Primeiro post, o título já fala tudo… sem mais delongas a meu top 5 de músicas para viagens.

5 – Free Bird – Lynyrd Skynyrd

4 – Peace Train – Cat Stevens

3 – Where the Streets Have no Name – U2

2 – Baba O’Rilley – The Who

1 – Born to be Wild – Steppenwolf

Não adianta. Essa música será sempre o maior hino de todos.

***

Ps: Faça o seu top 5 e coloque nos comentários. =D

Ps2: Á, podem dar ideias para o próximo top 5 também

Ps3: Ótimo videogame. ;)

Ps4: O Top 5 da semana que vem será dos 5 melhores solos de todos os tempos. Ou seja, polêmico.

E aí infelizes, passara/estão passando bem suas férias? Pois é, meus caros, enquanto eu nós estamos de férias, aproveitando o dia para não fazer nada e ficar o dia inteiro na internet, tem gente que está trabalhando, fazendo este país funcionar, tornando um mundo um lugar mais legal e menos poluído de se viver. Deixando de lado tudo a políticonomia deste país, peguem suas pás, seus guardas chuvas e um cão farejador, porque o post começa no próximo parágrafo.

Senhores (e senhoras, claro), como vocês bem notaram neste começo de ano, deu (mais uma vez) a maior merda lá no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Minas Gerais. Meus caros, devo dizer que fiquei especialmente estupefato, afinal são só 30 anos de enchentes, desbarrancamentos e chuvas, quem poderia prever tal tragédia?! Coisa terrível essa não? Agora tudo que podemos fazer é nos reunir para juntar roupas, material de higiênie e alimentos, para mandar para “a região serrana do Rio”, afinal, lá a comida não vai estragar aos montes como em 2009 lá em Santa Catarina.

Então meus caros, como vocês bem sabem, aqui em terras tupiniquins o Verão é a época de chuvas: todo Verão, devido ao aumento na quantidade de evaporação, chove mais e por mais tempo, coisa que nós brasileiros chamamos carinhosamente de “chuva de Verão”, aqueles chuvas fortes e rápidas que fazem as alegrias de crianças com botas e capas de chuvas amarelas (ou caso você tenha tido infância, capas de chuva de saco de lixo).

Caso vocês tenham o mínimo de capacidade intelectual (e provavelmente tem, já que leem o blog), vocês também sabem que quando a terra e a água fazem a fusão, surge a tal da lama. A lama (que também faz a alegria de milhares de crianças) é o principal fator que explica outro pequeno detalhe que rola aqui em nosso adorado país tropical: a reestruturação geológica, que é algo totalmente natural, principalmente devido a ação importantíssima da água.

Mas a reestruturação geológica é contida por algo pouco conhecido por aqui: árvores. Para ser mais sincero, árvores, matos, flores e alguns outros vegetais. Tais vegetais fazem com que a terra e/ou areia fique no lugar, impedindo (parcialmente) a tal da reestruturação ecológica. De forma prática e simples, se você tirar a vegetação de uma área, a reestruturação geológica ocorre.

Além da reestruturação geológica, outro fator importante na natureza são os rios, que são responsáveis por tornar as terras férteis, prover (obviamente) água, enfim, permitir a vida numa região que sem o rio não apresentaria vida. Os rios, também influenciados pela época de chuvas, tem os tais “períodos de cheia“. Os “períodos de cheia” são quando os rios tem um aumento na quantidade de água, e por consequência tende a aumentar a sua profundidade, outro fator totalmente natural, é claro.

Como todos sabemos, o brasileiro é um povo extremamente inteligente e sábio, portanto qual a primeira ideia que passa pela cabeça de um brasileiro ao construir sua “casa”? É bem simples: “Ah, vou tirar todas as árvores daqui da BASE deste MORRO de 200 metros de altura, deixando o terreno em terra limpa, vai ficar ótimo, principalmente porque este RIO aqui, passará no meu jardim da frente, será LINDO!”. Genial, não é mesmo, caros leitores?

Se você está na porra da base de um morro, montanha, pico, o que seja, e você tira a ÚNICA coisa que impede que aquele morro caia NA SUA CABEÇA, meu caro, você MERECE morrer soterrado. Se você constrói sua casa DO LADO de um rio, você MERECE morrer afogado. E se você constrói sua casa num morro, tira todas as árvores do local, nas margens de um rio, sabendo que as chuvas nos morros causam deslizamentos e o aumento da quantidade de água no rio, você merece sim se foder de todas as formas possíveis… é, eu sei que é algo terrível de se dizer, mas eu nunca tive vocação para Oprah.

Mas é claro que nós como pessoas bondosas e altruístas, devemos ajudar aqueles que sofreram tanto por causa da quantidade imprevista de chuva. Caso você queira ajudar as vítimas envie alimentos não perecíveis, roupas e produtos de higiênie pessoal para Avenida Dom Hélder Câmara, número 4242, no bairro Del Castilho no Rio de Janeiro (adivinha em que estado!). Para mais informações ligue para (21) 2582-0100. Devemos todos nos unir neste momento de necessidade e continuar apoiando nossos e incentivando para que apesar de todas as contrariedades, possam reconstruir suas casas exatamente do jeito que eram antes. A construção só não pode demorar um ano.

***

1 – Se você não entendeu, não se dê ao trabalho de me comunicar isso.

2 – Só por curiosidade, eu moro num vale e aqui não teve nenhuma merdas.

3 – Eu topo ser operador de bulldozer lá no Rio de Janeiro.

