Entao…agora eu escrevo poemas tambem.
Só Sei que do Amor Nada Sei – Parte 1
Não nasci para ter várias mulheres
Nasci para me apaixonar
Para me entregar de corpo e alma.
O amor me construiu, e me destruiu
Sou movido por ele e parado por ele
Ele está nas coisas mais simples…
Num olhar, num sorriso, num abraço.
Nascido eu para ser um eterno romântico
jamais poderia negá-lo, ou tentar
Não posso negar, nasci assim… fazer o quê?
Tentei desistir uma vez, deixar de amar
Falhei é claro
Com a raiva ele adormece, às vezes
Mas felizmente, o amor de quem
nasceu para amar volta.
E quando volta, queima mais forte que nunca.
Parece haver uma bomba em mim
prestes a explodir ao menor sinal…
Dum olhar, dum sorriso, dum abraço.
Aqueles que assim como eu, nasceram para amar
Entendem o que eu estou falando…
Ó, como entendem.
Vilão? Herói? Não sei.
Só sei que do amor nada sei
Gosto apenas de admirá-lo
Quando o vejo, quando o sinto.
**** [PÓS-REBOOT] ****
Olha aí… me metendo com algo que eu não tenho o menor conhecimento.
Nem sei se posso chamar isso de um poema, mas para a época que foi escrito, tá ótimo.
Merece uma revisitada também.
Editado dia 4/10/2011

É Pedrão, o amor nós pega pelo braço e faz o que quer. To gostando de ver a sua dedicação e interessa também pelas palavras, elas são mágicas e desvendam um mto encantador para todos nós.Um abraço,
Ícaro Vieira
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Muito bom, muito bom (2007 eita, não é da minha epoca esse hehe) .
Eu te entendo Pedro xD
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Curiosamente quis o destino que eu hoje lesse estas palavras. Apenas uns dias desde que o texto foi editado. Palavras que jamais fazem justiça a tudo o que se sente. Palavras que sabem sempre a pouco porque nos deixam insatisfeitos. Palavras que devoramos com vontade, que escrevemos num sopro porque tudo o que se sente transborda de nós e surge a necessidade de o partilhar com o mundo… mesmo que sejamos anónimos… hoje, amanhã e depois…
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