Diretamente dos meus posts de quinta no Véio Tarado

***

Então seus tarados, estou de volta. Eu sei que esse post deveria ter sido feito na semana passada, mas podem ter certeza que o Mateus me encheu de porrada e ainda apertou meus bagos por não ter postado. Mas eu estou de volta com o Baú do Humor! E o post de hoje é sobre um dos melhores programas de humor da história da TV Brasileira. TV PIRATA.


tvpirata

Para você ter noção do que era a TV Pirata, tente imaginar a televisão no final da década de 80. Era uma maravilha, podia palavrão, podia fumar, podia beber, podia zoar negros, brancos, gays, judeus e etc…

E esse programa foi mais um daqueles em que tudo podia, e era engraçado pra caramba. Veja só o exemplo deste que era um dos melhores quadros do programa, TV MACHO.




“O quê? Tá com dúvida? Então desliga essa televisão antes que eu vá aí e parta tua cara!”
E não vem com essa a primeira faz tchun não em?! Barbeador de macho é Motorshave.

TV Pirata foi um programa baseado em dois grandes mega sucessos mundiais Saturday Night Live nos EUA e no maior grupo de humor da história Monty Phyton Flying Circus, da Inglaterra (esse último renderá um grande post aqui mais tarde).

Para terminar, a dica que eu dou é que você vá no Youtubiu e assista aos inúmeros vídeos da TV Pirata. Vale a pena lembrar os geniais esquetes do programa.

Fique com mais um vídeo da TV Macho, a entrevista com Edicléia Carabina!




Aahahahahha eu não falei que naquela época podia de tudo?

Um Abraço e até semana que vem!

Pedro Américome siga no twitter!

***

1 – Continuando as indicações de blogs de humor, vamos em mais três: Primeiro o blog com as melhores tirinhas do país, Um Sábado Qualquer

2 – Gordo Nerd

3 – E para finalizar o blog do spammer Will do Macacumor

Post feito por mim para o blog Véio Tarado

A seção se chama Baú do Humor como vocês podem ver, eu escrevo nela toda quinta-feira no Véio, e como a idéia é bacana, resolvi postar aqui também. Com a premissa básica de resgatar um pouco do humor feito antigamente na televisão. Espero que gostem.

***

Olá leitores do Véio Tarado!

Fiquem tranqüilos o Matheus não ficou louco e começou a falar diferente. Eu sou o Pedro Américo, do blog O Crepúsculo, estou aqui para falar de coisas que eu adoro e tenho um certo conhecimento: Humor e Nostalgia. A seção não se chama Baú do Humor à toa, toda quinta-feira eu estarei aqui para resgatar alguma coisa engraçada feita no passado, seja filme, vídeo, áudio, propaganda… qualquer coisa.

E é claro, quis começar com grande estilo, então o post de hoje será sobre Chico Anysio, para o mim o maior humorista de todos os tempos do Brasil. Hoje você pode até achar que o Stand-up Comedy é uma coisa nova, que surgiu há pouco tempo e tudo mais, eu te peço para ver o vídeo abaixo:

Stand-up do Chico em 1969




Chico Anysio além de ser um humorista genial, foi um dos mais criativos do mundo. Ele já criou mais de 200 personagens, alguns deles estão para sempre em nossa memória como: Professor Raimundo, Alberto Roberto, Bozó, Jovem, Pantaleão, Salomé, Baiano… entre tantos outros.

O que me intriga, é um gênio como ele na geladeira da Globo. Sou muito mais o Chico Anysio Show do que Zorra Total, Casseta & Planeta e Toma Lá Dá Cá tudo junto e mais um pouco.

Visite o site do Chico na globo.com e lembre dos eternos personagens. Melhor ainda é ir no Youtube e ver os milhares de vídeos dele. Fica a dica!

Para terminar uma piadinha com o mestre…




“Eu sou um símbalo sescual” – Alberto Roberto

***

1 – Falando em humor hoje vou indicar três ótimos blogs do assunto, começando é claro com o blog que tem os três gays mais legais da blogosfera Volkmer, Loch e Luquinhas do Corto Cabelo e Pinto

2 – E por que não o blog do casal mais engraçado de todos? L.F e Fefê do Triplo Sentido

3 – E é claro, o meu amigo Zanfects do sensacional Capinaremos

Intimidade é mesmo uma merda!
Quando você conhece uma pessoa, prova que aprendeu direitinho tudo o que a mamãe ensinou. Ainda mais se for menina…é uma lady, uma dama, a educação em pessoa. Sim, comete deslizes, mas nada que choque a sociedade. Isso até ficar intímo!

Há aqueles que defendam que a intimidade estraga relacionamentos, outros acreditam que só reforça. Eu acho que você tem que ser realmente muito intimo e muito cara de pau pra fazer determinadas coisas e saber se seu amigo tem estômago pra tudo isso.

Realmente não sei se os exemplos citados se aplicam aos rapazes, mas agora eu vou revelar o lado sujo das meninas.

