Primeiro post, o título já fala tudo… sem mais delongas a meu top 5 de músicas para viagens.

5 – Free Bird – Lynyrd Skynyrd

4 – Peace Train – Cat Stevens

3 – Where the Streets Have no Name – U2

2 – Baba O’Rilley – The Who

1 – Born to be Wild – Steppenwolf

Não adianta. Essa música será sempre o maior hino de todos.

***

Ps: Faça o seu top 5 e coloque nos comentários. =D

Ps2: Á, podem dar ideias para o próximo top 5 também

Ps3: Ótimo videogame. ;)

Ps4: O Top 5 da semana que vem será dos 5 melhores solos de todos os tempos. Ou seja, polêmico.

Eu duvido muito que você conheça esse senhor com cara de árabe aí em cima, eu não o conhecia há algumas horas atrás. Na verdade, eu o conhecia sim, o conhecia em outra vida. Dele, não minha. Explico.

O nome desse homem é Yusuf Islam, é um muçulmano que dedicou grande parte da sua vida a ajudar outras pessoas, e que luta até hoje por tudo que acredita: paz, amor, ajuda mútua e bondade. Esse homem, sempre foi um em um bilhão, mas depois que eu o conheci de verdade há poucas horas, esse homem é mais do que isso. Yusuf Islam merece muito mais que o meu respeito e admiração. Esse homem é um símbolo de tudo aquilo por que ele sempre lutou. É um símbolo de um mundo que eu gostaria de viver. É um exemplo de esperança na raça humana.

Você provavelmente não está entendendo nada. Afinal, qual é a diferença entre esse cara e qualquer outro bom samaritano que vemos por aí vez ou outra, o que ele fez de diferente afinal?

Bom, antes de ser Yusuf Islam, esse homem era conhecido nada mais nada menos que Cat Stevens.

Alguns provavelmente estão chocados, outros não, a maioria, eu aposto está com cara de “Ahn?!”. Veja e ouça isso aqui, se você nunca ouviu essa música, morra dolorosamente em algum porão escuro.

Eu fiquei chocado. Primeiro porque pra mim, Cat Stevens foi mais um daqueles gênios da música da década de 70 que morreu prematuramente com 27 anos, vítima de overdose de alguma substância alucinógena. De certa forma, eu estou certo. “Cat Stevens” de fato morreu naquela época.

Ontem, eu estava vendo pela milésima vez o clipe de Father & Son – a música do clipe acima. Essa música, me conforta quando sinto saudades de casa. Me faz sentir criança, me traz milhares de memórias da minha infância, do meu pai e da minha família. De qualquer forma, como sempre imaginei que ele tinha morrido, fui pesquisar um pouco pra fazer um post sobre essa música. No natal, seria o post. Eis que eu descubro que Cat Stevens não só está vivo, como ele é Yusuf Islam e como ocorreu essa baderna toda.

Em suma, aconteceu que Cat Stevens quase morrera algumas vezes, cedo demais, como era o destino dos gênios da música naquela época. Um dia, ele estava nadando no mar e foi pego pela correnteza. Tomou caldo atrás de caldo e simplesmente não tinha forças para voltar à margem, foi então que ele pensou “Deus, por favor, eu prometo que se você me salvar, vou dedicar minha vida inteira a sua palavra”. Algo do tipo. Segundos depois uma onda forte tirou Stevens do imbróglio que se metera e ele conseguiu se salvar. Ele disse que não esqueceria de sua promessa, e que mesmo sem saber como fazer, ele iria cumpri-la.

Um dia, de repente, Cat Stevens ao tocar Father & Son decidiu que aquela seria a última vez. Pelo menos em muito tempo. Ele então agradeceu e se despediu do público, desplugou o violão e deu adeus a milhares de fans, extasiados e incrédulos.

Um show e uma carreira que acabava prematuramente.

Isso foi em 1978. Cat Stevens, que nasceu como Steven Demetre Georgiou deixava pra trás uma vida que milhões de pessoas queriam ter. Deixava pra trás a fama, o showbiz, a loucura, as drogas e o rock. O que ele nunca deixou pra traz, foi tudo aquilo que ele pregava na maioria de suas músicas. O que ele nunca deixou pra traz foi tudo aquilo que ele acreditava.

