
Cada um utiliza a ferramente como quiser. De forma profissional, para promover blogs, para SE promover, para conversar, para namorar ou para dizer a hora que foi ao banheiro. Não vou julgar isso, mas sim o que você pode passar em 140 caracteres.
Você pode dizer que está ocupado a semana toda e tuitar fotos da balada. Os seus seguidores vão entender que você é um mentiroso que está evitando conhecidos só para não fazer programas de índios com eles. Se for isso mesmo, ótimo, cumpriu o objetivo. E se o que te ocupava acabou? E se “estar ocupado” significa “já combinei uma balada com outras pessoas.”?
Você pode ser o chato que critica tudo e todos, e dar RT em comentários que falam super bem de você. Afinal, você é chato ou legal? Ou você se faz de chato na internet e na vida real é legal, ou pagou para os alguns arrobas mudarem a sua imagem. E se você simplesmente acha divertido alimentar um personagem e ser você mesmo nas ruas?
Não importa a situação. O que você fala em 140 caracteres não expressa o contexto. Cada um interpreta da maneira que lhe parecer conveniente e não importa o que você vai pensar disso, você deveria ter explicado melhor a situação. No final a culpa é sempre sua.
Foi você que não aproveitou o espaço mínimo para dizer o que realmente queria dizer. Jogos de palavras não fazem parte desse mundo, omitir informações também não. Uma hora a verdade aparece, ou a pessoa acredita que a verdade está lá para quem quiser ver, mas é apenas fruto de outra interpretação errada.
Eu já disse que a culpa é sua? Se não disse preste atenção. A culpa é sua que resolveu criar uma conta no twitter e divulgar sua vidinha, a culpa é sua que criou um personagem, a culpa é sua que esqueceu que twitter não é diário, a culpa é sua que mostrou o peito…a culpa é sempre sua.
E se não era nada disso que você queria dizer, me desculpa, mas ninguém vai tentar te entender em um texto gigante em um blog qualquer. A culpa é sua que não sabe se fazer entender CLARAMENTE em 140 caracteres. E se preciso for magoar alguém, aproveite e faça no twitter para todos lerem, pois só assim a pessoa realmente irá te entender sem causar transtornos piores em conversas maiores fora do twitter.

Eu sei que é errado pensar assim, mas preciso perguntar se é real. Você chegou com tantas declarações, tanto carinho; me encantou logo de primeira e eu rapidamente passei a pensar em você a cada segundo do meu dia. Mas junto com todo esse bom sentimento veio um aperto no coração e uma dúvida: É mesmo real?
Já sofri tanto na mão de outros caras que me prometeram o céu e não tive nem a terra! Sempre ouvi declarações demais, fofuras demais, demonstrações até então reais de carinho que acabaram tão rápido como surgiram! Já imaginei uma vida toda ao lados deles e me vi cada vez mais distante da idéia de viver com alguém, me apaixonar todo dia pela mesma pessoa e ser feliz.
Passei a acreditar que todos os homens agiam assim por impulso, para conquistar a qualquer custo essas mulheres tão vulneráveis e emotivas, fáceis de levar apenas com um agrado. E assim tinham o tão precioso retorno: atenção, amor, carinho e sexo.
Sendo assim deixei de acreditar, de ver a beleza da conquista, meu coração se tornou frio e mantive meu pé atrás ao te conhecer. E eu juro que não é por maldade, é instinto de proteção. Medo de sofrer de novo. Mas como eu poderia sofrer com alguém que faz de tudo pra me conquistar a cada segundo, que demonstra realmente gostar de mim, que tem interesse na minha vida? Ninguém faz tudo isso pra enganar outra pessoa!
E mais uma vez eu pergunto se é real, pois parece que estou sonhando. Se você não existisse, eu juro que teria te inventado só pra mim. Você é o que sempre pedi, com todas as suas qualidades e até mesmo defeitos, você sabe como me deixar com as bochechas doendo de tanto sorrir, quer me fazer feliz e eu mereço isso.
Em troca te dou todo o meu amor, mas me responde mais uma vez. É real?

