I’m BACK, mas quem sou eu? Só escrevi umas duas vezes e por forças de conexão, ou melhor por falta dela, parei de escrever, alguns amigos reclamaram, dois ou três, eu fiquei chateada por não poder escrever e pensava como encararia o Pedro, vergonha, mas fazer o que, não era uma culpa minha só minha. Mas o que importa o passado? Estou de volta e com novidades sobre o futuro!

Mas antes de viajarmos ao futuro vou subir no palanque e fazer promessas. Prometo escrever…não vou fazer isso, muito político, odeio políticos que prometem, por isso só vou dizer que agora estou colocando a minha vida em ordem, pelo método GTD, e se a vida não me der uma rasteira vou postar com mais freqüência. Aê!!!!!!! Pelo menos eu to feliz e as três pessoas que sentiram falta de mim também! Como o Pedro já tinha me passado a ideia vou focar meus post mais na área de publicidade, então aguardem mais novidades sobre essa área, nem que sejam posts menores eu vou fazer. Mas vamos ir ao futuro mais além desse que estou falando, pulando alguns anos de nossas vidas para ver o que eles nos espera.

ABRAM SEUS GUARDA-CHUVAS OS ANJOS ESTÃO CAINDO!!!

Crep....opa! Fallen

Sim, comecem a comemorar, os vampiros estão fazendo as malas para ir embora, mas como nada é pra sempre, alguém logo vai substituí-los e eles são os anjos, melhor os Fallen Angels.
O burburinho todo está em cima do livro Fallen, que está indo para o terceiro livro dos quatro que serão produzidos (Fallen, Torment, Rapture e o quarto ainda sem nome) que teve seus direitos adquiridos pela Disney, e que nos EUA já sustenta o título de sucessor da saga de nome semelhante a este blog. Não preciso citar.

Pelo que li pela internet o primeiro livro que saiu sobre anjos foi HUSH, HUSH, bem esse eu achei para comparar no Brasil em inglês, já que ele vai ser lançado só em julho pela Intrínseca (mesma de Crepúsculo), como estava em inglês e não aprecia ser tão difícil como Jude, the obscure (um livro de literatura americana que comprei e não entendi bulhufas) resolvi comparar entrando na minha cota de livros para ler em inglês durante o ano. Até onde li é bacana, mas não passa de um livro de romance adolescente escolar.

Nos EUA a tensão começa ai, o público está dividido com os que acham que Fallen é uma cópia de HUSH, HUSH, na verdade todos não deizam de ser uma copia de si mesmos, afinal, a história é sempre a mesma (Crepúsculo incluso), nada profundo ou inovador, resumindo a uma menina introvertida, que conhece um rapaz (badboy) que a deixa bem intrigada, ai aparece outro rapaz, bom moço, que vai fazer um triangulo amoroso, mas a mocinha acaba escolhendo o badboy que vai colocar ela em grandes problema e riso de morte….( e olha que eu nem li o Fallen ou Crepúsculo-livro, só precisei googar). Na verdade esse burburinho todo só deve ter aumentado a venda de livros, e aumentado o número de fãs, aguardem o mesmo efeito no Brasil, melhor no mundo quando a Disney começar a trabalhar nele.

Ou seja, abram seus Guarda-chuvas, os anjos iram despencar por aqui logo, logo.

***

- Hoje é dia da liberdade de imprensa!!!! Viva a hipocrisia brasileira que acha que tem liberdade de imprensa e que a censura acabou (só googar Estadão censura Sarney 2010 – a data só pra vê que não foi a long time ago).

- Tava com saudade de escrever!

Até então eu nunca tinha bebido. Mas sei lá, precisava impressioná-la. Mas porra, quem disse que beber era a solução? Não sei, todos dizem que a bebida liberta as pessoas da timidez; até libertou, mas me deixou sem limites.

Cheguei na festa por volta de 21:30, apesar de tudo começar 22 horas. “Não esquece de me ligar na hora de sair que eu venho te buscar tá?” – Disse minha mãe, me dando um beijo na testa e me desejando uma boa festa. Eu realmente desejava que fosse uma boa festa, pois estou há exatos 17 anos sem dar um beijo na boca (tenho 17 anos de vida).

- Falae Caio! Chegou cedo hein? – Disse o Humberto para mim, com um ar sarcástico. Ele é um negro alto, forte, estava vestindo uma camiseta amarela, bermudas azuis com umas estampas esquisitas e um chinelo que também é abridor de garrafas. “Custou 120 reais!”, ele diz com orgulho, uma pessoa vazia por dentro de vangloria pelo que consome, como se isso representasse alguma coisa realmente.

Ser feio em uma sociedade que sempre visa o padrão estético para estabelecer suas relações é complicado. De nada adiantou ser inteligente, as pessoas só falam com você na hora de pedir as respostas das provas, e sequer agradecem por isso. Eu queria ser como o Humberto, desejado pelas meninas, ou até como o Antônio, que estava chegando por ali.

