22 anos, quem diria em? Ok, todo mundo diria… é pouca idade e tudo mais, como diria o poeta (sempre quis dizer isso) “Ninguém morre jovem”. Não, não sei qual poeta, mas alguém disse isso. Mas quando você tem 15 anos (foi ontem) 22 é uma idade inatingível. 22 anos é aquela idade em que os irmãos viram caretas, aquela idade em que você se arruma bonitinho para ir ao trabalho. É aquela idade em que as pessoas não são novas o bastante para fazer um moicano nem velhas demais para tomar um porrezinho com a galera da faculdade.

Desde que virei rapazinho e mudei pra BH e ver do que a vida é feita, meus aniversários não têm sido lá muito legais, por exemplo ano passado que eu trabalhava em 2 empregos, estudava a noite e ainda comi pizza com cebola – eu odeio cebola. Antes de qualquer coisa, fazer aniversário em dia de semana é igual fazer sexo e não gozar, comer pizza e vomitar, comer comida japonesa com garfo, cantar pagode com blusa do iron maiden, colocar só a cabecinha, emo beijando mulher, botafogo ganhando título, cruzeirense macho, ateu dizendo ‘Meu Deus’, a propaganda da Dell… Ou seja, TEM ALGUMA COISA ERRADA AÍ! Devia ser lei, aniversário só no fim de semana.

Bom, de qualquer modo, vou reproduzir um texto que escrevi em 04 de Maio do ano passado, um texto que serviu na época e acho que irá servir por muito tempo.

***

Como estou próximo de completar 21 anos (terça-feira, dia 6 de maio) e como nesta quinta, vi dois momentos distintos da vida humana, o início e o fim, além de estar vivendo o meio de tudo, resolvi escrever esse artigo sobre a vida.

Primeiro gostaria de dividir a vida em 3 momentos: do nascimento aos 21, dos 21 aos 60 e dos 60 até a morte. Infelizmente nem todo mundo consegue passar por todas as etapas. Infelizmente também, alguns conseguem. Eu estou no momento de transição, entre o início e o meio. Mas antes de falar nisso, vou dizer como classifico cada momento. O primeiro momento é aquele que define tudo o que você vai ser e o que vai fazer no segundo momento. O segundo é aquele que você começa a por em prática tudo o que aprendeu e tudo o que viveu, é aqui que começa a vida de verdade. No primeiro você tem apenas alguns vislumbres da vida. O terceiro e último é aquele em que você se recorda dos dois primeiros com carinho. É o momento em que você ensina mais que aprende, fala mais do que escuta e filosofa mais que produz.

Pense como se fosse uma campanha publicitária. Primeiro o teaser, que deixa aquele gostinho na boca para ver como é o resto da campanha. Segundo o lançamento e a manutenção da campanha e por último, os resultados.

Queria falar um pouco sobre o maior medo da história da humanidade. O medo da morte. Morro de medo dela, muito mais para as pessoas que amo do que para mim mesmo. Não estou sendo nobre, nem nada, é que lidei poucas vezes com a morte de pessoas próximas, mas as raras vezes em que experimentei, achei doloroso por demais. Voltando à morte, uma das maiores sabedorias que adquiri lendo foi entender como J.R.R Tolkien tratava a morte. Em O Silmarillion, Tolkien explica de uma maneira muito simples a fragilidade humana frente à dor e à morte. Os humanos no épico do escritor, invejavam os elfos por sua imortalidade. Esses no entanto estavam cansados do fardo de viver para sempre e passaram a invejar os humanos pelo tempo que lhes era dado.

E era aí que eu queria chegar. No tempo que nos é dado. Outra “pequena” lição aprendida com este maravilhoso escritor. Em O Senhor dos Anéis, Frodo pergunta a Gandalf por que ele, por que ele tinha que decidir de alguma forma o destino do mundo, por que aquilo teria acontecido logo com ele, um mero hobbit do condado. Eis que a resposta é um dos maiores segredos da vida. Onde Gandalf diz que a vida é assim, que temos que fazer o que tem de ser feito com o tempo que nos é dado. Sem perder tempo com pensamentos como “por que eu?” ou “Se isso tivesse acontecido de outro jeito…”. O que podemos tirar disso, é que às vezes damos valor a pequenas coisas que se tornam fardos gigantes e nos atrapalham imensamente viver a vida como ela deveria ser vivida. Eis aí o motivo de depressões, crises de estresses e livros de auto-ajuda.

Temos que assumir, o mais cedo possível, o que nascemos para ser e para fazer. Acontecem coisas que podem nos desviar do nosso caminho. Nunca é tarde para acordar. Nunca é tarde para pedir um perdão, arriscar e aprender. Arriscar, para mim, é o grande barato da vida. Arriscar em tudo. Desde as coisas mais bobas como “chutar de trivela ao invés de chutar de chapa” até coisas de suma importância como largar o emprego estável em um escritório de advocacia para cair na estrada com a banda de garagem e tentar a vida como músico. Sinto pena de quem tem que sobreviver e não viver. Mas sinto nojo de quem pode viver, mas apenas sobrevive.

