OH MY GODNESS! ONOVOLAYOUTDOCREPÚSCULOSAIU!

Você não esperava isso, querido leitor. Seus amigos não esperavam isso. Neto, Naya, Diego, Dorly e Ingrid não esperavam isso, e o mais impressionante é que muito menos eu esperava isso. Não tão cedo. Há um bom tempo eu vinha falando sobre mudar o layout do blog e promessas, e conversinha e papinhos. Mas NADA, nunca mudava NADA. Outro dia, eu realmente comecei a desenhar mesmo o novo layout, mas ia demorar viu.

Até que ontem, pesquisando de bobeira, achei esse template. Minha cabeça explodiu. Era exatamente o que eu queria. Claro que mudei as cores, alterei milhões de coisas – deu trabalho pra caralho – e ontem às duas horas mais ou menos, ele estava pronto. Quer dizer, mais ou menos né. O grosso estava pronto, mesmo agora, com ele no domínio principal é preciso fazer mais 3 milhões de pequenos ajustes, mas é isso aí.

Vocês podem perceber que a sidebar não tem nada praticamente, não tem os autores, nada. Até o fim do dia vou incluir tudo que tem que incluir na sidebar, inclusive anúncios e propagandas. E pare de pensar em reclamar, quero ter a chance de talvez um dia pensar na possibilidade de fazer esse blog render pelo menos algo que pague o servidor. Que falando nisso, um salve para o Corto Cabelo e Pinto. Estou devendo os caras e eles não tiraram o blog do ar. Obrigado!

De qualquer forma, existem algumas mudanças na estrutura. Logicamente, o visual é completamente diferente do que era, cores brancas, uma coisa que Atendimento adora falar – o blog está mais clean – melhora a leitura e não tem aquele laranjão incomodando. Outra mudança – essa anunciada há muito tempo – é a mudança da logo do Crepúsculo, farei um post especial na seção de Design sobre o conceitual da nova marca e tudo mais.

Falando em seções, outra grande mudança! Nada mais de 2 milhões de seções na sidebar. As seções agora são fixas e estão em destaque na faixa cinza aí em cima. Claro que eu não vou deixar de criar 9 mil novas seções, mas todas elas serão separadas apenas pelas headers dos posts. Que também vão mudar um pouquinho o visual – daqui pra frente – mas nada demais, só vou tirar o símbolo da antiga marca.

Meu deus, é tanta coisa pra explicar que eu tô perdidinho…

Á, sim. Mudanças estruturais. Vocês vão perceber que tem um negócio super-ultra-mega-moderno-bacanudo que fica trocando imagens, eu chamo isso de posts em destaque. Deixa o blog um tanto pesadinho, sinto muito caro leitor de internet lenta. Mas eu não vou tirar isso, a menos que vários leitores reclamem. Á, antes que perguntem, a seção “Hein?” existe somente para colocar os posts em destaque. Ok?

É..é… deixa eu ver se tem mais uma coisa…

[Alguns minutos depois]

Bom, acho que não tem mais nada para avisar por enquanto, qualquer coisa eu falarei nos próximos posts, nos famosos números 1,2 e 3 depois do post.

Peço apenas que me ajudem, e digam o que encontrarem de errado e o que não gostaram no novo layout.

Elogios também são bem-vindos.

Ps.: Quanto aos posts antigos, sim, tenho que redimensionar as imagens, mas isso será com o tempo.

***

1 – Gostaria de agradecer imensamente a ajuda dos amigos Rafa, Jhony, Cleiton e WC. Sem eles esse blog não tinha nem ido pro WordPress, quanto mais ter um novo layout.

2 – Obrigado a todos os que torciam muito para que isso tudo mudasse. =D

3 – Novos ares vem aí para esse blog.

4 – E NÃO! ISSO NÃO É UM BLOG SOBRE “VAMPIROS”

textos

shire

“Numa toca no chão, vivia um Hobbit.”

Assim começa um dos livros mais fantásticos da história. O Hobbit, de J. R. R. Tolkien. Não é segredo o meu vício incondicional pela obra de Tolkien, e por seus personagens. Como já disse, o Turambar é por causa do Tolkien.  Mesmo assim, de todos os personagens fodásticos do mundo de Tolkien, os que eu me identifico mais são de longe os Hobbits. Pelo simples fato deles serem em geral gordinhos, baixinhos, gostarem de uma mesa farta, cerveja da boa e não serem muito lá chegados em aventuras. Á, e também adoram soprar uns anéis de fumaça após as trocentas refeições diárias.

São um povo tranquilo que vive em tocas no chão ou casas baixas de um andar apenas. Vivem com os pés – demasiadamente grandes e peludos – na grama e se preocupam apenas com o que vão comer na próxima refeição, vivem suas vidas pacificamente numa terra longínqua chamada O Condado.

Eu sempre vi o Condado como aquele lugarzinho que todos nós sonhamos em ir algum dia e ter alguns dias de descanso de nossas aventuras. É aquele lugar que sempre voltamos, que nos sentimos seguros, confortados e em paz. Tudo o que fazemos na vida, nossa grande aventura, é poder finalmente retornar para um lugar assim e descansar. Sem horários, sem problemas, sem stress.

Tolkien foi muito feliz em resumir tudo isso em uma frase, “Lá e de volta outra vez”. O nosso objetivo, no fim das contas, é esse. Ir lá, e voltar. Afinal de contas, para que você quer ganhar dinheiro? Para que trabalha? Para que estuda? Se não para no final de tudo isso, ter a condição de viver em paz, sem preocupações. Eu penso assim.

O meu “Condado” até então é a minha cidade natal, Monlevade (ninguém aqui diz João Monlevade). É aqui na casa dos meus pais e nos lugares que eu cresci que eu me sinto realmente em casa. Apesar de agora chamar de “casa dos meus pais” essa aqui é a minha casa, e sempre será. Já deve ter uns bons 25 anos que meu pai construiu essa casa e moramos aqui desde então. Nasci, cresci e vivi brincando nessa casa. Ou como chamo agora, minha toca de hobbit.

Desde que cheguei aqui dia 23 de dezembro, tenho vivido como um hobbit. Bebendo, comendo, dormindo, cochilando, bebendo, cochilando, lanchando, dormindo, dormindo de novo, fumando e para terminar, dormindo longamente. Acho que até hoje não vi aqui uma manhã sequer. Meu dia começa à uma da tarde e termina às cinco da manhã.

Saio só para o estritamente necessário. Como ir beber, quando não tem álcool em casa. Ou então jogar Poker, (ganhei 50 reais outro dia, obrigado). Quando não estou no computador escrevendo para meus queridos leitores, estou fritando no videogame, quando não estou fazendo nenhum dos dois estou lendo. Na verdade, estou gastando a maior parte do meu tempo aqui lendo, como sempre fiz nas férias e como aprendi aqui mesmo nessa casa a fazer, intercalados é lógico, por pequenos cochilos e longas horas de sono profundo.

Bom, eu já falei praticamente tudo sobre o assunto mas vou tentar sintetizar esse “Hobbit Way of Life”, para que você também possa aproveitar suas férias ou pequeno descanso.

hobbits

10 Dicas Infalíveis para Viver Como Um Hobbit

Vou levar em conta que você está em algum lugar que você tenha escolhido e definido como o seu Condado

1 – Tenha uma dispensa farta e variada, saiba o que fazer com ela ou tenha perto quem saiba. Nunca se sabe quando 13 anões podem bater a sua porta.

