Essa, definitivamente não foi uma semana boa. Vou lhes contar porquê.
Como há alguns fins de semanas passados, eu não fiz o que deveria fazer no fim de semana, coisas como terminar freelas, trabalhos de faculdade, ler, postar, fazer coisas. Na segunda-feira já acordei com um arrependimento latente e uma grande preocupação: TIDIR. Essas cinco letrinhas aí, são o meu trabalho final da faculdade. Todo semestre temos isso, que é mais do que um ‘simples’ trabalho final, é também uma matéria do semestre como outra qualquer. Bom, resumindo: é uma merda foda que dá trabalho pra caralho e até hoje a faculdade não sabe aplicá-lo da maneira correta.
Pois bem, na segunda-feira, apresentei o meu trabalho final de Publicidade Interativa, por incrível que pareça, correu tudo bem. Eis que um grandissíssimo filha-da-puta dá a fatídica notícia: “A entrega do trabalho final (TIDIR) é para amanhã e a apresentação é na quarta.” Eu simplesmente disse: PUTA MERDA. Pensei em fugir, voltar na outra semana e dizer que tive amnésia, que tive que operar, que quebrei a perna – talvez devesse quebrar a perna de verdade – tudo isso por um motivo: O trabalho estava LONGE de estar pronto. O grupo se reuniu, dividimos as tarefas e beleza.
Terça-feira cheguei atrasado na agência como de costume e implorei pelamordedeus para que não me passassem nenhuma demanda. Tudo por causa do maldito TIDIR. Eis que fiquei o dia por conta e tudo mais, além de conseguir fazer algumas demandas pequenas da agência. Na hora de entregar o trabalho, lógicamente foi uma correria, xingos, gritos, vontade de matar alguém, vontade de se matar. Entregamos. 5 minutos depois, descobrimos uma pá de erros no trabalho. Ótimo, não vale 40 pontos não é mesmo?
Quarta. Eita, esse dia foi de uma beleza mística incomparável. 4349 e-mails trocados durante o dia acertando a apresentação do trabalho. Mas antes de falar sobre o trabalho tenho que contar sobre o Ataque Dos Motoristas: Eu estava indo de ônibus, maluco pensando no trabalho quando acontece uma freiada brusca (a mulher voando no meio do ônibus foi quase engraçado), até aí tudo bem – o trânsito de BH é uma completa merda – eis que surge do nada outra freada, pior ainda. E eu lá pensando “era só o que me faltava” (pois lógicamente eu estava atrasado). Então, entre gritos das senhoras de idade, o motorista me desce do ônibus – que estava parado no meio da Avenida Cristovão Colombo – e CAI NA PORRADA com o motorista de taxi que tinha fechado o ônibus. Incrível não? Conclusão da história: o motorista do ônibus tomou porrada pra caramba, se ensanguentou todo, e enquanto eu passava (após chingar o trocador para que ele abrisse a porta e eu continuasse meu caminho a pé) 409 policias já ‘cercavam’ o local. Afinal de contas, estávamos quase na praça da liberdade, e ali tem puliça bagarai.
Voltando ao trabalho. Slides sendo feitos, cd’s sendo gravados, mais e-mails enviados e é claro…que deu merda. Os slides tinham erro, a pessoa do grupo escolhida para apresentar ficou LENDO OS MALDITOS SLIDES. No meio da apresentação tive vontades variadas: mato, pulo no pescoço, dou tapa na cara, grito no ouvido ou quebro-lhe os dentes? Não decidi, mas quase pulei pela janela da sala, só não pulei porque não era alto o suficiente. Talvez tenhamos conseguido salvar o trabalho nos últimos 3 minutos e nas perguntas da banca para o grupo. Eu disse talvez…ok?
O trabalho se resumia em criar e ‘produzir’ um evento e fazer uma campanha para vender o mesmo, vê aí o comercial que nós (eu) fizemos (fiz):
Daí pra frente eu pensei, “bah, por bem ou por mal o trabalho está entregue e apresentado. Durante o dia tivemos a visão de dois grandes idiotas: um que tentava colocar o carro em uma vaga igual fazíamos em GTA, batendo no carro da frente e no de trás para ver se dava uma empurradinha – a mulher dona do carro de trás ficou louca da vida. Depois a história na lanchonete, onde um completo energúmeno, foi reclamar a falta de duas empadas no pedido que os colegas de ‘firma’ haviam comprado mais cedo. De recordação fica a brilhante frase: “Você concorda comigo que todo mundo lancha?”. Jovem tolo. Bom pensei assim “Hoje é só ir na faculdade assistir – obrigado – a alguma palestra e chegar cedo em casa”. Fui assistir a palestra que deveria durar no máximo UMA HORA. Durou quase duas e foi uma completa desgraça. O meu ônibus demorou mais uma e eu fiquei puto demais. Cheguei em casa nas mesmas 11 horas da noite que são as usuais.
