
Depois de publicar este texto faço uma promessa a todos aqui. Nunca mais publico listas deste tipo! Dão um trabalho do cão e no final os discos acabam valendo nada pois o espaço é muito pequeno para cada um. Publicar algumas resenhas individuais é melhor, e pretendo fazer isso neste ano de 2011. Vamos a esta lista, que como sempre foge daquela normalidade de monte de nomes conhecidos que muitos de vocês estão cansados de ver. Estas são minhas recomendações para começar 2011 com tudo! E não, não tem uma ordem lógica nesta lista… só tem artista foda aí!
Orphaned Land – The Never Endind Way of ORwarriOR
Sem dúvidas um dos melhores discos que tive o prazer de ouvir aí nestes últimos, sei lá… 10 anos. Uma peça de arte fantástica que mistura Heavy Metal com música folk judaica e árabe. Os toques de violino dão um tom especial a esta banda, que já tinha feito bonito com o disco “Mabool – The Story of the Three Sons of Seven” – neste caso o tamanho do nome está bastante ligado a qualidade do disco. Vocês se espantarão, sem dúvidas como eu me espantei, na capacidade do Orphaned Land de mudar dentro dos subgêneros do Metal sem variação de qualidade. O som sai do bom e velho Folk, passa para o Progressivo, corre para o Death Metal, indo para o Symphonic e tudo isso com maestria. Os caras são gênios!


The Ocean – Heliocentric / Anthropocentric
Já que a lista começou com gênios, ela prossegue com outros gênios. Os alemães do The Ocean (também conhecidos como The Ocean Collective) são gênios da fusão musical. As músicas misturam heavy metal, hardcore, progressivo, sludge, música clássica, eletrônica, rock e de tudo mais que você possa imaginar de gêneros bons, todos representados nas músicas destas duas belíssimas obras lançadas em 2010, “Heliocentric” e “Anthropocentric”. Além disso eles ainda tem a cara de pau de encher o disco deles de temas fantásticos. Como os nomes dos dois discos acima dizem, eles retratam a ciência e a humanidade em seus mais diversos níveis, além de apresentar uma clara crítica a filosofia cristã. Não há motivo para quem goste de boa música não adorar o som e o estilo desses caras.

Pain of Salvation – Road Salt One
Ok… dentro das listas temos que ter algumas bandas que não é necessário falar, como o Pain of Salvation. Road Salt One é um disco interessantíssimo por trazer um estilo bem focado no bom e velho rock. Quando o ouvi senti o gostinho do passado em cada música, algo as vezes meio anos 70, as vezes meio anos 80… mas sempre mantendo a técnica já bem conhecida de um dos grandes expoentes do progressivo.

Finntroll – Nifelvind
Não há muito o que falar do Finntroll. Quem gosta de Folk Metal sabe do que estou falando. O som característico deles, que foi incorporado na maioria dos seus discos, está aí como sempre, dando um tom as vezes sombrio, as vezes cômico nas músicas. Tem algumas músicas medianas no meio do disco, mas os singles “Solsagan” e “Under Bergets Rot” fazem valer cada segundo de audição.

Accept – Blood of the Nations
Apesar do nome ser antigo, esta é mais que uma grata surpresa de 2010. Eu não dava nada para o retorno deste artista, que basicamente (e infelizmente) morreu e quase ninguém mais (fora alguns grandes fãs) se recorda deles direito. Isso é bastante triste para um dos artistas de vanguarda no seu período. Bem, fato é que o Accept voltou e este disco é fantasticamente a cara deles, como se viesse diretamente da década de 80 em uma máquina do tempo. O poder das guitarras, a velocidade e os vocais fantásticos do vocalista que substituiu o lendário Udo Dirkschneider estão lá, outro disco que valeu muito a pena ouvir por boas horas.


Avantasia – The Wicked Symphony / Angel of Babylon
Este é, não minto, um dos meus projetos favoritos de todos os tempos. Estes dois discos tem grandes músicas e não deixam de ter um conjunto forte. Escolher um dos dois, como no caso do The Ocean, seria impossível. As grandes músicas, apesar de estarem mais concentradas no “The Wicked Symphony”, não deixam o “Angel of Babylon” como um disco secundário. São dois discos onde é muito mais bonito viajar pela história do que unicamente pelas melodias. Então pegue os dois, mantenha a sequência e curta a história.

Serj Tankian – Imperfect Harmonies
O ácido Serj Tankian entra na minha lista pela primeira vez. O seu estilo musical, totalmente “imperfeito” como o nome do disco, é uma marca registrada que as pessoas aprenderam a amar (e odiar). As músicas cheias de confusão e altos e baixos trazem letras carregadas de críticas políticas e sociais das mais pesadas. O clipe de “Left of Center” me chamou muito a atenção neste disco. E este cara sem dúvidas merece uma medalha por “melhor metida na ferida de 2010″.

Overkill – Ironbound
O disco de thrash metal do ano. Todo ano lançam pelo menos 2 ou 3 bons discos deste gênero, que agora reformulado volta a ter espaço nos EUA e reconquistar o mundo. O Overkill, para quem não conhece, é mais uma daquela dúzia de bandas de thrash da década de 80 que surgiram na mesma época que os bons e velhos Slayer, Megadeth e Anthrax. Apesar de nunca ter obtido o mesmo sucesso dos acima citados, é um artista cheio de qualidade e que voltou (espero…) pra ficar!

Meat Loaf – Hang Cool Teddy Bear
Não há muito o que dizer sobre esse cara. Meat Loaf, apesar de não ser o senhor “superfamoso milionário cheio da grana” como alguns dos seus contemporâneos, é um dos maiores artistas do Rock de todos os tempos. E o melhor de tudo: ele continua em altíssimo nível e não é um destes velhos caquéticos que precisam de uma bengala pra levantar da cadeira ou estão em estado terminal. O disco é o que é: um conjunto de ótimas músicas, muito rock, o uso inteligente dos instrumentos clássicos e a voz fantástica do Meat Loaf, nada mais.

Eluveitie – Everything Remains (As It Never Was)
Mais um representante do Folk Metal presente na minha lista. Esta é uma banda que adoro pela sua qualidade e especialmente por oferecer sempre ótimos trabalhos. Apesar do disco anterior não trazer tanto apego, em “Everything Remains” eles voltaram ao estilo mais pesado e mais amadurecido que nunca. Além da música título, outros super destaques são “Thousandfold”, “Kingdom Come Undone” e “Quoth The Raven”.