2 – Não saia da sua toca. Um hobbit de verdade – nessa época do ano – só sai de casa para repor a dispensa ou então para passar algumas boas horas na taverna mais próxima.

3 – Tenha uma adega farta e variada. Evitará que você tenha que ir à taverna mais próxima muitas vezes. Além disso os amigos virão até você evitando que você tenha que fazer o percurso.

4 – Reúna com você o máximo que puder de livros, filmes e jogos. Hobbits passam um tempo enorme lendo, contando histórias e cantando. Mas se tivessem videogames garanto que esses fariam parte do seu dia-a-dia.

5 – Faça mais de 5 refeições diárias. Você provavelmente vai passar o resto do ano comendo miojo e miojo da classe média (lasanha congelada), então aproveite a possibilidade de comer coisas bem feitas.

6 – Faça pequenas caminhadas acompanhado de algum animal doméstico. Afinal essa comida toda não pode ficar parada dentro de você. Mas afaste-se o mínimo possível de casa.

7 – Vá a festas em que não precise pagar nada para comer e beber. Hobbits apreciam e muito esse tipo de evento. Não fique mais que o necessário e volte logo para sua toca.

8 – Entre o tempo gasto com comida, bebida e cultura útil e inútil, treine charadas. Nunca se sabe quando terá que resolver e fazer charadas para salvar sua vida.

9 -Tenha o mínimo de contato possível com as Pessoas Grandes, mais conhecidos como aqueles-que-não-vivem-um-tempo-como-hobbits. Eles não vão entender seu estilo de vida nesse curto período de tempo, além disso dizem que são nervosos e stressados. Você não precisa desse tipo de companhia nessa época, se reúna somente com outros Hobbits.

10 – Depois do tempo que viver como um Hobbit, vá embora. Mas volte outra vez.

***

1 – Bom, depois de escrever isso tudo, vou ali ler um pouco de O Senhor dos Anéis (fazia tempo que não lia) e dormir um pouco. Não sem antes beliscar algum petisco na geladeira.

2 – Por alguns dias que seja, vai ver como essas dicas vão ajudar você a recarregar as baterias.

games

Bom, com esse post eu estou reavivando e abrindo oficialmente a seção de games do blog. Não é segredo para ninguém que eu sou um completo viciado em videogames, desde o Atari, Nintendo, passando pelo saudoso SNES, jogos clássicos para PC (Diablo, obviamente), Além de ter experimentado quase todos os consoles a partir do Atari além, é claro ter possuído toda a linha da Sony. Tenho orgulho em ter comprado eu mesmo o Play Station, Play Station 2, Play Station Portable e finalmente Play Station 3. Hoje no caso usufruo apenas dos últimos dois, PSP e recentemente PS3. O dois eu dei para meu irmão e meu pai.

Acho que com esse histórico e tendo grande parte da minha formação cultural apoiada em games e tudo que eles me ensinaram eu tenho boas credenciais para falar bem ou mal de qualquer jogo, joguinho ou joguete de qualquer plataforma que seja.

Desde que eu comprei o PSP venho querendo reviver essa seção, até hoje nada. Até que veio o PS3 e eu não me contive. É realmente uma máquina incrível. O problema todo, é o preço dos jogos, mas mesmo assim a gente dá um jeito. Um alternativa, por exemplo, é juntar 2 ou 3 amigos que também possuem o console e comprar jogos diferentes. Assim você terá uma boa coleção para jogar.

Chega de lenga lenga e vamos a pergunta que não quer calar e que é o tema central desse post.

Quem é melhor? Fifa Soccer 10 ou Pro Evolution Soccer 10

fifa10

Por incrível que pareça, a resposta é fácil. Muito fácil.

Fifa Soccer 10 é o melhor jogo de futebol de todos os tempos. Ganha em todos, veja bem, TODOS, os quesitos do PES10. Acredite, eu também fiquei incrédulo quando me disseram.

Tudo começou com o “advento” dos 360 bits. Comecei a ouvir um papo de que o Fifa tava arrebentando e que o ProEvolution ficou muito para trás, isso já nas edições 09. Logicamente pensei que todos estavam malucos. Porra, meu PES ou meu Winning Eleven perder pro FIFA?!?! Só podiam estar malucos. Nessa época eram boatos aqui e ali, mas eu não podia acreditar.

Veja bem, você que não gosta de jogos de futebol ou não gosta de jogos em geral, na era dos 128 bits (Xbox, PS2) comparar Fifa com PES era como comparar O Poderoso Chefão com Crepúsculo. Não, não to exagerando. Fifa era mais que ruim, era péssimo. Ai de quem falasse em Fifa numa rodinha de partidas de W11 (PES), o coitado era cortado em pedacinhos e jogado no lixo. Hoje digo que tudo isso mudou. Pro Evolution Soccer é pra mim hoje o que Alexi Lalas Soccer era no Play 1 comparado com os outros.

Você que como eu, é (era) fanboy de Winning Eleven, não se sinta traíra. Eu também jogava desde o saudoso 4 para PS. Comprei uns 800 dvd’s de W11 e PES para PS2. Mas quando eu joguei e vi o que era o Fifa 10 e quando joguei e vi o que era o PES 10… amigo, que decepção e que alegria. E precisei apenas jogar o demo do PES para saber as diferenças.

Vamos então falar do jogo em si.

fifa10 2

Fifa 10 reúne tudo aquilo que mais importa no jogo, para mim pelo menos. Os gráficos são absurdos. Ok, falar isso pra nova geração de games é pleonasmo, mas não importa. PES sempre ganhou de fifa nesse quesito. Perdeu.

Agora o ponto em que você sente de verdade a diferença, é a realidade do jogo.

Fifa é real. Real até demais. Muito, mas muito difícil por causa disso. Não adianta tentar, você não vai conseguir pegar o Messi ou C. Ronaldo, driblar todo mundo, correr igual um doido e fazer o gol. Você perde a bola facinho, o jogador cansa de verdade se correr muito, dribles são bem difíceis de fazer e muito mais difíceis de acertar – o que causa instantânea euforia quando é acertado – gol então amigo… aperta L2, não aperta, direciona, mede a força. E tudo isso depende de quem bate, da perna que bate, da posição do corpo…. é peculiaridade que não acaba mais.

No PES 10 ouse correr com o jogador. Aquilo não é correr, é tentar acertar o joelho na cabeça. Erraram FEIO.

Além é claro de outras coisas, como os juízes e os bandeirinhas. Falando nisso, tenho vontade de dar muita porrada no juíz quando a bola bate nele. O bandeira pulando nos carrinhos perto dele é demais. Os replays são fodas. A narração então.. porra, conseguiu superar a mítica narração em japonês do W11 (a minha preferida até então). Em inglês, porque você além de tudo pode baixar as narrações em trocentas línguas – pagando, é claro.

Outra coisa que me deixou maluco. OS TORCEDORES NÃO SÃO DE PAPEL! Claro que torcida é um negócio complicado, a do Fifa 10 é a melhor que eu já vi mas mesmo assim os amigos que fazem os jogos podem melhorar muito. Ponto negativo é que fotógrafos, repórteres, etc são de papel. Só no SNES eles conseguiram fazer aquilo. Mesmo assim isso são detalhes de fanáticos como eu.

Os modos do jogo são fantásticos. Tem o Manager Mode que é a nossa Master League melhorada em 1.000 vezes. Be a Pro que é o Fantasy do PES, ou aquele modo em que você é apenas um jogador. Falando nisso, você faz o seu jogador bem personalizado, uma vez que você entra no site da EA Sports, baixa um programinha que transporta uma foto sua para um rosto virtual e você baixa pelo próprio jogo. Ou seja, você pode ser você mesmo. Ou pode ser o Robert Pattinson, sei lá que gosto você tem.