Ontem foi o único dia legal da semana, assisti apenas a meia hora de uma palestra (que por sinal essa meia hora foi infinitamente melhor que as duas horas da outra – vai render até post aqui), encontrei pessoas bacanas que eu não via há muito tempo. Passei umas horas conversando com o Jorge, professor de Publicidade Interativa, depois, já indo para casa, encontrei com o “pessoal” na mesa do bar com dois gringos! Sim, a noite estava feita. Gringos, mais bebida, só pode dar em muita risada. Os gringos eram: Derrick “Phil Collins” Lee – Inglês e Allen “não-sei” – Francês. Dois velhinos bem bacanas. Nem tão velhinhos assim. Usei todo o meu inglês auto ditada “Egotrip: Aprendi inglês sozinho mesmo, e meu amigo torcedor do West Ham, Derrick ficou abismado por meu inglês ser auto ditada e ser muito bom”
Melhores Momentos com os gringos – Lembrando que apenas Eu, Felipinho e Isabella sabíamos falar inglês:
- Yo hablo a little – By: Jean Pierre (o João Pedro que não sabia falar era merda nenhuma)
- Mi Father – Adivinhem
- Eu entendia mais os gringos falando do que meu amigo Felipinho, que falava um inglês mais difícil que dos ingleses
- A conta: 266 Reais (¬¬’)
- Eu dizendo para o Derrick que se eu tivesse carro iria levá-los para uma Casa da Luz Vermelha e ele ficando abismado. Lógicamente consertei a besteira dizendo que apenas iria levá-los para outro lugar, com mais mulheres
- Fizemos os dois gritarem “GALO” e ainda prometeram ir no jogo de amanhã
- Felipinho conversando em inglês com todos da mesa, inclusive os brasileiros.
- João conversando em qualquer língua e todas misturadas com todo mundo
- O Derrick escondendo dinheiro na meia
- “O joão, então vai dar 15 reais pra cada um?” – “Yeah!” ( AHAHAHAHAHHAHAHA)
Com certeza teve mais, mas eu não me lembro.
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1 – Espero que a próxima semana seja melhor.
Depois de 813 anos, depois de ter gasto o PIB de um país em desenvolvimento e depois de muito fã chorar e implorar…o tão falado, o tão esperado, o tão não-sei-mais-o-quê CHINESE DEMOCRACY do Guns N’ Roses foi lançado. É, se você não sabia e está sabendo disso agora, acredite, não é outro boato, o CD foi lançado e já foi ouvido por muita gente no Myspace do Guns.
Olha, antes de ouvir, talvez seja melhor você terminar de ler o post, ou ler enquanto ouve – isto é, se você acha que a minha opinião vale de alguma coisa.
Será ótimo se você tiver lido este texto. E se você for um Metaleiro Xiita é melhor você parar por aqui.
Voltando ao disco, lembre-se que se passaram 15 anos, desde o péssimo Spaghetti Incident, que mesmo sendo péssimo ainda era do Guns. E o “Guns” não existe desde então. Existe o Axl Rose – junto com toda sua doidera e cabelos pavorosos – e mais uma trupe de músicos. Aquele Guns – que aprendemos a amar e idolatrar, mesmo que enjoassemos das músicas – não existe nem nunca vai existir, até porque a voz de Mr. Rose não é e também nunca mais será a mesma (não chore, você não é um emo).
Então para ouvir o CD, livre-se do ‘xiitismo’, livre-se das lembranças de Appetite for Destruction e Use Your Ilusion I e II. Escute o disco de verdade, como se acabasse de ser apresentado a uma nova banda, e me conte a sua reação.
O CD é ótimo? Sensacional? Valeu 15 anos de espera? É o Guns FODA que a gente conhece? NÃO, NÃO, NÃO e NÃO. Quando ouvi uma música, fiquei com ódio, achei a música horrível – e ela é – pensei que o CD inteiro fosse como ela, só pensava em “Que grande filha da puta me fez esperar todos esses anos por esta MERDA”. Bom, como eu mesmo abomino o xiitismo, me controlei e resolvi ouvir o tão “recente” e tão criticado “novo” CD do Guns.
Mas sim, é um ótimo cd de Rock n’ Roll, como vê-se poucos por aí, aconselho a botarem Chinese Democracy nas suas listas de mp3.
Aquele filhadamãe sabe como fazer uma balada. Puta Keep a Real.
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1 – Mulheres, vejam este post do Gordinhas Maravilhosas. Nós preferimos as mais gostosas. Leia-se Cheiinhas.
2 – O Boneco de Meia, está apoiando nossa campanha!
3 – Eu odeio o TIDIR.
Bem, antes de postar os diálogos, vou explicar o que esta seção (Sinto que eu crio muito mais seções, do que posto nelas e sinto também que a coisa que eu mais fiz neste blog foi criar seções e explicá-las).
