
Primeiro post, o título já fala tudo… sem mais delongas a meu top 5 de músicas para viagens.
5 – Free Bird – Lynyrd Skynyrd
4 – Peace Train – Cat Stevens
3 – Where the Streets Have no Name – U2
2 – Baba O’Rilley – The Who
1 – Born to be Wild – Steppenwolf
Não adianta. Essa música será sempre o maior hino de todos.
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Ps: Faça o seu top 5 e coloque nos comentários. =D
Ps2: Á, podem dar ideias para o próximo top 5 também
Ps3: Ótimo videogame.
Ps4: O Top 5 da semana que vem será dos 5 melhores solos de todos os tempos. Ou seja, polêmico.
Ahhhh como é bom estar em Casa! Com cê maiúsculo para ilustrar que estou em casa de verdade. Em Monlevade, com o singelo objetivo de fazer o que eu chamo de “monlevadiar”. Estou aqui com o computador na mesa de jantar enquanto meu pai e Mateus assistem a um documentário no History Channel sobre o Código Da Vinci.
O que nos traz a esse post, sobre o mais novo livro de Dan Brown: O Símbolo Perdido. Que eu li já faz um tempo e fiquei de postar minhas opiniões – não só do livro, mas do autor também – aqui no blog.
Então, vamos a elas.

Eu fiquei sabendo de Dan Brown há muito tempo antes de todo o hype, quando o Código Da Vinci tinha acabado de chegar no Brasil. Mais uma vez influenciado por Mateus – o irmão que é o culpado por tudo que eu leio, escuto e vejo – comprei o livro. Achei a coisa mais foda do mundo.
Porra, eu tinha lá uns 16 ou 17 anos e tava lendo um livro gostoso de ler, cheio de explicações de mitos, teorias de conspiração, um plot sensacional. Fiquei em êxtase. Depois disso, comprei Anjos e Demônio e… já fiquei com um pé atrás com Dan Brown. O livro também era foda, com mais explicações, simbologia e todo aquele circo. Mas… eu descobri o plot na metade do livro.
Aí fui comprar o tal de Fortaleza Digital… e adivinhe, o PLOT ERA A MESMA COISA!!! Porra Dan Brow, publica a porra de uma tese, e não um romance. Desde então, ele virou um grandessíssimo babaca para mim. Nunca li, e nem pretendo ler o outro livro dele, alguma coisa de Impacto.
Outro dia, passando pela Leitura e fazendo a compra do mês, eu vi o novo romance de Dan Brown, O Símbolo Perdido. Mais uma aventura de Robert Langdon e tudo mais, sobre a maçonaria – tinha ouvido falar. Decidi comprar e arriscar.
A estrutura – que aqui pode ser considerada também como o estilo do autor – continua a mesma. É como se ele tivesse escrito as três aventuras de Langdon juntas, logo de cara, eu já esperava o plot mais uma vez idêntico. Se isso acontecesse, eu iria parar de ler e queimaria o livro. É sério.
Alguém – provavelmente seu editor, ou algum fã sensato – disse para ele: “O Dan, na boa cara, é mó legal essa parada de você fazer o leitor achar que o vilão é um cara quando na verdade é aquele outro que você nunca imaginaria, mas porra, DÁ PRA INVENTAR OUTRA COISA?”. Eu pelo menos falaria isso para ele.
Dan Brown resolveu deixar seu lado Agatha Christie de lado e focou no que ele é bom de verdade: descrições, suspense, história, simbologia, aventura e etc. O que foi uma ótima surpresa. Ele é um escritor de blockbusters, e deve escrever assim, porque ele é realmente foda nisso. O Símbolo Perdido, não é um livro primoroso e nem vai ser o melhor livro que você leu na vida, nem entrará no seu top 10.
Mas é um livro divertido, muito interessante se você gosta de história e teorias de conspiração, além de um ótimo passa tempo. É como aquele filme cheio de explosões, tiros, mocinho versus vilão e detetives que você gosta de assistir de vez em quando para desligar um pouco a cabeça.
Eu indico muito o livro se você é daquele leitor, que assim como eu, gosta de ler e ponto. O outro tipo é aquele que paga de Cult lendo livros franceses de duas tiragens tomando um copo de vinho em um bistrô. Você, leitor normal, vai gostar, se divertir e ler como um alucinado até terminar o livro.
Tem coisas fantásticas sobre a arquitetura de Washington e sobre a história da fundação dos Estados Unidos que dá muita vontade de você visitar a capital americana e ir até os locais em que o livro se passa. Principalmente no Capitólio.
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1 – Vai virar filme em 3… 2… 1..
2 – O próximo post, provavelmente será um texto sem nexo ou sobre quadrinhos. =D
3 – Descobri que o meu combustível para querer escrever aqui é a felicidade, não importa o tempo que eu não tenha. E sim, estou bem feliz.
“Qual é o parasita mais resistente? Uma bactéria? Um vírus? Não. Uma idéia! Resistente e altamente contagiosa. Uma vez que uma idéia se apodera da mente, é quase impossível erradicá-la. Uma idéia que é totalmente formada e compreendida, permanece”
Eu já escrevi um texto uma vez, falando sobre a incapacidade de Hollywood produzir coisas novas, ou seja, sobre a completa falta de criatividade dos cineastas de hoje. Controlados pelos estúdios que por causa do lucro fácil, exploram cada vez mais franquias fracas, e o boom dos reboots e refilmagens.