Mais pontos positivos? Uniformes e chuteiras. Tem TODOS uniformes dos times que liberaram os direitos de imagem. E cada jogador usa a chuteira que usa na realidade. Sem aquela besteira de só ter adidas ou puma como no PES. Falando nisso, históricamente Fifa tem 9807896758 times no jogo. O que é ótimo, comparado ao PES que sempre teve aquele tanto lá.

Pontos negativos? Seleções. São poucas comparadas ao PES. Não dá pra fazer a copa do mundo e nem tem campeonatos de seleções. Isso é realmente chato. Toda vez que eu comprava um novo futebol a primeira coisa que eu ia lá disputar era uma Copa do Mundo. Tudo bem, atualizações podem vir por aí.

Isso tudo que eu falei, é só 1% do que o jogo realmente é. Para você entender de verdade, só jogando. Mas não uma vez só, jogue o tanto que puder e repita a dose. Eu demorei um pouco para gostar, achei difícil demais – ainda é – mas desci um nível e consegui ganhar algumas partidas, venho melhorando e posso falar com toda a certeza que Fifa 10 será por muito tempo o meu game preferido.

E se quiser bater um On Line, é só me falar. De qualquer modo, me adicione como amigo no PS3.

Ainda não sei bem como é, alguém pode me ensinar?

***UPDATE***

Gostaria de agradecer imensamente ao amigo Caio Kakko – que carinhosamente me lembrou nos comentários – que foi a boa alma que me mostrou todas as qualidades do Fifa.

***

1 – Espero que gostem da nova seção, não serão bem resenhas. Vou falar de tudo aqui, lançamentos, comparações como essa, e é claro jogos clássicos.

2 – Prometo que vou melhorar falando de jogos, é que eu me empolgo sabe?

3 – 2 posts em 2 dias. \o/

cosmic egg

FINALMENTE! E um finalmente muuuuuuito demorado, nu!

A banda mais foda dos últimos anos finalmente lançou o segundo disco e mostrou que não morreu depois de uns fights entre os integrantes. Calma, antes de falar disso, vou só relembrar o que eu disse nesse post aqui, em que eu apresentei a banda aqui no blog:

Bom, agora que eu já fiz você gostar da banda e começar a procurar em tudo que é canto as músicas para baixar, vou jogar uma bomba**. Crhis, o baixista e Myles o baterista deixaram a banda. Andrews continuará sozinho, e se você entrar no site da banda, pode ver que ele está preparando um novo disco que deveria ter saído em 2007. Com certeza havia algum problema, pois eles lançaram o primeiro disco em 2005. Será que vai ser mais uma banda genial que acaba precocemente? Tomara que não, porque a banda é – ou era – ótima. Resta saber também quanta falta farão os dois integrantes, que pelas performances eram uns músicos fodas.

Então, os caras haviam deixado a banda. Li boatos de que eram Crhis e Myles os grandes gênios por trás do Wolfmother, fiquei com medo, muito medo de perder uma das minhas bandas favoritas. O problema é que eles iriam acabar – musicalmente – depois de um dos melhores cd`s de rock que eu já ouvi – e olha que eu já ouvi um bocado.

Outro dia ouvi uma música no site deles – que eu assino a news – e…odeiei. Aí eu pensei realmente que os caras lá é que eram os gênios, que o Andrews era apenas um ótimo guitarrista, um ótimo vocalista, mas quem mandava mesmo nos sons eram os outros dois.. fiquei triste.

A vida continua. Até que… eu passeando pelo YouTube vi isso:

Porra. Caí pra trás, perdi o fôlego. Fiquei maluco, minha cabeça explodiu. A música não só era foda, como no outro dia eles lançariam o disco novo. Cosmic Egg. Nisso eu já fui ver o visual da capa e tenho que dar os parabéns. O visual de tudo que vem com o nome do Wolfmother é fodapracaralhoputaquepariu! Nisso, olhando o twitter me deparo com o Dringz falando que estava ouvindo o cd novo. Caí pra trás de novo. Pedi peloamordedeus pra ele me mandar o link que eu queria ouvir o disco NOW! Baixei, deszipei (ok, é winrar, mas eu ainda falo deszipar) e…

E nada. Já era tarde, fiquei parado sem reação e não quis ouvir o disco naquela hora. Porra, quatro longos anos esperando aquilo, não podia ser assim de supetão. Tinha que ter uma preparação antes. Morrendo de medo, no outro dia, sentei no pc com meu fone novo (um philips foda que explode a cabeça com os graves) e comecei a ouvir o disco.

Na mesma hora quis vir aqui escrever esse post. Iria me precipitar. Como eu sou meio chato pra música e meio temeroso com bandas que eu idolatro, eu preferi digerir o novo disco primeiro. Ainda bem que não fiz o post no dia. Pois minha opinião seria muito diferente da que eu vou dar aqui hoje.

Compre, baixe, veja, idolatre, consuma TUDO o que vier de Andrew Stockdale. He is  fucking genius. Genial, fantástico e eu vejo um horizonte de sucesso nessa que tem tudo para se tornar (entre os amantes do rock) uma das maiores e melhores bandas de rock n`roll da história. É sério. Ouvindo o cd, primeiro eu achei estranho, um pouco diferente daquele som que me conquistou, aquele rock setentista que me levou ao delírio e que ao mesmo tempo me causava um certo desconforto, era muito setentista. Isso não é ruim é claro, mas já causava a banda um certo tom pejorativo, eram “a banda que toca igual aos caras da década de 70″.

Talvez seja aí que veem a grande genialidade de Crhis e Myles, ser hoje uma banda que toca como os caras de 70 é ótimo. Falta macheza no rock. Mas faltava também ao Wolfmother uma identidade própria. Faltava.

Em Cosmic Egg, Wolfmother soa como Wolfmother. A banda tem uma identidade, tem uma cara. O disco é poderoso, é fantástico. São 16 maravilhas, algumas obras-primas. Destaque para: California Queen, New Moon Rising, White Feather….aahh quem eu estou querendo enganar. O cd inteiro é fantástico, destaque para tudo. Ok, Far Away é a mais linda de todas as músicas da banda. Pronto, falei.

Obrigado Andrew. Obrigado mesmo, agora PUTAQUEPARIL! PRECISAVA 4 ANOS VELHO!?

***

1 – Dê um subscribe no canal dos caras no YouTube, tem um documentário lá sobre a nova banda bem legal.

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Sendo um blog que fala de música rock o tempo todo, não poderíamos deixar de falar algumas coisinhas sobre os 40 anos do festival mais lendário de todos os tempos: Woodstock de 69!

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O encarte especial do Estado de Minas deste sábado diz e eu concordo “40 anos dos três dias que mudaram o mundo”. Imagine só o cenário: 1969, o homem subindo a Lua, guerra do Vietnam, Guerra Fria, jovens sem saber o que queriam e o que iriam fazer da vida, movimento hippie, drogas, drogas e mais drogas, artistas que se tornariam lendários, uma fazenda no interior do estado de Nova York, 500 mil pessoas, lama e história sendo feita.

Aí você pensa “Só pode dar merda!” e deu… muita, mas se não fosse isso, não seria Woodstock.