Borknagar – Universal
Este é um dos meus discos preferidos do ano, pois como sempre o Borknagar é especialista em fazer as pessoas pensarem. Unindo o bom e velho Black Metal com o estilo progressivo, eles fazem um som altamente técnico sem deixar de ser sombrio. Aliado a isto, Universal traz uma temática bastante naturalista da qual eu realmente gosto, e penso que este novo disco realmente está entre os melhores de 2010. É um “must hear” para qualquer fã do gênero.

Rotting Christ – Aealo
O Rotting Christ, para quem não conhece, é um dos grandes expoentes gregos do black/melodic/whateva metal. Não se deixem levar pelo nome do artista, as músicas deles não são totalmente baseadas em falar mal de Deus ou do Cristianismo, na verdade a temática deles é em boa parte até mais pagã do que propriamente anti-cristã. O som deles é fantástico, e em Aealo eles trazem um conjunto brilhante de músicas que francamente não me deram outra escolha senão enfiar eles pela goela abaixo deste texto. É uma mistura bastante ao estilo do Orphaned Land, só que um pouco mais crua e muito mais metal.

Nightfall – Astron Black and the Thirty Tyrants
Este é o ano do Greek Metal? Primeiro o Rotting Christ e agora o Nightfall também conquista uma posição nesta lista. Um artista que é praticamente um desconhecido fora de suas terras, o Nightfall ainda não recebeu o reconhecimento que merecia. O disco é muito bom, e traz o estilo do Rotting Christ a um nível ainda mais sombrio, sem deixar esta temática pagã grega de fora. Começando pelo nome e pela arte de capa o disco já chama a atenção, mas é pelo conteúdo que ele ganhou sua posição por aqui. Músicas como “Astron Black” (com sua ótima e misteriosa Intro) e “Ambassador of Mass” mostram bem o que estou falando.

Twinpine(s) – Niagara Falls
Interessantemente este é o único artista brasileiro que vai entrar nesta lista. Cada dia estou mais decepcionado com os rumos que o Rock e Heavy Metal estão tomando neste país, onde músicos estão mais preocupados ou em ficar enchendo o saco dos outros ou em fazer música de modinha ao invés de compor algo que valha a pena. O Indie Rock do Twinpine(s) é diferente de toda esta produção nacional, não vou me alongar muito aqui sobre eles, mas posso dizer que eles merecem uma audição que seja, e comprovo isso colocando a música abaixo:

Arcade Fire – Suburbs
O melhor disco do rock alternativo do ano, o Arcade Fire é mais um daqueles artistas relativamente novos que surgem praticamente todo ano na cena inglesa do rock. Mas, diferente da maioria que vem e vai como o vento atravessa a planície, este aqui mostrou que é um artista de respeito, qualidade e criatividade, além de mostrar que dura mais do que um disco (que é basicamente a duração de 90% das bandas da cena atual). Suburbs é um disco de rock alternativo, com belas melodias em piano e com letras bastante intimistas.

Manic Street Preachers – Postcards From a Young Man
Este é sem dúvidas o segundo melhor disco rock alternativo do ano (depois do Arcade Fire, foi mal). O som deles é um pouco mais rock que o do Arcade Fire, mais pesadinho, mas sem fugir do mesmo estilo e pegada do bom e velho rock britânico que aprendemos a adorar. Neste caso o melhor, como sempre, é apenas ouvir o que eles tem a “dizer”:

Belle and Sebastian – Write About Love
Esta é realmente uma das poucas bandas que hoje eu posso considerar realmente como Indie Rock, obviamente puxando indie na verdadeira etimologia da palavra. Apesar de termos uma enorme fila de artistas que se consideram independentes, são poucos mesmo que merecem ostentar este título por não se limitarem ao sistema da indústria, e um deles é o Belle and Sebastian. O sentimento que eles colocam nas músicas é algo que realmente chama a atenção e torna o som deles tão especial, sem esquecer de suas origens e dos fãs.

Pathfinder – Beyond The Space, Beyond The Time
Este é realmente um debut, primeiro álbum deste grupo de poloneses de symphonic heavy metal. Apesar de pegarem um estilo já meio batido (onde de tudo um pouco já foi feito), eles demonstram fôlego e vontade de criar músicas extremamente técnicas e com uma sonoridade especial. A música que mais me chamou a atenção foi “Pathway To The Moon”, baseada em Moonlight Sonata. Para um disco de estreia ele é fantástico, e me faz esperar por mais deste grupo que começou com o pé direito.

Kiuas – Lustdriven
E para finalizar aqui mais um artista que entra no grupo dos “injustiçados”. Estes finlandeses são extremamente técnicos e produzem uma fusão da música mais melódica do power/melodic metal com gêneros mais pesados como o thrash metal. Eu ouvi falar deles algumas poucas vezes, mas antes do lançamento deste disco eu nunca havia tido o prazer de ouvir o som deles. Posso dizer que perdi bastante, é uma banda realmente muito boa e que honra seu país. Vale a pena ouvir.
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1- Gostaria de demonstrar aqui toda minha raiva com o WordPress. Some tag, some vídeo, some tudo! @((!*@#&(#&@@#(
2- Tenho umas ideias legais para uma série de posts aqui, só preciso falar com o Pedro. Cadê tu, ó Pedro?
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Nunca fui fã do System of a Down, pra mim essa tranqueira – que Odin a tenha! – nunca foi grande coisa, e também nunca foi metal, porém ando gostando muito dos trabalhos solo do vocalista Serj Tankian
, que realmente mete o dedo na ferida sem dó nem piedade e tem umas sacadas boas.
Em breve ele vai lançar seu novo álbum, “Imperfect Harmonies”, e já nos apresentou o primeiro single desta grande obra, a música “Left of Center”. Vi o clipe, uma, duas, três vezes… li a letra e a pergunta que me faço é “para onde estamos indo?”
Confiram aqui o novo clipe do Serj, leiam a letra – tem abaixo um vídeo do YouTube com ela, que se der tempo eu posto uma tradução mais tarde – e tirem suas próprias conclusões.
Left of Center
Serj Tankian | MySpace Music Videos
Versão com a letra:
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1- Por que a imagem do Dream Theater no topo? O símbolo se encaixa bem com todo o contexto.
2- Sem ideias de links hoje, vejam no Ocioso que sempre tem coisa boa por lá.
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Após uma lista de rock, agora trago pra vocês a lista dos melhores álbuns de Heavy Metal do ano. Foi dureza selecionar 10, eu tentei, juro pelo Pedro mortinho e enterrado e amante de Crepúsculo (o filme). O ano foi sensacional e sem dúvida os 4 primeiros tem grande capacidade de figurar em várias listas dos melhores desta década que chegou ao fim. Sem muitas delongas vou só botar as minhas breves declarações, as músicas e pronto, pois enrolar é para os fracos…