Nessa época, ele se converteu ao islamismo e passou a se chamar Yusuf Islam. Se dedicou realmente esse tempo todo a atividades beneficentes.

No Youtube, vi vários comentários (quase todos de americanos), criticando de forma veemente a escolha de Yusuf. Para resumir, segue o comentário de uma pessoa que resume tudo que eu gostaria de realmente dizer aqui:

“Can every one just shut the hell up and listen to the god damn music. You may actually learn a thing or two! This man has lived his entire life in search of peace and love. I’d like to see what any of you have achieved in your lives! Nothing…………shit all. Cat stevens is a ledgend! Nothing compares to his work, both on and off the stage.. So if you dont like it……….move on, it’s that simple!”

Que importa se Cat Stevens é cristão, muçulmano, budista ou acredita em uma árvore? Que importa quais foram as motivações dele para a mudança? Que importa?

Para mim importou demais saber que nem todos nossos ídolos morreram jovens. Para mim importou saber que ele está lançando discos de novo. Para mim importou vê-lo cantando com a barba grisalha. Para mim importa existir um símbolo como Yusuf Islam para jovens como eu. Para mim importa existir uma lenda que resolveu abdicar de tudo para lutar por aquilo que acredita. Sem fazer disso uma demagogia, sem querer mostrar para o mundo “olha, eu sou um ex-maluco que ajuda as criancinhas”.

Não, Yusuf Islam é uma verdade. É um exemplo. Quero ter metade da coragem dele para lutar por aquilo que eu acredito.

Suas músicas fazem mais sentido ainda. Obrigado Steven.

***

1 – É sensacional vê-lo cantando hoje “i am old, but i’m happy”

2 – Só queria deixar claro, que ainda acho que o Rock precisa – e muito – de ser louco como antigamente. O que me fascina não é a mudança dele, mas sim a coragem de fazer essa mudança e continuar lutando por algo que ele sempre acreditou, e mudar a vida de muita gente com isso.

3 – Yeah, it’s a wild world indeed.

Nunca fui fã do System of a Down[bb], pra mim essa tranqueira – que Odin a tenha! – nunca foi grande coisa, e também nunca foi metal, porém ando gostando muito dos trabalhos solo do vocalista Serj Tankian[bb], que realmente mete o dedo na ferida sem dó nem piedade e tem umas sacadas boas.

Em breve ele vai lançar seu novo álbum, “Imperfect Harmonies”, e já nos apresentou o primeiro single desta grande obra, a música “Left of Center”. Vi o clipe, uma, duas, três vezes… li a letra e a pergunta que me faço é “para onde estamos indo?”

Confiram aqui o novo clipe do Serj, leiam a letra – tem abaixo um vídeo do YouTube com ela, que se der tempo eu posto uma tradução mais tarde – e tirem suas próprias conclusões.


Left of Center

Serj Tankian | MySpace Music Videos

Versão com a letra:

***

1- Por que a imagem do Dream Theater[bb] no topo? O símbolo se encaixa bem com todo o contexto.

2- Sem ideias de links hoje, vejam no Ocioso que sempre tem coisa boa por lá.

Você sabe o que é um diamante?

Tá, eu sei que é aquela pedra valiosa e tudo mais, estou perguntando se você sabe do que é feito o diamante? Se sim, parabéns, você não matou aula de química no terceiro ano, se não, bem… eu digo.

Diamantes não são nada mais do que um amontoado de partículas de carbono. Assim, como nós, seres humanos. Um bando daquelas bolinhas de carbono ligadas umas nas outras fazendo toda aquela confusão. Outro fato interessante, é que (se eu me lembro bem da Rose [minha professora de química no terceiro ano. Beijo Rose!] falando, ela disse que a diferença do grafite para o diamante é meramente estrutural.

É sério. Pode pesquisar. Olhe para um grafite aí qualquer e imagine que por um pequeno acaso do destino ele não foi um diamante. Um C subiu pra lá ao invés de descer pra cá. E só isso.

Poderíamos tirar a conclusão então, que a diferença real entre o grafite e o diamante é apenas o layout.