O clássico ir ao banheiro junto é de conhecimento de todos, não exige TANTA intimidade (a não ser que você entre na cabine junto) e acontece por várias razões:

  • Pegar papel caso acabe;
  • Segurar a porta;
  • Falar de alguém que está na mesa ou de algo que não pode ser dito na mesa (90% das idas rola isso);
  • Emprestar absorvente;
  • Um convite mais “pesado” que eu vou explicar logo mais.
  • Pode acontecer de ser um serviço mais demorado, aí a amiga puxa a outra pra ficar batendo um papo sem compromisso pra relaxar

Depois de algumas idas juntas ao banheiro, as mulheres já se sentem intimas o suficiente para passar para um novo nível…o banho:

  • Se estiverem reunidas em casa só amigas é comum tomar banho de porta aberta para poder conversar (se tiver a amiga da amiga, ela também toma banho assim, não pega nada);
  • Caso estejam em grupo misto, quando uma for tomar banho, outra entra para conversar (e nessa hora os pensamentos mais pervos passam nessas cabecinhas masculinas);
  • Agora quando a intimidade ultrapassou todos os limites, podem acreditar…a porta vai estar aberta enquanto uma toma banho e a outra pinta a porcelana ou faz um xixizinho básico.

Já a eructação pode ser vista por qualquer amigo, independente do sexo. Esse, sinceramente, eu não consigo…não sei o que acontece, mas fica tímido e trava. E caso você esteja procurando um dicionário no momento, eructar é o mesmo que arrotar.
Passei por experiências de estar reunida com algum grupo na casa de alguém e após o lanchinho começar um festival…o pior não é o barulho, mas alguns fedem muito! Você arrota na cara do amigo e nem pede desculpa. Isso é intimidade, meus caros. Ou vai me dizer que você faz isso logo que conhece alguém?
E quando a intimidade é suficiente um ou outro sempre fala “eu consigo mais alto”. E a nona sinfonia de Beethoven toca ao som de ‘Burps’.
Para os homens isso pode parecer normal, mas imaginem umas 5 ou 6 mulheres juntas. E você que pensava que sua namorada era toda fina…não sabe de nada!

Agora sim estamos onde eu queria chegar e por que pensei em escrever esse post.
Não vou dar nomes aos bois, ou melhor, não vou dar nome às vacas, mas vou contar uma coisa que aconteceu comigo outro dia.
Quando a intimidade é extrema até a flatulência está liberada. E seja onde for…na casa da amiga, no carro da amiga, quando for no banheiro com a amiga (ai eu volto para o tópico que eu pulei…quando a amiga te chama pra ir ao banheiro só porque ela quer peidar e não tem outro lugar.)
Dividir o delicioso aroma de repolho com ovo é a prova do quanto você confia e gosta da pessoa que está ao seu lado, ainda mais dentro do carro da amiga para que o cheiro fique impregnado no banco e ela sempre lembre de você!
Claro que existem vezes que a amiga avisa o que vai fazer e ainda faz um ventinho com a mão pra ver se ajuda a eliminar o cheiro mais rápido. No entanto chega um momento do relacionamento que você nem avisa mais e manda ver.
Já disse, não vou dar nomes às vacas, mas outro dia estava passeando de carro com umas amigas…lindas, com os cabelos ao vento, ouvindo música e batucando. Alguns gases já haviam sido expelidos e tudo estava certo. Eis que começa o momento tenso da história.
Uma das gurias não avisou que iria cometer o delito, já que imaginou que conseguiria deixa-lo sair silencioso. Realmente, ninguém ouviu nada, ou se fez barulho foi abafado pelo som do carro, entretanto o perfume era fatal!
As pessoas presentes no carro perceberam na mesma hora e todos entraram em pânico.

Agora realiza a cena…um bando de mulher gritando no meio de uma importante e movimentada avenida, implorando por oxigênio, com a cabeça pra fora do carro, enquanto a tumultuadora ria freneticamente. Agora imagina eu dirigindo assim – gritando com a cabeça pra fora do carro.
Quem passava na rua na hora não deve ter entendido nada e muito provavelmente fomos tachadas de drogadas ou bêbadas. Mas não importa, o que importa é que sobrevivemos para outras sessões de gases.

Por essas razões e por outras que a intimidade é uma merda. Você perde completamente a vergonha e faz coisas que a até você duvidaria fazer um dia!

Mas sabe…eu não troco isso por nada.


  1. Eu apoio o GordoNerd – Chega de Susan Boyle…ela AINDA é super comentada na televisão, caraleo velho, chega, a gente já entendeu a lição!
  2. Comprem suas máscaras antes que acabem. A Gripe Suína chegou aqui…
  3. O bravo companheiro de equipe de PREX que eu falei no meu último post ficou putinho porque eu não falei o nome dele. Valeu pela dica, Ricardo Felix (ele não tem orkut, não tem twitter, não rola linkar…)

São 4:54 da manhã e eu resolvi postar. O Pedro, a Naya e o Diego não foram avisados, o que me leva a crer que eles terão uma grande surpresa ao ler este post.

