O que as mulheres pensam?
Mulher é uma espécie deliciosamente estranha. Elas têm uma espécie de delicadeza rude, se é que se pode chamar assim, onde requerem a proteção e atenção dos homens quando ao mesmo tempo são capazes de chutá-los figurativamente no saco com toda força, sem dó nem piedade. Existem maravilhosas e práticas invenções no mundo das mulheres, como por exemplo a utilização da bolsa, que deixa seus bolsos livres e não atrapalha seus movimentos inferiores, além de servir como excelente mecanismo de defesa. Todo homem deveria poder usar bolsa sem ser chamado de veado. Dá pra levar até um vÃdeo game dentro daquele troço. De qualquer forma, juntando a bolsa e mais alguns inventos geniais, as mulheres são uma mistura de porralouquice com elementos estranhos e desconhecidos, inclusive delas mesmas. Mulheres são campos e campos afetando campos, anulando uns e invertendo outros. São o suprassumo da contradição. Não há excessão nem quebra de regras: tirando as diferenças de cada ser humano, toda mulher na sua essência tem essência de mulher. Pra começar, mulheres sempre dizem o contrário do que querem. Dê-me um homem que namora há mais de um ano e te mostrarei uma namorada que diz “sim amor, pode ir na festa sozinho, não tem problema” e no outro dia diz, aliás grita “como você teve coragem de ir na festa sozinho? Você não me conhece? Nem parece que a gente namora há 1 ano seu cafajeste!”. O homem moderno comum sente-se no estranho dilema de “estou sendo testado ou não”? “Será que ela quer isso mesmo que está falando ou não”? Quem nunca passou pela cena “mulher que começa a chorar ou fica chateada ou emburrada sem qualquer tipo de explicação” e fica perguntando “o que eu fiz? Foi alguma coisa que eu disse? O que aconteceu? Como? Quando? Onde”? e obtém a resposta”Não, não foi nada não”, quando na verdade sim, foi algo sim. São nesses momentos que você faz uma revisão mental de todas suas ações recentes procurando algo que possa ter causado o problema, para que só então a culpa possa cair sobre sua consciência e você possa perguntar “você está assim por causa disso”? E então, após a quinta repetição da pergunta ela mudar a resposta e falar “é, é por causa disso”. “Querido, vamos comigo ao cabeleireiro? Pra ficar lá comigo enquanto faço meu novo corte? Vai demorar só umas 3 horas”. Tensão total. Para e pensa: será que devo dizer sim ou não? Obviamente não tenho a mÃnima intenção de ir, mas vale a pena dizer não? O que respondo? Plin! Tempo acabado, qual sua resposta? “Claro que vou querida! Adoraria te acompanhar no salão”. “Tem certeza amor? Você quer mesmo ir? Se você não quiser, não precisa ir”. Para pra pensar: deve ser alguma espécie de teste. Ela quer me pegar dizendo um não, tenho certeza. Será que recuso? Será que posso realmente dizer não sem sofrer retaliações tolhedoras de sexo à noite? “Não querida, eu quero ir mesmo. Morro de vontade de te acompanhar no cabeleireiro pra ver como é”. E aà você fica sem saber se passou realmente num teste ou não, porque aquilo poderia não ser um teste também. Mulher pede sinceridade o tempo todo, mas experimenta dizer, perguntar ou ao menos sugerir numa discussão onde ela exagerou na raiva se ela está de TPM? Meu amigo, você nunca vai levar tanta porrada. Nem Mike Tyson pergunta à mulher dele se ela está de TPM. Nem Chuck Norris ou John Wayne perguntam isso. Nunca. Ever. Relacionamentos com mulheres deixam você com a sensação de ser um pirulito na boca de um banguelo.
E o cavalheirismo? O famigerado cavalheirismo: costume medieval onde a mulher finge ser incapaz de fazer as coisas e o homem finge ser capaz de fazer tudo por ela. Primeira pergunta que me vem à cabeça: sei que as mulheres não entendem nada de carros e coisas mecânicas, mas é tão difÃcil abrir uma porta? Não exige força, isso eu garanto. Primeiro que o cavalherismo nunca é altruÃsta. Acredite, quem está sendo cavalheiro tem a única intenção de conseguir sexo depois. “Se encaixe à s regras e comerá mais moças” é o que meu avô sempre me ensinou (e eu não aprendi). “Ah, vou pagar só a primeira conta porque é convenção social. O resto a gente divide”. Só que antigamente, pagar todas as contas também era convensão social, e hoje não é mais. As coisas mudam. Ou mulher é igual ao homem ou não é. Se quer ser feminina independente sex and the city way of life, esperar cavalheirismo é contraditório. O pensamento do cavalheirismo é “bom, se vamos ter sexo é bom que ele me faça bastantes favores, antes de eu fazer este pequeno favor de fazer sexo ou ficar com ele” quando na verdade a mulher também gosta de sexo e beijos e ficar igual aos homens. Não há favor incluÃdo em ambos lados.
