Todo mundo sabe que eu gosto do Coeur Pirate. Isso é fato consumado. E como agora eu tenho uma Agência de Publicidade e Produtora de Vídeo posso (é claro) produzir vídeos. Alguns desses vídeos comerciais não são aprovados. Essa é a história deste vídeo abaixo. Aproveitei as imagens do comercial recusado pra fazer um clipe com uma música dessa banda que eu adoro. A música Printémps é bem infantil e alegre, assim como o vídeo. O post não tem muito texto mesmo então é só dar play, ver o vídeo e falar se gostou. Pelo menos a gente fica sabendo se as cenas do comercial causariam uma boa impressão, e chegariam a emocionar positivamente as pessoas. =P

Modelos: minha namorada que eu amo e a sobrinha da namorada do meu sócio.

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Eu sabia que não iria resistir… sabia que ia acabar falando de Big Brother de novo aqui. Nada contra, mas essa edição – tirando, é claro, os momentos de glória de Marcelo Dourado – é uma das mais fracas dos últimos anos. De qualquer forma, não estou aqui para falar de BBB propriamente dito, mas sim da discussão que vem rolando sobre preconceito e tudo mais. Já que esse é um tema recorrente aqui no blog, além disso dá uma audiência do caramba (juntando dá uns 200 comentários) resolvi voltar ao tema mais uma vez.

Já falei sobre preconceito de forma geral aqui, já falei sobre um caso de preconceito no Carrefour, e já até falei sobre aquele comercial do Doritos. O @diegocamara já falou de preconceito religioso aqui, e a @fouquet já falou de amigos gays aqui também.

A discussão nesse post será baseada em um questionamento que algumas pessoas vem se fazendo e que a permanência de Dourado na casa do BBB mostra que as coisas podem estar mudando, ou não. Vou fazer umas perguntas pra você, e vou tentar respondê-las depois, acompanhe comigo:

- Por que os homossexuais podem ter orgulho de serem gays e heterossexuais não podem ter orgulho de serem heterossexuais?

Na boa, eu não entendo isso. Só de escrever, ou pensar isso, um bando de gente vai pensar que o que eu estou falando um absurdo. Veja bem, estou vendo as coisas de forma clara e lúcida. Eu não sou nenhum neonazista que insurge contra qualquer minoria, eu posso imaginar o preconceito que essas pessoas sofreram a vida toda e tudo mais… não é isso que eu quero dizer. Estou falando de pessoas que apesar de não fazerem nada disso, só de falar que tem orgulho em ser “maioria” já é taxado de homofóbico. Porra man, desculpa aí, mas se você é de alguma minoria, eu não tenho que me desculpar por isso. Não jogo pedras em você, não trato você diferente, mas tenho as minhas crenças e minhas idéias. Não tenho que ter dózinha de você.

Hoje em dia, qualquer coisa que você fala, é preconceito. É por isso que mataram o humor nesse país. Tá todo mundo cheio dos não-me-toques, cheio de coisinha, cheio de frescura – sem trocadilho.

- Por que um negro pode ter orgulho de ser negro e um branco não?

Idem à resposta de cima. Só que com acréscimos… as pessoas ainda tem um medo enorme de Hitler e seu legado. Tudo bem um jogador fazer um gol e levantar a camisa para aparecer um 100% preto, v1da l0k4 e whatever. 100% jesus também pode. Agora, deixa um cara levantar um 100% branco ou 100% ateu pra você ver no que vai dar.

Antes que você comece a falar besteiras nos comentários, eu estudei história no “culégio”. Sei o que você vai falar, mas estou apenas tentando mostrar o meu ponto de vista, de que as “minorias” tão coitadas se velaram e acreditam tanto nessa paranóia toda que é um absurdo imenso isso passar pela minha cabeça.

Não estou diminuindo as coisas, não estou minimizando o sofrimento de ninguém. Estou apenas levantando uma discussão. Nós aprendemos a ter medo de falar o que pensamos [ditadura feelings?], aprendemos que é errado pensar numa coisa dessas, mas no fundo, sustento o que eu disse no meu primeiro texto sobre preconceito: todo mundo é preconceituoso, em graus diferentes, mas todos somos.

- Por que as pessoas confundem personalidade com homofobia?

Hipocrisia, medo, paranóia e lavagem cerebral.

Voltemos à Dourado, Dicésar e o BBB 10. Marcelo Dourado foi chamado de homofóbico o programa inteiro, agora pelo pouco que eu vi, li e ouvi eu cheguei a conclusão que não tem nada disso. Marcelo Dourado tem personalidade, o que é raro… muito raro nesse país.

É quase proibido ter personalidade nesse país. Pessoas ficam horrorizadas com isso, porque não entendem o que é ter opinião formada. Pessoas não entendem o que é defender suas opiniões. Pessoas estão acostumadas a repetir feito maritacas o que lhes é dito pela mídia todos os dias. Pessoas estão acostumadas a serem medíocres e por isso não entendem como uma pessoa pode ser diferente disso.

