
E aí, infelizes, como estão? Pois bem, estando sem ideias e nem inspiração para escrever um dos 6 posts que preciso escrever por semana, venho aqui lhes falar sobre algo… interessante (é, eu gosto bastante dessa palavra). Não há muito o que falar neste parágrafo, então peguem logo uns pentes (de arma, não de cabelo), vodca (ou a bebida alcoólica que você mais gostar), um testamento forjado, um carro, uma arma (ou o batmóvel, assim já tem o carro e as armas) e o atestado do seguro de vida, e leiam o post. Ou vá terminar seus “negócios inacabados”, tanto faz.
Pois bem, eis que na procura por um assunto decente para o post de fim de semana (que aliás são alguns dos meus melhores posts), me encontro com este tweet do Chefe, que para ser 100% sincero, eu não faço sequer noção do porque de ele existir. Mas o que importa é que me fez pensar no fato (seria mesmo um fato? PAN PAN PAAAAAAAAAN) de que as pessoas morrem jovens. Não entrarei no lado das crenças religiosas de cada um sobre a questão “já fez o que veio fazer aqui”, afinal, mesmo a crença de vocês estando errada, eu as respeito normalmente.
Temos muitos exemplos de gente morrendo jovem (para melhor efeito aqui no post, coloquemos como “jovem” alguém com menos de 30 anos) no nosso dia a dia, e já tivemos muitos exemplos de gente famosa morrendo jovem. Há, literalmente, milhares de jeitos de morrer, portanto a morte é algo que está presente na vida de todos nós, quer gostemos disso, quer não. Para ser sincero, morrer é uma das coisas mais fáceis de se fazer, a prova disso é que tem gente que morre engasgado com patê (e para ser ainda mais sincero, se você morre engasgado com patê, você realmente tinha uma vida de merda). O ponto que estou querendo provar aqui (meio que sem motivo…) é que morrer é fácil, principalmente quando se tem pouca experiência de vida.
Aliás, “experiência de vida” é a palavra frase chave para muitas coisas na vida (mas devo falar delas numa outra hora) e é algo que deve ser levado em conta quando o assunto é morte prematura. Seguinte: todos sabemos que tudo que vivemos, tudo pelo que passamos, influencia no que seremos, não só quanto à nós mesmos, mas em relação ao resto do mundo também. Cada pessoa lida de um modo diferente com as coisas que aparecem em sua vida (até porque nenhuma vida é igual à outra) o que nos leva à centenas de bilhões de possibilidades em relação à morte, com os mais diferentes motivos (desde tropeçar e bater a cabeça até ser estuprado, esquartejado, colocado numa mala e jogado no mar), com as mais diferentes consequências (indo de comoção mundial até luto do seu stalker no Tumblr).
Já falei aqui que os suicidas não tem vez no mundo, porém o suicídio não é a única forma de morrer, o que nos leva à todos os crimes e acidentes que existem por aí. Claro que há gente que morre velha (a maioria, creio eu), o que só prova uma coisa (duas, na verdade, tirando, novamente, a questão da crença – é, tem vírgulas demais aqui): que tem gente que não aguenta a pressão de viver. Claro que há muitos momentos difíceis e problemáticos na vida (e o fato de sempre querermos melhorar isso só fode tudo ainda mais), mas recorrer ao suicídio por covardia é… covarde, mas não o covarde “vou usar a genky dama logo de cara”, mas sim o covarde “ninguém me ama e minha munhequeira rasgou” (aliás, se você usa munhequeira – e não é atleta… tipo… atleta da ginástica rítmica – se mate antes que eu vá aí e te mate)… quero dizer, tem tanto motivo mais digno para morrer.
E (calma, tá no final) há também os acidentes (e os incidentes) que acabam levando à morte de alguém (ou de muitos alguéns). Basicamente, quando você é morto de propósito, você ganha o direito de fazer o que quiser com quem te matou (e juro que não entro mais no tema “crença”), afinal, você já está morto, então se você se foder (de novo) você realmente morreu por um propósito maior (seja ele qual for). E se você morreu por acidente, bem, a culpa ainda é de alguém, e caso a culpa não seja sua, você também pode se vingar, mas aí terá que se explicar para “gente” mais importante que você (tá, agora sim eu parei com o tema). Resumindo: de um jeito ou de outro você está com problemas.
***
1 – Post ruim e insensível para vocês não se acostumarem com coisas fodas e fofas como essa.
2 – Acho que finalmente conseguirei cumprir minha agenda em relação aos posts…
3 – Sabiam que uma das coisas mais legais de se fazer na vida é pensar na morte?
4 – Mórbido, mas legal.