Vou ser bem direto. Há duas semanas eu fiz alguns exames e o resultado foi o seguinte: estou com um tumor de aproximadamente 2,5 centímetros de diâmetro no centro do meu cérebro. Não esperava que fosse isso mas, já vinha sentindo algumas dores fortes de cabeça havia alguns meses. Não vou entrar em detalhes mas, por ser no centro do cérebro, o tumor é inoperável. Vou fazer tratamento (não sei ainda se vai ser radio ou quimioterapia, nem lembrei de perguntar) mas conversei francamente com o médico e ele já me avisou de antemão que não há muitas chances de cura (praticamente nenhuma). O tumor cresce rápido e não pode ser retirado sem me deixar totalmente retardado.

A maior ironia de todas é o fato de eu escrever há alguns meses para um (grande) blog chamado O Crepúsculo.

cre.pús.cu.lo
sm (lat crepusculu) 1 Claridade frouxa, que precede o nascer do Sol ou persiste algum tempo depois de ele se pôr. 2 fig Decadência, ocaso. C. da vida: a velhice.

Acho que é justamente assim que eu me sinto agora. Uma luz fraca, de pôr-do-sol mesmo, sem forças para continuar e que vai aos poucos se apagando.

Enfim. Resolvi filtrar disso tudo alguma experiência bacana para deixar para as outras pessoas afinal, todo mundo vai passar por isso e, garanto, é um caminho que se percorre sozinho. Vou abrir uma seção aqui no blog chamada Meu Crepúsculo, onde eu vou descrever, de vez em quando, quais são as sensações (acredite, são muitas) que vão se acumulando na cabeça de uma pessoa prestes a enfrentar o seu crepúsculo final (tá bom, chega de metáforas porra).

Mesmo quando o tumor estiver um pouco maior, e começar a atrapalhar as minhas habilidades cognitivas e motoras, tentarei continuar postando, ou pedirei para alguém próximo postar ou, no caso de eu não poder conversar ou escrever mais (me comunicar), escrever como eu estou.

Agora no momento eu sinto um pouco de dor de cabeça mas deve passar logo porque tomei um analgésico. Sentimentos são de: fraqueza, impotência diante das coisas, tristeza, saudade antecipada de qualquer coisa e um turbilhão de sensações que eu nem consigo definir ainda.

Fiz uma música sobre saudades e postei no youtube. Se chama Sertão:

Espero que tenham gostado dela. É um pouco de mim que eu vou deixando para trás. Minha marca neste mundo.

***

1 – Pelo menos descobri uma coisa. Todos dizem que não existe ateu na hora do desespero. Aqui estou eu.

2 – Não sei se esse tipo de postagem acabaria com o blog mas, gostaria muito de compartilhar tudo que estou sentindo e que vou sentir nos meses para frente.

3 – Tem a letra da música no youtube, na descrição do vídeo.

UPDATE:

Pra quem ainda não leu o post que vem depois desse: este post é uma mentira. Pode parar de chorar e fique sabendo da história toda aqui.

Nova seção! E é fixa!

Toda segunda vamos passar aqui algumas rapidinhas para começar a semana com ótimas dicas. Não vai ter regra e nem toda semana vão ter as mesmas dicas, mas um vídeo, uma foto uma notícia bizarra, dica de filme, livro e música acredito que sempre vamos passar aqui. (Naya, Diego e Neto… isso é para vocês também ahahah).

Série – Fringe




Se você é daqueles viciados em séries e que está louco por uma novidade, Fringe é de longe a melhor pedida. E se você é daqueles, como eu, que se apega às suas séries favoritas e não quer largar, dou uma dica: Assista Fringe. Quer motivos? Ok.

Fringe é uma série criada por ninguém mais ninguém menos que J.J Abrams, esse cara aí só criou Lost e Alias, além de ser co-roteirista de Transformers. Quer mais? Ok.

Fringe é uma mistura de Arquivo X e o próprio Lost. E dou uma dica, os atores e personagens são simplesmente fantásticos. John Noble (Denethor de Senhor dos Anéis) rouba totalmente a cena, além dele ser um ator fantástico ele deu vida própria a Walter Bishop, o cientista maluco da série. Anna Torv e Joshua Jackson (Olivia Dunham e Peter Bishop) fazem um dupla incrível que conquista facilmente o público. E nos primeiros capítulos você já começa a torcer para Peter dar uns pegas na Agente Dunham. Sem contar que além da série lembrar muito Arquivo X, Olivia e Peter são praticamente espelho de Mulder e Scully.

Fringe já está passando na Warner aqui no Brasil. E vale muito a pena assisir, se você é daqueles que ficam malucos com Lost e morrem de saudades de Arquivo X, certamente essa será sua próxima série favorita.

Música/Clipe – Tears of The Dragon



Carreira solo do Bruce Dickinson. Essa é uma das músicas mas lindas que eu já ouvi.

Foto/Imagem




Compartilhada pelo Diego Jock

Coisas da Umbigosfera



Vídeo



Ahahahaha se fudeu bonito. Eu já disse que gordo faz gordice.

