Eu sei que hoje é terça quase meia-noite e que você provavelmente estará lendo isso na quarta. Convenhamos, quando é que nós aqui do Crepúsculo cumprimos alguma data?

Bom, sobre essa nova sub-seção (mais uma), digo que toda “segunda” vamos – ou eu vou – postar alguns clipes, conhecidos também como clips – que pra mim é aquele coisinha de metal que prende papel. Sempre divididos por tema. E o tema de hoje meus queridos, é o amor. Só para vocês não acharem que eu estou de mal com a vida e que faço cortes nos meus braços com navalha.

Á… para não esquecer de avisar, serão sempre 5 clipes.

Espero que gostem da seleção.

***

Marvin Gaye – Let`s Get it On[bb]

Porra, olha o nome da música. Veja a letra aqui.

*Trilha sonora do filme High Fidelity[bb].

Wolfmother – Vagabond[bb]

É tem uma levada mais rock n` roll mas é foda demais, muita gente vai se identificar com a letra. Veja a letra aqui.

*Trilha sonora do filme 500 days of Summer[bb]

Regina Spector – Us[bb]

Linda música. Veja a letra aqui.

*Trilha sonora do filme 500 days of Summer

Stewie Griffin[bb] – (Everything I Do) I Do It For You

Pela música maravilhosa, tema do verdadeiro Robin Hood e pelo clip IMPAGÁVEL na voz do Stewie (reparem na mãozinha no joelho na cena da lareira). Veja a letra aqui.

Guns N` Roses[bb] – Estranged

Eu sei que postei isso outro dia, mas porra, uma música que diz “I never find anyone to replace you”, merece estar nessa seleção. Veja a letra aqui.

***

1 – Pode pedir música Pedro? Pode, e deve. Nos comentários.

2 – Só não mande dicas para o mesmo tema, dê dicas de novos temas também, vale qualquer um, desde que seja música boa né?

3 – Saiu mel misturado com lágrimas da sua caixa de som? Aqui saiu.

(Everything I Do) I Do It For You

Textos

Cupcake

Não entendo o fascínio de algumas pessoas pelo cupcake, não entendo mesmo. Vejo comentários do tipo “nossa, que vontade de cupcake”, “tô com desejo de cupcake”, “não tem nada melhor do que cupcake”. Ok, legal, muito bonito isso e não tenho problema em alguém gostar tanto de comer determinado alimento…até então eu amo brigadeiro e tenho meu direito de falar “tô com vontade de brigadeiro”.

Só que o que incomoda na verdade é o seguinte. Cupcake não é um bolo individual? Ou seja, é farinha, açúcar, ovo, leite, manteiga, cobertura…é um bolo! BOLO! B-O-L-O. E eu não vejo ninguém desejando um pedaço de bolo, matando por uma simples pedaço de massa com recheio e cobertura. As pessoas não tem fixação por bolo como tem por cupcake. Eu ainda fui perguntar pra uma amiga minha formada em gastronomia se tinha alguma diferença e ela só falou “não, pode acontecer da cobertura ter mais manteiga, colocarem marzipã, mas no final é tudo igual”.

Aí você responde pra mim que é porque ele é pequeno, bonito, fofo. Muito gracinha todo esse papo e realmente eu concordo, é bonito! É um bolinho bonitinho, um deles representa uma fatia de bolo, ninguém briga pelo “canto do bolo” ou pela cereja, todo mundo igual…papo super romântico. Porém morrer por um cupcake é o cúmulo, me desculpem os apaixonados pelo bolinho, mas senso de vez em quando faz bem pra saúde mental.

  1. Titia Naya lançou um blog. O Bonita com Pouco. Se você é mulher, acesse. Se você é homem mostre pra namorada/mulher/mãe/tia/irmã/prima/amiga! Moda, maquiagem, cabelo, unha…tudo a baixo custo!
  2. E eu não vou sumir daqui!

É nos momentos mais solitários que tecemos a maioria das nossas teorias sobre tudo. Principalmente se for domingo a noite. Criamos teorias sobre a vida, o universo, tudo e mais um pouco, e ainda defendemos essas teorias para as portas janelas e a meia garrafa de vodka que nos faz companhia. Dizem às pesquisas mais ou menos confiáveis que a chamada Teoria do Amor está mais de 80 pontos percentuais a frente de qualquer outra teoria. Já as pesquisas confiáveis dizem que ninguém faz teoria domingo a noite, só os solitários.

Todo tipo de pessoa cria uma teoria sobre o amor, isso é claro, sem ter a mínima ideia do que é amor. Eu mesmo me peguei pensando outro dia, o que é amor? Ok, vamos partir do princípio: Ver a definição no dicionário (é, eu sei que isso é idiota).

No Priberam on line vem assim:

amor (ô)
(latim amor, -oris) s. m.

