Ahhhh como é bom estar em Casa! Com cê maiúsculo para ilustrar que estou em casa de verdade. Em Monlevade, com o singelo objetivo de fazer o que eu chamo de “monlevadiar”. Estou aqui com o computador na mesa de jantar enquanto meu pai e Mateus assistem a um documentário no History Channel sobre o Código Da Vinci.

O que nos traz a esse post, sobre o mais novo livro de Dan Brown: O Símbolo Perdido. Que eu li já faz um tempo e fiquei de postar minhas opiniões – não só do livro, mas do autor também – aqui no blog.

Então, vamos a elas.


Eu fiquei sabendo de Dan Brown há muito tempo antes de todo o hype, quando o Código Da Vinci tinha acabado de chegar no Brasil. Mais uma vez influenciado por Mateus – o irmão que é o culpado por tudo que eu leio, escuto e vejo – comprei o livro. Achei a coisa mais foda do mundo.

Porra, eu tinha lá uns 16 ou 17 anos e tava lendo um livro gostoso de ler, cheio de explicações de mitos, teorias de conspiração, um plot sensacional. Fiquei em êxtase. Depois disso, comprei Anjos e Demônio e… já fiquei com um pé atrás com Dan Brown. O livro também era foda, com mais explicações, simbologia e todo aquele circo. Mas… eu descobri o plot na metade do livro.

Aí fui comprar o tal de Fortaleza Digital… e adivinhe, o PLOT ERA A MESMA COISA!!! Porra Dan Brow, publica a porra de uma tese, e não um romance. Desde então, ele virou um grandessíssimo babaca para mim. Nunca li, e nem pretendo ler o outro livro dele, alguma coisa de Impacto.

Outro dia, passando pela Leitura e fazendo a compra do mês, eu vi o novo romance de Dan Brown, O Símbolo Perdido. Mais uma aventura de Robert Langdon e tudo mais, sobre a maçonaria – tinha ouvido falar. Decidi comprar e arriscar.

A estrutura – que aqui pode ser considerada também como o estilo do autor – continua a mesma. É como se ele tivesse escrito as três aventuras de Langdon juntas, logo de cara, eu já esperava o plot mais uma vez idêntico. Se isso acontecesse, eu iria parar de ler e queimaria o livro. É sério.

Alguém – provavelmente seu editor, ou algum fã sensato – disse para ele: “O Dan, na boa cara, é mó legal essa parada de você fazer o leitor achar que o vilão é um cara quando na verdade é aquele outro que você nunca imaginaria, mas porra, DÁ PRA INVENTAR OUTRA COISA?”. Eu pelo menos falaria isso para ele.

Dan Brown resolveu deixar seu lado Agatha Christie de lado e focou no que ele é bom de verdade: descrições, suspense, história, simbologia, aventura e etc. O que foi uma ótima surpresa. Ele é um escritor de blockbusters, e deve escrever assim, porque ele é realmente foda nisso. O Símbolo Perdido, não é um livro primoroso e nem vai ser o melhor livro que você leu na vida, nem entrará no seu top 10.

Mas é um livro divertido, muito interessante se você gosta de história e teorias de conspiração, além de um ótimo passa tempo. É como aquele filme cheio de explosões, tiros, mocinho versus vilão e detetives que você gosta de assistir de vez em quando para desligar um pouco a cabeça.

Eu indico muito o livro se você é daquele leitor, que assim como eu, gosta de ler e ponto. O outro tipo é aquele que paga de Cult lendo livros franceses de duas tiragens tomando um copo de vinho em um bistrô. Você, leitor normal, vai gostar, se divertir e ler como um alucinado até terminar o livro.

Tem coisas fantásticas sobre a arquitetura de Washington e sobre a história da fundação dos Estados Unidos que dá muita vontade de você visitar a capital americana e ir até os locais em que o livro se passa. Principalmente no Capitólio.

***

1 – Vai virar filme em 3… 2… 1..

2 – O próximo post, provavelmente será um texto sem nexo ou sobre quadrinhos. =D

3 – Descobri que o meu combustível para querer escrever aqui é a felicidade, não importa o tempo que eu não tenha. E sim, estou bem feliz.

“Qual é o parasita mais resistente? Uma bactéria? Um vírus? Não. Uma idéia! Resistente e altamente contagiosa. Uma vez que uma idéia se apodera da mente, é quase impossível erradicá-la. Uma idéia que é totalmente formada e compreendida, permanece”

Eu já escrevi um texto uma vez, falando sobre a incapacidade de Hollywood produzir coisas novas, ou seja, sobre a completa falta de criatividade dos cineastas de hoje. Controlados pelos estúdios que por causa do lucro fácil, exploram cada vez mais franquias fracas, e o boom dos reboots e refilmagens.

Uma pena grandes criadores como o Coppola, Scorcese, Peter Bogdanovitch, Warren Beatty, Paul Schrader, Hal Ashby, Towne entre tantos outros tenham se enchido tanto de drogas, bebidas, ilusões e complexos de grandeza absurda. O cinema comercial veio com os tão queridos – muito mais pelos estúdios que pelos amantes do cinema – blockbusters e seus defensores ferrenhos.

Existe um meio termo? Um ponto entre o comercial e o cinema autoral que podem ao mesmo tempo render muita grana e te dar um nó no cérebro? Um cinema onde você não precisa pagar de Cult – filmes Franceses, Iranianos e etc – mas que te faça sentir maluco?

Se depender de Christopher Nolan, existe sim. Eu não preciso apresentar todas as credencias do Nolan, é só ver o que ele fez com o Batman. Sim, mais uma adaptação de quadrinhos, como estamos vendo aos montes. Nolan fez mais do que adaptações, Nolan fez dois ótimos filmes com um dos melhores personagens já criados. Sem contar, que ele nos presenteou com o Coringa mais fantástico que o mundo já viu, seja nos quadrinhos, no cinema ou na televisão.

Daqui pra frente, soltarei trocentos SPOILERS do filme, mas como acredito que você tenha assistido o filme, eu vou em frente. E se você não assistiu você é um maluco do caralho.

