Parafraseando o grande Maurício Saldanha (Cabine Celular), digo que Carlos Saldanha – sem parentesco com o Maurício, eu acho – deixou de ser frio com seu A Era do Gelo (que pra mim deveria ter ficado no primeiro) e colocou um pouco de calor no seu novo filme, Rio. Em todos os sentidos, seja nas cores, no clima, na paisagem, seja no amor, na paixão, na amizade e no calor de seus novos e queridos personagens. Rio se mostrou uma grande surpresa, e nada melhor que uma surpresa boa.

A trama pode até ser um pouco clichê se você analisar friamente, um animal é capturado em seu habitat, espécie em extinção… personagens secundários que permeiam todos os filmes desse tipo. Mas tudo acaba quando se trata de um diretor brasileiro – carioca – fazer tudo isso se passar no Brasil. Nunca tinha visto o Brasil ser mostrado de forma tão bonita e verdadeira no cinema, muito menos por Hollywood. Tá tudo lá. Como disse também o Maurício, eu me senti em casa, conhecia as referências, conhecia os lugares, a trilha sonora… tudo, tudo lembra o Brasil que eu conheço.

Obviamente, tudo isso num filme para crianças, mostrado de uma forma sutil de uma forma que nós entenderíamos. Para mim, o toque genial foi justamente o calor, uma palavra clichê, mas de maneira alguma de forma ruim ou é algum demérito para o filme. Você consegue ver o conflito do menino da favela, que não tem família, que sabe que fez uma coisa errada. Essa, aliás, é uma das melhores e mais emocionantes cenas do filme.

Só perde para quando Blu – o personagem principal – e você entendem o que Rafael – o tucano – diz com “você deve voar com o seu coração, e não com sua cabeça”. Esso é Brasil. Esse é o calor que eu disse lá em cima. Nós somos um povo muito mais passional do que racional, nós somos um povo que de certa forma é bom, ingênuo, mas bom. Estamos ali representados por Rafael, que ajuda o gringo sem pedir nada em troca, somos os dois passarinhos loucos Nico e Pedro, somos Fernando, o menino da favela e somos também – por que não? – os traficantes de aves, somos Nigel, somos no final das contas o Brasil.

Enfim, acho que Rio será a melhor animação do ano. Grandes chances de estarmos vendo aí o primeiro Oscar brasileiro, já que esse ano a Pixar vem com sua franquia mais fraquinha, Carros. Não vou dissertar sobre as qualidades técnicas do filme, é tudo simplesmente perfeito, e isso é um grande elogio, já que deve ser uma dificuldade tremenda renderizar e fazer penas e mais penas de aves com uma qualidade absurda.

Assisti em 3D – que é ótimo – e dublado. As ressalvas que faço aqui são Rodrigo Santoro (que dubla tanto a versão original, quanto a nossa aqui), essa ressalva eu faço apenas para criticar o quanto a dublagem estragou um filme que eu gostei muito (Enrolados). Luciano Hulk de dublador foi uma coisa horrenda. Dublagem não é algo simples, que basta um figurão qualquer, até porque todo dublador é antes um ator. E Guilherme Briggs, que faz maravilhosamente o vilão Nigel.

Bom, é isso. Não sei se consegui passar direito, mas assista Rio e leia o texto de novo. Você vai entender direitinho o que eu quis dizer.

Nota: 5

(sistema de notas)

***

1 – Sei que disse no texto, que no fim das contas somos um povo bom. Somos sim, tenho que acreditar que somos. O que aconteceu na tragédia do Realengo no mesmo Rio de Janeiro, é uma triste e terrível fatalidade, que não discerne credo, cor, ou nacionalidade.

“Qual é o parasita mais resistente? Uma bactéria? Um vírus? Não. Uma idéia! Resistente e altamente contagiosa. Uma vez que uma idéia se apodera da mente, é quase impossível erradicá-la. Uma idéia que é totalmente formada e compreendida, permanece”

Eu já escrevi um texto uma vez, falando sobre a incapacidade de Hollywood produzir coisas novas, ou seja, sobre a completa falta de criatividade dos cineastas de hoje. Controlados pelos estúdios que por causa do lucro fácil, exploram cada vez mais franquias fracas, e o boom dos reboots e refilmagens.

Uma pena grandes criadores como o Coppola, Scorcese, Peter Bogdanovitch, Warren Beatty, Paul Schrader, Hal Ashby, Towne entre tantos outros tenham se enchido tanto de drogas, bebidas, ilusões e complexos de grandeza absurda. O cinema comercial veio com os tão queridos – muito mais pelos estúdios que pelos amantes do cinema – blockbusters e seus defensores ferrenhos.

Existe um meio termo? Um ponto entre o comercial e o cinema autoral que podem ao mesmo tempo render muita grana e te dar um nó no cérebro? Um cinema onde você não precisa pagar de Cult – filmes Franceses, Iranianos e etc – mas que te faça sentir maluco?