Uma pena grandes criadores como o Coppola, Scorcese, Peter Bogdanovitch, Warren Beatty, Paul Schrader, Hal Ashby, Towne entre tantos outros tenham se enchido tanto de drogas, bebidas, ilusões e complexos de grandeza absurda. O cinema comercial veio com os tão queridos – muito mais pelos estúdios que pelos amantes do cinema – blockbusters e seus defensores ferrenhos.
Existe um meio termo? Um ponto entre o comercial e o cinema autoral que podem ao mesmo tempo render muita grana e te dar um nó no cérebro? Um cinema onde você não precisa pagar de Cult – filmes Franceses, Iranianos e etc – mas que te faça sentir maluco?
Se depender de Christopher Nolan, existe sim. Eu não preciso apresentar todas as credencias do Nolan, é só ver o que ele fez com o Batman. Sim, mais uma adaptação de quadrinhos, como estamos vendo aos montes. Nolan fez mais do que adaptações, Nolan fez dois ótimos filmes com um dos melhores personagens já criados. Sem contar, que ele nos presenteou com o Coringa mais fantástico que o mundo já viu, seja nos quadrinhos, no cinema ou na televisão.
Daqui pra frente, soltarei trocentos SPOILERS do filme, mas como acredito que você tenha assistido o filme, eu vou em frente. E se você não assistiu você é um maluco do caralho.
A trama de Inception é teoricamente simples, afinal, teoricamente é um filme sobre um “roubo”. Um cara, precisa montar uma equipe para fazer um grande “assalto”, salvar a sua vida e encontrar a sua redenção para poder voltar para casa e para seus filhos. A diferença dessa trama, é que na verdade não é um roubo… eles querem na verdade é entrar em 3 camadas do subconsciente de um empresário para implantar uma idéia. Essa, no caso, é apenas uma das duas ou três tramas do filme. A segunda, é um drama, que faz uma reflexão sobre o passado que cada um guarda no seu subconsciente e os fantasmas que nós mantemos dentro de nossas cabeças.
A terceira, na minha opinião, é saber se a PORRA do pião cai ou não. Se é que você me entende.
Antes de continuar, quero que tenham em mente que eu sou apenas um amante do cinema que depois de ver o filme e ler algumas teorias, formulei a minha opinião sobre o filme.
O filme, contando apenas como o plot de assalto é simplesmente genial. Perfeito até. Porra, entrar num sonho, dentro de um sonho, dentro de outro sonho para implantar uma idéia em um empresário (concorrente do contratante do roubo) para que ele divida a herança do pai é fantástica. E a forma como é conduzida deixa o espectador alucinado.
Isso porque o filme – assim como os sonhos – tem várias camadas. Cobb (Leonardo Di Caprio) tem que se livrar do seu fantasma, Mal (Marion Cotillard) que está presente na sua mente e tenta atrapalhar todos os seus planos.
Nesses dois casos, eu não vou me aprofundar muito. Se você viu o filme (e espero que tenha visto) esses dois plots são fáceis de entender. E eu não quero ficar apenas babando o ovo do Nolan dizendo como tal cena é genial.
É no terceiro plot, que nós definitivamente temos nossas cabeças dilaceradas: Era um sonho o tempo todo? Era um sonho de tal parte até o fim? Era real? Aliás, como é bom ver um filme em que você – e aparentemente a sala inteira – está tão imerso dentro da história que você simplesmente grita de loucura no fim do filme.
Eu, depois de pensar bastante sobre o filme, acreditei mais que ele ainda estava sonhando. Por um motivo: os filhos. Os filhos estavam com a mesma idade, com a mesma roupa, e do mesmo jeito que na memória dele. Mas depois que eu li esse post absurdamente genial do blog Saindo da Matrix, eu tive certeza. Outros pontos, que me incomodaram, mas não ao ponto de não gostar do filme, se explicam com essa teoria.
Como Nolan sendo tão genial, tendo uma atriz fantástica (Ellen Page), cria uma personagem tão estranha, aparentemente sem motivação e que você estranha como ela está sempre peitando o Cobb que deveria ser fodão e tudo mais? Lembre que a personagem, Ariadhne, foi indicada por ninguém menos que Miles (Michael Caine) para ser a Arquiteta dos sonhos no grupo de Cobb.
A teoria é de que Miles é o grande manipulador. Ele irá colocar seu plano em prática juntamente com o plano da inserção na mente de Fischer (Cilian Murphy), repare que para a inserção ser feita é preciso de um estado mental que facilite a aceitação da idéia. Cobb diz a Miles que ele quer alguém para ser o arquiteto porque ele tem uma chance de limpar sua ficha e rever seus filhos, netos de Miles que é pai de Mal, ex-mulher de Cobb.
Repare, que além de Ariadne, coloborar tão facilmente, depois da viagem a África, você nunca mais vê o pião caindo, você o vê girando, mas nunca caindo. A teoria diz que além de Miles e Ariadne, Saito também faz parte do grande plano de Miles para a “cura” de Cobb. Ariadne é juntamente com Cobb a personagem mais importante do filme, é ela quem empurra Cobb o tempo todo. É ela quem o faz confrontar o seu pesadelo e se libertar, mesmo quando ele desiste, ela sempre tem a solução.