Mesmo que nos dias atuais só se fale em HD, memória em flash e sei lá mais o que, eu sou do tempo em que a peça mais importante no video-game (depois do console em si, claro) era o Memory Card (ou seja lá como se chamava nos outros consoles). O MC era simplesmente o que fazia horas e horas de jogo valerem à pena. O MC era Deus.
Não quanto à vocês, mas “na minha época” os consoles vinham apenas com um controle (com fio… fio curto, aliás) e, quando muito, um jogo de brinde (normalmente era algum jogo de esportes gringo, tipo baseball), sendo este provido pela loja em que você comprou o console e não pela frabricante do mesmo. Naqueles tempos, pagar 80 reais num troço que pesa umas 50 gramas era um absurdo (ainda é, mas agora 80 reais parece pouco), portanto o MC seria o seu presente de aniversário (o console foi o de Natal) ou algo do tipo. Em resumo: você só conseguia um MC muito tempo depois de ter zerado (ou desistido de zerar) todos os seus jogos.

Algumas das melhores lembraças que tenho em relação aos jogos são das horas que passei jogando as mesmas fases pela 587915710560 vez só para ver se daquela vez eu conseguiria zerar o jogo. Só para citar uns títulos, falo de Homem-Aranha 2, Expresso Polar e Dragon Ball Z Budokai 3, todos esses no PS2… no PS1 creio que a lista passa dos 20 títulos, todos jogados à beira da exaustão, do momento em que eu acordava até “altas horas da madrugada”… bons tempos aqueles em que eu precisava de colírio por causa da dor de ficar 16 horas em frente à TV.
Enfim, a chegada de um MC era comemorada como a vinda de uma Fenix… ou como uma carta 17/17 com ímpeto e iniciativa, se assim preferir. Por pura nostalgia todos os jogos eram zerados (de novo) só para ter a satisfação de ter o “save” ocupando os 8 mega do MC… imaginem então quando o ícone do “save” se mexia… em questão de dias toda a frase de quando estava salvando era decorada (vocês sabem, aquela com “do not reset or switch off the console“) e o MC era totalmente preenchido. Ah, a dor de ter que excluir um save…

Perdi há muito a conta de quantos replays do Winning Eleven, quantos skatistas personalizados no Tony Hawk e quantas tentativas diferentes no Prince of Persia já passaram pelo meu MC… saves de God of War então… e (não posso deixar de fora) os incrivelmente filhos da puta 2,999 kb do save do Hitman Bloody Money (Parece pouco, mas não é). Acho que só ganhei meu memory card um mês após ganhar meu PS2, mas vários dias (sim, juntando as horas de jogo devo ter uns 6 meses, no mínimo) da minha vida foram gastos entre o PS1 e logo no lançamento do PS2.
Deixem aí nos comentários os saves que vocês já perderam por cair a energia durante o salvamento (é isso…?), os que vocês tiveram de deletar para colocar outro jogo e os jogos que vocês já zeraram na raça, sem salvar (lembrando aqui que se você nunca zerou um jogo sem MC, você é um riquinho apelão – para quem não sabe, eis um xingamento forte no mundo gamer). E, claro, deixem aí seus xingamentos para todos que acham que 250 GB é melhor que 8 MB. Viva la contra-revolución!
No mês passado chegou a minha primeira revista do site Administradores (que é bem legal, pois foi um canal que fez o caminho inverso, bombou na internet para depois virar um veículo impresso). Uma das matérias da revista era sobre os poderes da marca e trazia na matéria o resultado de uma pesquisa em neuromarketing (sim os marketeiros estudam todo o seu cérebro também, pior é imagina o nível de especialização do camarada noeuromarketeiro). A pesquisa, feita através de ressonâncias magnéticas, comprovou que algumas marcas ativam a mesma área do cérebro que a religião ativa. Mas se percebermos uma religião não é mais nada que grandes empresas com marca consolidada no mercado, visto ainda como um negócio bem sucedido para muita gente, e se aprofundarmos mais um pouco ainda percebemos que algumas utilizam de técnicas novas de publicidade para fidelizar cada vez mais seus fiéis. Se você notar bem a diversas religiões e seitas trabalha com um storytelling bem feito e pertinente, outras com técnicas evoluídas de empréstimos de fiéis. Não estou denunciando ninguém, nem tenho provas pra isso.
A religião e as marcas são duas coisas diferentes e acho que todo mundo concorda, mas podemos ver que as duas se misturam em casos como da Haley Davidson, onde um grupo de fiéis se encontra semanalmente em busca de cultuar uma coisa, a moto, ouvindo sempre um som, o ronco do motor, que é uma voz única, só a Harley tem. Pessoas cultuam tanto essa marca que fazem tatuagens, compras camisas, adesivos, se encaixam em um estilo de vida próprio do grupo para seguir a religião.
Fake, mas bacana
Mas se as marcas estão se comportando como religião, como a religião se comporta para parecer mais como uma marca? Ai entra a pesquisa que eu fiz, onde eu encontrei varias marcas para diversas igrejas. Olha só:

Quem quer ver mais clica na imagem que a lista é grande
Para não deixar a igreja católica de lado, afinal ela sempre é culpada de tudo como qualquer outra, vou colocar uma propaganda que segundo a fonte do próprio vídeo trouxe 3000 mil fiéis de volta a igreja:
Olha, eu nem vou discutir religião, cada um tem a sua e isso tudo é bastante complicado, afinal cada uma credita no que quer, eu acredito que algumas coisas não devemos mesmo misturar com religião principalmente coisas que envolvem muita gente, como política.
Só pra fechar, eu acho que nos dias de hoje a religião deve mesmo usar as técnicas de publicidade para chamar os fiéis a igreja, só não precisa ser abusiva, mas qualquer instituição religiosa pode usar dessa ferramenta para relembrar a quem ele quer atingir o porque ele quer a pessoa ali, ou porque a pessoa deve sempre está ali, lembrando que publicidade não é só pra vender produtos, mas também pra difundir ideias e informações, e quem está no controle disso tudo é você.

Qualquer pessoa que me conheça a mais de um mês sabe que eu tenho unhas encravadas (hoje são 4), e todas essas pessoas “sabem” uma maneira de curar a unha encravada. Meu problema é sério, são anos e anos de tratamento e os médicos estão prestes a me condenarem a não mais ter unhas. Portanto se seu cunhado conseguiu curar a unha usando o quinto xixi da égua negra, virgem, que pasta na colina mais alta de São Simão, acredite, pode não funcionar pra mim.
Mas, como todo brasileiro, aprendi a rir da minha própria tristeza. Há anos escuto vários absurdos sobre o tratamento da unha encravada. Segue alguns deles:
Formulas milagrosas
Tem um leite de uma planta que se chama “homem pelado” que resolve esse problema. Tava com uma micose na mão e curou, no início queima, mas depois resolve. – Essa eu tentei. Não dormi no dia de tanta dor.
Pau d’óleo cura isso fácil, vou trazer da roça pra você. – Nada de curar, 6 meses de tentativa.
Passa formol, cura meeeesmo! – Deve ser por isso que eles usam em defunto,tem até chance do cara levantar.
Xixi
Mija no pé. É batata, o tio do meu primo de terceiro grau tinha uma unha pior que a sua, ele mijou no pé e melhorou. Ah! Mas tem que ser a noite, em dia de lua cheia.
Passa xixi de mulher grávida. Sério, aqui ô, ta vendo esse dedo meu, era pior que o seu (sempre) eu passei o xixi da minha irmã quando estava grávida e melhorou em 5 dias.
Xixi de cavalo, cura mesmo. Nunca ouviu falar? Cura qualquer ferida.
Especialista
Procura a Podologa que tem ali, no bairro Vila Longe Pacarai, na rua principal. Ela que me curou. Eles colocam uma tala no canto. - Procurei 1500 podologas e 2300 médicos. A tal tala chegou a sumir no meu dedo.
Tem um pai de santo ali no centro que cura. Se você tiver fé cura, mas se já tá falando que não vai dar certo não adianta. - Admito que fui em um centro Kardecista, mas não na macumba pra ver pai de santo.