Cansei de você. Cansei dessa brincadeira de sentimentos, de paixão e de dúvidas. Quando eu procuro um relacionamento eu quero ficar bem, ter o coração batendo forte por estar apaixonada, mas a única coisa que sinto é dor de cabeça por você não saber o quer de mim. Chega!
Eu já disse que não queria me apaixonar e você foi me envolvendo com seu jeito doce, com seus abraços, seu beijos e até com a sua pegada. É uma delícia estar com você, e péssimo não te ter!
Sempre que eu começo a dar mais de mim você aparece e diz que eu tô errada, que estou me precipitando, para irmos com calma. Fala comigo como se eu fosse uma criança boba e inocente, me enrola, diz não saber o que sente e para deixarmos acontecer naturalmente.
Só que eu já sei o eu quero e pelo jeito você também. Eu quero me entregar de corpo e alma a alguém que eu julgava ser o cara certo para relacionamentos, e você quer virar o cafajeste que só enrola as mulheres. Cansei de você e dessa sua nova fase!
Apesar que eu não sei bem se é nova ou se você já era assim e eu não sabia. Devia ter conversado com a sua ex, ela já ia me orientar e me ajudar a não cair na sua armadilha. Devia ter percebido que a sua tática é demostrar ser o cara ideal, conquistar várias “menininhas” e depois ter a opção de escolha. Agora me responde, por que EU não sou sua escolha?
Bem que me avisaram para eu não me envolver. E eu jurava que meu coração estava congelado, mas você mudou tudo e agora me fez sofrer. Caí de novo nessa palhaçada, acho que nunca vou aprender.
Mas sabe…só quero que você seja feliz, de verdade! Só que bem longe de mim, pois eu quero e mereço ser muito mais feliz do que você, e seus jogos estão atrapalhando minha vida.
Eu te amo, mas me amo muito mais.
- Ok, um término é um pouco pesado para a semana dos namorados, mas por que não? XD
- Disse que ia escrever outra carta, tá aí… =D

- Titia Naya lançou um blog. O Bonita com Pouco. Se você é mulher, acesse. Se você é homem mostre pra namorada/mulher/mãe/tia/irmã/prima/amiga! Moda, maquiagem, cabelo, unha…tudo a baixo custo!
- E eu não vou sumir daqui!
Não sei bem como começar. Talvez um “oi, tudo bom?” possa não ser a melhor solução. Nem preciso explicar acontecimentos anteriores, razões. Você vai entender, você espera isso. E você não sabe o peso que estou sentindo em entregar essa carta.
Não é medo de um fora e nem é cobrança por um futuro juntos. Na verdade eu tenho medo de perguntar o que acontece entre a gente e você entender isso como paixonite aguda minha. Eu realmente estou confusa, mas queria entender o que foi aquela noite. Uma pegação, um erro, um destino. Saber se nunca mais vai acontecer, se pode acontecer apenas em momentos de carência ou se pode envolver uma relação. Eu quero saber como me comportar quando te encontrar de novo. Se posso falar dos meus romances, se falo da gente ou se não falo nada.
Eu só tenho medo de não saber explicar essa confusão mental que estou passando e tornar isso um problema pra você; vai que era só uma pegação e você entende o meu desabafo como um pedido de namoro, você foge e o que eu mais temo acontece. Eu te perco.
Você é a última pessoa no mundo que eu gostaria de perder, de verdade. Não é por uma questão de paixão. Eu amo você, como sempre amei. Eu sempre gostei de estar do seu lado, de ficar abraçada sem dizer nada, de passar um tempão do seu lado e a gente se tratar como amigos e nada mais. Sempre gostei dessa cumplicidade e da maneira como nos tratamos quando nos encontramos ou reencontramos, afinal, chegamos a passar meses longe e ainda assim a volta é sempre tão íntima, como se nunca tivessemos nos afastado.
Eu tenho medo de te perder, ficar sem esse contato, essa confiança, esse carinho. Tenho medo de te afastar por um mar de pensamentos sobre a nossa relação, sobre você. E realmente admito que não sei o que eu estou sentindo, porque pensar em o você que sente, me fez parar pensar o que eu sinto por você. Eu sei que gosto de estar com você, gosto de você, mas prefiro não pensar exatamente como é esse gostar até descobrir o que você acha de mim. Sei do seu carinho, mas qual o ponto que isso chegou? Ou não?
