(Imagem: Obvious)
Ontem – dia 29 – o Presidente Lula sancionou a lei da tão falada Reforma Ortográfica (leia a notícia aqui). Eu acho essa reforma uma puta sacanagem. Com a gente e com as palavras. Estou com o famigerado Guia da Reforma Ortográfica bem aqui, aberto no Adobe Reader. Através das minhas humildes palavras, vou comentar o guia e dar minha opinião sobre esse assunto. Vamos lá. Já escrevi várias vezes neste blog – aqui e aqui – sobre o que eu acho dos nossos professores, da dificuldade em se escrever neste país e das peripécias de nossa língua.

Já começou mais ou menos “Guia Prático (sic) da Nova Ortografia”, prático né…prático seria deixar tudo como está. No ínicio, ou melhor, na introdução eles explicam o que diabos é isso e eu já não gostei. Esse acordo foi feito lá pelos nossos descobridores e outras colônias ex-colônias. Eles querem unificar a língua. Oras, onde já se viu. Pode ser o mesmo indioma, mas jamais será a mesma língua. Eu pelo menos quero continuar pegando minhas filas e não bichas – em Portugal e outros derivados bichas são filas…mas filas não são bichas ok? – Olha só. Mesmo no Brasil, cada estado praticamente tem uma língua, eu por exemplo falo o mineirês fluentemente, mas não entendo bulhufas de gauchês. Não me venham com chorumelas dizendo que são apenas sotaques. Encontre com um gaúcho e tente entender o que ele fala.

Continuando. Estão dizendo lá no guia, que irá mudar apenas a forma de escrevermos, e não de como falamos..(veremos mais para frente). Agora começam as tripulias do nosso guia. Alfabeto, começaram bem aí, finalmente incluiram o K o W e o Y. Coitados, sempre foram tratados pelas outras letras como intrusos nada bem-vindos. Quando aprendi, eram todas as outras mais as três aí, eram descriminadas as coitadas. Agora não, são tão letras do alfabeto quanto o A ou o B.

Agora o pau começa a quebrar de verdade, o assunto agora é a Trema. Tiraram a trema de diversas palavras que eu nem conheço e de outras que eu nem fazia idéia que tinha trema, vejam a lista: Agüentar (como assim tinha trema? ninguém me falou), Argüir, Bilíngüe, Cinqüenta (outra que eu nunca usei trema), Deliqüente (vai ter motim em…delinquentes do país inteiro vão reclamar sua trema, ele não querem deixar de ser delinqüentes), Eloqüente (ver Delinqüente), Ensangüentado (vixe..imaginem um acidente..“Ensanguentados sem trema, mulheres e crianças primeiro!!”), Eqüestre, Freqüente (er…), Lingüeta, Lingüiça (as mulheres vão reclamar), Qüinqüênio (jesus amado), Sagüi (tadinho do Sagui, perdeu a trema…vão morrer de depressão, já já o Greenpeace faz protesto), Seqüência, Seqüestro (ii..vai dá um problema isso), Tranqüilo (nem a nossa tranquilidade escapa). Eu já estava começando a ficar com medo quando o guia me acalmou, as palavras estrangeiras continuam com trema. Putz, imaginem o coitado do Müller, aquele alemãozão sem a sua trema. Então, todas essas palavras aí, perderam suas tremas, perderam também um certo charme. A Associação Brasileira das Palavras já promete entrar com recurso.

Agora cheguei ao ápice do Guia, é aqui que acontecem as grandes mudanças, as mudanças das quais eu acho uma sacanagem sem tamanho e não concordo por nada. A alcatéia perdeu o acento, agora é Alcateia, imaginem só. Não respeitaram nem o asteróide que agora é Asteroide, assim como o Androide. Não vou ter medo de asteróide mais. Iii rapaz, olha só, tiraram também o acento da Colmeia e da Coreia. Mexe, mexe com quem tá quieto, daqui a poco o coreano maluco lá vem soltar as bombas dele na gente, sem Tramoia. Até os debilóides, gente…o que será dos Debiloides sem o acento? Parem as máquinas, imaginem você contando para o seu futuro filho, sobre uma estória de um Heroi, uma Epopeia, ou uma Odisseia. Seu filho vai rir de você, vai falar que você é um debilóide com acento e vai espernear para ter seus heróis de volta. Publicitários, atenção! Você não tem mais nenhuma idéia. Apenas Ideias. Vai ter premiado chorando, entrando em Paranoia. Aiai, nem a doidera é mais a mesma. Mulheres, esqueçam, se vocês não recebiam jóias, agora não vão receber nem Joia. Alguém vai dar Geleia para a Plateia ver a Estreia?

Pensa que acabou? Não…a tortura com as pobres coitadas continua. Mas as feias vão adorar, depois das intermináveis passeatas contra a Lei Seca, as feias ganharam um alento do governo. Feiúra não tem mais acento. Agora é Feiura. Quase dá guerra, mas não se preocupem, eles decidiram não tirar o acento do Piauí. E o pior ainda não passou, prestem muita atenção nesta parte, eles transformaram nossas palavras em palavras da língua inglesa. Duvida? Olha só:

Abençoô – Abençoo (Imaginem o coitado do padre, “Eu abençuu todos vocês!”)
Crêem – Creem
Dêem – Deem (Dim o cacete)
Dôo – Doo (Dú?!?!)
Enjôo – Enjoo (A que bom, agora sentimos Enju)
Lêem – Leem
Magôo – Magoo (Mr. Magoo?)
Perdôo – Perdoo (“Eu te perdu meu filho, eu te perdu)
Povôo – Povoo (Pro povu todo!)
Vêem – Veem
Vôos – Voos (“Senhoras e senhorores, infelizmente todos os vus estão cancelados)
Zôo – Zoo (Esse sempre foi assim)

Eu não aguento mais, vejam só o que esses fanfarrões fizeram com nossa língua. Agora todos sentem enjus, perdem os vus, todo mundo com o ceguinho do Magoo. E olha que eu nem falei do hífen. O hífen tá na sarjeta galera. Na sargeta, junto com o Müller, que não perdeu a trema, mas sente saudades da alemanha, onde ninguém meche nas palavras. Lá eles tem
mais o que fazer. Aliás, senhor Lula, senhor não tem mais nada para fazer não? Seu deliqüente – com trema por favor. Cuidado com a Coréia viu seu Lula.