Uma parte de mim acha que todo homem deveria colecionar alguma coisa, a outra parte tem certeza que todo homem coleciona alguma coisa durante toda a vida. Tem alguns malucos que colecionam a mesma coisa desde os seis anos de idade, tem outros malucos que vão trocando de coleções com a medida do tempo. Tem uns mais malucos ainda que colecionam coisas bizarras como vulvas mergulhadas em vinagre, mas não é disso que eu quero falar.

Eu sou do tipo de maluco que vai trocando de coleção com o tempo. Quando era pequeno colecionava Tazzo (ô saudade), cartões telefônicos, latinhas diversas (essa era conjunta com os irmãos), figurinhas (obviamente), tampinhas, anéis de lata, e tudo quanto é tipo de quinquilharia. A adolescência veio e com ela coleções de CD`s, DVD`s, e… Livros. Veio a fase adulta e com ela a coleção de canecas, livros, DVD`s, e… Quadrinhos.

Durante a minha vida inteira eu gostei de ler, comecei como quase todo mundo: Turma da Mônica. Passei por vários livros e outros quadrinhos. Mas fiquei mesmo com os livros e quadrinhos para mim sempre foram algo esporádico. Quem gostava mais e mantinha uma pequena regularidade em compras era o Mateus (o influenciador). De qualquer modo, acho que nunca tinha ficado louco por quadrinhos, como era por livros, pelo fato de que enquanto eu era apresentado a Stephen King, Tolkien, Conan Doyle e Rowling, nomes como Alan Moore, Dave Gibbons, John Romita Jr., Neil Gaiman, Frank Miller, e outros tantos mestres, continuavam desconhecidos para mim.

Até o dia em que eu li A Piada Mortal. Até o dia em que eu li Watchmen. Até o dia que eu li The Ultimates. Até o dia em que eu li 78 edições de Walking Dead em dois dias. Até o dia em que eu simplesmente me arrependi de não ter começado minha coleção de quadrinhos quando eu tinha os mesmos seis anos de idade.

A minha sorte, é que existem coisas boas sendo lançadas todos os dias, que Steve Jobs inventou o iPad e alguém começou scanear quadrinhos como louco e disponibilizar. A sorte nossa que existem edições encadernadas maneiríssimas de clássicos antigos e novos do mundo dos Quadrinhos. E mais sorte ainda, que estamos vivendo em uma época em que as coisas boas (da Marvel pelo menos) estão virando filmes. E bons filmes. (ok, Batman é da DC, mas Batman The Dark Knight é um filme perfeito, mais do que uma adaptação, aquilo é um filme, aquilo é cinema puro, e é perfeito).

Vou ser sincero com você leitor – no sentido de continuar sendo sincero, estou apenas exaltando o fato e não dizendo que serei sincero daqui pra frente, ok? – esse post era sobre uma edição das fantásticas edições de um selo da Marvel chamado Marvel Knights. É um selo que meio reconta as origens dos maiores personagens da casa das ideias. O problema é que eu comecei falando de coleções e percebi – quando comecei a falar enfim sobre a revista – que eu perderia um bom post sobre um negócio bacana que é colecionar.

Vou combinar o seguinte com você; Eu continuo falando sobre coleções aqui neste texto e amanhã eu posto sobre a maravilhosa HQ Namor – As Profundezas.

Ok?

Continuando.

Já pensou porque colecionamos coisas? Alguém com certeza já pensou nisso, sem dúvida aqueles pesquisadores irlandeses descobriram que 25% das pessoas que colecionam coisas fazem isso porque querem recuperar um pouco de si mesmo, mas que foi perdido em vidas passadas; 45% das pessoas colecionam coisas porque hoje em dia essa é a parcela nerd da população mundial, e nerd bom é nerd que coleciona; 20% colecionam coisas porque vivemos em uma sociedade que desconhece quase completamente o consumo sustentável (ok, eu também odeio essa palavra e o modo como ela é usada por 99% do mundo, mas consumo sustentável ou consciente é algo bacana [falo disso num post um dia]) e elas não resistem ao fato de terem apenas uma coisa, essas são aquelas donas de casa que compram o Lifting Shape do Polishop. Os 10% restantes são assassinos seriais que colecionam pedaços de suas vítimas em alguma conserva nojenta em seus apartamentos sinistros em algum canto dos Estados Unidos, pedaços como vulvas por exemplo.

Acabei de descobrir que existe uma pesquisa também falando que 76,9% dos pesquisadores irlandeses deveriam pesquisar menos e transar mais. Concordo com a segunda pesquisa, se querem saber.

De qualquer forma, acho que se eu pesquisasse conseguiria descobrir algum psicólogo falando em porque as pessoas colecionam coisas. Aí é que está o barato da internet, eu posso descobrir essas coisas sem pé nem cabeça, como posso ignorar qualquer especialista e tecer eu mesmo minhas teorias num canto escuro da galáxia, digo, da blogosfera, digo, da umbigosfera.

Eu acho que colecionar coisas tem a ver com nostalgia. Eu lembro onde comprei cada caneca que tenho, lembro a história da compra de cada uma delas. Minhas canecas me contam histórias de anos atrás, cada vez que uso elas (e sim, eu uso todas elas), lembro da história. Entende o que quero dizer? Aquelas canecas me lembram todos os dias quem eu sou, de onde eu vim, e quais foram e quais são os meus sonhos. Minhas canecas me dizem o tipo de pessoa que eu sou. Me contam sobre lugares que eu fui e com quem eu fui e o que aconteceu. Calma, eu não tenho canecas mágicas que curam minha falta crônica de memória. Só estou dizendo que elas me confortam.