Estranho não? O papo não é exatamente sobre isso? Diferença?

É o que eu disse lá em cima, não é porque Dicésar é homossexual, “Dlag Glamurosa” que Dourado tem que tratá-lo de forma diferente. E é exatamente aí que eu queria chegar.

Porra, quando eu sou TUDO menos homofóbico, xenófobo, esprófobo, spencer e whatever, é que eu sou taxado como um. MAS QUE PORRA É ESSA? Veja bem, por Dourado tratar Dicésar como um “igual” ele foi taxado de homofóbico. Explico o igual entre aspas.

Não é porque eu estou no mesmo lugar que um gay, que eu não posso dizer que nunca na vida usaria… sei lá, hidratante, que isso é coisa de mocinha. É exatamente por dizer isso sem problema algum na frente de um gay que eu estou tratando ele da mesma forma que trataria qualquer pessoa. Olhe como as coisas estão completamente ao contrário, eu entendo como preconceito e discriminação, quando você deixa de fazer coisas que faria normalmente por estar perto de um gay, um negro, um qualquer-outra-”minoria”.

Mas como aqui no Brasil, tudo é deturpado, nós aprendemos que temos que fazer EXATAMENTE o contrário. Ou seja, o certo aqui é ser preconceituoso mas não deixar jamais as pessoas saberem disso. Por isso é que quando somos pessoas com personalidade, esclarecidas, com inteligência e discernimento suficiente para não agirmos desse modo hipócrita, somos taxados de preconceituosos.

Todos são preconceituosos, gays, negros, gordos, magrelos, japoneses, índios, brancos, roxos com quadrados amarelos. Só que nem todos são hipócritas. A maioria é, mas nem todos.

Valeu Dourado, por ensinar uma lição e por não desistir. Por ter me feito acreditar novamente que é possível mudar a cabeça de algumas pessoas.

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1 – Já tem link demais no post

2 – Eu já falei demais

A primeira coisa que eu quero dizer é que esse é o post 500 do blog. E isso não quer dizer nada, talvez que esse post já deveria ter saído há muito tempo.

A segunda coisa que eu quero dizer pra você meu caro leitor, é que estou feliz pra caralho! É, simples assim. E o motivo dessa felicidade toda, eu vos conto agora.

Como você sabe – eu acho – eu me mudei lá pelo dia 13 de Outubro de 2009, sai de um bairro bom para um melhor ainda. O melhor vem pelo fato de eu agora morar praticamente do lado de onde trabalho, e sim, isso é FODA! Até porque enquanto eu escrevo aqui confortável na minha cadeira, tomando minha cerveja e fumando meu cigarro (crianças, não fumem, ou fumem e se matem se quiserem, mas vocês vão se arrepender… ouçam o titio) eu ouço centenas de pessoas estressadas buzinando loucamente tentando chegar em casa antes das 9.

Agora que eu já tirei minha onda com você que pega três ônibus para ir trabalhar, ou pior, nem trabalha, vou continuar meu texto. Já você que trabalha em casa, sim, eu invejo você (oi Adriana, oi Janaína!). Então, não sei se você sabe, mas se mudar significa uma e somente uma coisa: DOR DE CABEÇA. Além de fazer toda a mudança, você tem que reformar o apartamento em que morava, e isso meu caro leitor ou leitora, é uma das coisas mais horrendas do mundo.

Só para você ter uma idéia (foda-se a reforma), eu passei os últimos 5 meses pagando o aluguel de um apartamento que eu já não morava mais no valor de R$774,00.  Eu sei que você arregalou o olho, eu também não acredito, calcule esta merda para você ver o tanto de dinheiro que eu joguei no lixo. Sem contar que além disso eu tinha que sobreviver, e depois de crescer e virar um adulto (Peter Pan, cara eu te entendo foda) eu realizei que sobreviver custa caro.

Resumindo, eu simplesmente não conseguia resolver o negócio da reforma. Até que contratei uma empresa para fazer o serviço, fizemos umas cagadas, a coisa parou e todo mundo sumiu. Empresa, pintor, tinta, e principalmente minha saúde mental. Dormia e acordava todo dia com esse fantasma sobre mim, e eu ainda tinha que estudar e trabalhar como nunca. Sem contar o dono do apartamento me ligando todo dia para dizer que a mulher dele estava doente e que ele precisava do dinheiro e blá blá blá.

Ou seja, eu já estava a beira da loucura. Logicamente, tudo começou a dar merda. Me tornei uma pessoa extremamente estressada, nervosa, mau humorada (na verdade, eu sou assim, só que tudo aflorou), não me relacionava bem com ninguém. Não trabalhava direito, não conseguia criar nada. Sentava centenas de vezes para escrever aqui no blog e não saia nada. E como de costume, eu não contava isso para ninguém, e ninguém tinha idéia do que eu estava passando. Além do bloqueio criativo que eu tinha, por mais que eu tentasse, não conseguia resolver a reforma. E para pagar tudo, ia me ferrando no banco, não podia sair de casa, não podia comprar nada.