Cortesia do Macacumor

Livro/HQ

(watchmen%2C alan moore) [bb]

Obrigatório para todo mundo que gosta de Histórias em Quadrinhos. Watchmen é fantástico, do início ao fim, obrigatório na estante. Compre aqui pelo Submarino

Notícia Estúpida

Mulher Caviar fica ‘brava’ porque Adriano saiu com Panicat.

Nesta segunda-feira, o jornal “Extra” publicou uma foto de Adriano saindo de uma festa ao lado da panicat e disse que, no domingo, Eliza foi procurar o jogador em seu hotel, mas que ele não a autorizou a entrar. “É mentira. Estive com Adriano, sim. Eu soube que ele tinha ficado com essa menina e fiquei aborrecida, então liguei pra ele, que marcou comigo no hotel. Só que ele fica em dois hotéis na Barra, eu fui pro errado. Depois nos encontramos. Estamos ficando”, disse ela.
Adriano terminou um namoro-relâmpago com Ellen Cardoso, a Mulher Moranguinho, na semana passada.

Mulher OQUÊ?!?!?

Mais conhecida como, Mulher-que-o-Adriano-comeu. E falando nisso, parece que o Adriano quis parar de jogar futebol para comer todas sub-celebridades-ex-putas do Brasil.

***

1 – Além de trazer algumas informações, SIM este sempre será um post para caçar alguns paraquedistas e vender alguma coisa no submarino.

2 – Você não vai me repudiar por isso, ou vai?

3 – Sem links aqui, porque já linkei demais no post.

4 – Blogueiros, essa seção do blog será quase como um Links da Semana, então se quiser deixar na comunidade do Crepúsculo, um vídeo, uma foto, uma notícia, resenha de série, de filme, música… bom qualquer coisa, deixe lá no tópico Rapidinhas de Segunda.


Pensei em falar de futebol e o pessoal que “vira a casaca”.
Pensei em falar de como as palavras podem mudar seu dia.
Pensei em explicar por que tenho tantas fotos no orkut com copo na mão.
Pensei até em não falar nada e me rebelar.
Mas não, eu vim fazer um depoimento muito importante. Vim declarar o meu sumiço.

Não é o corriqueiro “estou trabalhando muito”. Tem dia que eu trabalho feito escravo e tem dia que eu jogo paciência (hoje eu trabalhei metade e agora estou ‘de boa’, tanto que estou escrevendo pra vocês). Mas tem um grande “problema” na minha vida que muita gente passa, já passou ou vai passar. O temido Trabalho de Conclusão de Curso, mais conhecido como TCC. No meu caso é um pouquinho pior já que o nome é diferente, mas é a mesma “grande porcaria” – PREX (Projeto Experimental) – aí toda vez que eu falo que estou ocupada por causa do PREX eu tenho que parar para explicar o que é:

Nessas horas a vontade de conversar já passou e eu sou obrigada a pensar de novo no tal do PREX.

Mas é tanta coisa assim? É e não é. É bem dividido, um ajuda o outro, o trabalho tá fluindo bem, mas sabe quando você sente que queimou todos os neurônios e nenhuma sinapse mais é realizada? Então…

Não que eu critique o TCC em si. É a hora que você prova que aprendeu o que foi ensinado em 2, 3, 4, 5 anos. Você vai e mostra pra banca que o investimento valeu. Mas isso vale no mercado de trabalho? Um TCC ótimo pode ser uma razão para uma chance (EU, Naya, não recordo mas vai que aconteceu com o primo da tia do seu vizinho), um TCC bom é só um TCC.

Seu grupo não cooperou, você não teve tempo, o seu orientador te sacaneou? Seu TCC vai conseguir ser no máximo bom, fato! E vai ser mais um ‘livrinho de mil e tantas páginas’ na biblioteca da sua faculdade.

Seu grupo cooperou, você teve tempo, o seu orientador ajudou? Seu TCC pode ser ótimo, vai depender de você e do seu grupo, ou vai ser bom. E vai ser mais um ‘livrinho de mil e tantas páginas’ na biblioteca da sua faculdade.

Se te ajudar para arrumar o trabalho do seu sonho, ótimo. Se alguém comprar seu projeto, ótimo. E se não for nada? E se for um ano que você pesquisou que nem louco e não serviu pra nada?

Acho que quando parte da pessoa fazer uma ‘puta’ pesquisa pra escrever uma monografia e descobrir que a molécula não sei de onde ajuda a prevenir uma patologia xix é super válido. Mas forçar uma sala inteira a pesquisar o que uma Matriz BCG, as Cinco Forças de Porter e fazer a Análise SWOT para ver onde seu produto/serviço se encaixa, ao mesmo tempo que você entrevista 300 pessoas, tabula e interpreta tudo isso pra ontem, também tenta descobrir se sua empresa paga tributação Simples ou Super Simples, além claro de analisar quais os melhores veículos para anunciar e como fidelizar o cliente de uma coisa que você não consegue nem mais imaginar como vai ficar de tanto detalhe para pensar…complicado.

