas duas crianças de 15 anos atrás se divertindo ao rever as aventuras daqueles caras que nos moldaram a ser o que somos hoje.
Sim, porque eu, pelo menos, aprendi muito mais com todos esses personagens do que os meus professores poderiam me ensinar.
Nostalgia? Sim, por favor. Se não pudermos lembrar do que marcou a nossa infância, então que graça tem ser adulto?
Espero que gostem dessa pequena listinha que friso em dizer, é completamente pessoal. Não é um Top nada, são apenas os filmes que marcaram a nossa infância. (Rafa)
Depois de tudo isso só posso dizer uma coisa: OBRIGADO Harrison Ford, Sylvester Stallone, George Lucas, Matthew Broderick, Steven Spilberg, Stephen King, Bruce Willys, Eddie Murphy… caras, OBRIGADO MESMO! (Pedro e Rafa)
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1 – Num post como esse, eu sou obrigado a linkar o blog que inspirou a seção. Quem Matou a Tangerina? Do sensacional Fred Fagundes, culpado também de ser um eterno nostálgico.
2 – Agradeço imensamente ao Rafa Barbosa pela ajuda e por dividir comigo os momentos de criança feliz.
3 – Não tem nada a ver com o post, mas o recém lançado blog A Melhor das Intenções merece demais uma citação. Ótimo tema e texto das meninas: @camillaconde, @lucianasabbag e @pripoashampoo
4 – Esse, na minha humilde opinião, é de longe o melhor post que este blog já viu.

Caro leitor, você está prestes a ler uma narrativa fantástica cheia de aventuras, desafios, superação, garra e força de vontade. Tá… nem tão fantástica assim e nem com aventuras. Mas o resto tem.
Eu sempre soube que um dia eu teria que mudar meus hábitos e mudar a maneira como levo a minha vida, infelizmente eu não sou uma daquelas pessoas que comem um Big Tasty com batata e refrigerante king size no almoço e que no trajeto para a lixeira já emagreceram tudo. Pelo contrário. Eu, como a maioria dos gordos, só de olhar para um anúncio de pizzaria já engordo uns 500g.
Para melhorar tudo ainda sou fumante e o meu trabalho obviamente é sentado em frente a um computador. Além do mais eu trabalho em casa, tenho ponto de onibus do lado, e o máximo que eu ando hoje em dia é da praça da liberdade para a faculdade. A distância é mais ou menos uns dois quarteirões. Complicado né?
Além de toda gordice que todo gordo faz, eu também sou craque no quesito dieta. Se quiser saber de dieta, é comigo mesmo. Sem sacanagem, posso escrever uns 3 livros só com as dietas que já me prescreveram até hoje, é não serão livros de bolso. A única vez que deu um resultado significativo, foi quando eu passei um mês inteiro comendo frutas – nem comece a pensar em fazer brincadeirinha, eu não passei um mês comendo bichinhas. Então, era café, almoço e jantar (lanche e sobremesa) tudo fruta. Ia de maçã inteira á banana no microondas com mel (que aliás era o meu jantar favorito).
Eu só poderia comer comida mesmo no almoço – só no almoço – de domingo. E amigo, aquele arroz integral (que é a pior merda do mundo), com batatas assadas e um filézinho de salmão, foi a refeição mais maravilhosa que eu já tive na vida. Se bem que depois de uma semana sem comer, até angu com cebola seria um manjar. Resultado disso? 10kg a menos em um mês e trauma de comer um morango sequer.
Como todo bom gordo, lógicamente alguns meses depois já havia recuperado minha perda. Só não curei o trauma. Mas não é disso que eu quero falar, eu fugi do tema principal.
Como eu nunca consegui dar um jeito em mim mesmo, engoli meu orgulho taurino, abri minha cabeça dura e fui procurar ajuda. Dei um basta. Cansei mesmo, tá na hora de dar um tapa do meu estilo de vida e começar a viver de uma forma que me faça chegar pelo menos aos 60. Se eu conseguir parar de fumar também, mas isso é pra depois.
Ou você acha que eu vou me privar de comida AND meu cigarro, você está enganado. Quando eu resolver um, resolvo o outro. Quero acabar de vez com esse suicídio prolongado.

(é, o texto vai ficar grande)
Como eu disse, procurei ajuda e ontem foi a primeira consulta com um psicólogo/psiquiatra/terapeuta sei-lá-chame-do-que-quiser. Sempre ouvi e li várias coisas sobre os benefícios de fazer terapia e tudo mais. Eu sempre achei isso frescura e coisa de maluca. Mas como eu disse eu engoli o orgulho, baixei a guarda e por vontade própria (o que é mais importante) estou buscando ajuda. Escolhendo viver bem.