A vida deveria ser mais divertida para alguns e mais séria para outros. Uns levam a vida na brincadeira o tempo todo, outros deveriam brincar mais, sorrir mais. Seria de uma chatice imensurável se a vida fosse: nascer, brincar, estudar, estudar, estudar, casar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, aposentar e morrer. Tenho certeza que esse não foi o modelo de vida que Deus imaginou para a humanidade. Por que tanta beleza e genialidade (Dele) se não podemos para nem dois minutinhos que seja para apreciar. Para um pouquinho, ver o pôr-do-sol, olhar para um sorriso inocente no rosto de uma criança, ver um olhar saudoso de um senhor ao contemplar a casa onde morou por 20 anos (era possível enxergar as lembranças nos seus olhos cheios d’água). Ver a pureza do rosto de um recém nascido, que coisa linda imaginar as experiências pelas quais aquele pequeno ser ainda vai passar.

Diga-me você leitor, que graça teria a vida sem as pequenas coisas do dia-a-dia? Que graça teria a vida sem a diversão, o frio no estômago, as surpresas e as ironias? Nenhuma, leitor. Nenhuma.

***

1 – Só para não passar em branco, dia 04 de Maio foi o Star Wars Day. Tudo por causa da eterna “May the Force be with you” que se transformou em “May the 4th be with you”.

2 – Obrigado a todos os parabéns que os @’s mandaram agora no twitter.

3 – Sem links. Esse post é meu, só meu… meu precioso.

E lá e de volta outra vez. Ando meio sumido? Na verdade nem tanto, pois se repararem o último texto do dossiê Iron Maiden foi quase que completamente escrito por mim. O Pedroca só colocou os álbuns de merda e eu arrumei as curiosidades e textos explicativos. Juro a vocês que depois criarei uma lista que valha a pena, só com álbuns bons! (Começando pelo X-Factor… o preferido de vocês que eu sei!)

E possivelmente alguém aqui estava esperando o “Comentando o Morto (3)”. Minha resposta para o Neto é a seguinte: “Ei, Neto! Vai tomar no cu copo!”. Algum dia meu comentário sai, até lá faço minhas palavras as de Lula: “Eu não sabia de nada, companheiro”. Voltamos agora a nossa programação normal.

Realmente quando você faz uma lista com algumas das bandas mais inovadoras SEMPRE falta alguém. Não importa o quanto você pesquise ou quanto queira tornar ela perfeita, sempre vai faltar uma e logo depois você vai dizer: “Puts! Essa não podia ter faltado!”

Estamos de frente para um caso destes meu amigo, Eluveitie é para mim a melhor banda de Folk Metal da nova geração. Erro! Korpiklaani é ótimo, é fantástico, mas NUNCA conseguirá ser mais inovador do que este octeto (!!!) suíço.

Cheguei a esta conclusão depois que ouvi uma porrada de vezes o último álbum da banda, “Evocation I: The Arcane Dominion”, um álbum de folk meio acústico meio metal que consegue superar totalmente as espectativas. Eu nunca havia ouvido um álbum completamente feito em uma língua que eu não posso entender bulhufas e achado o máximo… mas desta vez eu não pude deixar de sentir o que eles passam nas músicas, mesmo que estejam escritas em gaulês (sim, isso mesmo, a língua do Asterix!).


Capa de “Evocation I”: imagem representando o deus celta Cernunnos, Senhor do Submundo

O álbum é sensacional do início ao fim, completamente ambientalizado (neologismo legal) na mitologia celta. As músicas do álbum, menos três delas, foram escritas baseadas em lendas e canções da antiga mitologia gaulesa. Encontrados por arqueólogos os trechos de canções, histórias, lendas, feitiços, etc., foram utilizados pelo Eluveitie para nos colocar realmente dentro da vida e dos costumes deste povo, de que hoje pouco se sabe realmente.

A instrumentalização do álbum é fantástica. A formação do grupo, com guitarra, bateria, baixo, violino, apitos, gaita, flautas e a famosa gaita de foles realmente é completa! Juntamente com isso a banda conta com três ótimos vocalistas: o técnico Chrigel Glanzmann com seus vocais guturais ao estilo Melodic Death Metal (veja o In Flames na minha lista), a ótima Meri Tadic com a segunda voz e a belíssima Anna Murphy com o vocal feminino.

Dentre as diversas ótimas músicas do álbum algum destaque vai para “Brictom”, que fala sobre um feitiço feminino, “Voveso in Mori”, uma música calma com um leve som de violão ao fundo em uma atmosfera tristonha, e “Memento”, uma música que vai te levar diretamente para as festas celtas, com muitas mulheres belas e whisky escocês.