1. Mastodon – Crack the Skye
Já falei sobre estes caras no ano passado, mas não me canso de falar e irei falar de novo e de novo – e talvez de novo e de novo pelos próximos 10 anos. Mastodon é um monstro do heavy metal, pronto para atropelar todos os que entrem no seu caminho, sem dó nem piedade. As músicas pesadas, o caos contido na progressividade das melodias e as letras confusas, cheias de mistério que se interligam como em uma história fazem com que você dificilmente deixe de ouvir o álbum inteiro deles vezes e mais vezes. Todas as músicas são fantásticas, desde a meio misteriosa “Oblivion”, a pesada “Divinations” até a finalização com a progressiva e cheia de variáveis musicais “The Last Baron” (que contém, na humilde opinião deste que vos fala, um dos melhores solos de guitarra que ouvi nos últimos tempos). É um álbum para ouvir várias e várias vezes e em todas descobrir algo diferente.
Oblivion
Divinations

2. Megadeth – Endgame
MEGADEEEEEETH! Quem não conhece (???), prazer, Megadeth, Dave Mustaine, thrash metal do melhor! Não tenho muito o que dizer deste álbum, ele é rápido, feroz, cheio de ira como um bom e velho disco de thrash metal deve ser. Fico feliz de ver bandas como o Megadeth, Kreator e Testament trazendo novas crianças para uma área que andou totalmente esquecida nos últimos anos (e bota anos nisso! Malditas bandas de nu metal…). Tem muita coisa boa no álbum, mas “Headcrusher” realmente é para mim o melhor momento de um álbum que é sem dúvidas o melhor que Dave Mustaine compôs desde o “Countdown to Extinction” (e olha que eu gostei muito do “United Abominations”).
Headcrusher
1,320

3. Amorphis – Skyforger
O Amorphis é uma banda finlandesa das melhores que já encontrei. O som deles é uma mistura de death metal com progressivo e a temática é folk, baseada nas histórias do Kalevala. Este é, para mim, o melhor álbum deles, com músicas fantásticas do lado progressivo como “Silver Bride”, “Sampo” e “Sky is Mine” e outras bem voltadas para o death como “Majestic Beast”. É um ótimo conjunto musical que se completa aos outros álbuns do Amorphis, que contam a majestosa história do povo finlandês.
Silver Bride
Sampo

4. Nile – Those Whom The Gods Detest
Eu não sou lá um daqueles grandes fãs do death metal. Bandas que gosto de death metal são aquelas que não são totalmente death metal, mas sim trazem um mix de sons com temas do progressivo, power, etc. Mas algo me chamou realmente a atenção neste álbum da banda norte-americana Nile. Inicialmente torcendo o nariz – quase o bastante para dar a volta ao mundo – eu me rendi a ótima música “Kafir!” e ao som super técnico que estes caras fazem. Eles são rápidos, são fortes, ousados e muito bons no que fazem ao unir temas e alguns elementos egípcios com suas guitarras pesadas e uma bateria super rápida. Se você é como eu e não gosta nada muito de death metal, dê uma ouvida no som deles que você pode mudar de opinião.
Kafir!
Hittite Dung Incantation

5. Epica – Design Your Universe
Ah, o Epica… bla bla bla… banda de mocinha, isso não é heavy metal… bla bla bla. Se você acha isso, fuck you! É heavy metal sim e vou colocar aqui e bem nesta posição mesmo. O álbum é muito bom, cheio de sinfonias e ótimas músicas. A voz de Simone “Gostosona” Simons continua muito boa e a banda evoluiu bastante em questão de sonoridade. Acho que o grande ponto fraco do álbum é as vezes florear demais nas músicas, adicionar muito tecladinho e deixar as guitarras de lado, mas isso não retira mesmo o mérito de um álbum que é ótimo e cheio do estilo já conhecido do Epica.
Unleashed
Martyr of the Free World

6. Baroness – Blue Record
Outra banda que vem no mesmo caminho do Mastodon, e também com grande sucesso. Muitos chamam o Baroness de irmão mais novo deles, o que pra mim faz sentido em partes, mas não na totalidade, principalmente quando você começa a ouvir mais o som destas bandas e diferenciar uma das outras. O álbum é muito bom e tem várias músicas interessantes, com um tom um pouco mais hard que o Mastodon. Destaque para “A Horse Called Golgotha” e as “Bullheads” do início e final do álbum, ótimas músicas! Outra banda muito parecida e que toca este mesmo estilo é o Kylesa, que brigou ponto a ponto para entrar neste ranking, mas infelizmente teve que ficar de fora. Aqui tem uma música deles.
A Horse Called Golgotha
Jake Leg

7. Shadow Gallery – Digital Ghosts
Não sei se muitos de vocês conhecem o Shadow Gallery e o falecido vocalista Mike Baker (que trabalhou no “The Human Equation” do Ayreon). O novo álbum “Digital Ghosts” é uma homenagem a Mike, que morreu em outubro de 2008 de parada cardíaca, e com isso carrega toda uma emoção única em suas músicas. Cada canção traz uma mensagem diferente dentro deste enredo e vocalistas convidados como Ralf Scheepers (Primal Fear) e Clay Barton (Suspyre) fazem toda a diferença. As músicas tem todo um toque progressivo (em muitos momentos próximo ao Ayreon), mixando diversas referências que passam pelo rock (se ouvir vai poder ver um pouco de Queen), heavy metal e power metal.
Strong
Venom

8. Alestorm – Black Sails at Midnight
Claro que não poderia faltar aqui o “True Scottish Pirate Metal”. O Alestorm é uma das minhas bandas favoritas no cenário folk, trazem sangue novo para a cena e tocam uma música diferente, com histórias de piratas e melodias bem características do estilo bucaneiro de ser. Em alguns momentos é cativante, em outros é um pouco engraçado, mas é sem dúvidas épico, totalmente tr00! “Leviathan” é épica, “Keelhauled” é levemente divertida e “Wolves at the Sea” é praticamente um hino, então peguem suas garrafas de rum e tapa olhos e curtam um pouco do Alestorm.
Leviathan
Keelhauled