Vai na minha manicure. Ela cuida de unhas bem piores (fico pensando como seria uma unha pior que a minha). – Falam isso com a unha rocha por que a mulher arrancou um bife. Um bife, imagina o que a fdp ia fazer com meu dedo!
Na tora
Bate um martelo na porta do dedo.
Retire os dedos. Só a ponta, assim você pode usar Havaianas. – Usar Havaianas é importante.
Chuta a parede com força. Feche o olho e chuta.
Sermões
Sua unha ficou assim porque você deixou, não cuida direito. – Esse é o básico.
Num sabe cortar a unha, fica cortando os cantos.
Tem que parar de usar Sapato fechado. – Aham, ai chego no cliente de chinelo. Porque as pessoas falam Sapato fechado? Tem sapato aberto pra homem?
Sábios
Isso é do sangue.
Não tem como, você está pagando por algum pecado.
Isso é espiritual. – Chico, dá uma moral ai!
Deve ser Catiosiotomiosi (ou quase isso).
Doentes
Isso não é nada, pior é minha pedra nos rins.
Nossa, já tive uma beeem pior. – Nunca vi nem em foto.
Meu filho, se você soubesse a dor que sinto na coluna…
Nossa. Pior é o José, irmão do Manolo que trabalhou com o Carlos. Pelamordedeus, o cara tinha uma bola de sangue na cabeça. E pra tirar… – Chega né!
Previsões
Você vai acabar perdendo o pé.
Vai pegar tétano.
Isso vai entrar no seu sangue e atacar seu coração, vai ver! – Raciocínio lógico.
Você tinha é que agradecer, podia ser algo pior.
Seus filhos vão nascer com os dedinhos machucados. – E o seus, fdp, vão nasceu com a língua enrolada no pescoço.
…………………………….
- Apesar de achar que já escutei tudo, dê aí sua dica;
- Não me peça para mostrar meu pé ou postar uma foto;
- Se você me disse alguma das coisas acima, obrigado. Entendo que se preocupou comigo.

Iae infelizes, como passaram essa semana? Pois bem, ainda com um bloqueio foda de criatividade venho aqui fazer este post, que não existira se não fosse o comercial do EcoSport:
Que é um bom comercial (diz aí Chefe) e tem uma música foda (1000 Miles? Away do Hoodoo Gurus). Após assisti-lo pela 1942749628642 vez, fiquei pensando na frase “viver todo dia como se fosse seu último dia de vida“… bem, peguem aí um bloco de anotações, uma troca de roupa, máquina fotográfica, uma boa soma em dinheiro e (por que não?) um EcoSport, porque o post está começando.
Muita gente diz para viver todos os dias da sua vida como se fosse seu último dia de vida… na real, creio que isso seja apenas um outro modo de dizer “Carpe Diem” (mas não o dizem assim porque já é clichê demais). Seja sincero, você já parou para pensar como seria seu último dia de vida? Já parou para pensar nas coisas que faria, com quem você faria e o porque de você fazer essas coisas com essas pessoas? A pergunta, na verdade é: você já pensou em como quer morrer?