Fiquei confusa com o pós-encontro. Ao mesmo tempo que senti um envolvimento seu, senti uma dificuldade sua em falar sobre isso. E não sei se é medo passar da amizade para o romance, ou se não foi bom e você não quer mais. São tantas dúvidas que eu não sei por onde começar, e mais, fica declarado o meu medo de te enlouquecer. Já disse, não é pelo fora, mas por você sair correndo me vendo como louca. Claro que imagino que o mesmo pode passar pela sua cabeça agora, você pode ter as mesmas dúvidas e deixar esse assunto todo de lado com medo de perder.
E não arriscamos por que? O possível romance vale o risco de perder a amizade? E se só eu acredito que isso pode ser uma paixão e você viu apenas como uma ficada. Como fica minha cara depois? E se você quer uma relação e acho que não o momento? Não sei o que pensar, não sei o que sinto e muito menos o que eu faço. Me vejo como uma adolescente de 12 anos apaixonada pelo professor. Quero me comportar como uma adulta séria e perfeita pra você, mas sei que não vê desse jeito (até porque você me conhece).
Se foi só um caso, posso arriscar aparecer com alguém na sua frente? Vamos levar isso de uma maneira natural? Vamos ter outros encontros? Vamos voltar apenas para a amizade?
Melhor não mandar isso e deixar como está. Eu na minha insegurança e, assim, talvez perca uma chance de ser feliz ao seu lado e com você!
- Não é a maneira como costumo escrever por aqui, mas gostei a experiência. Tenho alguns textos como um desabafo mesmo, em primeira pessoa, e acho o resultado sempre surpreendente. Se gostarem passo a fazer mais alguns…

Genteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee, me formei #porra
E ontem foi a minha colação – F.I.N.A.L.M.E.N.T.E
E como pessoa aparecida que sou, fiz a homenagem aos pais. Na verdade juntaram alguns cursos na mesma colação (turmas pequenas…), logo seria uma homenagem para todos os cursos (tanto que na hora eu mudei algumas palavras do texto original como “4 anos” para “vários anos/alguns anos/por anos”…) e a titia aqui fez!
Primeiro quero falar sobre a formatura. Entramos de pantufas, foi lindo! E o mais legal é que na hora de vestir a beca eu tava com um salto de 12 cm e o moço me deu uma beca compridona, na hora que coloquei a pantufa eu pisava na beca de tão arrastando no chão que ficou.

Fizemos alguns cartazes do tipo “Você ainda verá esse rostinho na globo”, “Já peguei”, “Só passou porque colou”, “Procura-se emprego, tratar aqui”, “Luiz Gustavo gostoso e Nassir delícia” (professores nossos, #brinks), “Já deu, né?”, “Zzzzzz”…tudo aquilo que a gente podia zoar. Na verdade estavamos tão frenéticos que não lembro de metade da colação.
No entanto eu vim aqui pra fazer você chorar. Ou melhor, para mostrar o texto do momento que vi muita gente chorando. A homenagem aos pais.
“Sinceramente não sei qual o momento mais difícil da noite. Quando me chamaram para fazer a homenagem aos pais eu pensei que seria relativamente fácil, depois comecei a achar uma missão impossível. Conversei com tantas pessoas sobre o assunto e todos só diziam “relaxa”. Depois vi que a missão do orador também não é simples. Falar de sentimento não é fácil, sentir é muito mais eficaz. Outro dia ouvi que não se explica amor, você faz determinadas coisas que representam o sentimento.
E é justamente esse amor que nos fez terminar a faculdade. Amor dos pais, avós, tios, primos, irmãos, filhos, marido, mulher. Enfim, amor daquelas pessoas são parte da nossa vida, pessoas que nos tornaram o que somos hoje, pessoas por quem fariamos tudo. E o tudo de hoje é apenas um singelo agradecimento por tantos anos de amor, pela confiança depositada, pela paciência exercida, pelo carinho quando mais precisavamos.