A trama de Inception é teoricamente simples, afinal, teoricamente é um filme sobre um “roubo”. Um cara, precisa montar uma equipe para fazer um grande “assalto”, salvar a sua vida e encontrar a sua redenção para poder voltar para casa e para seus filhos. A diferença dessa trama, é que na verdade não é um roubo… eles querem na verdade é entrar em 3 camadas do subconsciente de um empresário para implantar uma idéia. Essa, no caso, é apenas uma das duas ou três tramas do filme. A segunda, é um drama, que faz uma reflexão sobre o passado que cada um guarda no seu subconsciente e os fantasmas que nós mantemos dentro de nossas cabeças.

A terceira, na minha opinião, é saber se a PORRA do pião cai ou não. Se é que você me entende.

Antes de continuar, quero que tenham em mente que eu sou apenas um amante do cinema que depois de ver o filme e ler algumas teorias, formulei a minha opinião sobre o filme.

O filme, contando apenas como o plot de assalto é simplesmente genial. Perfeito até. Porra, entrar num sonho, dentro de um sonho, dentro de outro sonho para implantar uma idéia em um empresário (concorrente do contratante do roubo) para que ele divida a herança do pai é fantástica. E a forma como é conduzida deixa o espectador alucinado.

Isso porque o filme – assim como os sonhos – tem várias camadas. Cobb (Leonardo Di Caprio) tem que se livrar do seu fantasma, Mal (Marion Cotillard) que está presente na sua mente e tenta atrapalhar todos os seus planos.

Nesses dois casos, eu não vou me aprofundar muito. Se você viu o filme (e espero que tenha visto) esses dois plots são fáceis de entender. E eu não quero ficar apenas babando o ovo do Nolan dizendo como tal cena é genial.

É no terceiro plot, que nós definitivamente temos nossas cabeças dilaceradas: Era um sonho o tempo todo? Era um sonho de tal parte até o fim? Era real? Aliás, como é bom ver um filme em que você – e aparentemente a sala inteira – está tão imerso dentro da história que você simplesmente grita de loucura no fim do filme.

Eu, depois de pensar bastante sobre o filme, acreditei mais que ele ainda estava sonhando. Por um motivo: os filhos. Os filhos estavam com a mesma idade, com a mesma roupa, e do mesmo jeito que na memória dele. Mas depois que eu li esse post absurdamente genial do blog Saindo da Matrix, eu tive certeza. Outros pontos, que me incomodaram, mas não ao ponto de não gostar do filme, se explicam com essa teoria.

Como Nolan sendo tão genial, tendo uma atriz fantástica (Ellen Page), cria uma personagem tão estranha, aparentemente sem motivação e que você estranha como ela está sempre peitando o Cobb que deveria ser fodão e tudo mais? Lembre que a personagem, Ariadhne, foi indicada por ninguém menos que Miles (Michael Caine) para ser a Arquiteta dos sonhos no grupo de Cobb.

A teoria é de que Miles é o grande manipulador. Ele irá colocar seu plano em prática juntamente com o plano da inserção na mente de Fischer (Cilian Murphy), repare que para a inserção ser feita é preciso de um estado mental que facilite a aceitação da idéia. Cobb diz a Miles que ele quer alguém para ser o arquiteto porque ele tem uma chance de limpar sua ficha e rever seus filhos, netos de Miles que é pai de Mal, ex-mulher de Cobb.

Repare, que além de Ariadne, coloborar tão facilmente, depois da viagem a África, você nunca mais vê o pião caindo, você o vê girando, mas nunca caindo. A teoria diz que além de Miles e Ariadne, Saito também faz parte do grande plano de Miles para a “cura” de Cobb. Ariadne é juntamente com Cobb a personagem mais importante do filme, é ela quem empurra Cobb o tempo todo. É ela quem o faz confrontar o seu pesadelo e se libertar, mesmo quando ele desiste, ela sempre tem a solução.

O pião, caindo ou não, na verdade não interessa. Cobb encontra sua redenção e retorna para os filhos. O sonho se concretiza. Eu me recuso a acreditar que Nolan tenha passado 10 anos escrevendo esse roteiro para que tivesse as falhas que muitos falam.

O que interessa na verdade, é o que disse um rapaz que comentou no Cabine Celular (isso está no post do Saindo na Matrix e tem tudo a ver com o que eu disse no início do post), “eu não sei qual é o final, mas dane-se, eu SENTI o filme! Eu não quero saber, eu quero sentir o filme. É assim que funciona nossa mente”.

Leiam o post sobre A Origem no Saindo da Matrix, explica de verdade a teoria que eu tentei resumir aqui.

Há muito tempo eu não via um filme tão original, tão genial e que mexesse tanto com a minha cabeça. Que história foda. Cinema é emoção, pura emoção, e nisso A Origem é um filme perfeito.

Além da direção e do roteiro sensacional, deve-se comentar as atuações brilhantes de Leonardo Di Caprio e Joseph Gordon-Levitt. E claro, a trilha sonora que te deixa arrepiado.

***

1 – Só para lembrar que IN NOLAN WE TRUST!

2 – Ouçam episódios de A Origem dos podcasts Matando Robôs Gigantes e do Nerdcast. É bom ouvir outras opiniões também.

3 – Eu estou sonhando?

Como diabos eu tenho um iPad? To nadando no dinheiro? Pagando de nerd gostosão?

Não to pagando de nerd, to pagando conta. To nadando na falta dele. E eu tenho um iPad porque meu irmão tirou férias nos Sazunizos e trouxe para mim. Simples assim. Tenho um gadget extremamente útil para mim e devo muita grana pro meu irmão. Mas isso não impede que eu fale aqui no blog minhas impressões sobre o meu novo brinquedo.

Se você não quer pagar de nerd gostosão, antenado em tecnologia que usa o iPad para mostrar suas fotinhas e para todo mundo pagar pau, se você realmente quer comprar um porque precisa de um, compre. É um investimento fabuloso.

Se você quer fazer tudo isso que eu disse, compre e enfie o iPad na bunda.

É sério. Apesar de toda pagação, e hype em cima do aparelho, ele é extremamente útil. Depende só do que você quer fazer com ele, as dicas aqui vão ser para aqueles que precisam de um computador portátil, para digitar textos, apresentar peças, fazer planilhas, e que gostam de entretenimento.

O iPad tem a função de me ajudar no trabalho e de me divertir. Atenção você reclama que ele não tem isso ou aquilo, e que não roda flash. Compre outra tablet e pare de me encher o saco. Eu comprei o iPad sabendo de tudo que ele tem de ponto negativo, só que os positivos superavam e ponto final.