Quero dizer, toda a coisa de “viver como se fosse o último dia” não é muito realista: aposto que a maioria aqui ia querer passar os últimos tempos com a família e os amigos, relaxando, aproveitando a compania de quem você gosta e de quem gosta de você… quantos aqui iriam sair por aí fazendo coisas dignas de Antes de Partir (filmão com o Morgan Freeman e o Jack Nicholson)? Mesmo não tendo que encarar as consequências por seus atos (afinal, você vai morrer), duvido muito que todos aqui dariam as costas para todos que te conhecem e iriam “aproveitar o dia”.
Diferentemente do que muita gente diz, creio que a vida não seja curta… porra, 90 anos é pouco comparado com a idade da Terra, mas compare, por exemplo, com um mosquito, que vive 3 dias. Sério que vocês acham 90 anos pouca coisa? Vamos lá: 90% de desconto, 90 carros, 90 iates, 90 blogs (acreditem, é MUITO)… são 2.838.240.000 segundos, 47.304.000 minutos, 788.400 horas: São 32.850 dias. Trinta e dois mil oitocentos e cinquenta dias. Agora lembre daquelas noites que pareceram eternidades e responda com toda a sinceridade: a vida é realmente curta? Não dá tempo de fazer tudo que você quiser?
Não sei… não estou ficando velho (não ainda), mas essa coisa toda de fazer uma lista com tudo que você sempre quis fazer antes de morrer não me parece… real, sincera. Claro que seria divertido, mas aí só deixaria claro que sua vida foi uma grande decepção e que você não aproveitou nada dela… gasta-se tempo demais fazendo listas “do que fazer”, tempo que seria melhor aproveitado fazendo essas coisas… pensar no seu último dia de vida é tão relaxante e natural que tudo que queremos fazer é tentar fazer a vida valer à pena nos minutos da prorrogação, sendo que o jogo está no 0 a 0, com 5 expulsões e 3 amarelos.
O mais irônico de “viver todo dia como se fosse o último dia da sua vida” é que as mesmas pessoas que dizem isso são as que reclamam da rotina, aí eu lhes pergunto: fazer tudo que você sempre quis hoje, não te deixa sem possibilidades para amanhã? E se você repete essas coisas amanhã e depois de amanhã e semana que vem, você não estará numa rotina? Mas agora vem uma pergunta de verdade, sem ser retórica: Viver 90 anos como se todo dia fosse seu último dia de vida dá no que? Meus caros, vivam cada dia como se fosse um dia único, qualquer, mas único. Deixem o último dia de suas vidas para o último dia de suas vidas, será mais legal… mais… melhor.
***
1 – Acho que esse é o primeiro post que faço do jeito que sempre quis fazer aqui no blog (e eu sei que a frase ficou confusa).
2 – As perguntas no post são reais, respondam elas aí nos comentários!
3 – Eu fiz mesmo a conta de quanto dura a vida, não foi copiar/colar.
4 – Eu já sei como eu quero morrer… e vocês?

Desculpe querido leitor desse blog, esse texto não é para você, se quiser seguir em frente tudo bem, mas acredito que ele não significará nada para você.
Esse texto é para pouco mais de 50 pessoas ou mais que fizeram parte da minha vida durante mais de um ano e meio. Esse texto é para me despedir de vocês, já que hoje foi o meu último dia aqui como funcionário. Esse é um texto difícil de escrever. Esse é um texto que escrevo com os olhos marejados de tantas lembranças.
Saio hoje da Open com um crescimento pessoal e profissional que eu nunca imaginei ter em tão pouco tempo. Entrei aqui como um garoto, saio como um homem. Entrei aqui como um profissional com potencial, saio daqui confirmando esse potencial, mas precisando aprender muito mais.
E é exatamente por isso que tomei essa difícil decisão. Durante esses quatro anos em que trabalho com publicidade, sempre fiquei dividido entre duas coisas que eu sei fazer: ser um redator e ser um diretor de arte. Sempre fiquei dividido entre as palavras e as curvas, cores e “arredas” de um layout. Preciso aprender mais. Preciso aprender muito mais. Preciso ver mais do mundo para ser para o Grupo Open tudo que ele precisa. Hoje eu não posso dar.
Nós sabemos das dificuldades, sabemos que às vezes é difícil, mas sabemos também que é difícil encontrar uma empresa com tantas oportunidades e com tanta garra e vontade como o Grupo Open. Aqui damos nosso sangue, somos grandes lutadores aqui.
Bom, é isso. Gostaria mesmo de dizer tchau a todos da forma que eu sei me expressar melhor, escrevendo. Sei que alguns lêem o blog regularmente, sei que vão me acompanhar daqui pra frente. Aos outros, saibam que estarei bem. Vai ser duro, mas estarei bem. E espero de verdade que vocês estejam bem. Assim como vocês, eu confio e acredito no Grupo Open.
Meus caminhos me levam para longe daqui, mas sempre estarei aqui, de alguma forma. Devo muito a essa empresa para esquecê-la. Fiz grandes amigos, compartilhei histórias, vitórias e derrotas. Encontrei o amor da minha vida, vi e vivi coisas que nunca imaginei viver. Enfim, estou feliz por essa história, feliz por fazer parte disso tudo mais uma vez.
Em nome, apenas agradecerei ao Daniel e ao Jorge, se existem culpados por eu ser quem eu sou são eles. Em geral, agradeço a todos pela força que sempre me deram. E desculpem pelas chatices e dores de cabeça que dei em vocês.
Um abraço.
***
1 – Aos que estão com medo de perder mais um na peladinha, fiquem tranqüilos. Toda terça estarei aí na porta esperando uma carona. =D
2 – Aos amigos e parceiros da House. Foi um prazer e um grande aprendizado trabalhar com vocês.
3 – Até mais pessoal.