9. Delain – April Rain
Esta é uma das minhas bandas favoritas com vocais femininos. O Delain tem todo um som especial que se diferencia da maioria das bandas do estilo, principalmente por não utilizar os vocais operáticos de bandas como o Epica e o Nightwish (antigo). Charlotte Wessels é uma vocalista muito talentosa que tem seu próprio feeling e dita com isso o som do Delain. Músicas como “Invidia”, “Stay Forever” e “April Rain” são das mais especiais e merecem ser ouvidas.
Invidia
Star Forever

10. Powerwolf – Bible of The Beast
Para quem diz que não há novidades no Power Metal deveria muito bem ouvir o Powerwolf (e também a banda que está logo abaixo dela neste ranking, o Luna Mortis). É uma banda interessante e bem diferente por não utilizar apenas os recursos comuns do power metal, utilizando vocais um pouco mais agressivos e sinfonias em suas músicas. A banda tem um visual sombrio meio esquisito (quando vi, pensei que era uma banda de black metal) e as músicas tocam lendas comuns das regiões do leste europeu, em especial a do lobisomem, que atualmente é uma lenda que existe em quase todos os povos do ocidente (e não, eles não tocam metal cristão).
Prelude to Purgatory e Raise Your Fist Evangelist
Moscow After Dark

11. Luna Mortis – The Absence
Como eu disse no comentário anterior, esta banda é especial. O som dela é muito parecido com o do Arch Enemy, fusionando aspectos do melodic death metal, progressive metal, power metal e thrash metal. O som deles é muito bom e fizeram um bom sucesso nos EUA com o lançamento de “The Absence”, primeiro CD do grupo. Confiram abaixo uma das músicas:
Forevermore

12. Kreator – Hordes of Chaos
O ano de 2009 fechou a década marcando o retorno de diversas bandas ao estilo do thrash metal tradicional. O Kreator, uma das bandas que nunca desistiu e sempre se manteve no thrash metal, trouxe um dos melhores álbuns do ano e que merece ser ouvido.
Amok Run

13. Dream Theater – Black Clouds & Silver Linings
O Dream Theater já é velho na área e todo mundo conhece. Alguns amam, outros odeiam, mas não podemos negar que eles têm sucesso naquilo que fazem. BC&SL é um bom álbum do grupo, com algumas músicas interessantes e com a marca registrada do grupo.
A Rite of Passage

14. Dark Moor – Autumnal
O Dark Moor é uma banda espanhola que já está na cena há muito tempo. O som deles é um metal sinfônico com algumas características de power e que se especializou em fazer versões de música clássica ou ópera no metal.
Faustus

15. Primal Fear – 16.6 (Before The Devil Knows You’re Dead)
O Primal Fear é uma das clássicas bandas do heavy/power alemão. “16.6″ é um ótimo álbum com um som bem característico do estilo alemão de fazer metal, mas bastante superior aos últimos lançamentos do grupo e merece ser ouvido.
Six Times Dead (16.6)
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1- Todos os satélites da Terra colocados em um super infográfico. Confira aqui.
2-Vejam o blog do meu parceiro Ravi Freitas, o Retardo Mental Grave (cliquem por sua conta em risco hahahahahahaha)
3- E a internet está pobre de links nos últimos dias…
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Esse é um momento bem legal do ano, quando você reúne todas as tranqueiras que ouviu e resolve fazer as famigeradas listinhas que muitos amam e o resto do mundo odeia. Depois de ouvir quase 20 mil faixas este ano de acordo com meu contador da Last.fm, entre estas ouvi pelo menos uns 300 álbuns novos (não contei e nem pretendo contar, principalmente porque meu PC de casa está o pó).
Sem mais delongas, dividi a lista em duas partes: Rock e Metal, só pra não misturar as coisas. Vamos aos melhores álbuns de rock de 2009:

1. Alice in Chains – Black Gives Way to Blue
Esse é o tipo de álbum que quando você ouve logo pensa: que gostoso! Puts, é um som fantástico, cheio de emoção do início ao fim, as músicas são ótimas, não cansam e tem a cara do bom e velho grupo de roqueiros (metaleiros?) durante a década de 90. William DuVall, novo vocalista do grupo, é ótimo. Layne Staley morreu, mas o seu espírito e sua música ainda vivem no Alice in Chains. Destaque para as fantásticas “Check my Brain” e “A Looking in View”, duas super músicas de um álbum genial do início ao fim e por isso fica com a posição número 1 desta lista.
Check my Brain
A Looking in View

2. Guilt Machine – On This Perfect Day
Mais um trabalho genial do grande compositor Arjen Lucassen (Ayreon, Ambeon, Stream of Passion, Star One, só essa frase já caracteriza todo o potencial presente em “On This Perfect Day”. É um álbum sombrio, bastante intenso, com um vocalista fantástico e com letras marcantes, além da cara do progressivo, possuindo apenas 6 músicas (4 delas com mais de 10 minutos de duração). Não sei se estou exagerando muito, mas depois de “The Human Equation” esse pode ser considerado o trabalho mais arrojado do mestre holandês, que desta vez saiu um pouco das variáveis do Ayreon e pisou em um novo solo, garantindo assim a segunda posição.
Over
Perfection?

3. Europe – Last Look At Eden
Outra obra fantástica de um grande grupo que fez sucesso no passado. O Europe será eternamente conhecido pelo sucesso “The Final Countdown” do álbum de 1986, mas “Last Look At Eden ajudou a botar um pouco mais de lenha na fogueira e fazer os fãs do hard rock verem que ainda podem sair músicas de sucesso deste grupo de suecos. Um dos pontos positivos deste álbum é que ele é muito completo, passando pela sinfônica e cheia de poder “Last Look at Eden”, pelo som leve da balada “New Love in Town” e cheio do puro hard rock em músicas como “U Devil U” e “Mojito Girl”.
New Love in Town
U Devil U

4. Ace Frehley – Anomaly
Muitos já tinham até mesmo esquecido de Ace Frehley, não da história no Kiss, mas sim de sua capacidade em compor álbuns. O novo álbum do Space Ace, “Anomaly”, é algo bastante diferente que não lembra em quase nada as músicas do Kiss. Em um som cheio de variantes, Ace compôs uma obra fantástica cheia de músicas que lembram o bom e velho rock dos anos 70. Músicas como “Fox on The Run”, “Outer Space” e “Foxy & Free” tem todo um toque especial. Se você não ouviu, vale a pena conferir!
Fox on the Run
Foxy & Free