Outro dia o Felipe Ramos, ‘querido’ atendimento aqui na agência, me mostrou um texto dele. Era apenas um diálogo, muito bem escrito e muito interessante. Na hora tive a idéia de criar esta seção, “Pequenos Diálogos” nada mais é, do que uma Tirinha Escrita. Entendeu? Ao invés de três quadrinhos, algumas palavras. Bom, eu disse a ele que iria fazer isso. Rá! O Severo também já publicou e acredito que nós três vamos trocar esses textos e todos vamos postar. Veremos no que dá isso tudo.
Vou começar com os dois diálogos que o Felipe criou:
Muller e Ana – Episódio 1
Ana: Amoooooor apaga esta luz!
Muller: Não é luz é o computador.
Ana: Apaaaaga.
Muller: Calma, estou escrevendo no blog.
Ana: Esta hora! Amor vem logo dormir.
Muller: Por isso estou escrevendo, não quero dormir.
Ana: Tá, pode ficar ai.
Muller: Tá vendo, só de sugerir sexo você foge do assunto.
Ana: Quem falou de sexo?
Muller: Você que não foi.
Ana: Boa noite!
Muller: Meu Blog está melhorando, hoje teve mais de 50 acessos.
Ana: Booom em!
Muller: Um cara comentou que a mulher dele é igual você.
Ana: O QUE? VOCÊ TÁ FALANDO DE MIM PRA TODO MUNDO COMENTAR?
Muller: Nãaaaao amor, conto do nosso relacionamento.
Ana: Deixa eu ver isso.
Muller: À vontade!
Ana: Hum… Tem seis meses que a gente não transa? Mentiroso, o que vão pensar de mim?
Muller: Amor, você não sabe nada de Blog, deve ter uns 20 dias, mas tenho que aumentar um pouquinho.
Ana: Apaga isso senão vou fazer um blog e escrever que você brochou 7 vezes.
Muller: Eu nunca brochei!
Ana: Amor, em blog a gente tem que aumentar um pouquinho.
***
Muller e Ana – Episódio 2
Ana: Olha isso, a Mara me mandou vírus!
Muller: Lógico, você clica em tudo que as pessoas te mandam.
Ana: Ai amor, o que eu faço agora?
Muller: Deleta seu Orkut.
Ana: A tá! Vou deletar não.
Muller: Então não abre mais aqui, sabe que uso o computador para trabalhar.
Ana: Noossa você é chato, custa tirar o vírus?
Muller: Tem como não.
Ana: Tem sim, você ta com má vontade, se fosse no seu blog você tirava.
Muller: Deixe eu ver! Quem é esse cara aqui?
Ana: Amigo meu amor, para de bobagem e tira o vírus.
Muller: Tem como não. De onde você conhece ele?
Ana: Ai amor, nada a ver.
Muller: Deixa o vírus não tem como tirar não.
Ana: Onde você vai?
Muller: Vou dormir.
Ana: Dormir? Nos não íamos sair hoje?
Muller: A culpa é sua.
Ana: Minha?
Muller: Te falei, deleta este Orkut.
Ana: Não acredito nisso. Você não tem Orkut porque não quer.
Muller: É.
Ana: Vou bloquear a Mara.
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1 – Eu achei muito, muito bom. Parabén a ele que pasmem, é um bom atendimento.
2 – O site mais legal que eu já vi; Seagulls Fly
3 – Você ainda não está participando das Cartas ao Papai Noel? Corra
Antes de começar uma rápida explicação Isto aqui será uma série de contos sobre Jack Kraven, um pistoleiro que viveu há muito tempo em um país qualquer em um mundo parecido com o nosso.
Jack Kraven – Episódio 1
Finalmente. A taverna Gumble, principal reduto da corja da grande Tron. Dez longos anos se foram desde a última vez que Jack Kraven estivera aqui. Dez longos anos desde a Noite da Lamentação. Dez longos anos desde que tiraram de um garoto de 14 anos tudo o que ele tinha. Dez longos anos desde que ele prometera que iria se vingar.
Jack respirava fundo, estava revivendo todo seu passado naquele momento, o cheiro de bebida barata entrava em seus pulmões e lhe dava nojo. O cheiro podre daquele lugar o levava a loucura. E era da loucura que ele precisava, o plano era entrar, sentar, tomar um trago e depois matar. Matar até não restar nenhuma alma viva naquele antro. Ele sabia quem estava lá. Roger Gumble, o dono da taverna, Caty Gumble, mulher de Roger e puta mor. Além é claro do milhonário Trevor Hausban. Os três estavam no topo da lista de Jack. Quem mais estava na taverna não importava tanto, mas não interessava, só de estarem ali mamando e degustando da podridão que era aquele lugar, mereciam a morte.
Enquanto Jack se perdia em seus pensamentos, parado em frente à porta da taverna um bêbado sai aos tropeços, gritando:
- QUE GRANDE MERRRRRDA, ME VOMITEI
Ele teve que se segurar para não explodir a cabeça daquele velho idiota, Matin Reyes era o nome do bêbado, Jack se lembrava dele, se lembrava de como o velho se recusou a ajudá-lo, era um dos culpados pela morte do seu irmão. Cuidaria dele mais tarde. Enquanto o velho vomitava na rua, ele entrou.