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O negócio foi tão sinistro que hoje você ouve o nome do festival e já pensa como deve ter sido ver aqueles shows, já pensa em como rock mudou o mundo de verdade, já pensa em como a música – e os músicos – de hoje, são uns merdas sem ideais, em como você queria estar lá.

Eu conheci Woodstock pelo disco duplo do festival de 94. Presente do meu querido padrinho – falando nisso, valeu Tio Fernando! – que me fez descobrir Green Day, Metallica, Joe Cocker, entre outros. E isso, obviamente me levou a descobrir o Woodstock de 69 e tentar entender o que pode ter sido ver os shows mais históricos das carreiras de artistas como Janis, Hendrix, Santana, The Who, Ten Years After, Creedance… e da música que – para mim – mais marcou o festival: a versão de With a Little Help From My Friends, por Joe Cocker:



Foram 3 dias no paraíso, 3 dias atemporais, 3 dias que só quem viveu pode ter idéia do que pode ter sido (psicodélico né?), 3 dias em que o mundo parou, 3 dias em que o Rock se mostrou, 3 dias de todo mundo peladão, fumando um e celebrando a vida e a liberdade!

Pena que eles, que estiveram lá, não podem contar pra gente como foi. Pois como disse um velinho numa entrevista “Se alguém te disser que lembra como foi o Woodstock, ele não esteve lá”.

Paz e amor! \/

***

1 – No Fottus tem uma galeria com 100 fotos do festival, obrigo você a ir lá ver.

2 – Sempre que posso eu linko o Quem Matou a Tangerina, principalmente nos posts de rock.

3 – Aqui o site (oficial?) do festival do jeito que tinha que ser, mais hippie e antigo possível (1996 feelings).

Acredito que boa parte dos leitores conheçam o gênero steampunk, muito utilizado no cinema e na literatura. Ok, não pelo nome, mas já tiveram grande contato com ele.

Vocês devem conhecer muito bem um tal de Júlio Verne. Ele é um dos grandes criadores do estilo steampunk lá pelo final do século XIX. Com obras fantásticas como “Sete Mil Léguas Submarinas”, Verne trouxe um estilo diferente para a literatura, onde a tecnologia da época – mecânica, vapor, carvão – teria evoluído a níveis inimagináveis com robôs mecânicos, carros, aviões, etc.

Do estilo dele surgiram dúzias de autores, primeiramente na literatura, depois passando para histórias em quadrinhos, filmes e seriados. Alguns exemplos bem conhecidos do estilo steampunk são o filme “Liga Extraordinária” e “De Volta para o Futuro III”.

Foi sem dúvidas o início da ficção científica, quando os homens imaginaram o futuro e criaram histórias fantásticas em cima disto. Podemos também considerar o steampunk como pai de obras como Matrix e o Exterminador do Futuro.

Então trago hoje para vocês um grupo diferente, que faz steampunk na música! O Clockwork Quartet é um grupo britânico de 13 pessoas um pouco misterioso que surgiu há pouco tempo com um site oficial e duas músicas de ótima qualidade.

Não tenho muito a dizer sobre o conceito musical deles, não é algo que você costume ouvir por aí todo dia, se é que me entende. Tem um pouco de folk, um pouco de progressivo que me lembra em alguns momentos o Pink Floyd, e não, não tem nada a ver com heavy metal ou rock.

Eles tem sete personagens que irão, pelo que há nas dus músicas disponíveis, contar suas histórias. As duas músicas disponíveis, “The Doctor’s Wife” e “The Watchmaker’s Apprentice” contas histórias respectivamente dos personagens The Doctor e The Fugitive.

O estilo sombrio colocado nas músicas é fascinante, nunca ouvi nada que se compare. As letras são bastante profundas e a música ambientaliza todo o conceito do steampunk. Você se sente em uma daquelas histórias antigas, com engrenagens por todos os lados, com instrumentos e máquinas gigantescas que fazem qualquer coisa que você imagina, muito bronze, vapor, madeira, carvão… bem, só vocês ouvindo para saber do que falo.

***

1- Você pode visitar o site oficial do Clockwork Quartet, com fotos do grupo, algumas informações e baixar as músicas do grupo em formato MP3, as letras e até mesmo partituras. O grupo oferece seu trabalho para ser divulgado e utilizado conforme o Creative Commons.

2- No blog Steampunk Workshop, Jake von Slatt mostra algumas como fazer itens como teclado, monitor, guitarras… tudo no estilo steampunk.

3- Temos um site oficial sobre steampunk no Brasil, visite clicando aqui.

Conforme notícia publicada no Whiplash por este aqui que vos fala, a banda de metal progressivo Dream Theater está dominando as paradas no mundo inteiro com o novo álbum, “Black Clouds & Silver Linings”. Dentre as principais posições, se destaca a liderança no top100 de vendas ne Europa. Além disso, a banda já registrou a venda de 10 milhões de cópias.

Certo, e o que tem isso? Nada, além do fato do álbum do Dream Theater ter escapado na internet mais de um mês antes do seu lançamento oficial. Ele foi lançado oficialmente no dia 23 de junho. Em uma pesquisa rápida, encontrei em um blog a data 22 de maio com um link para download – foi lançado bem antes disso.

Como a indústria fonográfica explica uma ação como esta? Um álbum lançado na internet com tanta antecedência, de acordo com eles, acabaria por destruir o lançamento e derrubar as vendas. Foi com este mesmo argumento que o álbum do Yeah Yeah Yeahs, que iria ser lançado dia 16 de abril, foi adiantado quando escapou na internet.

Está na hora de deixar claro algo simples, e que o caso do Dream Theater somente realça ainda mais: os downloads “ilegais” não fazem mal a música. Pelo contrário, eles colocam os álbuns na sua devida proporção e capacidade, além de mostrar que os fãs estão dispostos à pagar para comprar apenas as músicas e álbuns que valem a pena. Mesmo com a diminuição mundial de vendas de CDs, alguns grupos ainda conseguem ter resultados acima da média. Destaco dois pontos:

  1. Os fãs consideram válido ajudar as bandas que gostam e/ou mostrar seu apoio;
  2. Os fãs acham que a qualidade das músicas do álbum é boa, e vale a pena gastar para ter o original completo ao invés de comprar apenas singles.

Além disso tudo, grandes bandas já deixaram claro que não ganham mais dinheiro com lançamentos de álbuns, como o Queensrÿche e o Def Leppard. As vendas de álbuns diminuíram, a venda de singles via internet aumentou. A disponibilidade de álbuns e de música também aumentou consideravelmente. Em uma notícia que li em um site estrangeiro que fala sobre negócios na área da música (me desculpe, mas não consegui achar o link original, ainda…) foram lançados, somente no Reino Unido em 2008, em torno de 30 mil álbuns. São muitos gêneros, muitos estilos, mas 30 mil é muita coisa. É uma grande competição pelo nosso dinheiro, e os álbuns ainda concorrem com DVDs, games, shows, teatro, cinema, etc. Unindo isto aos problemas da crise, à população que gastou menos este ano e cortou principalmente no lazer, você já sabe o resultado…

Há muitos lados nesta questão. Não é simplesmente baixar ilegalmente as músicas que acaba com o lucro da poderosa indústria fonográfica ou dos artistas. A competição aumentou, a indústria fonográfica não se preocupou em oferecer produtos mais interessantes com preços menores, a indústria do entretenimento cresceu de maneira gigantesca nos últimos anos e também pegou uma parte do bolo. Os downloads diminuem as vendas? Será que cada download ilegal se tornaria uma venda não concretizada? Se eu não pudesse baixar arquivos e/ou conhecer novas bandas, eu nunca gastaria meu dinheiro com elas. Não compraria um disco de 30, 40 reais de um grupo desconhecido. Nunca gastaria 100 reais em um show de uma banda da qual eu não ouvi as músicas. O jogo da indústria é apenas para os grandes.