5. Anneke van Giersbergen & Agua de Annique – In Your Room
Muitas pessoas pensaram que a talentosa vocalista Anneke van Giersbergen nunca faria sucesso fora do The Gathering, mas desde que ela entrou no Agua de Annique até agora não decepcionou nem um pouco. Primeiro foi com “Air” (2007) e neste ano que passou ela trouxe três ótimos trabalhos: o álbum acústico “Pure Air”, o álbum “In Parallel” em parceria com o vocalista Danny Cavanagh do Anathema e “In Your Room”, acima citado.
O álbum é uma bela peça do rock independente, com músicas que são totalmente a cara da meiga vocalista, como “Hey Okay”, “I Want” e “Pearly”.
Hey Okay!
Wonder

6. Pearl Jam – Backspacer
É Pearl Jam! Preciso dizer algo? O álbum é muito bom, ao começar por esta capa cheia de desenhos. As músicas estão bastante interessantes com a boa e velha marca registrada do grupo. Como sou fã de algumas músicas do Pearl Jam e considero eles uma das melhores bandas de rock ainda atuante, “Backspacer” não poderia mesmo ficar de fora. Confira por si mesmo.
The Fixer
Just Breathe

7. Wolfmother – Cosmic Egg
Wolfmother! Cosmic Egg! Uma arte de capa bem doida e uma música de ótima qualidade. Este eu não vou comentar, deixarei o Pedrão explicar para vocês o segundo álbum do Wolfmother.
California Queen
New Moon Rising

8. Trans-siberian Orchestra – Night Castle
Álbuns como o “Night Castle” sempre me enchem de orgulho. Adoro sinfonias, orquestrações e óperas, se unidas ao rock ou metal conseguem ficar melhores ainda! Este álbum não é uma obra prima, muito menos está perto dos melhores álbuns do Trans-siberian Orchestra, mas algumas músicas no meio das 26 que formam este álbum duplo. Nele você encontra todas as boas e velhas características deste tipo de álbuns: músicas orquestrais fantásticas como “Night Enchanted”, o bom e velho hard rock em músicas como “Sparks”, ótimos remakes de músicas clássicas como “The Mountain” e tantas outras.
Sparks
Nutrocker

9. Them Crooked Vultures – Them Crooked Vultures
Neste ano tivemos a criação de dois novos supergrupos. Enquanto considero o álbum do Chickenfoot um fracasso – não necessariamente pelo som do álbum, mas sim pelas expectativas que foram criadas em torno de um grupo que prometeu revoluções e maravilhas mas trouxe mais do mesmo – tivemos o Them Crooked Vultures, que veio com mais calma, não vendeu milagres e trouxe um som bem característico do rock. Formado por Josh Homme (Queens of the Stone Age), Dave Grohl (Foo Fighters) e o lendário baixista John Paul Jones (Led Zeppelin), o grupo não decepcionou e trouxe alguns bons sucessos como “New Fang” e “Dead End Friends”. Só pelos nomes citados este álbum já merece fazer parte da sua playlist, nada mais a dizer.
New Fang
Dead End Friends