O meu erro, no caso, entra aqui. Eu fiquei completamente cego. Eu simplesmente resolvi não aceitar que tinha alguma coisa errada comigo. No trabalho eu realmente estava me tornando um profissional que eu detesto: arrogante, chato, que não sabe trabalhar com outras pessoas, egoísta e etc.

A hora que eu mais precisei de apoio, eu fugi dele. A hora que eu mais precisava relaxar, eu me trancava em casa. Eu já estava a beira da loucura total. Até que algumas coisas aconteceram, conversas, arranjos, um ombro muito amigo, uns tapas na cara e tudo foi se acertando. Foi aí que eu vi o quanto eu estava errado e o quanto eu vinha sendo orgulhoso. É amigos, pedir ajuda e pedir desculpas é a coisa mais difícil que existe. Principalmente quando você errou feio e quando é uma pessoa orgulhosa. E isso, eu sou.

Quando você finalmente vê que está errado, tudo fica muito mais fácil. Pensei em algumas coisas que devia fazer, vi que era o único caminho que eu poderia tomar, e entrei de cabeça. Pedi desculpas a quem tinha que pedir, pedi ajuda a quem tinha que pedir, levantei bandeira branca mesmo e voltei a ser o que eu sempre fui.

Nessa segunda-feira, o pesadelo finalmente terminou. Paguei o que tinha que pagar, terminei a reforma e devolvi o apartamento. Parece brincadeira, mas foi instantânea a minha felicidade. Liguei para todo mundo que sabia da história, contei a novidade. Não me contive. Essa semana trabalhei com outra cara, com outro clima, e muito muito feliz. Eu voltei a amar o que eu faço, voltei a gostar de trabalhar, voltei a ser um cara feliz. Voltei a ser um cara engraçado, voltei a ser um cara bacana e principalmente, as idéias começaram a explodir na minha cabeça.

Está indo tudo muito bem no meu trabalho – melhorei absurdamente nessa semana – meu humor é outro. Estou com várias idéias para o blog, vou voltar a postar como antigamente, tenho certeza. Além disso finalmente estou realizando o antigo sonho de ter um site com os meus trabalhos – pedroamerico.com – já já ele entra no ar com todo conteúdo. Estou com vários desafios e com muita vontade de trabalhar.

A Life é Hard sim, mas se você ajudar, ela fica pior ainda.

As lições que eu tiro disso:

- Tenha sempre um telefone de um pintor e se relacione bem com ele

- RESOLVA as coisas antes que elas se tornem um pesadelo

- Nunca é tarde demais para reconhecer seus erros

- Nunca é tarde demais para pedir desculpas

- Mudar é difícil, mas faz um bem enorme

- Agradeça a quem te ajudou

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1 – Daniel, meu irmão, tivemos boas brigas por causa dessa merda, tivemos boas discussões sobre isso. Aprendemos juntos a lidar com tudo. Eu reconheci meus erros e você reconheceu os seus. Crescemos, amadurecemos, e mais do que nunca somos irmãos, parceiros e amigos. Obrigado por tudo. Te amo cara.

2 – Caio, que conversa cara, que noite! Tomamos uma garrafa de Absolut sozinhos em algumas horas, mas valeu a pena. Você me ajudou muito e acredito que eu também te ajudei com os seus problemas. Você sabe que pra mim você é muito mais que um amigo. Você é o irmão mais novo que eu não tive. Obrigado por tudo. Te amo velho. E amanhã vamos nos embebedar como loucos, porque merecemos. Só nós sabemos o tanto.

3 – Leitor ou Leitora, obrigado por escutar toda essa ladainha. Obrigado por continuar lendo esse blog mesmo com a nossa falta. E obrigado por confiar na gente. =D


Tim Burton acabou com a minha infância mágica e tenho dito!

Eu já vejo milhares de pessoas arremessando pedras contra mim, mas não tô nem aí. Eu preciso falar da minha não veneração por Tim Burton.
Toda vez que um filme novo dele é lançado começa a bajulação. “Ele é o cara”. Mas eu não concordo – em partes!

Ele pode ser o cara da animação, o cara do efeito especial, o cara do tema sombrio, o cara da direção; mas ele destruiu minha infância e vou lhes dizer por quê.

Eu já tinha um certo “medo” dele por causa de alguns filmes, mas até conseguia encarar. Eu gosto de terror, eu gosto de temas sombrios. Mas sempre terminava o filme com aquela sensação esquisita de “a porta vai abrir e o Johnny Deep malvado vai entrar e me enlouquecer…”. No entanto depois passava, e se esse era o objetivo do Tim Burton, ele é o cara porque sempre conseguiu.

