bom galera, foi malzz… oo blog tah jogado. primeiro pq continuo sem emprego. e sem computador e ultimamente sem nada pra postar.. como eu acabei de fazer um trabalho pra faculdade. mais precisamente para a matéria de Leitura e Produção de Texo II. a professora pediu um texto com o tema. Minha vida daria um livro.
se alguem achar interesse pra ler. bom.. tah ai. minha pequena grande história.
Minha vida daria um livro
Bom, a vida só começa mesmo lá pelos 15 anos. Até então a maior preocupação que agente tem é se vamos tirar média na prova de matemática, ou se seus pais vão lhe dar uma grana pra sair. Depois disso, quando você entra no que eu chamo de ”início-do-fim”. É quando você entra no ensino médio. Começa bem no fundo aquela preocupação com o famoso o que você vai ser quando crescer! É ai o início do fim da infância. Adolescência é o nome que botaram para simplificar o “início-do-fim”. Bom, minha mãe conta que quando eu tinha uns 10 anos, ao invés de assistir desenho eu assistia ao programa de um “moço” que se chamava A Hora do Intervalo. Ela também conta que quando eu dormia no sofá da sala, ficava de costas para a televisão enquanto passava um programa qualquer, mas que na “hora da propaganda” eu virava para ver. A resposta para o que você vai ser quando crescer já estava na ponta da língua. Queria, e acho que mesmo sem saber, sempre quis ser publicitário.
Com 14 anos comecei a trabalhar para meu irmão, ele fazia eventos na cidade (João Monlevade), comecei ajudando aqui e ali. Fui tomando gosto pela coisa, aos 17 já tinha minha produtora, com mais quatro amigos. Esse trabalho era muito mais diversão do que dinheiro. Se ganhássemos por quantidade de trabalho, no mínimo um carro cada um já teria. Era divertido, você olhar de cima, um evento lotado, todo mundo se divertindo por causa de uma coisa que você criou e que trabalhou muito para acontecer é muito bom. Mas o “fim-do-fim” já batia na porta. Dos cinco amigos, dois foram para engenharia, um para medicina, um para psicologia e eu para a publicidade, claro. Paramos com as festas e cada um foi para um lado.
Mas, infelizmente, para mim não foi tão fácil. Quando terminei o ensino médio, meu pai não podia bancar uma particular. Meu irmão mais velho estava formando em uma no meio do ano seguinte, e o outro morava em BH também, mas fazia federal. Passei no vestibular de uma particular em novembro de 2004 (ano em que formei). Vi todos meus amigos indo embora. Foi difícil, a única chance era a federal. Nunca fui um aluno modelo. Jamais passaria na federal para comunicação naquele ano do “fim-do-fim”. Passaram-se dois longos anos. Anos de tristeza, desesperança e nostalgia. Os dias felizes eram aqueles em que a turma se reunia e lembrávamos dos “velhos tempos”. Quando meu irmão mais velho se mudou, minha mãe chorou um dia inteiro, quando o filho do meio foi, ela ficou triste. Eu disse que se um dia eu fosse ela diria “Vai com deus filho, Tchaaaaau!” No meio do ano de 2006 já tinha desistido. A tal da publicidade ia ser um sonho distante. Ficaria em João Monlevade e iria morar com meus pais até os 40… bom, GRAÇAS a Deus, não foi assim.
Chegou o dia em que pra mim era como outro qualquer em que meu irmão chegando de BH disse:
- Velho, faz um vestibular ai numa particular, faz que você vai pra BH trabalhar na OPEN e morar comigo!
- Aham. Eu e o Bin-Laden né? – respondi sarcasticamente.
- Porra velho, tô falando sério.
- Sério mesmo? – respondi mal ousando acreditar.
Bom, era verdade. Vim para Belo Horizonte no dia 14 de janeiro de 2007. No dia 15 de janeiro comecei a trabalhar na Open Comunicação. E estava matriculado na UNA no curso de Publicidade. Só para constar, minha mãe chorou pra caramba. Realizei um sonho, já tenho vários outros. E a vida continua.
deve ter alguns errinhos de portugues pq eu nao corrigi.
um abraço.
**** [PÓS-REBOOT] ****
Estou com um medo grande agora.
Dá pra jurar que quem escreveu o texto entre os comentários antes e depois são duas pessoas completamente diferentes. O incrível é que as duas pessoas são essa terceira aqui que vos edita e vos comenta novamente.
Que porra é essa? Será que eu era um esquizofrênico completo e nunca me dei conta?
O melhor “deve ter alguns errinhos de portugues pq eu nao corrigi”. Ou seja, a virgem adolescente zoava que o futuro publicitário escrevia errado com uma frase composta por erros.
Alguém me passa prum psicólogo?
Editado dia 4/10/2011

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