
Então, vocês sabem que a coisa que eu mais gosto de fazer aqui no blog é criar novas seções. Não é segredo para ninguém que ao invés de postar nas (milhares) de seções existentes eu prefiro criar novas, acho que vocês irão gostar dessa e também acho que irei postar mais vezes nela porque serão posts pequenos. Aliás, o que está dificultando e muito postar aqui é exatamente tempo para os longos textos.
Bom, vou explicar rapidinho do que se trata essa seção:
Comentando Propaganda será tomatada em comerciais, anúncios de revista e jornal, spots, ações on-line, outdoors, ou seja, eu (e convidados especiais) vamos escrachar as péssimas propagandas que vemos por aÃ. Pois é, boa propaganda também pode aparecer, quem sabe. Mas de blog de boa propaganda o mundo tá cheio – que o diga o B#9 – então aqui vamos detonar.
Talvez você não saiba porque fica tão incomodado com certos comerciais na TV, ou alguns anúncios em uma revista ou com uma tentativa frustrada-desesperada de “novas” agências fazerem um viralzinho. Eu sei. É porque é ruim. Há vários motivos para serem ruins, conceito equivocado, texto ruim, visual ruim, vermelho com azul, comic sans, tem de tudo. Quando você gosta de propaganda é por que é boa. É siples assim. E quando eu digo você, digo você que não tem nada a ver com propaganda – ou seja, não estuda, trabalha com isso – você na posição daquilo que os dinossauros chamam de target. Talvez você não saiba, mas para os dinossauros você está mais ou menos dentro de: Homens e Mulheres, de 16 a 28 anos, classe A, B e C. É consideram você como um simples número… tudo bem, não vou me alongar muito nisso, é assunto para outro post.
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A propaganda escolhida de hoje é uma das que eu mais ODEIO. Sério, eu fico simplesmente PUTO quando vejo essa propaganda. [Consciência ON]Calma Pedro, porra! Não dá uma de descontrolado não… criticar o trabalho de outras pessoas é complicado, relaxa e critique como gente[Consciência OFF]
Bom, vejam o comercial que eu vou analisar depois.
*Eu queria o comercial em português mas não encontrei. Mas esse serve.
Como vocês podem perceber esse é mais um daqueles comerciais que a agência internacional fez e eles atocham pelo mundo afora. Esse é o primeiro grande erro. Uma propaganda feita para americanos (em raros casos) irá funcionar para um público diferente. E aqui no Brasil não seria diferente. De qualquer forma, vamos considerar porque é tão errado veicular esse comercial aqui.
Segundo erro. Um cantor de Rap Hip-Hop whatever Star no BRASIL!? Oi? Branco ainda por cima? [nem vem encher o saco com "preconceito" o único branco que aqui no Brasil o povo gosta cantando isso é o Eminem, e por povo entenda-se pouca gente. Essa onda de Hip-Hop aqui já acabou faz tempo. Graças ao bom Deus.]
Terceiro erro. Será que é tão difÃcil assim criar comercial para desodorante? Os femininos são ambientados em um mundo onde as mulheres ficam esfregando o suvaco na cara de todo mundo. Já os masculinos – desde o horrÃvel Avanço (ô desodorante ruim) – é sempre a mesma coisa: passe o nosso desodorante que gostosas incrÃveis irão pular no seu pescoço a qualquer momento o dia todo.
Quarto Erro. Meu, na boa. Se metade de um carro, puxado por uma força invisÃvel destruisse a entrada da minha casa e a parede do meu quarto – sem falar no quarto em si – independente de ter três gostosas dentro [Consciência ON]Eu se fosse você pensaria direito antes de dizer isso….. ok, continue[Consciência OFF] eu iria ficar LOUCO da vida. Puta merda. Com a grana que eu teria que gastar para consertar tudo, eu contratava três putas bem melhores e comeria feliz.
