
Como eu terminei dizendo na Parte 1 o que parecia ser uma noite cheia de acontecimentos ainda estava longe de acabar.
Pois bem, a festa já havia acabado, a música havia cessado e ainda restavam algus gladiadores na arena. Pelo menos é o que eles pensavam. Na verdade, todo mundo já tinha ido embora. Todo mundo com um veículo motorizado pelo menos, quando foram perceber, dos convidados – tirando a familia da aniversariante – restaram apenas Pedro, Hudson, Wadson e Juliender. E olha que eles nem eram uma turma, a “galera” dos nossos antigos personagem já estavam na mão do palhaço há muito tempo, em suas casas. Á, antes que eu me esqueça, haviam dois seguranças também.
Os quatro – completamente bêbados – se despediram da familia, e se viram em uma situação um “pouquinho” complicada. Eram umas 5 da manhã, estavam em um sítio no meio da BR-381 – perto do Pesque & Pague do Two – próximos à João Monlevade, sem nenhum transporte e nenhuma esperança de conseguir chegar em casa. Um senhor que aparentemente trabalhava no sítio disse que passava um ôns da Gontijo 6 horas. Fomos os quatro então para a entrada do sítio e ficamos lá conversando. Não tenho certeza, mas acho que um deles acabou dizendo
- Bom, pelo menos não tem jeito de ficar pior né?
Tinha. Começou a chover.
Acolhidos embaixo de umas árvores que não protegiam nada da chuva eles percebem a chegada de dois sujeitos vestidos de preto. Seguranças da festa. Apesar da situação, eles até acharam engraçado, os seguranças vinham usando um banner imenso da Skol como guarda-chuva. O melhor de tudo era que cabiam todos eles lá embaixo, lado a lado. Firmes e fortes. Eis que no meio de tudo, passa a familia da aniversariante no carro da familia, buzinando e se despedindo da gente. O que não devem ter pensado daqueles pobres coitados embaixo do banner da Skol. Seria engraçado se não fosse trágico.
Estavam todos lá, sem nenhuma certeza sobre nada que iria acontecer. Para Pedro, a única coisa que ao mesmo tempo o consumia, o confortava. Não teria que sentir a situação adversa acontecendo, ele tinha alguma noção de que estava no meio do nada, bêbado – talvez até por isso não sentia tanta coisa – e sem nenhuma certeza de como (e se) iria voltar pra casa. Ele tinha outras preocupações adolescentes para ocupar a cabeça. O que o tirou do tormento alguns segundos foi uma caminhonete (neste momento todo o sítio já estava apagado) e um senhor falando:
- O ôns vai parar aqui não. Sobe aí que eu levo ocês no ponto.
Subiram todos na caminhote, inclusive o banner.
O tempo foi passando, o dia foi nascendo e o que todos temiam foi acontecendo. A “onda” tava passando. O frio, para alguns, era muito maior do que para outros. Logo viriam o sono, o cansaço, a ressaca e com ela a melhor amiga do bêbado, a dor de cabeça. A fria manhã daquele domingo chegou com tudo, ela não estava nem aí para aqueles quatro, mais dois seguranças e um banner que ainda estavam no sábado. Com ela, veio o tão esperando ônibus. Entramos rezando para que a rala quantia em seus bolsos fossem suficientes e para que tudo acabasse logo, o que é claro, não aconteceu.
Quando chegaram em Monlevade, logo ao descer do Gontijão, avistaram um ônibus azul arrancando do ponto e indo embora. A pouca esperança que eles tinham de pegar o ônibus para irem para o centro da cidade se esvaiu rapidamente. Do bando, apenas os quatro iniciais restaram – não se sabe o que foi feito dos seguranças e do banner – desses, dois estavam com um celular. Dois dois, um estava funcionando, mas sem crédito. Wadson tinha o celular que funcionava mas o pai dele não atendia. O jeito, era andar – e andar para caralho.
No meio de tudo, acabou sendo divertido. Estavam aqueles quatro idiotas vestidos na fina estampa, andando por uma parte pobre da cidade às 7 da manhã, molhados, gritando, rindo e reclamando. Dessa parte, a única coisa que vale a pena contar é da esperança que os pobres coitados tinham em passar em frente ao velório e ver lá um morto. Velório queria dizer comida – um pãozinho com salame e um café estariam de bom tamanho – e (com sorte) uma carona.