“Ah, mas toda empresa devia ter um plano de negócios”. Ótimo, mas precisa mesmo me mandar fazer tudo e mais um pouco ao mesmo tempo para entregar ontem?

Todo mundo do meu grupo trabalha. Olha o tempo que sobra! É pesquisar quando fico tranqüila no serviço, é imprimir trabalho durante o almoço, é matar almoço pra sair por aí pesquisando concorrência, é se estressar porque não sei quem não fez não sei o que.

A cabeça fica tão cheia, mas tão cheia que outro dia eu voltei pra casa dirigindo no piloto automático, eu lembro de sair da faculdade e quando estava perto de casa, sendo que eu atravesso uma cidade inteira pra chegar em casa (moro em Praia Grande, estudo/trabalho em Santos e tem São Vicente no meio – acho que assim ajuda a entender A merda). O resto do caminho eu juro que eu não lembro.

Agora imagina. Se em uma coisa que eu tenho que prestar atenção pra não morrer, eu não presto, pense que eu vou conseguir terminar um texto. Aqueles lá de cima já tem um começo, só falta completar (só, como se isso fosse pouco). Além do mais eu acabei de perceber que apesar de estar sempre falando em PREX, eu não terminei de explicar nada, e nem vou…hoje estou no meu momento revolta total, não vai sair nada e se sair o texto vai ficar tamanho família e ninguém vai ler!

Outro dia um amigo meu e bravo companheiro de equipe de PREX falou disso, me deu até a idéia de escrever sobre isso no blog. Eu demorei, mas eu fiz!

Agora só para finalizar (tão vendo como minha cabeça está? Não consigo seguir uma linha de raciocínio, tanto que vou voltar para uma coisa que falei lá em cima).

Não sei se é exatamente um TCC/PREX/comoquiser que vai provar que você está apto para se formar, pegar o canudo e ser feliz. Fazer um trabalho com essa pressão toda (eu preciso fazer para me formar) é angustiante e não ajuda em nada, aí o trabalho vira mais um “livrinho de mil e tantas páginas” na biblioteca da sua faculdade.

Sem contar que existem os espertinhos que ou fazem corpo mole e o grupo carrega, ou compram trabalho. O primeiro é sacanagem, muita sacanagem. Todo mundo se mata e o bonitinho vai pra praia. O segundo, se não sabe, é crime¹, além de colocar a ética do aluno em prova.

¹ você pode ser processador por falsidade ideológica, estelionato (vale tanto para quem compra, quanto para quem vende). Se for plágio pode ainda gerar multa e detenção.

  1. Agradecimento especial para minha amiga Debs que me “emprestou” a janelinha do msn dela e entrou na brincadeira comigo..o papo ali em cima foi “inventado”, mas eu já respondi TANTO isso…
  2. O Pedrinho veio me perguntar se eu assinei algum contrato falando que ia escrever um número xix de vezes por semana no blog, por estar me desculpando. Não é isso, mas me sinto mal, sabe?
  3. Sabe o que anda me distraindo e me fazendo bem? Twitter. Eu passo o olho em tudo e dou mais atenção para aquilo que me chama atenção. É bom…também solto umas besteiras animais de vez em quando (segue eu o// @fouquet)

Em uma conversa com uma amiga fui apresentado para um vídeo muito interessante sobre a religião, o documentário de TV “The Root of All Evil?”. Criado e apresentado por Richard Dawkins, professor da Universidade de Oxford na Grã-Bretanha, ele aborda as principais religiões ocidentais e mostra como elas são maléficas para a sociedade contemporânea. Dawkins também escreveu um livro chamado “The God Delusion” em 2006, onde ele aborda mais aprofundadamente as questões apresentadas no documentário.

Basicamente o documentário explora as crenças religiosas e os extremos aonde chegam alguns de seus seguidores. “seriam assassinos… que querem matar você e eu, e eles mesmos, pois eles estão motivados pelo que eles pensam ser um grande ideal”. Dawkins argumenta que “o processo de não pensar chamado fé” não é o caminho do entendimento do mundo, mas sim está em oposição fundamental à ciência moderna e ao método científico, e é sectarista e perigoso.

Não vou entrar nos detalhes do filme em si, pois ele mostra que a religião é um mal, que cria os extremistas que fazem mal a todo o mundo (como os fundamentalistas cristãos dos EUA e os terroristas islâmicos), sem dizer dos princípios políticos que nascem baseados em alguma espécie de sectarismo religioso.

Fora os pontos onde ele tenta provar que toda a religião é um mal para a humanidade e que não há nada de bom nelas, acho o vídeo de ótimo nível para aqueles que querem raciocinar mais sobre as religiões. Como eu disse em outro texto aqui no blog, o grande problema não é a fé ou a crença, mas sim a cegueira que se forma em muitas pessoas, que chegam a conclusão que elas estão certas, o resto do mundo errado, e que destruindo as outras religiões eu poderei tornar o mundo um “lugar melhor“.


DARWIN! He’s the man!