Se depender de Christopher Nolan, existe sim. Eu não preciso apresentar todas as credencias do Nolan, é só ver o que ele fez com o Batman. Sim, mais uma adaptação de quadrinhos, como estamos vendo aos montes. Nolan fez mais do que adaptações, Nolan fez dois ótimos filmes com um dos melhores personagens já criados. Sem contar, que ele nos presenteou com o Coringa mais fantástico que o mundo já viu, seja nos quadrinhos, no cinema ou na televisão.

Daqui pra frente, soltarei trocentos SPOILERS do filme, mas como acredito que você tenha assistido o filme, eu vou em frente. E se você não assistiu você é um maluco do caralho.

A trama de Inception é teoricamente simples, afinal, teoricamente é um filme sobre um “roubo”. Um cara, precisa montar uma equipe para fazer um grande “assalto”, salvar a sua vida e encontrar a sua redenção para poder voltar para casa e para seus filhos. A diferença dessa trama, é que na verdade não é um roubo… eles querem na verdade é entrar em 3 camadas do subconsciente de um empresário para implantar uma idéia. Essa, no caso, é apenas uma das duas ou três tramas do filme. A segunda, é um drama, que faz uma reflexão sobre o passado que cada um guarda no seu subconsciente e os fantasmas que nós mantemos dentro de nossas cabeças.

A terceira, na minha opinião, é saber se a PORRA do pião cai ou não. Se é que você me entende.

Antes de continuar, quero que tenham em mente que eu sou apenas um amante do cinema que depois de ver o filme e ler algumas teorias, formulei a minha opinião sobre o filme.

O filme, contando apenas como o plot de assalto é simplesmente genial. Perfeito até. Porra, entrar num sonho, dentro de um sonho, dentro de outro sonho para implantar uma idéia em um empresário (concorrente do contratante do roubo) para que ele divida a herança do pai é fantástica. E a forma como é conduzida deixa o espectador alucinado.

Isso porque o filme – assim como os sonhos – tem várias camadas. Cobb (Leonardo Di Caprio) tem que se livrar do seu fantasma, Mal (Marion Cotillard) que está presente na sua mente e tenta atrapalhar todos os seus planos.

Nesses dois casos, eu não vou me aprofundar muito. Se você viu o filme (e espero que tenha visto) esses dois plots são fáceis de entender. E eu não quero ficar apenas babando o ovo do Nolan dizendo como tal cena é genial.

É no terceiro plot, que nós definitivamente temos nossas cabeças dilaceradas: Era um sonho o tempo todo? Era um sonho de tal parte até o fim? Era real? Aliás, como é bom ver um filme em que você – e aparentemente a sala inteira – está tão imerso dentro da história que você simplesmente grita de loucura no fim do filme.

Eu, depois de pensar bastante sobre o filme, acreditei mais que ele ainda estava sonhando. Por um motivo: os filhos. Os filhos estavam com a mesma idade, com a mesma roupa, e do mesmo jeito que na memória dele. Mas depois que eu li esse post absurdamente genial do blog Saindo da Matrix, eu tive certeza. Outros pontos, que me incomodaram, mas não ao ponto de não gostar do filme, se explicam com essa teoria.

Como Nolan sendo tão genial, tendo uma atriz fantástica (Ellen Page), cria uma personagem tão estranha, aparentemente sem motivação e que você estranha como ela está sempre peitando o Cobb que deveria ser fodão e tudo mais? Lembre que a personagem, Ariadhne, foi indicada por ninguém menos que Miles (Michael Caine) para ser a Arquiteta dos sonhos no grupo de Cobb.

A teoria é de que Miles é o grande manipulador. Ele irá colocar seu plano em prática juntamente com o plano da inserção na mente de Fischer (Cilian Murphy), repare que para a inserção ser feita é preciso de um estado mental que facilite a aceitação da idéia. Cobb diz a Miles que ele quer alguém para ser o arquiteto porque ele tem uma chance de limpar sua ficha e rever seus filhos, netos de Miles que é pai de Mal, ex-mulher de Cobb.

Repare, que além de Ariadne, coloborar tão facilmente, depois da viagem a África, você nunca mais vê o pião caindo, você o vê girando, mas nunca caindo. A teoria diz que além de Miles e Ariadne, Saito também faz parte do grande plano de Miles para a “cura” de Cobb. Ariadne é juntamente com Cobb a personagem mais importante do filme, é ela quem empurra Cobb o tempo todo. É ela quem o faz confrontar o seu pesadelo e se libertar, mesmo quando ele desiste, ela sempre tem a solução.

O pião, caindo ou não, na verdade não interessa. Cobb encontra sua redenção e retorna para os filhos. O sonho se concretiza. Eu me recuso a acreditar que Nolan tenha passado 10 anos escrevendo esse roteiro para que tivesse as falhas que muitos falam.

O que interessa na verdade, é o que disse um rapaz que comentou no Cabine Celular (isso está no post do Saindo na Matrix e tem tudo a ver com o que eu disse no início do post), “eu não sei qual é o final, mas dane-se, eu SENTI o filme! Eu não quero saber, eu quero sentir o filme. É assim que funciona nossa mente”.