***

1 – Pode isso?
2 – O azeite foi limpo, graças a Deus e graças a rita, que terminou o serviço hoje de manhã.

*** UPDATE ***

Graças a Rafa no msn, descobri o que é Quinquênio —> vejam aqui

A rodovia 381 é conhecida como “Estrada da Morte” não é atoa. A Estrada que liga Belo Horizonte à Vitória no Espírito Santo, mata mais do que qualquer outra no país. O trecho entre Belo Horizonte e João Monlevade, é conhecido como os ’100 km mais perigosos do país’. E são exatamente esses 100 quilômetros que eu tenho que percorrer toda vez que eu vou “para casa”.

Como podem imaginar, 100 km, são feitos em média em uma hora e meia de carro, e duas horas de ônibus. Mas são raríssimas as vezes que você não fica parado no mínimo uma hora por conta de algum acidente mais leve ou umas cinco horas, por conta de um mais grave. Já fiquei parado nesta estrada todo o espaço de tempo que você pode imaginar.

Agora, porquê diabos eu estou falando isso tudo.

Por que há muito tempo tramita pelas câmaras da vida, projetos de duplicação, modernização e não sei o que. Dizem que já foram desponibilizados mais de R$2 bilhões de reais do PAC para a obra. O problema é que parece, que a primeira obra na rodovia foi mais que superfaturada, então o projeto de duplicação está parado e só Deus sabe quando é que vão duplicá-la. Equanto isso, mais e mais mortes vão acontecendo. Sábado mais uma vez foi assim.

Dois carros bateram de frente em uma curva, próxima ao Gauchão. Uma hora de espera. A 381 é assim. Eu admito que tenho medo desta estrada, medo do que ela é. Em feriados, férias, qualquer dia mais especial. Pode ter certeza, que ou você fica não sei quantas horas parado ou…bem..vocês podem imaginar. Quando chove então, aí é certo. Agora não é só isso, o que vemos de idiotas suicidas não é brincadeira. Nego ultrapassando nas curvas, já vi muito nego quase pegando caminhão de frente. Ali naquela estrada é cada um por si e a estrada contra todos. Todo cuidado é pouco.

Acabando com a seriedade da questão, a horas paradas por causa de algum acidente, ocasionam histórias interessantes. Gravei dois vídeos sábado, para vocês terem alguma noção. O povo se diverte, crianças correm para ver o acidente, mamães trocam a fralda dos filhos, helicópteros (aviões?!), ambulâncias, guinchos, movimentação…é praticamente carnaval para essas pessoas. O brasileiro é realmente um ser impressionante.

Antes do vídeo, quero que saibam que não. Não tenho Mal de Parkinson. Sou péssimo pra gravar mesmo.


Só vou fazer um comentário.

Aviãão?!?! AVIÃO?!?!?!

***

1 – Nobres deputados, senadores e afins…vamo lá. Pensem na 381, pensem no título dela. Não é legal ter a “Estrada da Morte” ligando sua cidade natal com a cidade em que mora. Sem contar as inúmeras vantagens da duplicação.
2 – A ‘tia’ não quis me dar carona.

Pedro Américo

(Foto meramente ilustrativa)

Aaaa sexta-feira! O dia da malemolência, do ócio e da esbórnia. Quando não saio para algum buteco, ultimamente o Barnabé, não faço absolutamente nada na sexta-feira. Leia-se, ficar na internet, ler blogs, e jogar conversa fora no msn, mais propriamente dito, na BlogZona. Hoje está sendo uma destas sextas-feiras-nada-fazendo-estou. Até que…escuto Karchkraftghurfsberg! E a luz pisca, pá-pum, o pc reinicia, com a tela cheia de riscos. No momento a luz se encontrava fraquinha, amarela sabe? Pois então. Para meu desespero, o computador ousa não ligar mais, tela azul. “Puta merda!” penso eu, vou até a sala e pela escuridão constato que a tv também desligou, tentei religá-la. Nada. Lembrei que meu irmão estava no sofá pelo sonoro ronco. Eis que percebo que a luz da entrada do prédio está acesa a toda potência. Solto um mais sonoro ainda “UAI?!”. Caraminholas na cabeça. Um maldito alarme começa a soar na residência (vazia) de frente. Meu irmão, semi-acordado pergunta, “Que aconteceu?”, “Deu um pico de luz…mas num tô intendendo..aqui fora tem luz pô” respondo. Volto para o quarto e tento ligar o computador mais uma vez, uai, se la fora tinha luz e se não tinha acabado por completo eu tinha esperanças. Até por que o modem estava funcionando perfeitamente. Não ligou. Meu irmão já acordado diz “Liga pra CEMIG”. Liguei e agora entra o entreparenteses. Que merda é ligar para essas coisas, principalmente se “essas coisas” forem do governo. Fiquei mais ou menos meia hora ouvindo as propagandas da CEMIG. A história do peixe é até legal. Como sou pseudo-publicitário, fiquei pensando no coitado do Redator (que eu quero ser), que tem que fazer roteiro para espera telefônica. Putz, deve ser o job mais filha-da-puta que existe. Fim do entreparenteses. Depois de ouvir as mesmas coisas por meia-hora, uma moça atende: (vou tentar reproduzir a conversa aqui):