Rolou o seguinte (eu acho): Deus demandou uma parada com carbonos, a galera do atendimento passou a demanda errada para a criação que fez o grafite. Deus então foi lá e esperneou com o pessoal e disse que queria uma refação para segunda na primeira hora. Galera da criação pediu uns pães sírios, queijo e vinho no delivery, ficou até tarde – reclamando que o cliente só queria meter a mão para levar o crédito – mexeu um carbonozinho aqui, trocou uma ligação de átomos lá e fizeram o diamante.

Layout. Apenas isso.

E agora que você chegou aqui, e está se perguntando que porra de papo de maluco é esse e o que diabos isso tem a ver com música. Eu te digo que toda essa introdução gigante é por causa de uma garota lá dos Estados Unidos.

Essa aí em cima, é a tal garota. O nome dela? Ariel Sabaj

Vendo assim, duvido que você dará alguma coisa por ela.

A imagem que me veio a cabeça, quando eu vi, foi de “oh céus, mais uma gordinha fazendo gordice no youtube e servindo de piada para milhões, e pela cara dela (beeem depressiva) isso acaba em tragédia”.

Isso foi porque eu vi. E não porque eu ouvi. Por favor, ouça:

Ghosts in my bed (original)

bullet proof (cover)

Impressionante não?

Está começando a entender o porque da introdução falar aquilo tudo? Isso que estamos vendo e ouvindo, meus amigos, é que é um verdadeiro diamante. Não é aquela historinha de “beleza por dentro”, “talento x aparência”, nem nada. Ariel pode ser mais uma que tem um talento incrível e que não fará sucesso algum por causa da estupidez coletiva que faz com que cada vez mais nos obrigue a virar os olhos para uma garota completamente fora dos padrões de beleza.

Eu torço para que isso não aconteça. Eu torço para que as coisas comecem a mudar, e que talvez percebamos que estamos aplaudindo de pé, admirando e idolatrando grafites, deixando de lado pedras muito mais preciosas.

Simples e puramente pela imagem que vemos.

Ariel além de ter uma voz digna de Norah Jones, ainda tem um humor nato que todos nós gordinhos temos. O bg do twitter dela é uma embalagem do sabão Ariel. Um rapaz comentou em um dos vídeos dela, algo como “Talvez você faria um enorme sucesso sem essas coisas na boca e uma aparência melhor, você não acha isso um elogio?” ela simplesmente respondeu “Talvez seja melhor da próxima vez eu colocar um saco de pão na cabeça”. Acho que isso ilustra um pouco o que eu quero dizer.

De qualquer forma, torço para que ela faça sucesso. Acho que não demora para isso sair em um monte de blogs, sites de jornais, portais e o escambau.

***

1 – Quem me passou o vídeo dela foi o @dougcastanheira que viu no Chongas.

2 – Canal do Youtube da Ariel Sabaj

3 – Aqui nesse site você pode baixar as músicas dela. São 6 ao todo. E digo que as melhores são as que ela mesmo escreveu e não os covers.

4 – Gostaram da nova header de música?

Pois é, semana do rock, post repetido no dia e eu precisava realmente fazer algo novo e que prestasse de certa forma uma homenagem ao dia do rock. Você que gosta do estilo está cansado de saber quais são as maiores músicas de todos os tempos e tudo mais, então resolvi pular esse parte e fazer uma lista um pouco diferente para as comemorações. Depois do Coisas que marcaram minha infância (calma calma, a seção ainda tem muito post) eu apresento a vocês as Coisas que Marcaram Minha Adolescência. [Olha, eu sinceramente acho que já fiz um post nessa nova seção, mas eu esqueci, então estou fazendo de novo. Se eu não fiz, e estou maluco mesmo, me perdoe e esqueça esse comentário].

E o episódio de hoje são as músicas/clipes que marcaram a minha adolescência, e como eu presumo que você tenha mais ou menos a minha idade, acredito que esses clipes/músicas também marcaram a sua.

