
Esse cara aí em cima é o Jeffrey Abrams, mas conhecido como J.J “Mothafucking” Abrams. O cara é simplesmente o criador de Lost, Fringe e Alias. Só por isso ele já mereceria uma estátua, mas não é só issssoooo, ele Ele escreveu Armaggedon, Missão Impossível III e Star Trek XI, dos dois últimos ele também foi diretor. Ou seja, um cara foda… mas foda pra caralho.
O motivos principais desse post são o final da 5ª Temporada de Lost, a Primeira Temporada de Fringe, Star Trek e por último… A Torre Negra de Stephen King. Antes de começar, a tecer minhas opiniões em relação ao final de Lost e sobre Fringe, vocês tem que saber que como eu J.J Abrams é um fanboy aficcionado por toda obra de King e isso influi – e muito – no trabalho dele. Principalmente em se tratando da Torre Negra, mas acalme-se… mais pra frente eu explico.
Vamos por partes por aqui, falando em tópicos. E a partir daqui: SPOOOOOOOOOOILERS e mais SPOILERS sobre Lost, Fringe e Torre Negra.
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5ª TEMPORADA DE LOST – SEASON FINALE (MUITO SPOILER)
Não, não vou dar uma de fanboy e ficar exaltando o quanto Lost é foda, o quanto eu sou fã e nem vou ficar contando o que aconteceu na 5ª temporada inteira. Vou falar apenas do final que foi ao ar na quarta-feira a noite nos EUA, e como eu sou contra a pirataria e fui ontem para Boston ver o capítulo, posso contar tudo.
O episódio de duas horas já começa explodindo a cabeça de todo mundo e respondendo um monte de perguntas. Eu tive que dar um pause e digerir um pouco, porque foi demais pra uma cabeça. De uma vezada só você conhece o Jacob, sabe que tem outro tão foda quanto ele e que não concorda com ele e quer matá-lo, Jacob escolheu nossos heróis. Nisso você já descobre o que está sob a sombra da estátua e se for uma pessoa atenta, pode desconfiar de cara de que John Locke não é ele mesmo, e que na caixa só pode ser o corpo dele.
No meio disso tudo, vem o principal da temporada e talvez da série. Viagem no Tempo. Se você assistiu De Volta Para o Futuro, sabe das complicações de se brincar com o contínuo tempo-espaço. O puto do Faraday disse antes que não havia possibilidade de mudar nada, depois mudou de idéia. E é aí que vem o tchan do negócio.
[TEORIA] Será mesmo, que a bomba explodindo vai mudar alguma coisa? Para mim não! Mesmo com o Faraday dizendo que pode-se mudar o futuro, NADA mudou. Tudo aconteceu da mesma forma, inclusive a morte dele. Ou seja, a explosão da bomba já havia acontecido. Isso quer dizer que eles vão cair na ilha novamente. Se você não entendeu vou tentar explicar melhor. Eles entraram em um Loop temporal. Quer dizer que, eles vão continuar fazendo a mesma coisa eternamente: Caindo na ilha, descobrindo tudo, voltando no tempo, explodindo a bomba, caindo na ilha… e assim por diante. Eu não acredito que o avião vai simplesmente pousar em Los Angeles e se isso acontecer, eles vão voltar para ilha de alguma forma, e acabar do mesmo jeito, denovo. Para explicar o porque de eu achar isso passe o mouse a abaixo: (SPOILERS PESADOS DA TORRE NEGRA ABAIXO! CUIDADO!)
J.J Abrams é fanático pela Torre Negra. A Torre funciona da mesmíssima forma. Loop Temporal. Pode apostar. Vai terminar com o Jack abrindo o olho novamente, como na primeiríssima cena do seriado.
Se você leu é por que você quis ler.
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A PRIMEIRA TEMPORADA DE FRINGE (MAIS SPOOOOOOOOOILERS)
Fringe… o Arquivo X da nova geração – guardadas as devidas proporções, é claro – mas como eu disse aqui, a série é fantástica e o final então é de tirar o fôlego. Aliás, é o final que eu esperava, o que eu posso chamar de um Final Abrams. Sabe? Daquele jeito que você fica olhando espantado para a tela esperando – torcendo – para não ter acabado, para ter mais 5 minutinhos pelo menos e depois você fica revoltado por ter que esperar um bom tempo para ver o que acontece.
É o típico final de lost, que você só sabe mesmo o final no primeiro episódio da próxima temporada.