E aliás, achei muito bom e como dentre outras coisas que pretendo retomar, e não deixar mais de lado. Continuarei indo, continuarei com a mudança, tanto que fiz essa nova seção no blog só para isso.
Continuando…
Essa coisinha bonita da mamãe aí em cima nesta linda paisagem sou eu hoje de manhã. Foi a primeira vez, eu acho que desde sempre, eu saí de casa para caminhar/exercitar/chame-do-que-quiser por pura vontade própria. E não como sempre fiz, para pararem de me encher o saco. Fui com vontade de ir e o melhor, estava feliz da vida.

Essa paisagem fodona aí, é na barragem do Santa Lúcia, cada volta é 800m e para início da parada resolvi começar com 5 voltas. Se eu ainda ser somar, são 4km, o que pretendo caminhar todo santo dia até estar melhor para dobrar o número. Como eu trabalho em casa, o tempo não é tão importante assim, ainda mais que vai acabar o semestre na faculdade agora. O lugar é lindo, e acompanhado de um mp3, é sensacional. Além do cheiro que eu estou sentindo naquele lugar. Cheiro de vitória.
Já estou dando um grande passo, por querer fazer isso agora, por ter tomado a decisão de buscar ajuda, por estar extremamente feliz com toda essa mudança e por querer isso de verdade, mais do que tudo. Minha vida profissional não vai para segundo plano, é a vida pessoal que subiu para o mesmo patamar. Estou indo viver minha vida e da melhor maneira.
Não estou fazendo isso para agradar ninguém, não estou fazendo isso por causa da ditadura da beleza, não vou virar um xiita verde, só quero ter uma vida saudável. Mente e corpo.
Minhas Consultas são na terça, então toda quarta eu irei postar nesta seção e contar como estou indo e os progressos que estou fazendo. Sempre com fotos e/ou vídeos e dados, números e tudo mais.
Vamos lá, torçam por mim, não vai ser fácil mas tenho certeza que sairei com a taça na mão. De suco, light ainda.
***
1 – Não poderia fazer um post falando disso e não linkar o Papo de Gordo
2 – Vocês DEVEM ler o blog da Ana, o Olhômetro
3 – E também conferir as peripécias de Deus no Um Sábado Qualquer


22 anos, quem diria em? Ok, todo mundo diria… é pouca idade e tudo mais, como diria o poeta (sempre quis dizer isso) “Ninguém morre jovem”. Não, não sei qual poeta, mas alguém disse isso. Mas quando você tem 15 anos (foi ontem) 22 é uma idade inatingível. 22 anos é aquela idade em que os irmãos viram caretas, aquela idade em que você se arruma bonitinho para ir ao trabalho. É aquela idade em que as pessoas não são novas o bastante para fazer um moicano nem velhas demais para tomar um porrezinho com a galera da faculdade.
Desde que virei rapazinho e mudei pra BH e ver do que a vida é feita, meus aniversários não têm sido lá muito legais, por exemplo ano passado que eu trabalhava em 2 empregos, estudava a noite e ainda comi pizza com cebola – eu odeio cebola. Antes de qualquer coisa, fazer aniversário em dia de semana é igual fazer sexo e não gozar, comer pizza e vomitar, comer comida japonesa com garfo, cantar pagode com blusa do iron maiden, colocar só a cabecinha, emo beijando mulher, botafogo ganhando título, cruzeirense macho, ateu dizendo ‘Meu Deus’, a propaganda da Dell… Ou seja, TEM ALGUMA COISA ERRADA AÍ! Devia ser lei, aniversário só no fim de semana.
Bom, de qualquer modo, vou reproduzir um texto que escrevi em 04 de Maio do ano passado, um texto que serviu na época e acho que irá servir por muito tempo.
***
Como estou próximo de completar 21 anos (terça-feira, dia 6 de maio) e como nesta quinta, vi dois momentos distintos da vida humana, o início e o fim, além de estar vivendo o meio de tudo, resolvi escrever esse artigo sobre a vida.