Com o iPad em mãos descobri três coisas: o iTunes pode ser legal e que maneira de ganhar grana em Seu Jobs? E também descobri que não existe nenhum lugar com boas dicas para aplicativos ou como diabos usar o iPad de forma clara.

Você simplesmente fica louco e sai comprando aplicativos feito retardado. Claro que tem a dificuldade de comprar os mais bacanas que só vendem nas apps lá fora, mas com uma conta no Brasil eu consegui comprar (quase) todos os aplicativos que queria.

Ainda falta descobrir muita coisa e baixar muitos aplicativos e achar tempo para ver filmes. Mas que pra mim, só por me lembrar das minhas tarefas, baixar meus podcasts favoritos, ser leve e eu poder escrever em qualquer lugar e claro, poder ler qualquer quadrinho e livro que eu quiser apenas baixando-o para o aparelho, já é demais.

No próximo post, eu darei algumas dicas de aplicativos e sites para baixar quadrinhos.

***

1 – Se eu tivesse isso durante toda a faculdade, eu não teria nenhum problema em nenhuma matéria

2 – Sim, eu ando com ele na mochila, pego ônibus e o caralho. Morro de medo, mas não faz o menor sentido ter o negócio e deixar em casa.

3 – Eu prometo e eu cumpro. As vezes..

Então… eu prometi aquele tanto de post sobre a copa, comentando as rodadas, o mata-mata e o escambau. Acabou que eu não comentei nada e nem falei o que eu quis sobre a maior e mais emocionante disputa esportiva do mundo. Não fiz nada disso em parte por preguiça, em parte porque passei – neste último mês – gastando todo o meu tempo livre ouvindo outras pessoas falando sobre a copa do mundo.

De certo modo, foi bom não ter falado nada. Porque assim como grande parte dos “especialistas” em futebol, eu iria falar uma quantidade imensurável de besteiras. Uma das coisas que falei, e que meu caro amigo @dougcastanheira fez toda questão de me lembrar foi essa aí em baixo:

Pelo visto, Andrés Iniesta não concorda comigo.

Eu poderia fazer esse texto de várias formas; comentar tecnicamente o mundial, falar sobre a emoção da primeira copa no continente africano, sobre a jaaaaaaabulaaaaaaaaaaaaannnnnnnnnnnnni, as malditas vuvuzelas, as imagens maravilhosas, os fatos marcantes, a emoção das finais, e é claro falar da grande final.

Poderia falar das decepções: Messi, Cristiano Ronaldo, Rooney, Kaká, Eto’o… França e Itália, entre tantos outros. Poderia é claro, falar das maravilhosas surpresas: A seleção da Alemanha, A seleção do Uruguai, Diego Fórlan, Thomas Muller, Mesut Ozil, Luis Suaréz, Wesley Sjneider, A seleção de Gana, Larissa Riquelme, entre tantas outras boas surpresas.

Sobre tudo isso, quero levantar apenas dois pontos cruciais que se cruzam.

Graças aos deuses do futebol o Brasil não foi campeão. Venceu aquela seleção que joga o futebol mais bonito do mundo há pelo menos 2 anos. O que eu quero dizer com isso? Vamos começar pela seleção brasileira.

Dunga e seus anões foram ganhando confiança e arrogância na mesma medida em que fazia jogos patéticos mas ganhava. De fato, ganhou tudo aquilo que não vale nada: Amistosos, Copa América e Copa das Confederações. Olimpíadas (o único título que não temos) e a Copa do Mundo, não ganhamos. Dunga e seus anões se sentiam tão cheios de si, tão certos da vitória e tão nojentos que a maioria ficou chocada, como se perder fosse impossível. Assim como aconteceu com a Holanda hoje, que só parou a Espanha na porrada.

A Holanda tinha mais futebol e mais cabeça que o Brasil. E a Espanha teve mais tudo isso que todas as outras. Bom para o futebol, bom para nossa seleção Dunga ter fracassado. Eu não queria ver a cara de satisfação dele ao ser campeão. O título mundial só iria dar razão a toda insensatez de seu trabalho.

E para terminar o papo sobre a nossa seleção, queria mandar vocês, que beijaram o saco do Dunga no episódio Cagão, à merda. Você que aplaudiu o Dunga, foi o primeiro a chingá-lo poucos dias depois. De fato, foi a única coisa boa que ele fez, não dar prioridade para a Globo. Mas lamber o saco do cara por isso, já é demais.

A Copa do Mundo sempre deixa legados, e não estou falando de estádios. Até porque, veremos daqui há uns 2 anos reportagens mostrando como estarão abandonados os estádios da Copa Africana. Estou falando de tecnologia e é claro, de futebol. Tecnologia… bem, você viu as transmissões dos jogos? Aquela câmera slow é demais, além da Spider-Cam. Tecnologias até antigas, mas que pegaram mesmo nessa copa. Todo mundo vai fazer igual.

E no futebol, bem… acho que todo mundo reparou que não falaram à toa da Espanha. A seleção joga como o melhor time do mundo, o Barcelona que cede sua espinha dorsal à fúria. A crítica que faço a Espanha é a objetividade. Como disse o Mauro Cézar da ESPN, parece que os espanhóis precisam de um documento autenticado em 3 vias liberando-os para chutar para o gol. Iniesta fez isso 2 vezes na final. Como a terceira é a que vale, ele finalmente chutou e fez o bendito gol do título.

Como seria bom se os times jogassem como a Espanha (apenas chutando um pouco mais para o gol). Por favor, copiem o estilo caros técnicos. Façam do futebol aquele jogo que vence de fato o que melhor trata a bola e não o que melhor se defende e vence pelo cansaço.

Agora, senhora Fúria. CHUTA PRO GOL PORRA!

E parabéns pelo título.

***

1 – Ótimo post do Fred Fagundes: 6 Máximas que a Copa da África deixa para o Mundo

2 – Ei Dunga, você viu aquele número 18 da seleção da Espanha. É, aquele tal de Pedro. Aquele garoto de 22 anos que nunca havia sido convocado para a seleção, aquele ali mesmo, dando o toque na bola, como titular na FINAL DA COPA. VIU? SEU MERDA, SEU CAGÃO!

3 – É isso.

Alô Fábio Baldino (vulgo @fbaldino), chupa essa!

