Edição Extraodinária . Por dois motivos simples:

1 – Desde agosto do ano passado eu não posto nada nessa seção, na verdade tenho postado apenas textos. Voltando com essa seção, volto com as outras (Música e Filme).

2 – São 4 livros de publicidade. De criação para ser mais exato. Na verdade um é só de frases…mas é de um Redator…então entra na onda também.

Ótimo livro, putz. Melhor do que muita comédia por ai..ri demais lendo, aprendi muito também. Aconselho todo mundo a ler. Se você não quer ser publicitário mas se interessa um pouco por propaganda, deveria ler.

Criação Sem Pistolão | Carlos Domingues

O livro de frases. Esse livro está nesta Edição Extraordinária por que ele é extraordinário. Escrito por um dos melhores redatores da nossa propaganda. Também aconselho todo mundo a ler. Tem frases maravilhosas para qualquer pessoa se divertir.

Razões Para Bater em Um Sujeito de Óculos | Eugênio Mohallem

Explica com maestria o processo criativo. É simplesmente impressionante como Stalimir Vieira mostra de uma maneira muito simples como saem as grandes idéias, e desmistifica a imagem de gênios que sentam de frente para um papel em branco por cinco minutos e…PIMBA! Ótimo. Aconselho para quem se interessa de verdade pelo processo criativo, para qualquer finalidade que exista.

Raciocínio Criativo na Publicidade | Stalimir Vieira

Acabei de comprar esse, e já no início estou maravilhado com mais uma brilhante explicação do processo criativo, de maneira geral, já que criatividade não se resume apenas na publicidade. Esse livro explica esse processo usando passagens da bíblia e a Jesus Cristo. Não, não é um livro religioso. Mas garanto que é incrível analisar a criatividade dessa maneira. Também aconselhável a todo mundo.

O Deus da Criação | Adílson Xavier

Bom, esse eu só aconselho a quem quer ser Publicitário. Bem técnico. Mais ainda. Aconselho apenas a quem quer ser Redator. Se resume no título. Prática na Prática. Muito bom o livro, espero poder aproveitar tudo que tem nele.

Redação Publicitária – Prática na Prática | Zeca Martins

Agradecimentos:

1 – Grande companheiro Thiago Carmona. Que me emprestou o Redação e o Razões para Bater e tal. Além de indicar o Deus da Criação. Valeu cara!

2 – Biblioteca da Faculdade.

3 – Meu pai, minha mãe….

\o

Enjoy

Abraço.

**** [PÓS-REBOOT] ****

Merece uma edição melhor.

Editado dia 5/10/2011

Eita!!

Eu to empolgado mesmo!

Só essa semana estreei duas seções no post, e agora (2:32..já é domingo dia 20) que acabei de fazer dois posts, um em cada seção, resolvi estreear mais uma seção!

“Contos ou Descontos?”

Esta seção também será de textos escritos por mim (a não ser que alguém queira contribuir…falando nisso, qualquer pessoa pode contribuir para qualquer seção do blog!!) mas não serão (nada) parecidos com o que eu costumo postar.

Minhas aspirações como escritor são mais como romancista do quê cronista, crítico e muito menos como poeta.

Então vou exercitar minhas vontades de romancista ou até mesmo roteirista aqui.

Vou postar alguns contos pequenos (espero que sejam pequenos mesmo) ou pequenas histórias de ficção. Pelo que eu já imaginei colocar aqui…pelo menos o que eu já criei, estão voltados para um humor-negro, com suspense e com terror.

Tentarei pelo menos. A idéia também é que quem quiser mudar, sei lá, tipo o final ou alguma coisa do conto..me mande o que está pensando e mudamos e tal…queria que fosse um texto aberto. Bom veremos.

Ufa! 4 posts de uma vez não é fácil. Só falta mais um, com um pequeno conto.

Só espero que alguém leia isso aqui, sempre que escrevo qualquer coisa que não seja um texto, eu acho que ninguém lê…mas eu gosto de achar que estou conversando com algum possível leitor pelos posts (nem Freud…nem Freud!).

Juro, que agora, no momento em que escrevo isso, estou achando completamente maravilhoso achar que estou conversando com alguém…putz. Ajuda a pensar, você vai escrevendo um monte de bobagens que provavelmente ninguém vai ler, mas mesmo assim você pode treinar a escrita em diversas pessoas, falar mil e uma bobagens…ó céus, como é viciante…não consigo parar.