1. Sentimento que induz a aproximar, a proteger ou a conservar a pessoa pela qual se sente afeição ou !atração; grande afeição ou afinidade forte por outra pessoa (ex.: amor filial, amor materno). = AFETO ? ÓDIO, REPULSA

2. Sentimento intenso de atracção!atração entre duas pessoas. = PAIXÃO

3. Ligação!afetiva com outrem, incluindo geralmente também uma ligação de cariz sexual (ex.: ela tem um novo amor; anda de amores com o colega). (Também usado no plural.) = CASO, NAMORO, RELACIONAMENTO, ROMANCE

4. Ser que é amado.

5. Disposição dos!afetos para querer ou fazer o bem a algo ou alguém (ex.: amor à humanidade, amor aos animais). ? DESPREZO, INDIFERENÇA

6. Entusiasmo ou grande interesse por algo (ex.: amor à natureza). = PAIXÃO ? AVERSÃO, DESINTERESSE, FOBIA, HORROR, ÓDIO, REPULSA

7. Coisa que é!objeto desse entusiasmo ou interesse (ex.: os livros electrónicos!eletrónicos são o meu amor mais recente). = PAIXÃO

8. Qualidade do que é suave ou delicado (ex.: faz isso com mais amor). = BRANDURA, DELICADEZA, SUAVIDADE

9. Pessoa considerada simpática, agradável ou a quem se quer agradar (ex.: ela é um amor; vem cá, amor). = QUERIDO

10. Coisa cuja aparência é considerada positiva ou agradável (ex.: o quarto dos miúdos está um amor).

11. Ligação intensa de caráter filosófico, religioso ou transcendente (ex.: amor de Deus). ? DESRESPEITO

12. Grande dedicação ou cuidado (ex.: amor ao trabalho). = ZELO ? DESCUIDO, NEGLIGÊNCIA

amor cortês: sentimento, frequente na literatura medieval, que se caracteriza por uma relação de vassalagem entre o cavaleiro e a sua amada.

amor livre: ligação!afetiva que recusa as convenções sociais e as instituições legais, nomeadamente o casamento.

fazer amor: ter relações sexuais. = COPULAR, FORNICAR

morrer de amor(es): gostar muito.

não morrer de amor(es): não gostar.

por amor à arte: de forma desinteressada.

ter amor a: dar importância a (ex.: se tens amor ao dinheiro, pensa melhor).

Sabe qual foi a conclusão que eu tirei lendo essas definições? Que os Portugueses não entendem nada de amor. Nem eles, e nem ninguém.

Foi aí que cheguei a conclusão que o amor é muito superestimado. Veja só quanta coisa é feita por causa desse sentimento: filmes, música pop, livros, livros de auto-ajuda, terapia, remédios contra o amor, remédios a favor do amor, papéis ridículos que as pessoas se prestam a fazer por outra pessoa, flores, bombons, presentes e mais uma quantidade imensurável de coisas. Existe até um dia só pra isso. O amor gera muito dinheiro, tristeza, e suicídios. E como bem disse o @netomacedo, essa coisa de amor perfeito é muito 1983, coisa de poetas tuberculosos.

Chega a ser engraçado pensar em como somos movidos por isso. Quem ama e é amado, no sentido sexual-romântico da coisa, sabe que aquilo vai acabar e projeta toda sua vida em manter a todo custo o relacionamento porque ela não agüenta mais aquela tia-avó dizendo que ela vai viver sozinha num apartamento com infiltração. Que não ama projeta sua vida em encontrar um amor a cada esquina, ponto de ônibus, fila do banco e porque não, na internet. E quando sopra as 42 velinhas do seu aniversário repletos de tias, primos solteiros como ele e colegas da firma ele percebe que deveria ter feito outra coisa da vida… sei lá, tipo… viver.

Se você chegou aqui e está pensando “Puta dor de cotovelo em Pedro!”, você está certo. Mas está errado também. Essa é só uma parte da teoria. Espere até ouvir o resto, aí sim tire suas conclusões.

Pessoas vão dizer que eu estou sendo chato e que só preciso comer alguém para rever meus conceitos, outras pessoas ficarão com pena e algumas até concordaram com o que eu estou dizendo. Eu já digo que eu sou chato e estou realmente precisando do velho entra-e-sai, entra-e-sai, e que se não concorda comigo… bem, um dia você irá. Você que concorda… bem, que pena. O mundo é bem melhor quando se pensa menos. Ingnorance is bliss.

De qualquer modo, ao ver o amor dessa maneira e vejo também que há aqueles momentos em que tudo isso vale a pena. Aquela viagem de ônibus que você faz, meio acordado meio dormindo, ouvindo uma música que retrata a noite passada maravilhosa que você teve com aquela mulher. O cigarro que você fuma olhando ela dormindo com aquela inocência pecadora ao seu lado. A rapidinha nas escadas. Aquela crise de riso. E a certeza que você sempre teve que você era a pessoa mais feliz do mundo.

Pensando em tudo isso, cheguei a conclusão que o amor é como a vida. Há aqueles dias – a maioria deles – em que não acontece nada que você irá lembrar, há os dias que você quer esquecer – mas não consegue -, e há aqueles dias que você gostaria que o tempo parasse.

E isso, é o que eu mais amo no amor.

***

1 – Morri de rir ao ler a palavra “fornicar” no dicionário.

2 – Esse é o tipo de texto que eu amo (sem trocadilhos) escrever.

3 – E você, qual sua teoria sobre o amor?