Depois dessa mensagem carinhosa a um leitor incrédulo eu volto a falar de cinema no blog. O que eu pretendo fazer mais vezes daqui pra frente. E volto chutando bundas.

Kick Ass é mais uma das trocentas adaptações de quadrinhos que vem acontecendo de uns tempos pra cá, e que vem dando certo. O quadrinho, criado por Mark Millar (roteiro) e John Romita Jr (desenhos) [vai ganhar uma resenha aqui já já] em 2008, foi distribuído por um selo da Marvel Comics, e rapidamente virou filme. Filme esse que – assim como a própria revista – foi rodado de forma independente em 2009, e lançado esse ano.

Ainda bem. Porque a parada é violenta e é chocante ver uma garotinha de 11 anos cortando membros e matando bandidos a torto e a direita.

E se o filme é violento, nem queira saber dos quadrinhos. Alí o nível triplica. Mas eu estou aqui para falar do filme e do que eu achei dele.

Vamos lá.

Kick Ass parte de uma premissa muito simples: “Por que diabos até hoje ninguém nunca vestiu uma roupa de borracha e saiu por aí descendo o cacete em bandidos?” E é exatamente a partir dessa pergunta que Dave Liasjfhjanekinsky digo, Lizewski resolve ser o cara a fazer essa idiotice. Dave é um adolescente comum que passou a vida toda lendo histórias em quadrinhos, sendo assim, ele compra uma roupa de mergulho no eBay e resolve combater o crime.

O problema de Dave Sputnicky é só um. Ele vive no mundo real.

E quando você se veste feito um palhaço e parte para brigar com nego “armado e perigoso”, apenas uma coisa pode acontecer com você. Você vai se ferrar bonito.

Após se tornar KickAss, Dave acaba se metendo em altas confusões com a galerinha da pesada.

O filme superou todas minhas expectativas. E ainda bem que eu vi o filme antes de ler os quadrinhos. A melhor definição que eu encontrei sobre KickAss: O Encontro de Superbad com Kill Bill. E o filme é isso.

Começa como um filme de adolescentes americanos, nerd no colégio, louco pela mais gostosa da sala, vira “super-herói” e… bem, é aqui que as coisas começam a ser um pouco diferentes. Na primeira vez que Dave vai enfrentar bandidos de verdade, ele toma porrada pra caramba, é esfaqueado e depois atropelado.

Parando com os spoilers por aqui, Kick Ass surpreende pela violência, humor e originalidade da história. Isso sem contar a garotinha aí da foto, que assim como nos quadrinhos ROUBA totalmente a cena. Chloe Moretz mais uma vez fantástica numa atuação perfeita. Ela me fez acreditar que uma garotinha de 11 anos pode chutar bundas bonito por aí. Ela é demais, mas os outros atores não ficam para trás. Nicolas Cage finalmente fez um papel que lhe cabia, o garoto Aaron Johnson não comprometeu – não achei nada demais, mas é um bom ator, tanto que foi cotado para ser o novo Homem-Aranha nos cinemas -, McLovin não me convenceu como mini-vilão, o que nem chega a ser surpresa… porra.. é o McLovin.

De qualquer forma, Mark Strong faz o vilãozão perfeitamente. As duas cenas da bazuca são brilhantes, de você pedir para pausar o filme e poder rir. Na parte técnica o filme é quase perfeito também, direção, fotografia, efeitos.

Sobre o roteiro, tenho algumas coisas para falar. Apesar de começar a ser rodado como independente e tudo mais, o roteiro é beeem hollywoodiano, o que nem sempre é ruim. Não vou dar spoilers, mas digo que achei as mudanças feitas em relação à revista foram ótimas, aquelas que tratam da história central. As pequenas mudanças é que poderiam ser descartadas.

Enfim, KickAss é um filme que cumpre muito bem sua proposta de divertir o público. Filme mais divertido do ano, de longe. E como eu gosto de violência e quadrinhos, é perfeito.

Nota 7 para Kick Ass.

(Não sei porque, mas decidi que a escala de notas aqui nos reviews será de 0 a 7, sendo 0 “Eu diria para você assistir Super Pop ao invés desse filme” e 7 sendo “CORREPROCINEMASEUMALUCO!”)

***

1 – Site oficial do filme

2 – Trailer

3 – No próximo post da seção de quadrinhos eu falarei sobre a Graphic Novel. =D

No post de ontem eu disse que iria deixar a outra boa notícia para o próximo post e o post em si é a boa notícia, não só para mim e para você que insiste em ler este blog. A notícia é boa para todas as pessoas que vivem de escrever, escrevem para viver, ou só gostam de digitar besteiras por aí. E na boa, não é nenhum exagero dizer que a ferramenta é uma salvação dos blogs – entenda por blogs, aqueles que produzem o próprio conteúdo.

Apresento-lhes o Plinky.

É, eu sei… mais uma “rede social”. Mas não é qualquer uma, é bem específica e a funcionalidade é extremamente útil para pessoas como eu que precisam de um tranco no cérebro de vez em quando para ele funcionar.

A premissa do Plinky é bem simples, vamos apenas contextualizar:

Você acorda de manhã e pensa sobre as tarefas do dia. Você é uma pessoa que gosta de escrever, tem um blog de textos, e trabalha escrevendo colunas para alguns sites. Você faz tudo isso entre os textos que produz para o jornal que trabalha. Você já não faz um post no seu blog pessoal há duas semanas, você senta em frente ao notebook, abre uma página em branco e….

E você não tem a MENOR ideia sobre o que diabos vai escrever.

Você fecha o notebook e vai trabalhar.

A história normalmente é assim. E não só para posts em blogs, ou textos em geral. Quem depende da própria “criatividade” para trabalhar também passa por isso todos os dias. E quem depende disso para fazer suas coisas, sabe – ou deveria saber – que não existe aquele momento de iluminação e que de repente você inventa o microondas que congela ao invés de esquentar. Ideias só surgem quando você alimenta sua mente ou quando alguém puxa o gatilho.

Por exemplo, outro dia eu precisava criar um título para uma peça da campanha interna da Copa do Mundo que estamos fazendo. Como eu já havia criado vários títulos para a campanha, empaquei e não conseguia fazer sair mais nada que prestasse. Até que o Rafael disse a palavra “comemoração”, na mesma hora eu disse o título (o melhor da campanha até agora). Ou seja, eu só estava precisando que alguém ou eu mesmo puxasse o gatilho. O famoso brainstorm nada mais é que uma tentativa de “puxar o gatilho”.