Quando pisou dentro do bar, todos pararam de fazer o que quer que estivessem fazendo para dar uma olhada no “forasteiro”. Jack deu de ombros e seguiu em direção ao balcão. Com o chapéu baixo, ninguém conseguia ver o seu rosto, mesmo se tivesse com a cara aberta, duvidava que alguém fosse reconhecê-lo. Sentou e esperou pelo barman. Roger Gumble estava na mesa de Hausban, junto com a piranha da mulher. Isso era bom, ele contou mais ou menos 26 pessoas na taverna. Mais os “felizardos” com suas concubinas cheias de sífilis nos andares de cima, ao todo o número não passaria de 40. Muito bom. O barman se aproximava, o show estava prestes a começar.
- Olha rapazinho, não gostamos de gente estranha por aqui. – tinha uma voz áspera, mas falava baixo, ninguém ouviu a não ser o homem a qual se dirigia. - Então por favor, trate de dar o fora daqui antes que eu encha seu rabo de chumbo.
- Por favor, eu quero um uísque duplo, senhor Hart.
“Como ele sabe o meu nome” pensou o barman Hart, ele sentiu medo, como nunca tinha sentido antes. Aquela voz, aquela voz significava morte. Hart não sabia porque, mas estava tremendo enquanto servia o uísque para aquele homem. Isso nunca havia acontecido, ele era um homem durão, muita gente na cidade tinha medo dele, ele era o braço direito de Gumble, fazia os serviços sujos do chefe. Gumble que neste momento olhava para o balcão na esperança do forasteiro sair correndo depois da famosa “conversa no pé do ouvido” com Hart, o problema era que o estranho não se movia. Isso era novo. Gumble se levantou e foi em direção ao homem sentado em seu balcão, iria acabar com aquela palhaçada.
Jack virou o uísque e pediu outro, as coisas estavam interessantes. Pelo canto do olho viu que Gumble vinha em sua direção. Ele praticamente podia ouvir suas armas gritando, implorando. Jack pensou sorrindo “Acalmem-se, vou botar vocês para cantar daqui a pouco”
- Ei! Você aí, quem diabos você pensa que é para chegar ao meu bar e desrespeitar o meu barman? – Gumble havia chegado
- Eu sou Jack Kraven. – disse ele enquanto pensava “Vamos cantar garotas”.
CONTINUA…
***
1 – Só para visar que o Episódio 1 tem duas partes.
2 – Espero que vocês gostem.

Sim, o Rock existe. E quem deu o grito foi a antológica banda dos irmãos Young. Em meio a toda modinha de Emocore’s, Indies e não sei mais qual vertente maldita que insistem em criar o AC/DC vem no melhor estilo Matanza “Pé na porta e soco na cara”. Black Ice é simplesmente o melhor disco de rock desde…porra, muito tempo atrás. Talvez porque o AC/DC é um sopro de um tempo que infelizmente jamais irá voltar, talvez por hoje não existir mais rock n’ roll de verdade, tal por hoje não surgirem brotarem tantas bandas geniais como nos anos 60 e 70.
Que me desculpe quem gosta desse “novo” rock, eu até gosto de algumas coisas…afinal temos que nos adaptar. Mas o velho rock…aaa meu caro, esse não existe mais. Não temos mais nenhum Keith Moon, Não temos um john lennon, não temos mais um Lynyrd Skynyrd. É claro que vários monstros dessa época – Graças a Deus – estão aí, Rolling Stones, Ozzy, Iron Maiden e o próprio AC/DC. Tirando esse último, os outros mudaram o som, experimentaram coisas novas e tudo mais…o Ozzy vai continuar sendo um porra louca sempre, mas nunca mais irá lançar um No More Tears, não que eu não goste do som novo, o cd novo dele é melhor do que vários outros antigos.
Estou falando isso, porque ao clicar em play para ouvir o Black Ice, em dois segundos eu já sabia o que estaria por vir. Ouvir a Gibson SG do Angus Young gritar no meu ouvido na introdução de “Rock n’ Roll Train” foi como voltar a uma época que eu não vivi. Mas eu senti toda a energia, e senti que aquilo ali era rock n’ roll de verdade, e pensei na mesma hora “Como é bom saber que o rock não morreu”. Foi o mesmo sentimento de ouvir a banda Wolfmother – a banda lançou um cd, que eu jurava que era da década de 70.
Para mim o Black Ice é um cd perdido, gravado há pelo menos 30 anos e que os caras colocaram para vender. E se tem alguém que sabe fazer um riff é Angus Young. Black Ice é bom, é ótimo como tudo que eles fazem, mas para mim ele é genial, genial por suprir a ânsia de um mercado gigante e sedento pelo velho e bom guitarra base, guitarra solo, baixista, vocalista e bateria, e é claro..muuuita maluquice.