10. Kiss – Sonic Boom
Acredito que boa parte de vocês pensou que eles nunca mais lançariam alguma coisa nova e viveriam de passado – bem, muitas bandas famosas andam fazendo isto e tendo ótimo sucesso, cof cof… Rolling Stones… cof cof…
Bem, “Sonic Boom” foi lançado e se mostrou um álbum legal e com a marca registrada do Kiss. Algumas músicas como “Modern Day Delilah” são muito boas, outras infelizmente acabaram deixando a deseja, mas ele vale apena ser ouvido e experimentado.
Modern Day Delilah
Russian Roulette
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1- Parabéns aos novos integrantes desta bagaça, espero que vocês sobrevivam a primeira semana de torturas.
2- Como sou fã do Blind Guardian, confira as verdades sobre Hansi Kürsch.
3- Em breve a outra lista.
1. Alice in Chains – Black Gives Way To Blue (EUA) (???) – 9
2. Guilt Machine – On This Perfect Day (Holanda) (Prog) – 9
3. Europe – Last Look At Eden (Suécia) (Hard) – 9
4. Ace Frehley – Anomaly (EUA) (Rock) – 9
5. Trans-siberian Orchestra – Night Castle (EUA) (Sym) – 9
6. Kiss – Sonic Boom (EUA) (Hard) – 9
7. Anneke van Giersbergen and Agua de Annique – In Your Room (Holanda) (Indie) – 9
8. Pearl Jam – Backspacer – 8
9. Them Crooked Vultures – Them Crooked Vultures – 8
10. Wolfmother – Cosmic Egg – 8
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Ah, o natal… uma época de paz, amor, fraternidade, porrada, chute na testa e soco na cara. Bem, o natal é uma data que tem um tanto de falsidade e união, dependendo do lado que se olha.
Porém, independente da maneira que se veja a data, não podemos simplesmente ignorá-la ou deixá-la para lá. Não importa a sua religião, se você vive em um país cristão como o Brasil você terá que conviver com todos aqueles enfeites, árvores, compras, gorrinhos vermelhos e outras coisas ridículas que você só faz no natal, como comer uva passa (ARGH!).
Não vim falar de hábitos bizarros de natal (mas hein, daria um bom post, pensarei nisto), mas sim de grandes lançamentos deste ano que tem tudo a ver com esta data.
Um dos grandes problemas do natal é a chatice das músicas. Oh fuck… quem diabos ainda suporta músicas de natal? Dingle Bell… Dingle Bell… acabou o papel… Fala sério, essas músicas enchem o saco! São tocadas na TV, no rádio, nas casas dos parentes, vizinhos… diabos!
Por isso, trouxe aqui uma listinha básica com três lançamentos para você curtir um natal muito mais headbanger e rock and roll da sua casa.
Halford – Winter Songs
Se eu precisar dizer aqui quem é Rob Halford para um fã de heavy metal, então por favor deixe já este texto e não volte mais aqui! Você não é tru o bastante para partilhar do poder do Metal God.
Falando sério, quem esperaria que Rob Halford criaria um álbum com músicas de natal? Estranho mas ao mesmo tempo fantástico, só isso que posso dizer sobre o “Winter Songs”.
Músicas natalinas como “Oh Holy Night” e “Christmas for Everyone” ganham um tratamento especial com o super vocal de Halford e as guitarras e Roy Z (mais conhecido pelos álbuns que gravou com Bruce Dickinson) e “Metal” Mike Chlasciak. Tirando a calmaria daquelas músicas chatas de natal e trazendo um pouco de heavy metal para a data, esse álbum é um essencial de todos os amantes do estilo, em especial os fãs do Judas.
Trans-siberian Orchestra – Night Castle
Eu sou fã do trabalho de Paul O’Neill. O cara é um mestre desde a época do Savatage, com músicas com conteúdo e também bastante fortes na melodia. Eu adoro o álbum “Beethoven’s Last Nightmare”e achei também ótimo este novo álbum, “Night Castle”.
Diretamente não tem nada a ver com o Natal, sem aquelas músicas e historinhas relacionadas à data. Mesmo assim é um álbum fantástico, e o fato do grupo tocar durante a época festiva somente reforça que ele deve estar aqui.
Destaco aqui as músicas “Night Enchanted”, “The Mountain” e “Nutrocker” com ótimas melodias e as músicas “The Safest Way Into Tomorrow” e “Believe” – uma homenagem ao Savatage, essa música é original do álbum “Streets” – pelas ótimas letras.
Austrian Death Machine – A Very Brutal Christmas (EP)
Quando eu vi a capa do primeiro álbum do Austrian Death Machine, “Total Brutal”, achei que ela se parecia muito com alguém bastante conhecido…
Sim, isso mesmo! É o Arnold Schwarchsuahduas, Tio Arnie, Governator, que seja! A banda é uma paródia e tributo ao ator e governador da Califórnia. Projeto criado pelo vocalista do As I Lay Dying, as músicas do ADM – não confundir com Administração – são todas feitas baseadas em citações de Arnold em seus filmes.
No “A Very Brutal Christmas”, o grupo fez um cover da famosa música “Jingle Bells” de uma maneira um pouco… hum… diferente, ouçam aí.
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1- No Pipoca de Bits: Quando o Photoshop é usado direito.
2- No Lista 10: Top 10 fotos sobre o Natal.
3- Um feliz natal a todos!
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Sim, sim! Sou eu de novo! E não, não morri e não sou um fake de mim mesmo tentando fazer fama com a fama que não possuo…
Vim aqui falar um pouco sobre meu TCC, meu projeto que desenvolvi durante este ano. Francamente nunca imaginei que um projeto desses seria tão difícil, tão amplo, tão complicado de fazer – bem, pelo menos é difícil quando você resolve sair na rua e fazer algo de verdade, ao invés de ficar brincando no “carpete”.
Resolvi fazer um trabalho sobre o café e então escrevi um livro-reportagem com histórias da cadeia produtiva, de como o café sai da fazenda até chegar a sua mesa. Foram diversas viagens, diversos contatos, diversas horas tentando achar o meio de escrever isso de uma maneira que agradasse todos os milhões de fãs de café que existem aqui no Brasil.
Acho que tudo foi muito produtivo e estou realmente bastante feliz com o resultado por enquanto (mesmo que tenha planos de expandir ainda mais este trabalho e aumentar as informações contidas no livro). Gostaria então de convidar a todos vocês, pessoas que leem este blog, que adoram e odeiam nosso trabalho, a ver a minha apresentação deste projeto, que espero que seja apenas o início de algo muito maior.
A apresentação será no dia 9 de dezembro, 19:00 horas, na Universidade Paulista no campus Marquês, em São Paulo. O endereço de lá é:
Av. Marquês de São Vicente, 3001 – Água Branca – São Paulo – SP
CEP 05036-040 – Tel.: (11) 3613-7000 – Fax: (11) 3613-7024
Se alguém aqui estiver interessado em ir lá só enviar um e-mail para mim em: diegocabralcamara[at]gmail.com dando nome e RG que são necessários para a entrada dos convidados no campus.
Gostaria de agradecer a todos vocês, tanto os autores, os leitores e os amigos daqui do blog, do Twitter e de tantos outros lugares. Durante este ano eu cresci muito, e O Crepúsculo foi muito importante dentro de tudo isto.
Ah, sim, ia me esquecendo… meu presente da Promoceta será um exemplar do meu livro que irei enviar para um dos que foram escolhidos e que não recebeu. E não se preocupe, o livro está modestia a parte muito legal (pelo menos foi o que disse a minha querida e adorada editora, e olhe que ela é tão sincera que teria coragem de dizer que está uma merda se estivesse mesmo).
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1- Sem links por hoje…
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A combinação do Halloween e o heavy metal é um belo casamento feito no inferno. Desde o início do século XX, uma indústria inteira foi construída em torno da data de 31 de outubro. Quer se trate de livros, filmes, a indústria milionária de fantasias, o Halloween fez um monte de pessoas ricas. Os músicos acharam infinitas inspirações na imagem sombria desta data, e lendas e alguns dos maiores artistas do heavy metal também não ficaram de fora.
Para ajudar na celebração desta data, o site Noisecreep colocou no ar uma lista de 10 músicas de metal para o Halloween que eu assino embaixo! Confira:
HELLOWEEN – “Halloween” do “Keepers of the Seven Keys, Pt. One” (1987)
O quinteto alemão é uma das bandas mais adoradas do gênero. A saga do “Keeper of the Seven Keys” fez deles uma das maiores bandas de power metal de todos os tempos. Inspirado por músicas como “Rime of the Ancient Mariner” do Iron Maiden, o Helloween escreveu essa música de 13 minutos. Apesar de ser um clichê para um jornalista de rock, a palavra “épico” se encaixa perfeitamente na música. Os vocais de Michael Kiske são a cereja do bolo, mas o time de guitarras formado por Kai Hansen e Michael Weikarth são os heróis desta canção.
THE MISFITS – “Halloween” do single “Halloween” (1981)
Ok, o Misfits não é exatamente metal, mas a influência desta banda em grupos como o Metallica não pode ser negada. No dia do Halloween em 1981, o grupo lançou o single “Halloween” e a música teve uma vida longa e ilustre na coleção de discos de muitos músicos. Há algo positivamente assustador nos vocais de Glenn Danzig e nos riffs de guitarra de Bobby Steele. Essa música ainda merece um espaço dentre os clássicos do 31 de outubro.
KING DIAMOND – “Halloween” do “Fatal Portrait” (1986)