Desmistificando o cavalheirismo:
Não buzine na porta da moça. Se você buzina na porta de qualquer pessoa, mulher ou homem, você é retardado. Se você não buzina, você é normal ou educado. Não cavalheiro. Não confundamos cavalheirismo com educação.
Abra a porta do carro para a dama. Veadagem. Já discutido acima. Porra, é muito mais rápido ela mesmo abrir a porta.
Pague a conta na primeira saÃda. Não quero parecer pão-duro, meus amigos sabem que não sou, mas essa história já acabou. É claro que eu fico contentÃssimo de pagar a conta pra uma pessoa que eu tenho vontade de estar junto e que gosto de estar junto, seja homem ou mulher, mas não faço isso por cavalheirismo. Mas confesso que me rendo à esse costume retrógrado e sem sentido por medo de causar a impressão de avarento, mesmo achando que cada um pagar sua parte não é avareza nenhuma.
Sirva o copo da garota. Eu sirvo o copo dos outros. Namorada, amigos, encontros, etc. Mas sempre pergunto antes se a pessoa quer o copo enchido. Odeio qualquer tipo de pessoa servindo meu copo, até o garçom. Não gosto mesmo. Me dê a garrafa e eu sirvo, principalmente quando é cerveja.
Seja educado com as amigas da gata também. Outra que é educação confundida com cavalheirismo. Ser educado com qualquer pessoa é obrigação de qualquer um, não cavalheirismo.
Seja pontual. Educação, não cavalheirismo. Obrigação de todos.
Ao caminhar em uma calçada o homem deve andar pelo lado do meio-fio, deixando o lado de dentro para a garotinha. Dessa eu não sabia. Descobri agora porque minha namorada gosta de andar do lado de dentro da calçada. Mas enfim, viadagem? Vou proteger ela de que? De um carro a 100 por hora dirigido por um bêbado? De uma bala na cabeça? Querida, homens não estão habilitados a proteger vocês de nada. No máximo, de uma barata.
E se você for fumante peça licença para acender seu cigarro. Educação, novamente.
Felizes são os gays masculinos. Conseguem manter um relacionamento sem qualquer tipo de veadagem.
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1 – Post inspirado neste post do Batom e Cinta-Liga, e numa conversa posterior com uma das autoras no facebook.
2 – Atenção, este post tem intenção de ser humorÃstico. Leitores burros (provavelmente caiu aqui procurando vampiros no Google) provavelmente se ofenderão. Se não se ofenderem, leiam novamente até se sentirem ofendidos. Abs
3 – Não sei o que as mulheres pensam. O tÃtulo do post é simplesmente voltado atrair paraquedistas do Google e clicar nos anúnciozinhos. =)
4 – Já leu minha última tentativa de jornalismo literário?
5 – Eu sou até cavalheiro. Já leu a história de como conheci minha querida namorada?


Abaixo o cavalheirismo!
Sou a favor da educação pra ambas as partes!
A favor da divisão da conta e acho péssimo ganhar flores,
acho o cúmulo da falta de criatividade masculina!!!
Aaah… Esqueci de falar que sou feminista!rs…
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Postei, mas não vi meu post aqui!
:/
Sou a favor da educação para ambas as partes e
acho essa coisa de cavalheirismo um saco, fica parecendo forçado, sei lá…
Não é porque sou feminista, mas também odeio essa coisa de homem ter de pagar
conta, seja no primeiro encontro ou em qualquer outro! Não vejo nenhum problema em
dividi-la! Ah… Vou aproveitar e deixar registrado que aqui que não são todas as mulheres
que gostam de receber flores, eu, por exemplo, acho o cúmulo da falta de criatividade masculina!
No mais, é isso…
Adorei o post, Neto!
Beijos, Nanda Lauton
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