Tomara, tomara por tudo no mundo, que acabem com essas malditas modinhas e que os esses putos voltem a fazer rock n’ roll. E não dar uma de Peter Dohery que acha que ser rockeiro é só cheirar cocaína e ser preso.
Como diria uma lendária música…For Those About Rock We Salute You!
Um presentinho para vocês:
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1 – THUNDER!

No último domingo, meu primo que divide o apartamento comigo e com meu irmão chegou da sua viagem da China – ele foi a trabalho e ficou lá por três semanas e uma semana na Europa. Pois bem, ele trouxe de lá um pacote de Malboro Red (conhecido também como soco no peito), no início não achei nada demais, até porque eu fumo Carlton – e não existe consumidor mais fiel à alguma marca do que o fumante – e ainda tinha o maço cheio. Mais tarde passando pela sala vi um maço na mesa e uma coisa me chamou muita atenção, o maço tinha um box gigante na frente com a frase “Smoking Kills”. Aquela frase me chocou mais do que qualquer imagem que eu tenha visto, não fiquei chocado porque cigarro mata, coisa que sabemos praticamente desde que entramos neste mundo. Fiquei chocado por ser gritante, na sua cara, como um tapa toda vez que você pega um cigarro você vai ver aquilo ali, e na parte de trás nada de fotos e sim outra frase, talvez até pior que a primeira, mas igualmente impactante “Smoking seriously harms you and others around you”, essa eu entendo como “Você pode estar se matando, mas precisa matar todo mundo a sua volta também?”
Veja só, é óbvio que eu sei que o cigarro causa isso e que essa frase não me falou nada de novo, o que eu quero dizer é que mesmo sabendo disso você toma um tapa na cara toda vez que pega um cigarro. Hoje muita gente gosta de falar que a galera tem mais consciência sobre os males do cigarro, porra nenhuma, eu também tinha quando comecei a fumar e mesmo assim comecei, assim como meus amigos. E aqui vale ressaltar outro mito, a maioria não fuma por causa dos amigos e sim com os amigos. Comigo foi assim, ninguém influenciou ninguém, estávamos lá por que queríamos, continuou fumando quem quis também. Outra coisa, como eu disse lá em cima, quem fuma SABE que o cigarro faz mau, SABE que mata e sabe das trocentas doenças e não-sei-o-quê mais que ele causa em nosso corpo. Então por favor, me poupe o sermão. Você pode perguntar “Se você sabe disso tudo, por que então continua fumando?”, sinceramente eu não sei a resposta. Até sei, mas não gosto de me esconder atrás dela, como muitos o fazem.
Fumar se resume em duas coisas: Hábito e Vício. Particularmente, acho muito mais difícil mudar o hábito do que ficar sem a química do cigarro. Exemplo: Eu estava trabalhando em um lugar que eu podia fumar e trabalhar ao mesmo tempo – acreditem, para um fumante isso é o paraíso – agora estou em um lugar que para eu fumar eu tenho que descer 12 andares. E quem me conhece sabe, sou mais preguiçoso do que viciado e também se apertar a vontade eu fumo na escada de incêndio. Bom, voltando ao assunto, consigo ficar horas sem fumar, fico maluco, mas consigo e isso me mostra que a questão é o hábito e não a química. A grande verdade é: Não para quem não quer. Fato. Quem quer mesmo, pára. Pode haver recaídas, é claro, mas que pára, pára. E eu sei que não parei até hoje porque eu ainda não quis, nem nunca tentei parar. Mas nunca, veja bem, nunca pensei tanto em parar de fumar como no dia em que fumei um maço de Malboro do pacote do meu primo.
Eu percebi que não adiante em porcaria alguma, colocar fotinhas trabalhadas – photoshop – na parte de trás do cigarro (até porque ninguém pega um cigarro pela parte de trás). O que eu percebi que ao menos é um tapa na sua cara toda vez que vai fumar é um simples box preto e branco dizendo “Fumar Mata”. Dizem que as fotos irão mudar, vem coisas mais pesadas por aí – e são mesmo. Posso dizer que as fotos são ainda mais trabalhadas, uma puta direção de arte na minha opinião, mas que vai continuar na mesma. Aquilo eu vejo em filmes de terror. Um “grilo falante” me dando um tapa toda vez que eu fumo, não.
UPDATE: Esqueci de dizer que as fotos que eles vão colocar no lugar são pelo menos melhores já que essas aí viraram piada: Fumar faz criança nascer em conserva, Fumar faz criança cheirar loló, Fumar te manda para as paraolimpíadas e Fumar mata pragas domésticas.
Agora me dá licença, vou ali fumar um cigarro bastonete cancerígeno, com maço brasileiro. Porque aqui, nós gostamos é de fingir que certas coisas não existem e não acontecem.