São épicos. Épicos. Muito mais pelos clipes do que pelas músicas e até pelas bandas. Víamos um zilhão de vezes, seja na MTV, seja naquele programa da Fernanda Lima, seja naquele da band que não me lembro – mas a apresentadora era gatinha -, seja pelos sensacionais dowloads super rápidos a 3kbytes por minuto. Baixar um clipe naquela época era o equivalente a parir uma criança. Mas nós amávamos isso.

Mesmo que não gostemos mais dessa ou daquela banda, mesmo que pensemos “caralho, como eu posso ter gostado disso?”, tenho certeza que você vai voltar uns 8, 10 ou 12 anos no tempo ao rever os clipes aí em baixo.

Aproveitem. E feliz semana/dia do rock. \m/

Antes que você reclame, tem muito clipe/música que não entrou porque OSFILHASDUMAPUTA das gravadoras não deixam embedar o vídeo, então eu troquei.

Blink 182 – Stay Together for the kids

Papa Rock – Between Angels and Insects

Linkin Park – In The End

SOAD – Aerial

Slipknot – Left Behind / Millencolin – Penguins and Polar Bears

Creed – My Sacrifice

Blink – All the Small Things

Nickelback – How You Remind me

Foo Fighters – Learning to Fly / Rage Against The Machine – Killing in the name of

Silverchair – Ana`s Song

Offspring – Pretty fly

Three Doors Down – Be Like That

Red Hot Chili Peppers – Californication

Bônus / Box Car Racer – There is Essa quem me conhece vai entender

***

1 – Eu defino essa “época” como aquela época em que lançaram American Pie.

2 – E foi foda demais.

3 – Fico com uma saudade da porra dessa época. A vida definitivamente era mais fácil.

*Sim, estou trabalhando feito um filhadamãe de um mineiro na China, mas esse não é o único motivo de eu estar repetindo o post do ano passado. Não faz sentido escrever algo novo, já que nada mudou. Um abraço!
Long live Rock N’ Roll

Hoje é o dia mundial do Rock e blá blá blá blá blá.

Falar de rock hoje em dia é sempre uma mega junção de adjetivos, nostalgia e muito amor e dedicação não a um estilo de música. E sim a uma filosofia.

E ela é nostálgica, porque foi esquecida há um bom tempo. Eu não vou ficar falando aqui, sobre como o rock não existe mais, como nós – fãs verdadeiros – vivemos no passado, esperando sentados – ouvindo os mestres – uma nova revolução surgir. Eu não acredito nela.

Boas bandas podem surgir. Mas as revoluções para mim acabaram. Não vão inventar outro Heavy Metal, não vao inventar outro punk, Lennon e Presley morreram. O sonho acabou. O que resta hoje é o lixo, a velha guarda que ainda está por aí, e aqueles que imitam o som consagrado, ou pelo menos o fazem perdurar.

Roqueiro bom é roqueiro chapado, de cabelo grande, que grita, balança a cabeça e manda todo mundo se foder e que no final do show destrói o palco. O resto é poser.

Roqueiro bom morre aos 27 de overdose.

Hoje em dia eles são virgens. Isso é que é vergonha.

Para vocês nao dizerem que não rolou uma musiquinha sequer, toma na cara aí o vídeo que mostra o rock de corpo e alma em 4:31 minutos.

E como diz a letra

Hope i die before i get old.

***

1 – Baseado em um post do Fred

2 – Falando nele, leiam o post dele sobre o dia do rock. Muito melhor que esse.

3 – Sem mais.

Eu sei que hoje é terça quase meia-noite e que você provavelmente estará lendo isso na quarta. Convenhamos, quando é que nós aqui do Crepúsculo cumprimos alguma data?

Bom, sobre essa nova sub-seção (mais uma), digo que toda “segunda” vamos – ou eu vou – postar alguns clipes, conhecidos também como clips – que pra mim é aquele coisinha de metal que prende papel. Sempre divididos por tema. E o tema de hoje meus queridos, é o amor. Só para vocês não acharem que eu estou de mal com a vida e que faço cortes nos meus braços com navalha.

Á… para não esquecer de avisar, serão sempre 5 clipes.

Espero que gostem da seleção.

***

Marvin Gaye – Let`s Get it On[bb]

Porra, olha o nome da música. Veja a letra aqui.