Mas o destaque máximo, fantástico, sensacional e monstruosamente perfeito vai para a música “Omnos”. Esta música chegou a perfeição do que pode ser a união de Metal com Folk sem utilizar nenhum vocal gutural e toda aquela coisa masturbatória horrorosa do Black Metal (coisa que o Eluveitie não tem, e é o que me faz não gostar de boa parte das bandas de Folk/Pagan/Celtic Metal). Sobre o tema desta música, Anna Murphy disse:

“É sobre uma garota e um lobo… a garota quer cantar e colher flores com ele, e o lobo do outro lado quer jogar ‘joguinhos malvados de lobo’ e ‘caçar a flor de sua juventude’. Eu acredito que é um pouco óbvio o que você pode interpretar com essas palavras…”

Além da música, o vídeo tem algo de especial que me chamou muito a atenção. Não sei bem o que foi, se foram os belíssimos olhos verdes da vocalista, se foi a música ou se faz parte até de uma mística, mas eu só sei que quando vi assisti um monte de vezes e não me cansei de vislumbrar esta obra. Confira você também:

Site Oficial: http://www.eluveitie.ch/

MySpace: http://www.myspace.com/eluveitie

***

1- Coloquei no ar um review desta álbum no Whiplash. Obviamente ainda não está online, mas lá você tem um puxa saquismo comedido. Aqui você tem minha opinião verdadeira.

2- E o Coldplay com sua música “Viva la Vida” está colecionando acusações de plágio. Agora é Cat Stevens que acusa os britânicos com base na música. Como eu disse no Twitter: “Filho bonito todo mundo quer ser pai”. Mais informações aqui.

3- Uma das bandas mais fantásticas do Heavy Metal europeu irá se aposentar. O Running Wild oferece um álbum tributo como presente aos seus fãs. Veja aqui as músicas do álbum e as bandas que irão participar do tributo, uma inclusive é brasileira.

4- Aaaaaaahhhhh… direto da Revista Esquire: Um dia com Megan Fox. Só há uma mulher neste mundo mais bonita que ela e não, não é famosa, e eu também não direi quem é!


Como o Pedro já disse a gente não sabia de nada! Eu juro!

Eu não costumo abrir o blog logo cedo. Vejo meus emails (pessoal, serviço), leio meus recados no orkut, twitter, encho minha garrafa d’água, ligo pra casa pra falar que está tudo bem, junto meus papeis, anoto o que tenho que fazer, leio algumas notícias e DEPOIS eu vejo o blog.
Não sei por qual razão eu entrei no blog logo cedo. 6º sentido, só pode! E comecei a ler como quem esperava um bom texto do Neto.

Li uma vez o primeiro parágrafo e parei. Li de novo. Li mais uma vez. Achei que eu ainda estava dormindo e, claro, estava vendo coisa. Continuei lendo. Li até o final. Voltei e li novamente.
Levantei, lavei o rosto, tomei uma água, voltei para o computador e li com cuidado. É, eu não estava dormindo.

E senti como se tivesse levado um tapa bem dado no rosto. Doeu. Não era verdade, não podia ser verdade, mas o Neto não ia brincar com uma coisa séria (ô ingenuidade!). Incrível como eu me apego a uma pessoa que só conheço virtualmente.

Depois fui conversar com o Neto, falei o que eu achava dele, o que admirava nele. Eu aprendi que a gente não deve deixar pra falar da pessoa depois que ela se vai, mas eu ainda assim demoro pra demonstrar e senti que se não falasse logo, não falaria nunca mais.
Falei tudo, fiquei com os olhos cheios de lágrimas. Apesar da pose, eu sou menininha, gente! Eu já cheguei ao cúmulo de chorar vendo foto de criança.
Não conseguia mais trabalhar, não me concentrava, só pensava no Neto…pensava que ele é um cara que eu queria conhecer pessoalmente e se não o fizesse logo, não teria outra oportunidade.
E eu nem imaginava a verdade…

Depois que o Neto contou no msn para mim e para o Diego eu pensei seriamente em conhece-lo pessoalmente. Eu iria até Minas só para fazer uma visita para o Neto e dar um tiro na porra do tumor dele! O sangue subiu. Eu fiquei puta!
Como mulher eu comecei a pensar na mãe dele e o quanto ela deveria estar desesperada. Eu já teria arrancado o Neto do serviço e iria procurar o melhor tratamento, nem que eu me afundasse em dívidas.

Minha cara com a notícia

Incrível como as pessoas se desesperam com a morte. Incrível como me bateu um sentimento materno nessa hora. Era injusto alguém tão jovem morrer.
E pra ajudar…uma semana antes eu descobri que um conhecido meu havia falecido por causa de um acidente com gás. Ele era amigo de uma amiga minha e apenas um conhecido meu. A gente chorou horrores. Eu estava inconformada como uma pessoa com a minha idade, cheio de vida, cheio de vontade de vencer não estava mais entre nós.

Aí eu entro no blog e vejo que alguém que eu conheço MAIS do que esse rapaz estava para morrer. Pronto, bateu o pânico!
Eu nunca xinguei tanto alguém quanto xinguei o Morto. Nunca quis bater tanto em alguém como quis bater no Moribundo. Acho que tanto o Zumbi, quanto o Diego ficaram com medo de mim!
Ele explicou, eu não queria entender e só pensava “quando o Pedro descobrir, fudeu!”