Só que aí a gente no momento “como Tim Burton destruiu minha infância”.

Eu sempre fui uma criança fofa! Não no sentido literal, eu era a criança que toda mamãe sempre quis. Loirinha, pequena, delicada, calma, paciente. Não chorava pra sair do parquinho, não dava escândalo no meio do shopping e ficava quietinha vendo desenho na televisão – fique claro que eu vivia sim, eu só era educadinha…
Enfim, eu vivia um conto de fadas lindo e colorido. Aí chega esse porra do Tim Burton e faz uma versão cruel dos meus desenhos e filmes lindinhos! Primeiro meu momento choque foi com “A fantástica fábrica de chocolate”.

O Willy Wonka não é um moço mau, ele é triste. Minhas lembranças do filme quando via quando era criança era de um Wonka coitado e não um sádico. Sem contar os Oompa-Loompas que parecem ajudar Wonka a ser malvado. Talvez por ser criança eu visse de outra forma, talvez. Mas a versão Tim Burton me assustou.
Efeitos ótimos, não nego, mas poxa, acabou com a minha infância.

Agora é a vez de Alice. Na minha cabeça é uma ficção bonitinha, tem seu lado “pesado”, mas não é algo que deixa uma criança com medo. Agora vem a versão sombria de Tim Burton. Que que é a cara do chapeleiro maluco? Até a parte que eu sei ele é maluco e não estranho. Só as cenas que eu vejo já não me deixam interessada no filme e sim com medo de nunca ver a Alice como uma menina bonitinha. #medo

Esse post é um desabafo na verdade, sabem? Eu tô cansada de ver todo mundo babando o ovo do Tim Burton e ninguém se opor. É ridículo! Não critico ele como profissional, mas pelo o que ele fez com meus clássicos, pela arte do sombrio. É legal um friozinho na barriga? É, mas “vamos não estar acabando” com a fofura?


  1. Podem falar o quiser, até mesmo que o texto é curto – um milagre. Mas é só um “eu preciso falar e acabou”. Agora eu sou uma pessoa bem mais feliz!
  2. Realmente não vou ficar me justificando, e até por isso o texto é curto, mas vamos levar em consideração que falar de sentimentos (no caso, “medo”) não tem explicação.
  3. Beijos pro povo do blog que eu tava morrendo de saudade…a correria é eterna, mas a lembrança está viva!

Where the grass is green and the girls are pretty

É com um prazer quase sexual que inicio esse que com certeza será uma seção de sucesso, Coisas Que Marcaram Minha Adolescência não vem para substituir a já conhecida Coisas Que Marcaram Minha Infância, vem para complementar e para que quando eu estiver morrendo a seção se torne Coisas Que Marcaram a Minha Vida. De qualquer forma, esse não era o post inicial da seção, mas tive que mudar os planos depois de ontem.

Ontem meu caro leitor, ou minha cara leitora, eu assisti ao melhor show da minha vida. E olha que eu já fui em um bocado de shows. Ontem eu vi dois Deuses da minha adolescência em ação. Sim, realizei um sonho antigo e me senti por 3 horas um moleque de 16 anos que queria explodir o mundo.

Ontem eu vi Sebastian Bach cantando 18 and Life.

Ontem eu vi Axl Rose tocando piano e cantando November Rain.

Ontem eu fui um adolescente. Ontem eu vivi algo que estará para sempre gravado na minha memória.

Ontem, FOI FODA!

Qual a característica essencial e obrigatória em todo adolescente? Não sei você, mas eu tenho quase certeza de que é o fanatismo. Fanatismo louco mesmo, cego, xiita e absurdamente louco. Um adolescente não gosta ou desgosta de alguma coisa, um adolescente é FANÁTICOLOUCOMALUCOPUTAQUEOPARIU com alguma coisa ou ele odeia da forma mais agressiva. 8 ou 80 é a maior marca de um adolescente.

Eu – e todos que passaram por essa fase – tinha um problema sério em relação a música, erámos fanáticos demais. O que era bom era foda e o que era ruim merecia um rage instantâneo, com a boca espumando. Isso é claro com quem gostava do bom e velho Rock N` Roll, nunca ouvi sobre ninguém fanático com… sei lá.. Exaltasamba na época de adolescente. Eu era assim, e amava Hard Rock. O vocalista geralmente era aquele cara que você sempre sonhou ser – bonito, comedor e rockstar – e o guitarrista fazia aqueles riffs que você ficava alucinado, além de quê uma Gibson Les Paul deixa qualquer um bonito.

Ontem eu presenciei, como já disse, dois Deuses do Hard Rock. O primeiro deles, Sebastian Bach.

*ok, eu também acho o Sebastian Bach uma menina. Mas é uma menina foda.