- Não-sei-quem, boa noite com quem eu falo?
-
(Deu vontade de responder, com o Osama Bin Laden) Boa noite, meu nome é Pedro, teve um pico de luz aqui, a luz nem acaba de vez e nem funciona nada, vocês já estão providenciando alguma coisa?
- Onde você mora?
- Santo Antônio
- Santo Antônio é a cidade?
-
(hein?!..achei que esse negócio já redirecionasse para cidade que você liga e tal..ô coisa arcaica) Não, o bairro, de Belo Horizonte.
- A sim, qual a rua?
- *Tal = *
nome fictício da minha rua
- Qual o número?
- *Taltal = *
idem
- As outras casas da rua estão sem luz também?
- Não, quer dizer, não sei…parece que sim, tem algumas que tem outras não.
- Você sabe em nome de quem está a conta de luz?
-
(Sim, Osama Bin Laden) Está em nome de *Tal tal do Tal tal
- Só um minuto, Sr. Pedro
Odeio quando me chamam de Senhor Pedro, senhor é o c*&%$
Vários ‘um minuto’ depois…
- Sr. Pedro, já existe um pedido aqui para resolver o problema, e o mais rápido possível a CEMIG, vai estar resolvendo o problema (demorou e muito para o primeiro gerúndio). Em no máximo 72 horas, o problema vai estar resolvido.
- 72 HORAS?!?!?!?
- Esse é o prazo máximo, o mais rápido a CEMIG vai estar resolven…
(denovo)
- Tá, então tá bom, um abraço viu?
- Tenha uma boa noite Sr. Pedro
- Tá

Já imendei um PQP bem alto. Putz, se demorasse 72 horas…eu morreria, juro…o final de semana inteiro. Mais caraminholas na cabeça. Meu irmão já na cama, perguntou “O que ela falou?”, “Aaa fudeu tudo, disse quem até em 80 anos eles resolvem..” respondi. E em dois minutos ele estava dormindo, tinha chegado de viagem. Aí veio a luz! Meu irmão possui uma das maravilhas modernas de hoje em dia, lançados ultimamente! Um notebook, e é novo, pensei que a bateria durasse mais…sei lá, não entendo de notebook. Em dois minutos ele estava ligando e conectado ao modem. Mas como eu nunca posso contar com a sorte, a bateria estava em 25%, pensei que dava pruma meia-hora, conectei e logo estava na blogzona, além de começar a escrever este post. Estava tudo indo bem, até que a bateria chegou em 16% em CINCO minutos. Porra, não ia dar pra terminar o post, muito menos pra fazer qualquer coisa. Aí do nada o safado do note me desliga…assim, de uma hora pra outra. “Uai? E meus 16% seu puto?” indaguei para o aparelho.

Neste momento eu me desesperei. Completamente sem sono, com quase nada de energia. Isso é o pior pesadelo do mundo moderno. “Vou tentar ler então” pensei já pessimista em relação à quantidade luz que minha luminária iria fornecer. Não dava para ler. MELDELS!! O mp3 tinha descarregado no caminho para casa mais cedo. Mas eu não iria desistir. Peguei o celular que graças a deus eu tinha carregado mais cedo, e comecei a ler (pasmem!) com a luz dele. Agora, tentem, tentem imaginar a merda que é ler com a luz do celular.

Bom, ter que ficar apertando uma tecla a cada minuto, e ficar segurando um celular para ler, não é nada legal. Pode acreditar. Nada legal. Então acontece mais uma coisa, a luz resolve acabar de vez. Em se tratando da luz, não fez diferença alguma, pois o pouco que tinha não servia. Mas devia ser um prelúdio de algo bom, pois se tinha caído de vez, deve ser por que estavam mechendo em alguma coisa. Eis que ouço Karchkraftghurfsberg! mais uma vez. Era a luz voltando, junto com um sorriso estampado no meu rosto. Tudo se ligava perfeitamente bem, então me sentei aqui, e aqui estou escrevendo isso. Resolvi postar porque achei que daria uma boa crônica.

Um Abraço!

***

1 – Só para constar, ontem foi o aniversário desse meu irmão sonolento Daniel, leitor mais do que fiel deste humilde blog. Parabéns velho!

Pedro Américo.

.


Provavelmente o primeiro video-game de muita gente da minha idade, ou o segundo, Master System e seu Alex Kid bombavam. Mas foi com certeza, o mais lúdico, viciante e amado foi este, o Super Nintendo. Se você é da era PlayStation, vai achar que eu estou maluco, não, não estou. Video-Games evoluiram muito, hoje é praticamente você controlando um filme. O PS foi um divisor de águas, concordo. Mas ele não tinha o charme do Snes. Nunca vou me esquecer do dia em que ganhei – junto com meus dois irmãos – este console. Meu pai estava trazendo o Snes de São Paulo. Lembro da minha mãe acordando a mim e Mateus “Acorda gente, vem ver seu pai”. Eu me recusei a levantar – aliás, desde que me lembro eu odeio que alguém me acorde – mas eu ouvi meu irmão acordando e dizendo “Ó, o video-game…”. Em 3 segundos eu já estava em pé. Dei um oi correndo para o meu pai e fui para o quarto. Desembrulhamos e jogamos até minha mãe mandar a gente dormir. O jogo..bem, não poderia ser outro a não ser Super Mario World.Por esse motivo, por ter feito parte da minha infância, por me dar cultura pop, por me ensinar inglês e por hooooooras intermináveis de divertimento, fiz essa pequena lista de jogos. Só de pensar neles, minha mente voa para aquele tempo. Tempo de criança. Tempo em que éramos mais verdadeiros e mais retardados.