Leiam o post sobre A Origem no Saindo da Matrix, explica de verdade a teoria que eu tentei resumir aqui.

Há muito tempo eu não via um filme tão original, tão genial e que mexesse tanto com a minha cabeça. Que história foda. Cinema é emoção, pura emoção, e nisso A Origem é um filme perfeito.

Além da direção e do roteiro sensacional, deve-se comentar as atuações brilhantes de Leonardo Di Caprio e Joseph Gordon-Levitt. E claro, a trilha sonora que te deixa arrepiado.

***

1 – Só para lembrar que IN NOLAN WE TRUST!

2 – Ouçam episódios de A Origem dos podcasts Matando Robôs Gigantes e do Nerdcast. É bom ouvir outras opiniões também.

3 – Eu estou sonhando?

Alô Fábio Baldino (vulgo @fbaldino), chupa essa!

Depois dessa mensagem carinhosa a um leitor incrédulo eu volto a falar de cinema no blog. O que eu pretendo fazer mais vezes daqui pra frente. E volto chutando bundas.

Kick Ass é mais uma das trocentas adaptações de quadrinhos que vem acontecendo de uns tempos pra cá, e que vem dando certo. O quadrinho, criado por Mark Millar (roteiro) e John Romita Jr (desenhos) [vai ganhar uma resenha aqui já já] em 2008, foi distribuído por um selo da Marvel Comics, e rapidamente virou filme. Filme esse que – assim como a própria revista – foi rodado de forma independente em 2009, e lançado esse ano.

Ainda bem. Porque a parada é violenta e é chocante ver uma garotinha de 11 anos cortando membros e matando bandidos a torto e a direita.

E se o filme é violento, nem queira saber dos quadrinhos. Alí o nível triplica. Mas eu estou aqui para falar do filme e do que eu achei dele.

Vamos lá.

Kick Ass parte de uma premissa muito simples: “Por que diabos até hoje ninguém nunca vestiu uma roupa de borracha e saiu por aí descendo o cacete em bandidos?” E é exatamente a partir dessa pergunta que Dave Liasjfhjanekinsky digo, Lizewski resolve ser o cara a fazer essa idiotice. Dave é um adolescente comum que passou a vida toda lendo histórias em quadrinhos, sendo assim, ele compra uma roupa de mergulho no eBay e resolve combater o crime.

O problema de Dave Sputnicky é só um. Ele vive no mundo real.

E quando você se veste feito um palhaço e parte para brigar com nego “armado e perigoso”, apenas uma coisa pode acontecer com você. Você vai se ferrar bonito.

Após se tornar KickAss, Dave acaba se metendo em altas confusões com a galerinha da pesada.

O filme superou todas minhas expectativas. E ainda bem que eu vi o filme antes de ler os quadrinhos. A melhor definição que eu encontrei sobre KickAss: O Encontro de Superbad com Kill Bill. E o filme é isso.

Começa como um filme de adolescentes americanos, nerd no colégio, louco pela mais gostosa da sala, vira “super-herói” e… bem, é aqui que as coisas começam a ser um pouco diferentes. Na primeira vez que Dave vai enfrentar bandidos de verdade, ele toma porrada pra caramba, é esfaqueado e depois atropelado.

Parando com os spoilers por aqui, Kick Ass surpreende pela violência, humor e originalidade da história. Isso sem contar a garotinha aí da foto, que assim como nos quadrinhos ROUBA totalmente a cena. Chloe Moretz mais uma vez fantástica numa atuação perfeita. Ela me fez acreditar que uma garotinha de 11 anos pode chutar bundas bonito por aí. Ela é demais, mas os outros atores não ficam para trás. Nicolas Cage finalmente fez um papel que lhe cabia, o garoto Aaron Johnson não comprometeu – não achei nada demais, mas é um bom ator, tanto que foi cotado para ser o novo Homem-Aranha nos cinemas -, McLovin não me convenceu como mini-vilão, o que nem chega a ser surpresa… porra.. é o McLovin.

De qualquer forma, Mark Strong faz o vilãozão perfeitamente. As duas cenas da bazuca são brilhantes, de você pedir para pausar o filme e poder rir. Na parte técnica o filme é quase perfeito também, direção, fotografia, efeitos.

Sobre o roteiro, tenho algumas coisas para falar. Apesar de começar a ser rodado como independente e tudo mais, o roteiro é beeem hollywoodiano, o que nem sempre é ruim. Não vou dar spoilers, mas digo que achei as mudanças feitas em relação à revista foram ótimas, aquelas que tratam da história central. As pequenas mudanças é que poderiam ser descartadas.

Enfim, KickAss é um filme que cumpre muito bem sua proposta de divertir o público. Filme mais divertido do ano, de longe. E como eu gosto de violência e quadrinhos, é perfeito.

Nota 7 para Kick Ass.

(Não sei porque, mas decidi que a escala de notas aqui nos reviews será de 0 a 7, sendo 0 “Eu diria para você assistir Super Pop ao invés desse filme” e 7 sendo “CORREPROCINEMASEUMALUCO!”)