Meu Deus! Juro que estou realmente com medo, não sei o que é pior…se é o medo do papel em branco ou se é escrever sem parar. O que eu vou fazer? E se eu dormir? Será que vou continuar digitando? Já estou escrevendo a 15 minutos mas parecem 15 segundos…e se meus dedos ficarem dormentes? Será que eu ficarei louco se não parar? Ou se parar? Será que eu vou ser o primeiro caso desse tipo? Socorro!

Pare de rir, é sério, eu não consigo parar! Já estou imaginando…vai dar na TV, a imprensa aqui no meu quarto, me fazendo perguntas ao vivo…vou virar o rosto e responder com essa mesma cara de espanto que eu estou agora, será que vou acabar virando um reality show? “O Post Infinito”. Vão criar comunidades no orkut sobre mim, “O cara que digita”. Vai dar na capa do G1 – “Universitário digita sem parar há mais de 17 dias em Belo Horizonte, clique aqui para matéria completa”. A matéria vai dizer que eu já emagreci mais de 10 quilos (o que seria ótimo), com certeza iria ter declarações da minha família. “Estamos muito preocupados, não sabemos como vai parar..é só dizer para parar que ele começa a ter um tipo de convulsão, ele consegue parar apenas alguns segundos para acender um cigarro..que continuamos a comprar para ele, coitado..pelo menos um prazer” disse tristemente a mãe de Pedro, que completou 21 anos ontem. Familiares e amigos comemoraram o aniversário com ele no quarto.

Depois de um tempo, teria um Globo Repórter especial. 1 ano digitando. Eu pareceria o Forest Gump quando parou de correr. Os médicos iriam dizer..”Ele está perto do fim, o corpo não vai aguentar muito tempo. As mãos já estão atrofiadas, ele não consegue digitar mais, fica apenas batendo as mãos no teclado”. No final Sérgio Chappelein (o primo do Chapolin) diria: “Como será o fim desta tragédia moderna? Um jovem normal, que teve a sua vida interrompida por um inexplicável acaso. O final…você decide!”
(como???)

Céus, idéias malucas começam a aparecer na minha cabeça…será que tudo isso não passa de um pesadelo maluco…e que quando eu acordar…não verei nada escrito no blog? Oh! não consigugro contrpplfghar minahfgs makll]ãos!!!!@$#%$auhfhadkfeamabnsdidflt aafnmanf eihafpq,m a ioapeoen oiaekafndl,mf aoae,nfmaiensotoia uahruak´lgnmm,a cuihrgpama chehne ugtpooapsitunsaodop mapeihfoa,cm aopieinmfl aenfça f alefhoaiefl anfioa heflkae çfalfnam,dnf aoefklnae foialemflan aoiejflkan elafi einfmaalmanfiopwjrpm rgnoitoh tph kmt,lçmh akbjehpj ptka nlhfiaj optka ,llboa joptnlm,na,enaifhnlaehftp paer nlaepfja,enf paklemnf laenf09275-93-46805978 mkjht-q85 wi 98-4u1í]wla[í0ãj~0[e
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Tcharaaaaaam!!!!!!!!!!!!!

Peguei vocês? Lógico que não. Quem leu isso até aqui provavelmente achar que ou eu cheguei doidão de algum lugar muito louco, ou eu fumei até esterco.

Nada disso. Tive a idéia, porque realmente é muito bom fingir essa conversa com um possível leitor (acho que é o grande barato do blog) e também para dar mais ou menos o clima dos Contos ou “Des”contos que futuramente escrevei nesta seção.

Se você, quem quer que seja, leu até aqui.

Obrigado.

Pedro Américo

**** [PÓS-REBOOT] ****

Hehehehe me lembro até hoje do dia em que escrevi isso, eu estou deletando esse tipo de post, mas sinceramente, esse é de uma loucura tão grande, que foi difícil.

=)

Editado dia 4/10/2011

Dia 18 – Sexta.

13:00. início do expediente (na verdade eh 12:30) mass…

PANE GERAL.

3 computadores da criação “emputeceram”

sobraram 2. o meu e o do serginho. na verdade, só o do serginho
por que a galera do DTI ou SNI ou os-caras-que-resolvem-tudo-de-computador teriam que usar o meu como servidor de não-sei-o-quê.

Ou seja, nada de e-mail marketing, nada de trabalho e o atendimento ficando louco

aaaaaaaaa

o dia não poderia ser melhor.

hahahahhahahahahahahha.

terça eu volto! com mais loucuras. (Segunda sem expediente!) Aleluia!!