Tudo em Kim Petersen cheira a esta data. Mais conhecido por King Diamond, o Halloween é o pano de fundo perfeito para o metal deste dinamarquês. “Halloween” é parte do primeiro álbum solo do vocalista do Mercyful Fate, “Fatal Portrait”. Ela tem um pouco de hard rock nos vocais contagiantes e no ritmo, mas a letra é o que coloca esta música na lista. A aberta com a frase “Every night to me is Halloween” (Toda noite para mim é Halloween) diz tudo, e se você conhece a extensa discografia de King você sabe o que ele quis dizer com isso.
ENTOMBED – “Left Hand Path” do “Left Hand Path” (1990)
No início da década de 90, Uffe Cederlund e Alex Hellid eram como KK Downing e Glenn Tipton do death metal. O jovem dueto de guitarristas do Entombed trouxe um maligno riff atrás do outro. “Left Hand Path”, a música de abertura do álbum de estreia com o mesmo nome, introduziu boa parte do mundo do metal ao death metal. A primeira metade da canção serviu de modelo para grande parte da cena do metal sueco durante os anos que se seguiram, mas é o final da música que fez com que ela entrasse na nossa lista. Na marca de 3:38, a canção se rompe e um coro de gritos maníacos, e isso é apenas o começo das coisas boas! Alguns segundos depois a banda entra no tema do filme cult de terror “Phantasm” de Fred Myrow. Escutar as guitarras de Cederlund e Hellid durante o refrão é um prazer puramente assustador.
ALICE COOPER – “Welcome to My Nightmare” do “Welcome to My Nightmare” (1975)
Para alguns dos leitores mais jovens, Alice Cooper pode ser apenas um cara velho que joga golfe e “era cantor ou algo do tipo”. Apesar do nativo de Detroit ter atenuado sua imagem pública nos últimos anos, você não deve subestimar o trabalho de Cooper na década de 70. Álbuns como “Killer” e “Billion Dollar Babies” ajudaram a dar nascimento a um estilo de rock que seria adotado por incontáveis bandas em torno do globo. A música título do “Welcome to My Nightmare” é cinemática em sua produção, letras e vocais. Ela é como uma versão de áudio de 5 minutos de um daqueles filmes clássicos de horror do Reino Unido. Golfe ou não, essa música ainda provoca arrepios!
BLACK SABBATH – “Black Sabbath” do “Black Sabbath” (1970)
Em três notas simples, Tony Iommi criou algo mais assustador do que qualquer coisa que George Romero ou Thomas Harris jamais inventaram.
SLAYER – “Dead Skin Mask” do “Seasons in the Abyss” (1990)
O serial killer Ed Gein foi a inspiração de incontáveis filmes, livros e programas de televisão. Já foi dito que os ícones Norman Bates e Leatherface foram baseados nesse infame maníaco real. Durante os anos, o medonho assassino também alimentou o trabalho de muitas bandas de metal. De todos os artistas do mundo que se influenciaram na história dele, “Dead Skin Mask” do SLAYER é a que chega mais próxima da mística mortal de Gein. Os riffs de guitarra na introdução dão o tom e os vocais quase monótonos de Tom Araya selam o acordo, mas há uma outra seção na canção que leva ela a um novo nível de depravação. Até a conclusão da música, a voz de uma garotinha aparece do nada pedindo por misericórdia. Aqui estamos há quase 20 anos e “Dead Skin Mask” ainda soa descomunal tanto quando ela apareceu pela primeira vez na loja de discos local.
DIMMU BORGIR – “Progenies of the Great Apocalypse” do “Death Cult Armageddon” (2003)
Os vocais de Shagrath nesta música soam como se sua garganta estivesse sendo cortada por um milhão de bisturis enferrujados, mesmo assim ainda há uma beleza ímpar na maneira que eles vem juntos da instrumentação maligna da banda. “Progenies of the Great Apocalypse” é uma grande peça do black metal sinfônico e deve estar em qualquer playlist do Halloween.
IRON MAIDEN – “Fear of the Dark” do “Fear of the Dark” (1992)
Ninguém poderia compor uma canção de metal como Steve Harris. O baixista e principal compositor do Iron Maiden foi responsável por sagas essenciais como “Seventh Son of a Seventh Son”, “Sign of the Cross” e a já mencionada “Rime of the Ancient Mariner”. Esta música, do álbum de 1992 do Maiden com o mesmo nome, é um dos momentos mais sinistros dos robustos ingleses. Com 7 minutos, “Fear of the Dark” se tornou um dos pontos altos dos shows ao vivo da banda nos últimos anos.
MORBID ANGEL – “God of Emptiness” do “Covenant” (1993)
Os tons de guitarra de Trey Azagthoth poderiam fazer ele estrear seu próprio filme de horror. A dissonância tensa e assombrosa sempre foi um dos focos dos lançamentos do Morbid Angel. Em “Gof of Emptiness”, o riff principal de Azagthoth soou como um gárgula rastejante, enquanto os vocais de David Vincent evocam imagens de terror e sofrimento. Eles certamente fizeram seus nomes por causa do material rápido, mas essa música lenta é o single mais macabro do grupo.
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1- Baseado neste artigo do site Noise Creep.
2- Estarei cubrindo os shows do Dragonforce no dia 8 de novembro e do Korpiklaani no dia 15 de novembro pelo Whiplash!
3- O show do Stratovarius foi ótimo! Quem não foi perdeu um dos melhores shows do ano. Vejam a resenha aqui.
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O mundo do Heavy Metal é algo fantástico, principalmente pela diversidade de música que você pode encontrar. Tem gosto pra tudo nessa vida, desde os malvadões do black shit metal até o poder do bom e velho metal britânico. Tem as músicas feitas para moças – não que você precise ser uma moça para escutar esse tipo de música – e tem a música feita para os machões marombados e beijadores de bíceps. É sobre essa música de machões que vamos falar agora, com essa lista das 10 capas de álbum mais de macho de todos os tempos do metal, ou também conhecido como “momento vergonha alheia” de um dos maiores estilos musicais de todos os tempos.
Os caras finlandeses com peles e pinturas de guerra, espadas e raiva saindo de, estranhamente, uma bola de discoteca. Espere, o que? A imagem é muito mais do que sabemos, mas como uma bola de discoteca foi parar na imagem ou título de “Rasputin”? Inicialmente, pensamos que o Turisas teria feito algum cover de “Hot Stuff” ou “I Will Survive”. Não, eles apenas estavam mal vestidos e sem nenhuma ideia.
Esses são os “roqueiros atléticos”. O Raven nunca foi muito bom com na hora de fazer capas de álbuns. Eu disse nunca? “The Pack is Back” evidentemente foi a melhor tentativa de fazer o grupo parecer “atlético”. Uma tentativa de competir com outras bandas em vários esportes (e notavelmente pouco sucedidos). Bem, caras, sem músculos, posições de poder e botas do Village People não parecem exatamente fortes, mas, ei, nós perdoamos. É a ideia que conta.
A banda sueca Lost Horizon, também conhecida como o “HammerFall killer” em alguns círculos seletos – muito bem seletos como vocês podem ver na imagem acima – veio para fora dos portões com um álbum flamejante. A arte tão ruim do álbum não poderia sequer se comparar à música. Eles tem os abdomens e os biceps para lutar no óleo com o Manowar, mas o resto da capa do álbum é um mistério. Homens Rato, Homens Porco, Homens Abutre em aparentes posições de poder e influência. É difícil de entender mesmo…
O Majesty, garotos da casa, agora conhecidos sob o nome pouco inspirado de Metalforce, tem todo o estilo D&D/Manowar. Guerreiros, triunfando em todo seu caminho, usando um machado duplo e um escudo (para realismo, sem dúvidas). Mas olhe, guerreiro! Há um exército de malvadões com chifres vindo por trás de você. Eles querem sua cuequinha de peles e suas botinhas super fashion! Não importa. O guerreiro irá quebrar eles todos.
Falando em quebradores… a banda sueca Amon Amarth fez um álbum intitulado “The Crusher”. Com uma versão legal de Mario do Super Mario Bros., o terceiro álbum do Amon Marth é um para ficar pelas eras. Mas nós não podemos dizer se é Mario o Armeiro, ou Mito Nórdico Mario, ou o que seja. Provavelmente tudo junto. O sucessor de “The Crusher” seria “Versus The World”, outro álbum com um grande desenho armado olhando para cima e pronto para conquistar o mundo. Sucesso épico!! Além disso, essa é uma prova de que nem as bandas de Folk estão livres de algumas escorregadas…
Ok, aqui vamos nós. Os caras do The Gates of Slumber não tem físico de praia. Então, o que falta neles no departamento de “corpo de praia” sobra em riffs barbados. E na arte do álbum também. Um guerreiro estilo Conan no meio, braços abertos, uma espada cheia de sangue em uma mão e a cabeça de uma vítima na outra. Encantador! Então há uma moça pelada nos seus pés. Duplamente encantador! O cinto com uma caveira enorme do Danzig também não poderia ficar de fora.
Essa capa emana na maioria dos metaleiros. Mas o que isso significa? O que o Accept estava tentando comunicar aqui? Eu deveria me sentir um pouco desconfortável quando olho a perna tensa cabeluda e suada deste cara? Por que ele está segurando uma bola? Que tipo de bola é? Parece dura. Como eu sei disso? Bem, as veias do cara estão saltando. Não a veia principal (obrigado a Thor em seu fio-dental!), mas as veias da sua mão. Todos esses anos e nós ainda não chegamos em uma conclusão. E, sim, até agora estamos um pouco desconfortáveis.