O pião, caindo ou não, na verdade não interessa. Cobb encontra sua redenção e retorna para os filhos. O sonho se concretiza. Eu me recuso a acreditar que Nolan tenha passado 10 anos escrevendo esse roteiro para que tivesse as falhas que muitos falam.
O que interessa na verdade, é o que disse um rapaz que comentou no Cabine Celular (isso está no post do Saindo na Matrix e tem tudo a ver com o que eu disse no início do post), “eu não sei qual é o final, mas dane-se, eu SENTI o filme! Eu não quero saber, eu quero sentir o filme. É assim que funciona nossa mente”.
Leiam o post sobre A Origem no Saindo da Matrix, explica de verdade a teoria que eu tentei resumir aqui.
Há muito tempo eu não via um filme tão original, tão genial e que mexesse tanto com a minha cabeça. Que história foda. Cinema é emoção, pura emoção, e nisso A Origem é um filme perfeito.
Além da direção e do roteiro sensacional, deve-se comentar as atuações brilhantes de Leonardo Di Caprio e Joseph Gordon-Levitt. E claro, a trilha sonora que te deixa arrepiado.
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1 – Só para lembrar que IN NOLAN WE TRUST!
2 – Ouçam episódios de A Origem dos podcasts Matando Robôs Gigantes e do Nerdcast. É bom ouvir outras opiniões também.
3 – Eu estou sonhando?

Como diabos eu tenho um iPad? To nadando no dinheiro? Pagando de nerd gostosão?
Não to pagando de nerd, to pagando conta. To nadando na falta dele. E eu tenho um iPad porque meu irmão tirou férias nos Sazunizos e trouxe para mim. Simples assim. Tenho um gadget extremamente útil para mim e devo muita grana pro meu irmão. Mas isso não impede que eu fale aqui no blog minhas impressões sobre o meu novo brinquedo.
Se você não quer pagar de nerd gostosão, antenado em tecnologia que usa o iPad para mostrar suas fotinhas e para todo mundo pagar pau, se você realmente quer comprar um porque precisa de um, compre. É um investimento fabuloso.
Se você quer fazer tudo isso que eu disse, compre e enfie o iPad na bunda.
É sério. Apesar de toda pagação, e hype em cima do aparelho, ele é extremamente útil. Depende só do que você quer fazer com ele, as dicas aqui vão ser para aqueles que precisam de um computador portátil, para digitar textos, apresentar peças, fazer planilhas, e que gostam de entretenimento.
O iPad tem a função de me ajudar no trabalho e de me divertir. Atenção você reclama que ele não tem isso ou aquilo, e que não roda flash. Compre outra tablet e pare de me encher o saco. Eu comprei o iPad sabendo de tudo que ele tem de ponto negativo, só que os positivos superavam e ponto final.
Com o iPad em mãos descobri três coisas: o iTunes pode ser legal e que maneira de ganhar grana em Seu Jobs? E também descobri que não existe nenhum lugar com boas dicas para aplicativos ou como diabos usar o iPad de forma clara.
Você simplesmente fica louco e sai comprando aplicativos feito retardado. Claro que tem a dificuldade de comprar os mais bacanas que só vendem nas apps lá fora, mas com uma conta no Brasil eu consegui comprar (quase) todos os aplicativos que queria.
Ainda falta descobrir muita coisa e baixar muitos aplicativos e achar tempo para ver filmes. Mas que pra mim, só por me lembrar das minhas tarefas, baixar meus podcasts favoritos, ser leve e eu poder escrever em qualquer lugar e claro, poder ler qualquer quadrinho e livro que eu quiser apenas baixando-o para o aparelho, já é demais.
No próximo post, eu darei algumas dicas de aplicativos e sites para baixar quadrinhos.
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1 – Se eu tivesse isso durante toda a faculdade, eu não teria nenhum problema em nenhuma matéria
2 – Sim, eu ando com ele na mochila, pego ônibus e o caralho. Morro de medo, mas não faz o menor sentido ter o negócio e deixar em casa.
3 – Eu prometo e eu cumpro. As vezes..
Você sabe o que é um diamante?
Tá, eu sei que é aquela pedra valiosa e tudo mais, estou perguntando se você sabe do que é feito o diamante? Se sim, parabéns, você não matou aula de química no terceiro ano, se não, bem… eu digo.
Diamantes não são nada mais do que um amontoado de partículas de carbono. Assim, como nós, seres humanos. Um bando daquelas bolinhas de carbono ligadas umas nas outras fazendo toda aquela confusão. Outro fato interessante, é que (se eu me lembro bem da Rose [minha professora de química no terceiro ano. Beijo Rose!] falando, ela disse que a diferença do grafite para o diamante é meramente estrutural.
É sério. Pode pesquisar. Olhe para um grafite aí qualquer e imagine que por um pequeno acaso do destino ele não foi um diamante. Um C subiu pra lá ao invés de descer pra cá. E só isso.
Poderíamos tirar a conclusão então, que a diferença real entre o grafite e o diamante é apenas o layout.
Rolou o seguinte (eu acho): Deus demandou uma parada com carbonos, a galera do atendimento passou a demanda errada para a criação que fez o grafite. Deus então foi lá e esperneou com o pessoal e disse que queria uma refação para segunda na primeira hora. Galera da criação pediu uns pães sírios, queijo e vinho no delivery, ficou até tarde – reclamando que o cliente só queria meter a mão para levar o crédito – mexeu um carbonozinho aqui, trocou uma ligação de átomos lá e fizeram o diamante.