E o chefinho descobriu. E teve uma reação pior do que a esperada. Nessa hora eu até acalmei e aí comecei a compreender o que o Morto queria. Realmente ele estava certo no post dele, e acredito até que eu não precise falar mais nada a respeito..tanto ele quanto o Pedro já falaram.

A conclusão é: quase ninguém sabe lidar com a morte quando é por alguma razão “natural”, mas ninguém liga quando a vontade de matar o Morto fala mais alto XD


  1. Pra passar a raiva, um texto muito bom. Ri pracaraleo!
  2. Corinthiano é foda. Mal ganharam a taça e já estavam derretendo pra vender
  3. Um dos comentários na explicação do Morto falava sobre “Enfim, esse lance de “Meu Crepúsculo” é sério? as pessoas vão poder contar suas histórias?”. É de se pensar, viu? Mas só verdades agora ;)



Essa foi exatamente a cara que eu fiz quando fiquei sabendo que o post sobre o tumor do Neto era mentira. Na minha cabeça, a causa da morte dele não seria o tumor mesmo e sim a quantidade de porrada que ele merecia por não ter principalmente me avisado. Sendo eu o Senhor de Engenho desta bagaça aqui, merecia saber. É leitor, eu também não sabia de nada. Obviamente, não foi meu primeiro sentimento, a primeira coisa que eu senti foi alívio, porra… ele não estava nas últimas. Na verdade estava, porque se ele morasse em BH eu talvez cometeria um assassinato (¬¬).

Quando fiquei sabendo, também fiquei com medo da reação dos leitores… tudo isso porque eu ainda não sabia qual foi realmente o motivo todo, não da brincadeira – nunca uma brincadeira, do “experimento” do Neto. Na mesma hora ele tentou explicar dizendo que havia uma explicação. *Só para contextualizar, estávamos no grupo de msn do Crepúsculo, eu, Naya, Diego e o Morto. Eu então resolvi esperar pelo tal post onde ele explicaria tudo. No meio disso tudo, eu – mais calmo – fiquei pensando… meio que supondo o que ele iria dizer, principalmente após os comentários.

Ele tinha que ter um ótimo motivo para fazer isso, e teve. O post da explicação foi perfeito, e até melhor do que eu imaginava. Claro que ele poderia simplesmente ter feito um simples post falando sobre o assunto, mas ele foi muito mais esperto e inteligente por fazer uma experiência empírica. Ele nos testou e conseguiu ótimos resultados. E eu como um eterno admirador das reações humanas, achei fantástico o que esse garoto de Montes Claros conseguiu fazer.

Primeiro: Eu não conheço o Neto, bom… pessoalmente não. De qualquer forma se você colocar friamente, ele é um cara que posta no meu blog. Ou seja, ele nos fez ver que mesmo um “amigo virtual”, é um amigo. E o que eu senti quando li o post moribundo dele, foi provavelmente o mesmo que eu sentiria se fosse um amigo de longa data que conviveu comigo.

Segundo: No dia-a-dia normal de uma pessoa ela não costuma pensar sobre a morte… ou sobre a infinidade do universo, sei lá. Então de repente esse post nos trouxe uma realidade que todo ser humano prefere bloquear e esquecer: todos vamos morrer algum dia. E como o Neto muito bem disse, a morte é uma parte da vida, e nós a bloqueamos porque obviamente não queremos morrer. Mas… é sempre bom, tomar um tapa de realidade de vez em quando.

Terceiro: O fato de várias pessoas terem comentado “aproveite a vida”, “faça dos últimos dias os melhores”… mesmo sem ler o post dele eu já pensei “Mas… porra, porque diabos esperar receber um deadline da vida para começar a aproveitá-la?” Essa é uma pergunta extraodinária, caro leitor. O que é aproveitar a vida para você? Seria largar tudo e viajar pelo mundo – contando que você tenha dinheiro para tal- ? Olha, eu gosto bem da minha vida. Não é nada perfeita se comparada a alguns padrões, mas é ótima para mim. Se isso acontecesse comigo, é claro que iria me esforçar para fazer coisa que eu pretendia fazer mais tarde, mas não mudaria nada radicalmente. Continuaria fazendo o que eu faço, tentaria desesperadamente terminar o meu livro, continuaria a ir na faculdade e tudo mais. E olha, eu aproveito minha vida muito bem.

Sinceramente, deixo aqui os meus parabéns ao Morto (mesmo assim, nós vamos continuar chamando ele de Morto ou Moribundo) pela maneira inteligentíssima de fazer não só os leitores desse blog, como a nós editores a refletir sobre um assunto muito delicado. E refletir bem. Bom, comente… quero muito saber se você concorda comigo.

***

1 – Esse aqui vai para o Rafa que enquanto eu escrevia esse post ele me ajudava com as coisas mais chatas de se mexer em um blog. Á, e porque o blog dele é foda demais: Fottus – As Melhores Imagens da Internet.

2 – Este post aqui mostra três ótimos anúncios de revista, vale a pena conferir. Direto do FesterBlog.

3 – Não esqueça de mandar dicas e posts na comunidade do Crepúsculo para as Rapidinhas de Segunda.