***

1 – Site oficial do filme

2 – Trailer

3 – No próximo post da seção de quadrinhos eu falarei sobre a Graphic Novel. =D

robertocarlos

A primeira coisa que eu queria dizer é que sempre quis fazer essa seção de sessão de cinema no blog. Mas nunca fiz. Sei que já falamos sobre cinema aqui, mas até hoje não tínhamos uma seção própria para isso.

A segunda coisa, é do orgulho que eu tenho de estrear a seção falando desse cara aí ó. Roberto Carlos Ramos. Muita gente já ouviu falar dele, mas o principal é que muita gente já ouviu as histórias dele. A primeira vez que ouvi falar nele, foi na primeira entrevista que ele deu no Jô. Eu era novo, e me emocionei pra caramba com a história de vida dele e morri de rir dele contando.

Para você ter noção de como esse cara aí é incrível, estréia hoje nos cinemas de todo o Brasil o filme sobre a vida de Roberto Carlos de Ramos. O filme se chama O Contador de Histórias.Veja o trailer logo abaixo.

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Me dá mais orgulho ainda, por esse post ter sido uma sugestão do Leornardo Sacco do Blog do Governo de Minas Gerais, mais precisamente da coluna Orgulho de Minas – vale a pena visitar a coluna. Gostei tanto da idéia, e de com o maior prazer não só fazer um post para divulgar o filme, como também assistí-lo e fazer uma resenha aqui, que vou reproduzir o texto do pessoal do Blog do Governo de Minas sobre o filme.

De tanto contar sua história, Roberto Carlos Ramos teve sua vida retratada na telona no filme O Contador de Histórias que estreia dia 7  de agosto.

Tentar contar a história de Roberto Carlos Ramos é quase uma ousadia. Ele, um verdadeiro contador de histórias, mudou sua vida quando começou a compartilhar com as pessoas suas aventuras e desafios. A primeira a ouvi-lo foi a francesa Margherit Duvas, que o conheçou na Febem de Belo Horizonte, com 13 anos. A história que ela ouviu começava com um menino soltador de pipa, nascido numa favela da capital, caçula de 12 irmãos, que foi levado para a Febem aos 6 anos pela mãe, que acreditava estar dando uma vida melhor ao filho. E que naquela idade, já havia fugido mais 100 vezes da instituição, tinha sido violentado, havia cheirado cola, fumado maconha, roubado, vivido na rua etc.

O pequeno Roberto, com muita resistência de sua parte e persistência de Margherit, acabou aceitando conviver e compartilhar sua história com aquela moça de sotaque estranho. Ali nasceu uma relação de amor, de mãe e filho. Roberto acabou adotado pela francesa e foi morar na Europa onde completou seus estudos. Formado, ele voltou ao Brasil e foi estagiar na mesma Febem. Reencontrou a mãe, ajudou os irmãos e começou a contar sua história em palestras pelo país, sempre com um sorriso no rosto. “Minha mãe francesa me ensinou que poderia ser ordinário ou extraordinário. Esse extra faria toda a diferença. Eu tinha passado por dificuldades, mas estava ali formado e vivendo uma boa vida. Podia optar por contar minha história chorando ou distribuindo lenços.”

Sua história, que já é quase um roteiro pronto para o cinema, ganha as telonas no dia 7 de agosto, no filme O Contador de Histórias do diretor Luiz Villaça. “Luiz estava lendo um dos meus livros para o filho e acabou lendo a minha história e me procurou. Primeiro fiquei preocupado, eles vão contar a minha história? Ela é minha!”, diverte-se. “Começamos a conversar e trabalhar. Foram sete anos até a conclusão do filme”, lembra ele, que mesmo sendo o narrador do filme, só teve permissão de vê-lo depois de pronto.

Na obra, os personagens que interpretam Roberto aos 7, 13 e 18 anos são crianças e jovens da periferia de Belo Horizonte selecionadas especialmente para o filme. Marco Antônio Ribeiro dos Santos, Paulo Henrique Cândido Mendes e Cleiton dos Santos respectivamente. Os três dividiram o prêmio de melhor ator no primeiro festival em que o filme foi exibido, em Paulínia, no interior de São Paulo.

Hoje, com 43 anos, 13 filhos (adotados em idade tardia, quando ninguém mais se interessa, como faz questão de ressaltar), Roberto vive em Ibirité, é autor de livros infantis e continua a contar histórias em palestras pelo mundo, com o mesmo bom humor. “Estou contribuindo com o  melhor que faço para ajudar a mudar a realidade a minha volta.”

Garanto que você ficou no mínimo curioso para conhecer mais sobre Roberto Carlos Ramos e também para ver o filme. O trailer já é impagável, das melhores cenas de roubo a banco que eu já vi. Eu conheço a história e sempre que ouvia a história pensava em como isso daria um bom filme. E deve ter dado, porque vale a pena. Roberto é um brasileiro, um mineiro, um belo horizontino, vencedor. Como tantos outros que temos por aqui.