Na segunda parte do documentário, chamada “The Virus of Faith” (O Vírus da Fé), é mostrado como a religião se espalha como um vírus e se fixa nos jovens antes deles terem capacidade de chegar a uma conclusão por si mesmos, simplesmente por uma tradição familiar já existente. O ensino religioso representa uma grande parte das escolas em países como a Inglaterra, citada no documentário de Dawkins.

No Brasil há dúzias de colégios particulares reservados aos religiosos cristãos, como o colégio Mackenzie, que instituiu há pouco tempo o ensino religioso lado a lado com o ensino científico. Neste tipo de ensino o criacionismo é tratado como uma ciência – ou seja, algo de fundamento e comprovado cientificamente – e ensinado antes do evolucionismo de Darwin e de outras teorias importantes para a criação do pensamento científico.

Este é um erro grave, realmente grave. Será que nossas crianças realmente precisam deste tipo de ensino sendo colocado de maneira mentirosa? Será que as religiões precisam mentir tanto? Chegar ao ponto de apresentar teorias religiosas – que são dúbias e mudam conforme a crença de cada um – como formação científica comprovada é um dos passos mais sujos que eu já vi as instituições religiosas tomarem. Não é uma aula sobre Teologia, onde você a separa da ciência e mostra as diversas crenças existentes, algo que seria interessantíssimo para mostrar mais sobre a cultura de alguns povos. Misturadas com a história e com o estudo da Sociologia, as religiões fariam até muito sentido, principalmente se tratadas de maneira crítica.

Porém, instituições como o Colégio Mackenzie querem apenas vender a idéia de que seu homenzinho imaginário é o verdadeiro e deve ser cultuado. Onde está a verdadeira educação nisto? Onde estão os verdadeiros cientistas, os verdadeiros professores? Eu acreditava que os professores e as instituições educacionais tinham como principal objetivo informar e passar o conhecimento adiante, e não formar opinião na mente de jovens que não estão ainda preparados para fazer suas próprias escolhas. Vende-se como ensino fundamental uma ideologia, um processo de educação totalmente parcial, pois se ensina primeiro a sua religião, não se ensina as outras e ainda transforma o evolucionismo científico de Darwin em “brincadeira de criança”.

Gostaria também de levantar a ética nisto tudo. E os professores que fazem parte destas escolas, devem ter também a mesma religião para assimilar todo o ensino “teológico” que será colocado aos alunos? E um aluno que não queira ter ensino religioso, ele pode se recusar a assistir as aulas? Será que ele será tratado de maneira igual pelos outros alunos e pelos professores? Aí você poderia dizer: “É uma escola católica/presbiteriana/judaíca, se você não é da religião para que irá por seus filhos lá?”, mas espere aí, agora as escolas são instituições de ensino separatistas? Você agora deve entrar em uma escola apenas se ela for da mesma religião que a sua?

Não vejo o ensino religioso como um risco realmente, mas talvez se torne a curto prazo uma maneira de desrespeito a crença dos outros ou a religião dos profissionais de ensino. Dentro disso tudo, algo me dá muito mais medo: o separatismo que este tipo de método de ensino pode causar na nossa população a médio e longo prazo, o risco que nosso país se torne uma nova Irlanda.

A minha infância foi passada na rua. Moro em uma casa na região da periferia da cidade de São Paulo, um local tranquilo e bom para morar. O contato com a rua e com os vizinhos faz bem para os jovens, que desde criança aprendem a se relacionar com outras pessoas fora do círculo familiar. Isso ainda é bem comum no Brasil, mas cada dia mais as pessoas nas grandes cidades estão vivendo em apartamentos, que oferecem mais segurança e ao mesmo tempo distanciam as pessoas que, com toda a correria de uma metrópole, sequer conhecem direito seus vizinhos.

Veja o caso do meu irmão. Ele no momento mora com a mulher dele em um prédio, e o filho da moça (que é de antes do relacionamento dos dois), fica o dia inteiro na escola. Uma criança como esta, cada dia mais comum na sociedade brasileira, não tem amigos no local onde mora. O relacionamento com outras crianças, fora os familiares mais próximos, fica a cargo da igreja que a mãe dele frequenta e a escolinha onde estuda.
Na igreja uma criança somente poderá se relacionar com seus pares, ou seja, outras crianças que partilham da mesma religião que ela. A escola para esses jovens torna-se um escape, um lugar onde ela irá se relacionar com crianças das mais diferentes crenças e tipos. Alguns mais pobres, outros mais ricos, religiões diversas, negros, brancos, orientais, etc.

Com o aumento das escolas religiosas no país criaríamos uma verdadeira separação. Católicos, evangélicos, judeus, cada um em sua escola. Isso, unido a uma educação cada vez mais distante e despreparada dos pais e aos moldes como nossa sociedade já desrespeita a crença dos outros, onde iremos chegar daqui 20 ou 30 anos?

Não podemos nos esquecer que o “medo do desconhecido” e a raiva pelo diferente é o que nutre o crescimento dos fundamentalistas religiosos. Criar nossos jovens sem que eles tenham contato com pessoas diferentes na escola pode criar algo muito maior do que apenas uma falha na liberdade de escolha das crianças.