Primeiro gostaria de dividir a vida em 3 momentos: do nascimento aos 21, dos 21 aos 60 e dos 60 até a morte. Infelizmente nem todo mundo consegue passar por todas as etapas. Infelizmente também, alguns conseguem. Eu estou no momento de transição, entre o início e o meio. Mas antes de falar nisso, vou dizer como classifico cada momento. O primeiro momento é aquele que define tudo o que você vai ser e o que vai fazer no segundo momento. O segundo é aquele que você começa a por em prática tudo o que aprendeu e tudo o que viveu, é aqui que começa a vida de verdade. No primeiro você tem apenas alguns vislumbres da vida. O terceiro e último é aquele em que você se recorda dos dois primeiros com carinho. É o momento em que você ensina mais que aprende, fala mais do que escuta e filosofa mais que produz.
Pense como se fosse uma campanha publicitária. Primeiro o teaser, que deixa aquele gostinho na boca para ver como é o resto da campanha. Segundo o lançamento e a manutenção da campanha e por último, os resultados.
Queria falar um pouco sobre o maior medo da história da humanidade. O medo da morte. Morro de medo dela, muito mais para as pessoas que amo do que para mim mesmo. Não estou sendo nobre, nem nada, é que lidei poucas vezes com a morte de pessoas próximas, mas as raras vezes em que experimentei, achei doloroso por demais. Voltando à morte, uma das maiores sabedorias que adquiri lendo foi entender como J.R.R Tolkien tratava a morte. Em O Silmarillion, Tolkien explica de uma maneira muito simples a fragilidade humana frente à dor e à morte. Os humanos no épico do escritor, invejavam os elfos por sua imortalidade. Esses no entanto estavam cansados do fardo de viver para sempre e passaram a invejar os humanos pelo tempo que lhes era dado.
E era aí que eu queria chegar. No tempo que nos é dado. Outra “pequena” lição aprendida com este maravilhoso escritor. Em O Senhor dos Anéis, Frodo pergunta a Gandalf por que ele, por que ele tinha que decidir de alguma forma o destino do mundo, por que aquilo teria acontecido logo com ele, um mero hobbit do condado. Eis que a resposta é um dos maiores segredos da vida. Onde Gandalf diz que a vida é assim, que temos que fazer o que tem de ser feito com o tempo que nos é dado. Sem perder tempo com pensamentos como “por que eu?” ou “Se isso tivesse acontecido de outro jeito…”. O que podemos tirar disso, é que às vezes damos valor a pequenas coisas que se tornam fardos gigantes e nos atrapalham imensamente viver a vida como ela deveria ser vivida. Eis aí o motivo de depressões, crises de estresses e livros de auto-ajuda.
Temos que assumir, o mais cedo possível, o que nascemos para ser e para fazer. Acontecem coisas que podem nos desviar do nosso caminho. Nunca é tarde para acordar. Nunca é tarde para pedir um perdão, arriscar e aprender. Arriscar, para mim, é o grande barato da vida. Arriscar em tudo. Desde as coisas mais bobas como “chutar de trivela ao invés de chutar de chapa” até coisas de suma importância como largar o emprego estável em um escritório de advocacia para cair na estrada com a banda de garagem e tentar a vida como músico. Sinto pena de quem tem que sobreviver e não viver. Mas sinto nojo de quem pode viver, mas apenas sobrevive.
A vida deveria ser mais divertida para alguns e mais séria para outros. Uns levam a vida na brincadeira o tempo todo, outros deveriam brincar mais, sorrir mais. Seria de uma chatice imensurável se a vida fosse: nascer, brincar, estudar, estudar, estudar, casar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, aposentar e morrer. Tenho certeza que esse não foi o modelo de vida que Deus imaginou para a humanidade. Por que tanta beleza e genialidade (Dele) se não podemos para nem dois minutinhos que seja para apreciar. Para um pouquinho, ver o pôr-do-sol, olhar para um sorriso inocente no rosto de uma criança, ver um olhar saudoso de um senhor ao contemplar a casa onde morou por 20 anos (era possível enxergar as lembranças nos seus olhos cheios d’água). Ver a pureza do rosto de um recém nascido, que coisa linda imaginar as experiências pelas quais aquele pequeno ser ainda vai passar.
Diga-me você leitor, que graça teria a vida sem as pequenas coisas do dia-a-dia? Que graça teria a vida sem a diversão, o frio no estômago, as surpresas e as ironias? Nenhuma, leitor. Nenhuma.
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1 – Só para não passar em branco, dia 04 de Maio foi o Star Wars Day. Tudo por causa da eterna “May the Force be with you” que se transformou em “May the 4th be with you”.
2 – Obrigado a todos os parabéns que os @’s mandaram agora no twitter.
3 – Sem links. Esse post é meu, só meu… meu precioso.