E é essa a proposta do Plinky, ser um puxador de gatilho. Todos os dias ele gera perguntas que parecem perfeitas para você fazer um post. Sua cabeça automaticamente começa a borbulhar ideias para escrever sobre o assunto proposto. E como uma boa rede social, você tem lá seus seguidores e a possibilidade de ver as respostas que cada usuário deu para as “ideias” dadas pelo Plinky.

Eu achei simplesmente fantástico. Na pequena história que eu escrevi ali em cima, você entraria no Plinky, encontraria uma ideia e escreveria o texto sem maiores problemas. O que faria você chegar atrasado ao trabalho. Mas isso não vem ao caso aqui.

Se você ainda está com dúvidas sobre o Plinky, o Tiago Dória explica a ferramenta – de forma muito mais clara :

Deu branco? O Plinky é um site que tenta resolver esse problema. É como um Twitter, só que ao invés de perguntar “o que você está fazendo?”, ele faz outras questões que podem servir de inspiração para escrever um texto.

As perguntas não são tão aleatórias, mas baseadas nas informações que você insere em seu perfil no site. Questões do tipo chegam até você – “O que você faria com US$ 1.000?”, “Descreva como seria um super-herói ideal para você”, “Descreva a coisa mais legal que você viu em um país estrangeiro”.
A idéia é que essas questões sirvam de inspiração para um post, uma matéria, uma coluna…

Tem mais nesse post em que ele comenta sobre a compra do Plinky pelo WordPress.

***

1 – Se você gosta desse tipo de novidade, social media, e um monte de coisas sobre novas tecnologias o blog do Tiago Dória é o melhor que eu já vi.

2 – Viu? Eu não tenho mais desculpas para não postar.

3 – Espero que vocês também aproveitem, e se fizerem uma conta no Plink, me adicionem.

(VEM DUAS DE CADA VEZ SE NÃO DA BRIGA!)

SIM! SIM! SIM! Esse é um momento histórico para esse blog, para a história da minha vida e para as pessoas que me conhecem. Hoje, eu tive sorte meus amigos… MUITA sorte. E antes de continuar eu queria mandar um recado para uma pessoa muito especial que eu guardo S2 no meu coração….

EI MURPHY! VAI TOMAR NO CU!

Pronto. Recado dado, agora eu conto minha estória.

Como você sabe, eu faço faculdade de publicidade e tal, pago a faculdade através de um financiamento maldito que arrancará os meus olhos no futuro, mas que de certa forma me possibilitou entrar para esse mundo de putaria, orgias homéricas, drogas e rock n roll conhecimento, cabeça-aberta, profissional e sério que é a Universidade.

Mas como nada vem de graça, esse financiamento que possibilitou isso tudo para mim, veio com uma maldição. Sério, uma maldição.

[Momento Flashback]

Ao assinar o primeiro contrato, financiando o meu primeiro semestre na faculdade, foi lá no final de Dezembro de 2006, eu ainda morava em Monlevade, eu tinha que trazê-lo até um dos Campi da UNA e entregar, assinar e o escambau. Pois bem, fui lá no site e retirei o meu contrato. Imprimi tudo bonitinho, meus pais assinaram como meus fiadores e tudo certo.

Em pleno mês mais conturbado do ano para comerciantes (meus pais), fui para BH com meu pai, fui até a faculdade e tranquilidade total. Como sempre, era o último dia para a entrega do contrato. Cheguei lá todo serelepe e fui atendido prontamente, entreguei o contrato para o rapaz e….

E O CONTRATO ESTAVA ZICADO! Saiu cheio de erros.

Ou seja, só mesmo um cara sortudo como eu poderia ter um contrato zicado. O cara disse que foi o único que ele tinha visto daquele jeito.

Resultado: perdi os primeiros dois meses de financiamento.

Avançando um pouco nessa história, e explicando o porquê da Maldição do Contrato FilhadaPuta, é que todo semestre eu tinha que renovar o contrato, meus pais tinham que assinar e eu tinha que entregar novamente na faculdade. TODAS AS VEZES, sem nenhuma exceção eu quase perdi o financiamento por alguma merda. Correio não entregou, empregada jogou fora… milhões de situações que quase me impediram de fazer a porra da faculdade.

Até que finalmente, eu tive sorte.

No post anterior, você ficou sabendo como eu estou esse semestre, extremamente perdido, ferrado e sem tempo para nada. Eu recebi o e-mail avisando que era para entregar o contrato dali uma semana. Aí tudo bem, daria tempo de mandar minha mãe imprimir assinar e mandar via algum amigo que iria a Monlevade aquele fim de semana.

O problema meus amigos, é que isso simplesmente foi varrido da minha mente. Junto tudo o que eu estou passando com a Copa do Mundo. Porra, aí é querer demais que eu me lembre de uma das coisas mais importantes para minha formação acadêmica.

De qualquer modo, na segunda-feira após eu sair da aula – umas 11 horas da manhã mais ou menos – liguei para minha mãe e comuniquei a ela o que estava acontecendo. Desesperada como só ela, disse que ia tentar resolver. PAM! 16 horas e ainda nada, liguei novamente para minha mãe… foi aí que a sorte começou a sorrir para mim.

- Mãe…

- PEDRO! E aí!?

- É… acho que não vai dar, tem que imprimir, vocês assinarem, alguém trazer para BH e eu entregar na faculdade até 20h em ponto.

- MININO, escuta… você não acredita, Diana* tá aqui na loja, ela vai pra BH daqui a pouco..

*Diana estudou comigo no colégio, famílias amigas e tal e minha vizinha aqui em bh.

- OQUE!? PELAMORDEDEUS, pergunta ela aí..

- Ela falou que pode..

- QUEHORASELACHEGA!?

- Ela disse que umas 9 e meia ela tá em casa

- PUTAMERDA, não dá…

- Pera, tá… me liga daqui a pouco, me manda o contrato por e-mail – minha mãe tá toda chic informática.

Foi nessa hora que eu tive um pequeno fio de esperança. Liguei para o Tiago da minha sala, que trabalha na UNA e pedi uma ajuda. Como eu sempre tive problemas com esse contrato, meio que já conhecia o pessoal do departamento de financiamentos da UNA, então queria ver uma maneira de trocar uma ideia lá e mandar o pacote no outro dia.