Foram 4 anos que não percorremos sozinhos. Mesmo que a distância física fosse enorme, a base já fora construída, chegamos na vida universitária prontos e ao mesmo tempo necessitados, pois tantos foram os momentos de pedido de colo pelo cansaço desses 4 anos. Adultos que precisavam de carinho daqueles que mais representam a nossa própria vida, nossa família. Adultos tão frágeis e vulneráveis que procuravam e continuam procurando o amor destas pessoas tão importantes.
Um vida inteira em 4 anos. O reflexo de tudo aquilo que aprendemos antes da faculdade e o fortalecimento que tivemos durante o curso. Crescemos, hoje podemos dizer com orgulho que estamos formados, e não seriamos o que somos sem a ajuda de cada um vocês, sem o apoio, o conforto e até mesmo as broncas. E sabemos o quanto cada um de vocês se orgulha em ser parte essencial dessa história e dessa formatura.
Hoje não é só o nosso dia, é dia de agradecer cada um que participou da nossa formação. Dia de lembrar quantas dificuldades cada um teve, mas acima de tudo lembrar a superação e saber que terminamos essa fase juntos e ainda mais unidos.
Falo em nome de todos os formandos presentes. Obrigada por me tornar uma pessoa melhor, amadurecida e preparada para também transmitir esse amor um dia aos meus filhos. Obrigada por cada bronca necessaria, cada abraço caloroso, por me mostrar o caminho a seguir, por me deixar livre para seguir o meu próprio caminho. Se pudesse escolher minha família, escolheria vocês. Obrigada por tudo…mesmo.”
E agora um momento rápido de homenagem aos alunos…não conseguimos passar esse vídeo ontem, infelizmente. O @rickfelix fez correndo, mas ficou tão lindo!
Para os meus amigos:
“Entre trabalhos, restou o conhecimento. Entre discussões, restou a amizade. Entre bebedeiras, restou a risada. Entre tantas emoções, restou pra esse momento a maior de todas, a nossa colação! Rimos, choramos, batalhamos. O esforço de cada um para se formar é nítido; bastam 5 minutos de conversa para conhecer a luta pessoal de cada aluno para chegar onde estamos hoje, formados! Cada um com sua particularidade transformou essa turma na mais esforçada, a que com certeza marcou a vida dos professores.
A união de um grupo pequeno em quantidade, grande em coração. Pessoas que serão lembradas pra sempre, e que já sinto saudade, e aposto que todos sentem.
Se pudesse lembrar cada situação, cada palavra dita, cada risada ouvida, cada lágrima derramada, ficariamos aqui por mais 4 anos, mas não seria demorado, pois são memórias são gostosas de relembrar que seriam outros 4 anos mais rápidos da nossa vida. Como esses que passaram. Durante as épocas de entrega de trabalho viamos o mundo girar tão rápido que nunca ninguém entendeu como conseguimos deixar tudo pronto. Já outros momentos passavam tão devagar que torciamos para acabar logo. Fases que passamos juntos e daqui 20 anos teremos as mesmas lembranças, e em cada rosto as lágrimas terão o mesmo significado. Saudade!
Alguns serão nossos amigos para sempre, outros serão conhecidos e alguns nunca mais veremos. Mas isso não significa que cada uma dessas pessoas não foi parte importante de cada vida. A diferença é que nos identificamos ou tivemos mais contato com um certo grupo, no entanto todos fomos tocados e influenciados por cada um.
Agradeço cada momento, cada riso, cada choro. Agradeço poder ter feito parte da vida de cada um de vocês, e ter partes de todos comigo também. Agradeço ter tido a oportunidade de aprender que faculdade não é só conhecimento técnico para a vida profissional, é um amadurecimento pessoal extremo e compartilhado com outras pessoas que tem o mesmo objetivo. Agradeço crescer e ter lembranças especiais que vou contar para os meus netos um dia. Agradeço viver esse e tantos momentos, acima de tudo.”

Tim Burton acabou com a minha infância mágica e tenho dito!
Eu já vejo milhares de pessoas arremessando pedras contra mim, mas não tô nem aí. Eu preciso falar da minha não veneração por Tim Burton.
Toda vez que um filme novo dele é lançado começa a bajulação. “Ele é o cara”. Mas eu não concordo – em partes!
Ele pode ser o cara da animação, o cara do efeito especial, o cara do tema sombrio, o cara da direção; mas ele destruiu minha infância e vou lhes dizer por quê.