Um amigo até me contou uma história engraçada sobre ele, disse que quando tinha uns 11 anos de idade, entrou no quarto da prima, viu um poster do Skid Row e disse: “Nó, que minina gata!”

Parando com a zuação, vamos ao show.

Eu e meu velho companheiro de shows, bebedeiras e fossa @caioabbath fomos de carro até o Mineirinho para começar toda a via sacra que é ir a um show de rock: Cerveja, sanduíche de pernil, cerveja, um ou outro conhecido, amigos, cerveja, falar mal do som no Mineirinho, cerveja, fila, cerveja e entrada. Felizes da vida, entramos na arquibancada e fomos até o meio, pegar o palco de frente.

Foi o destino que fez com que entrássemos 5 minutos antes de começar o show do Sebastian, ficamos por ali mesmo. Sim, o som estava uma merda, mas de qualquer forma, ele estava tocando as músicas da carreira solo que sinto muito Sr. Bach eu não estava nem um pouco interessado, queria ser adolescente.

O show foi mais ou menos assim: não-sei, não-quero-saber, tão-tá-bom, tá-legal, já-pode-tocar-uma-clássica-em, 18 and Life, whatever, In a Darked Room (pra mim a música ícone do Hard Rock, que refrão meu deus, que refrão!), sei-lá, beleza, Monkey and Business, Essa-Eu-Não-Lembro-O-Nome-mas-Era-do-Skid, qualquer uma, I Remember You. Eu costumo dizer que para um show ser perfeito você é obrigado a sair dele e dizer que faltou pelo menos uma música. Faltou Wasted Time.

Mas Pedro, teve um tanto de música que você nem conhece, o som tava ruim e mesmo assim o show foi perfeito? WTF?

Olha, as músicas whatever dele, eu usei para conversar, beber, tirar foto, beber, e principalmente curtir o momento. Além é claro de reparar que mesmo com quase 42 anos, continua praticamente com a mesma aparência dos bons tempos. E o cara, além de ser um puta vocalista, é simpático pra caramba, uma presença de palco ABSURDA, e sabe fazer um show de abertura como ninguém. Sempre empolgando a galera falando do Guns que viria logo em seguida.

Foi fantástico.

Olha, eu achei tão bom, mas tão bom o show, que realmente acreditei que sairia de lá falando que o show de abertura foi melhor que o show principal. Aqui eu devo falar, que o palco, apesar de ter três decks e tal, acabava no paninho característicos de shows merdas em BH. Achei que o Guns seria assim também… uns paninhos ali e nada mais.

E assim como fez com um bando de críticos e com um BANDO de gente que deu de blasé, dizendo que não ia porque era fim de carreira, que o Mineirinho é merda demais (é bem merda mesmo), que o Axl não consegue mais cantar e blá blá blá. Axl Rose chutou bundas no Mineirinho. Axl Rose chutou muitas bundas cara.

NINGUÉM! MAS NINGUÉM esperava aquilo.

Ninguém esperava um palco completo com tudo, mas TUDO, que o bom e velho Hard Rock tem direito; viadagens mil, escadinhas, telonas, fogo subindo, fogo descendo, e claro, explosões… MUITAS explosões. Maluco, imagina um lugar todo fechado e um monte de bomba estourando lá, pois era assim que a gente se sentia quando explodia a parada. Falando em telões, amigo… sério, NUNCA NA MINHA VIDA eu tinha visto show com telões como aqueles. Imagem em HD, imagem ABSURDA, tomadas de gravação de DVD, parada profissional.

Foi um show de gente grande. Foi um show de uma “banda” de proporções inacreditáveis. Acho que pela primeira vez, eu realmente posso dizer que vi um show que tranquilamente eu veria sentado na minha sala com um Blu-Ray, no quesito de imagens, produção e tal. Talvez a galera teria que acertar algumas coisas no som. Mas de qualquer modo, foi uma sucessão incrível de explosão de cabeça. E fiquei assim, por saber que nem todas as bandas trazem a produção toda para alguns países, e menos bandas ainda fazem isso em Belo Horizonte.

O show do Guns N`Roses ontem foi ÉPICO.

Obviamente, Titio Axl não ia deixar barato e nos fez pagar um preço caríssimo por tudo isso e nem foi o preço salgado do ingresso. Foram as músicas do CD novo, Chinese Democracy, (CD que eu fiz um review favorável, guardadas as devidas proporções)o preço alto a se pagar e de quebra Titio Axl nos fez engolir seus 89 guitarristas fazendo cada um seu solo. Em alguns momentos eu realmente achei que ele ia perder o público. Mas ele é o Axl Rose né amigo.

E depois de entrar com a música Chinese Democracy ele já me fez ficar surdo por causa dos gritos enlouquecidos de todo mundo somente dizendo as palavras mágicas da introdução de Welcome to The Jungle. Aquele grito de que eu estava na selva, e de que eu iria morrer, ecoou na minha cabeça por anos e anos, e eu estava ali ouvindo aquele cara gritar do mesmo jeito na minha frente. Eu só não chorei porque estava ocupado demais berrando a letra da música e fazendo aquela dancinha by Axl.