Para a maioria arrebatadora dos artistas, entre eles se encaixam 99% de todas as bandas nacionais de rock e metal, esse não é um bom jogo. Os artistas deveriam aprender com pessoas como Trent Reznor do Nine Inch Nails. Ofereçam suas músicas gratuitamente ou por custos muito baixos, ofereçam produtos alternativos, criem álbuns de maneira rápida e com baixo custo, criem uma base de fãs.

Eu mostro: conversei com Paulo Melo, vocalista da banda Rising Cross, uma pequena banda de metal de Goiás. O grupo gastou menos de 5 mil reais para produzir um álbum. As gravações de todas as músicas, incluíndo produção e mixagem, saiu por 3 mil reais e estão, na minha humilde opinião, em nível altamente profissional. É um custo baixíssimo, são 500 CDs por 10 reais cada… um showzinho, você toca a música, oferece o CD, faz um marketing pela internet, anuncia novidades do grupo por sites como o Whiplash e o Zona Punk, blogs de música bons como o Digital Alternativa ou o Hit na Rede (o autor deste artigo também está sempre disposto à divulgar bandas que ele gosta).

Será que é tão difícil para a indústria ver o cenário como um todo ao invés de olhar apenas para um pequeno pedaço dele? É tão difícil para os artistas independentes empreenderem novas visões de mercado e buscar novas alternativas de lucro? A internet veio para ajudar, não dificultar.

***

1- Se você é fã de metal, baixe o EP do Rising Cross, “Trumpets of Victory”. Ele foi disponibilizado pela própria banda, vale a pena. Clique aqui.

2- As melhores notícias sobre os movimentos da indústria fonográfica você encontra no Remixtures. Destaque especial para a notícia sobre o futuro do Pirate Bay.

3- Já que estamos falando em música e inovação, o jogo Rock Band resolveu criar uma plataforma para que artistas coloquem suas próprias músicas no jogo e vendam em uma loja. Matéria aqui.

zakk wylde

Mr. Zakk “Fucking” Wylde.

O “termo” foi cunhado pelo, vamos dizer assim, padrinho de Zakk, ninguém mais ninguém menos do que Ozzy Osbourne. No post de hoje, você vai entender um pouco – por mais que eu me esforce – o tanto que este cara parecido um viking aí é foda.

Bio

Jeffery Phillip Wiedlandt ou se preferir Zakk Wylde nasceu em Nova Jérsei no ano de 1967. Começou a tocar guitarra aos 15 anos quando trabalhava numa loja de artigos musicais, ficava tocando guitarra o dia inteiro, pouco tempo depois, aos 19 anos, nada mais que um moleque, ele simplesmente virou guitarrista de um dos maiores ícones do heavy metal e da música: Ozzy Osbourne. Daí foi um pulo para se tornar um dos maiores guitarristas da história.

Carreira

Zakk entrou na banda em 1987. Depois de dois discos beem mais ou menos (No Rest for The Wicked e Just Say Ozzy) a parceira Zakk/Ozzy mostrou que poderia realizar grandes coisas também, e assim foi com o lançamento do sensacional No More Tears. Músicas como No More Tears, Mamma I`m Comming Home, Road to Nowhere e I Don`t Wanna Change the World se tornaram hits e são tocadas até hoje nas turnês do Ozzy. E depois vieram grandes turnês e outros ótimos discos como o Ozzmosis que mostraram ao mundo que aquele rapaz de longos cabelos loiros que ficava balançando a cabeça de um lado para o outro tocando era muito mais do que uma sombra do lendário Randy Rhoads.

Zakk Wylde é sem dúvida um dos guitarristas mais bem sucedidos de sua geração, acumulando vários títulos e prêmios, chegando a ser eleito “Most Valuable Player” (MVP) na eleição da revista “Guitar World” americana. Em 2005 foi eleito também como “Best Metal Guitarist”, e recebeu ainda os prêmios de “Riff Lord” e “Golden God” da revista “Metal Hammer” inglesa. (via Wikipédia) – É o que eu chamo de foda pra caralho.

Vale lembrar que Zakk ficou conhecido também pela sua guitarra com o “Bull`s Eye”, a guitarra do alvo, essa mesma que está na header da seção. Tanto virou sua marca registrada que a Gibson lançou uma série de guitarras com o alvo levando a assinatura do Zakk Wylde.

Veja aí o vídeo de Mamma I`m Comming Home na turnê No More Tours de 1993




Esse show aí foi o primeiro DVD que eu comprei. Repare que o Ozzy consegue ser engraçado até numa música calminha. Repare também na mocinha com uma bandeira escrito “Fuck Me Zakk”. Repare o tanto que os homens americanos são feios. E o tanto de mulher gata na platéia? Live & Loud vi esse DVD 3 vezes seguidas quando comprei. E que solo. Puta merda. Ok, me empolguei.

ps.: Tenho que dizer, que desde quando vi isso aí… sonhei em ouvir essa música ao vivo e escutar um “i love you all” do Ozzy.

pss.: Eu realizei esse sonho.

Apesar de Zakk Wylde ter participado das composições de músicas maravilhosas em parceria com o Ozzy, e mesmo eu sendo um viciado e fã desde pequenininho do Ozzy, tenho que dizer… a minha idolatria por Zakk Wylde se deu após eu conhecer o trabalho solo dele.

A primeira vez que eu ouvi o disco Book of Shadows – para mim, e para muitos a melhor dentre todas as obras feitas por Zakk – minha cabeça literalmente explodiu. Eu poderia esperar de tudo, menos a voz desse cara junto com músicas simplesmente incríveis reunidas no mesmo álbum. Book of Shadows é praticamente um álbum acústico, onde fica evidente a genialidade de Zakk Wylde. Para você entender o que eu estou falando. Ouça isso aí.




Então?

O álbum está recheado de músicas como Between Heaven and Hell que você acabou de ouvir. Não tem uma única música que seja pelo menos média, o álbum é uma obra prima.

Isso sem contar com o auto intitulado álbum que Zakk lançou com a banda Pride N` Glory, um southern rock misturado com heavy metal e blues, que é de deixar qualquer sulista americano arrepiado. Além é claro, da banda montada por Zakk, a Black Label Society. BLS é pura macheza, puro heavy metal e pura força. Ali você realmente vê aquele homem gigante parecendo um viking em casa. Escute o Sonic Brew, o 1919 Eternal, o The Blessed Hellride e o Mafia que você vai entender o que eu estou falando. Veja abaixo o clipe da – para mim – melhor música do Black Label, Stillborn




Ainda pelo BLS escute ele voltou com sua versão light no maravilhoso Hangover Music Vol. VI.

Para terminar a melação, eu só tenho a dizer que se você gosta um pouquinho que seja de música boa, vai adorar Zakk Wylde, seja na suas versões lights ou na sua versão agressive. Tem para todos os gostos. Eu sou fã das duas facetas deste cara que além de ser genial, tem um caráter difícil de encontrar nessas celebridades de merda de hoje. O lema de Zakk prega que você deve ser forte, determinado, enfrentar seus problemas de sem medo. E claro, regado a muuuuita cerveja.

Obrigado Mr. Zakk Fucking Wylde, pelos ensinamentos.