Layout. Apenas isso.
E agora que você chegou aqui, e está se perguntando que porra de papo de maluco é esse e o que diabos isso tem a ver com música. Eu te digo que toda essa introdução gigante é por causa de uma garota lá dos Estados Unidos.
Essa aí em cima, é a tal garota. O nome dela? Ariel Sabaj
Vendo assim, duvido que você dará alguma coisa por ela.
A imagem que me veio a cabeça, quando eu vi, foi de “oh céus, mais uma gordinha fazendo gordice no youtube e servindo de piada para milhões, e pela cara dela (beeem depressiva) isso acaba em tragédia”.
Isso foi porque eu vi. E não porque eu ouvi. Por favor, ouça:
Ghosts in my bed (original)
bullet proof (cover)
Impressionante não?
Está começando a entender o porque da introdução falar aquilo tudo? Isso que estamos vendo e ouvindo, meus amigos, é que é um verdadeiro diamante. Não é aquela historinha de “beleza por dentro”, “talento x aparência”, nem nada. Ariel pode ser mais uma que tem um talento incrível e que não fará sucesso algum por causa da estupidez coletiva que faz com que cada vez mais nos obrigue a virar os olhos para uma garota completamente fora dos padrões de beleza.
Eu torço para que isso não aconteça. Eu torço para que as coisas comecem a mudar, e que talvez percebamos que estamos aplaudindo de pé, admirando e idolatrando grafites, deixando de lado pedras muito mais preciosas.
Simples e puramente pela imagem que vemos.
Ariel além de ter uma voz digna de Norah Jones, ainda tem um humor nato que todos nós gordinhos temos. O bg do twitter dela é uma embalagem do sabão Ariel. Um rapaz comentou em um dos vídeos dela, algo como “Talvez você faria um enorme sucesso sem essas coisas na boca e uma aparência melhor, você não acha isso um elogio?” ela simplesmente respondeu “Talvez seja melhor da próxima vez eu colocar um saco de pão na cabeça”. Acho que isso ilustra um pouco o que eu quero dizer.
De qualquer forma, torço para que ela faça sucesso. Acho que não demora para isso sair em um monte de blogs, sites de jornais, portais e o escambau.
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1 – Quem me passou o vídeo dela foi o @dougcastanheira que viu no Chongas.
2 – Canal do Youtube da Ariel Sabaj
3 – Aqui nesse site você pode baixar as músicas dela. São 6 ao todo. E digo que as melhores são as que ela mesmo escreveu e não os covers.
4 – Gostaram da nova header de música?
Alô Fábio Baldino (vulgo @fbaldino), chupa essa!
Depois dessa mensagem carinhosa a um leitor incrédulo eu volto a falar de cinema no blog. O que eu pretendo fazer mais vezes daqui pra frente. E volto chutando bundas.
Kick Ass é mais uma das trocentas adaptações de quadrinhos que vem acontecendo de uns tempos pra cá, e que vem dando certo. O quadrinho, criado por Mark Millar (roteiro) e John Romita Jr (desenhos) [vai ganhar uma resenha aqui já já] em 2008, foi distribuído por um selo da Marvel Comics, e rapidamente virou filme. Filme esse que – assim como a própria revista – foi rodado de forma independente em 2009, e lançado esse ano.
Ainda bem. Porque a parada é violenta e é chocante ver uma garotinha de 11 anos cortando membros e matando bandidos a torto e a direita.
E se o filme é violento, nem queira saber dos quadrinhos. Alí o nível triplica. Mas eu estou aqui para falar do filme e do que eu achei dele.
Vamos lá.
Kick Ass parte de uma premissa muito simples: “Por que diabos até hoje ninguém nunca vestiu uma roupa de borracha e saiu por aí descendo o cacete em bandidos?” E é exatamente a partir dessa pergunta que Dave Liasjfhjanekinsky digo, Lizewski resolve ser o cara a fazer essa idiotice. Dave é um adolescente comum que passou a vida toda lendo histórias em quadrinhos, sendo assim, ele compra uma roupa de mergulho no eBay e resolve combater o crime.
O problema de Dave Sputnicky é só um. Ele vive no mundo real.
E quando você se veste feito um palhaço e parte para brigar com nego “armado e perigoso”, apenas uma coisa pode acontecer com você. Você vai se ferrar bonito.
Após se tornar KickAss, Dave acaba se metendo em altas confusões com a galerinha da pesada.
O filme superou todas minhas expectativas. E ainda bem que eu vi o filme antes de ler os quadrinhos. A melhor definição que eu encontrei sobre KickAss: O Encontro de Superbad com Kill Bill. E o filme é isso.
Começa como um filme de adolescentes americanos, nerd no colégio, louco pela mais gostosa da sala, vira “super-herói” e… bem, é aqui que as coisas começam a ser um pouco diferentes. Na primeira vez que Dave vai enfrentar bandidos de verdade, ele toma porrada pra caramba, é esfaqueado e depois atropelado.