Assim como meus livros e minha HQ`s. As vezes pego um deles e passo a mão na capa, fecho os olhos e consigo sentir lá no fundo o mesmo sentimento que eu tive quando peguei aquilo pela primeira vez. O mistério, o medo, a dúvida. Com Senhor dos Anéis e Harry Potter por exemplo. O primeiro olhei com uma dúvida e com aquela ar de certeza inabalável que todo adolescente tem “Nunca isso aqui vai ser melhor que Harry Potter”. Li SdA trocentas vezes e o meu nome na internet é Pedro Turambar.

Passei uma semana lutando contra a pior primeira parte de um livro da história, para descobrir mithril durante todo o caminho dos outros livros. Consigo sentir toda aquela felicidade só de olhar para a capa das minhas quase destruídas edições separadas do livro. Livro bom é livro gasto, eu costumo dizer. Lembro quando minha mãe queria me matar por estar às 4 da manhã lendo As Duas Torres, sendo que no outro dia eu tinha aula. Nem ela nem os vizinhos devem ter entendido nada quando eu gritava “MÃE! O MAGO BRANCO É O GANDALF MÃE! PELO AMOR DE DEUS!! SE EU NÃO LER ISSO ANTES DE DORMIR EU VOU FICAR LOUCO! MÃE É O GANDALF! ELE TÁ VIVO! TENHO CERTEZA” e devem ter entendido menos ainda quando ela disse “Aé? Quero ver você falar de Fangalf pra Dona Lilia* amanhã no colégio. Anda, vai dormir e apaga essa luz que seu irmão tá dormindo!”. Lembro de simplesmente ir para o banheiro, fingir uma caganeira repentina para terminar de ler a parte que Gandalf renasce como O Branco.

Viu? História. Nostalgia. E um sentimento de “Cara, como isso foi bom”.

Coleciono coisas porque elas me contam histórias. Coleciono coisas porque eu adoro ouvir histórias, principalmente histórias que eu mesmo vivi e que eu mesmo me conto. Coleciono coisas porque elas me lembram. Porque eu coloco os pés nos chão, para que através do meu mundo de fantasia eu consiga ver e viver o mundo real.

***

1 – Agora, imagina eu lendo senhor dos anéis, ouvindo um cd dos Engenheiros do Hawaii, tomando alguma coisa numa caneca, comendo chips, esperando a hora de ligar para minha namorada de um orelhão?

2 – Eu provavelmente explodiria feito Madjin Bu.

3 – Eu ia falar algo importante aqui, mas esqueci.

4 – Lembrei! *Dona Lilia: Coordenadora do colégio, que 3 ou 4 vezes por semana me fazia assinar um papel dizendo que nunca mais eu chegaria atrasado.

É comum na nossa sociedade ouvir um bando de pessoas falando sobre persistir e nunca desistir, quantas palestras, livros de auto-ajuda, conselhos, mensagens, provérbios, até mesmo na Bíblia você encontra passagens sobre nunca desistir. Americanos então amam não desistir, aliás, lá é a terra de oportunidades, todo mundo pode tudo, por isso você pode nunca desistir, mesmo que você não cante bem, você pode ser um ídolo, basta acreditar, ter a fé americana. Quem se interessa mais sobre o assunto assista um episódio de The Middle (tá, não é a melhor série do mundo, mas veja o episódio 1×20 e comprove o que eu estou ta falando).

Bem, desistir está cada vez mais na pauta dos meus assuntos nos últimos dias, desde coisas bem pequenas, como desistir de coisas que eu sei que nunca faria, mas insistia sempre em fazer e desisti para não me frustrar, até assuntos que podem decidir meu futuro.

Foi quando me deparei com esse livro, que já tinha lido, mas resolvi reler porque ele é minúsculo, coisa pra você ler em um dia. Ah! Para quem odeia livros de auto-ajuda, seus preconceituosos, cheios de marra, cria um monte de bloqueio e assim perde tanta coisa boa quanto ruim. Escolha de você que desistem de livros pela capa, um dos melhores livros que li de publicidade chama “Deus é inocente” e quase não li achando que era um livro gospel.

Voltando ao livro eu comprei ele só por ser um dos mais baratos do Seth Godin, marketeiro famoso, um dia ainda compro os outros, agora que tenho uma rendinha (renda financeira pequena). O nome do livro é “O melhor do mundo” e já começa com uma frase bem interessante, melhor um questionamento, porque todo mundo subestima a importância de ser o melhor do mundo, que é muito bem questionado, já que muitas vezes, não ligamos para os melhores do mundo, alias o melhor do mundo em física quântica não faz diferença alguma na minha vida, mas o melhor medico do mundo sim. O que ele deixa claro também é que o melhor do mundo pode ser relativo, meu conceito de melhor é diferente do seu e minha realidade financeira influencia muito nisso.

Sobre desistir e a vontade de desistir, quando você tem essa vontade ou ate mesmo desiste, vem o remorso, mil pessoas na sua cabeça – são as piores- “Ai! Você desistiu.”. “Você é louco, desperdiçou tempo, dinheiro, acho que pode?” e blá, blá, blá… se você pensa em desistir de algo seja forte, as pessoas ao seu redor normalmente não ajudam muito, até eu mesmo posso ser uma dessas pessoas que apontam o dedo, mas eu posso voltar atrás se você me explicar porque, contudo  você tem que deixar bem claro porque desistir, tem que ser uma estratégia para alcançar o que você quer, ser o melhor do mundo no que faz, ter o melhor no mundo no que você quer. Ter seus objetivos definidos faz uma diferença enorme, se conseguir missão, visão e valores, não caçoe de mim quando falo isso, mas ter isso definido ajuda bastante para não se perder no caminho e não limita nada sua vida.