Pelo menos, os solos intermináveis dos guitarristas – eu entendi o recado Tio Axl, você tem 3 ótimos guitarristas, que fazem e acontecem, tocam absurdamente bem, mas juntos estão longe de representar e de ser o que o Slash é – e as músicas do CD novo – em que Titio Axl se esforçava como um maluco e fazia de tudo para nos fazer acreditar ou até mesmo para ele próprio acreditar que eram demais – serviram para eu descansar.

Tirando isso, teve tudo o que temos direito. Menos é claro, a famosa música que falta, que nesse caso para mim foram duas; Estranged e Patience. Eu sei que eu liguei pra Deus e o mundo, acabei com meus créditos ligando pra Naya e gravando 3 minutos de November Rain que eu admito, fiquei com olhos marejados. Teve apitinho em Paradise City, música que fechou o espetáculo, com chuva de papel picado, fogo, explosão pra caralho, mais fogo e gritos. Teve Batendo na Porta do Céu, com Tio Axl conversando com a galera dizendo que estava de ressaca e que life is good.

Olha, foi lindo. Apesar das críticas que fiz, foi o melhor show que vi na vida.

E lembrando dos shows que eu fui, eu sou tão forte com o tal do Murphy, que os dois melhores shows que fui na vida, foram exatamente no maldito Mineirinho: Silverchair e Guns N`Roses.

***

1 – Hoje foi um dia tenso. Muito tenso.

2 – Dois posts em 4 dias. Tô demais em?

3 – Tem que ter um número 3.

PS: Esse texto é pura e simplesmente criado pela minha imaginação, nenhum personagem ou fato aconteceu literalmente como está no texto, mas talvez bem parecido…

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- Bizarro, olha aquele gordo ali! – comentava a plateia em uníssono, ao olhar um rapaz sem camisa, com a cueca por cima da calça, se submetendo a enfiar a cara em uma bacia com farinha, procurando amendoins com a boca.

- Cara, eu tive que fazer isso semestre passado, agora esse gordo aí tá fudido, vão perseguir ele! – dizia uma veterana, se afastando um pouco da cena, com medo da farinha atingir seus cabelos ou sujar suas roupas.

Os outros calouros estavam sentados ao chão, na forma de círculo. Um calor de 36 graus no Rio de Janeiro e, muitos deles, expostos ao sol infernal, suor brilhando na face e nos ombros. Uma menina de aparentemente 20 anos, da Comissão de Trote, enchia a mão de farinha e despejava nas cabeças dos  calouros sentados. Farinha misturada com suor criava uma massa grotesca e nojenta na pele das pessoas.

Enquanto isso, dois rapazes chamavam uma caloura que vestia uma microsaia para dançar o Rebolation, até o chão. Ela negava veementemente, mas ria para disfarçar. – Eu tenho namorado! – dizia, em vão. Dançou até o chão, todos gritaram, supra-sumo do gozo.

Dez calouros formavam uma roda em pé no meio da outra roda de calouros sentados. A brincadeira da vez: colocar uma cenoura entre as pernas, acima da altura do joelho, e passar para o calouro do lado. Cada vez que deixassem cair, a cenoura diminuía.

Enquanto isso, no círculo de calouros sentados, acontecia a brincadeira do “palitinho”. Um calouro colocava um biscoito na boca e deveria passar para o calouro do lado. A cada erro, o biscoito diminuiria. Um rapaz esguio, espinhas no rosto e óculos embaçado pela farinha, foi o primeiro a ser pintado. Os veteranos escreveram atrás dele “Viado em forma de palito”.

Na plateia de veteranos atrás, era possível escutar: – Porra, já tá chegando a hora, vamos pintar todos esses calouros filhos da puta!”, ou – calouro é ‘tudo burro’ mesmo, merece sofrer!; uma menina dizia: – no meu trote, pintaram meu cabelo todo, agora essas peruas estão fudidas!.

O sentimento de vingança era nítido e presente. Talvez o trote universitário, por mais que seja manso assim, é mantido através da manutenção do desejo de vingança. Não é uma confraternização, as pessoas não ficam mais ou menos amigas ao alimentar um sentimento de ódio e vingança por pessoas que sequer conhecemos direito.

- Olha lá! Aquela caloura tá correndo! Pinta o cabelo dela! – os veteranos diziam. – Não! No cabelo não! – ela corria, mas a alcançaram, a ponto de formar um arco-íris de cores vibrantes em seu cabelo liso.

- Relaxa gata, todo mundo passa por isso, o importante é beber depois! – afirmava um dos veteranos, daqueles que nunca vão para a faculdade estudar.

Momento pedir dinheiro.