18:30 – fim de expediente.

Atendimento chega com um briefing de e-mail marketing.

(até aí…ok!)

Briefing Dia do Policial Civil.

“…lembrando que esta homenagem se estenderá a todas as áreas da ENGENHARIA”

ENGENHARIA?!?!?!?!?!?!??!

*merecia ir para os Piores Briefins do Mundo

**** [PÓS-REBOOT] ****

Decidindo ainda o que diabos farei com isso.

Editado dia 5/10/2011

Não, não será um “10 Dicas Para se Tornar Publicitário”. Até porque eu sou um iniciante, e não tenho nem topete, nem experiência para tais dicas. O sentido da pergunta do título é outro. É mais como “Deus, o que terei que fazer para entrar…” do que “Opa! Mais um publicitário descolado dando toques geniais de…”.
As primeiras coisas que falam para você, quando você diz que quer ser publicitário são: “Dá dinheiro?” (geralmente algum familiar) ou “Cara, eu não faria isso. Eu que estou nisso, já adianto: não tem glamour nenhum, pelo contrário, é feio, um ramo muito sujo, viu cara? Por que você não tenta engenharia?” (Publicitário fracassado. Não conseguiu ganhar nada, se desiludiu. O propósito da vida é não deixar mais ninguém ser publicitário).
Qualquer uma das duas coisas é broxante (não poderia usar outra palavra). Mas, ouvir de um cara, que é a figura de tudo que você quer ser, falar para você desistir antes mesmo de tentar. Isso acaba com qualquer um. Temos saídas para ambas: “Pô, pai. Existem altos negos que ganham muita grana fazendo isso”. Não que você vá ganhar, mas dizer “Pai, é muito dificíl. Provavelmente não”, é bem pior. Para o publicitário desiludido, ou você diz para ele ir para a casa do…(é, lá mesmo) ou desiste e tenta ser engenheiro.
Outra coisa chata, que é culpa da infinidade de jumentos que entram na faculdade para isso “Porque é fácil”, dizem eles. E porque todo mundo (todo mundo mesmo) tem certeza que você é um dos jumentos ou quer ir para a criação, por que acha que lá é lugar de um monte de maluco olhando para o nada e fazendo brotar idéias geniais. E poxa, todos querem ser descolados, geniais. Então é por isso que esse bando de muleque tenta ser publicitário.
Certo e errado. Certo por causa da real infinidade de jumentos nas faculdades e por causa da galera descolada que de tanto falarem “Faz publicidade? Sabia. É a sua cara.” Ele acaba acreditanto. Mas errado, por que existem homens e mulheres, que estão ali para aprender o máximo possível. Pois na faculdade você vê apenas a pontinha do iceberg. Aprender mesmo, só no mercado. E eles sabem disso, querem aprender para ter uma chance no mercado, para aprender mais e… Pimba!
Mas é aí que voltamos à nossa pergunta. Como começar com tanto preconceito, com tanto julgamento, com tanta generalização e com tanta desilusão?
Só posso dizer que ainda estou tentando responder a essa pergunta. Como? Trabalhando, tentando, acreditando e principalmente errando. Errar sem medo é o segredo. Errar e trabalhar como um louco para fazer certo tem um sabor mais que especial. É somar experiência (para não errar mais) e mostrar que você consegue absorver críticas e transformá-las em combustível.

Pedro Américo.

**** [PÓS-REBOOT] ****

Mania besta de assinar post.