Será mesmo habilidade para o que você decidiu não desistir? Eu por exemplo não posso ser uma cantora, tá em devo cantar melhor que a Suzana Vieira, mas com certeza perco de lavada se comparada a muita gente ai – vergonha, não, ainda sim canto alto em público e sempre agradeço ao @firamos que me deixa cantar perto dele sem reclamar.

Como o texto ta bem grande, vou começar a concluir. Ae! Felizes agora, a agonia de ler o meu texto esta acabando, tá que você que não desistiu e chegou até aqui. Seth Godin atribui alguns tipos de situação que você deve desistir caso esteja em dúvida, são os becos sem saída, aquela que por mais que você insista e persista não sai dele, da voltas e nada, nem pra frente e nem pra trás. Outro é o abismo, corra dele, você vai afundar logo. E a situação que você vai conseguir, mesmo estando no vazio é o vão, que é onde você mais enfrentará problemas para conseguir ser o melhor. O vão é o momento que você mais se questiona se um dia você conseguirá fazer o que quer, é lá também onde você mais vai questionar e desistir, será que compensa tanto investimento? Será se eu desistir agora e tentar outra coisa eu consigo o que eu quero? É no vão que eu posso perceber também que se vale o investimento, por exemplo, se eu quisesse ser Miss Universo, teria que fazer tanto investimento como: silicone, salão, progressiva, lipo, plástica, estica, puxa, cirurgias, clareamento, tratamentos na pela, aulas de etiqueta, enfrentar a fome, muito exercício e dinheiro que a única coisa que fiz pra chegar lá foi ler o Pequeno Príncipe e ensaiar o tchauzinho, desisti.

Não queria ajudar ninguém a tomar decisão nenhuma, já que isso é por sua conta, você tem que avaliar o que deve ser feito se desistir realmente é estratégico para o que você quer, só saiba que depois de desistir momentos difíceis virão, mas você pode estar bem melhor com você mesmo e vai ter a chance de alcançar o que realmente de deixa feliz. Já que é inicio do ano pode ser a oportunidade ideal pra você começar a sua vida do zero.

Ps’s:

Nesse livro também comprovei que cada vez mais os blogs e livros exigem textos menores, coisa que esse blog não faz, como vcs leitores percebem, ou entraremos em falência rápido ou vamos pertencer a um segmento de pessoas que gostam de longos textos.

Nada do que ele falou ou eu falei é uma verdade absoluta. Leia. Pense e coloque na sua realidade.

Bjus. Tchau.

dd

Vou defender aqui uma raça em extinção, o machista. Nos homens estamos sofrendo ataques de todos os lados. Ser machista é ridículo, mas ser feminista é moderno!? Vamos abaixar a bandeira branca e defender nossa classe. Vamos queimar cueca com freada na praça sete e deixar a sujeira para elas limparem. Vamos criar o dia do homem peludo que arrota (ops, exagerei).

Quando vejo a geração que vem aí fico preocupado. Froxidão está mesmo na moda. Os “homens” vão ser todos sensíveis no futuro. Existe um respeito demasiado pela mulher, a mulher que chega, a mulher que escolhe, se bobear a mulher que passa a mão. Vamos parar com isso. Homem tem que ter um H estampado no peito.

Homem que tem que escolher , quando a fêmea for escolhida deve ser agarrada e arrastada pelo cabelo para o escurinho, não se preocupe, ela vai gostar. No cantinho a primeira coisa é passar a mão em um ponto sexualmente comprometido. Isso serve de teste, se deixar manda ver, se ela bater na sua mão tente apenas mais 6 vezes.

Salão é lugar de mulher, aliás o único lugar além da cozinha e da cama. Enquanto a sua mulher se enfeita pra você, vai tomar cerveja com os amigos em algum lugar onde você possa observar a mulher dos outros. Rola de dar algumas cantadas de pedreiro do tipo: Êeeee lá em casaaa! ( esse cara pode ajudar-  twitter: @pedreiro_online )

Em casa nunca use o mesmo copo ou lave um. Não cozinhe e reclame da comida uma vez por semana. Chegue bêbado de vez em quando. Transe e vire para o lado sem tomar banho. Não se submeta a desculpas de dor de cabeça ou o fato de ela estar com a perna quebrada. Assista todos os jogos de futebol que conseguir no domingo, arrote e peça mais cerveja. A noite leve a fêmea naquele bar onde tem o melhor torresmo da cidade (neste momento seja compreensivo e deixe-a pagar a conta para exercer seu feminismo).

No trabalho não subestime a inteligência das companheiras de trabalho, hoje em dia as mulheres já tem cursos de secretárias e entendem muito bem de transferências telefônicas, calculadoras, folhas de ponto e cafeteiras (algumas, é claro). Caso seu patrão pague mais a uma fêmea que a você, pode ter certeza, ele está pegando ela. Não aceite trabalho de uma delas.

Temos que entender que as fêmeas são uteis. Precisamos dela para: Sexo, lavar, passar…hum…sexo…ta bom, pode acreditar, elas têm mais utilidades.

Outra coisa importante, nunca bata numa mulher. Às vezes elas travam como o seu computador, mas não é por isso que você vai estragar o teclado e a entrada de Cd. O problema é também o sistema operacional. Agora se travar de vez é só formatar, se não der certo compra outra mais nova.

Um machista deve saber conversar como tal. A forma de se dirigir a fêmea deve ser coerente. Segue um pequeno dicionário para comunicação simples e clara (assim elas entendem):

Táquepariu: Sai da frente da televisão

Carai: Cala boca e pega a cerveja

Falo nada: Pode limpar de novo que tá sujo ainda

Cá: Tira a roupa e deita na cama pra gente transar

Arss: O dinheiro para o gás está encima da geladeira

Glagam: Tô bêbado mesmo, fodas!