Tenho certeza que vou começar o post da resenha parafraseando o próprio Roberto quando garoto: Puta que na merda! Que filme! Que história!

***

1 – Siga o Blog do Governo de Minas no Twitter – @governomg

2 – Vale a pena ver o belo – belo layout e belo conteúdo – do Blog do Governo de Minas

3 – Lembra daquela campanha O Melhor do Brasil é o Brasileiro? Veja o comercial que fala do Roberto Carlos Ramos.

Depois de quase 2 meses voltamos com a série de posts das Coisas Que Marcaram Minha Infância e dessa vez é um dos melhores e que eu mais queria fazer: FILMES. Sabe aqueles filmes… é aqueles que formaram seu caráter, que fizeram você sair pulando como louco na sala da sua mãe, deixando ela mais louca ainda. Aqueles filmes que fizeram você querer brigar na escola para dar seus golpes favoritos. Aqueles que você assistiu 80 vezes e ninguém mais aguentava ver você vidrado em frente a TV. Pois é, tenho certeza que você vai encontrá-los neste post.

Antes disso, confira os outros posts da série Coisas Que Marcaram Minha Infância

- Jogos de Super Nintendo

- Músicas

- Edição Especial Dia das Crianças

- Brinquedos, Jogos de Tabuleiro e Coisas do Tipo

Hoje o post é mais do que especial, já que foi feito por mim e por um convidado muito especial, o maior ativista gay de Belo Horizonte Rafa Barbosa do blog.. RafaBarbosa.com (mais original e criativo impossível não?). Pois bem, a idéia inicial era de fazer a lista de 6 filmes… vimos que era impossível e passamos para 8 filmes. Falhamos. Então são 10! Filmes inesquecíveis que marcaram a infância de todo mundo. Tenho certeza.

E sim! Um monte de filme ficou de fora. Ou você esperava que nós fizessemos a lista dos 89 filmes que marcaram nossa infância? (Pedro)

Não dá pra falar de infância sem citar aqueles filmes que a gente sempre fazia questão de assistir na Sessão da Tarde ou no Cinema em Casa. Era uma época mágica. As nossas únicas preocupações eram se concentrar em fazer o para-casa, jogar vídeo-game e ver TV. Bons tempos aqueles.

E por falar em Sessão da Tarde e Cinema em casa, é claro que teriam aqueles filmes especiais que marcaram a nossa infância. E pode acreditar, não são poucos. Mas eu e o homossexual do Pedro vamos falar sobre os filmes que temos mais carinho. Aqueles cujo nosso caráter não seria o mesmo sem a sua influência direta.

Portanto, se você nasceu nos anos 80, cresceu nos anos 90 e hoje em dia acha que todas as refilmagens são uma bosta, sente-se confortavelmente em sua cadeira, pegue o seu baldinho de pipoca e relembre com a gente aqueles filmes clássicos que fizeram parte da infância de todos nós, marmanjos com seus vinte e poucos anos. (Rafa)

Goonies – Rafa Barbosa

goonies

Esse é sem dúvida alguma o filme que mais marcou a minha infância. Sabe aquela aventura que você sente uma vontade enorme de fazer parte? Então. A primeira vez que assisti a esse filme, minha reação imediata quando os créditos começaram a subir foi correr para pegar a minha bicicleta e sair atrás de um mapa do tesouro.

Na época eu estava no sítio da avó do meu vizinho. Ou seja, as possibilidades eram reais (pelo menos na minha cabeça e na dele) e então fizemos isso. Saímos andando de bicicleta pela propriedade procurando alguma entrada secreta que nos levasse a alguma aventura fantástica. Infelizmente isso não aconteceu.

Desse dia em diante, aqueles nomes nunca saíram da minha lembrança: Gordo, Bocão, Mikey, Dado, Stef, Andy e é claro, o símbolo desse filme, Sloth Fratelli.

Não sei vocês, mas Goonies definitivamente moldou o meu caráter. Aquele sim foi um filme de aventura.

Conta Comigo – Pedro Turambar

conta comigo

Esse é o típico filme que você sempre viu, e sempre quer ver denovo. Apesar de quase nunca lembrar o nome dele, você nunca se esqueceu. Mas conhecido como o filme dos 4 garotos que vão atrás do corpo de outro garoto morto. O filme é marcante por vários motivos, um deles é pela aventura sem tamanho de sair junto com mais três cara para ver o corpo de um garoto da sua idade.

Que garoto nunca quis fazer uma coisa assim? Conta Comigo foi um dos filmes que mais marcou a minha infância, pela aventura, pela amizade e principalmente pelas histórias dos garotos. A história não poderia ser de ninguém menos do que Stephen King, o grande mestre – É uma das histórias do ótimo livro Quatro Estações.

O melhor de tudo é que o final é o pior, justamente porque a aventura acaba. Durante toda minha vida eu quis desviar do trem. E é claro, tenho pavor só de pensar em sanguessugas no meu saco.

**UPDATE** – Assim como Karate Kid, Conta Comigo também está no Youtube, divido em partes. Veja a primeira parte aqui e vá seguindo.