Eu já tinha um certo “medo” dele por causa de alguns filmes, mas até conseguia encarar. Eu gosto de terror, eu gosto de temas sombrios. Mas sempre terminava o filme com aquela sensação esquisita de “a porta vai abrir e o Johnny Deep malvado vai entrar e me enlouquecer…”. No entanto depois passava, e se esse era o objetivo do Tim Burton, ele é o cara porque sempre conseguiu.
Só que aí a gente no momento “como Tim Burton destruiu minha infância”.
Eu sempre fui uma criança fofa! Não no sentido literal, eu era a criança que toda mamãe sempre quis. Loirinha, pequena, delicada, calma, paciente. Não chorava pra sair do parquinho, não dava escândalo no meio do shopping e ficava quietinha vendo desenho na televisão – fique claro que eu vivia sim, eu só era educadinha…
Enfim, eu vivia um conto de fadas lindo e colorido. Aí chega esse porra do Tim Burton e faz uma versão cruel dos meus desenhos e filmes lindinhos! Primeiro meu momento choque foi com “A fantástica fábrica de chocolate”.
O Willy Wonka não é um moço mau, ele é triste. Minhas lembranças do filme quando via quando era criança era de um Wonka coitado e não um sádico. Sem contar os Oompa-Loompas que parecem ajudar Wonka a ser malvado. Talvez por ser criança eu visse de outra forma, talvez. Mas a versão Tim Burton me assustou.
Efeitos ótimos, não nego, mas poxa, acabou com a minha infância.
Agora é a vez de Alice. Na minha cabeça é uma ficção bonitinha, tem seu lado “pesado”, mas não é algo que deixa uma criança com medo. Agora vem a versão sombria de Tim Burton. Que que é a cara do chapeleiro maluco? Até a parte que eu sei ele é maluco e não estranho. Só as cenas que eu vejo já não me deixam interessada no filme e sim com medo de nunca ver a Alice como uma menina bonitinha. #medo
Esse post é um desabafo na verdade, sabem? Eu tô cansada de ver todo mundo babando o ovo do Tim Burton e ninguém se opor. É ridículo! Não critico ele como profissional, mas pelo o que ele fez com meus clássicos, pela arte do sombrio. É legal um friozinho na barriga? É, mas “vamos não estar acabando” com a fofura?
- Podem falar o quiser, até mesmo que o texto é curto – um milagre. Mas é só um “eu preciso falar e acabou”. Agora eu sou uma pessoa bem mais feliz!
- Realmente não vou ficar me justificando, e até por isso o texto é curto, mas vamos levar em consideração que falar de sentimentos (no caso, “medo”) não tem explicação.
- Beijos pro povo do blog que eu tava morrendo de saudade…a correria é eterna, mas a lembrança está viva!
Esse texto não é recomendado para pessoas que não tem coração.

Enquanto tem gente que acumula rancores, eu coleciono alegrias. Porque no final do ano a gente vai chorar de emoção pelas coisas boas, pelos momentos deliciosos, pela nova ou renovada amizade.
Somente quem não tem o que comemorar é que critica a felicidade “estúpida” do final de ano. Se temos problemas o ano inteiro, qual o mal em querer sorrir e agradecer mais um ano que sobrevivemos ao caos? Isso não é hipocrisia, é não querer afundar cada minuto mais, evitando assim uma depressão.
Claro que aqueles que só procuram confusão, que criar discórdia e que acumulam inimigos, ou irão se isolar, ou viver um falso júbilo.
Não tive o melhor ano da minha vida, mas aproveitei ao máximo as razões que me fazem levantar todas as manhãs. Amigos, família, trabalho. “Pequenos” e importantes detalhes que tornam todas as más coisas/pessoas minúsculos problemas.
Conheci pessoas maravilhosas, me aproximei de outras que nem imaginava a possibilidade de uma amizade tão legal e também me decepcionei.
“Talvez os nossos erros escrevam nossos destinos. Se não, o que mais formaria nossas vidas? Talvez se nunca mudássemos de direção, jamais nos apaixonaríamos, ou teríamos bebês, ou seríamos quem somos. Afinal de contas as estações mudam. As cidades também.