Esse seja provavelmente o maior preço que pagamos por tratar o ensino e a educação como uma moeda de troca e mais uma estratégia de marketing furado religioso. Pelo menos neste caso, como podemos observar no documentário de Dawkins, vemos que não é só o Brasil que está indo pelo mesmo caminho.

***

1- Quem souber um pouco de inglês e quiser assistir o documentário de Richard Dawkins, segue os links para a parte I: The God Delusion e parte II: The Virus of Faith

2- Além de discordar deste ensino religioso tendencioso das escolas particulares, também discordo plenamente do ensino religioso nas escolas públicas, onde tentam aliar o ensino religioso ao respeito as outras pessoas (eu ri nessa parte), disciplina e disposição para aprendizagem, como se um ateu não tivesse essas coisas. Uma opinião mais centrada e completa sobre o assunto pode ser lida no Vivência Pedagógica.

3- O Julgamento do Pirate Bay, tratado em meu post passado, tem um novo desdobramento. O Juiz Tomas Norstrom teria ligações com associações protetoras dos Direitos Autorais, veja a notícia aqui.

4- Outros comentários sobre este tema podem ser vistos no Milton Ribeiro e no Grijó.




Olha isso! O cara está comemorando, está aliviado. É como se ele tivesse terminado os 12 trabalhos de Hércules, ou acabado de escrever um livro… ou sei lá, inventado a cura do câncer. Diretores de colégio, não dêem recesso para os alunos, pelo amor de Deus.

Eu queria muito saber, quem foi o ser acéfalo que inventou esse negócio de “Primeiro” ou “First”. É sério, o que dá na cabeça de uma pessoa ir até a caixa de comentários de um blog, preencher os campos e escrever apenas “Primeiro”? Como é que pode? Eu já tentei imaginar, já tentei controlar a raiva, o ódio, mas é impossível. Se você que está lendo isso é um desses idiotas, por favor PARE COM ESTA PORRA! (Mamonas).

Vejam essa pequena compilação:




Sabe o que é mais incrível ainda? TEM OS IDIOTAS QUE COMENTAM “SECOND”!!! Não é possível que ninguém vê isso, não é possível que ninguém fique transtornado como eu ao ver isso. Será que isso é o máximo do paugrandismo que um leitor de blog consegue ter? Ser o primeiro a comentar em um post? E o que é pior… ser o SEGUNDO?!

Igual ao senhor Colorido ali em cima, que ficou feliz em ser o segundo a comentar. Rapaz… vamos lá, repense sua vida, que deve ser medíocre, visto que você fica feliz em ser segundo. Cara, se ser o segundo a comentar em um blog de humor, te deixa feliz. Puta merda, tenho pena de você.

Eu tento imaginar o cara acordando todo animado “Hoje eu vou bater meu recorde, vou ser o primeiro a comentar em todos os meu blogs favoritos, putz… sou foda demais! Ainda vou ver se emendo um ‘Ronaldo!’ – o Rafa adora – para a galera pirar!”. Você não fica espantado com isso? É um nível de medíocridade que ultrapassa qualquer coisa. Isso é nonsense demais.

Para vocês que fazem isso, só posso dirigir todo o meu ódio:




Gente, blogueiros, resto do mundo, alguém tem fazer isso parar. Pelo bem do mundo. Façam uma campanha, proibam isso em seus blogs, sei lá.

Em tempo: Prefiro ter um filho viado do que um filho que comenta “Primeiro”

***

1 – Eu tirei os comentários dos blogs: Bobagento, Dr. Pepper e Jovem Nerd

2 – Aliás, essa tirinha do Dr. Pepper me inspirou para fazer o post

3 – Eu tenho certeza que quase todo mundo que for comentar, vai escrever Primeiro ou Segundo… gente, isso é sério. Don’t piss me off. O Cleiton será um deles, quer apostar?

4 – Já ia esquecendo, a foto do macaquinho sério peguei no Chongas

Esse é de longe o Eddie mais foda

Este será um post grande, prolixo e é claro sobre a maior banda de metal da história. Se você não gosta da Donzela e principalmente de rock pesado, pule para o próximo texto. Se não gosta de textos grandes pode pul… bom, se não gosta de textos grandes, pule para o próximo blog.

Bom, agora que nesta linha só temos os interessados… vamos lá! Esse será o primeiro de uma série de posts que eu (e o Diego, ai dele se não fizer) farei faremos sobre o Iron Maiden. Esse Dossiê não será uma coisa linear e nem vai seguir uma regra. Ou seja, não vou contar a história da banda do começo até hoje, não da maneira que eu mesmo esperaria ver. Espero aqui juntar e passar informações sobre como diabos o Iron Maiden se tornou a mega, super, ultra, power twist carpado banda que é hoje.