Janick Gers, Steve Harris, Bruce Dickinson, Adrian Smith, Nick McBrain, Dave Murray


Então meus queridos metaleiros, como prometido, rapidamente estamos de volta com o sensacional Dossiê Iron Maiden. Se você perdeu o primeiro post, #corra, clique aqui e leia. Esse será mais um post gigante, assim como o primeiro, então você já sabe.

O post de hoje é audacioso, corajoso e opinativo, eu sei que estou mexendo com uma coisa que é complicada, ainda mais se tratando da maior banda de metal de todos os tempos. Sim, sou audacioso e corajoso o bastante para fazer uma lista dos 7(+1) melhores CD’s do Iron Maiden… e como eu gosto de ser polêmico – mas nem tanto – teremos uma lista com as 20 (+3) melhores músicas do Iron. Parece idiotice, e é. Mas só para quem conhece e é fã da banda. E eu disse que esse dossiê é também para pessoas conhecerem um pouco mais da Donzela de Ferro, e que espécie de Cara Que Indica Banda eu seria se não indicasse também o melhor material da banda?

De antemão eu aviso: AS LISTAS SÃO BASEADAS NO MEU GOSTO – e no meu limitado conhecimento de música. Então meu caro, não perca seu tempo dizendo que faltou isso ou aquilo, que eu sou um idiota por deixar tal disco de fora – ou música. Never the lass, acredito que tenha feito ambas listas com material para agradar quase todos os fãs e principalmente com o essencial do Iron para que mais e mais pessoas virem adeptos dessa “religião”. À, esqueci de avisar… se você é um xiita, você não é bem vindo neste post… muito menos neste blog.

Prontos?

***

Antes, apenas considerações:

- Essa lista é quantitativa, ou seja, o primeiro é melhor que o segundo e assim por diante

- Agradeço ao Diego pelas resenhas de todos os álbuns.

Os 7 (+1) Melhores Álbuns do Iron Maiden


Medalha de Ouro para o primeiro disco da banda


Iron Maiden: O primeiro álbum dos ingleses. Feita com uma produção podre de Will Malone, que não tinha muito interesse no projeto da banda e deixou os integrantes praticamente fazer o que queriam, este álbum esta na lista de muitos fãs pelo som meio roots, mais pobre do álbum, graças a péssima produção feita. O disco foi gravado com o guitarrista Dennis Stratton, que logo depois daria lugar a Adrian Smith.  Antemão
O álbum não possui nenhum tipo de conceito. A música “Phantom of the Opera” é baseada no romance do mesmo nome, a velha história do homem com a face disforme que se apaixona pela mulher da ópera.

“Charlotte, the Harlot” conta a história de uma prostituta, a primeira de uma série de músicas do Iron que fala sobre ela. “Iron Maiden”, a música título do nome do álbum e da banda, fala sobre o instrumento de tortura medieval que Steve Harris viu no filme “O Homem da Máscara de Ferro”.

O álbum foi bastante apreciado pelo público britânico, chegando a atingir a 4ª posição na lista de álbuns mais vendidos no país.

Os destaques do álbum são para as músicas “Phantom of the Opera” e “Iron Maiden”.


Medalha de Prata para o disco com a melhor capa da história


Powerslave: Em 1984 foi lançada uma das maiores lendas do Heavy Metal mundial. O álbum “Powerslave”. Totalmente ambientalizado, como você pode perceber pela capa, nas lendas e histórias egípcias, apresentadas também na música título. Mesmo não tendo o mesmo hype de “Number of the Beast”, ainda é um dos discos preferidos dos fãs.

Foi o último dos discos do grupo a ter uma música totalmente instrumental, “Losfer Words (Big ‘Orra)”. A música “Rime of the Ancient Mariner” é baseada em um poema de Samuel Taylor Coleridge de mesmo nome, com pedaços do original dentro da música, sendo também a música mais comprida já gravada pela banda, com mais de 13 minutos. “The Duelists” é baseado no filme de mesmo nome de Riddley Scott, além de falar sobre a tradição no século XVII e XVIII, quando se alguém apanhasse uma luva jogada no chão estaria aceitando um duelo até a morte em defesa da honra. “Aces High” fala sobre os conflitos da força aérea inglesa com a alemã durante a Segunda Guerra Mundial.

Os destaques do álbum são as músicas “Aces High” e “2 Minutes to Midnight”, que ainda se mantem firmes e fortes dentre as músicas do grupo que são tocadas ao vivo.


Bronze para um dos CD's mais queridos dos fãs


Piece of Mind: Este grande album do Iron é o primeiro a ter Nicko McBrian no comando das baquetas. “Piece of Mind” é um grande caminho em torno dos mundos da ficção. O objetivo da banda neste álbum foi fazer uma pequena coletânea de composições relativas a livros e filmes que os músicos gostavam. A música “To Tame a Land” foi baseada no romance “Dune” de Frank Herbert. “The Trooper” teve inspiração no poema “Charge of the Light Brigade” de Alfred Lord Tennyson, baseado em um feito da cavalaria inglesa na Guerra da Criméia e “Still Life” foi baseada no escritor de terror Clarke Ashton Smith em seu livro “O Habitante do Lago”. Dentre outras inspirações podemos citar “Where Eagles Dare” filme e romance, “Quest for Fire”, baseada no filme de mesmo nome de Jean-Jacques Annaud e o escritor G. K. Chesterton que é citado no início de “Revelations”.