***

Bom, vamos a lista. Primeiro, gostaria de agradecer o meu parceiro Wallace, que me ajudou a preparar essa lista e a definir quais jogos não poderiam entrar. E por que eu chamei ele para participar, uai, ele é dono do melhor lugar do mundo para lembrar do Super Nintendo. O blog Clássicos do Super Nintendo. Lá vc pode baixar todos eles, emuladores e tudo mais. Parando com o jabá os agradecimentos e voltando à lista, alguns jogos foram classificados como hors concours ou seja, não entraram na seleção. Não entraram por serem jogos que estão acima de qualquer lista. São os melhores e ponto. Outra curiosidade, a lista terá dois jogos a mais – quem lê o blog, sabe que as listas que têm aqui, são de cinco – ou seja, serão 7 jogos.

E chega de Blá-blá-blá.

Tartarugas Ninja IV – Grande jogo, grande desenho. Sempre fui fã das tartarugas lutadoras, o filme então..sensacional, me influenciaram bastante, em textos, em piadas e tudo mais. A começar por procurar saber quem era Donatelo, Michelangelo, Rafael e Leonardo. Sobre o jogo, você começa a se empolgar logo pela apresentação, e olha que eu sou viciado em apresentações de jogos. A desse jogo é uma das melhores que eu já vi, assim como a trilha sonora. Me lembro do dia exato em que comprei esse cartucho, fui correndo pra casa, mas no dia…meu pai fez o favor de emprestar o ‘adaptador’ para um amigo dele. Quase matei meu pai. Tratei de arrumar com um vizinho, sob promessas de favores devidos. O jogo, putz, o jogo é sensacional, daqueles viciantes, jogando ‘de dois’ então…sempre rendia brigas “o pedaço de pizza era meu pô, eu to com menos life que você!” “mas você pegou o último…vc que fica deixando seu cara morrer” “Mãããe! Mateus comeu minha pizza..eu vou morrer!!!”. Minha mãe ficava danada da vida. E quando conseguíamos jogar o adversário na tela! Putz, era o máximo. Me recordo muito bem dos momentos felizes jogando esse clássico do Snes. Baixe o jogo aqui.

Top Gear – Rá! Depois de Lotus. Acho que foi o jogo de carro mais jogado do mundo. Esqueça Need For Speed e seus carrões tunados e turbinados. Top Gear era o máximo. Ainda é! O que era esse jogo, meu deus. O Super Nintendo foi o video game mais sociável da história. O bairro inteiro se juntava na casa de um que tinha comprado o jogo mais novo, ou que estava organizando um campeonato de qualquer coisa. Era sempre uma festa. Que ou acabava em briga ou em pizza. Top Gear não fugia à regra. Emocionante, até meu pai parava para ver as mirabulosas corridas. Mas esse jogo tinha um tipo de corrida em especial que sem modéstia eu digo que eu era foda. Corridas noturnas. Não se fazem mais corridas noturnas como as de Top Gear. Tempo bom. Sem contar a trilha sonora. Deus, que trilha. Você ficava maluco só escutando akeles tãnãnãnãs. Esse jogo foi tão importante para mim, que nunca mais gostei de jogos de carro. É, joguei o Need Underground como todo mundo, mas enjoei. Top Gear sim, foi meu último jogo de carros. Baixe o jogo aqui.

Tiny Toons Adventures – Impossível não se viciar neste jogo. É daqueles que você zera 8 mil vezes e não se cansa. Todo tipo de fase que você puder imaginar, além de ser divertidíssimo, era cheio de segredos, esconderijos e fases especiais. O jogo era até difícil em algumas partes. Um clássico, todo mundo que teve um Snes, jogou e se divertiu muito com as aventuras de Lilica e Perninha. Tem cenário para tudo que é gosto, faroeste, castelo mal-assombrado, jogo de futebol americano. E você lá, dando chutes em todo mundo. Viciante e incrível! Destaque para os Mini-Games que apareciam entre uma fase e outra. Adorava esse jogo. Baixe o jogo aqui

Donkey Kong Country 2 – Como não falar do macacão?! Dos maiores clássicos e um dos personagens mais queridos de todos os tempos se tratando em games. Vou falar do 2 porque o Country 1 é hors concours. A continuação é tão sensacional quanto o primeiro. Além do Diddy você também jogava com a namoradinha dele, a Dixie. Putz, não tem muito o que falar de Donkey Kong, é acima da média. Nunca fizeram um
jogo de plataforma como esse. E acredito que nunca mais vão fazer. Quem zerava primeiro era Rei, o jogo reunia tudo, diversão, medo, tentativas e mais tentativas de se passar de alguma fase difícil ou de um chefão chato bagarai. Sempre gostei e sempre vou gostar. Jogo até hoje, morro de rir sempre. Adorava as fases com os animais ajudantes. Rinoceronte era foda demais! Destaque para as fases bônus. Eram quase melhores que o próprio jogo! Baixe o jogo aqui.