Parando com os spoilers por aqui, Kick Ass surpreende pela violência, humor e originalidade da história. Isso sem contar a garotinha aí da foto, que assim como nos quadrinhos ROUBA totalmente a cena. Chloe Moretz mais uma vez fantástica numa atuação perfeita. Ela me fez acreditar que uma garotinha de 11 anos pode chutar bundas bonito por aí. Ela é demais, mas os outros atores não ficam para trás. Nicolas Cage finalmente fez um papel que lhe cabia, o garoto Aaron Johnson não comprometeu – não achei nada demais, mas é um bom ator, tanto que foi cotado para ser o novo Homem-Aranha nos cinemas -, McLovin não me convenceu como mini-vilão, o que nem chega a ser surpresa… porra.. é o McLovin.
De qualquer forma, Mark Strong faz o vilãozão perfeitamente. As duas cenas da bazuca são brilhantes, de você pedir para pausar o filme e poder rir. Na parte técnica o filme é quase perfeito também, direção, fotografia, efeitos.
Sobre o roteiro, tenho algumas coisas para falar. Apesar de começar a ser rodado como independente e tudo mais, o roteiro é beeem hollywoodiano, o que nem sempre é ruim. Não vou dar spoilers, mas digo que achei as mudanças feitas em relação à revista foram ótimas, aquelas que tratam da história central. As pequenas mudanças é que poderiam ser descartadas.
Enfim, KickAss é um filme que cumpre muito bem sua proposta de divertir o público. Filme mais divertido do ano, de longe. E como eu gosto de violência e quadrinhos, é perfeito.
Nota 7 para Kick Ass.
(Não sei porque, mas decidi que a escala de notas aqui nos reviews será de 0 a 7, sendo 0 “Eu diria para você assistir Super Pop ao invés desse filme” e 7 sendo “CORREPROCINEMASEUMALUCO!”)
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1 – Site oficial do filme
2 – Trailer
3 – No próximo post da seção de quadrinhos eu falarei sobre a Graphic Novel. =D
Where the grass is green and the girls are pretty
É com um prazer quase sexual que inicio esse que com certeza será uma seção de sucesso, Coisas Que Marcaram Minha Adolescência não vem para substituir a já conhecida Coisas Que Marcaram Minha Infância, vem para complementar e para que quando eu estiver morrendo a seção se torne Coisas Que Marcaram a Minha Vida. De qualquer forma, esse não era o post inicial da seção, mas tive que mudar os planos depois de ontem.
Ontem meu caro leitor, ou minha cara leitora, eu assisti ao melhor show da minha vida. E olha que eu já fui em um bocado de shows. Ontem eu vi dois Deuses da minha adolescência em ação. Sim, realizei um sonho antigo e me senti por 3 horas um moleque de 16 anos que queria explodir o mundo.
Ontem eu vi Sebastian Bach cantando 18 and Life.
Ontem eu vi Axl Rose tocando piano e cantando November Rain.
Ontem eu fui um adolescente. Ontem eu vivi algo que estará para sempre gravado na minha memória.
Ontem, FOI FODA!
Qual a característica essencial e obrigatória em todo adolescente? Não sei você, mas eu tenho quase certeza de que é o fanatismo. Fanatismo louco mesmo, cego, xiita e absurdamente louco. Um adolescente não gosta ou desgosta de alguma coisa, um adolescente é FANÁTICOLOUCOMALUCOPUTAQUEOPARIU com alguma coisa ou ele odeia da forma mais agressiva. 8 ou 80 é a maior marca de um adolescente.
Eu – e todos que passaram por essa fase – tinha um problema sério em relação a música, erámos fanáticos demais. O que era bom era foda e o que era ruim merecia um rage instantâneo, com a boca espumando. Isso é claro com quem gostava do bom e velho Rock N` Roll, nunca ouvi sobre ninguém fanático com… sei lá.. Exaltasamba na época de adolescente. Eu era assim, e amava Hard Rock. O vocalista geralmente era aquele cara que você sempre sonhou ser – bonito, comedor e rockstar – e o guitarrista fazia aqueles riffs que você ficava alucinado, além de quê uma Gibson Les Paul deixa qualquer um bonito.
Ontem eu presenciei, como já disse, dois Deuses do Hard Rock. O primeiro deles, Sebastian Bach.
*ok, eu também acho o Sebastian Bach uma menina. Mas é uma menina foda.
Um amigo até me contou uma história engraçada sobre ele, disse que quando tinha uns 11 anos de idade, entrou no quarto da prima, viu um poster do Skid Row e disse: “Nó, que minina gata!”
Parando com a zuação, vamos ao show.
Eu e meu velho companheiro de shows, bebedeiras e fossa @caioabbath fomos de carro até o Mineirinho para começar toda a via sacra que é ir a um show de rock: Cerveja, sanduíche de pernil, cerveja, um ou outro conhecido, amigos, cerveja, falar mal do som no Mineirinho, cerveja, fila, cerveja e entrada. Felizes da vida, entramos na arquibancada e fomos até o meio, pegar o palco de frente.
Foi o destino que fez com que entrássemos 5 minutos antes de começar o show do Sebastian, ficamos por ali mesmo. Sim, o som estava uma merda, mas de qualquer forma, ele estava tocando as músicas da carreira solo que sinto muito Sr. Bach eu não estava nem um pouco interessado, queria ser adolescente.