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1 – Por favor, se você for comentar para me dizer que fumar faz mal não perca seu tempo, eu já sei disso. Não irei apagar, mas vou relevar.

O que você prefere, passar por falso modesto ou arrogante? Sinceramente, prefiro o segundo. Detesto falsa modéstia assim como detesto os falsos modestos. Modéstia a parte, prefiro muito mais aqueles que falem “sou bom mesmo” “faço mesmo”. Por isso, aliás, usei a foto do Romário para ilustrar este post. Um cara que tem a manha de virar para o mundo todo e falar “Quando eu nasci, papai do céu olhou pra mim e disse: Esse é o cara”, merece o meu respeito. Veja bem, ele não foi foda só pelo que disse, mas disse com embasamento, disse porque ele é mesmo o cara, ou foi mesmo O cara.
Muitas pessoas olham feio, criticam, xingam, tomam aversão a pessoas que botam a cara para bater e dizem que são bons. Por que muita gente não gosta de Cristiano Ronaldo? Porque dizem que ele é mascarado, que se acha demais. Mas ele tem todo o direito de “se achar”, ele não desmerece ninguém, não pisa em ninguém, aliás, já vi diversas entrevistas com pessoas que convivem com ele que dizem que ele é um cara muito bacana, longe de ser esse que todos pintam.
Dei exemplo dos dois, mas poderia dar o de muita gente, o que quero falar na verdade é que existe uma grande diferença entre se achar bom ou ser bom, se achar medíocre ou ser medíocre ou pior, se achar foda e ser um medíocre. O falso modesto é o pior arrogante, pois ele se inferioriza para ser mais elogiado e ter o ego ainda mais massageado. O pior arrogante é aquele que usa isso para inferiorizar outras pessoas. E eu estou falando do arrogante com procedência, não o medíocre que se acha o cara.
Estou escrevendo este texto por um motivo, por passar muitas vezes por arrogante, por dizerem que eu me acho o máximo. Primeiro, não tenho motivos para me achar o máximo. Ainda não o sou, mas vou ser. E é essa a grande diferença, sei do meu potencial e sei o que posso alcançar na minha vida. E não, não tenho medo algum de dizer isso. Se por eu saber o que eu quero, por correr atrás disso e por mostrar algumas vezes que tenho chances reais de alcançar meus objetivos, eu sou taxado de arrogante, então que seja assim.
Principalmente por ser publicitário – e isso eu já sou, mesmo não sendo formado, já trabalho com isso há um bom tempo – e por ser blogueiro eu trabalho em dupla, não com o diretor de arte e nem com meus parceiros, mas com meu ego. Quem não gosta de ser elogiado? Quem não gosta de ter o esforço e o trabalho reconhecidos? O problema é que enquanto você se inferioriza e se rebaixa todos continuam te achando um cara muito bacana, mas quando você diz “Obrigado, ficou muito bom mesmo” as pessoas já te chamam de arrogante e não-sei-mais-o-que.
Olha, estou longe mas muuuito longe de ser o profissional que deveria ou que poderia, e muito mais longe de ser o que eu quero ser. Mas estou no caminho e estou trilhando ele da maneira certa, dando passos muito bem pensados. Se eu vou alcançar? Vou. Estou trabalhando para isso. E se você não tem essa determinação, se você não sabe o que quer, me desculpe, mas você vai me achar um prepotente filha da mãe. Admiro as pessoas que aos 20 e poucos sabem o querem e correm atrás, que não esperam as coisas cairem do céu e que sabem reconhecer quando errou e por que não, reconhecer quando acertou.
Aqui neste país aprendemos desde cedo que só podemos lembrar dos nossos erros, e fazem questão de fazerem isto por nós. Eu me lembro dos meu erros – aprendi muito com eles – mas também lembro dos meu acertos, e sei que posso melhorá-los. É muito mais fácil julgar uma pessoa que se arrisca do que se arriscar, é muito mais fácil julgar quem bota a cara a tapa do que botar a própria cara a tapa.
Isso não é ser arrogante, isso é confiar no taco. (ui)
***
1 – Este post foi para duas pessoas em particular, uma delas principalmente. Por nunca esperar isso, principalmente dessa.

Calma calma, o título não traduz minha opinião sobre essa fruta (é, tomate se você não sabe É uma fruta). Eu adoro tomate, principalmente tomate cereja. Infelizmente, meu caro companheiro de agência – Felipe Ramos – não compartilha da mesma opinião. Como diversas vezes almoçamos juntos, percebi o HORROR que ele tem às frutinhas vermelhas. Bom, de tanto encher nossa cabeça com a teoria de que ele não come tomate por que eles não causam câncer. Então nosso querido amigo resolveu escrever um texto, contando sua teoria.
Vamos a ele:
Tomate causa Câncer
O cientista Eumesmio Maisnov , nascido na Dinamarca, que já se destacava pelo estudo do corpo humano feminino, e em anos anteriores quando ainda precoce, desenvolveu métodos de cura para uma doença muito comum e contagiante entre mulheres de beleza superior na época, a curo do Mal do “Tesao Repri Mido”.