Biker Mice From Mars - O meu preferido da lista! Eu já adorava o desenho quando joguei esse jogo. No estilo do maior jogo de corrida de todos os tempo Rock N’ Roll Racing, Biker Mice marcou como um dos maiores clássicos de Snes. Me lembro muito bem de uma tarde, regada a suco de maracujá – colhido no pé da minha casa – que eu zerei o jogo. Cada personagem tinha a sua peculiaridade. Sempre gostei mais do ratinho da moto vermelha, não era a mais veloz mas era o melhor nas curvas. Muito tiro, muita explosão e muuuuita risada. O jogo é ótimo. Sensacional ver a galera derrapando no óleo que você deixava, ou quando você ficava brilhando e detonava todo mundo. Rendeu muuita diversão. Destaque para os cenários – fases – das corridas, cada uma com sua dificuldade, você morria de ódio em algumas. Que saudade deste jogo. Baixe o jogo aqui.

Earthworm Jim 2 – Rá, um dos mais engraçados da história. Morria de rir com aquela vaquinha na primeira fase. Ótimo personagem, Jim Minhoca! Vou reproduzir aqui a magnífica resenha feita pelo Wall. “Earthworm Jim 2, ou Jim minhoca 2, é um verdadeiro clássico para Super Nintendo. Sucessor de Earthworm Jim (que em breve estará aqui no blog), o jogo conta com ótimos gráficos e uma excelente trilha sonora. Sem contar claro com o seu humor sem noção. Vamos redescobrir esse clássico. O jogador controlará Earthworm Jim (Jim Minhoca), que tem como objetivo salvar a princesa What’s-Her-Name das garras malignas do Psy-Crow. A jogabilidade é outro fator que se destaca no jogo. Além de uma grande variedade de movimentos, o personagem tem uma grande variedade de armas (até hoje eu não entendo para que serve aquela que atira bolhas). O legal desse jogo é que cada fase é bem distinta da outra. A trilha sonora desse jogo é demais, composta por Tommy Tallarico. Nafase “The Villi People”, pode-se notar uma melodia muito bonita, até triste. Quando o jogador passa das fases, poderá brincar com as vozes de umas vacas (hehehe), deixando-as mais grossas, finas, rápidas, lentas, etc. O que eu mais gosto nesse jogo é o Puppy Love, que aparecerá 3 vezes durante todo o jogo. O jogador terá que apanhar uns cachorros em um marshmallow gigante, caso não os apanhe, levará uma surra de um cachorro boladão, chamado Peter.” Baixe o jogo aqui.

Mega Man 7 – Até hoje considerado o melhor Megaman que já existiu. Eu sou suspeito para falar, eu poderia até fazer uma lista com o Top 5 de Megaman. Acho que joguei e zerei todos. Uma das melhores séries de jogos já criadas, quiçá a melhor. Gostei sempre tante da primeira parte da série, Megaman X Dr. Willy, quanto da segunda parte, Megaman X Sigma. Apenas o Megaman X4 se compara ao 7. Fases secretas, chefões, novas armas, e mais-não-sei-o-que escondido. Destaque para o Rush. Sensacional aquele cachorrinho. Mas o que eu mais gostava e gosto em Megaman clássico, é a interminável batalha entre o nosso querido azulzinho contra seu irmão ProtoMan. Muito MUITO foda o ProtoMan. Sempre gostei mais dele do que do próprio Mega. Bom, sempre gostei mais do anti-herói que do herói perfeitinho. Também jogo Megaman até hoje. Putz, como passei horas procurando as fases secretas, ná época não tinhamos o todo poderoso Google para nos ajudar. Era na labuta mesmo, ou então nas revistas especializadas. Baixe o jogo aqui.

***

1 – Esse post demorou UMA SEMANA para ser concluído. Não é mole não.
2 – Mais uma vez, agradeço ao Wall que me ajudou com a lista.
3 – Como é bom lembrar desses jogos e dos momentos felizes que eu passei jogando todos eles.
5 – Sem número 4.

Pedro Américo.

.

Nova Seção! – Mestres da Literatura

Bom, essa nova seção é simples. Vou citar alguns escritores que eu considero – eu considerar não quer dizer nada, apenas estou expondo minha opinião – mestres da literatura mundial. E também vou dizer qual obra escrita por esse escritor o fez mestre. Na verdade cada mestre tem várias obras-primas, mas vou escolher apenas uma. Então, chega de lenga-lenga e vamos ao primeiro e maior de todos mestres das palavras. Um singelo senhor chamado, Jhon Ronald Ruel Tolkien.


Jhon Ronald Ruel Tolkien – Nasceu no dia 3 de Janeiro de 1892 na África do Sul. Logo aos 3 anos de idade foi, junto com sua mãe e seu irmão, para a Inglaterra, país onde seus pais nasceram. Tolkien sempre foi fascinado por lingüística, desde muito novo. Ele lutou na Primeira Guerra Mundial, e foi lá, que ele começou os esboços de sua mitologia. Nos campos de guerra Tolkien começava a criar Arda, o mundo no qual os personagens de seus livros mais famosos habitariam. Jhon se tornou filólogo e professor da universidade de Oxford, durante 20 anos ele deu aula de Anglo-Saxão, tema do qual era considerado um dos maiores especialistas, depois deu aulas de Literatura e Língua Inglesa. Junto com outros grandes escritores – como C.S Lewis – Tolkien criou um grupo de literatura, The Inklings. No grupo ele e os outros faziam leituras de seus textos e os comentavam. Tolkien faleceu no dia 2 de Setembro de 1973, na Inglaterra. Foi enterrado ao lado da mulher Edith. No túmulo dele está escrito “Beren” e no de Edith “Lúthien”. A história de Beren e Lúthien é a mais linda de Tolkien, a única história de amor que se compara a Romeu e Julieta, talvez até melhor.