Olha, eu acho esse comercial tão merda, mas tão merda, que nem nos EUA da vida eu sei se seria bom.
Só para constar, eu uso desodorantes Dove. Mas sem fru-fru. Aquele branco de tampa azul. Aerosol, ok? Rolon é muito anos 90.
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1 – Antes que venha com aquele papinho de “faz melhor então” ou coisas do tipo muita coisa dita aqui nessa seção é brincadeira escrota mesmo, para avacalhar. Como publicitário sei como é difÃcil criar coisas boas com tanto antendimento ruim, tanto cliente cabeça-dura, etc, etc.
2 – Mas que o comercial é uma bosta, isso ele é.
3 – Falando nisso tudo, vejam – enfim – a nova logo do Crepúsculo. Imaginem como será o novo layout. =D
Essa, definitivamente não foi uma semana boa. Vou lhes contar porquê.
Como há alguns fins de semanas passados, eu não fiz o que deveria fazer no fim de semana, coisas como terminar freelas, trabalhos de faculdade, ler, postar, fazer coisas. Na segunda-feira já acordei com um arrependimento latente e uma grande preocupação: TIDIR. Essas cinco letrinhas aÃ, são o meu trabalho final da faculdade. Todo semestre temos isso, que é mais do que um ‘simples’ trabalho final, é também uma matéria do semestre como outra qualquer. Bom, resumindo: é uma merda foda que dá trabalho pra caralho e até hoje a faculdade não sabe aplicá-lo da maneira correta.
Pois bem, na segunda-feira, apresentei o meu trabalho final de Publicidade Interativa, por incrÃvel que pareça, correu tudo bem. Eis que um grandissÃssimo filha-da-puta dá a fatÃdica notÃcia: “A entrega do trabalho final (TIDIR) é para amanhã e a apresentação é na quarta.” Eu simplesmente disse: PUTA MERDA. Pensei em fugir, voltar na outra semana e dizer que tive amnésia, que tive que operar, que quebrei a perna – talvez devesse quebrar a perna de verdade – tudo isso por um motivo: O trabalho estava LONGE de estar pronto. O grupo se reuniu, dividimos as tarefas e beleza.
Terça-feira cheguei atrasado na agência como de costume e implorei pelamordedeus para que não me passassem nenhuma demanda. Tudo por causa do maldito TIDIR. Eis que fiquei o dia por conta e tudo mais, além de conseguir fazer algumas demandas pequenas da agência. Na hora de entregar o trabalho, lógicamente foi uma correria, xingos, gritos, vontade de matar alguém, vontade de se matar. Entregamos. 5 minutos depois, descobrimos uma pá de erros no trabalho. Ótimo, não vale 40 pontos não é mesmo?
Quarta. Eita, esse dia foi de uma beleza mÃstica incomparável. 4349 e-mails trocados durante o dia acertando a apresentação do trabalho. Mas antes de falar sobre o trabalho tenho que contar sobre o Ataque Dos Motoristas: Eu estava indo de ônibus, maluco pensando no trabalho quando acontece uma freiada brusca (a mulher voando no meio do ônibus foi quase engraçado), até aà tudo bem – o trânsito de BH é uma completa merda – eis que surge do nada outra freada, pior ainda. E eu lá pensando “era só o que me faltava” (pois lógicamente eu estava atrasado). Então, entre gritos das senhoras de idade, o motorista me desce do ônibus – que estava parado no meio da Avenida Cristovão Colombo – e CAI NA PORRADA com o motorista de taxi que tinha fechado o ônibus. IncrÃvel não? Conclusão da história: o motorista do ônibus tomou porrada pra caramba, se ensanguentou todo, e enquanto eu passava (após chingar o trocador para que ele abrisse a porta e eu continuasse meu caminho a pé) 409 policias já ‘cercavam’ o local. Afinal de contas, estávamos quase na praça da liberdade, e ali tem puliça bagarai.