O show foi mais ou menos assim: não-sei, não-quero-saber, tão-tá-bom, tá-legal, já-pode-tocar-uma-clássica-em, 18 and Life, whatever, In a Darked Room (pra mim a música ícone do Hard Rock, que refrão meu deus, que refrão!), sei-lá, beleza, Monkey and Business, Essa-Eu-Não-Lembro-O-Nome-mas-Era-do-Skid, qualquer uma, I Remember You. Eu costumo dizer que para um show ser perfeito você é obrigado a sair dele e dizer que faltou pelo menos uma música. Faltou Wasted Time.
Mas Pedro, teve um tanto de música que você nem conhece, o som tava ruim e mesmo assim o show foi perfeito? WTF?
Olha, as músicas whatever dele, eu usei para conversar, beber, tirar foto, beber, e principalmente curtir o momento. Além é claro de reparar que mesmo com quase 42 anos, continua praticamente com a mesma aparência dos bons tempos. E o cara, além de ser um puta vocalista, é simpático pra caramba, uma presença de palco ABSURDA, e sabe fazer um show de abertura como ninguém. Sempre empolgando a galera falando do Guns que viria logo em seguida.
Foi fantástico.
Olha, eu achei tão bom, mas tão bom o show, que realmente acreditei que sairia de lá falando que o show de abertura foi melhor que o show principal. Aqui eu devo falar, que o palco, apesar de ter três decks e tal, acabava no paninho característicos de shows merdas em BH. Achei que o Guns seria assim também… uns paninhos ali e nada mais.
E assim como fez com um bando de críticos e com um BANDO de gente que deu de blasé, dizendo que não ia porque era fim de carreira, que o Mineirinho é merda demais (é bem merda mesmo), que o Axl não consegue mais cantar e blá blá blá. Axl Rose chutou bundas no Mineirinho. Axl Rose chutou muitas bundas cara.
NINGUÉM! MAS NINGUÉM esperava aquilo.
Ninguém esperava um palco completo com tudo, mas TUDO, que o bom e velho Hard Rock tem direito; viadagens mil, escadinhas, telonas, fogo subindo, fogo descendo, e claro, explosões… MUITAS explosões. Maluco, imagina um lugar todo fechado e um monte de bomba estourando lá, pois era assim que a gente se sentia quando explodia a parada. Falando em telões, amigo… sério, NUNCA NA MINHA VIDA eu tinha visto show com telões como aqueles. Imagem em HD, imagem ABSURDA, tomadas de gravação de DVD, parada profissional.
Foi um show de gente grande. Foi um show de uma “banda” de proporções inacreditáveis. Acho que pela primeira vez, eu realmente posso dizer que vi um show que tranquilamente eu veria sentado na minha sala com um Blu-Ray, no quesito de imagens, produção e tal. Talvez a galera teria que acertar algumas coisas no som. Mas de qualquer modo, foi uma sucessão incrível de explosão de cabeça. E fiquei assim, por saber que nem todas as bandas trazem a produção toda para alguns países, e menos bandas ainda fazem isso em Belo Horizonte.
O show do Guns N`Roses ontem foi ÉPICO.
Obviamente, Titio Axl não ia deixar barato e nos fez pagar um preço caríssimo por tudo isso e nem foi o preço salgado do ingresso. Foram as músicas do CD novo, Chinese Democracy, (CD que eu fiz um review favorável, guardadas as devidas proporções)o preço alto a se pagar e de quebra Titio Axl nos fez engolir seus 89 guitarristas fazendo cada um seu solo. Em alguns momentos eu realmente achei que ele ia perder o público. Mas ele é o Axl Rose né amigo.
E depois de entrar com a música Chinese Democracy ele já me fez ficar surdo por causa dos gritos enlouquecidos de todo mundo somente dizendo as palavras mágicas da introdução de Welcome to The Jungle. Aquele grito de que eu estava na selva, e de que eu iria morrer, ecoou na minha cabeça por anos e anos, e eu estava ali ouvindo aquele cara gritar do mesmo jeito na minha frente. Eu só não chorei porque estava ocupado demais berrando a letra da música e fazendo aquela dancinha by Axl.
Pelo menos, os solos intermináveis dos guitarristas – eu entendi o recado Tio Axl, você tem 3 ótimos guitarristas, que fazem e acontecem, tocam absurdamente bem, mas juntos estão longe de representar e de ser o que o Slash é – e as músicas do CD novo – em que Titio Axl se esforçava como um maluco e fazia de tudo para nos fazer acreditar ou até mesmo para ele próprio acreditar que eram demais – serviram para eu descansar.
Tirando isso, teve tudo o que temos direito. Menos é claro, a famosa música que falta, que nesse caso para mim foram duas; Estranged e Patience. Eu sei que eu liguei pra Deus e o mundo, acabei com meus créditos ligando pra Naya e gravando 3 minutos de November Rain que eu admito, fiquei com olhos marejados. Teve apitinho em Paradise City, música que fechou o espetáculo, com chuva de papel picado, fogo, explosão pra caralho, mais fogo e gritos. Teve Batendo na Porta do Céu, com Tio Axl conversando com a galera dizendo que estava de ressaca e que life is good.
Olha, foi lindo. Apesar das críticas que fiz, foi o melhor show que vi na vida.
E lembrando dos shows que eu fui, eu sou tão forte com o tal do Murphy, que os dois melhores shows que fui na vida, foram exatamente no maldito Mineirinho: Silverchair e Guns N`Roses.