Todos reunidos, pintados das mais variadas gozações, escutando um grupo de veteranos gritar: – Agora, vai todo mundo pra rua pegar dinheiro pra gente. Mínimo: 50 reais, e não voltem se não tiverem tudo! Não quero nem saber!

Alguns calouros, se achando espertos, trouxeram dinheiro de casa, para caso não conseguissem completar a cota estabelecida para a inserção social.

- Será que o senhor não pode ajudar duas calouras aqui no trote? – perguntavam duas meninas com aparência de bem novas, para um senhor engravatado que saía de um prédio comercial qualquer. Ele respondeu: – Toma 5 reais pra cada uma, vocês são lindas, merecem.

- Doutor, será que você não tem um trocado pra mim não? Tô morrendo de fome doutor… – perguntou um mendigo ao senhor engravatado, que prontamente tratou de ignorar aquele ser humano, que para ele não passava de lixo, restos mortais da civilização.

- E agora cara? Só consegui 16 reais? – se perguntava um calouro mais tímido. – Será que eles vão implicar? Tenho medo cara, podem não deixar eu entrar na choppada. Acho que vou em casa buscar uma grana.

- Vai lá cara, faz isso, é melhor – incentivava o outro calouro, também preocupado por não ter atingido sua cota, mas sem se deixar abalar.

E do outro lado…

- Já estou fazendo as contas galera! Acho que vamos conseguir bancar duas festas pra gente esse ano, os calouros foram bem generosos! – afirmava um dos veteranos mais espertos, de modo debochado. De acordo com suas contas, foram mais de 6 mil reais arrecadados no trote. Ajudar instituição de caridade? Crianças necessitadas? Nada disso, bancar a bebida. No máximo colocar uma caixa de papelão no corredor da faculdade e escrever “Trote solidário: deixe um livro aqui e ajude uma criança”. Do que adianta, se eles próprios não costumar ler?

- Cara, é foda. Pior de tudo é que eles pensam que a grana é pra bancar a festa, sobra dinheiro pra caralho e a gente faz outra festa, sem eles, pra sobrar mais! – afirmou um veterano, deixando os escrúpulos em casa.

- Mas calouro tem que sofrer mesmo! A gente passou por isso, nada mais justo devolver! Todo calouro não é burro? – indagou a veterana espalhafatosa, que deixou o cérebro em casa.


A primeira coisa que eu quero explicar, é o porque de eu usar essa imagem, no dia das mulheres. Antes, lembre-se que esse post é uma homenagem às mulheres que eu amo.

Essa imagem diz exatamente quem eu sou e como aprendi ao longo dos anos – parece papo de velho, eu sei – sobre esse sentimento tão estranho e tão esquisito que é o amor. Não, não estou monlega ou amolecido, ou estou de mimimi porque as garotas vão comentar dizendo “que lindo!” e achando que eu sou um cara bacana.

Como eu estava dizendo, essa imagem me retrata. Eu sou largado, estou longe de ser o mais bonito, meio desgrenhado, meio bobo, de vez em quando largado de lado, tenho o meu valor, sou nostálgico, demoro um pouco para me acostumar às pessoas. Mas quando acostumo e me identifico, não gosto de largá-las. Apesar de ser meio groxo, fora de moda, embaraçado e claro meio sem graça… gosto das pessoas ao meu jeito. Aquele jeito meio largado, meio esquecido, desapontando muito mais vezes do que agradando, mas ainda sim fiel. Fiel àqueles dias em que vamos lembrar com saudade.

Não sou muito bom de demonstrar sentimentos. Aliás, sou péssimo nisso. Não escolho bem as palavras, não falo coisa com coisa, bobo, até meio infantil. Mas aquelas poucas pessoas que conhecem esse meu lado, sabe que a sinceridade por trás não precisa ter um véu de palavras bonitas e tiradas na hora certa.

Antes que você se pergunte “cadê a porra do dia das mulheres?” – se é que já não se fez essa pergunta – eu digo que aprendi a ser assim, obviamente, com minha mãe e com meu pai. Depois de mais de 30 anos de casados, se amam como adolescentes, e meu pai, assim como eu é meio assim, do jeito que disse lá em cima. Minha mãe teve a sabedoria de nos ensinar – a mim e a meus irmãos – seja falando mesmo, ou nós mesmos observando o relacionamento dos dois. Aprendi a respeitar uma mulher, a ter orgulho de uma mulher, a ser testemunha das maiores loucuras de uma mulher e é claro, a ver a força incomparável que tem uma mulher em relação a seus objetivos.

Aprendi a admirar isso e a respeitar. Aprendi com ela que um homem deve ser sempre cheiroso, carinhoso e bem humorado. Aprendi também, observando ela, que jamais vamos entender a cabeça de uma mulher, e que isso é que é o bom da coisa. Elas sempre vão nos surpreender e nos deixar com cara de bobo.