Voltando ao trabalho. Slides sendo feitos, cd’s sendo gravados, mais e-mails enviados e é claro…que deu merda. Os slides tinham erro, a pessoa do grupo escolhida para apresentar ficou LENDO OS MALDITOS SLIDES. No meio da apresentação tive vontades variadas: mato, pulo no pescoço, dou tapa na cara, grito no ouvido ou quebro-lhe os dentes? Não decidi, mas quase pulei pela janela da sala, só não pulei porque não era alto o suficiente. Talvez tenhamos conseguido salvar o trabalho nos últimos 3 minutos e nas perguntas da banca para o grupo. Eu disse talvez…ok?
O trabalho se resumia em criar e ‘produzir’ um evento e fazer uma campanha para vender o mesmo, vê aà o comercial que nós (eu) fizemos (fiz):
Daà pra frente eu pensei, “bah, por bem ou por mal o trabalho está entregue e apresentado. Durante o dia tivemos a visão de dois grandes idiotas: um que tentava colocar o carro em uma vaga igual fazÃamos em GTA, batendo no carro da frente e no de trás para ver se dava uma empurradinha – a mulher dona do carro de trás ficou louca da vida. Depois a história na lanchonete, onde um completo energúmeno, foi reclamar a falta de duas empadas no pedido que os colegas de ‘firma’ haviam comprado mais cedo. De recordação fica a brilhante frase: “Você concorda comigo que todo mundo lancha?”. Jovem tolo. Bom pensei assim “Hoje é só ir na faculdade assistir – obrigado – a alguma palestra e chegar cedo em casa”. Fui assistir a palestra que deveria durar no máximo UMA HORA. Durou quase duas e foi uma completa desgraça. O meu ônibus demorou mais uma e eu fiquei puto demais. Cheguei em casa nas mesmas 11 horas da noite que são as usuais.
Ontem foi o único dia legal da semana, assisti apenas a meia hora de uma palestra (que por sinal essa meia hora foi infinitamente melhor que as duas horas da outra – vai render até post aqui), encontrei pessoas bacanas que eu não via há muito tempo. Passei umas horas conversando com o Jorge, professor de Publicidade Interativa, depois, já indo para casa, encontrei com o “pessoal” na mesa do bar com dois gringos! Sim, a noite estava feita. Gringos, mais bebida, só pode dar em muita risada. Os gringos eram: Derrick “Phil Collins” Lee – Inglês e Allen “não-sei” – Francês. Dois velhinos bem bacanas. Nem tão velhinhos assim. Usei todo o meu inglês auto ditada “Egotrip: Aprendi inglês sozinho mesmo, e meu amigo torcedor do West Ham, Derrick ficou abismado por meu inglês ser auto ditada e ser muito bom”
Melhores Momentos com os gringos – Lembrando que apenas Eu, Felipinho e Isabella sabÃamos falar inglês:
- Yo hablo a little – By: Jean Pierre (o João Pedro que não sabia falar era merda nenhuma)
- Mi Father – Adivinhem
- Eu entendia mais os gringos falando do que meu amigo Felipinho, que falava um inglês mais difÃcil que dos ingleses
- A conta: 266 Reais (¬¬’)
- Eu dizendo para o Derrick que se eu tivesse carro iria levá-los para uma Casa da Luz Vermelha e ele ficando abismado. Lógicamente consertei a besteira dizendo que apenas iria levá-los para outro lugar, com mais mulheres
- Fizemos os dois gritarem “GALO” e ainda prometeram ir no jogo de amanhã
- Felipinho conversando em inglês com todos da mesa, inclusive os brasileiros.
- João conversando em qualquer lÃngua e todas misturadas com todo mundo
- O Derrick escondendo dinheiro na meia
- “O joão, então vai dar 15 reais pra cada um?” – “Yeah!” ( AHAHAHAHAHHAHAHA)
Com certeza teve mais, mas eu não me lembro.
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1 – Espero que a próxima semana seja melhor.

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