Outras influências que fogem a este tema incluem a Mitologia Grega na música “Flight of Icarus” e o lendário samurai Miyamoto Musashi em “Sun and Steel”.

O álbum foi aclamado mundialmente e vendeu mais de 1 milhão de cópias nos EUA.

“Oh Deus da Terra e do altar
Curve-se e escute nosso lamento
Nossos governantes terrenos vacilam
Nosso povo definha e morre
As paredes de ouro nos sepultam
As espadas do escárnio dividem
Não nos tome vosso trovão
Mas leve nosso orgulho”
G. K. Chesterton; Oração Inglesa

O maior destaque do álbum é a aclamada música “The Trooper”, uma das músicas de maior sucesso do grupo até hoje, sendo incluída em todas as turnês da banda desde o lançamento do álbum.


Primeiro disco da nova era da banda... e um dos melhores de sua história


Brave New World: O retorno do grande Iron Maiden foi marcado por este álbum. O guitarrista Adrian Smith, que deixou a banda em 1990 e o vocalista Bruce Dickinson retornaram, que fez seu último show em 1993, retornam a banda para “Brave New World”. O álbum teve um retorno fantástico, e vendeu mais de 50 mil cópias apenas no Brasil.

Como o nome indica, “Brave New World” (Admirável Mundo Novo) fala sobre nosso novo mundo, em como agimos e o que fazemos. “Brave” entra em um novo conceito para o Iron Maiden, que deixa a “fantasia do metal” e finca os dois pés na realidade.

“Reis despóticos, rainhas moribundas
Onde está a salvação agora?
Perdi minha vida, meus sonhos
Ossos arrancados da minha carne
Gritos silenciosos gargalhando aqui
Moribundos para te dizerem a verdade
Você é planejado e está condenado
Nesse admirável mundo novo”

De acordo com Adrian Smith em uma entrevista, quatro músicas do “Brave” foram escritas por Steve Harris e Janick Gers (alguns dizem que com a ajuda de Blaze Bayley) para o álbum “Virtual XI”.
Os destaques do álbum ficam para as músicas “Brave New World” e “The Wicker Man”.


Esse disco é o porque do +1, ou seja, impossível ficar de fora.


Seventh Son of a Seventh Son: Este album marcou a saída de Adrian Smith do Iron Maiden. O título do album, Sétimo filho de um sétimo filho, faz parte de uma lenda. Na América Latina este filho se torna um lobisomem, na Irlanda ele ganha poderes de cura e na Inglaterra, país da banda, o sétimo filho recebe poderes mágicos.
Ligadas ao conceito desta lenda estão músicas como “Moonchild”, “Infinite Dreams”, “Seventh Son of a Seventh Son”, “The Prophecy” e “The Clairvoyant”.
A música “The Evil that Man Do” foi inspirada em um texto de William Shakespeare. O personagem Marco Antônio na peça Julio César, diz: “O mal que os homens fazem vive após os homens
morrerem, mas a bondade é enterrada juntamente com seus ossos”.
Os destaques deste album ficam para os clássicos “Can I Play with Madness” e “The Evil that Man Do”.


O disco que colocou a banda no topo em todo o mundo e talvez o mais polêmico


The Number of The Beast: O terceiro album do Maiden. Não se tem muito que falar, sem dúvidas “The Number of the Beast” abriu as portas do mundo para os metaleiros ingleses, que ainda eram desconhecidos na composição de “Iron Maiden” e “Killers”. Igualmente marcou a estréia do lendário vocalista Bruce Dickinson, considerado uma das maiores vozes do metal de todos os tempos.
Algumas curiosidades do álbum são relatadas nas histórias da banda. O produtor Martin Birch sofreu um acidente de carro e quando foi retirá-lo recebeu a conta no valor de 666,66 libras. A música título do álbum alcançou as paradas na Grã-Bretanha na posição 18, ou seja, a soma de três números seis. O disco, além de marcar o nome do Iron Maiden na história da música, também se tornou uma espécie de apelido para a banda e também para Eddie, o mascote, que ainda são chamados de “The Beast”.
As diferenças grandiosas deste álbum para os antecessores se deu, além da troca de Paul Di Anno por Bruce Dickinson, principalmente pela mudança dos compositores do álbum. “Number of the Beast” foi o único álbum que teve o baterista Clive Burr como compositor, além de ser o primeiro álbum com músicas escritas por Adrian Smith e apresentar um “novo” Steve Harris. O álbum também não possui nenhuma música feita por Dave Murray e foi o primeiro a não ter nenhum instrumental.
A recepção do álbum foi mundial, e é muito difícil o “Number of the Beast” não fazer parte das listas de maiores álbuns de todos os tempos no Heavy Metal. Dentre os diversos veículos de comunicação que colocam a importância do álbum, estão:

Guitar World (17º maior álbum de todos os tempos),
Q Magazine (100ª posição de todos os tempos e entre os 50 maiores do Heavy Metal),
IGN (3º maior de todos os tempos),
Metal Rules (O maior álbum do Metal de todos os tempos)
BBC (Documentário sobre os maiores álbuns clássicos)

O álbum é sem dúvidas também um dos mais polêmicos do Metal, principalmente pelos títulos das músicas e a arte de capa, que mostra Eddie controlando um demônio.
Apesar disso, nenhuma das músicas tem alguma ligação com o satanismo. A música título do álbum foi escrita por Steve Harris logo depois dele ter assistido o filme de terror “A Profecia II” e ter tido pesadelos com imagens de satanismo. “Children of the Damned” foi baseada, de acordo com Bruce Dickinson enquanto entrevistava Ronnie James Dio em seu programa de rádio na BBC, na música “Children of the Sea” do lendário álbum “Heaven and Hell” do Black Sabbath, além do filme de mesmo nome. “Run to the Hills”, outro clássico do grupo, foi baseada no combate entre os colonizadores ingleses e os índios na América do Norte.
Os grandes destaques do álbum são as músicas “The Number of the Beast” e “Run to the Hills”.


O último álbum de estúdio da banda e sim, um dos melhores.


A Matter of a Life and Death: O último lançamento de estúdio do Iron Maiden. “A Matter of Life and Death” manteve a formação de sucesso da banda, com Bruce e Adrian Smith. Como o “Brave New World”, o Iron continuou com os temas recorrentes. O album, mesmo não tendo um conceito pré-estabelecido mantem as ideias sobre Guerra e religião fortemente colocadas em todas as músicas.

O álbum obteve um grande sucesso, sendo muito bem resenhado por dúzias de publicações em todo o mundo. As revistas internacionais Kerrang!, Metal Hammer deram nota máxima ao lançamento, e a revista Classic Rock elegeu “A Matter” como o álbum do ano de 2006.

O CD foi vendido no mundo inteiro, e conquistou o topo das paradas em um grande número de países, dentre eles Itália, Finlândia, Alemanha e o próprio Brasil, onde vendeu também mais de 50 mil cópias.
Os destaques do álbum ficam para as músicas “The Reincarnation of Benjamin Breeg” e “Brighter than a Thousand Suns”.


Por último mas não menos importante um dos discos mais injustiçados da história do rock



Somewhere in Time: Este grande álbum do Maiden teve um trabalho duro: se mostrar tão bom quanto seus antecessores, “Powerslave” e o ao vivo “Life After Dead”, para uma grande parte dos fãs dois dos maiores álbuns da banda. Foi o primeiro álbum da banda utilizando sintetizadores de guitarra.

Este álbum também criou alguns conflitos internos na banda, pois o material de Bruce Dickinson foi rejeitado em favor das músicas de Adrian Smith.

“Somewhere”, mesmo sendo um grande disco, não conseguiu alcançar o mesmo nível de sucesso do poderoso “Powerslave”, e acabou tendo grande parte de suas músicas esquecidas pela banda e os fãs.
Este álbum, diferentemente de alguns outros citados anteriormente, não tem nenhum tipo de conceito específico. A música “Alexander The Great” fala sobre o grande imperador da Macedônia, um dos maiores conquistadores de todos os tempos, e duas músicas baseadas em obras do escritor Robert Heinlein, “The Loneliness of the Long Distance Runner” e “Stranger in a Strange Land”, este último baseado em fatos reais.

Os grandes destaques deste álbum são para as músicas “Wasted Years” e “Heaven can Wait”, que foram as únicas duas que ainda se mantêm rígidas dentro da lista de músicas tocadas ao vivo pela banda.

***

1 – Como você pôde perceber, a intenção deste post era também colocar a lista das melhores músicas, mas como eu achei grande demais, preferi deixar para um post separado e que será o próximo do Dossiê. Mais uma vez, peço encarecidamente que dê a sua opinião mas não seja um xiita chato.

2 – Você encontra – por enquanto – tudo, mas tudo mesmo sobre o Iron Maiden nesta seção do site Wiplash.

3 – Já conhece o mais novo portal de besteiras humor da blogosfera? Visite o Bobolhando

Oi. Tudo bem? Posso começar? Vocês não vão me bater? Tudo bem. Quem viu meu último post sabe que ele foi bem sério (se você não leu, leia antes de ler este). Falei de um assunto muito delicado: morte. Não só falei como confidenciei que estava com uma doença terminal, o que é uma inverdade (calma, leia o post inteiro para entender tudo). Estou muito bem, obrigado. Com saúde e em perfeito estado (eu acho).

Olhem para a cara deste cão. É a minha cara de malandro para fazer o post anterior.

O post onde eu contava estar com um tumor não foi totalmente uma peça que resolvi pregar em todo mundo (é, eu não fiz na intenção de brincar com você nem rir da sua cara). Fiz isso para coletar experiências pessoais de como as pessoas lidam com a morte. Porque saber que ninguém sabe lidar bem com a morte, isso todo mundo sabe. O que eu queria eram experiências reais para deixar meu post mais embasado.