Tiago me passou o telefone e… só dava ocupado. A PORRA DO DIA TODO.

Minha mãe me ligou de novo, disse que tinha imprimido o contrato, assinado e que Diana estava vindo. E que ela disse que viria antes para casa para me entregar o contrato. Porém, ela chegaria às sete e meia, mais ou menos. O que me daria não mais que uns 25 minutos para chegar lá. Quase impossível com o trânsito, mesmo pegando um táxi.

Ou seja, eu teria que conversar com o pessoal da faculdade de qualquer maneira. E tava difícil.

O dia foi passando, e eu resolvi tocar o foda-se. Trabalhei normalmente até umas 6 horas… nessa hora, desci para fumar um cigarro e resolvi ligar para outro amigo que trabalha na UNA, o Rodrigo. Só para ver mesmo, sem muita esperança..

- Faaala..

- Fala Rod, bão?

- Beleza

- Cara… to precisando de uma ajuda sua cara, tô desesperado.

- Ahn, fala..

- Velho, você tem um jeito mais fácil de falar com o pessoal do financiamento? Tô com uns problemas com meu contrato.. (fiz um resumo da história).. aí ela só chega umas 7 e meia, não vai dar tempo de chegar aí até as 8. Eu preciso falar com a Roberta…

- Ahaahahahahahahahaha, cara.. você não vai acreditar..

- OQUE?!

- A Roberta tá aqui do meu lado…

- SKAPLOFTSFLUPITLAFT! – Onomatopéia para meu cigarro caindo, eu soltando o celular pra pegar e eu tropeçando no meio disso tudo.

- …

- RODRIGO!?

- O que que aconteceu aí?

- Nada… cara, sério que ela tá aí?

- Sério.

- Passa o telefone pra ela agora!

Sério, qual a probabilidade de um amigo meu que trabalha na UNA – que tem trocentos funcionários, departamentos e o cacete – estar ao lado da mulher que eu precisava desesperadamente falar? Normalmente, quando envolve a minha pessoa: ZERO. Maaaaas, esse é uma história em que eu tive SORTE! E isso não poderia passar batido aqui.

Mas a história ainda não acabou.

Eu conversei com a Roberta e ela disse que tudo bem, mas que eu não demorasse muito.

Era mais ou menos 7 e meia quando a Diana me ligou para me entregar o contrato, eu ainda estava no trabalho (que é na mesma rua aqui de casa) e fui logo ligando para a empresa de táxi. Peguei o contrato e pronto, era só pegar o táxi ir lá e resolver o negócio. O TÁXI NÃO CHEGAVA NEM FUDENDO.

Eis que a Vânia que trabalha no financeiro lá, me ofereceu carona. Mais um golpe de sorte. Cheguei na Faculdade, e fui direto no financiamento. A mulherzinha lá sentada olhou pra mim com cara de cu e disse:

- Não pode, já encerrou..

- SaiforasuaVACA Boa noite, eu conversei com a Roberta e ela disse que eu poderia entregar.

- Só ela pode autorizar, ela tá no auditório.

Fui até o auditório, com a ajuda de uns caras lá que intermediaram a conversa com a toda-poderosa, que mandou um estagiário ir até lá comigo para assinar os papéis e entregar finalmente a porra do último contrato. Tive vontade de mandar a menina lá ir se fuder, mas só queria acabar com aquilo logo.

No fim, por incrível que pareça, deu tudo certo.

Eu só estou com medo de ter gasto toda a cota de sorte do ano, ou da década… vai saber.

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1 – Estou preparando vários posts, novas seções e pequenas mudanças no layout, novas interações e cositas mas. VEMNIMIM FÉRIAS.

2 – Férias da faculdade, é claro. O que já tira metade da minha carga de tensão e estress. Além de liberar boa parte do meu tempo e da minha saúde.

3 – =)

Não sei de você, mas eu sou apaixonado pelo estado que eu nasci. Sou mineiro com orgulho de “ser mineiro”. E ser mineiro, para nós, significa um bocadinho de coisas. Coisas que ninguém mais que Fernando Sabino poderia exemplificar melhor:

(…) Em suma: ser mineiro é esperar pela cor da fumaça. É dormir no chão para não cair da cama. É plantar verde pra colher maduro. É não meter a mão em cumbuca. Não dar passo maior que as pernas. Não amarrar cachorro com lingüiça.Porque mineiro não prega prego sem estopa. Mineiro não dá ponto sem nó. Mineiro não perde trem.

Mas compra bonde.

Compra. E vende pra paulista.

Evém mineiro. Ele não olha: espia. Não presta atenção: vigia só. Não conversa: confabula. Não combina: conspira. Não se vinga: espera. Faz parte do decálogo, que alguém já elaborou. E não enlouquece: piora. Ou declara, conforme manda a delicadeza. No mais, é confiar desconfiando. Dois é bom, três é comício. Devagar que eu tenho pressa. (…)

Ser mineiro, pra mim, é principalmente provar de todo jeito que Minas é o melhor lugar do mundo. Como sempre, eu só estou enrolando pra falar realmente o que eu quero falar, é que você já é de casa, e se tem coisa que a gente gosta de falar, é de nós mesmos.

Já que a gente gosta tanto de falar disso, e de mostrar pra todo mundo que aqui o trem é bão mesmo, a Secretaria de Turismo de Minas desenvolveu uma ferramenta que possibilita o mineiro conhecer o seu próprio estado, sua própria história e é claro, fazer com que as pessoas conheçam nossa cultura e nossos costumes.

Tudo começa com um hotsite muito bacana em que você descobre qual é o seu perfil de turista. O Tourist Analizator – que não é um produto Tabajara – pega os seus últimos 100 twitts, sua imagem de fundo (isso aliás, eu achei muito foda) entre outras coisas, e mostra que tipo de turista você é.

Engenhoso não? Faça um teste lá e descubra se você é um natureba ou se você é mesmo uma pessoa boêmia, que como eu, não dispensa a boa e velha cadeira na calçada e uma cerveja gelada.