………………………………………………………….

  1. Muita gente vai dizer que sou ridículo. Carai;
  2. Se  elas têm a lei Maria da Penha nos temos a lei do silêncio;
  3. Lú te amo. Isso é só uma brincadeira!

Como prometido em!

Antes do horário previsto… só porque é o primeiro.

***

Quando Jonas olhou para a pilha de pastas em sua mesa, soube que ainda teria mais umas duas horas de trabalho antes de poder finalmente ir para casa e dormir por um curto período antes de voltar para o escritório. Não que ir para “casa” era algo que realmente valia como um prêmio para ele. Morava em um quarto de hotel de quinta no centro da cidade, quarto que ele carinhosamente chamava de O Cu do Mundo. Não era nada reconfortante pensar que depois de mais de 18 horas seguidas de trabalho – pelo terceiro dia consecutivo – ele teria que voltar a aquele antro para tentar dormir em meio ao cheiro de mofo e mijo impregnado nas paredes do hotel.

Mas Jonas sabia, que tudo isso, a vida de merda que ele levava e o sofrimento de 3 anos, ele finalmente tinha a chance de conseguir a promoção que sempre sonhou e que sempre mereceu. Desde que entrou na empresa, com 23 anos, ele sempre fora um funcionário exemplar, errava pouco e fazia o trabalho dele e consertava o trabalho de outros. Como acontece com todas as raras pessoas que são como Jonas, ele jamais recebia o reconhecimento que deveria. Até que esse último projeto apareceu e conseguiu assumir toda a responsabilidade por ele. Na verdade, ficou com ele pois ninguém mais tinha a coragem de assumir o projeto, que era um risco para a empresa, mas que se funcionasse, renderia um contrato tão grande que o diretor geral disse a ele que ele se tornaria Diretor de Projetos no mesmo dia.

Tudo valia a pena, tudo. Era o sonho de todo mundo que ele conhecera, ter a chance de se por a prova, ter a chance de crescer por méritos próprios e começar a ganhar um salário maior que a maioria dos colegas juntos. Era a chance da sua vida.
Já passava da meia-noite e não havia ninguém na empresa, a única luz era a do monitor e do pequeno abajur da Baia 38, o lugar que Jonas carinhosamente chamava de Casa. Ele parou por um minuto, se esticou na sua cadeira e decidiu que poderia fazer um pouco mais de café e fumar um cigarro no banheiro do almoxarifado. Ninguém usava o banheiro do almoxarifado desde que Carlos Lacerda praticamente o destruiu, passando a ser chamado pelos queridos colegas de Carlos La Merda depois do ocorrido.

Quando Jonas estava no meio do caminho da cozinha, uma coisa muito estranha ocorreu. No início, ele não entendeu o que estava acontecendo, até que todas as telas dos mais de 120 computadores de repente acenderam ao mesmo tempo. O andar, que estava praticamente sem luz alguma, ficou completamente iluminado com uma luz azul. Alguns fones ligados nos computadores fizeram ressoas o som das centenas de Windows sendo iniciados. Jonas olhava sem acreditar e com uma sensação muito forte de que algo estaria muito errado que fazia com que ele sequer respirasse um pouco mais fundo.

Depois do que pareceu a ele duas horas, ele conseguiu se mover – lentamente – em direção a cozinha. Conseguiu de alguma forma colocar a máquina do café para fazer a mistura fraca que eles diziam ser café. Jonas não podia de forma alguma pensar que aquilo devia ser o cansaço e que todos os computadores da empresa simplesmente não ligaram enquanto ele ia para a cozinha. A luz intensa dos monitores brilhavam de tal forma que ele nem precisou acender a luz da cozinha. Na verdade, ele tinha certeza que ficaria extremamente apavorado se tentasse o interruptor e a luz não acendesse que decidiu que não precisava de mais uma dose de tensão.

No caminho de volta, com a garrafinha cheia e uma xícara de café quente e ralo nas mãos, Jonas ainda andava devagar, com medo não sabia ao certo de que, mas tinha a impressão que se andasse rápido ele provavelmente correria para outro estado. Ele não conseguiu depois se lembrar direito, mas mais ou menos no mesmo ponto em que estava quando os computadores ligaram, todos sem exceção desligaram ao mesmo tempo.

Jonas permaneceu imóvel. De certo modo, assim que os computadores ligaram, ele teve a sensação que todos desligariam assim que estivesse a caminho de sua mesa. Isso não pegou Jonas de surpresa, por mais bizarro que pudesse parecer. Não se preocupou com o trabalho inacabado. Havia salvo os arquivos antes de se levantar. O que realmente pegou ele de surpresa e o deixou tremendo tanto que ele duvidou que conseguiria segurar a garrafa e a xícara por muito tempo, foram os passos pesados que ele escutou em pelo menos 3 pontos do escritório.

Um dos passos foi logo atrás dele, e pela respiração pesada que ele ouviu em algum ponto acima do seu ombro esquerdo ele duvidou que o que quer que fosse que estava atrás dele, fosse humano. E o pior, tinha certeza que não era pequeno. E exalava podridão, sangue e morte.

O suor descia profusamente da testa e metade do café que havia na xícara estava nas suas roupas e no chão. A “criatura” que estava atrás dele apesar de poder fazer isso, não o estava atacando, apenas sentindo o seu cheiro. E Jonas sabia qual cheiro ele exalava fortemente naquele momento: puro e claro medo. Ele não sabia como, mas nem das janelas ele via qualquer luz, seja das estrelas ou dos postes. Ele se sentia dentro de uma caverna, ou em uma tumba, pensamento que ele rapidamente tirou da cabeça.

