Religião marca religião
No mês passado chegou a minha primeira revista do site Administradores (que é bem legal, pois foi um canal que fez o caminho inverso, bombou na internet para depois virar um veÃculo impresso). Uma das matérias da revista era sobre os poderes da marca e trazia na matéria o resultado de uma pesquisa em neuromarketing (sim os marketeiros estudam todo o seu cérebro também, pior é imagina o nÃvel de especialização do camarada noeuromarketeiro). A pesquisa, feita através de ressonâncias magnéticas, comprovou que algumas marcas ativam a mesma área do cérebro que a religião ativa. Mas se percebermos uma religião não é mais nada que grandes empresas com marca consolidada no mercado, visto ainda como um negócio bem sucedido para muita gente, e se aprofundarmos mais um pouco ainda percebemos que algumas utilizam de técnicas novas de publicidade para fidelizar cada vez mais seus fiéis. Se você notar bem a diversas religiões e seitas trabalha com um storytelling bem feito e pertinente, outras com técnicas evoluÃdas de empréstimos de fiéis. Não estou denunciando ninguém, nem tenho provas pra isso.
A religião e as marcas são duas coisas diferentes e acho que todo mundo concorda, mas podemos ver que as duas se misturam em casos como da Haley Davidson, onde um grupo de fiéis se encontra semanalmente em busca de cultuar uma coisa, a moto, ouvindo sempre um som, o ronco do motor, que é uma voz única, só a Harley tem. Pessoas cultuam tanto essa marca que fazem tatuagens, compras camisas, adesivos, se encaixam em um estilo de vida próprio do grupo para seguir a religião.
Fake, mas bacana
Mas se as marcas estão se comportando como religião, como a religião se comporta para parecer mais como uma marca? Ai entra a pesquisa que eu fiz, onde eu encontrei varias marcas para diversas igrejas. Olha só:

Quem quer ver mais clica na imagem que a lista é grande
Para não deixar a igreja católica de lado, afinal ela sempre é culpada de tudo como qualquer outra, vou colocar uma propaganda que segundo a fonte do próprio vÃdeo trouxe 3000 mil fiéis de volta a igreja:
Olha, eu nem vou discutir religião, cada um tem a sua e isso tudo é bastante complicado, afinal cada uma credita no que quer, eu acredito que algumas coisas não devemos mesmo misturar com religião principalmente coisas que envolvem muita gente, como polÃtica.
Só pra fechar, eu acho que nos dias de hoje a religião deve mesmo usar as técnicas de publicidade para chamar os fiéis a igreja, só não precisa ser abusiva, mas qualquer instituição religiosa pode usar dessa ferramenta para relembrar a quem ele quer atingir o porque ele quer a pessoa ali, ou porque a pessoa deve sempre está ali, lembrando que publicidade não é só pra vender produtos, mas também pra difundir ideias e informações, e quem está no controle disso tudo é você.



Eu acho muito errado as propagandas que passam na Globo (é na Globo?) falando que hoje em dia existem muitos ateus, pra levarem os filhos na igreja e etc.
Quero ver se tivesse uma propaganda “existem muitos crentes, vamos fazer mais ateus”
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