Essa é só uma parte do projeto da Secretaria, que no fim das contas, quer explorar o potencial turístico do Estado. O que eu acho muito bacana, e faço questão de incentivar. O Brasil é muito mais que praias maravilhosas, paraísos tropicais, samba e futebol. Para isso, foi criada a Wikiminas, que nada mais é que uma Wikipedia de roteiros e pontos turísticos de Minas Gerais.

A grande ideia disso tudo, é criar um ambiente colaborativo, onde você possa dizer, por exemplo, o porque aquela viagem pro interior foi tão boa, e porque você acha que mais pessoas devam ter a mesma experiência. Todo mundo sabe que planejar uma viagem dá trabalho, e que a gente sempre pesquisa sobre onde estamos indo, recebemos indicações de amigos e tudo mais. Quanto mais informações a gente tem, mais a gente aproveita.

Eu gosto muito da ideia.

Espero realmente que o projeto cresça e ganhe forma. A Wikiminas pode se tornar uma ferramenta essencial não só para quem quer conhecer Minas Gerais e mas também para aquele que, como eu, quer conhecer ainda mais.

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1 – E você, o que acha bacana do seu estado?

2 – Em tempo, uai é uai. Uai.

3 – Deu vontade de falar mais sobre o assunto. Eu disse que mineiro gosta de se gabar.

Estava com saudade de um post polêmico? Pois aqui vai um. E dos grandes, já que mistura dois fanatismos, ou dois Assuntos Que Nunca Devem Ser Discutidos em Uma Mesa de Bar: Futebol e Religião. O Terceiro Assunto Que Nunca Deve Ser Discutido em Uma Mesa de Bar – política -, graças ao Deus do Futebol (sem trocadilhos) não entra nesse texto. Sei que já falamos um bocado sobre religião aqui, e até que as reações não foram tão ruins. De qualquer modo o assunto abordado é um pouco mais específico, e envolve a Copa do Mundo.

Copa das Confederações, final, dia 28 de Junho de 2009, estávamos lá, assistindo apreensivos, 2 a 0 para os EUA que haviam eliminado a temida Espanha. Muitos falaram “bem feito”, que a seleção tinha que perder o título para não dar argumentos para o borra botas que comanda a amarelinha (não a de pular, a do futebol). Outros falavam que no tempo deles a seleção não perderia Copa das Confederações para os EUA e que o futebol deles era jogado com a mão e a bola era um ovo. Os mais novos retrucaram dizendo que no tempo deles nem Copa das Confederações tinha e eles deviam parar de reclamar e trazer logo a cerveja.

No meio dessa confusão toda, o Brasil virou e foi campeão. Enquanto isso o futebol chorava ao lado da bandeirinha do corner e o português (a língua, não o Manoel) chorava em casa. O futebol porque ele já estava chorando desde o início do jogo, ele – o futebol – nunca foi tão… tão.. tão Júlio Batista. O português porque o Dunga ia realmente continuar dando entrevistas. [PAUSA]Quem foi que disse que todo gaúcho fala o português perfeitamente?[Continua].

Depois de tudo isso, quem chorou fui eu. Não foi a Seleção Brasileira que ganhou a Copa das Confederações, foi a Vigésima Terceira Seleção Pentecostal do Reino do Nosso Senhor Jesus Cristo 100%. Todos os jogadores da seleção símbolo do futebol, a de 70, dizem que eles queriam e ganharam para o povo brasileiro, nem sabiam o que era ditadura, eles queriam era jogar bola e beber cerveja com o povo. Essa seleção ganhou o título para Jesus, e dedicou para Ele. Afinal de contas, Deus é brasileiro, Jesus é carioca, ama você e aquela baboseira toda.

Muitos jogadores tiraram suas camisas, mas não como em 70 que quase despiram o coitado do Tostão que teve que agarrar a cueca. Eles tiraram a camisa para mostrar 100% Jesus, Jesus te ama e todas aquelas baboseiras de novo. A Seleção perdeu seu brilho, seu carisma, seu talento e perdeu a alma do brasileiro, que é o humor. Lembro que fiquei torcendo para aparecer uma camisa do AC/DC escrito “O Diabo é o Pai do Rock”. Nem isso.

A imprensa européia até comentou isso, fizeram uma crítica bem irônica sobre o episódio. Gente, não é preconceito, não é isso. Que o cara ame Jesus, Maria e José. Mas vamos parar com isso, é vergonha alheia demais. O Brasil já não é bem visto, o Brasil já tem um monte de problemas, já somos aquele colega malandro que tira vantagem de todo jeito. Malandro que tira vantagem de todo jeito falando “Glória a Deus” toda vez que tirar vantagem vai ser foda. Não vão mais nos convidar para as festinhas da sala.

O início desse levante, foi no penta. Mas o Cafú resolveu acabar com tudo isso e mostrou, talvez pela última vez a Seleção Brasileira.

Em 2002 o Cafú fez uma das levantadas de taça mais lindas de toda a história do futebol, eu não vi ao vivo, estava chorando e bebendo loucamente feliz. Estava lá um púlpito que servia de pedestal para a Taça. Joseph Blatter foi entregar para o Cafú que pediu para ele esperar, perguntou para ele “Será que agüenta?”, o Blatter coitado, sorriu como se dissesse “Vai lá meu filho”. Tudo era festa. Ricardo Teixeira segurou o púlpito e falou pro capitão do penta subir.

Quem subiu não foi o Cafú jogador, campeão. Quem subiu foi aquele moleque do Jardim Irene que batia bola no campinho, aquele que sonhou a vida toda com aquele momento. Ele subiu, rindo, pegou a taça e gritou para o mundo ouvir “REGINA EU TE AMO”. Choro até hoje.

Agora imagine a Vigésima Terceira Seleção Pentecostal do Reino do Nosso Senhor Jesus Cristo 100%, ganhando a Copa do Mundo.

Deixarei você com essa imagem na cabeça.

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1 – Momento Panos Quentes: Espero, realmente que você seja esclarecido o suficiente para entender o que eu quis dizer no texto.

2 – Se não entendeu e vier com mimimi nos comentários… eu só lamento.

3 – Se tem uma mulher que não pode reclamar do marido, é a Regina. Recebeu a maior declaração de amor do mundo. Literalmente.