Se quiser saber mais sobre a história de J. R. R. Tolkien entre no Dúvendor, o maior – e melhor – site sobre Tolkien no Brasil.

Bom, já contei um pouco da exteeensa história do Tolkien, agora vou dizer porque ele é o maior dos mestres.

Por causa dos filmes todo mundo conhece O Senhor dos Anéis e daqui há um tempo vão conhecer O Hobbit. Duas grandes obras, sou um leitor apaixonado pelas duas. SdA eu não preciso nem dizer, um baita livro de quase 1200 páginas que eu li umas 8 vezes. Quem dera eu tivesse lido O Hobbit quando era garoto, um dos livros mais divertidos que já li. Li em dois dias.
Não vou falar sobre estas maravilhosas obras, vou falar da Grande Obra, o livro que Tolkien passou a vida inteira escrevendo e infelizmente faleceu sem terminá-lo completamente. Foi o terceiro filho – Christopher – que o editou e o lançou.


O Silmarillion – O livro mais perfeito que já li. O livro na verdade, é um conjunto de diversos textos de Tolkien reunidos cronologicamente. Como eu disse, ele dedicou toda sua vida a essa obra. Neste livro conta-se a história da criação de Arda, de Valinor e da Terra-Média. Histórias de amor, aventura, redenção, amizade, coragem, traição, luta contra o bem e o mal, destino, valores, guerra, tirania, vilania, heroísmo, tristeza, vitórias e derrotas. Este livro reúne tudo e mais um pouco que uma história deve conter. Destaque para as histórias de Beren e Lúthien e de Túrin Turambar. Cada capítulo deste livro poderia virar filme. Isso mesmo. Cada capítulo. Talvez até façam um filme de alguns, como a história de Túrin. Enfim, uma obra perfeita. Não vou dizer mais nada, pois mesmo que eu escreva até de manhã, ainda serão poucas as palavras para descrever o que este livro representa.

Eu dúvido que exista uma só pessoa que leu e não gostou. Ou melhor, que leu e que não se apaixonou por seus tantos personagens maravilhosos.

Este senhor, foi responsável pela criação de diversas línguas, foi o responsável pela criação de um gênero literário totalmente novo, é considerado o pai do RPG e influenciou todos os escritores de fantasia. Por esses e outros milhares de motivos considero J. R. R. Tolkien o maior mestre da literatura mundial. Sou fã, sempre fui e sempre vou ser. Suas palavras me comoveram e tenho um carinho especial por histórias que me emocionaram profundamente.

***

1 – O ‘Turambar’ dos meus e-mails, dos nick’s e de praticamente tudo, veio do Túrin Turambar, o maior dos personagens de Tolkien. Turambar significa ‘Senhor do Destino’.
2 – Antes de ser xingado por muita gente, gostaria de deixar claro, que é minha opinião ele ser o maior mestre de todos os tempos.
3 – O cara era foda mesmo!
4 – Só pra constar, o 30° post do mês…ou seja, já foi um post pra cada dia…e vai ser mais!

Namarië

Túrin Turambar a Turum Ambartanem
Túrin Turambar a Dagnir Glaurunga

Lá e de volta outra vez…

Pedro Turambar

.

Bom, vocês sabem, reunião para fazer trabalho não dá certo. Não deu na época do Ensino Fundamental, muito menos no Ensino Médio, onde todo mundo arruma desculpa para beber ou jogar sinuca. Sempre pensei que na faculdade seria diferente. Ledo engano…é pior, as discussões são mais inteligentes, muito superiores. Em compensação as cagadas…são INFINITAMENTE maiores.

Provavelmente, ninguém – além dos que estavam presentes – vai achar graça, esse é daquelas coisas que são engraçadas só na hora, você contando depois ninguem ri…mas..aaaa, de algumas eu tenho certeza que vocês irão rir. Um sorrisinho pelo menos sai.

Vejam as pérolas:

Thaís:
- (…) aí o prêmio poderia ser 20% de desconto na bolsa da mensalidade por semana.
Comentário: Como é ki é?!?!

Thaís (denovo):
Com os papeizinhos do sorteio na mão, ela diz: – Escolhe um e pega outro!
Comentário: Explica denovo por favor.

Pedro (eu):
- (…) Podíamos juntar as iniciais de cada curso: PP, RP, CA e GO..
- Gê Ó? – pergunta Thaís
- Gê Ó, JORNALISMO!
Sem Comentários

Tiago:
- (…) cara, isso é uma Lingura de Finguagem
Comentário: U quê?!

Tiago (denovo):
- Mais de um NÃO, porra! Dois!
Comentário: Que bom que você faz comunicação!

Celso:
- E se o evento chamasse COC – Concurso Universitário de Comunicação!
Comentário: Bonita minha ONIVERSIDADE não?!

***

1 – Sim. É tudo verdade, inclusive a minha.
2 – EU SEI QUE JORNALISMO É COM JOTA.
3 – Eu to rindo até agora, tudo aconteceu em um espaço de 40 minutos.

Amedro Périco

.

(foto: BlogdoRoger)

Aqui em Belo Horizonte existe um projeto quase-maravilhoso que é fruto da UFMG com a BHTrans – orgão responsável pelo transporte na capital mineira. O projeto é o ‘Leitura Para Todos’. Em diversas linhas que circulam pela Região Metropolitana de BH, papéis plastificados são colocados nos ônibus, presos a uma cordinha no banco da frente, fica fácil e quase impossível vc não pegar e dar pelo menos uma olhada.