Começando aqui. O que você faz quando um parente próximo de uma criança morre? Você fala que ele morreu e virou pó (purpurina, se gostar de dar marcha ré no kibe). Fala que não vai voltar mais? Fala que ele acabou e agora só vai existir na memória de quem vive? Na grande maioria das vezes, não. O que acontece? Temos crianças que se tornam adultos incapazes de enfrentar a morte, vêem-na como uma coisa ruim, não conseguem lidar bem com a morte de amigos, vivem como se fossem highlanders (imortais) e crêem com a maior certeza do mundo na possibilidade da existência de consciência sem a existência de um cérebro (algumas pessoas aparentemente vivem sem cérebro). Resumindo, uma fuga.

Fuga da morte? É. Quando contei a verdade para meus colegas de blog e mais algumas outras pessoas, eles ficaram imediatamente horrorizados sobre como eu poderia brincar com uma coisa dessas. E se acontecesse de verdade, como castigo (o que não faz o menor sentido)? O que todos ignoram é que a morte faz parte da vida. A partir do momento que se nasce, já se está morrendo. Não tem como interromper esse processo (se você conseguir, ganha o Nobel, se não te assassinarem antes para roubar a tecnologia).

O que mais me assustou foram pessoas falando “agora vá curtir a sua vida com as pessoas que você ama”. E eu pensava :”porra poxa, você não deveria fazer isso o tempo inteiro, já que você sabe que pode morrer a qualquer dia?”. Quer dizer que é só quando se sabe que vai morrer é que se deve amar plenamente e fazer as coisas que tem vontade de fazer? E quando você não tem a oportunidade de saber que está perto de morrer?

Outros disseram (com uma ponta de resignação), que fariam tudo que tivessem vontade, dariam um pé-na-bunda do chefe, sairiam correndo na rua pelado, gastariam todo seu dinheiro em coisas que gostam enfim, liberariam o louco que existe dentro de si. Aí eu me pergunto: mas que surto de porra-louquice é essa? E porque não fazem isso agora? Tem que esperar morrer? Quer dizer que a vida tem de ser uma merda enquanto não se sabe o dia da morte? Já dizia o Bill Bernbach: “a vida é muito curta para vivê-la ao lado de um filho da puta”. E eu acrescento, não seja você mesmo esse filho da puta descendente de uma meretriz.

O que eu queria dizer mesmo é: amigo, você vai morrer. Vai mesmo. Sem sombra de dúvidas. Tá esperando o que pra viver a sua vida plenamente, fazendo o que gosta e curtindo as pessoas? Tá, a gente fala que curte, mas não curte. E não é virar um porra-louca irresponsável. É só curtir a sua vida (eu falo muito palavrão mesmo, mas sou super educado). Seja feliz e faça os outros feliz. É gratificante. O que proponho não é pensar na morte 24 horas por dia. É aceitar ela com naturalidade

O resto dos colaboradores do blog não estavam sabendo de nada. A idéia foi minha e eu postei sem avisar ou pedir opinião. Se forem punir alguém, que seja eu.

Quero deixar bem claro claro que não quis ferir os sentimentos de ninguém que tem ou teve parentes com câncer. Minha avó morreu de câncer e eu sei o quanto é doloroso para a família ver a pessoa ali, prostrada. Escolhi a doença, como dizem, “na doida”.

Espero que vocês achem o objetivo do post legal, depois que a vontade de me explodir com uma dinamite a raiva passar. Se me encontrarem na rua, não me esfaqueiem nem passem cocô de cachorro na minha cara. E quanto ao pessoal que comentou no primeiro post, vou responder pessoalmente por email pedindo desculpas pela “brincadeira”. Acreditem, fiquei tentado à contar logo por causa da emoção que algumas pessoas colocaram em seus comentários.

Descobri que ganhei um novo apelido no msn por parte dos meus coleguinhas de blog: Morto. “O morto vai postar hoje?”. “Pergunta pro Morto se ele pretende desmentir o post logo?”.

Sacrifiquei minha vida social na faculadade (meus colegas também leram o post). Eles me acham retardado agora.

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1 – Convido o Diego, o Pedro e a Naya a postarem aqui dizendo a sua opinião sobre isso, e o que sentiram na hora, assim como você também, leitor.

2 – Este é o post da morte. Se você não repassar esse post para 50 pessoas uma terrível doença irá cair sobre você. Um homem não repassou e morreu de esquitossomose. Uma mulher ficou com preguiça de repassar e caiu de cima da cama. (via @Samara).

3 – Três grandes mestres da ciência em um debate na TV. Stephen Hawkins, Carl Sagan e Arthur C. Clarke.

4 – Pra quem não conhece, o Coletivo Retomada é um pessoal que divulga bandas independentes com trabalho autoral do Norte de Minas. Vale a pena dar uma olhada no canal de vídeo do youtube deles.

5 – Os ateus são mais inteligentes (não, não é minha declaração, acredito só que eles são mais críticos).

6 – Este post foi tipo a brincadeira do pai de um amigo meu.

7 – Muitos links hoje pra descontrair. =)