***
1 – Hoje foi um dia tenso. Muito tenso.
2 – Dois posts em 4 dias. Tô demais em?
3 – Tem que ter um número 3.

A primeira coisa que eu quero explicar, é o porque de eu usar essa imagem, no dia das mulheres. Antes, lembre-se que esse post é uma homenagem às mulheres que eu amo.
Essa imagem diz exatamente quem eu sou e como aprendi ao longo dos anos – parece papo de velho, eu sei – sobre esse sentimento tão estranho e tão esquisito que é o amor. Não, não estou monlega ou amolecido, ou estou de mimimi porque as garotas vão comentar dizendo “que lindo!” e achando que eu sou um cara bacana.
Como eu estava dizendo, essa imagem me retrata. Eu sou largado, estou longe de ser o mais bonito, meio desgrenhado, meio bobo, de vez em quando largado de lado, tenho o meu valor, sou nostálgico, demoro um pouco para me acostumar às pessoas. Mas quando acostumo e me identifico, não gosto de largá-las. Apesar de ser meio groxo, fora de moda, embaraçado e claro meio sem graça… gosto das pessoas ao meu jeito. Aquele jeito meio largado, meio esquecido, desapontando muito mais vezes do que agradando, mas ainda sim fiel. Fiel àqueles dias em que vamos lembrar com saudade.
Não sou muito bom de demonstrar sentimentos. Aliás, sou péssimo nisso. Não escolho bem as palavras, não falo coisa com coisa, bobo, até meio infantil. Mas aquelas poucas pessoas que conhecem esse meu lado, sabe que a sinceridade por trás não precisa ter um véu de palavras bonitas e tiradas na hora certa.
Antes que você se pergunte “cadê a porra do dia das mulheres?” – se é que já não se fez essa pergunta – eu digo que aprendi a ser assim, obviamente, com minha mãe e com meu pai. Depois de mais de 30 anos de casados, se amam como adolescentes, e meu pai, assim como eu é meio assim, do jeito que disse lá em cima. Minha mãe teve a sabedoria de nos ensinar – a mim e a meus irmãos – seja falando mesmo, ou nós mesmos observando o relacionamento dos dois. Aprendi a respeitar uma mulher, a ter orgulho de uma mulher, a ser testemunha das maiores loucuras de uma mulher e é claro, a ver a força incomparável que tem uma mulher em relação a seus objetivos.
Aprendi a admirar isso e a respeitar. Aprendi com ela que um homem deve ser sempre cheiroso, carinhoso e bem humorado. Aprendi também, observando ela, que jamais vamos entender a cabeça de uma mulher, e que isso é que é o bom da coisa. Elas sempre vão nos surpreender e nos deixar com cara de bobo.
Somos ainda um bando de Neandhertais perto delas. E se elas quiserem, ainda metem a porrada na gente. Em todos os sentidos. Hora somos meros macacos, hora somos só garotos que não resistem aos seus mistérios, como dizia o Leoni.
O Dia Internacional da Mulher, para mim não significa nada e antes que você vá correndo a caixa de comentários me xingar, espere eu pelo menos me explicar. Para grande parte dos homens e com certeza uma parte das mulheres, precisa do 08 de Março para dar uma rosa, para dizer que ama, para dizer o quão importante ela é para você. No caso das mulheres, algumas realmente precisam desse dia para poder vislumbrar a mulher que ela poderia ter sido se não tivesse aceitado o que a sociedade impôs para ela. Outras gostam mesmo disso, tudo bem.
Agora, amigo, se você faz isso tudo no dia da mulher, você não dá a mínima para as mulheres que você ama. Você quer mais é que ela esquente a barriga no fogão, que ela chegue em casa cansada do trabalho, dê comida aos moleques, ao cachorro, passe o seu uniforme para amanhã, reclama se ela quer ver novela, e ainda por cima nem dá boa noite e muito menos diz que a ama. Você não está nem aí, para aquela pessoa, que provavelmente ganha menos do que seus colegas homens no trabalho – fazendo muito mais que eles -, que pensa em você, que quer estar bonita para você, e que no final do dia tem forças para muito mais enquanto você reclama das suas costas.
Você não costuma lembrar, que historicamente elas conseguiram na raça e na coragem direitos que você teve desde sempre e de lambuja. Você esquece que elas tem que lutar todo dia contra um monte de coisas que nós homens não temos nem noção, e ainda por cima conseguem tempo para fazer a unha, se depilar, e jamais perder a pose.
Chego a conclusão que somos – em maioria – um bando de merdas mesmo. Mas não todos, não todos.
Amo na verdade todas as mulheres que conheci, de certa forma. Ou amo uma parte, aquela parte que me diz que elas são realmente fodas. Algumas é claro, amo em especial. Para duas delas apenas, vou deixar uma mensagem abaixo.
Para os homens, termino como terminei o meu post do Blog do Grupo Open (leiam, que ali está a verdadeira homenagem ao Dia Internacional da Mulher, aqui no meu blog é só devaneio louco)
É por isso que eu digo que não devemos lembrar isso apenas no dia 08 de março, se a batalha delas é diária, o nosso reconhecimento deveria vir da mesma forma. Se você quer de verdade parabenizar as mulheres da sua vida por esse dia, o melhor é demonstrar todos os dias o quão importante elas são para você.