Sempre achei quase-sensacional isso…desde a primeira vez que vi. Uma maneira mais que eficiente de incentivar a leitura da classe pegadora-de-ônibus (incluindo a mim mesmo). É sempre válido e eu sempre apoiarei projetos que incentivem a leitura. Mas, acredito que você, caro leitor, esteja se perguntando, por que diabos eu disse quase-maravilhoso e quase-sensacional, eu explico.

Esse projeto é quase pelo mesmo motivo que eu detestava todas as professoras de literatura, principalmente as que eu tive durante a vida. Nada contra a pessoa, eu detestava a forma como elas tratavam a literatura. Já escrevi isso em algum lugar neste blog…algo parecido, pera aí. Pronto, achei..escrevi aqui. Voltando ao assunto, eu acho que quando alguém vai formar em Letras ele está tão acostumado aos clássicos e tão apaixonado por grandes autores que ele quer logo enfiar essa merda toda na nossa cabeça. Pensem bem: uma pessoa, suponho que sempre ‘leu’ a vida toda, acaba de se formar em Letras – na UFMG talvez – está cheio de vontade, é a chance da vida dele, ele começa a dar aula…sua primeira aula! Ele está nervoso, não quer começar muito grande “Kafka pode ficar pra depois” – pensa ele. Ele começa a aula falando sobre Dostoiévski – Irmãos Karamazov. Nem liga para as perguntas de seus alunos de 8 anos…eles vão aprender o que é literatura. Aguardem que Dom Casmurro vem por aí.

Resultado: de todos garotos de 8 anos, provavelmente o nerd da turma vai virar um leitor, ou o mais viadinho..que gosta de poema.

Gente, desculpe, mas isso realmente me irrita. Qual criança, neste Brasilsão de Meu Deus, vai gostar de ler, se o primeiro livro que ele pega é de 1615..sei lá. Criança quer ler fábula, aventura, Harry Potter, eu adorava livros policiais quando era criança, Agatha Christie e tal. Comecem a dar livros assim pra criançada, livros que irão fazê-los pensar em quem é o assassino, e não refletir sobre a desigualdade social e a putaria do Brasil Colônia.

Você deve estar se perguntando, “e o coisinha do ônibus?” você vai entender agora. Toda essa historinha, é só para dizer que eles fazem a mesma coisa com o projeto Leitura para Todos. Imaginem só, o cara, cidade grande, entre 30 e 40 anos, nunca leu nada a não ser o Super, pega um texto ali para ler, o texto fala sobre um fazendeiro com a mulher grávida que viaja pra França e manda um telegrama que ninguém entendo bulhufas no final. Me diz agora, o cara vai ler isso alguma outra vez?!

Leitura para todos, sei…só se for para todos os senhores estudantes de Letras da UFMG.

***

1 – Não postei ontem por motivos de preguiça aguda e falta-de-tempo-mais-aguda-ainda.
2 – Isso me deixa extremamente puto.
3 – O bicho tá pegando pro meu lado, vai ficar osso postar essa semana. Mas vou me esforçar, prometo.

Pedro Américo


Não é um post sobre o Metallica. Mas vou usar bastante o exemplo dessa que é e sempre será uma das maiores bandas da história.

Vou usar o exemplo do Metallica para falar de uma coisa que me deixa muuuito puto: Metaleiro Xiita. Não existe nada pior que Metaleiro Xiita, exceto é claro os emos. Esse tipo de metaleiro – é existem vários tipo sim – é aquele que acha que sua banda preferida deveria ser sempre como ele quer, o som deve ser sempre aquele que o conquistou, ele não dá o direito da banda amadurecer e com isso amadurecer seu som, para esse tipo, as bandas deviam parar aí pelo 3° disco. Esse tipo, é aquele tipo chato que fala que o Metallica morreu depois do antológico “…And Justice For All” (tem alguns que nem deste gostam, falam que tem baladinha demais), falam que depois do “Killers” o Iron Maiden se vendeu e por aí vai.

Eu não concordo, o Metallica por exemplo, começou a experimentar – ok, concordo que o St. Anger foi demais – e agora, com o novo cd, o mais pesado desde sua ‘morte’, tenho certeza que muitos vão dizer que continua morto. Oras, os caras fazem tudo que todo mundo sonhava, há 18 anos o tal retorno do velho Metallica. E agora, que os caras voltam a fazer o som de antigamente, neguinho reclama. Peguei James Hetfield e sua trupe para cristo, mas com a maioria é assim. Quem gosta de Heavy Metal é geralmente um fã muito fiel, compra cd original, vai aos shows e tudo. Mas proibir e difamar uma banda que ele gosta, só porque a própria banda quis evoluir é muita sacanagem!

Por isso eu odeio metaleiro xiita. O cara já vem cheio de preconceito para ouvir um disco. Quando o Corey Taylor – vocalista do Slipknot e Stone Sour (que por sinal é muito melhor) – disse que daqui para frente não iria lançar mais nada a base de gritos e grunhidos, tenho certeza que um bando de cabeludo tava arrancando as barbichas de ódio. Quando o Slipknot lançou o 3° disco, algumas (várias) músicas tinham melodia, minha nossa, mas o que eu vi de fã declarando seu repúdio a banda, foi inacreditável. O disco é de longe o melhor, e o novo, que também tem melodias mais harmoniosas e refrões ‘cantados’, vai receber as mesmas críticas que o outro recebeu. E assim vai.