Rambo – Rafa Barbosa

rambo

Não importa se é Rambo – Programado para Matar, Rambo II – A missão ou Rambo III. O que importa é que a história do exército de um homem só sempre fez parte dos filmes da sessão da tarde. Mas, em especial, o que mais me empolgava era Rambo.

Sabe aquele cara que você olha e admira. Aquela admiração do tipo “Caralho, que cara foda. Quero ser ele quando crescer”? Eu ficava exatamente assim quando via John Rambo em ação.

A idolatria era tamanha que eu não sosseguei enquanto minha mãe não me deu a faixa vermelha e faca do Rambo. De plástico, mas ainda sim uma perfeita e precisa arma letal. E pra coroar, meu primo me deu “o relógio do Rambo” com cronômetro, bússola e pulseira camuflada. Eu estava pronto para a guerra.

Não preciso nem dizer que foi tremendamente emocionante assistir Rambo IV, né? Um dos meus maiores ídolos da infância ali, vinte anos depois em plena forma e ainda sim uma máquina de matar como nenhuma outra.

Eu só não saí matando ninguém, mas Rambo foi mais um dos filmes que marcaram a minha infância.

Duro de Matar – Pedro Turambar

durodematar

Antes de qualquer coisa eu gostaria de dizer… Yippie-Kay-Yay MOTHERFUCKER! Duro de matar não marcou apenas a minha infância, marcou também pela vontade dos meu familiares me matarem. Imagine o que é ter em casa um garoto de 8 anos de idade gritando Yippie-Kay-Yay Motherfucker o dia inteiro. “Pedrinho meu filho, como foi a escola?” “Foi Yipikaiei módefoque, mãe”, “Pedro vai dormir anda!” “´Tá bom… Yipikaiei módefoque”.

Tudo, absolutamente tudo que saia da minha boca terminava com essa frase. Meus heróis na infância? Meu pai, John McClane, Han Solo e Axel Foley. Com orgulho. Eles deram sorte que quando eu vi o primeiro, já tinham lançado os 3, se não seriam três fases de Yippie-Kay-Yay e ninguém iria aguentar.

Duro de Matar me marcou tanto, que toda vez que eu brincava com meus comandos em ação, ou eu imaginava que era um policial ou qualquer coisa, sempre tinha aquela parte em que eu pisava em cacos de vidro, deixava um rastro de sangue e depois retirava caquinho por caquinho do pé. Nunca soube da onde eu tirei isso. =D

Karate Kid – Rafa Barbosa

karate kid

Ah a história de superação. Do carinha franzino que apanha de todo mundo e no final enfia o pé na cara de todo mundo. Quem aqui nunca viu a história de Daniel LaRusso e o seu insuperável mestre Sr. Miyagi?

Todo mundo já foi o Daniel LaRusso pelo menos uma vez na vida. O cara que todo mundo tirava uma onda, batia e ainda zoava com a cara. Mas aí ele conhece um velho com “certas habilidades” que o transformariam em um dos maiores karatecas do mundo.

Cenas marcantes como o a surra para os alunos da Cobra Kai vestidos de caveira, as técnicas infalíveis para encerar um carro e limpar um chão e, por fim, a cena mais clássica de todas: o chute da garça acertando em cheio o nariz de Johnny Lawrence.

Pooorra! Sensacional. Não tem um sentimento maior de Win do que esse. É o tipo de história que, ao final da projeção, o Daniel LaRusso pode sentar e falar: Epic Win!

Com esse filme eu aprendi uma coisa: só devo lutar no tatami. Por isso eu não ando por aí demonstrando meus dotes marciais.

Para entender melhor o que eu estou falando, apenas clique e aprenda

Um Tira da Pesada – Pedro Turambar

umtiradapesada

Antes de qualquer coisa, clique neste link. Então, agora que você está no clima, vamos falar de Um Tira da Pesada… ei, pare de rir… foco.. vamos lá, eu sei que é difícil, mas você está lendo um texto, segure o riso só um pouquinho. Axel Foley o homem, o mito, a lenda.

Antes de falar dos filmes, tenho que dizer que Eddie Murphy é um ídolo pra vida toda. Ele simplesmente estava uma vez por semana na sessão da tarde com milhares de outros filmes marcantes. Existem rumores de que Um Tira da Pesada 4 será feito. Só digo que estarei lá, na estréia, e terei 9 anos de idade denovo.

As coisas que mais me marcaram, é que o maldito nunca estava na jurisdição dele – idêntico a Duro de Matar-, e sim naquela época eu aprendi o que era a jurisdição policial. Além das trabalhadas e das armações incríveis que ele fazia, os filmes eram mais engraçados que qualquer coisa. Eu ainda choro de rir das cenas em que “Akwel” se encontra com o incrível brilhoso Serj. Lágrimas correm só de lembrar.

A cena mais épica para mim é quando Axel vai usar aquela arma espalhafatosa no terceiro filme, e ao invés de atirar toca música, solta fumaça… Axel Foley sempre vai ser o policial mais divertido da história do cinema.