As pessoas entram e saem da sua vida.
Mas é bom saber que quem se ama está sempre no seu coração, e se você tiver muita sorte, a um vôo de distância.”
(Carrie Bradshaw, Sex and The City)

É o natural da vida, e o importante é o que fica, a lição que tiramos (mesmo daquilo que nos machucou). Aprendi muito nos meus poucos 23 anos, cada ano começo e termino diferente. O importante não é viver centenas de emoções, mas acrescentar algo na nossa vida, mesmo que o errado seja outro. Erros alheios também podem nos mostrar como não ser e isso é uma coisa que minha “curta vida” ensinou.
- Deixei a vergonha de lado e aprendi que mostrar quem eu sou só atrai as pessoas.
- Parei de gaguejar ao falar em público. Criei uma outra Naya que sobe no palco cada vez que eu tenho que falar.
- Descobri que ser tímida não significa não falar o quanto gosta de alguém.
- Mas também vi que falar que ama tudo e todos é babaquice
- Deixei o ciúmes de lado ao ver o quanto é chato e ridículo alguém dar ataques sem razão.
- Aprendi a pensar antes de soltar alguma piadinha e evitar constrangimentos.
- Descobri que ser cara de pau não é pagar mico, e sim ter vantagem sem comprometer sua imagem ou outras pessoas.
- Vi que sexto sentido funciona mesmo, dar chance a alguém depois de anos não é legal.
- Percebi que não dar chance também não é legal. Cada caso é um caso, virar a cara é pior ainda.
- Rearfimei que o tipo de pessoa que não se dá a oportunidade de conhecer de verdade alguém e que julga por aparências é o pior tipo de pessoa do planeta.
- E esse tipo de pessoa não merece desprezo, merece pena, por não ser o tipo de pessoa que aprende e sim o tipo que vai morrer sozinha.
- Também aprendi que engolir sapos só vale a pena se a pessoa for muito importante. Para o resto não vale o sacrifício.
- Tive tempo de ver que amizades do passado, mesmo distantes e com pouco contato, ainda são tão importantes quanto respirar e esses nunca irão nos abandonar
- Infelizmente notei que a vida pode acabar, ou mesmo passar muito perto disso, e que somos vulneráveis.
- Aliás, quando esse tipo de coisa acontece, os mais fortes são os que mais sofrem, por ter que segurar os outros.
- Com isso aprendi que não chorar não faz bem. Você desaba depois por qualquer besteira.
- E o mais importante (e a razão do começo do meu post) – aprendi que pessoas que fazem questão de cutucar os outros não vivem, apenas estão por aí e quando sumirem não farão diferença no mundo.
Depois de um dos anos mais corridos da minha vida, em meio a confusões desnecessárias, perdas familiares (quase perdas tb), TCC, saída da agência…hoje eu posso agradecer por encontros lindos, amigos ao meu lado, apoio familiar, um novo e ótimo emprego…

Mas também quero agraceder àqueles que me infernizaram, criticaram e me acusaram de coisas que eu nunca fiz. São pessoas que já atacam se defendendo ao melhor estilo “só fiz isso porque fizeram comigo primeiro…”. E a pergunta que fica é: fizeram mesmo ou você ACHA que fizeram?
Você passa uma vida sendo uma boa pessoa, até alguém chegar e começar a inventar besteiras sobre seu caráter. E o que machuca não é o que inventam, mas porque inventam. E quando você vê já caiu na teia do filhote de aranha. Uma pena. Só não resta mais nada a não ser se soltar e fingir que está tudo bem, pois uma vez aprendiz de vilão, sempre vilão. Essa pessoa não vai crescer, não vai aprender. Não tão cedo.
E acho até engraçado que pessoas que se dizem inteligentes caiam em cada historinha. Entretanto a gente enxerga o que quer ver.