- Caio, será que hoje tu dscola alguma coisa ou vai ficar só na saudade? – gritou Antônio, de longe. Ele vestia uma daquelas calças jeans com vários pedaços rasgados, uma blusa rosa dessas de surfista, cordão de prata e um cabelo liso jogado para o lado, em forma de franja. Dei um sorriso sem graça, sentindo muita vontade de ter uma arma naquela hora, nem que seja para dar um tirinho no pé do infeliz.

Passada a raiva, fui andando pela festa. Muita gente desconhecida pra mim, apenas os “amigos” do colégio (entre aspas porquê eles não são meus amigos, só na hora de pedir as respostas das provas). Além da bebida liberada, a pegação rolava solta, o que me deixava mais puto ainda. Por que nenhuma garota se interessava por mim? Eu sempre achei que fosse uma pessoa legal, mas ninguém quer me conhecer, todos travam na barreira da minha falta de beleza, mundo ingrato…

Cansei, fui para o fundo da festa. Me sentei ao lado dos casais que praticavam encenações de sexo ao ar livre, sem ao menos tirarem as roupas. É quando de longe avisto Norminha, a minha única e verdadeira amiga, grito para chamá-la e para pedir que se aproxime. Norminha não é das garotas mais bonitas, porém, com certeza é a mais legal.

- O que você faz por aqui, Caio? – Ela me pergunta. Penso comigo: “Eu não posso frequentar festas?”. Sempre que vou em uma, as pessoas perguntam com espanto o que faço lá, como se eu fosse um nazista discursando em uma Conferência contra o Preconceito Racial. Respirei fundo e fui bem educado:

– Não sei.

Vi que ela também não sabia muito bem o que fazer e se aproximava de mim.

- Sabe Caio, estou tão sozinha aqui… -  Ela falou para mim, com um olhar caído e triste.

Sem saber o que fazer, fiquei vermelho e sem-graça. Senti meu sangue fervilhando em minhas veias, minha cabeça ficar tonta. Droga, por que eu sempre me apaixono por qualquer mulher que fala um pouco mais carinhosamente comigo? Eu me odeio. Quando me toquei, tinha me afastado e deixado Norminha sozinha, estava sozinho no balcão de bebidas, esperando minha Coca-Cola chegar.

Ao meu lado, sentou-se Humberto, ligeiramente chapado, parecia não saber onde estava?

- Que dia é hoje? – Ele me perguntou. Caguei para a pergunta dele, e num momento de desepero, fiz outra pergunta por cima.

- Humberto, seja bem sincero: Por que as garotas não gostam de mim? – Ele ouviu a pergunta atentamente, e ficou confabulando uma resposta.

- Cara, você bebe? Devia beber umas pra se soltar, toma aqui. – Ele me ofereceu seu copo de alguma bebida verde que não sei o nome. Era absinto.

- Toma cara, é a bebida dos deuses!

Pensei comigo: já estou na merda, não pode piorar. Bebi em uma golada só, e me arrependi amargamente. Aquilo queimou minha garganta até não querer mais, e bastou apenas mais um copo para eu me libertar! Sim, fiquei livre! Até demais…

Não me lembro bem, acho que depois virei mais uns cinco copos de cerveja. Comecei a dançar, e mal me lembro das músicas, só sei que o som entrava pelos meus ouvidos e balançava todo meu corpo, era involuntário. Cheguei em todas as garotas possíveis, inclusive na Norminha, e tenho a vaga lembrança de ter tomado um tapa na cara, o que será que eu disse pra ela?

Mas uma coisa eu me lembro muito bem, da Alessandra. Ela é uma morena de respeito, daquelas de parar a Uniban. Se eu estivesse em sã consciência, eu nunca ia chegar pra ela e dizer: – E aí gata, rola um sentimento? – Ainda mais sabendo que ela está com um Janjão, o lutador de jiu-jitsu do colégio, pitboy que bate até na mãe, sem sentir pena. Talvez meu olho roxo agora tenha sido de algum soco dele.

Talvez o pior de encher a cara seja isso, de não lembrar o que se fez. Então qual é a graça? Percebi que nessa festa que meu ambiente não é esse, meus amigos não são esses, não é isso que tenho que beber. Ninguém me respeita lá, pra que eu preciso me enquadrar nesse padrão?

Hoje estou feliz, mas isso me custou um olho roxo, um tapa na cara e sabe lá Deus mais o que, tenho até medo de descobrir, pelo menos eu acordei em casa, eu acho.

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* Essa é uma história de ficção, e todos os personagens aqui descritos são ficcionais. Mas com certeza essa história – ou bem parecida – já aconteceu com alguém.