Indiana Jones – Pedro Turambar

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Eu contei isso para poucas pessoas, mas Publicidade foi a minha segunda escolha de carreira. Na verdade, a terceira… mas eu logo descartei ser um policial de Nova York ou de Detroit. Eu queria porque queria ser Arqueólogo. Sério. Pô, eu gostava de história, geografia e era aficcionadoapaixonadomalucopelamordedeus com Indiana Jones.

Olha, quantos domingos eu não passei assistindo A Última Cruzada, com a familia toda. Meu pai vibrava, minha mãe adorava, eu e meus irmãos não desgrudavamos o olho da televisão. Durante muito, mas MUITO tempo, eu sempre pedia de natal/aniversário/páscoa/diadascrianças/semanasanta/quaresma uma jaqueta de couro, um chapéu e claro, um chicote igual do indiana.

A jaqueta eu até ganhei, mas minha mãe barrou o chapéu e o chicote. Indiana foi um que rendeu anos e anos de história épicas com meus comandos em ação. Sem contar o que eu aprendi de história, cultura e conhecimentos gerais vendo os filmes. E obviamente eu não podia deixar de linkar esta cena.

Rocky – Rafa Barbosa

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Você reconhece o filme só pela música de introdução. Quando as primeiras notas de Gonna Fly Now começam, você sabe que está prestes a assistir a história de um campeão. De um cara foda. De um cara que você jamais será igual, mas ainda sim o admira pra caralho.

Estamos falando do Garanhão Italiano – The Italian Stallion – Rocky Balboa. O “cobrador” da máfia que se tornou o maior boxeador da história. Mohamed Ali? Evander Holyfield? Não são nada perto de Balboa.

Vai dizer que você não torceu por ele em cada minuto durante a primeira luta contra Apollo Creed? Na revanche então nem se fala. E depois a surra épica para Clubber Lang ou então o trágico fim de Apollo e o famoso discurso pela união entre “América e URSS”? O quinto filme a gente ignora, mas a surra no Tommy Gunn é memorável.

E aí, em 2006, o cara vai e ME presenteia com um novo filme de Rocky Balboa. Sim, pois essa foi a minha sensação. Stallone fez esse filme pra mim. Da mesma forma que você acredita que ele fez esse filme pra você.

Temos uma história com esse cara. Uma história que começou bem antes de nascermos, lá nos anos 70. E de repente, sabendo que quem cresceu assistindo esses filmes hoje em dia são em sua maioria adultos, nos presenteia com o bom e velho estilo Rocky Balboa de ser.

Sem esquecer que o tempo passou. Vai dizer que não foi lindo ver um senhor de 60 anos de idade surrando um boxeadorzinho metido a fodão? Olho do Tigre! Nunca fez um Cooper tocando Eye of the Tiger na cabeça não? Pois eu já e acredite, você se empolga completamente.

A sensação que eu tenho é de que esses caras nos ensinam tudo o que precisamos para sermos bons adultos. Nos ensinam a brigar, nos ensinam a combater terroristas, nos ensinam praticamente tudo sobre a vida. E é por isso que eles são marcos para nós.

Star Wars – Pedro Turambar

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A lista foi feita em dupla, e nos 8 primeiros filmes da lista eu e o Rafa colocamos juntos e concordamos em todos. Os últimos dois ficaram a escolha de cada um. Eu jamais faria qualquer lista falando de cinema sem citar Star Wars, jamais! Assim como nos maiores personagem de cinema eu coloquei Darth Vader em primeiro lugar.

Eu tinha exatamente 10 anos de idade quando meu irmão Mateus – sempre ele – falava de um tal de Guerra nas Estrelas pra cima e pra baixo. Até que um dia ele alugou a triologia – a clássica, por favor – e com o uso de sua inteligência moleque, sua malemolência, ele gravou os três filmes em apenas uma fita VHS. Duas horas para cada filme certinho, 6 horas gravadas em EP na fita. Graças a nossa saudosa câmera filmadora.

Aquilo para mim e para meu irmão era o tesouro mais valioso que tínhamos. Sério mesmo, eu dava meus comandos em ação mas não deixava a fita de lado. TODA SEMANA, eu e ele fazíamos a seção Guerra nas Estrelas, o que deixava meus pais malucos. Quem não gosta não entende, nem nunca vai entender a paixão e a fascinação que SW causa nos fãs. Porra, você queria o que? Poderes especiais, naves espaciais, guerras intergaláticas e é claro ESPADAS LASER! Que criança não ficaria maluca? E Darth Vader então?

Toda vez que vejo a triologia clássica eu me sinto denovo aquele menino de 10 anos que ficava 6 horas em outro mundo, com os olhos brilhando vendo uma das obras artísticas mais fantásticas de todos os tempos. A cara… como eu fui uma criança feliz!

Curtindo a Vida Adoidado – Rafa Barbosa

curtindoavidaadoidado

Da mesma forma que Português e Matemática são matérias básicas da escola, Curtindo a Vida Adoidado é bibliografia básica da vida. Tudo o que você precisa saber sobre se divertir, a não perder tempo e aproveitar o que de melhor à vida pode oferecer, você aprende com Ferris Bueller.