[Comentários do P.T] Bom, como ninguém posta nessa bagaça, os leitores revoltados resolveram tomar conta. Cansados de verem o blog sem posts, estou recebendo milhares (ehhehehe) de textos. Brincadeira. De qualquer modo, o meu grande amigo @caioabbath resolveu escrever pro blog, já que ao sair ontem da minha casa após umas cervejas ele caiu de moto, matou um cachorro e machucou o joelho – não necessáriamente nessa ordem – e vai ficar 90 dias de molho. Ou seja, se ele já era um maldito dum atoa, imagine agora.

Não será o último texto dele por aqui. Podem ter certeza.

ps.: Caso não tenham percebido, os comentários não é de ninguém do Partido dos Trabalhadores.

***

Para aqueles que assim como eu são ligados de alguma forma pela música,  que não fazem praticamente nada sem ouvir um bom som  seja ele quaisquer que seja conforme o seu estilo – não sou democrático e não me venha me dizer que funk e axé são bons – em casa, no trabalho, na faculdade e até mesmo dormindo é sempre uma boa pedida. Conforme esta minha paixão, estou sempre em busca de coisas novas para ouvir e também as novidades de bandas que sou fã. Então, hoje,  atráves do blog do meu grande amigo Pedro, gostaria de deixar minha singela contribuição na sessão “Music Is Very Porreta” com uma resenha, melhor.. uma opinião do ultimo disco que ouvi, já que não sou nenhum expert e estou longe disso para fazer qualquer comentário para revistas e afins,  mas entender uma coisinha aqui e uma coisinha ali com estes 22 anos de estrada ouvindo de tudo, vamos pegando o jeito.

Deixo claro, que esta é uma singela opinião deste leitor/amigo/viciadopormúsica , então você que é xiita e leva tudo nos mínimos detalhes e ao pé da letra, já peço.. NÃO LEIA O POST FDP!

Comemorando 25 anos da gloriosa carreira da melhor e pioneira banda de Power Metal da história, o Helloween – Alemanha – traz consigo alem de toda a maravilhosa bagagem um cd comemorativo com um dos seus maiores sucessos em novas versões para nos prestigiar, até aí tudo bem.. mas você leitor, deve se estar perguntando; Comemorando 25 anos e me vem com supostas novas versões para prestigiar os fãs, e de musicas já conhecidas, me poupe né? É esta a boa questão X, o Helloween veio sim nos presentear de uma forma nova e surpreendente, com versões acústicas e com abordagens maravilhosas ao longo de todo o cd.

O cd Unarmed, lançado em 2010 pela Sony conta com 10 faixas escolhidas a dedo pelos membros da banda – claro que falta uma aqui um ali, mas afinal, são 25 anos de carreira – com novos arranjos e com participações especiais. Quando fora anunciado que o Helloween traria uma nova cara para este disco, muitos de seus chatos (riscar) exigente fãs pensaram que seria trocar as guitarras por violões e pronto, estamos feito. Mas o Helloween trouxe muito mais que apenas violões bem afinados e tocados, trouxe todo um complemento de som fantástico como a Prague Symphony Orchestra  entre outras tantas participações.

Coloco então em destaque três musicas que me deixaram sem palavras pela criatividade da banda e para não falar no sincero e sempre esplêndido Andi Deris, que sabe interpretar o vocal de uma banda como poucos fazem ultimamente.
Primeiramente destaco o sensacional Medley, chamada de “Keeper´s Trylogy” com a participação da Orquestra de Praga contando com as musicas “Helloween“ , “Keeper´s Of The Seven Keys” e “The King For A 1000 Years”. Foram perfeitos do começo ao fim, e a interpretação vocal de Deris é digna de se tirar o chapéu.

Com a musica “Dr. Stein” , a faixa que abre o disco há um susto no começo.. confesso, pois realmente há um diferencial nesta música, alem de ser clássica, teve uma nova roupagem, gostei bastante dos solos de Sax, dá realmente a cara de Dr.Stein como uma alegre musica e acredito que foi levada especialmente para este lado, achei excelente.
Para finalizar, destaco “Eagle Fly Free” para aqueles que assim como eu são acostumados com a bateria e guitarras a toda potencia, nesta nova versão o Helloween soube usar novamente a criatividade deixando de lado toda a cadencia da “antiga” Eagly Fly Free para trazer uma nova melodia, mais calma, mais atenta ao som sincero, muitos com certeza vão achar a parte instrumental chata, como já vi alguns comentários, mas simples e com uma beleza única, isso para não falar do espetáculo dueto de Deris com Harriet Ohlsson.

Com toda a certeza Unarmed – Best Of – 25th Anniversary Álbum terá muitas críticas pela industria radiofônica do mundo, para mim faltou um pouco mais de violão, mas talvez a banda traz esta deixa para aproveitar outros instrumentos como o sax, o acordeom e as percussões.

Novamente a banda vai SIM dividir as mais diversas opiniões entre os fãs,  o tal de agradar gregos e troianos é o que acontece, sendo eles de longa data ou até mesmo aqueles que começam ouvindo o último cd de estúdio e que já identifica com a banda. Deixo então o meu agradecimento a essa banda genial na qual acompanho há anos e com certeza já me deixaram puto por muita coisa mal feita, mas este disco para mim, ficou IMPECÁVEL!

“Happy, Happy, Helloween, ooo!!!”