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É possível amar uma mulher apenas vendo fotos dela e lendo o que ela escreve pra você? Sim, é possível. Aconteceu comigo de verdade duas vezes, a primeira, com a querida Evelin, que eu importunei durante anos, amo como uma grande amiga. Podemos ficar meses sem nos falarmos, mas nunca esqueço dela e posso falar com ela como se tivéssemos conversado ontem. Ela sempre me entendeu, sempre deu bons conselhos, e sempre rendeu conversas maravilhosas. Foi com ela que eu descobri que quando estou conversando, seja por msn, telefone ou cara a cara, com uma mulher e sou extremamente criativo é que eu realmente gosto daquela pessoa. Eu ainda vou conhecê-la pessoalmente e discutir muito sobre música com ela.
Evelin, luv ya!
Outra pessoa, vocês conhecem.
Eu conheci ela numa comunidade de Redatores aí. Comecei lá falando algumas coisas aqui e ali, mineiro saca? Comendo quietinho. Sempre tinha reparado naquela que na época era a loira-gostosa da comunidade. Essa foi de verdade uma comunidade ímpar, para você ter uma idéia, uma das mulheres que fazia parte hoje está na Playboy – se você não entendeu, é a capa do mês de março – Uma coisa levou a outra e começamos a conversar, ficamos mais amigos. Até que um belo dia chamei ela para escrever nesse blog aqui. Já senti ciúmes dela, já olhei como bobo pro avatar dela no msn, já pirei com a cruz – bendita cruz! – já passei horas imaginando como seria encontrar com ela, já escrevi um texto e dediquei pra ela. Aqui era a parte em que eu diria “Já encontrei com ela e disse com todas as letras que amava ela pra caralho, porra!”… mas infelizmente isso ainda não aconteceu.
Naya, te amo. (L)
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1 – Nem vem. Eu sei que prometi e vocês sabem que não deviam acreditar tanto em mim.
2 – Odeio escrever no escuro, e estou realmente com asco de computador quando chego em casa.
3 – Preciso URGENTEMENTE de um notebook. Quando eu comprar um, podem ter certeza que vocês vão me pedir para parar de postar.
4 – Farei um vídeo amanhã, especial para a Babiarruda e para Ingrid. =D

Não, não. Eu não fiquei maluco, não vou indicar um rasta que toca aquelas músicas enjoadas com o ritmo igual. O Niltão não toca reggae. O Niltão – digo, Newton Faulkner – eu diria, toca um rock, pop, foda. É ele e um violão que valem por uma banda inteira.
Newton Faulkner é um músico inglês de 25 anos conhecido pelo estilo único com que toca. Eu tenho que agradecer por ter ouvido ele antes de vê-lo. Olhando assim parece um daqueles tantos que tocam nas esquinas de Nova York por uns cents no case do violão. Mas o cara é muito mais que isso. Vejam esse vídeo: ele, num elevador, tocando Teardrop, fazendo um cover do Massive Attack (que eu não faço a mínima quem seja).
Incrível né? O cara canta absurdamente bem, toca de um jeito que você não acredita que possa ser um cara só. Ninguém iria reclamar desse cara se ele pegasse um violão no meio da festinha e começasse a tocar. Primeiro que ele não iria tocar 3449 músicas com os mesmos três acordes, segundo que ia ficar realmente todo mundo babando, tentando entender como diabos ele faz isso.
Em 2007, ele lançou seu primeiro disco – sob o selo da Sony BMG – Handbuilt by Robots, que eu classificaria como um dos melhores álbuns pop`s que eu já ouvi. Como disse meu próprio irmão, Mateus – sempre ele – se você um dia achou Jack Johnson um cara foda, espere até ouvir Newton Faulkner. E realmente. O cara é muito, muito foda. Não sei se é porque eu não tô numa vibe muito heavy metal, ou se é porque eu estou sempre a procura de sons agradáveis aos ouvidos, mas só posso dizer que o som desse cara realmente me conquistou. Fiquei completamente viciado. O disco é uma obra-prima, daqueles que você ouve em loop e não se cansa por nada.
Além da música do elevador aí em cima, o disco é rechado de hits, que você – se gosta um pouco desse tipo de música – vai ficar cantarolando o dia todo. É gostoso cantar as músicas de Faulkner, é gostoso ir andando pela rua ouvindo Faulkner. O maior hit do disco, é sem dúvida Dream Catch Me.
Em Setembro do Ano passado, ele lançou seu segundo álbum – Rebuilt by Humans. Diria que não é tão foda quanto o primeiro. É bem mais… calmo que o primeiro e não tem tantos hits. Os grandes trunfos do segundo disco são as música If This is It e Over and Out.
De qualquer forma, é uma boa dica para quem procura novos sons para meter no mp3 e curtir boa música enquanto faz as coisas do dia-a-dia. Além do mais, eu sempre gosto de pegar bandas no início, para ir acompanhando a carreira. E podem ter certeza que eu irei acompanhar bem de perto a carreira do Sr. Faulkner.
Para terminar, uma vídeo que eu vi e não acreditei. Um cara sozinho tocando Bohemian Rhapsody.
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1 – Site oficial do Niltão
2 – Canal do Youtube.
3 – Twitter do rapaz.


















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