Strength Determination Merciless Forever

Esse post é dedicado ao meu amigo Caio que junto comigo, descobriu e se tornou um fã incondicional desse cara. E esse último vídeo aqui vai pra ele.




Toca poco né?

***

1 – Vale muito a pena ver Stillborn versão acústica.

2 -  Bom, post de música vale link pro Digital Alternativa

3 – E pro Triplo Sentido que eu estúpidamente não linkei no post de ontem.

4 – Siga o Twitter do Zakk Wylde: @ZakkWyldeBLS

Seguindo o tremendo sucesso do filme “Flight 666” em 500 cinemas digitais em 42 países no mês de abril, o recente lançamento do filme em DVD também assegurou outro triunfo global para a banda, que alcançou o nº1 nas listas de DVDs vendidos em 22 países até agora, incluindo os EUA e o Reino Unido, com outros países ainda para serem anunciados.

  • Nos EUA, o filme não foi apenas nº1 na estreia, mas também o que alcançou o maior número de vendas na primeira semana (24 mil cópias) de qualquer DVD de música no ano de 2009. Este lançamento seguiu de perto a premiere do filme no canal de TV Palladia/VH1, que foi visto por mais de três milhões de pessoas, a maior audiência de um documentário musical neste ano.
  • No Canadá, o filme alcançou a posição nº1, ultrapassando o segundo colocado em uma proporção de vendas de 6 para 1.
  • No Reino Unido, o primeiro dia de vendas do DVD alcançou o dobro do total das vendas combinadas de todos os outros DVDs do top50.
  • Na Suécia, “Flight 666″ está no momento nas posições nº1, nº3 e nº4 no ranking da loja online Discshop, respectivamente nas versões deluxe, standard e blu-ray.
  • Na Austrália, o filme não garantiu a primeira posição, porém lhe foi certificado um disco de platina na sua segunda semana.
  • Na Índia, além de ser o nº1 no ranking de DVDs musicais, ele entrou na posição nº6 no ranking principal de vendas de DVDs, se posicionando naquela semana na frente de sucessos internacionais, como “Slumdog Millionaire“, além de vários outros filmes de Bollywood.
  • No Brasil, onde 70% do mercado é dominado por repertório local, o filme alcançou a posição nº3 no ranking nacional e se espera que alcance a posição nº1 na próxima semana. A banda já alcançou o nº1 no ranking internacional de vendas no Brasil.
  • Mais uma vez alcançou o nº1 na Arábia.

Os países nos cinco continentes que tiveram o “Flight 666″ na primeira posição foram: Austrália, Arábia, Áustria, Bélgica, Brasil (ranking internacional), Canadá, República Tcheca, Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Índia, Irlanda, Itália, Japão (ranking internacional), México, Nova Zelândia, Noruega, Polônia, Suécia, Suíça, Reino Unido e EUA. Entrou na posição nº2 na Espanha e em Portugal, nº3 na França e Hungria e nº4 na Holanda. Com mais rankings que deverão vir de outros territórios na América Latina, que terão o lançamento do DVD nesta semana, se espera que “Flight 666″ alcance a primeira posição em mais de 30 países.

Depois de quatro semanas de vendas na Europa, “Flight 666″ ainda é nº1 na Alemanha, Suécia, Finlândia, Suíça, Noruega e Itália, fazendo deste filme o maior lançamento de DVD do IRON MAIDEN até agora, e provando mais uma vez o suporte dos fãs velhos e jovens do Maiden, de todos os lugares do mundo, além do ressurgimento do Heavy Metal.

***

1- O filme é fantástico, se quiser conhecer melhor ele antes de comprar, faça download via Torrent! Mas eu asseguro que comprar esse DVD valerá muito a pena, é histórico.

2- Revelado título do novo álbum do Megadeth no Whiplash.

3- Fonte da matéria: Blabbermouth.

Depois de quase 2 meses voltamos com a série de posts das Coisas Que Marcaram Minha Infância e dessa vez é um dos melhores e que eu mais queria fazer: FILMES. Sabe aqueles filmes… é aqueles que formaram seu caráter, que fizeram você sair pulando como louco na sala da sua mãe, deixando ela mais louca ainda. Aqueles filmes que fizeram você querer brigar na escola para dar seus golpes favoritos. Aqueles que você assistiu 80 vezes e ninguém mais aguentava ver você vidrado em frente a TV. Pois é, tenho certeza que você vai encontrá-los neste post.

Antes disso, confira os outros posts da série Coisas Que Marcaram Minha Infância

- Jogos de Super Nintendo

- Músicas

- Edição Especial Dia das Crianças

- Brinquedos, Jogos de Tabuleiro e Coisas do Tipo

Hoje o post é mais do que especial, já que foi feito por mim e por um convidado muito especial, o maior ativista gay de Belo Horizonte Rafa Barbosa do blog.. RafaBarbosa.com (mais original e criativo impossível não?). Pois bem, a idéia inicial era de fazer a lista de 6 filmes… vimos que era impossível e passamos para 8 filmes. Falhamos. Então são 10! Filmes inesquecíveis que marcaram a infância de todo mundo. Tenho certeza.

E sim! Um monte de filme ficou de fora. Ou você esperava que nós fizessemos a lista dos 89 filmes que marcaram nossa infância? (Pedro)

Não dá pra falar de infância sem citar aqueles filmes que a gente sempre fazia questão de assistir na Sessão da Tarde ou no Cinema em Casa. Era uma época mágica. As nossas únicas preocupações eram se concentrar em fazer o para-casa, jogar vídeo-game e ver TV. Bons tempos aqueles.

E por falar em Sessão da Tarde e Cinema em casa, é claro que teriam aqueles filmes especiais que marcaram a nossa infância. E pode acreditar, não são poucos. Mas eu e o homossexual do Pedro vamos falar sobre os filmes que temos mais carinho. Aqueles cujo nosso caráter não seria o mesmo sem a sua influência direta.

Portanto, se você nasceu nos anos 80, cresceu nos anos 90 e hoje em dia acha que todas as refilmagens são uma bosta, sente-se confortavelmente em sua cadeira, pegue o seu baldinho de pipoca e relembre com a gente aqueles filmes clássicos que fizeram parte da infância de todos nós, marmanjos com seus vinte e poucos anos. (Rafa)

Goonies – Rafa Barbosa

goonies

Esse é sem dúvida alguma o filme que mais marcou a minha infância. Sabe aquela aventura que você sente uma vontade enorme de fazer parte? Então. A primeira vez que assisti a esse filme, minha reação imediata quando os créditos começaram a subir foi correr para pegar a minha bicicleta e sair atrás de um mapa do tesouro.

Na época eu estava no sítio da avó do meu vizinho. Ou seja, as possibilidades eram reais (pelo menos na minha cabeça e na dele) e então fizemos isso. Saímos andando de bicicleta pela propriedade procurando alguma entrada secreta que nos levasse a alguma aventura fantástica. Infelizmente isso não aconteceu.

Desse dia em diante, aqueles nomes nunca saíram da minha lembrança: Gordo, Bocão, Mikey, Dado, Stef, Andy e é claro, o símbolo desse filme, Sloth Fratelli.

Não sei vocês, mas Goonies definitivamente moldou o meu caráter. Aquele sim foi um filme de aventura.