Helloween – Unarmed – Best Of – 25th Anniversary Álbum

01. Dr.Stein
02. Future World
03. If I Could Fly
04. Where The Rain Grows
05. The Keeper’s Trilogy (Medley)
06. Eagle Fly Free
07. Perfect Gentleman
08. Forever & One
09. I Want Out
10. Fallen To Pieces
11. A Tale That Wasn`t Righ

Integrantes
Andi Deris: Vocal
Michael Weikath: Guitarra
Sascha Gerstner: Guitarra
Markus Grosskopf: Baixo
Dani Löble: Bateria

***

1 – Deixo claro o que escrevi no começo deste texto, é apenas uma opinião deste singelo fã da boa música, então você xiita não leve tudo ao dó sustenido com sétima maior. Criticas? @caioabbath é só mandar um salve.

2 – Agradeço o amigo @pedroturambar pela bebida de ontem e a caída de moto, logo hoje estou fodido e como fui um atoa resolvi escrever para o blog, talvez seja a primeira de muitas, ou não. Pode isso Arnaldo?

2 – Cruzeyro campeão da Libertadores! - [Comentários do P.T ] HAuhahuAUHaUHAHUAHUAUHAHUahuhuahUAuha

Se não houvesse amanhã eu não iria transar com o máximo de mulheres que eu conseguisse pegar. Se não houvesse amanhã eu não iria usar as drogas mais pesadas do “mercado”. Se não houvesse amanhã eu não iria correr pelado pela rua. Se não houvesse amanhã eu não iria dar um soco na cara daquela vagabunda do atendimento… tá, um tapa eu daria. Se não houvesse amanhã, eu não iria fazer nada daquelas coisas que todo mundo diz que faria se não houvesse amanhã.

Se não houvesse amanhã eu iria dizer para as pessoas que eu amo que de fato as amo, e ainda pediria perdão por não ter dito isso mais vezes. Desses, não iria querer ver nenhum. Falaria por telefone, por e-mail ou mensagem. Iria para o trabalho, apenas para encontrar as portas fechadas e lamentar por não ter trabalhado com pessoas que pensam da mesma forma que eu.

Se não houvesse amanhã, eu iria para um lugar bem alto, com uma bela seleção de músicas escolhidas a dedo para o momento, umas cervejas, cigarro e nada mais. Ficaria lá, em companhia do céu e da terra. Do céu eu esperaria apenas o crepúsculo mais lindo de todos os tempos, da terra eu pediria licença pelas guimbas de cigarro e latas de cerveja que deixaria lá.

Iria deixar minha mente livre, iria me concentrar no horizonte, e deixar a música me levar para onde ela quisesse ir. E no final, iria me lembrar de toda minha vida, e ver que no final das contas, não foi lá de todo ruim.

***

1 – Essa crônica foi feita especialmente para o Desafio 01 do PSV Crônicas

2 – E estou postando aqui para convidar você caro leitor, que gosta de crônicas, textos bacanas, e que também gosta de escrever, que participe do Desafio 02 do PSV Crônicas que terá ninguém mais ninguém menos que os editores/colunistas deste blog como jurados.

3 – Parabéns ao Mauro Sérgio pelo grandioso trabalho à frente do PSV e pela ótima ideia do PSV Crônicas. Esse cara põe a galera para produzir de verdade. =D

O negócio do Paraíso, ou Céu, como muitos chamam, é um negócio complicado. Monopolizado a mais de dois mil anos por um cara que se auto-denimina Deus. Leia-se: o chefão, o suprasumo da chefia, o mandante. A máfia do Paraíso começou a 2000 anos atrás, quando Deus mandou à Terra o seu sub-secretário sênior, um rapaz chamado Jesus. Um rapaz muito descolado, barbudo, com umas roupas meio estranhas. Ele tinha umas idéias novas e resolveu espalhá-las, mesmo com o clima ditatorial e a censura rolando solta. Era coisa de vanguarda. Logo ele percebeu que sozinho o trabalho se tornaria impossível e logo contratou uns capangas para ajudá-lo a espalhar as notícias. O negócio foi ficando grande e vários informantes e simpatizantes começaram seguindo o rapaz e sua trupe.

Na sua trupe, tinha um carinha meio obscuro, misterioso, chamado Judas, que estava bem insatisfeito com a divisão do lucro obtido e resolveu caguetar todo mundo. Foi lá no congresso e falou que se o pessoal deixasse ele entrar no esquema do caixa dois ele apontava todo mundo. O pessoal do congresso que precisava mostrar serviço contra o crime e a corrupção, e não queria outros chefiando na área, colocou Judas no esquema e mandou ele falar quem era o sujeito que estava chefiando a maracutaia toda. Pegaram Jesus e o prenderam.

A casa caiu. Só se via apóstolo correndo pra tudo que é lado. A polícia federal chegou já botando pra quebrar. Um dos capangas, o Pedro, ao cair no interrogatório, disse que não sabia de nada e negou tudo:

-Não sei nem vi nada. Se alguém disser que eu vi, vai ter que provar. E se provar, vai ter que se ver com o chefão lá em cima. Não, não e não.