Uma pequena explicação antes de continuar com as desventuras amorosas de Pedro (episódio 1 e episódio 2). Eu tinha começado a postar essa história com a intenção de terminá-la logo, mas como aqui as coisas nunca saem como planejado, não deu. Em parte por eu ter encontrado muitas dificuldades para continuar, já que esse episódio é o clímax infernal de toda história. Em parte por causa dos leitores que não agüentariam uns 4 ou 5 posts dessa história seguidos… nem eu agüentaria.

De qualquer forma, quase abandonei a idéia de escrever tudo, mas estou aqui para o que eu acredito seja o penúltimo episódio, isso se deve aos leitores que me mandaram e-mails e mensagens no blog pedindo para eu terminar a história.

Então, para vocês meus caros, o episódio 3 das desventuras amorosas de um cara legal.

palhaço

Eu havia dito que aquela noite foi uma das – se não a melhor – melhores noites da vida de nosso querido (des)aventureiro. O outro dia nasceu como um dia mágico. Ele acordou como sempre sonhou em acordar um dia: coração batendo forte após o encontro com a donzela amada e se preparando para um show de rock em um dia que prometia muita alegria!

Era dia de Pop Rock Brasil em Belo Horizonte. Para um cara de 16 anos, aquilo era praticamente um Rock in Rio – bem mais pobre – da sua época. Então foi ele, junto com seu irmão, Mateus. Infelizmente a donzela não poderia acompanhá-lo, mesmo assim ele foi, com um sorriso no rosto pelas histórias que viriam e pela noite que havia passado.

No início foi tudo bem, tudo correu como esperado. Nosso herói, que só tinha pensamentos para sua garota nem pensou em se jogar nos braços de outra, o que em shows do tipo era muito fácil. Já seu irmão queria a esbórnia. Esse irmão de Pedro em particular não se dá muito bem com álcool, o que seria uma lástima para o final da noite que prometia com o show mais esperado. Pedro encontrou amigos, fez novos, quase brigou, se divertiu como nunca. Ou seja, um legítimo show de rock, como era o Pop Rock antigamente.

Mas, o universo estava conspirando… o problema é que conspirava contra nosso amigo. As coisas começaram a desandar, o irmão sumiu por horas, voltou bêbado, sem a carteira e querendo ir embora. Pedro disse que não arredaria o pé enquanto não visse o Angra. Houve briga, e feia. No dia que prometia as maiores alegrias para nosso amigo, cair na porrada literalmente com o próprio irmão não estava nos planos. Ali Pedro desconfiou que alguma coisa estava errada. Mal sabia ele o quão errada estavam as coisas.

Foram embora antes do show acabar. Pedro foi convencido a ir, pois estavam a quilômetros de casa, e ele não conhecia nada da cidade. Já o irmão morava lá há um bom tempo, não poderia ir sem ele. De qualquer forma, Pedro temia mais as besteiras que o irmão idiota poderia cometer no caminho. O ódio foi intenso quando o irmão que perdera a carteira, também descobrira que bebera quase todo o dinheiro que tinham, sobravam-lhe 11 reais para o táxi que cobraria o dobro para largá-los em casa. Foram uma boa parte do caminho a pé, o irmão falando sobre qualquer coisa e Pedro, para não descer-lhe o cacete, apenas pensava na sua garota.

Pedro dormiu com um misto de sentimentos, raiva do irmão que lhe privara de The Number of The Beast tocada pelo Angra, e a felicidade inerente àquele fim de semana. Domingo era Dia dos Pais, seus pais estavam indo para BH para almoçarem em família, junto com seus Tios. Pensando no pouco tempo que teria para se despedir de Bárbara (Pedro iria embora no mesmo domingo para Monlevade) ele resolveu que mandaria uma mensagem logo cedo combinando alguma coisa. Dormiu feliz e tranqüilo no fim das contas, teria logo um novo encontro com a garota dos seus sonhos.
Pedro acordou e mandou a mensagem. Não obteve resposta. “Tudo bem, dia dos pais, mais tarde ela responde” pensou ele. Encontrou os pais, deu um abraço forte no homem que mais admira no mundo, o seu pai. Foi um ótimo dia. Almoçaram com os primos e tios, mas enquanto o dia ia acabando – o Atlético ia perdendo – Pedro começou a se preocupar com a não resposta de Bárbara. Voltaram então para casa dos irmãos e enquanto Pedro arrumava suas coisas para voltar a sua vida normal, mandou outra mensagem, dizendo que iria embora e queria se despedir dela.

Eis que ele recebe uma mensagem dizendo mais ou menos assim: “Estou na casa de uma amiga, não vou poder te encontrar”. Foi o primeiro soco no estômago do dia. Na mesma hora ele soube que algo estava muitíssimo errado. Primeiro: difícil ela estar na casa de uma amiga em pleno domingo dia dos pais. Segundo: a frieza da mensagem.