Conta Comigo – Pedro Turambar

conta comigo

Esse é o típico filme que você sempre viu, e sempre quer ver denovo. Apesar de quase nunca lembrar o nome dele, você nunca se esqueceu. Mas conhecido como o filme dos 4 garotos que vão atrás do corpo de outro garoto morto. O filme é marcante por vários motivos, um deles é pela aventura sem tamanho de sair junto com mais três cara para ver o corpo de um garoto da sua idade.

Que garoto nunca quis fazer uma coisa assim? Conta Comigo foi um dos filmes que mais marcou a minha infância, pela aventura, pela amizade e principalmente pelas histórias dos garotos. A história não poderia ser de ninguém menos do que Stephen King, o grande mestre – É uma das histórias do ótimo livro Quatro Estações.

O melhor de tudo é que o final é o pior, justamente porque a aventura acaba. Durante toda minha vida eu quis desviar do trem. E é claro, tenho pavor só de pensar em sanguessugas no meu saco.

**UPDATE** – Assim como Karate Kid, Conta Comigo também está no Youtube, divido em partes. Veja a primeira parte aqui e vá seguindo.

Rambo – Rafa Barbosa

rambo

Não importa se é Rambo – Programado para Matar, Rambo II – A missão ou Rambo III. O que importa é que a história do exército de um homem só sempre fez parte dos filmes da sessão da tarde. Mas, em especial, o que mais me empolgava era Rambo.

Sabe aquele cara que você olha e admira. Aquela admiração do tipo “Caralho, que cara foda. Quero ser ele quando crescer”? Eu ficava exatamente assim quando via John Rambo em ação.

A idolatria era tamanha que eu não sosseguei enquanto minha mãe não me deu a faixa vermelha e faca do Rambo. De plástico, mas ainda sim uma perfeita e precisa arma letal. E pra coroar, meu primo me deu “o relógio do Rambo” com cronômetro, bússola e pulseira camuflada. Eu estava pronto para a guerra.

Não preciso nem dizer que foi tremendamente emocionante assistir Rambo IV, né? Um dos meus maiores ídolos da infância ali, vinte anos depois em plena forma e ainda sim uma máquina de matar como nenhuma outra.

Eu só não saí matando ninguém, mas Rambo foi mais um dos filmes que marcaram a minha infância.

Duro de Matar – Pedro Turambar

durodematar

Antes de qualquer coisa eu gostaria de dizer… Yippie-Kay-Yay MOTHERFUCKER! Duro de matar não marcou apenas a minha infância, marcou também pela vontade dos meu familiares me matarem. Imagine o que é ter em casa um garoto de 8 anos de idade gritando Yippie-Kay-Yay Motherfucker o dia inteiro. “Pedrinho meu filho, como foi a escola?” “Foi Yipikaiei módefoque, mãe”, “Pedro vai dormir anda!” “´Tá bom… Yipikaiei módefoque”.

Tudo, absolutamente tudo que saia da minha boca terminava com essa frase. Meus heróis na infância? Meu pai, John McClane, Han Solo e Axel Foley. Com orgulho. Eles deram sorte que quando eu vi o primeiro, já tinham lançado os 3, se não seriam três fases de Yippie-Kay-Yay e ninguém iria aguentar.

Duro de Matar me marcou tanto, que toda vez que eu brincava com meus comandos em ação, ou eu imaginava que era um policial ou qualquer coisa, sempre tinha aquela parte em que eu pisava em cacos de vidro, deixava um rastro de sangue e depois retirava caquinho por caquinho do pé. Nunca soube da onde eu tirei isso. =D

Karate Kid – Rafa Barbosa

karate kid

Ah a história de superação. Do carinha franzino que apanha de todo mundo e no final enfia o pé na cara de todo mundo. Quem aqui nunca viu a história de Daniel LaRusso e o seu insuperável mestre Sr. Miyagi?

Todo mundo já foi o Daniel LaRusso pelo menos uma vez na vida. O cara que todo mundo tirava uma onda, batia e ainda zoava com a cara. Mas aí ele conhece um velho com “certas habilidades” que o transformariam em um dos maiores karatecas do mundo.

Cenas marcantes como o a surra para os alunos da Cobra Kai vestidos de caveira, as técnicas infalíveis para encerar um carro e limpar um chão e, por fim, a cena mais clássica de todas: o chute da garça acertando em cheio o nariz de Johnny Lawrence.

Pooorra! Sensacional. Não tem um sentimento maior de Win do que esse. É o tipo de história que, ao final da projeção, o Daniel LaRusso pode sentar e falar: Epic Win!

Com esse filme eu aprendi uma coisa: só devo lutar no tatami. Por isso eu não ando por aí demonstrando meus dotes marciais.

Para entender melhor o que eu estou falando, apenas clique e aprenda

Um Tira da Pesada – Pedro Turambar

umtiradapesada

Antes de qualquer coisa, clique neste link. Então, agora que você está no clima, vamos falar de Um Tira da Pesada… ei, pare de rir… foco.. vamos lá, eu sei que é difícil, mas você está lendo um texto, segure o riso só um pouquinho. Axel Foley o homem, o mito, a lenda.

Antes de falar dos filmes, tenho que dizer que Eddie Murphy é um ídolo pra vida toda. Ele simplesmente estava uma vez por semana na sessão da tarde com milhares de outros filmes marcantes. Existem rumores de que Um Tira da Pesada 4 será feito. Só digo que estarei lá, na estréia, e terei 9 anos de idade denovo.

As coisas que mais me marcaram, é que o maldito nunca estava na jurisdição dele – idêntico a Duro de Matar-, e sim naquela época eu aprendi o que era a jurisdição policial. Além das trabalhadas e das armações incríveis que ele fazia, os filmes eram mais engraçados que qualquer coisa. Eu ainda choro de rir das cenas em que “Akwel” se encontra com o incrível brilhoso Serj. Lágrimas correm só de lembrar.

A cena mais épica para mim é quando Axel vai usar aquela arma espalhafatosa no terceiro filme, e ao invés de atirar toca música, solta fumaça… Axel Foley sempre vai ser o policial mais divertido da história do cinema.

Indiana Jones – Pedro Turambar

indianajones

Eu contei isso para poucas pessoas, mas Publicidade foi a minha segunda escolha de carreira. Na verdade, a terceira… mas eu logo descartei ser um policial de Nova York ou de Detroit. Eu queria porque queria ser Arqueólogo. Sério. Pô, eu gostava de história, geografia e era aficcionadoapaixonadomalucopelamordedeus com Indiana Jones.

Olha, quantos domingos eu não passei assistindo A Última Cruzada, com a familia toda. Meu pai vibrava, minha mãe adorava, eu e meus irmãos não desgrudavamos o olho da televisão. Durante muito, mas MUITO tempo, eu sempre pedia de natal/aniversário/páscoa/diadascrianças/semanasanta/quaresma uma jaqueta de couro, um chapéu e claro, um chicote igual do indiana.

A jaqueta eu até ganhei, mas minha mãe barrou o chapéu e o chicote. Indiana foi um que rendeu anos e anos de história épicas com meus comandos em ação. Sem contar o que eu aprendi de história, cultura e conhecimentos gerais vendo os filmes. E obviamente eu não podia deixar de linkar esta cena.

Rocky – Rafa Barbosa

rocky2

Você reconhece o filme só pela música de introdução. Quando as primeiras notas de Gonna Fly Now começam, você sabe que está prestes a assistir a história de um campeão. De um cara foda. De um cara que você jamais será igual, mas ainda sim o admira pra caralho.

Estamos falando do Garanhão Italiano – The Italian Stallion – Rocky Balboa. O “cobrador” da máfia que se tornou o maior boxeador da história. Mohamed Ali? Evander Holyfield? Não são nada perto de Balboa.