O tal do Jesus foi a julgamento e negou tudo. O chefão não veio ajudar ele e sendo assim Jesus acabou caindo no cacete com a polícia. Espancado e morto. O tal do Pedro Pedreira (vulgo) que negou tudo assumiu os negócios e levantou a máfia novamente. Jesus foi considerado herói que lutou contra o totalitarismo e a censura. Todos o aclamavam e diziam o seu nome. A polícia quis que ele servisse de exemplo contra a rebeldia, o que acabou acontecendo de maneira inversa. O homem virou símbolo de liberdade e salvação raça humana.

Alguns séculos depois o pessoal que tinha matado ele resolveu, devido a sua popularidade, seguir os seus passos, e matou todo mundo que antes era da turma do congresso. A história do homem que pregava a liberdade acabou sendo usada para matar os que não acreditavam nele. Quem não seguia Jesus caía no cacete e ainda não tinha direito aos benefícios governametais do Paraíso. Inventaram uma tal de CPI da Brigada Inquisitorial e pegaram muito malandro aí que queria fazer umas mágicas, depois da publicação da lei “Malleus Malleficarum”.

Depois disso um homem de vulgo Martinho Luta-luta resolveu parar com a matança. Criou o protestantismo e resolveu que iria, ao invés de matar, catequizar e converter todos através da insistência, além de cobrar um dinheirinho dos clientes para mandar para o Paraíso (fiscal). Até hoje você os encontra por aí, de terno, com a bíblia de baixo do braço gritando na rua. O lema deles é “água mole em pedra dura tanto bate até que a pedra se converte ao protestantismo”. Depois que a empresa de faixada do Martinho Luta-luta fez sucesso, vários outros mafiosos resolveram criar outras empresas também, e hoje a palavra do tal do Jesus se difundiu pelo mundo todo.

O livro escrito pelos primeiros apóstolos, que tinham pontos eletrônicos diretamente com O Chefão e escreveram exatamente o que ele disse, é o livro mais vendido no mundo. A empresa se segmentou em vários ramos e nichos de marketing, desde o mais radical, até o mais espiritualista. Sabe como é, esse negócio de globalização é complicado. O coitado do Jesus que foi morto por causa dos negócios foi o que menos lucrou e é o que mais levou fumo na história toda.

A máfia continua na ativa até hoje. A cada morte do sucessor de Pedro, o primeiro presidente da empresa, um novo sucessor é colocado para substituí-lo e fazer a representação comercial do Chefão aqui na Terra. O pessoal protestante cada vez cresce mais e já estão até montando cursos de “Comunicação Exacerbada” e “Exorcismo Teatral” por causa da grande demanda de profissionais na empresa. Os centros de Umbanda e Macumba também crescem exponencialmente por causa da demanda dos evangélicos, afinal, é preciso alguém para encapetar, para que a pessoa possa ser desencapetada. Chuck Norris herdou todos os poderes de Jesus e hoje é o homem mais poderoso do mundo, conseguindo executar até o poderoso round house kick, que trasforma corpos em sangue cor de vinho.

***

1 – Tô sem nada pra linkar.

2 – Sério.

3 – Ah é, tem o “como fazer sucesso nas agências”, mas tô com preguiça de pegar o link no youtube, então vá lá e busque o termo porque o vídeo é de rachar o bico e vale a pena. =)

Texto removido a pedido.

Hoje, dia 06 de maio de 2010 faço 23 anos de idade. O que isso significa? Nada. Como eu digo neste mesmo texto que escrevi com a já saudosa idade de 21 anos, eu ainda estou saindo do início da vida para entrar no meio dela. A campanha está no início e ainda não dá pra saber muita coisa.

O que mudou em 2 anos? Bom, pela maneira que eu escrevi o texto inicial (aliás, muito melhor que muita coisa que eu escrevo hoje em dia, o que também não significa grande coisa) a minha cabeça, a minha maturidade e o meu caráter, não mudaram nenhum pouco. A diferença daquele Pedro, para o Pedro de hoje, é simplesmente experiência. Em todos os sentidos.

Trabalho na mesma empresa a quase um ano, convivo com pessoas mais velhas, mais experientes e a vida ficou muito melhor, ao mesmo tempo que muito mais difícil. As responsabilidades cresceram e muito, as besteiras que faço aumentaram também na mesma proporção. De qualquer forma, repito o post porque ainda acho que o que falei lá é muito válido. A cada ano que passa, o que eu escrevi se torna mais real. Viver é fantástico, aproveitar a vida é muito bom.

Só fica mais difícil, cada vez mais difícil, prestar atenção nos pequenos detalhes. Mas é errando que aprendemos.

Estou mais velho, mais bobo, mais lerdo e muito mais chato. Mas entendo melhor certas coisas que queria entender com 17 anos.

Que venha a temida idade em que nós homens não gostamos de ter.

Boa Leitura.

***

22 anos, quem diria em? Ok, todo mundo diria… é pouca idade e tudo mais, como diria o poeta (sempre quis dizer isso) “Ninguém morre jovem”. Não, não sei qual poeta, mas alguém disse isso. Mas quando você tem 15 anos (foi ontem) 22 é uma idade inatingível. 22 anos é aquela idade em que os irmãos viram caretas, aquela idade em que você se arruma bonitinho para ir ao trabalho. É aquela idade em que as pessoas não são novas o bastante para fazer um moicano nem velhas demais para tomar um porrezinho com a galera da faculdade.