[Comentários do P.T] Bom, como ninguém posta nessa bagaça, os leitores revoltados resolveram tomar conta. Cansados de verem o blog sem posts, estou recebendo milhares (ehhehehe) de textos. Brincadeira. De qualquer modo, o meu grande amigo @caioabbath resolveu escrever pro blog, já que ao sair ontem da minha casa após umas cervejas ele caiu de moto, matou um cachorro e machucou o joelho – não necessáriamente nessa ordem – e vai ficar 90 dias de molho. Ou seja, se ele já era um maldito dum atoa, imagine agora.

Não será o último texto dele por aqui. Podem ter certeza.

ps.: Caso não tenham percebido, os comentários não é de ninguém do Partido dos Trabalhadores.

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Para aqueles que assim como eu são ligados de alguma forma pela música,  que não fazem praticamente nada sem ouvir um bom som  seja ele quaisquer que seja conforme o seu estilo – não sou democrático e não me venha me dizer que funk e axé são bons – em casa, no trabalho, na faculdade e até mesmo dormindo é sempre uma boa pedida. Conforme esta minha paixão, estou sempre em busca de coisas novas para ouvir e também as novidades de bandas que sou fã. Então, hoje,  atráves do blog do meu grande amigo Pedro, gostaria de deixar minha singela contribuição na sessão “Music Is Very Porreta” com uma resenha, melhor.. uma opinião do ultimo disco que ouvi, já que não sou nenhum expert e estou longe disso para fazer qualquer comentário para revistas e afins,  mas entender uma coisinha aqui e uma coisinha ali com estes 22 anos de estrada ouvindo de tudo, vamos pegando o jeito.

Deixo claro, que esta é uma singela opinião deste leitor/amigo/viciadopormúsica , então você que é xiita e leva tudo nos mínimos detalhes e ao pé da letra, já peço.. NÃO LEIA O POST FDP!

Comemorando 25 anos da gloriosa carreira da melhor e pioneira banda de Power Metal da história, o Helloween – Alemanha – traz consigo alem de toda a maravilhosa bagagem um cd comemorativo com um dos seus maiores sucessos em novas versões para nos prestigiar, até aí tudo bem.. mas você leitor, deve se estar perguntando; Comemorando 25 anos e me vem com supostas novas versões para prestigiar os fãs, e de musicas já conhecidas, me poupe né? É esta a boa questão X, o Helloween veio sim nos presentear de uma forma nova e surpreendente, com versões acústicas e com abordagens maravilhosas ao longo de todo o cd.

O cd Unarmed, lançado em 2010 pela Sony conta com 10 faixas escolhidas a dedo pelos membros da banda – claro que falta uma aqui um ali, mas afinal, são 25 anos de carreira – com novos arranjos e com participações especiais. Quando fora anunciado que o Helloween traria uma nova cara para este disco, muitos de seus chatos (riscar) exigente fãs pensaram que seria trocar as guitarras por violões e pronto, estamos feito. Mas o Helloween trouxe muito mais que apenas violões bem afinados e tocados, trouxe todo um complemento de som fantástico como a Prague Symphony Orchestra  entre outras tantas participações.

Coloco então em destaque três musicas que me deixaram sem palavras pela criatividade da banda e para não falar no sincero e sempre esplêndido Andi Deris, que sabe interpretar o vocal de uma banda como poucos fazem ultimamente.
Primeiramente destaco o sensacional Medley, chamada de “Keeper´s Trylogy” com a participação da Orquestra de Praga contando com as musicas “Helloween“ , “Keeper´s Of The Seven Keys” e “The King For A 1000 Years”. Foram perfeitos do começo ao fim, e a interpretação vocal de Deris é digna de se tirar o chapéu.

Com a musica “Dr. Stein” , a faixa que abre o disco há um susto no começo.. confesso, pois realmente há um diferencial nesta música, alem de ser clássica, teve uma nova roupagem, gostei bastante dos solos de Sax, dá realmente a cara de Dr.Stein como uma alegre musica e acredito que foi levada especialmente para este lado, achei excelente.
Para finalizar, destaco “Eagle Fly Free” para aqueles que assim como eu são acostumados com a bateria e guitarras a toda potencia, nesta nova versão o Helloween soube usar novamente a criatividade deixando de lado toda a cadencia da “antiga” Eagly Fly Free para trazer uma nova melodia, mais calma, mais atenta ao som sincero, muitos com certeza vão achar a parte instrumental chata, como já vi alguns comentários, mas simples e com uma beleza única, isso para não falar do espetáculo dueto de Deris com Harriet Ohlsson.

Com toda a certeza Unarmed – Best Of – 25th Anniversary Álbum terá muitas críticas pela industria radiofônica do mundo, para mim faltou um pouco mais de violão, mas talvez a banda traz esta deixa para aproveitar outros instrumentos como o sax, o acordeom e as percussões.

Novamente a banda vai SIM dividir as mais diversas opiniões entre os fãs,  o tal de agradar gregos e troianos é o que acontece, sendo eles de longa data ou até mesmo aqueles que começam ouvindo o último cd de estúdio e que já identifica com a banda. Deixo então o meu agradecimento a essa banda genial na qual acompanho há anos e com certeza já me deixaram puto por muita coisa mal feita, mas este disco para mim, ficou IMPECÁVEL!

“Happy, Happy, Helloween, ooo!!!”

Helloween – Unarmed – Best Of – 25th Anniversary Álbum

01. Dr.Stein
02. Future World
03. If I Could Fly
04. Where The Rain Grows
05. The Keeper’s Trilogy (Medley)
06. Eagle Fly Free
07. Perfect Gentleman
08. Forever & One
09. I Want Out
10. Fallen To Pieces
11. A Tale That Wasn`t Righ

Integrantes
Andi Deris: Vocal
Michael Weikath: Guitarra
Sascha Gerstner: Guitarra
Markus Grosskopf: Baixo
Dani Löble: Bateria

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1 – Deixo claro o que escrevi no começo deste texto, é apenas uma opinião deste singelo fã da boa música, então você xiita não leve tudo ao dó sustenido com sétima maior. Criticas? @caioabbath é só mandar um salve.

2 – Agradeço o amigo @pedroturambar pela bebida de ontem e a caída de moto, logo hoje estou fodido e como fui um atoa resolvi escrever para o blog, talvez seja a primeira de muitas, ou não. Pode isso Arnaldo?

2 – Cruzeyro campeão da Libertadores! - [Comentários do P.T ] HAuhahuAUHaUHAHUAHUAUHAHUahuhuahUAuha