Ferris Bueller é um cara que te inspira. Você não quer ser o cara, você quer ser apenas como ele. Você quer apenas tirar um dia de férias durante o ano letivo, pegar a sua namorada e seu melhor amigo e aproveitar tudo aquilo que tem direito.

Desde almoçar em um restaurante caro, andar de Ferrari até cantar em pleno desfile no meio da cidade lotada. E tudo isso sem se preocupar com as conseqüências. Apenas se divertir com seus amigos.

John Hughes fez filmes que marcaram toda uma geração. Inclusive a minha, que pegou esses filmes bem depois, quase dez anos após o lançamento. O cara conseguiu captar toda a essência dos jovens e transformar em dois roteiros de filmes que são essenciais para qualquer pessoa: Curtindo a Vida Adoidado e Clube dos Cinco.

Curtindo a Vida Adoidado está aqui na minha lista pelo simples motivo de que é insuperável, de longe, a melhor comédia adolescente já feita. O mais próximo dele que vi recentemente foi SuperBad. Mas a história de Ferris Bueller continuará sendo insuperável. Pelo menos pra mim.

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Olha, sinceramente nós esperamos que você tenha se divertido tanto quanto nós nos divertimos fazendo esse post maravilhoso. Maravilhoso não por ser uma lista de filmes, não porque foi eu e o Rafa, não porque é meu blog… maravilhoso pelos momentos inesquecíveis que eu tive vendo milhares de vezes todos esses filmes.

Maravilhoso pelo fato de no MSN não saber qual era a criança mais feliz escrevendo. Há muito tempo não tinha uma conversa tão animada, só para você tentar entender um pouco o que tudo isso representa para nós.

Me chamem de nostálgico, de sonhador… sou mesmo. E um post desse, falando sobre tudo isso, é como rever as aulas de cultura, caráter, amor por minha família. Porra, não é todo dia que você se lembra de vários momentos de pura felicidade e êxtase numa tacada só. (Pedro)

A cada palavra digitada sobre os filmes acima, a vontade de correr e baixar só aumentava. Sim, baixar, porque dificilmente encontraria alguns deles na locadora do bairro que hoje estão repletas de Camp Rocks, Crepúsculos e High School Musical’s da vida.

São filmes que não importa quantas vezes assistimos, a emoção é a mesma. Quem vê de fora enxerga um Pedro e um Rafael velhos, barbudos e gordinhos em frente a TV ou computador. Mas só a gente sabe que naquele momento não somos adultos, e sim aquelas duas crianças de 15 anos atrás se divertindo ao rever as aventuras daqueles caras que nos moldaram a ser o que somos hoje.

Sim, porque eu, pelo menos, aprendi muito mais com todos esses personagens do que os meus professores poderiam me ensinar.

Nostalgia? Sim, por favor. Se não pudermos lembrar do que marcou a nossa infância, então que graça tem ser adulto?

Espero que gostem dessa pequena listinha que friso em dizer, é completamente pessoal. Não é um Top nada, são apenas os filmes que marcaram a nossa infância. (Rafa)

Depois de tudo isso só posso dizer uma coisa: OBRIGADO Harrison Ford, Sylvester Stallone, George Lucas, Matthew Broderick, Steven Spilberg, Stephen King, Bruce Willys, Eddie Murphy… caras, OBRIGADO MESMO! (Pedro e Rafa)

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1 – Num post como esse, eu sou obrigado a linkar o blog que inspirou a seção. Quem Matou a Tangerina? Do sensacional Fred Fagundes, culpado também de ser um eterno nostálgico.

2 – Agradeço imensamente ao Rafa Barbosa pela ajuda e por dividir comigo os momentos de criança feliz.

3 – Não tem nada a ver com o post, mas o recém lançado blog A Melhor das Intenções merece demais uma citação. Ótimo tema e texto das meninas: @camillaconde, @lucianasabbag e @pripoashampoo

4 – Esse, na minha humilde opinião, é de longe o melhor post que este blog já viu.


Optimus Prime e Megatron

Transformers é o melhor filme do ano até aqui. Sem dúvida alguem, nem o aranha, nem jack sparrow, mto menos shrek. os mega robôs da Hasbro engoliram todos eles.

Mto bom o filme…a atuação de Shia LaBeouf (Sam – personagem principal), é um show a parte.
engraçadissimo.

Sensacional a parte em que a mãe pergunta pra ele se ele estava “espancando o palhaço” ahuahuauhhuauhauhahuauh

vale a pena ver.

*créditos das fotos: —> http://www.omelete.com.br


**** [PÓS-REBOOT] ****

Porra! Aí sim em!?

Poucas vezes li um review de um filme tão conciso, tão coeso, tão sucinto e inteligente.

#NOT

A única coisa boa de revisitar esses posts são as risadas e poder ver o tanto que eu sou outra pessoa. Como assim eu dava crédito pra imagem?!?

Editado dia 4/10/2011