Sem perceber deixou a xícara se espatifar no chão. A luz de repente começou a voltar e em segundos o escritório estava da mesma forma como quando ele se levantara para fazer café. Jonas ainda segurava a garrafa térmica, mas a xícara estava em pedaços e havia café para todo lado. Suas roupas, já amareladas pelo intenso uso e pelo suor de cada dia, estavam grudadas no corpo. Ele tremia da cabeça aos pés.

Quando Jonas percebeu, ele estava de novo sentado na sua mesa, não conseguia pensar, simplesmente nenhum pensamento passava por sua cabeça. Tinha uma vaga lembrança do que estava fazendo ali na empresa até àquela hora, e não tinha nenhuma ideia sobre o que tinha acontecido momentos antes.
Jonas ficou ali parado por horas sem se mover, pelo menos pareceu a ele uma eternidade. Até começar a se mexer novamente. Foi ficando mais calmo, e voltou pegar os papéis e foi com o mouse até a pasta do projeto em que estava trabalhando no computador, tudo o que acontecera já parecia um sonho distante em sua mente. Até o momento em que ao abrir a pasta de arquivos, Jonas viu que a pasta estava vazia. Tudo que estava trabalhando havia semanas e intensamente nos últimos dias, se perdera.

Jonas perdeu o ar, procurou loucamente pelos arquivos. Nada, nenhum registro. Usou os programas que ele tinha para recuperação de arquivos deletados e nada. O computador estava dizendo a ele que aqueles arquivos nunca estiveram ali.

Jonas tremia, não de medo, mas de ódio.

Começou a gritar furiosamente. Seu mundo e sua mente se despedaçavam.

Virou sua mesa, e com o teclado destruiu completamente o seu computador. Levantou-se e foi em direção a porta para ir embora, ele sabia que se ficasse ali mais um minuto iria dar um jeito de explodir todo o andar.

Assim que colocou a mão na maçaneta, tudo ficou escuro novamente. O medo voltou como um soco no estômago e Jonas mal conseguiu se manter em pé. Tudo que ele pensava era, Me matem de uma vez! Por favor, me matem acabem logo com isso.

Ele conseguiu abrir a porta, saiu rápido para o corredor e foi direto para as escadas. Nem por um momento passou pela cabeça dele entrar no elevador. Jonas entrou e começou a descer as escadas. A empresa ficava no 8º andar e rapidamente ele chegaria à portaria do prédio. Prometeu a si mesmo nunca mais pisar naquele lugar.

Enquanto descia a razão começava a voltar e Jonas percebia que estava mais perdido que nunca. O certo seria voltar no outro dia e dizer o que tinha acontecido, tinham que acreditar nele. O que é que eu estou pensando? Nem eu mesmo acredito, eu nem mesmo sei o que aconteceu. Jonas então olhou para a placa na porta abaixo da escada: 3º Andar. Só mais um pouco, pensou ele.

Após descer mais três lances de escada Jonas nem olhou para a placa. Tentou abrir a porta, mas ela estava trancada, olhou para cima, mas seus olhos não acreditaram no que viram: 7º Andar.

Jonas foi se afastando da porta, olhou para baixo, no parapeito e depois para cima. Não viu nem fundo, nem fim. Desesperado, desceu pulando os lances de escada pelo menos 10 andares, olhou para a porta: 5º Andar. O peito subia e descia enquanto ele tentava respirar.

Subiu.

Chegou ao 8º Andar e girou a maçaneta. A porta estava trancada.

Gritou, desesperadamente e começou a chorar de desespero. O que estava acontecendo? Por que aquilo estava acontecendo com ele? Por que? O que significava aquilo? Pelo que exatamente estava sendo punido?

A essas perguntas, Jonas nunca conseguiu respostas.

A única coisa que ele conseguiu, foi parar com as perguntas. Ele conseguira, depois de muito esforço, rachar sua cabeça ao meio de tanto batê-la contra a porta do 8º Andar.

***

1 – Como esse é o primeiro conto peço um pouco de paciência. Prometo que vou melhorar com o tempo. Espero que gostem.

2 – Já tenho algumas histórias na cabeça para pelo menos 4 posts do Contos da Cripta, o que é bom, já que isso quer dizer 8 semanas sem me preocupar com o conteúdo dessa coluna. Se eu me empolgar, posso transformar isso em semanal, mas acho difícil.

3 – Olha, não sei vocês, mas eu piraria foda se isso acontecesse comigo.

Oba! Agora eu tenho uma coluna! E como toda quarta é dia de postagem – até meia-noite conta – ainda estou a tempo de postar. O que é bom. Estou postando mesmo depois de ficar ouvindo de varias pessoas que só escrevo de ano em ano (tks @bakakun), que o motivo das chuvas no Rio foi porque eu escrevi (obrigada @firamos). É eu escrevi um texto e mandei para o Felipe Ramos – mais conhecido como tomates causam câncer – e ele já confirmou as chuvas, ai eu completei 4 textos, e só por isso foi motivo de catástrofe natural. Ah! Ainda bem que nem dou ouvidos pra esse povo cheio de critica.

Como hoje é o meu primeiro post, o Sr. Turambar pediu que explicasse um pouco sobre o que eu ia falar nos próximos textos. Como vocês viram no post do Pedro a coluna vai se chamar On-Life, não riam do trocadilho barato ah On-Life dowrr on-line. Então, como diz o nome On-Life (sobre a vida), literalmente, vou falar sobre a vida, complexo não? É a vida é de longe mais complexa que qualquer calculo matemático…ah! e pra piorar só tem gente que complica ainda mais, eu estou no meio e você também.