Aliás, sempre que escrevo eu faço diversas pesquisas…referências, inspirações e até mesmo me corrigir…eis que me deparo com um texto da maravilhosa Fernanda Young que diz tudo…tudo…
Aos que não nos enxergam
Oi, eu estou bem aqui na sua frente, mas você insiste em não me ver. Tudo bem, opção sua, cada um enxerga o que quer. O problema é quando você, sem ter idéia de como sou, resolve dar a sua visão sobre mim. Talvez você não se enxergue também, antes de mais nada – e assim me tire por parecida contigo. Errando completamente. Para começar, eu faço questão de ver as pessoas ao meu redor, e isso faz toda a diferença do mundo. Percebo que todos têm algo de especial, estando aí a graça. Percebo belezas que não são minhas, estando aí o prazer.
Percebo inclusive você, parado bem na minha frente, desviando seu olhar para lá e para cá, nervoso com a minha presença, estando aí o ridículo.
Veja bem, não há o que temer em mim. Não quero nada que seja seu. E não sou nada que você também não seja, pelo menos um pouquinho.
Você não precisa gostar de mim para me enxergar, mas precisa me enxergar para não gostar de mim. Ou gostar, e talvez seja exatamente isso que você tema. Embora isso não faça sentido, já que a vida é bela, justamente, quando estamos diante daquilo que gostamos, certo?
Não vou dizer que não me irrita essa sua cegueira específica com relação a mim, pois faço de tudo para ser entendida. Por todos. Sempre esforço-me ao máximo para que isso ocorra, aliás; então, a sua total ignorância a meu respeito, após todo esse tempo, nós dois tão perto, mexe, sim, levemente, com a minha paciência.
Se for essa a sua intenção, porém, mexer com a minha paciência, aviso que anda perdendo sua energia em besteira, pois um mosquito zumbindo em meu ouvido tem um efeito semelhante. E, se me dou ao trabalho de escrever esta carta para você, é porque sei que você também não será capaz de enxergar o que há nela.
Explicando melhor: preferiria que você me esquecesse, mas até para poder esquecer você vai ter que me enxergar. Enquanto não me olhar de frente, ao menos uma vez, ao menos por um segundo, vai continuar assim, para sempre, fugindo sistematicamente da minha imagem – um escravo de mim, em fuga constante, portanto.
Pode abrir os olhos, vai ver que não sou um bicho-de-sete-cabeças. Sou bem diferente de você, como já disse, mas isso é ótimo. Sou melhor que você em algumas coisas, pior que você em outras – acontece. No que eu for pior, pode virar para outro lado; no que eu for melhor, cogite me admirar. “Olhos nos olhos, quero ver o que você faz…”* Sempre quis cantar isso para alguém. “Olhos nos olhos, quero ver o que você diz…”*
Pronto, um sonho realizado. Já estou lucrando com a nossa relação, só falta você. Basta ver o que eu posso lhe mostrar e enxergar o que eu posso ser para você.
* Trechos da música OLHOS NOS OLHOS, de Chico Buarque
Fernanda Young
Fernanda Young é escritora, roteirista e apresentadora de TV

É esse é o tipo de lição que eu não tenho mais que aprender, mas que serve para tantas e tantas pessoas que não sabem viver, justamente por não se permitir conhecer, aprender e parar de cometer os mesmos erros.
Que em 2010 você viva cada segundo. Erre desejando acertar, acerte e peça perdão para você mesmo pelo seu erro. Cresça, apareça…se torne uma pessoa importante para o mundo e não apenas para uma única pessoa.
Percebemos vendo o passado que pessoas lembradas no futuro são aquelas que fizeram algo de bom para um grupo.
Hoje eu posso até falar de você que não me enxerga, mas justamente pra você aprender e quem sabe ser uma pessoa que poderá ser lembrada no futuro.
Feliz 2010 pra todos vocês!
- Queridíssima Brabul que tem um blog lindo Poucas Palavras. Vale a pena a visita!
- Esse ano eu conheci o Diego Camara e Neto Macedo. Agora minha meta pra 2010 é finalmente apertar as bochechas do Pedro Turambar
- Se eu sobreviver ao meu ano-novo eu conto como foi a virada =D

Uma mulher que tem uma boca que faz milagres é o sucesso, um homem também é, mas eles não enxergam a brincadeira desse jeito.
Tem homem que só pensa na sua satisfação pessoal e que parece não gostar de fazer oral nela.
Uma boa parte só inventa historinha de que é o cara, que faz até ficar com caimbra na língua, que meia hora é pouco e blá blá blá. Aí na hora do vamos ver eles fogem!