Agora, você ficaria espantado se eu disser que esse tipo de final que nosso J.J vem usando ele também se baseou na Torre Negra? Pois é, salvo o segundo livro e o quarto livro, TODOS os outros terminam assim… inclusive o último. Ou seja, J.J Abrams vem bebendo da fonte há um bom tempo, Lost é recheada de influências de várias obras de Stephen King, e Fringe não poderia ser diferente.
E a principal fonte que ele bebe da Torre é se não a viagens entre os “quandos”. Em Fringe é explicado de uma outra forma, mas no final é a mesma coisa. Na história da Torre existe o mundo-chave da rosa e o mundo-chave da Torre, os outros são diferentes níveis da Torre. É por isso que Jake apesar de morrer no seu mundo, está vivo nos outros.
Abaixo é Spoiler pesado, leia por sua conta e risco, é só passar o mouse.
Assim como Fringe em que descobrimos no final que Peter morreu no teoricamente ‘mundo-chave’ mas o professor pardal Walter Bishop abriu uma porta e foi para outro quando buscar o seu filho vivo. É meio complicado de entender, eu sei. Mas é mais ou menos assim. E termina com o aparecimento – FINALMENTE – de William Bell, em outro “quando” é claro, mas com Olívia.
Eu avisei…
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A TORRE NEGRA – OS FILMES
*Notaram a cor do céu?
Eu começo a tremer só de pensar em um filme da série A Torre Negra de longe a obra mais fantástica de Stephen King – eu sei que já disse isso aqui no blog umas mil vezes – é talvez a obra de ficção épica mais foda de todos os tempos. Talvez, eu não consigo tirar O Silmarillion do topo. Mas que a torre é melhor que O Senhor dos Anéis, eu ouso dizer que sim – não me venham com chorumelas, sou tão fã de Tolkien e SdA quanto você, afinal não sou Turambar a toa – mas admito que se conhecesse a Torre antes, eu seria provavelmente Pedro Deschain, de Gilead e não Turambar de Brethil, Dór-Lommin, Nargothrond e Beleriand. OK, sei que vocês não entenderam patavinas… eu prometo menos fanatismo juvenil daqui em diante.
Pois bem, na mesma época em que comecei a ler O Pistoleiro – primeiro livro da série – vi essa notícia aqui no Omelete: Stephen King confirma produção da Torre Negra. Na época – início de 2007 – achei bacana e tudo mais, mas hoje depois de ter lido a saga duas vezes já fico mais temeroso, e quando menos eu esperava veio uma bomba de verdade: Produtores de Lost comentam filmes da Torre Negra. Éééé rapaiz, o J.J “Mothafuncking” Abrams vai mesmo fazer o filme, e pelas minhas contas deve começar no final do ano que vem. Já que Lost deve acabar mais ou menos em maio de 2010.
Ok, J.J provou – pelo menos para mim – que é o melhor para fazer esses filmes, ele demonstrou que tem respeito e que é apaixonado pela obra. Mostrou isso em Lost e em Fringe. Fico só tentando imaginar o tempo e o trabalho que esse cara vai ter. No mínimo 7 longas metragens, uma história GIGANTE, e olha… tem livro ali que não cabe nem em 3 horas… nem a pau juvenal. Muita coisa envolve a torre, eu não sei, claro que seria ótimo… milhões de pessoas conhecendo essa história fantástica, se interessando pelos livros.
Acho que o que eu sinto não é nada mais que ansiedade, por uma noticiazinha que seja, uma fotinha de longe da produção… qualquer coisa. Coisa que eu não sentia há muito tempo por um filme. E você que gosta de cinema sabe… Hollywood tem precisado e MUITO de uma coisa boa de verdade.
Lembrem-se que o ka é uma roda.
Longos dias e belas noites meus queridos leitores. Haverá água se Deus quiser.
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1 – Parabéns ao Diego o post dele foi quebrou o recorde de visitas do blog.
2 – Se você gosta de cinema, séries, games, cultura pop, gostosas – assim como eu – visite e assine o feed do Judão. É imperdível!
3 – Vocês viram o novo Festerblog?