Não tinha morto, mas tivemos a sorte. Wadson conseguiu falar com o pai dele. Ele viria resgatar os soldados. Tá certo que depois daquilo tudo o sentimento foi quase que “porra, nem precisa”. Precisava. Depois de uma jornada incrível, Pedro chegou em casa nada são e muito menos salvo. A sanidade anteriormente lhe roubada pelo álcool fora devolvida, a lhe roubada pela baixinha sorridente não.
Até chegar ao acontecimento a seguir, várias coisas aconteceram envolvendo os acontecimentos na festa. Os mais importantes foram a conversa que Pedro teve com Hudson, sobre as intenções dele com a moça. Basicamente, para ele havia sido coisa de uma noite apenas, o que Pedro mal pode acreditar mas tudo bem, conversaram e ficou decidido que nosso herói tinha sinal verde para avançar. Homens leais aos amigos tratam a coisa dessa forma. Acontece que nem todos os homens tem os mesmos valores, ou acreditam nas mesmas coisas. Um “amigo” dos dois também ficou interessado na moça – ao que parece, junto com a torcida do flamengo – e ele simplesmente pouco se lixou para qualquer coisa. Ao mesmo tempo em que Pedro se abria para Bárbara o outro já estava em cima. O problema é que Pedro havia entrado na Zona do Amigo, pior invenção dos tempos modernos em que homens se deram a amigos de mulheres, o que você bem sabe impediu completamente as ações de nosso amigo e cortou pela raiz suas esperanças de amor infinito.
O que era difícil, se tornou praticamente impossível. Numa dessas cavalgadas da vida, o outro “amigo” – vulgo bestfriend – também se valeu dos lábios da moça. Ou seja, era mais um no caminho. Um soldado inimigo cai, logo aparece outro. É uma máxima da batalha de campo, não há o que fazer se não lutar ou levantar bandeira branca. E foi o que Pedro fez. O problema, é que o gostar e querer uma pessoa, no caso desta história quer aquela garota era muito mais do que ficar de mãos dadas na praça e pagar de namorado para todo mundo. A questão é que para Pedro, Bárbara era de fato uma pessoa da qual não poderia se afastar. A conversa entre os dois fluia como água em pedra. Não havia aquela história de conversar coisas visando o objetivo de pegar a garota. O objetivo era conversar – mesmo que por internet – passar um tempo com a pessoa que mais o fazia sentir bem. E subitamente abandonar isso foi extramamente difícil e complicado. Eram acima de tudo grandes amigos, se adoravam.
Abaixo seguem os devaneios de Pedro – e meus também – sobre a tal Zona do Amigo.
Mas quando a amizade chega a um certo nível, é inevitável um dos dois ou os dois quererem estar ao lado um do outro ainda mais. E é aí que o amor de amigo, vira amor de homem e mulher, é aí que uma coisa vira outra coisa. E é aí que nem eu nem o Pedro entende o que diabos “Mas somos amigos…” quer dizer. Na verdade eu, ele e você sabemos. Significa “Não rola por motivo x”, o problema é o que o motivo x nunca é dito, e às vezes as mulheres colhem o que plantam justamente por não nos dizer com todas as letras o que querem realmente dizer.
Pense bem em como isso é idiota. Se “somos amigos” realmente fosse o motivo, a garota estaria dizendo para você o seguinte:
- Olha só, não rola. É porque tipo, eu te conheço pra caramba sabe? Você é meu amigo, amo você… você me diverte, você me faz rir, você sabe o que eu gosto e o que eu não gosto. Você me protege, gosta das mesmas coisas que eu, nunca vamos enjoar um do outro. Você conhece meus pais, irmãos… vem aqui em casa sempre. Você me dá bons conselhos, só quer o melhor pra mim. Me dá atenção, gosta de mim pelo que eu sou de verdade, e não pelo que eu aparento ser. Sabe… então, por isso… não vai rolar.
A sua cara de incredulidade em pensar como isso seria um motivo para NÃO ficar com alguma pessoa é a mesma que a minha.
Fim do devaneio.
É óbvio que “somos amigos” quer dizer outra coisa, tudo bem… não vem ao caso agora. Agora eu como narrador tenho que continuar a história.
A bandeira branca foi levantada, as tropas aliadas se retiraram do campo de batalha, mas nem todas as tropas, é claro. Havia um ou dois agentes disfarçados em campo. O tempo foi passando até que um certo dia – pouco mais de um ano depois se eu não me engano – Pedro e Bárbara conversavam no mIRC, e por tabela ambos conversavam com Caio (que entra na história agora mas acaba tento um papel importante no restante dela), eis que sem que Pedro esperasse, Bárbara lhe disse que o queria da mesma forma que ela a queria. Com todas as palavras.