Sim, sim, sim….fogem.
No máximo ele faz uma excursão rápida no começo do relacionamento só pra falar que fez. E a manutenção fica onde? E se for uma transa casual, minha amiga, você pode até esquecer que isso existe!
Um bom oral pode levar uma mulher ao orgasmo, meu querido leitor. É, pode perguntar…e mais, eu te garanto que a mulher que responder que não goza com oral é porque nunca recebeu um decente.
Quer conquistar? Quer que ela pense em você e jogue a calcinha fora na mesma hora? Quer que ela sonhe com você? Quer que ela faça loucuras com você? Então desce e começa o trabalho direito.
Mulheres lêem sobre o assunto, perguntam para amigos gays, pesquisam, conversam entre si, fazem de um TUDO pra melhorar a performance e levar vocês à loucura. Mas receber de volta que é bom nada, né? O bonitão acha que mulher só curte movimentos ritmados e constantes? Experimenta deixá-la de perna mole com um belo oral que depois você pode fazer o que quiser com a mocinha.
FATO. Mulheres que tiraram a prova de quanto é bom garantem: antes um homem sem pinto, do que um homem sem língua!

Nossa, Naya, que pesado isso! É pra ser pesado sim, senhor. Pra ver se os gatinhos aí entendem de uma vez por todas que não adianta ser bem dotado se não sabe chupar!
Olha essa Naya, teve uma experiência frustrante! E qual mulher nunca teve? A não ser aquelas que só tiveram uma ou não tiveram nenhuma experiência que não pode levantar a mão e dizer “eu já passei por isso”. O resto, eu aposto, já passaram por isso pelo menos uma vez.
Claro que nem todas não vão ter coragem suficiente pra levantar o dedinho aqui no blog e falar “oi, eu já passei por isso”. Até porque a gente pode entrar em uma bela saia justa. Vai que o gato lê o comentário e vai tirar satisfação? É complicado isso, minha gente.
“Mas se ela quer, então que peça, oras”. Ah, claro “amor, tem como você me chupar pra eu gozar logo?”
E sabem o que acontece depois? A amiga vira muro das lamentações com o gata falando “meu, ele não chupa”.
E mulheres são mais delicadas, a gente não pode negar isso. Não é a mesma coisa que um homem pegar e forçar a nossa pobre cabecinha para baixo a fim de explorar as regiões mais baixas. Além do mais somos mais fracas, a única maneira de forçar é apelando. Agora imagina a cena: Ela chega com um chicote nas mãos e grita “agora chupa, e chupa direito porque um gato lamberia com mais vontade!”
Portanto, meus queridos amigos leitores deste humilde blog. O buraquinho lá em baixo não serve só pra você brincar de vai e vem, tem tantas outras funções, meu bem…
Quando a região é bem explorada você pode fazer sua parceira experimentar sensações inesquecíveis, além de “fisgar” a moça. Ela vai lembrar, ela sempre vai lembrar e sempre vai imaginar como seria bom de novo e o que ela pode fazer para satisfaze-lo também!
Sexo não tem limites, o que te impede é o pensamento!
Ah sim…e não basta apenas pular em cima da menina e meter a boca. Você tem que fazer isso com prazer, com vontade. Tem que aproveitar boca, língua, dedos e tudo mais o que estiver ao seu alcance.
“Amiga, não dá…ela ficou o dia inteiro de calcinha, tá fedendo”. Banho serve pra? Alô?
Abuse de balas, sorvete, chantilly e até uns produtos feitos especialmente para você lamber.
Chupar é fundamental. Pergunte às suas amigas.
- Blog novinho novinho do Rudi. Vamos dar uma força para Aquelas Palavras.
- Gosta de RPG? Ótima indicação do Cavariani sobre notícias, lançamentos e material sobre RPG no Encontro Aleatório
- Quer Aprender a cozinhar?. O Marcelo Billes dá várias dicas. O prato do dia é Estrogonofe
- Quer aparecer aqui? Só me seguir no Twitter e me pedir =D
- Agradecimento a Babi Arruda que me “emprestou” algumas frases para o texto =D





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