*Trilha sonora do filme High Fidelity[bb].

Wolfmother – Vagabond[bb]

É tem uma levada mais rock n` roll mas é foda demais, muita gente vai se identificar com a letra. Veja a letra aqui.

*Trilha sonora do filme 500 days of Summer[bb]

Regina Spector – Us[bb]

Linda música. Veja a letra aqui.

*Trilha sonora do filme 500 days of Summer

Stewie Griffin[bb] – (Everything I Do) I Do It For You

Pela música maravilhosa, tema do verdadeiro Robin Hood e pelo clip IMPAGÁVEL na voz do Stewie (reparem na mãozinha no joelho na cena da lareira). Veja a letra aqui.

Guns N` Roses[bb] – Estranged

Eu sei que postei isso outro dia, mas porra, uma música que diz “I never find anyone to replace you”, merece estar nessa seleção. Veja a letra aqui.

***

1 – Pode pedir música Pedro? Pode, e deve. Nos comentários.

2 – Só não mande dicas para o mesmo tema, dê dicas de novos temas também, vale qualquer um, desde que seja música boa né?

3 – Saiu mel misturado com lágrimas da sua caixa de som? Aqui saiu.

(Everything I Do) I Do It For You

[Comentários do P.T] Bom, como ninguém posta nessa bagaça, os leitores revoltados resolveram tomar conta. Cansados de verem o blog sem posts, estou recebendo milhares (ehhehehe) de textos. Brincadeira. De qualquer modo, o meu grande amigo @caioabbath resolveu escrever pro blog, já que ao sair ontem da minha casa após umas cervejas ele caiu de moto, matou um cachorro e machucou o joelho – não necessáriamente nessa ordem – e vai ficar 90 dias de molho. Ou seja, se ele já era um maldito dum atoa, imagine agora.

Não será o último texto dele por aqui. Podem ter certeza.

ps.: Caso não tenham percebido, os comentários não é de ninguém do Partido dos Trabalhadores.

***

Para aqueles que assim como eu são ligados de alguma forma pela música,  que não fazem praticamente nada sem ouvir um bom som  seja ele quaisquer que seja conforme o seu estilo – não sou democrático e não me venha me dizer que funk e axé são bons – em casa, no trabalho, na faculdade e até mesmo dormindo é sempre uma boa pedida. Conforme esta minha paixão, estou sempre em busca de coisas novas para ouvir e também as novidades de bandas que sou fã. Então, hoje,  atráves do blog do meu grande amigo Pedro, gostaria de deixar minha singela contribuição na sessão “Music Is Very Porreta” com uma resenha, melhor.. uma opinião do ultimo disco que ouvi, já que não sou nenhum expert e estou longe disso para fazer qualquer comentário para revistas e afins,  mas entender uma coisinha aqui e uma coisinha ali com estes 22 anos de estrada ouvindo de tudo, vamos pegando o jeito.

Deixo claro, que esta é uma singela opinião deste leitor/amigo/viciadopormúsica , então você que é xiita e leva tudo nos mínimos detalhes e ao pé da letra, já peço.. NÃO LEIA O POST FDP!

Comemorando 25 anos da gloriosa carreira da melhor e pioneira banda de Power Metal da história, o Helloween – Alemanha – traz consigo alem de toda a maravilhosa bagagem um cd comemorativo com um dos seus maiores sucessos em novas versões para nos prestigiar, até aí tudo bem.. mas você leitor, deve se estar perguntando; Comemorando 25 anos e me vem com supostas novas versões para prestigiar os fãs, e de musicas já conhecidas, me poupe né? É esta a boa questão X, o Helloween veio sim nos presentear de uma forma nova e surpreendente, com versões acústicas e com abordagens maravilhosas ao longo de todo o cd.

O cd Unarmed, lançado em 2010 pela Sony conta com 10 faixas escolhidas a dedo pelos membros da banda – claro que falta uma aqui um ali, mas afinal, são 25 anos de carreira – com novos arranjos e com participações especiais. Quando fora anunciado que o Helloween traria uma nova cara para este disco, muitos de seus chatos (riscar) exigente fãs pensaram que seria trocar as guitarras por violões e pronto, estamos feito. Mas o Helloween trouxe muito mais que apenas violões bem afinados e tocados, trouxe todo um complemento de som fantástico como a Prague Symphony Orchestra  entre outras tantas participações.