Tive a idéia do post hoje (dia 21 de Abril) exatamente às 9:30 da noite. Momento em que eu e o Rafael Japa começávamos a ouvir os estrondos e a ver o ínicio do documentário Flight 666, que passou em sessão única em alguns cinemas de BH. Eu mesmo me perguntei “Mas por que fazer isso? Tem tanta coisa escrita e feita sobre o Iron…” eu mesmo respondi a essa voz na minha cabeça “Porque eu posso, eu consigo e eu sou capaz” “Porque eu tenho um blog, que fala também sobre música, que tem o seu público de metaleiros, e que se foda, quero escrever e vou escrever sobre o Iron do meu jeito”

A voz se calou e eu estou aqui. Estou escrevendo isso para os fãs, os seguidores, os fiés súditos dessa Religião do Messias Eddie e também para aqueles que não conhecem o Iron e que possa ter uma idéia (com acento) um pouco deturpada do que é a Donzela de Ferro.

Vou começar respondendo a primeira pergunta que me vem a cabeça quando vejo o sucesso que a banda fez durante toda sua história. “Como pode uma banda, que nunca foi apoiada pela mídia mainstream, penou a vida toda para ter suas músicas tocadas nas rádios, fazer um sucesso inimaginável? Como pode uma banda assim, ter um público tão fiel e fanático em qualquer lugar do mundo?”. Eu respondo, até porque não são muitos fatores, os principais são:

1. As capas dos dicos – inclui-se aí todo tipo de arte feita para a banda.

2. A genialidade de Steve Harris como músico, compositor e baixista.

3. Bruce Dickinson

4. A música

5. Eddie

Veja bem, não são tópicos com gradação. Nada ali é mais ou menos importante, é o conjunto disso aí que faz o Iron Maiden ser o que é.

Me lembro perfeitamente da primeira vez que vi um disco do Iron Maiden, sim era um disco, vinilzão mesmo. Era o Live After Death

Tem como não sentir nada ao ver isso?

Fiquei fascinado, aterrorizado e hipnotizado. Não fazia a menor idéia do som que a banda tinha, aliás no primeiro momento pensei o que a maioria pensa “Coisa do capeta, gritaria”. O que importava na hora era que a capa era maravilhosa. Era moleque ainda, uns 10 anos eu acho. Desde esse dia entrava nas lojas de música para ver as capas do Iron, mas tinha receio de ouvir. Ficava admirando as capas e imaginando milhares de coisas.

Foi quando um belo dia (meses mais tarde) Mateus – meu irmão, sempre ele – me chega com o CD Best of The Beast em casa. Nem cheguei perto. Alguns dias depois, venci o medo de perder aquela magia e fascinação que as capas exerciam em mim, coloquei o cd (com todo o cuidado) no Discman, coloquei os fones e apertei play. Agora imagine: eu com todo aquele sentimento e ansiedade em relação á banda, aperto o play e a primeira música que eu ouço é The Number of The Beast.




O cérebro pregou na parede, despregou e pregou denovo continuamente por exatos 77 minutos e 53 segundos. Fiquei completamente fascinado. Não entendia porra nenhuma do que estava sendo dito, mas a música… putz, a música era incrível.

Depois disso, a coisa tomou as devidas proporções e em pouco tempo eu já era mais um dos milhões de fanáticos. O Iron Maiden é uma banda diferente, sempre foi. O poder da marca, do seu mascote Eddie transcende a música. A única banda que consegue até mesmo ultrapassar é o KISS, tirando Genne Simmons e seus amigos caras-pintadas. Nenhuma banda chega perto do Iron em relação à sua marca. O que para mim faz o Iron estar a anos luz na frente de qualquer banda, é alem de tudo isso que eu falei, o conteúdo, a profundidade e os temas abordados nas músicas.

Roubado do sempre eficaz Wikipedia:

A banda têm diversas canções baseadas em lendas, livros, histórias e filmes, entre as quais The Phantom of the Opera, The Wicker Man, The Prisoner, Stranger in a Strange Land – que é um romance de ficção científica de 1961, escrito por Robert A. Heinlein, Murders In The Rue Morgue, Flight of Icarus, Where Eagles Dare, Rime of the Ancient Mariner – baseada no poema de Samuel Coleridge -, To Tame a Land – da série de ficção científica Duna, de Frank Herbert – e The Trooper – canção baseada no romance The Charge of The Light Brigade. Outros temas bastante recorrentes nas músicas da banda são ocultismo, assassinato e o escuro, por exemplo, nas músicas Murders in the Rue Morgue e Innocent Exile e nas capas dos álbuns Sanctuary, Women in Uniform, Iron Maiden e Bring Your Daughter To The Slaughter.

Olha só, uma banda que tem um som fantástico e ainda por cima as músicas contam histórias baseadas em livros, filmes, lendas e na própria história, não tinha como não ser ela própria uma lenda, um mito vivo.

Ainda tem muito mais para escrever e contar. Contar dos dois shows do Iron que eu fui, contar sobre a história da banda, os grandes hits, curiosidades, números e muito mais (ê varejo). Espere, se você gostou desse post, você nem imagina o que eu estou preparando para os próximos.

UP THE IRONS!

***

1 – Site oficial do Iron Maiden

2 – Iron Maiden Brasil

3 – Já que estamos falando sobre música, acesse o Digital Alternativa