Vai dizer que você não torceu por ele em cada minuto durante a primeira luta contra Apollo Creed? Na revanche então nem se fala. E depois a surra épica para Clubber Lang ou então o trágico fim de Apollo e o famoso discurso pela união entre “América e URSS”? O quinto filme a gente ignora, mas a surra no Tommy Gunn é memorável.

E aí, em 2006, o cara vai e ME presenteia com um novo filme de Rocky Balboa. Sim, pois essa foi a minha sensação. Stallone fez esse filme pra mim. Da mesma forma que você acredita que ele fez esse filme pra você.

Temos uma história com esse cara. Uma história que começou bem antes de nascermos, lá nos anos 70. E de repente, sabendo que quem cresceu assistindo esses filmes hoje em dia são em sua maioria adultos, nos presenteia com o bom e velho estilo Rocky Balboa de ser.

Sem esquecer que o tempo passou. Vai dizer que não foi lindo ver um senhor de 60 anos de idade surrando um boxeadorzinho metido a fodão? Olho do Tigre! Nunca fez um Cooper tocando Eye of the Tiger na cabeça não? Pois eu já e acredite, você se empolga completamente.

A sensação que eu tenho é de que esses caras nos ensinam tudo o que precisamos para sermos bons adultos. Nos ensinam a brigar, nos ensinam a combater terroristas, nos ensinam praticamente tudo sobre a vida. E é por isso que eles são marcos para nós.

Star Wars – Pedro Turambar

starwars

A lista foi feita em dupla, e nos 8 primeiros filmes da lista eu e o Rafa colocamos juntos e concordamos em todos. Os últimos dois ficaram a escolha de cada um. Eu jamais faria qualquer lista falando de cinema sem citar Star Wars, jamais! Assim como nos maiores personagem de cinema eu coloquei Darth Vader em primeiro lugar.

Eu tinha exatamente 10 anos de idade quando meu irmão Mateus – sempre ele – falava de um tal de Guerra nas Estrelas pra cima e pra baixo. Até que um dia ele alugou a triologia – a clássica, por favor – e com o uso de sua inteligência moleque, sua malemolência, ele gravou os três filmes em apenas uma fita VHS. Duas horas para cada filme certinho, 6 horas gravadas em EP na fita. Graças a nossa saudosa câmera filmadora.

Aquilo para mim e para meu irmão era o tesouro mais valioso que tínhamos. Sério mesmo, eu dava meus comandos em ação mas não deixava a fita de lado. TODA SEMANA, eu e ele fazíamos a seção Guerra nas Estrelas, o que deixava meus pais malucos. Quem não gosta não entende, nem nunca vai entender a paixão e a fascinação que SW causa nos fãs. Porra, você queria o que? Poderes especiais, naves espaciais, guerras intergaláticas e é claro ESPADAS LASER! Que criança não ficaria maluca? E Darth Vader então?

Toda vez que vejo a triologia clássica eu me sinto denovo aquele menino de 10 anos que ficava 6 horas em outro mundo, com os olhos brilhando vendo uma das obras artísticas mais fantásticas de todos os tempos. A cara… como eu fui uma criança feliz!

Curtindo a Vida Adoidado – Rafa Barbosa

curtindoavidaadoidado

Da mesma forma que Português e Matemática são matérias básicas da escola, Curtindo a Vida Adoidado é bibliografia básica da vida. Tudo o que você precisa saber sobre se divertir, a não perder tempo e aproveitar o que de melhor à vida pode oferecer, você aprende com Ferris Bueller.

Ferris Bueller é um cara que te inspira. Você não quer ser o cara, você quer ser apenas como ele. Você quer apenas tirar um dia de férias durante o ano letivo, pegar a sua namorada e seu melhor amigo e aproveitar tudo aquilo que tem direito.

Desde almoçar em um restaurante caro, andar de Ferrari até cantar em pleno desfile no meio da cidade lotada. E tudo isso sem se preocupar com as conseqüências. Apenas se divertir com seus amigos.

John Hughes fez filmes que marcaram toda uma geração. Inclusive a minha, que pegou esses filmes bem depois, quase dez anos após o lançamento. O cara conseguiu captar toda a essência dos jovens e transformar em dois roteiros de filmes que são essenciais para qualquer pessoa: Curtindo a Vida Adoidado e Clube dos Cinco.

Curtindo a Vida Adoidado está aqui na minha lista pelo simples motivo de que é insuperável, de longe, a melhor comédia adolescente já feita. O mais próximo dele que vi recentemente foi SuperBad. Mas a história de Ferris Bueller continuará sendo insuperável. Pelo menos pra mim.

***

Olha, sinceramente nós esperamos que você tenha se divertido tanto quanto nós nos divertimos fazendo esse post maravilhoso. Maravilhoso não por ser uma lista de filmes, não porque foi eu e o Rafa, não porque é meu blog… maravilhoso pelos momentos inesquecíveis que eu tive vendo milhares de vezes todos esses filmes.

Maravilhoso pelo fato de no MSN não saber qual era a criança mais feliz escrevendo. Há muito tempo não tinha uma conversa tão animada, só para você tentar entender um pouco o que tudo isso representa para nós.

Me chamem de nostálgico, de sonhador… sou mesmo. E um post desse, falando sobre tudo isso, é como rever as aulas de cultura, caráter, amor por minha família. Porra, não é todo dia que você se lembra de vários momentos de pura felicidade e êxtase numa tacada só. (Pedro)

A cada palavra digitada sobre os filmes acima, a vontade de correr e baixar só aumentava. Sim, baixar, porque dificilmente encontraria alguns deles na locadora do bairro que hoje estão repletas de Camp Rocks, Crepúsculos e High School Musical’s da vida.

São filmes que não importa quantas vezes assistimos, a emoção é a mesma. Quem vê de fora enxerga um Pedro e um Rafael velhos, barbudos e gordinhos em frente a TV ou computador. Mas só a gente sabe que naquele momento não somos adultos, e sim aquelas duas crianças de 15 anos atrás se divertindo ao rever as aventuras daqueles caras que nos moldaram a ser o que somos hoje.

Sim, porque eu, pelo menos, aprendi muito mais com todos esses personagens do que os meus professores poderiam me ensinar.

Nostalgia? Sim, por favor. Se não pudermos lembrar do que marcou a nossa infância, então que graça tem ser adulto?

Espero que gostem dessa pequena listinha que friso em dizer, é completamente pessoal. Não é um Top nada, são apenas os filmes que marcaram a nossa infância. (Rafa)

Depois de tudo isso só posso dizer uma coisa: OBRIGADO Harrison Ford, Sylvester Stallone, George Lucas, Matthew Broderick, Steven Spilberg, Stephen King, Bruce Willys, Eddie Murphy… caras, OBRIGADO MESMO! (Pedro e Rafa)

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1 – Num post como esse, eu sou obrigado a linkar o blog que inspirou a seção. Quem Matou a Tangerina? Do sensacional Fred Fagundes, culpado também de ser um eterno nostálgico.

2 – Agradeço imensamente ao Rafa Barbosa pela ajuda e por dividir comigo os momentos de criança feliz.

3 – Não tem nada a ver com o post, mas o recém lançado blog A Melhor das Intenções merece demais uma citação. Ótimo tema e texto das meninas: @camillaconde, @lucianasabbag e @pripoashampoo

4 – Esse, na minha humilde opinião, é de longe o melhor post que este blog já viu.