Como narrador peço desculpas a você leitor e ao Pedro por não conseguir traduzir aqui o sentimento daquele dia. Você pode imaginar. Eu, de vez em quando, lembro como ele se sentiu. Tenho certeza que ele se sentiu a pessoa mais feliz do mundo.
Mas… (sempre tem um “mas”)
Nem tudo são flores.
***
Você saberá mais no próximo capítulo.
Espero que vocês estejam entendendo um pouco mais agora, e que fique bem claro, eu só quero contar a história. Porque acho que ela vale a pena ser contada, e porque acho que vai me ajudar a encontrar algumas respostas. Além de me forçar a escrever de uma forma da qual eu já estava esquecendo.
Várias pessoas que fazem parte desta história leram e gostaram, inclusive os personagens principais. Além disso, essa história entra para a sessão de como entender os homens, que nada mais é que teorias acerca dos relacionamentos entre homens e mulheres.
E sim, eu sei que estou devendo muitos posts… mas quero acabar essa história antes.
Acredito que mais um ou dois capítulos no máximo e terei contado a história até onde ela parou.
Um abraço.



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Tô aguardando os próximos capítulos!
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Pedro Turambar Reply:
September 12th, 2009 at 10:19 pm
@Kavalinhu, o 3 sai hoje!
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Essa sua histira soou altamente nostalgica para mim eu ja fiz muito isto em minha cidade ( Recife), com meus amigos, seja de festas, do Recife Antigo ( onde tem as baladas alternativas), festas e Haves pelo interior do estado e litoral ……
desde que comecei a namorar tenho manerado dessas roubadas com meus amigos….
lendo seu texto senti saudades dessas roubadas que mi metia ….
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Pedro Turambar Reply:
September 12th, 2009 at 10:19 pm
@Jose Brasileiro, aaa cara.. é o que eu digo, sendo ruim ou bom.. vira história. =D
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Até entendo sua necessidade de buscar um pq em toda essa história mas na boa já encheu o saco… vou acabar cancelando o feed pra não receber mais essa bobeira.
Cara, ao entrar no site eu busco conteúdo, não as desventuras de um virgem de 15 e ainda narrada em terceira pessoa que justifica o papel ridiculo que está passando no blog como uma maneira de entender o homem….
pro inferno!
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Diego Camara Reply:
September 3rd, 2009 at 12:04 am
@leitor indignado,
Faço minhas as palavras do Pedro.
Infelizmente, por problemas pessoais de longa data (o principal chamado projeto acadêmico) não pude dar a atenção que este lugar merece.
Ainda adiciono que ninguém está aqui para ser unanimidade, nenhum dos que escrevem neste blog e nem mesmo os textos. Em qualquer texto escrito a gente sempre acerta e erra, ao mesmo tempo, pois alguns não gostam, outros adoram, e é assim a vida.
Nosso objetivo aqui sempre foi escrever sobre o que nós gostamos ou achamos, afinal esta é nossa finalidade: escrever sobre nossas experiências, gostos, pensamentos, ideias… Nunca quisemos agradar alguém ou não agradar alguém… nunca foi nosso objetivo isto. Afinal se fosse, seria muito mais fácil escrevermos textos curtinhos ou pegar vídeos engraçados feitos por outras pessoas no YouTube e postar, afinal isso agrada uma maioria, vide as visitações de blogs com este tipo de conteúdo.
Mas também, mesmo vendo por este prisma, nunca esquecemos de quem acompanha e lê nossos textos, afinal são vocês que nos motivam a escrever mais e mais sobre isto. Obrigado pela crítica, e desculpe todos nós pela falta de atualizações…
Desde já obrigado
Diego Cabral da Camara
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Pedro Turambar Reply:
September 12th, 2009 at 10:19 pm
@leitor indignado, toma aí!
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Caro leitor indignado,
A decisão de cancelar o feed, parar de visitar o blog, é sua. Sobre a questão de conteúdo, só queria lhe dizer que antes de tudo o blog sempre serviu para que histórias fossem contadas.
Essa história em particular é grande, e não está sendo intercalada com outros posts muito melhores. Concordo com você, e você tem o direito de reclamar. Prometo que antes de postar outros capítulos, irei postar conteúdo – que aliás já tem um bom tempo que este blog não vê.