Desde que virei rapazinho e mudei pra BH e ver do que a vida é feita, meus aniversários não têm sido lá muito legais, por exemplo ano passado que eu trabalhava em 2 empregos, estudava a noite e ainda comi pizza com cebola – eu odeio cebola. Antes de qualquer coisa, fazer aniversário em dia de semana é igual fazer sexo e não gozar, comer pizza e vomitar, comer comida japonesa com garfo, cantar pagode com blusa do iron maiden, colocar só a cabecinha, emo beijando mulher, botafogo ganhando título, cruzeirense macho, ateu dizendo ‘Meu Deus’, a propaganda da Dell… Ou seja, TEM ALGUMA COISA ERRADA AÍ! Devia ser lei, aniversário só no fim de semana.

Bom, de qualquer modo, vou reproduzir um texto que escrevi em 04 de Maio do ano passado, um texto que serviu na época e acho que irá servir por muito tempo.

***

Como estou próximo de completar 21 anos (terça-feira, dia 6 de maio) e como nesta quinta, vi dois momentos distintos da vida humana, o início e o fim, além de estar vivendo o meio de tudo, resolvi escrever esse artigo sobre a vida.

Primeiro gostaria de dividir a vida em 3 momentos: do nascimento aos 21, dos 21 aos 60 e dos 60 até a morte. Infelizmente nem todo mundo consegue passar por todas as etapas. Infelizmente também, alguns conseguem. Eu estou no momento de transição, entre o início e o meio. Mas antes de falar nisso, vou dizer como classifico cada momento. O primeiro momento é aquele que define tudo o que você vai ser e o que vai fazer no segundo momento. O segundo é aquele que você começa a por em prática tudo o que aprendeu e tudo o que viveu, é aqui que começa a vida de verdade. No primeiro você tem apenas alguns vislumbres da vida. O terceiro e último é aquele em que você se recorda dos dois primeiros com carinho. É o momento em que você ensina mais que aprende, fala mais do que escuta e filosofa mais que produz.

Pense como se fosse uma campanha publicitária. Primeiro o teaser, que deixa aquele gostinho na boca para ver como é o resto da campanha. Segundo o lançamento e a manutenção da campanha e por último, os resultados.

Queria falar um pouco sobre o maior medo da história da humanidade. O medo da morte. Morro de medo dela, muito mais para as pessoas que amo do que para mim mesmo. Não estou sendo nobre, nem nada, é que lidei poucas vezes com a morte de pessoas próximas, mas as raras vezes em que experimentei, achei doloroso por demais. Voltando à morte, uma das maiores sabedorias que adquiri lendo foi entender como J.R.R Tolkien tratava a morte. Em O Silmarillion, Tolkien explica de uma maneira muito simples a fragilidade humana frente à dor e à morte. Os humanos no épico do escritor, invejavam os elfos por sua imortalidade. Esses no entanto estavam cansados do fardo de viver para sempre e passaram a invejar os humanos pelo tempo que lhes era dado.

E era aí que eu queria chegar. No tempo que nos é dado. Outra “pequena” lição aprendida com este maravilhoso escritor. Em O Senhor dos Anéis, Frodo pergunta a Gandalf por que ele, por que ele tinha que decidir de alguma forma o destino do mundo, por que aquilo teria acontecido logo com ele, um mero hobbit do condado. Eis que a resposta é um dos maiores segredos da vida. Onde Gandalf diz que a vida é assim, que temos que fazer o que tem de ser feito com o tempo que nos é dado. Sem perder tempo com pensamentos como “por que eu?” ou “Se isso tivesse acontecido de outro jeito…”. O que podemos tirar disso, é que às vezes damos valor a pequenas coisas que se tornam fardos gigantes e nos atrapalham imensamente viver a vida como ela deveria ser vivida. Eis aí o motivo de depressões, crises de estresses e livros de auto-ajuda.

Temos que assumir, o mais cedo possível, o que nascemos para ser e para fazer. Acontecem coisas que podem nos desviar do nosso caminho. Nunca é tarde para acordar. Nunca é tarde para pedir um perdão, arriscar e aprender. Arriscar, para mim, é o grande barato da vida. Arriscar em tudo. Desde as coisas mais bobas como “chutar de trivela ao invés de chutar de chapa” até coisas de suma importância como largar o emprego estável em um escritório de advocacia para cair na estrada com a banda de garagem e tentar a vida como músico. Sinto pena de quem tem que sobreviver e não viver. Mas sinto nojo de quem pode viver, mas apenas sobrevive.

A vida deveria ser mais divertida para alguns e mais séria para outros. Uns levam a vida na brincadeira o tempo todo, outros deveriam brincar mais, sorrir mais. Seria de uma chatice imensurável se a vida fosse: nascer, brincar, estudar, estudar, estudar, casar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, aposentar e morrer. Tenho certeza que esse não foi o modelo de vida que Deus imaginou para a humanidade. Por que tanta beleza e genialidade (Dele) se não podemos para nem dois minutinhos que seja para apreciar. Parar um pouquinho, ver o pôr-do-sol, olhar para um sorriso inocente no rosto de uma criança, ver um olhar saudoso de um senhor ao contemplar a casa onde morou por 20 anos (era possível enxergar as lembranças nos seus olhos cheios d’água). Ver a pureza do rosto de um recém nascido, que coisa linda imaginar as experiências pelas quais aquele pequeno ser ainda vai passar.