Somos ainda um bando de Neandhertais perto delas. E se elas quiserem, ainda metem a porrada na gente. Em todos os sentidos. Hora somos meros macacos, hora somos só garotos que não resistem aos seus mistérios, como dizia o Leoni.

O Dia Internacional da Mulher, para mim não significa nada e antes que você vá correndo a caixa de comentários me xingar, espere eu pelo menos me explicar. Para grande parte dos homens e com certeza uma parte das mulheres, precisa do 08 de Março para dar uma rosa, para dizer que ama, para dizer o quão importante ela é para você. No caso das mulheres, algumas realmente precisam desse dia para poder vislumbrar a mulher que ela poderia ter sido se não tivesse aceitado o que a sociedade impôs para ela. Outras gostam mesmo disso, tudo bem.

Agora, amigo, se você faz isso tudo no dia da mulher, você não dá a mínima para as mulheres que você ama. Você quer mais é que ela esquente a barriga no fogão, que ela chegue em casa cansada do trabalho, dê comida aos moleques, ao cachorro, passe o seu uniforme para amanhã, reclama se ela quer ver novela, e ainda por cima nem dá boa noite e muito menos diz que a ama. Você não está nem aí, para aquela pessoa, que provavelmente ganha menos do que seus colegas homens no trabalho – fazendo muito mais que eles -, que pensa em você, que quer estar bonita para você, e que no final do dia tem forças para muito mais enquanto você reclama das suas costas.

Você não costuma lembrar, que historicamente elas conseguiram na raça e na coragem direitos que você teve desde sempre e de lambuja. Você esquece que elas tem que lutar todo dia contra um monte de coisas que nós homens não temos nem noção, e ainda por cima conseguem tempo para fazer a unha, se depilar, e jamais perder a pose.

Chego a conclusão que somos – em maioria – um bando de merdas mesmo. Mas não todos, não todos.

Amo na verdade todas as mulheres que conheci, de certa forma. Ou amo uma parte, aquela parte que me diz que elas são realmente fodas. Algumas é claro, amo em especial. Para duas delas apenas, vou deixar uma mensagem abaixo.

Para os homens, termino como terminei o meu post do Blog do Grupo Open (leiam, que ali está a verdadeira homenagem ao Dia Internacional da Mulher, aqui no meu blog é só devaneio louco)

É por isso que eu digo que não devemos lembrar isso apenas no dia 08 de março, se a batalha delas é diária, o nosso reconhecimento deveria vir da mesma forma. Se você quer de verdade parabenizar as mulheres da sua vida por esse dia, o melhor é demonstrar todos os dias o quão importante elas são para você.

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É possível amar uma mulher apenas vendo fotos dela e lendo o que ela escreve pra você? Sim, é possível. Aconteceu comigo de verdade duas vezes, a primeira, com a querida Evelin, que eu importunei durante anos, amo como uma grande amiga. Podemos ficar meses sem nos falarmos, mas nunca esqueço dela e posso falar com ela como se tivéssemos conversado ontem. Ela sempre me entendeu, sempre deu bons conselhos, e sempre rendeu conversas maravilhosas. Foi com ela que eu descobri que quando estou conversando, seja por msn, telefone ou cara a cara, com uma mulher e sou extremamente criativo é que eu realmente gosto daquela pessoa. Eu ainda vou conhecê-la pessoalmente e discutir muito sobre música com ela.

Evelin, luv ya!

Outra pessoa, vocês conhecem.

Eu conheci ela numa comunidade de Redatores aí. Comecei lá falando algumas coisas aqui e ali, mineiro saca? Comendo quietinho. Sempre tinha reparado naquela que na época era a loira-gostosa da comunidade. Essa foi de verdade uma comunidade ímpar, para você ter uma idéia, uma das mulheres que fazia parte hoje está na Playboy – se você não entendeu, é a capa do mês de março – Uma coisa levou a outra e começamos a conversar, ficamos mais amigos. Até que um belo dia chamei ela para escrever nesse blog aqui. Já senti ciúmes dela, já olhei como bobo pro avatar dela no msn, já pirei com a cruz – bendita cruz! – já passei horas imaginando como seria encontrar com ela, já escrevi um texto e dediquei pra ela. Aqui era a parte em que eu diria “Já encontrei com ela e disse com todas as letras que amava ela pra caralho, porra!”… mas infelizmente isso ainda não aconteceu.

Naya, te amo. (L)

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1 – Nem vem. Eu sei que prometi e vocês sabem que não deviam acreditar tanto em mim.

2 – Odeio escrever no escuro, e estou realmente com asco de computador quando chego em casa.

3 – Preciso URGENTEMENTE de um notebook. Quando eu comprar um, podem ter certeza que vocês vão me pedir para parar de postar.

4 – Farei um vídeo amanhã, especial para a Babiarruda e para Ingrid. =D