A decisão é sua, mas peço que tenha um pouco mais de paciência.
Um abraço.
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Carla Maris Reply:
September 3rd, 2009 at 1:46 pm
@Pedro Turambar,
O problema pedro, é que já ta todo mundo cansado de voce ficar dizendo que vai postar coisas mais interessantes, que vai fazer post’s semanais, que vai ter surpresa na final de semana e quando a gente vem ver não tem p@#&%* nenhuma.
Como quando vc viajou para são paulo e disse que ia ter post.oque aconteceu?
NADA!!!
Ou quando vc sempre disse que postaria coisas que os leitores mandassem…
Sempre promessas vazias.
Logo, logo seus leitores mais fies o abandonarão.
O blog esta perdendo a essência…
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Pedro Turambar Reply:
September 12th, 2009 at 10:20 pm
@Carla Maris, é só os leitores mandarem textos que eu postarei aqui. nunca mandaram.
Nenhum leitor se sente mais resignado do que eu mesmo.
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Carla Maris Reply:
September 14th, 2009 at 10:01 am
@Pedro Turambar, lembro-me de varias vezes voce me dizer que postaria coisas que te mandaram… eu mesma mandei, pelo menos, dois textos… se não era bom o suficiente pro blog, poderia ter me dito.
imagino sua resignação…
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Hhausdduhsadsahusahusda grande leitor indignado!
Essa sua história é mais comum do que cê imagina. Aliás, muito bom o texto, de verdade. Dá pra rir, pensar e refletir sobre essa história de zona de amizade, sobre paixões antigas e principalmente sobre falta de carona no fim de festas.
E o parágrafo justificando o argumento do ’somos apenas amigos’ foi uma das coisas mais fodas que li nos últimos tempos. =)
Aguardo a parte 3, e que seja tão boa quanto essa!
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Pedro Turambar Reply:
September 12th, 2009 at 10:22 pm
@Joca, Aahahahahah cara.. eu sei. Já aconteceu isso com todo mundo, por isso as pessoas acabam se identificando e se vendo um pouco na história.. ela serve para isso também.
ahahahah mas é tão óbvio né? fico besta ainda por nao ter pensado nisso antes
grande abraço!
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Essa história me bate uma nostalgia! Acho que acontece com todos que já vivenciaram algo do tipo ._.
Mas óo Pedro, ta de parabéns viu? primeiro por estar contando uma coisa tão sua e segundo por saber passar isso TAAO bem (pelo menos pra mim). ;D
E o parágrafo justificando o argumento do ’somos apenas amigos’ foi uma das coisas mais fodas que li nos últimos tempos. =) [2]‘
E que venha a parte 3! õ/
obs.: desde março seguindo o blog e tentando criar coragem pra comentar aqui x)
;*
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Pedro Turambar Reply:
September 12th, 2009 at 10:23 pm
@Gabi, Obrigado moça..
É uma coisa minha mesmo… mas a coisa que eu mais gosto de fazer na vida é contar histórias.. então, uma história tão cheia de detalhes e vários sentimentos.. eu não poderia não contar.
Comente sempre! Todos nós lemos e quase sempre respondemos todos.
=D
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O texto tá incrivel *-*
[/E o parágrafo justificando o argumento do ’somos apenas amigos’ foi uma das coisas mais fodas que li nos últimos tempos. =) [3]
[/Penso eu, que quando ela foi/for (tomara que não aconteça) deixada na mão por algum canalha, concerteza se lembrará de ti.
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Já que vocês conseguem me ler, então leiam também a Parte 2 das Desventuras de Um Cara Legal http://tinyurl.com/mq2ohx
Maravilhoso meu irmão….
[/E o parágrafo justificando o argumento do ’somos apenas amigos’ foi uma das coisas mais fodas que li nos últimos tempos. =) [4]
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Tah mandando bem pedrão
continua essa historia pq eu vou te ser sincero
estou curioso qnt ao rumo q vai tomar dai pra frente
[]’s
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Maravilhoso meu irmão…. [2]
[/E o parágrafo justificando o argumento do ’somos apenas amigos’ foi uma das coisas mais fodas que li nos últimos tempos. =) [5]
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Muito bom!
Gostei muito do seu estili de escrever, é uma leitura agradável!
E o parágrafo justificando o argumento do ’somos apenas amigos’ foi uma das coisas mais fodas que li nos últimos tempos. =) [6]
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[...] quem perdeu, seguem os capítulos 1, 2 e [...]