Excepcionalmente na quarta-feira, por motivos extra campo.
Chega de lenga lenga e vamos ao que interessa.
5 – Não Existe Adeus – Hateen
4 – Where`d you Go – Fort Minor
3 – Para Dizer Adeus – Titãs
2 – Adeus – Junk
1 – Mama I`m Comming Home – Ozzy Osbourne
***
1 – Sugestões para semana que vem?

Ha algum tempo vi o filme “O primeiro mentiroso” e gostei bastante. Fala de um mundo onde todas as pessoas só falavam a verdade por que não existia a mentira. Hoje pensei em situações do dia-a-dia onde a verdade faria muito sucesso, ou não.
Entrevista de emprego
Entrevistador: Olá, estou numa tarde filha da puta, só te atendi pra você não ficar esperando e porque você é muito gostosa.
Entrevistada: Boa tarde! Não pretendo transar com você, a saia curta foi para prender sua atenção e conseguir o emprego.
Entrevistador: Que pena! Bem, vamos te oferecer o salário de assistente burra. É uma mixaria foda. Mas você não precisa fazer muita coisa, a gente sabe que você não consegue.
Entrevistada: Bem, gostaria de trabalhar aqui, não tenho muita opção. Além disso, com o tempo fico mais propicia a transar por promoções.
Entrevistador: Bem, isso te garante o emprego, mas será que poderia cruzar as pernas novamente? Percebi que não está de calcinha.
Pedido de namoro
Namorado: Eu vim aqui para pedir sua filha em namoro. Ela encheu meu saco pra isso. Devo namorar ela um tempo para transar, depois talvez eu continue. Bem, se você não se opuser melhor, assim vamos namorar em casa e terei mais chance, e economia também.
Sogro: Tem problema não. Da primeira vez me incomodei, mas depois de sete namorados acostumei.
Namorado: Não gostei de saber disso. Mas pelo menos ela vai liberar rápido?
Sogro: Bem, às vezes não. Ela transa com um primo e faz de difícil para os namorados.
Oferecendo Cartão de crédito
Telefonista: Alô, é o otário do Sr. Valtair Junior?
Valtair: É sim filha da puta.
Telefonista: Senhor podemos estar enviando um cartão com 1.000 reais de limite e com juros especial para otários?
Valtair: Não quero mais porra nenhuma de cartão.
Telefonista: Mas senhor, daqui a três meses vai estar endividando e fudido, mas pelo menos terá mais bens.
Valtair: Não , vai se ferrar. Os três últimos cartões que aceitei a piranha da minha mulher estourou comprando merda.
Igreja
Pastor: Irmãos, quer dizer, irmãos porra nenhuma que minha família não tem esse povo feio, além disso, tô pegando a Matilda e não pego irmã. Mas vou pedir dinheiro de novo. Tô querendo trocar o carro é preciso de pelo menos cem reais de cada otário. Acho que vamos todos para o inferno, mas pelo menos enquanto tiver aqui quero ficar de boa. Vamos bando de miserável, coloca a grana aqui.
Futebol
Juiz: Não foi pênalti porra nenhuma. Eu estava na frente do lance. Mas tive que marcar, fiz um acordo com o presidente do Corinthias. Vou aproveitar e mandar um recado pra ele: “Presidente, quando tiver um tempinho vamos renovar o contrato por mais 5 anos, ok!?”
Papai Noel
Mãe: Vem filho, seu pai chegou vestido de Papai Noel.
Filho: Que saco mãe, preferia que me entregasse o presente de uma vez.
Mãe: É perder seu pai fazendo papel de otário!? Risos
Filho: Vou tentar chutar o saco dele de novo.
Mãe: Não faz isso não! Essa merda já nem sobe mais, assim vai piorar.
Como eu nasci?
Mãe: Antes de casar com seu pai a gente foi tirar uma rapidinha na garagem lá de casa, ai deu essa merda toda. Bem, não sabia se você era filho dele ou do Arnaldo, pois tinha caso com os dois. Seu pai disse que não se importava, que também comia o Arnaldo, que era bissexual. Seu avô quase me matou, disse que nunca gostou muito de mim e que também não sabia se eu era filho dele. Bem, ai você nasceu loiro. Seu pai acredita que, na verdade, seu pai verdadeiro é o Arnaldo, mas ele assumiu e te ama. Ah, o Arnaldo é aquele mesmo que trabalha na padaria.
………………
1. Dava para escrever um blog só com esse assunto;