Diga-me você leitor, que graça teria a vida sem as pequenas coisas do dia-a-dia? Que graça teria a vida sem a diversão, o frio no estômago, as surpresas e as ironias? Nenhuma, leitor. Nenhuma.

***

[22]

1 – Só para não passar em branco, dia 04 de Maio foi o Star Wars Day. Tudo por causa da eterna “May the Force be with you” que se transformou em “May the 4th be with you”.

2 – Obrigado a todos os parabéns que os @’s mandaram agora no twitter.

3 – Sem links. Esse post é meu, só meu… meu precioso.

***

[23]

4 – Espero que repita esse ritual por vários anos ainda.

Calma, calma… não é texto repetido.

É apenas o chamado direito de resposta, ou também conhecido como “web 2.0″. Apesar de não gostar nenhum pouco desse termo obsoleto, quando ele acontece na prática é simplesmente fantástico. (Sabe o coisinha que fica piscando esperando você escrever? Pois é, ele tinha sumido aqui. Incrível como é impossível escrever sem essa parada, sei lá, parece que falta alguma coisa. Papel e lapiseira, chorem. Vocês foram esquecidos) Quer saber como aconteceu? Explico.

No post Juventude TransViada, eu recebi um comentário da Hellen que dizia assim:

E a alma de Kurt jamais descansará em paz depois dessa versão(?) do clássico da geração grunge.

Mas o que será que falta? Hoje ninguém tem limite, uma barreira pra quebrar só de pirraça… A internet tá aí pra vc acessar todo e qualquer tipo de conteúdo e o que essa garotada quer fazer? Ficar o dia inteiro no orkut, miguxando, ‘tuitando’ frases de efeito (“meu bolinho de arroz queimou. #quemcurte). Bora, meninada! Vamos revolucionar! Nhé, to canxadinhu.

É imposto isso? Nada. Tenho 26 anos e uma filha de 9, que ama Pearl Jam e Audioslave, está descobrindo Led Zeppelin e queria que o aniversário de 5 anos fosse do Djavan(!). Toca Lady Gaga perto dela pra vc ver se ela vai gostar. É questão de mostrar diversidade, fazer a criança se interessar, contar a história de uma música, da banda…

Eu acredito que a comodidade dos pais também ajuda. O pai dá logo um mega computador com 20 terabytes de memória, uma conexão supersonica e deixa o moleque lá baixando Bonde da Stronda, NX Zero e Fresno enquanto vc vai tomar seu uísque. Depois não venha reclamar quando ele chegar em casa de lápis preto no olho, franjinha e falando miguxes

Eu concordei totalmente com a Hellen, e disse que o que tinha faltado no texto – a culpa dos pais, no caso – ela tinha completado muito bem.

Eis que surge uma das leitoras mais fiéis desse blog – a Bianca – e diz:

Hellen, isso é meio relativo.
Eu, por exemplo, nunca fui influenciada pelo gosto dos meus pais, na verdade eu sempre tive a liberdade de escolher o que eu gostaria de escutar. A mídia influência sim, mas todo mundo tem cabeça o suficiente pra perceber que uma música que fala “xxt, essa é minha senha” não é uma música que possa ser considerada boa (mas eles gostam né, fazer o que?).

Mais uma vez concordei. O que melhor então que a opinião de uma garota que está nessa geração?

Pedi a Bianca que escrevesse um texto sobre o assunto que eu postaria ele aqui. Ela fez, e fez bem. =D

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Geração Arco-Íris por Bianca Antunes

Imagino que a maioria dos leitores do blog têm entre 25-35 anos, ou seja, pegaram uma época em que a música podia ser considerada realmente boa (lógico que lixos sonoros existem em todas as décadas). Bom, eu não. Nasci em 94, e a minha adolescência está sendo agora.

[Comentário do Pedro] – Impressão minha ou a Bianca nos chamou de velhos? Aahahahhahaha, poooooooxa, nem eu mesmo tenho 25 anos. Faço 23 na quinta, by the way.

E, ao contrário da adolescência de vocês, onde jovens revoltados com todos usavam camisas pretas com alguma banda estampada, a minha é, bem, diferente…

Legenda da foto: Vergonha

No lugar dos gritos, os jovens de hoje preferem passar chapinha, e no lugar de blusas de bandas, vemos um confusão de cores. Seria essa a geração arco íris? (com o duplo sentido da palavra)

Eu, particularmente não gosto de nada disso.

Mas não pensem “temos uma esperança”, porque não temos, sério, sem querer ser pessimista, mas essa é a verdade.
O mundo hoje em dia é fútil, muito fútil. A beleza é imposta como principal característica (talento é para os fracos).

Você pode facilmente perceber a nova moda em um show onde o público alvo são jovens, pois, aonde quer que você olhe, verá um monte de adolescentes iguais. Franjas cobrindo metade dos olhos, calças coloridas, alguns piercings e tênis que você provavelmente veria a distância de tão marca-texto que eles são.