Ah! Ingrid que coluna chata heim! E daí, eu que estou escrevendo e você que está lendo, se quiser continuar, vá. Se não pare por aqui mesmo. Alias quero ouvir mais vocês, o que acham dos textos? Longos? Chatos? Errados? Escreva ai em baixo o que você pensa sobre o texto, eu sei que tem muita gente caladinha ai que deve ter coisas maravilhosas a dizer.

É esse texto é só introdutório, não me alongarei muito neste post. Espero ser bem-vinda novamente.

Ah! Sinto que alguma coisa está não está certo nesse post….o que será heim?!

[Pronto, agora não falta mais!] =D

Oi, como vai você? [/pcsiqueira mode off]

Janeiro veio e já quase foi e nada daquilo tudo que o Pedro sempre prometeu pra “nova era” desse quase malfadado blog. E quase só por causa do Felipe, que tem nos divertido toda semana com a coluna dele (que eu acho estranhíssimo sair toda terça-feira… onde já se viu, cumprir promessa logo aqui?) e do Higgor, com textos cada vez melhores, mas com a regularidade que combina mais com esse blog (brincadeira viu chefe?). E eu tenho que admitir, só estou postando agora, por medo de uma prática com o nome mais feio de toda história das práticas da humanidade, o Usocapião.

Palavra que também entra para o hall das mais feias da história. Sempre fiquei encucado com isso. Pra mim, era Uso Capial. Ou seja, o senhorzinho do interior de minas que de tanto arar, plantar e colher para o sinhôzinho ganhou o sítio, a fazenda e as cabeças de gado. Podia ser também um daqueles moleques da rua de baixo, que arrumava briga e escolhia como sua arma para a contenda, um pião. Ou até mesmo um time que de tanto ser campeão, ganhou o direito de ser dono do estádio.

O Pedro – conhecido também como eu – precisava de férias. Sim, de férias. Ok, admito que já estava de férias do blog há um bom tempo, mas não na minha cabeça. Na minha cabeça eu sempre tinha que postar, estava em falta, ficava maluco com isso. Desde que saí de férias no dia 23 de Dezembro, eu entrei de férias de tudo. Mesmo. Até de consciência pesada.

Maaaas, o medo de perder o blog e também porque todo mundo aqui na Open está lendo o blog assiduamente e eu tenho uma reputação a zelar.

De qualquer modo, estou aqui para dar um feliz ano novo para todos os leitores, leitoras, cachorros, papagaios e demais animais estranhos. E dizer que estou ainda planejando muito bem o que fazer com o blog. Em pouco tempo teremos quase que uma agenda fixa de posts. Pelo menos quero fazer de algumas seções, matérias, artigos ou colunas fixas, com quantidade contada de posts todo mês. O que eu já tenho em mente é o que segue:

Segunda-feira:
- Top 5 / fixo (Toda segunda-feira, logo no início do dia, um top five musical. Mas um pouco diferente do que você está acostumado. Como por exemplo, as 5 Melhores Músicas para Você Ouvir Comendo Carne de Porco Domingo a Tarde.)

Terça-feira:
- Tomates Causam Câncer / fixo (coluna semanal do Felipe Ramos, conhecida como a única promessa cumprida já feita em toda história desse blog)
- Para ler, ver e ouvir / mensal – primeira terça-feira do mês (tipo jornalzinho de empresa saca? Dicas de cultura para o mês)

Quarta-feira
- On-Life / fixo (coluna semanal da Ingrid Sybele, conhecida também como a Sra. Turambar)
- (Uma seção a cada 15 dias) (Toda quarta-feira, no fim do dia, um post de alguma das seções do blog: Mestres da Literatura, Coisas que Marcaram Minha Vida (infância, adolescencia, etc), Para Gostar de:, Tecnobabble*, Games, Quadrinhos, Sessão de Cinema, e por aí vai.)

Quinta-feira
- Contos da Cripta / semana sim, semana não (Eu espero que seja fixo mesmo. Não prometo nada, até porque… se eu prometer algo aqui, vocês não vão acreditar mesmo. Mas a idéia é que quinta sim quinta não eu escreve um pequeno conto de terror, sempre a meia-noite de quinta pra sexta, é claro.)

Sexta-feira
- Textos em Geral / geralmente, talvez, se bobear fixo (Seria algo como a minha coluna, que existe há quase 4 anos. Ou a seção de “Textos” do blog. É aquele tipo de texto que você está acostumado a ler e eu acostumado a escrever. Não prometo mesmo. Mas devo conseguir cumprir, sabe como é né?)

Como você pode ver, não há um dia sequer que este blog ficará sem um post. Sem conteúdo. Isso é claro, sem contar com os eventuais posts da Naya e do Neto, e o Higgor me falar onde vai encaixar os posts dele aí na nossa Agenda.

Espero que você goste, e que acredite, com todos os seus pés atrás, que vamos cumprir pelo menos 90% dessa agenda.

Há esperança… em que planeta eu já tive a agenda de alguma coisa? Em em em ??

Um abraço!

E um ótimo 2011 para você.
***

ddd

Acabo de pegar uma chuva. Toda vez que pego uma chuva lembro do ditado: “Quem está na chuva é pra se molhar”. Fico puto, lógico! Eu estou na chuva é para chegar em casa. Esse palhaço que inventou essa bobeira deve ter visto muito filme, viu aquele idiota dançando na chuva e soltou essa. Cara, isso dá uma raiva! Você com o pé todo molhado, doido pra sair da chuva e lembra dessa frase.

Mas ditado parece mesmo feito para irritar a gente. Se você analisar bem vai encontrar motivos de irritação em cada um deles. Alguns por pura falta de lógica, outros por excesso de subjetividade.