Em 1990 Eumesmio inicia sua pesquisa sobre substância cancerígenas encontradas no tomate. A princípio o tomate estudado era o tomate maça. Suas pesquisas apontaram o tomate como causador de câncer gravíssimos, a substância “Gost Desagradaves” , é a grande inimiga do corpo humano encontrada no tomate. Além da descoberta desta substância, Eumesmio apontou vários tipos de câncer causados principalmente e em alguns casos exclusivamente pelo tomate.
O câncer de amídalas salivares, e um tipo exclusivo caudado pelo tomate. Este tipo de câncer leva a morte em cerca de 1 hora, podendo ser mais rápido de acordo com a dose de tomate ingerido. Além deste, todos os outros tipos de câncer conhecidos tem como causa primaria ou secundária a ingestão de tomate.
O aquecimento solar tornou o câncer de pele o mais comum do planeta, em estudos mais recentes, que tomam como base os estudos anteriores sobre o tomate, o cientista Bungaro Olhaeuvosc de Novosc constatou que a ingestão do tomate atrai raios ultravioletas para a pele. Após a conclusão destes estudos autópsias foram feitas em pessoas famosas que morreram há algum tempo e o resultado é alarmante. Elvis, John Lennon, Kennedy, Bruce Lee… Todas estas personalidades mantinham em sua base alimentar o Tomate, o estudo comprova que suas mortes foram agravadas por este habito assassino.
Muitas pessoas ainda sofrem como os males do tomate, que quando não mata arranca pedaços do corpo, como no caso de Michael Jackson que tenta se livrar do vicio a anos, usando até um método alternativo de ingestão de crianças livre da infecção.
Cuidado, Tomate mata.
Bom, tirem suas próprias conclusões. Eu continuarei comendo, e o tomate cereja ainda.
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1 – Sim, ele é um maluco do caralho.
Consigo resumir esse desenho em uma palavra: Fantástico. História, roteiro, arte, e principalmente efeitos sonoros, que para mim são os mais impressionantes que já vi em um desenho animado. São simplesmente perfeitos. O enredo, por mais clichê que pareça – O escolhido passa por provações, ensinamentos e tudo mais para salvar o mundo e uma luta épica contra o grande vilão – é original, porque prende a sua atenção justamente por você não ter certeza do que vai acontecer. Lógico que a gente sempre pensa “Á, é lógico que no final ele vai vencer e ficar com a mocinha”, mas neste desenho você passa a não ter certeza disso. E outra coisa, muita gente acha que por ser um desenho americano e não um mangá – apesar da história e tudo mais – a parada é ruim e tal. Os japoneses são mestres na arte do desenho animado, mas os americanos sabem como fazer uma coisa boa também. Outro ponto alto do desenho é o humor. Inteligente, sarcástico que me fizeram chorar e muito de rir, mesmo nos momentos mais tensos você vai passar mal de tanto rir com Avatar.
A série estreou em fevereiro de 2005 nos Estados Unidos no canal Nicklodeon – no Brasil a série estreou em novembro do mesmo ano. A série teve três temporadas, e vale a ressalva de uma coisa que me fez simplesmente adorar o desenho. É rápido, rápido como muitas vezes Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco deveriam ser. Em Avatar, não se perde tempo com diálos cansativos e episódios sem sentido, as coisas realmente acontecem e acontecem pra valer, é direto e muito bom de se ver. Por exemplo, Goku demorava uns 80 episódios para aprender alguma coisa ou pegar alguma coisa, neste aqui em um episódio se faz o que se deve fazer e pronto, mais um ponto para Aang. Mais uma coisa boa são os personagens, Katara, Toph, Sokka, o próprio Aang, Zuko e sua irmã malvada a Princesa Azula. Fantásticos personagens, mas meus destaques vão para a baixinha dominadora de terra Toph e para o melhor de todos: Sokka. A baixinha é uma menina cega, forte pra caramba, muito irônica e dá porrada pra caralho. Já o brilhantismo – na minha humilde opinião – fica com Sokka e suas bobagens e tiradas durante os episódios. Vale destacar também a história de amor entre Aang e Katara, que é longe de ser a mocinha indefesa, a garota também é uma porradeira de mão cheia.
Vou dar uma resumida – na verdade uma copiada – da história do desenho para vocês:
Há muito tempo atrás, o mundo era dividido em quatro grupos: Nação do Fogo, Tribo da Água, Reino da Terra e Nômades do Ar. Essas nações viviam em perfeito equilíbrio, até o dia em que a Nação do Fogo atacou. O Avatar, mestre dos quatro elementos, é o responsável por manter o equilíbrio do mundo e quando o mundo mais precisou, ele desapareceu. Cem anos após esse acontecimento, dois jovens da tribo da água do sul encontram o avatar, um habilidoso dobrador de ar chamado Aang. Aang é o último representante dos dobradores de ar e junto de Katara e Sokka eles vão percorrer o mundo para fazer com que o avatar cumpra seu destino, de trazer o equilíbrio de volta ao mundo.