O que seria responsável por isso? A mídia? Os pais? A pressão da sociedade? [Globo Repórter mode: off]
Acho que um pouco de tudo. Claro que a mídia influência, isso não temos como negar.
A TV e as revistas estão sempre em busca de novas ~tendências~, onde se é dado o  novo “modelo ideal” a ser seguido.

Já da parte dos pais, não acho que conte tanto assim. Meus pais sempre ligaram para os meus estudos e me instruíram bem, mas música nunca foi uma questão a ser discutida. Mas provavelmente, se eu escutasse funk, meus pais não iriam gostar nada disso e iriam falar comigo, ao contrário de certos casos (a maioria deles).

Mas a sociedade tem um grande peso.

Se você não usa uma pulseira fio de telefone (pulseiras do sexo é tão last week ), você é antiquado, e se usar o cabelo bagunçado no melhor estilo grunge, no mínimo vai ser considerado um drogado.

Adolescentes aderem à moda para terem com quem andar na hora do intervalo, ou pelo menos a maioria deles.

Bom, eu disse para vocês não terem esperanças, mas é melhor terem sim, afinal, ainda temos o Paulo Pokémon. (Se ele não for desclassificado do site da Capricho. De novo.)

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1 – Fala sério. Essa tal de web 2.0 é demais né não?

2 – Parabéns pelo texto Bianca. Quando quiser escrever, pode mandar o texto que ele será postado. =D

3 – E você aí sentado lendo o ótimo texto da Bianca tem uma opinião sobre o assunto e quer falar sobre isso? Manda um e-mail para ocrepusculo@ocrepusculo.com e me avise pelo twitter.

I’m BACK, mas quem sou eu? Só escrevi umas duas vezes e por forças de conexão, ou melhor por falta dela, parei de escrever, alguns amigos reclamaram, dois ou três, eu fiquei chateada por não poder escrever e pensava como encararia o Pedro, vergonha, mas fazer o que, não era uma culpa minha só minha. Mas o que importa o passado? Estou de volta e com novidades sobre o futuro!

Mas antes de viajarmos ao futuro vou subir no palanque e fazer promessas. Prometo escrever…não vou fazer isso, muito político, odeio políticos que prometem, por isso só vou dizer que agora estou colocando a minha vida em ordem, pelo método GTD, e se a vida não me der uma rasteira vou postar com mais freqüência. Aê!!!!!!! Pelo menos eu to feliz e as três pessoas que sentiram falta de mim também! Como o Pedro já tinha me passado a ideia vou focar meus post mais na área de publicidade, então aguardem mais novidades sobre essa área, nem que sejam posts menores eu vou fazer. Mas vamos ir ao futuro mais além desse que estou falando, pulando alguns anos de nossas vidas para ver o que eles nos espera.

ABRAM SEUS GUARDA-CHUVAS OS ANJOS ESTÃO CAINDO!!!

Crep....opa! Fallen

Sim, comecem a comemorar, os vampiros estão fazendo as malas para ir embora, mas como nada é pra sempre, alguém logo vai substituí-los e eles são os anjos, melhor os Fallen Angels.
O burburinho todo está em cima do livro Fallen, que está indo para o terceiro livro dos quatro que serão produzidos (Fallen, Torment, Rapture e o quarto ainda sem nome) que teve seus direitos adquiridos pela Disney, e que nos EUA já sustenta o título de sucessor da saga de nome semelhante a este blog. Não preciso citar.

Pelo que li pela internet o primeiro livro que saiu sobre anjos foi HUSH, HUSH, bem esse eu achei para comparar no Brasil em inglês, já que ele vai ser lançado só em julho pela Intrínseca (mesma de Crepúsculo), como estava em inglês e não aprecia ser tão difícil como Jude, the obscure (um livro de literatura americana que comprei e não entendi bulhufas) resolvi comparar entrando na minha cota de livros para ler em inglês durante o ano. Até onde li é bacana, mas não passa de um livro de romance adolescente escolar.

Nos EUA a tensão começa ai, o público está dividido com os que acham que Fallen é uma cópia de HUSH, HUSH, na verdade todos não deizam de ser uma copia de si mesmos, afinal, a história é sempre a mesma (Crepúsculo incluso), nada profundo ou inovador, resumindo a uma menina introvertida, que conhece um rapaz (badboy) que a deixa bem intrigada, ai aparece outro rapaz, bom moço, que vai fazer um triangulo amoroso, mas a mocinha acaba escolhendo o badboy que vai colocar ela em grandes problema e riso de morte….( e olha que eu nem li o Fallen ou Crepúsculo-livro, só precisei googar). Na verdade esse burburinho todo só deve ter aumentado a venda de livros, e aumentado o número de fãs, aguardem o mesmo efeito no Brasil, melhor no mundo quando a Disney começar a trabalhar nele.

Ou seja, abram seus Guarda-chuvas, os anjos iram despencar por aqui logo, logo.

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- Hoje é dia da liberdade de imprensa!!!! Viva a hipocrisia brasileira que acha que tem liberdade de imprensa e que a censura acabou (só googar Estadão censura Sarney 2010 – a data só pra vê que não foi a long time ago).

- Tava com saudade de escrever!