Pensa comigo: Quanto tempo uma gota d’água deve ficar batendo em uma pedra dura pra furar? Isso é pra lá de ano. Vê se vou ter paciência de esperar. Isso é frase de funcionário público da década de 60.

Pombo é um bicho cheio de doença, sujo, até piolho tem. Você acha que vou segurar um na mão!? Pra mim pode ter 1.000 voando, mas um na mão nem ferrando.  Seguro um cachorro de rua mas não seguro um pombo. Agora, se o cachorro voar, aí sim ferrou.

Que dia é da caça? Só porque o bicho conseguiu fugir foi dia dele? Tá bom. Você sai de casa pra comer no cafezinho da esquina, vem um cara do nada e começa a atirar. Você corre igual um louco, trombando na galera, caindo, rala todo… Se o cara não te matar você ganha o dia? Se ferrar. O cara não sofre um arranhão na caça. Pra mim não tem dia da caça.

Mineiro não perde o trem? A primeira pergunta é: Que trem? Porque pra nós tudo é trem, até mulher. Agora, marque uma encontro com um mineiro. Com trem ou sem trem o mineiro sempre atrasa, fato. Além do mais isso é muito particular, não tem como dizer que ninguém de minas atrasa.

Só conheço um trem que não tem boca, da Hello kitty. Tirando essa, todo mundo que conheço tem a tal boca, alguns não falam, mas tem boca. Eu tenho boca. Roma? Nunca fui. É olha que minha boca não é das piores.  Imagina um beiçudão, vai até pra marte? Papo furadaço.

Voltando a chuva, hoje preferia que nunca chovesse. Antes tarde uma ova. Nunca! Azar. Pode até cair uma garoazinha, mas chuva nunca.

O cara tem muita gratidão pelo santo, vá lá, Santo Antônio. Então o cara resolve fazer uma puta doação, uma grande esmola. O santo ainda vai desconfiar do cara? Se isso for verdade Santo Antônio não é um cara confiável também.

Se eu bater com um ferro em alguém, machucar ele, e ainda sim ele tomar o ferro da minha mão, sou um idiota. Podemos dizer que: Quem com ferro fere e com ferro é ferido, é idiota.

Analisa uma coisa: Se o cara deu com os burros n’água ele é gay. Agora, os burros também? Será que ele não confundiu com veado?

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Mentira. As pessoas que me conhecem sabem que sou contra, no âmbito pessoal sou inclusive taxado de ignorante por falar tudo na cara. Mas, caro amigo leitor, no trabalho, como atendimento publicitário, tive que aprender algumas coisas sobre essa arte. Arte mesmo, mentir requer um exercício diário e uma inteligência enorme. Bem, tenho tentado fazer isso com a perícia que requer, sou obrigado a mentir pelo menos uma vez por dia, então acredito de verdade que sei fazer isso. Alias, acreditar é preciso.

Segue abaixo os 10 mandamentos de um mentiroso. Que Deus me perdoe!

1. Acredite na sua mentira

Isso mesmo, se você acreditar está dando o passo mais importante para fazer acreditar. Vai ter firmeza e confiança para falar. Isso é fundamental.

2. Monte conexões

Seu argumento tem que ter mais que inicio meio e fim, tem que ter antes e depois. Se disser que a internet caiu, diga o que estava fazendo antes de cair e o que fez depois.

“A internet caiu bem na hora que estava digitando o seu email, já ligamos para o provedor e vão nos retornar daqui a 30 minutos”.

3. Cuidado com os detalhes

Se os detalhes são importantes, devem ser bem pensados para não entregar sua mentira.  Você não pode dizer que o problema é no quarteirão inteiro e correr o risco do cliente conhecer outra empresa perto

4. Pense na solução

A mentira cobre um problema injustificável como um atraso ou um erro, porém também se trata de um problema criado por você. E como todo problema pede uma iniciativa de solução, é preciso que você aponte uma na hora em que passar o problema.

“Se demorarem a resolver, vou em uma lan house ou alguma região com internet para te enviar”

5. Culpe-se

É importante ser conivente, como se estivesse assumindo um erro. A pessoa vai perceber isso como um ato louvável, pois sabe que não depende de você, mas você está preocupado.

“Me desculpe, mas infelizmente não temos o que fazer no momento”

6. Passe a culpa

Essa parte requer muita habilidade. Tente fazer com que a pessoa de sinta culpada, lógico que não pelo problema acontecido mas o problema de verdade, como o atraso do arquivo.

“Pois é, acredito que temos que trabalhar com parceria. Muitas vezes lidamos com atrasos de vocês e corremos com o trabalho. Neste momento nos é que estamos com problema e não percebo a parceria”

7. Leve até o fim

Se o problema se resolver antes do previsto não pare de mentir, prolongue. Isso é importante para tornar sua mentira cada vez mais verdade.

8. Saia por cima

Assim que o problema for resolvido e já estiver solucionado é hora de torar a situação favorável. Mostre que sempre esteve no controle e convicto.

“Tivemos que conversar com supervisor, mas conseguimos o reparo. O trabalho ficou excelente, acredito que , apesar do atraso que a internet causou, está bem servido. Já está no seu email”

9. Guarde as informações

A única verdade que existe é a que você contou, esqueça o resto. Isso evita que você dê com os burros n’água  (é assim?) numa ocasião futura.

10. Não repita uma mentira para a mesma pessoa

Use mentiras diferentes. Mentira é uma arte, você tem que ser criativo e ter um repertório vasto.  Lembre-se sempre daquele colega que matou 3 avós no colégio.

Lembre-se, a mentira é uma ferramenta de salvação, um remédio. E como todo o remédio não deve substituir a prevenção. Boa mentira pra vocês!