E aí infelizes? Pois bem, devido à qualidade extremamente duvidosa do último post (e pelo qual eu me desculpo), apresento-lhes este post aqui. Não sei se vocês vão gostar, mas com certeza absoluta será melhor que o anterior. O post de hoje é o resultado de uma pergunta que já me fiz algumas dezenas de vezes (e provavelmente irei me perguntar por mais umas dezenas): “por que as pessoas fazem isso?“. Pois é, arranjem aí uns espetinhos, sal grosso, um sofá velho e, se conseguirem, um gol geração 1 e venham comigo.
Quando o ser humano passou a ser (como chamamos atualmente) um “animal racional“, este começou a criar milhares de coisas e a fazer milhares de coisas. Com o desenvolvimento, o homo sapiens (que supostamente é “o auge”) começou a fazer coisas… interessantes… e bem, é óbvio que estas coisas resultam no disparo do sentido de vergonha alheia de muitos ETs por aí. De forma resumida, tem coisas que o ser humano faz e que deviam ser punidas no melhor estilo Príncipe Vlad.

1 – Botar sal grosso no churrasco: Uma coisa é colocar o sal como tempero, a outra é colocar sal para fazer mais fumaça e levantar aquele cheiro de churrasco para fazer inveja nos seus vizinhos. Não façam, sério mesmo, é ridículo.
2 – Apagar uma letra por vez com o backspace: Eis algo que me irrita por motivo nenhum… só sei que é muito mais fácil e simples apagar tudo simplesmente segurando o botão do que ir apagando letra por letra.
3 – Cortar a grama na época de chuva: Deixem eu lhes explicar uma coisa, a grama é uma planta que cresce mais quando tem mais água. Cortar a grama durante o período de chuvas equivale a cortar as cabeças da Hidra de Lerna: é inútil e cansativo, já que vai crescer tudo de novo.
4 – Quem precisa de dinheiro é o pastor: Podem acreditar, se Deus, Shiva, Buda ou qualquer outro precisasse de dinheiro, eles criariam dinheiro “do nada”… uma habilidade que eu não reclamaria de ter.
5 – Ouvir música em local público sem fone: Clássico, mas eu tenho que falar. Meu caro, se você faz isso, sabia que algum dia (não muito distante, aliás) alguém irá lhe estripar e quebrar seu mp12545/celular/whatever. Não necessariamente nessa ordem.
A questão não é fazer coisas sem sentido, nem o porque de estas coisas serem feitas, mas sim o porque das pessoas insistirem em fazer tais coisas: em 200.000 anos aprendemos a usar o átomo (e “descobrimos” o átomo) como fonte de energia, e ainda sim tem gente que não entende que comprar computador Positivo é… errado… experiência própria, infelizmente.