Se eu aprendi uma coisa na faculdade até hoje, foi a Relativizar. Relativizar nada mais é do que pesar sempre os dois lados, nunca generalizar e nunca pré-julgar algo. Relativizar serve para TUDO. De música a relacionamento. Neste caso, os integrantes dessas bandas evoluem, e o que eles querem é que seus fãs evoluam da mesma maneira, acontecem erros..é óbvio! Acontecem, e ás vezes esses caras, tentam agradar. Mas sempre vem um maldito xiita falar que eles se venderam e que o mainstream estraga suas bandas favoritas. Porra, você quer que o cara não ganhe dinheiro só por que você quer escutar o seu sonzinho?! Existe coisa mais egoísta do que isso? Para mim, não.

Se você que está lendo, for um desses caras, eu sei que você vai me odiar, mas o Metallica NUNCA vai lançar outro Ride The Lightning, o Iron Maiden NUNCA vai lançar outro “Iron Maiden”.

Seu tolo, bandas nunca devem tocar o mesmo som para sempre. Fica chato. O legal são os discos que entram para a história…Sgt. Pepper’s da vida.

***

1 – Post inspirado em um texto do Whiplash, de muito tempo atrás.
2 – Post de revolta! Caio foi pra você!
3 – Comprei o domínio ‘www.ocrepusculo.com’ mas por motivos de burrice deste que vos fala, não sei como fazer essas coisas de redirecionar e tal
4 – Vem novidade por aí, resolvi investir neste blog, vou hospedar, fazer layout de gente e tudo, só que pelo visto só em 2015.

Pedro Américo

.

Se seu professor pedir um trabalho para segunda-feira. Tenha certeza que ele irá cobrá-lo na mesma segunda-feira.

Motivo: Você perderá um tempo danado.

***

EU GANHEI!!! Inacreditável, eu ganhei alguma coisa em algum sorteio, ou promoção, ou qualquer coisa do gênero! Ganhei o ALMANAQUE DO ROCK!

Promoção feita pelo maravilhoso blog, Quem Matou a Tangerina (é sensacional, vai por mim). Valeu Fred Fagundes

A promoção consistia em dizer qual era sua música perfeita e dizer porque essa música era perfeita para você.

Segue a minha resposta:

“Sou do interior de Minas. Sempre soube que o meu lugar não era na minha cidade natal. Sempre soube que, mais cedo ou mais tarde, esse pássaro iria voar. Lutei durante dois anos para conseguir botar o pé na estrada e iniciar minha vida. Deixei minha família e namorada. É como diz a música:”preciso viajar agora, pois há muitos lugares que eu preciso ver”/ “este pássaro você não poderá mudar”. Mas como essa música mesmo me ensinou: “Não voe tão alto pássaro livre” eu mantenho os pés no chão e faço cada coisa de uma vez. Pois eu sei que ainda vou voar por muito tempo.

Quando ouço aquele famoso solo de seis minutos lembro da paisagem vista da janela do ônibus. E a vontade de vencer que ele me dá.

Por isso Free Bird, do Lynyrd Skynyrd, é minha música perfeita.”

Para quem não conhece a música:

***

1 – Não acredito que eu ganhei!!
2 – Essa música é foda
3 – Fiquei putíssimo com o professor.

Pedro Américo

.



O que dizer de um jovem cheio de sonhos? O que dizer de um jovem cheio de esperança? Posso dizer que ele realizou um sonho. Um sonho que surgiu no primeiro dia da tão sonhada faculdade de Publicidade em Belo Horizonte. A coordenadora do curso apresentava a faculdade, quando disse: “Aqui é a LUNA, agência laboratório da Una”. Neste momento, nosso jovem pensou “Vou trabalhar neste lugar, algum dia”.

Ele realizou. No seu primeiro dia, cheio de medo e ansiedade, descobriu que trabalharia em um computador um tanto quanto precário, que não tinha um programa gráfico do qual sabia manusear. Ele pensou “Fudeu, em uma semana eles me mandam embora”. Não o mandaram embora e ao contrário do que ele pensou, até que estava se dando bem. Acabou se dando muito bem.

Após duas gerações na Luna – Agência Laboratório de Comunicação Integrada, ele conheceu pessoas fantásticas, fez amigos para a vida toda e se apaixonou pela profissão que tinha escolhido. Após quase um ano lá, ele já sabia que a hora de buscar novas fronteiras já estava chegando. Ele relutou e cedeu. Igualmente. Mas após receber uma proposta, ele percebeu que a tão sonhada e medonha hora havia chegado. Após tantas histórias, tantos amigos, tantas alegrias e decepções, chegara a hora de se despedir.

E ele se despediu, com um pesar e uma nova esperança no coração, ele se despediu.

E ele gostou muito de fazer essa singela homenagem a todos que o ajudaram e o toleraram. Ele também gostaria de dizer que nunca vai esquecer nenhum deles, e que nunca vai esquecer o que aprendeu na Luna, da qual participou, ajudou e da qual pertencerá por toda a vida. Pois, quem já foi um Lunático, jamais o deixará de ser.

Agência Luna
Daqui o nosso mundo é mais azul

Um abraço meus queridos.

***

1 – Emília, Gabriel, Carmona, Carol, Loir, Sefete, Robertim, Artur, Elaine, Nayara, Daniel, Sara, Rayssa, Milena, Édson, Serginho, Bárbara, Ignus, Felipinho, João, Popô, Maíra, Lorena, Ramona, Renata, Camila, Natascha, Anderson, Renato, Débora, Samira, Sarita, Diego, Renato, Rúbia, Ananda.
2 – Desculpe-me se eu esqueci de alguém
3 – Fiz este post extremamente emocionado

Pedro Américo

.