Foram embora. No caminho Pedro amargurado e angustiado disse que estava “daquele jeito” por causa das peripécias do irmão na noite passada. Mas o humor dele nada tinha a ver com isso. Chegando em Monlevade, a primeira coisa a se fazer foi jogar as malas para um lado e correr para o computador e para o mIRC. Ao conectar, logo achou o que procurava. O nick dela. Abriu a janela, mas por algum motivo não conseguiu escrever nada. O momento de hesitação foi o tempo para que ela dissesse, “Pedro, a gente não tá namorando.”

O que diabos significava aquilo, ele não fez idéia, apenas disse:

- Uai, claro que não. Pq?

- Pq eu sou mto nova para namorar.

- Mas ninguém falou em namoro. Não to entendendo.

- Olha, eu pensei muito ontem e hoje e acho que devíamos continuar só amigos.

Segundo soco no estômago, esse mais forte. Nesse momento, ele só sentiu raiva, por não entender o que havia acontecido para tão repentina mudança, o que haveria acontecido para do cara fantástico que havia levado ela em casa para o idiota “amigo”. Os outros sentimentos viriam depois.

Ele apenas se limitou a dizer.

- Tudo bem então.

Dali em diante não conversaram por muito tempo. Não havia a menor possibilidade de ter amizade ali. Por ambas partes. Uma por seus motivos até hoje não revelados, outra por não entender como alguém poderia ser tão má, por brincar com ele dessa maneira. Ele se sentiu muito mal, se sentiu um mero qualquer, um cachorrinho que quando o dono está de bom humor chama para brincar e quando não está nem aí bate a porta na cara.

Posso resumir aqueles meses em duas palavras: Foi foda. É clichê, aliás, a história toda é um grande clichê adolescente, apesar de eles mesmos acharem que aquilo só acontece com eles. De qualquer forma, Pedro não havia perdido somente a garota que ele de certo amava, mas havia perdido uma amiga, uma companheira, uma parceira. Havia perdido tardes de sábado e domingo conversando e rindo sobre qualquer coisa conversando com a pessoa que ele mais adorava conversar. Mesmo assim, não havia raiva. Havia mágoa. E havia aquele sentimento estranho que Pedro, apesar de tentar – e muito – explicar, não conseguia. Um sentimento de não saber o que havia feito de errado. Pois era certo que de alguma forma ele havia feito merda durante o processo.

Como todo adolescente ele tinha a certeza de que nunca acharia uma garota como aquela, como todo adolescente ele tinha a certeza de que nunca iria superar aquilo. Mas como todo adolescente, depois de um tempo já havia desencanado e estava tocando a bola pra frente. Feliz e despreocupado.

Mas como isso aqui é uma Desventura, e como não podia deixar de ser, essa história tem um “até que…”. Então.

Até que um dia, enquanto Pedro – esquecido como é – fora tomar banho e esquecera a toalha. Já nu, foi até o varal, se enrolou na toalha e foi em direção ao banho precedente do sono tranqüilo até às 7. Assim que ele passou pelo telefone que ficava numa mesinha da sala (incrível como eles insistem em ficar ali, não é?), o danado tocou. Pedro, que odiava – ainda odeia – telefones (principalmente aqueles em que você não quer atender) resolveu atender. Dez da noite, não poderia ser para ele, e muito menos demorado. No certo alguma Tia querendo pegar sua mãe ainda acordada para bater um papinho rápido.

Não era uma tia, não era para sua mãe. Era a última pessoa que Pedro esperava. E o que ele menos esperava era a frase que o fez sentar na cadeira:

- Alôôô

- Alô Pedro, sabe quem tá falando?

Sim ele sabia. Sabia tanto que sua reação foi dizer com a voz mais impassível do mundo, não imaginando nem de longe o que viria a seguir.

- Sei.

-Tava com saudade de você.

***

Pelo ponto em que estamos, esse foi realmente o penúltimo episódio. O quarto e derradeiro não tem data para sair, mas se esse saiu, ele não vai demorar.

Sobre esse episódio, apenas gostaria de levantar alguns pontos. Talvez você que lê esse blog, ou gosta e quer ver o fim dessa história pode nesse momento ter raiva ou querer de alguma forma apontar Bárbara como isso ou aquilo. Só lembre que eu tinha 16 anos e ela 15. E essa é apenas mais uma desventura amorosa adolescente.

De nenhuma forma, meu objetivo de escrever essa história é colocar ninguém como vilão ou mocinho, muito menos querer resolver uma história postando no blog e abrindo uma coisa tão pessoal. Bárbara é uma das leitoras do blog, ela não só sabe que estou contando a história como me incentivou a terminá-la.

É como eu disse antes, é uma boa história. E contar história é a coisa que eu mais gosto de fazer na vida.