Entendo que a maioria, a grande maioria das pessoas não tem a chance de receber uma boa educação, ter qualidade de vida e tudo mais, mas pobreza e burrice não são desculpas para se ser idiota (deixando claro que não me refiro aos doentes mentais)… ok, até são, mas e daí? Só porque podemos fazer as coisas não quer dizer de devemos fazer essas coisas… mesmo algumas delas sendo divertidas.
6 – Não adianta apelar para Deus e continuar parado: Conformismo é uma merda, mas ainda é melhor que a preguiça. Não importa sua religião (se você é ateu, parabéns, se livrou dessa), pedir para o “ser superior” te ajudar e ficar esperando é inútil.
7 – Fígado é ruim: Sem mais.
8 – Você deve espalhar este texto para seus amigos: Clique aqui.
9 – Tem coisas que ninguém, além de você, precisa saber: Algo que sempre me deixou (usando aqui uma gíria antiga) bolado é quando alguém, em um lugar com mais pessoas, diz coisas pessoais (coisas na linha de “meu ginecologista disse que eu tenho uma vagina escura”) completamente fora de contexto… a parte “legal” é quando essas pessoas notam que todos estão escutando o que ela está falando.
10 – Churros, pepinos, berinjela, banana e demais alimentos não são comestíveis: Há coisas no mundo que fazem até mesmo os mais controlados e céticos se perguntarem o porque da vida ser como é, e meus caros, nenhuma, absolutamente nenhuma coisa dessas é algo legal de se ver.
11 – Se deu certo para outra pessoa, dará errado para você: Podem acreditar, Murphy era um cara sagaz. Claro que o contrário também é válido, mas inevitavelmente alguém se dará mal no fim das contas.
12 – O pôr do Sol é mais legal que o nascer do Sol: Não falo isso só por causa do blog, mas sim pelos… como coloca “pôr do Sol” e “nascer do Sol” no plural?… enfim, o pôr do Sol é mais legal, mais bonito e se você virou a noite acordado, é mais recompensador… viva as horas sem dormir gastas com coisas inúteis e legais!

Final bonitinho esse… estou bondoso hoje. Bem, claro que vocês já sabiam tudo que eu disse aqui, mas é bom ter essas coisas sabem… tipo preto no branco. De tudo que falei aqui no post acho que o mais importante é, definitivamente, o número 7… mesmo este perdendo para língua, miúdos e cérebro… mas deixemos isso para nossos amigos chineses. E lembrem-se: nada, absolutamente nada é pior que um peixe-porta-lápis.
***
1 – E aí? Melhor?
2 – Coloquem aí nos comentários mais uns itens para a lista.
3 – Qualquer dia desses eu conta a história do peixe-porta-lápis.
Olá, seres estranhos!
Pelo belo fato de vocês não me conhecerem, esse post será chato pra cacete e totalmente egocêntrico.
Meu nome é Danilo Aguillar, sou dono de um blog que provavelmente vocês não conheçam, mas que está presente em minha vida há pouco mais de 2 anos: o Miztureba. Mas como não vim aqui fazer propaganda do meu blog, vou dizer quem eu sou e o que estou fazendo nesse lugar de doido.
Eu sou um cara totalmente normal (não é o que todos dizem, mas…). Sempre adorei tecnologia, informática, jogos e tudo mais que possa se ligar à esse meio. Fui recrutado pelo tio Pedro para escrever exatamente sobre isso aqui n’O Crepúsculo. Eu serei a tecnologia, os gadgets e o futuro desse blog (MUAHAHAHAHA).
Não preparei nada de especial para esse primeiro post, então direi como serão os próximos.
A coisa é simples: eu não tenho praticamente nenhum contato com gadgets novos, brinquedinhos tecnológicos ou o que seja, portanto, a maioria dos meus textos aqui falará sobre as minhas impressões, opiniões e dicas sobre aparelhos que nunca sequer encostei um dedo. É, será estranho, mas vocês acostumam.
Só para exemplificar a situação em que me encontro, vou humilhar o meu orgulho e lhes mostrar o smartphone que uso.
Anyway, vocês podem achar esquisito alguém que não tenha inúmeros gadgets em casa, não tenha contato com smartphones top de linha e vídeogames de última geração escrever sobre tecnologia, mas meus amiguinhos, eu tenho uma coisinha que muitos que andam com um iPhone no bolso e um Galaxy Tab na mão não tem: conhecimento.
E depois desse momento “sou foda pegael”, encerro minha palavras por aqui. Até a próxima sexta feira com um texto de verdade.
***
1 – Sempre quis escrever nesse cantinho depois do texto. #FelizPraCaralho
2 – Agradeço de verdade o Pedro por ter me convidado, já disse pra ele e agora faço questão de dizer à todos: O Crepúsculo é o blog que mais admiro nessa zona que é a blogosfera. É o blog que sempre me inspirou a continuar escrevendo e me deu ânimo nesse meio complicado de se fazer “sucesso”. Estou muito feliz por fazer parte dessa família =).





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