Bom, somando tudo eu declaro este desenho como imperdível. Além do quê, o maravilhoso portal Mundo Avatar disponibiliza TODOS, isso mesmo, TODOS episódios on-line para você assistir, então não perca tempo, vá logo no www.mundoavatar.com.br e descubra muito mais sobre a história do último dominador de ar. Garanto que você que gosta de bons desenhos animados vai gostar. Assista aqui aos episódios de Avatar.
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1 – Realmente tenho que perder meu preconceito e assistir alguns desenhos novos, como Naruto que me falaram que é muito bom. Vamos ver.
2 – Achei sensacional esse negócio de não ter que fazer o download de nem 1 mega sequer para assistir à temporada final do desenho.
3 – Gostei muito de fazer este post, mas não sei se sou a melhor pessoa para escrever uma crítica ou uma resenha assim.
Pedro
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Felipe Massa do BRASIL!!
Depois do Futebol e o esporte que mais me emociona é a Fórmula 1. E isso só tem um motivo, um homem chamado Ayrton Senna do Brasil, é do Brasil mesmo pra mim o nome dele só é completo com “do Brasil”. Ao contrário de todos meus amigos, que contavam vantagem porque tiraram o carro do pai da garagem no fim de semana quando tínhamos 12 anos, nunca fui muito chegado a carros como a maioria dos homens. Não sei o motivo, mais nunca tive essa tara que muitos tem por motores, velocidade e contar vantagem para as meninas por que andou 3 metros com o carro do pai. Tanto que tenho 21 anos e até hoje não sei dirigir, nem sei quando vou tirar carteira, que hoje não é vantagem é necessidade.
Só falei essas coisas para explicar ou não explicar o porquê de eu gostar tanto de F1. Como muitas famílias, era lei todos os domingos de Grande Prêmio a família se juntar para ver a corrida. Nunca vou me esquecer daquela vitória do Senna em Interlagos, 1993. E para você também não esquecer veja aí embaixo:
Família toda chorando, emocionados. Ele tinha esse poder, emocionava todo mundo, fez o Brasil se apaixonar pela Fómula 1, somos sim apaixonados pelos GP’s ao redor do mundo. Infelizmente em 1994, ano de alegrias e imensurável tristeza para nós brasileiros. Ayrton Senna se foi e a seleção brasileira foi Tetracampeã. Depois disso a Fórmula 1 nunca mais foi a mesma para nós, nenhum brasileiro que passou por lá tinha um dedo do talento, da garra, da vontade e do carisma de Senna. Até que…
Surge Felipe Massa. O único depois de Senna a ter um talento acima da média e único que tem chances de ser campeão enquanto estiver em uma grande equipe. O país voltou a se apaixonar pela F1 depois de Massa, principalmente depois daquela vitória maravilhosa há dois anos atrás. Família inteira chorando junta novamente, relembrei diversos momentos de criança, tudo culpa do massa e do eterno hino da vitória. Que hino! Veja denovo também a vitória de Massa:
Olha, podem falar o que for do Galvão Bueno, mas que eu chorei para caralho nesse dia não foi brincadeira. Eu, minha mãe, meu pai e meu irmão. O outro chorou pelo telefone. Ele é o primeiro piloto com chances de ser campeão no Brasil. Imagina só, daqui a algumas horas ele sendo campeão? Meu Deus. Se em uma corrida em que Fernando Alonso foi campeão – totalmente apagado pela vitória de massa – ficamos loucos com a vitória de Massa, imagine com o caneco? Olha, ano passado o Raikkonen ganhar foi um milagre – ele estava os mesmos 7 pontos atrás de Hamilton – milagre esse que infelizmente não acredito que vá se repetir.
Fui ao delírio hoje de manhã com a pole de Felipe, ainda mais com Hamilton em 4°, mas sinceramente – Deus queira que eu esteja errado – acho que o que aconteceu ano passado não vai se repetir. Ele vai ganhar a corrida, o campeonato eu sinceramente acho difícil. Mas vou tocer como um louco, como se o Galo estivesse em uma final de libertadores – que sonho – ou numa final de Copa do Mundo. Amanhã meus queridos sou Felipe Massa Futebol Clube desde pequenininho.
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Olha, foi a corrida mais emocionante que eu vi na minha vida. Infelizmente eu acertei, mas a culpa de Felipe Massa não ser o campeão é toda da Ferrari. E só dela.
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1 – Se tudo der certo, amanhã nem farei Uptade neste post. Vou fazer logo outro contando como chorei baldes de lágrimas gritando “Vai filha da puta, vai caramba, vai..vai..”. Assim como fiz com o post do César Cielo.
2 – Todo mundo torcendo amanhã em!
3 – Estou feliz pra caralho no emprego novo.
Pedro
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