Armageddon – Esse foi o primeiro filme que me levou às lágrimas (que eu me lembre). E chorei sem nenhuma vergonha. Assisti com minha mãe, que não só chorou como teve que parar o filme para se recompor. É simplesmente impossível não conseguir se emocionar com a conversa de Bruce Willis com Liv Tyler. Ainda mais ouvindo I Don’t Wanna Miss a Thing do Aerosmith. Aí quando você acha que acabou. Vem a parte que os caras pegaram pesado. Primeiro a Liv Tyler correndo em direção ao Ben Affleck (aqui tenho que dizer, quem não ficaria emocionado com a liv tyler correndo daquele jeito?), o menino correndo em direção ao pai…e para mim o gran-finale o piloto da nave diz para a liv tyler. “Peço permissão para apertar a mão da filha do homem mais corajoso que eu já conheci”. I don’t wanna close my eyes…
Amor para Recordar – Bom, como eu não sei qual foi o segundo filme que me fez chorar, vou pelo volume de emoção. Esse filme. Puta merda. Muita gente me falava desse filme e eu me recusava a ver. Pensava “nossa, deve ser tosco ao extremo…mais um besteirol..”. Eis que existem aqueles dias em que você está meio carente, meio sem nada para fazer..tipo uma tarde de sábado. Então, fui assistir. Como me arrependi de não ter assistido antes. Estava gostando muito do filme, já até sabia o enrredo mas achei que não iria ser nada demais. Até que surge a cena em que “os caras pegam pesado”. Desesperado ao saber que a garota por quem está apaixonado tem leucemia, Landon faz de tudo para ajudá-la, até mesmo recorrer ao pai, com quem não tem um bom relacionamento. A cena em que Landon vai até a casa do pai, chorando e pedindo ajuda, é simplesmente a cena mais triste e emocionante que eu me lembro de ter visto. Chorei muito mesmo nessa cena. Se você não assistiu, assista e prepare os lenços.
Homens de Honra – Sabe a definição de um filme foda? Não? Nem eu. Mas sei que este aqui, é um deles. Baseado em uma história real, Carl Brashear tem o sonho de se tonar um mergulhador da marinha americana. Só tem um problema, ele é negro. E era um puta teimoso. As atuações de Cuba Gooding Jr e do Robert DeNiro são maravilhosas. O preconceito, a vontade de vencer e de não desistir nunca fizeram de Carl um herói. Esse é daqueles filmes em que você chora o filme todo. Em especial no final, contra tudo e contra todos, Carl (sem uma das pernas) tem que fazer um teste para suportar o traje de mergulho. É maravilhoso. Você acaba de ver o filme e sente que pode dominar o mundo. Essse aí está em qualquer lista dos filmes que fazem chorar.
Dois Filhos de Francisco – Esse é daqueles filmes que fazem meio mundo calar a boca. Eu detesto música Sertaneja (salvo daquelas bem antigas..tipo Pena Branca e Xavantinho). Filme com a história de Zezé di Camargo e Luciano então. Jamais! Ledo engano. Ouvi diversos comentários sobre o filme, muitos deles de como todos choravam. Um dia então, minha mãe resolve alugá-lo e eu me arrisco a ver. Engolindo todos meus preconceitos, é um ótimo filme. E uma história maravilhosa. Mas até o final do filme, não havia chorado, é um filme que facilmente te leva a isso, mas achei que ia passar sem chorar. Enganado denovo. Acaba o filme, aparece então os dois (reais) cantanto em um show. Até que eles começam a cantar a maravilhosa música tema. “No dia em que eu saí de casa, minha mãe disse filho vem cá..”, nessa hora a garganta travou…mas quando os pais deles aparecem e o Zezé começa a chorar e cantar…não teve jeito. Chorei feito criança.
Click – Famoso tapa na cara. Esse aí eu assiti com o aval de meu irmão. Ele que é empresário, trabalha o tempo todo, sempre em busca de sua carreira, às vezes esquecendo um pouco da vida pessoal. Exatamente como eu já estava começando a fazer. E é exatamente sobre isso que esse filme fala. Adam Sandler (sensacional), é um arquiteto que vive trabalhando, não dá valor à sua família. Até que acha um controle mágico, dado pela morte, interpretada pelo impagável Christopher Walken. Sandler começa a acelerar as partes “chatas” da vida. Quando cai na real, ele perdeu a vida toda para se tornar dono da empresa que trabalhava. E assim percebe que perdeu o melhor de sua vida. A sua família. A dor e o arrependimento do personagem são de fazer derreter qualquer coração de pedra. Nestes dias de hoje, em que todo mundo só pensa em dinheiro, dinheiro, carreira e sucesso, esquecendo um pouco da família, é uma ótima reflexão sobre nossas prioridades. E os caras pegaram pesado na cena em que ele morre.
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1 – Não me venha com chorumelas, você também chora em filme.
2 – Se você não chora, você é um porco miserável e sem sentimento.
3 – Lógico que chorei em mais filmes, mas fica para a “Parte 2″ desse post.
5 – Não vai ter número 4.
Pedro Américo
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