3. MANOWAR – “Warriors of the World” (2002)
Qual lista de capas de “macho” estaria completa sem o Manowar? Nenhuma! Em 3º está “Warriors of the World”. Material típico do Manowar, realmente. Um guerreiro musculoso, espada na mão (abdomen tipo tanquinho), grande bandeira dos EUA na outra, vindo de uma caverna estilo Flautista de Hamelin. Sua comitiva? Um monte de homens com os peitos de fora segurando bandeiras de vários outros países, trazendo seus poderes de macho conquistadores. Mas espere. Onde está a cabeça dele? Parece que o preço pago pela arte foi um pouco baixo.

2. Virgin Steele – “Noble Savage” (1984)
O Virgin Steele é bem conhecido por ter pego a mesma estrada do Manowar. Um cara menos corpulento e forte do que o do Manowar, mais brando, porém atlético (o Raven arranca os corações fora). O Virgin Steele é menos Conan do que seus mestres. O “Noble Savage” se adapta bem. Um céu flamejante, abdomen coberto, usando espada, um guerreiro quase nu com seu punho para o alto sinalizando para uma águia ou falcão para termos certeza que é tudo o que precisamos depois de todas essas capas com os homens fortões. Acabamos de dizer que precisavamos de um abdomen coberto, cara quase nu? Acho que sim.

1. Manowar – “Anthology” (1994)
Realmente, esta lista completa poderia ser de capas do Manowar. Apesar disso, essa pobre capa de álbum é a capa mais de macho de todas, e o Manowar é tão fodão nessa arte que consegue levar o primeiro e terceiro lugar. Quatro caras musculosos, salvadores do metal cheios de óleo são tão metal que eu não sei nem por onde começar. Vamos tentar mesmo assim. Joey DeMaio tem uma espécie de imã para garotas ali. Suas pernas italianas ultra cabeludas cheiram como o calçadão. Realmente, estamos imaginando onde comprar um par dessas botas brancas de pele?
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1- Links? Isso não te pertence maaaaaais. Tenho nem ideia do que botar aqui.
2- O novo álbum do Epica está fantástico, confira aqui o novo videoclipe. Simone Simons gostosa, linda, maravilhosa!!!!
3- Ah sim! Dia 20 de Outubro estarei no show do Stratovarius de grátis cobrindo para o Whiplash. Alguém aí vai?
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Muitos gurus da internet falam atualmente sobre a hegemonia do Google na disputa dos buscadores. De acordo com o TechCrunch, que conversou com vários deles, essa vantagem enorme se dá mais por sua marca do que pela sua competente base de dados, pois muitas pessoas acreditam que os resultados do Google são melhores apenas por causa da marca.
Então algum espertinho criou uma ferramenta chamada Blind Search para ver até onde o Google é mesmo o melhor buscador e em que momento isso se tornou mais poder de marca do que qualidade. A ferramenta é simples: você digita uma palavra qualquer na busca e os primeiros resultados aparecem em três colunas de maneira aleatória. Uma delas tem resultados do Google, outra do Yahoo! Search e outra do Bing, e você deve escolher qual delas tem, na sua humilde opinião, os melhores resultados para a palavra.
Achei bastante inteligente a iniciativa e resolvi testar. Das 10 buscas que fiz de temas variados, em 6 escolhi o Google, em 3 o Yahoo e em 1 o Bing. Na busca do nosso humilde blog, apenas o Google colocou a gente na primeira página, sacanagem! (foi o 7º resultado)
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1- Faça aí o teste e descubra qual o melhor buscador para você. Aqui, como eu já disse, deu o Google, mas em alguns momentos fiquei em dúvida.
2- A Revista Galileu fez um texto com os 20 maiores gênios do Brasil. Veja a lista no blog Arte e Vício, do @barbaaa
3- E a Ariane Fonseca fez uma humilde lista com 35 jornalistas para se seguir no Twitter, e por algum milagre eu estou nela! Fora minha pessoa, o resto vale algum centavo. Vejam aqui.
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