A casa de Monlevade
Bom, já que eu resolvi virar um ativista do ócio… que eu comece logo de uma vez. E nenhum lugar melhor para ‘voltar’ a escrever do que meu antigo quarto, na minha antiga casa, na minha antiga cidade e só não é no velho computador porque este está na loja, amanhã prometo escrever direto de lá.
Esse é mais um daqueles textos que eu chamo de crônica em que eu estou apenas exercendo o papel de companheiro de gole, estamos trocando uma idéia (com acento, por favor) você e eu.
Ontem, foi um dia estranhamente feliz, – só não digo saltitante porque isso é coisa beesha (nada contra), sou do interior, você me entende né? – voltando ao assunto, há quase 2 anos e meio eu não acordava às 11 horas em um dia normal, dia de trabalho para a maioria das pessoas. Dei aquela espreguiçada, uma bela coçada no saco e fui para a tarefa árdua de acertar o vaso de pau duro – mulheres, vocês não imaginam como isso é difícil para nós, toda mijada pós-noite de um homem é uma aventura.
Continuando a estranheza do dia, acendi o cigarro enquanto lia meus primeiros e-mails do dia, recebo vários, 50% pornografia dos amigos, 20% coisas relacionadas ao blog, 10% trabalho e 20% twitter. Falando em cigarro, vocês estão percebendo a putaria que estão fazendo com os fumantes? Ok, fumar causa isso, aquilo e um pouco daquilo lá, mais pô! Como diabos vou gastar quase 5 reais por dia só com isso? Acho que vou estocar e vender no Mercado Branco de Gravatinhas Borboleta Vermelhas.
Relendo o que eu escrevi até agora percebo um traço genético da minha querida mãe, não contar as coisas linearmente. Para Jane contar uma história principal ela conta no mínimo outras 43 histórias paralelas.
Voltando, se não jamais acabarei isso.
Onde eu pare? Á sim, chequei os e-mails com uma diferença enorme… pude abrir os e-mails de putaria tranquilamente. Meu novo chefe, sendo ele eu mesmo, é bem permissivo neste caso. Terminado os e-mails twittei a minha felicidade, compartilhei com os amigos da Zona, e lá pelo meio dia comecei a trabalhar. Quando bateu 12:35 parei para fazer meu horário de almoço. Almocei uma pizza requentada e deitei um pouco, estou acostumado a um intervalo de duas horas ok?
Concordo que me excedi um pouco ao voltar a trabalhar às 15:30.
*Gente, ainda não terminei o texto porque meu pai resolveu aparecer aqui no quarto, puxou uma cadeira e começamos a confabular. Dividindo o cinzeiro, histórias, saudades e muitas gargalhadas.
Acelerando um pouco a história, voltei para o computador e fiz diversas coisas em pouquíssimo tempo, ou seja, acabei otimizando meu trabalho. Fui a padaria comprar cigarros e assisti o primeiro tempo de Manchester x Porto na Champions – foi lindo, só as minhas histórias assistindo esses jogos rende um texto. Terminei as coisas, assisti mais televisão, conversei um pouco, fiz um post gigante aqui no blog
Voltando ao início do texto, que era para eu falar apenas de Monlevade – é assim para nós, os Colonos, porque para o resto do mundo essa cidade se chama João Monlevade, mas ninguém aqui é um João Monlevadense, somos só Monlevadenses. Falando na cidade, que quase todo mundo conhece, é sério, ‘todo mundo’ já pelo menos “passou por aqui”, a @Popysp me perguntou no twitter porque o nome da região central é Carneirinhos. Fiquei envergonhado, não sei ou não lembro, prometi a ela que iria descobrir.
De qualquer maneira, é tão bom estar de volta, mesmo que por alguns dias. É bom sentar com meu pai e jogar conversa fora, é bom conversar e sonhar alto com meu irmão, é ótimo passar algumas horas brincando com o Ozzy (o cachorro), as vezes ele faz uma falta do caramba. Uma ova, todos eles fazem. Minha casa, meu quarto, o terreiro, o cachorro, pá e mã.
E é claro, dos botecos mitológicos que daqui a pouco estarei com meus amigos de infância.
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1 – 3 blogs para vocês hoje, o da Ari – Cogumelos Verdes. Vale a pena ler os textos dessa menina amalucada.
2 – O maravilhoso blog do Alex Castro – Liberal, Libertário e Libertino. Esse é para ler, assinar o feed e virar fã.
3 – O último não é de texto mas é um blog que por si só merece um post aqui. Depósito do Calvin, reúne quase tudo que foi publicado de Calvin & Haroldo.

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