Editado dia 4/10/2011

Você já foi em um show de rock? Você respondeu sim? Continue lendo a crônica porque você vai se identificar muito. Você respondeu não? Então leia e aprenda algumas coisinhas.
Com certeza você já viu, ouviu, falar sobre shows de rock. Já ouviu falar de como são um bando de retardados vestidos de preto, falando alto, cantanto toscamente músicas “horríveis”. Você que escuta Jota Quest, se empolga com as modinhas da música, acompanha de perto as bandas “super” legais que tocam no Faustão. Você que ama um funk engraçado, um axézinho dançante ou uma dupla sertaneja que está prestes a explodir, tipo Raineclan & Rondiclen (como futuro publicitário, tenho que dizer que os caras que inventam os nomes dessas duplas são sensacionais!!!!). É, você mesmo! Que diz que vai em show de axé pra pega “muié”, que mulher não gosta de rock. Que show de rock só da homem barbudo e cabeludo e que quando tem mulher, são feias pra cacete. Se identificou? Que bom, essa crônica está sendo escrita para você.
O que eu mais odeio nesse tipo de gente são duas coisas que elas sempre falam: “Como você consegue gostar de um monte de nego gritando?” (após perguntar a pessoa costuma soltar alguns urros terríveis, tipo um Cheewbacca rouco) e “Isso é coisa do capeta”.
Agora você se identificou ainda mais? Que bom. Continue. Lá vem os ensinamentos.
Rock antes de mais nada, significa (para mim) um protesto contínuo contra vários males do mundo. Rock é diversão, é um riff que te faz pular, uma letra que te faz rir ou uma balada que te faz chorar. O Rock é sociável. Pode perguntar aí para quem já foi em algum show de Rock. Pergunte a ele quantas pessoas bacanas que ele conheceu. Se o show for em outra cidade. Melhor ainda. Você passa horas do lado de caras com o mesmo propósito, as mesmas lutas e conversas intermináveis sobre músicas lendárias. Quem nunca quis em um show dos Beatles, para além de ver o quarteto, ouvir os gritos histéricos de milhares de mulheres enlouquecidas. Quem nunca quis ir a um show do Led Zeppelin e cantar Stairway to Heaven segurando um isqueiro. Quem nunca quis ver Keith Richards e Mick Jagger, se empolgando com Satisfaction. Quem assistiu Forest Gump e se enlouqueceu com aquelas músicas maravilhosas. Aquilo era Rock. Aquilo ainda é Rock.
Se eu ainda não te convenci. Vou contar duas coisinhas que eu vi com meus próprios olhos, precisamente nos dias 2 de março e 5 de abril desse ano. No primeiro, show do Iron Maiden. Na semana do show, a expectativa, a lembrança dos meus 10 ou 11 anos quando ouvi pela primeira vez The Number of The Beast, o baixo impressionante de Steve Harris e o vocal único de Bruce Dickinson. Já sentado na arquibancada, esperando o início do show, eu e mais 4 mineiros conversando, rindo e brincando com paulistas, cariocas e capixabas. Atrás de mim, dois garotos com seus 12 anos, não se aguentando de ansiedade. Os dois rodeados pelos pais, todos vestindo suas blusas pretas com Eddie estampado. O que me impressionou mesmo foi o que eu vi logo à minha frente. Pai, Mãe e Filho. Todos com a mesma camisa. A mãe jogando águar na cabeça do filho (fazia um calor do capeta – sem trocadilho), o pai segurando a camisa tampando o sol do rosto do pequeno garoto. Tamanha cumplicidade e amor presentes nesse cena me fez sentir orgulho. Orgulho de ver ali uma família, sentada no sol durante horas apenas para ver um bando de velhos fazer barulho e “gritar”.
A outra coisa foi no dia 5 de abril. Show do Ozzy. Não vou falar aqui, do quanto sou fã desse ser. Só me lembrava do dia em que ouvi Paranoid do Black Sabbath e me enlouqueci pela música desse velinho um “pouco” maluco. Me lembro de um show, que ele disse para o público “Por favor, não se machuquem, eu me importo de verdade com vocês, se eu estou aqui hoje, é por causa de vocês, eu amo vocês, que Deus os abençoe”. Pois é, eu estava no mesmissímo estádio para ver uma das maiores lendas do Rock. Atrás de mim, um senhor nos seus 70 ou 80 anos, parecendo um garoto de 15, prestes a ver o maior ídolo. Ele estava vestido com uma blusa preta (do ozzy), uma bandana, jaquetas e calças jeans. Estava de All Star também. Preto. Acompanhado pelo filho (acredito eu que era o filho), no mínimo uns 50 anos. Os dois, sentados, esperando por pelo menos 7 horas para ver o ídolo. Pareciam duas crianças na festa de aniversário.
Eu poderia escrever muito mais sobre essas e outras histórias. Mas só queria que vocês que responderam não, aprendessem um pouco mais sobre o que é ser apaixonado pela música e pelas transformações que ela causa em uma pessoa. E parar um pouco de achar que música é aquilo que passa na globo, que show bom é aquele que dá “muié”.

Pedro Américo.

**** [PÓS-REBOOT] ****

Um dos posts clássicos. Nada a se dizer.

Merece reedição já!

Sim, as headers dos posts irão desaparecer.

Editado dia 4/10/2011