Coloco então em destaque três musicas que me deixaram sem palavras pela criatividade da banda e para não falar no sincero e sempre esplêndido Andi Deris, que sabe interpretar o vocal de uma banda como poucos fazem ultimamente.
Primeiramente destaco o sensacional Medley, chamada de “Keeper´s Trylogy” com a participação da Orquestra de Praga contando com as musicas “Helloween“ , “Keeper´s Of The Seven Keys” e “The King For A 1000 Years”. Foram perfeitos do começo ao fim, e a interpretação vocal de Deris é digna de se tirar o chapéu.

Com a musica “Dr. Stein” , a faixa que abre o disco há um susto no começo.. confesso, pois realmente há um diferencial nesta música, alem de ser clássica, teve uma nova roupagem, gostei bastante dos solos de Sax, dá realmente a cara de Dr.Stein como uma alegre musica e acredito que foi levada especialmente para este lado, achei excelente.
Para finalizar, destaco “Eagle Fly Free” para aqueles que assim como eu são acostumados com a bateria e guitarras a toda potencia, nesta nova versão o Helloween soube usar novamente a criatividade deixando de lado toda a cadencia da “antiga” Eagly Fly Free para trazer uma nova melodia, mais calma, mais atenta ao som sincero, muitos com certeza vão achar a parte instrumental chata, como já vi alguns comentários, mas simples e com uma beleza única, isso para não falar do espetáculo dueto de Deris com Harriet Ohlsson.

Com toda a certeza Unarmed – Best Of – 25th Anniversary Álbum terá muitas críticas pela industria radiofônica do mundo, para mim faltou um pouco mais de violão, mas talvez a banda traz esta deixa para aproveitar outros instrumentos como o sax, o acordeom e as percussões.

Novamente a banda vai SIM dividir as mais diversas opiniões entre os fãs,  o tal de agradar gregos e troianos é o que acontece, sendo eles de longa data ou até mesmo aqueles que começam ouvindo o último cd de estúdio e que já identifica com a banda. Deixo então o meu agradecimento a essa banda genial na qual acompanho há anos e com certeza já me deixaram puto por muita coisa mal feita, mas este disco para mim, ficou IMPECÁVEL!

“Happy, Happy, Helloween, ooo!!!”

Helloween – Unarmed – Best Of – 25th Anniversary Álbum

01. Dr.Stein
02. Future World
03. If I Could Fly
04. Where The Rain Grows
05. The Keeper’s Trilogy (Medley)
06. Eagle Fly Free
07. Perfect Gentleman
08. Forever & One
09. I Want Out
10. Fallen To Pieces
11. A Tale That Wasn`t Righ

Integrantes
Andi Deris: Vocal
Michael Weikath: Guitarra
Sascha Gerstner: Guitarra
Markus Grosskopf: Baixo
Dani Löble: Bateria

***

1 – Deixo claro o que escrevi no começo deste texto, é apenas uma opinião deste singelo fã da boa música, então você xiita não leve tudo ao dó sustenido com sétima maior. Criticas? @caioabbath é só mandar um salve.

2 – Agradeço o amigo @pedroturambar pela bebida de ontem e a caída de moto, logo hoje estou fodido e como fui um atoa resolvi escrever para o blog, talvez seja a primeira de muitas, ou não. Pode isso Arnaldo?

2 – Cruzeyro campeão da Libertadores! - [Comentários do P.T ] HAuhahuAUHaUHAHUAHUAUHAHUahuhuahUAuha

Texto removido a pedido.

Não há palavras para descrever tal emoção, para descrever tal desenvoltura, tal magnitude.

Com vocês, Ritual – A Melhor Banda de Heavy Metal de Todos os Tempos

***

1 – Vi o link no Matando Robôs Gigantes, que aliás, é um dos melhores podcasts do Brasil. Vale muito a pena ouvir.

2 – Me mijei de rir vendo o vídeo.